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O mundo humano como epifenômeno do mundo material

o-mundo-humano-como-epifenomeno-do-mundo-materialA versão humana do mundo e do universo sendo apenas uma das visões possíveis da realidade, condicionada por fatores evolutivos. A “visão humana” como apenas uma forma – e nunca a única – de enxergar o universo. Ainda muito parecida com toda gênese animal da qual proviemos. Seria possível enxergar o universo com olhos não humanos?

E a história individual, onde cada sensação, ideia, etc., tem origem animal e, portanto, condicionada e efêmera?

Serão nossas construções mentais, nossos deuses, nossos impérios, as teorias científicas, etc., por demais antropomórficas, animais (o que afinal somos)?

A perspectiva de que afinal tudo que é humano – nós e nossas construções culturais – é apenas uma visão (a única que podemos conhecer) possível do universo.

Com isso ocorre uma relativização de nossos anseios, planos, esperanças, medos, alegrias, ódios, desejos, idéias pessoais, etc.

*Ricardo Ernesto Rose é consultor em inteligência de mercado, desenvolve atividades de marketing, transferência tecnológica e consultoria comercial na área da sustentabilidade. Jornalista, autor, com especialização em gestão ambiental e sociologia. Graduado e pós-graduado em filosofia. Coordenou o lançamento de diversas publicações sobre os setores de meio ambiente e energia e escreve regularmente para sites, jornais e revistas. É editor do blog “Da natureza e da cultura” (www.danaturezaedacultura.blogspot.com.br) e autor dos livros “Como está a questão ambiental – 100 artigos sobre a relação do meio ambiente com a economia e o clima”, “Os recursos e a cidade” e “A religião e o riso e outros textos de filosofia e sociologia”. Contatos através do site www.ricardorose.com.br

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