Teresina é a primeira cidade do Nordeste a ganhar Conselho LGBT.
Acima, foto da secretária municipal do Trabalho, Cidadania e de Assistência Social (Semtcas) de Teresina, Graça Amorim.
O conselho será paritário: 50% de seus representantes da sociedade civil e 50% dos órgãos públicos (Do Cidade Verde.com)
Teresina será a primeira capital do Nordeste a ter um conselho de defesa dos interesses do segmento LGBT. Na manhã desta terça-feira (5) a secretária municipal do Trabalho, Cidadania e de Assistência Social (Semtcas), Graça Amorim, se reuniu com representantes do grupo Matizes, Anjos LGBT da Grande Teresina, Associação dos Travestis do Piauí (Atrapi), Coletivo dos Gays Mirindiba, Grupo Piauiense das Transexuais (Gptrans) e Liga Brasileira de Lésbicas para definir as Organizações Governamentais e Não Governamentais que devem participar do conselho.
O Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas LGBTs será paritário, ou seja, possui integrantes que são igualmente representados: 50% da sociedade civil e 50% por órgãos públicos. O Conselho será consultivo e deliberativo que tem como objetivo contribuir, acompanhar e fiscalizar políticas relativas aos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais na cidade de Teresina.
A secretária Graça Amorim explicou que o próximo passo é elaborar a minuta do projeto de lei que será enviada para a aprovação do prefeito e da Câmara dos Vereadores. “Hoje foi a nossa primeira reunião, mas vamos continuar nos reunindo para que a gente possa, no dia 17 de maio, que é o dia mundial de combate à homofobia, fazer a instalação do conselho e dar posse aos conselheiros”, diz.
Graça lembra que a Prefeitura de Teresina, com a instalação do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas LGBTs, vai ampliar as ações voltadas para o público homossexual. “Temos o Disk Cidadania Homossexual que atende denúncias e esclarece dúvidas sobre direitos, fornecendo auxílio jurídico e psicológico para os LGBTs. Além disso, o Instituto de Previdência do Município de Teresina (IPMT) inclui como dependente companheiros de servidores homossexuais”, esclarece.
Fonte: Cidadeverde.com
*Diego Cotta é jornalista formado pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi coordenador por três anos consecutivos da Semana da Diversidade Sexual desta mesma universidade e trabalhou, como estagiário, na Seção Sindical dos Docentes da UFRJ (ADUFRJ) por dois anos e na organização não-governamental Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT. Nesta última, participou por um ano e meio do projeto Observatório do Programa do Governo Federal Brasil sem Homofobia (OBSH). Hoje, atua como assessor de imprensa do Grupo Arco-Íris, no quadro de funcionários da Target Assessoria de Comunicação e no setor de comunicação da Superintendência de Direitos Individuais Coletivos e Difusos da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Por Diego Cotta, em 15/01/2010 - 00:03. Você pode acompanhar as respostas a este texto acessando o leitor RSS 2.0.

























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