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Maria Cristina Castilho de Andrade

Pan, Guadalajara e excluídos

Noticia-se que, há algumas semanas, devido aos Jogos Pan-Americanos em Guadalajara, as autoridades locais iniciaram uma ação para que sejam retiradas prostituídas das zonas centrais da cidade, embora Aristóteles Sandoval, prefeito do município mexicano, negasse que adotaria esse tipo de conduta. O jornal “Milenio”, contudo, confirma que a expulsão começou pelo Parque Morelos. Segundo informações do provedor Terra, em 30 de setembro, no dia seis de maio deste ano, uma comissão da cidade apresentou um programa denominado Plano de Reordenamento Humano, no qual projetava “livrar” as áreas turísticas de Guadalajara de prostituídas, mendigos, meninos de rua e indígenas. Denominam esse posicionamento como “limpeza social” e entendem que essas personagens poderiam amedrontar os turistas.
Wladmir Coelho

A corrupção na exploração do petróleo africano

A importância do continente africano para a indústria petrolífera mundial apresenta-se em crescimento representando em 2010 10% da produção mundial. Esta produção iguala-se a soma do Irã, Venezuela e México existindo a expectativa de alcançar 15% do total mundial em 2020. Naturalmente o petróleo africano conhecido não encontra-se distribuído de modo equânime entre os 54 países do continente concentrando-se no território de 16 nações das quais destacam-se Angola, produzindo 2 milhões de barris ao dia, e Argélia com 1,9 milhões de barris diários.
Julio Severo

Vasta maioria dos latino-americanos apoia penas criminais para o aborto

A vasta maioria dos latino-americanos é a favor da manutenção de penas criminais para o aborto, de acordo com um novo estudo. O estudo, que sondou residentes de vários países latino-americanos, indica que 60,4 por cento dos mexicanos favorecem penas criminais para os abortos ilegais. No México, as mulheres têm probabilidade muito maior de apoiar a criminalização do que os homens. Dos que apoiam penas criminais para o assassinato de bebês em gestação, 32 por cento são mulheres e 28,4 são homens, de acordo com o estudo.
Julio Severo

Coalizão internacional protesta contra intervencionismo da ONU no México

O México vem sendo pressionado por organizações pró-aborto internacionais muito bem financiadas para legalizar a matança de bebês em gestação. Embora a capital da nação, Cidade do México, tenha legalizado o aborto por qualquer motivo durante as primeiras 14 semanas de gravidez em 2007, 18 estados mexicanos desde então responderam com emendas pró-vida garantindo proteções para os bebês em gestação. Nos próximos meses, mais emendas virão.