O mito da origem judaica do cristianismo
Sempre ouvimos a respeito da origem judaica do cristianismo. O motivo disso é que há uma lacuna na história ocidental que é preenchida pela bíblia, e essa é a história que ela conta. Vale notar que a versão oficial do surgimento do cristianismo é parte integrante da sua doutrina. No entanto, a historiografia judaica, como a não-judaica, relativas ao primeiro século, também nada registraram a respeito do cristianismo de Jesus de Nazaré e nem sobre a pessoa dele, ou evidências arqueológicas foram encontradas, senão as usuais tentativas de fraude.
Igualmente não são conhecidos os nomes dos judeus participantes do alegado processo de transição do judeu-cristianismo para o mundo grego. Muito se fala nisso sem que seus personagens sejam apresentados e agora é muito tarde para isso. A favor da suposta origem judaica do cristianismo estão os que apontam partes do texto da literatura cristã como nitidamente judaicas. Muito pouco para se concluir pela sua improvável origem. O fato é que para o judaísmo o cristianismo é uma religião pagã (grega).
O curioso é que são os gregos que contam a história do cristianismo, e não ex-judeus. Justamente aqueles antigos adversários do judaísmo resolvem mostrar inesperadamente um bondoso empenho na difusão da nova doutrina no mundo pagão; inclusive fazendo um esforço incompreensível para legitimá-la como judaica. Eusébio, o historiador da Igreja, dedicou-se a isso com afinco, ao mesmo tempo em que dizia que as escrituras sagradas judaicas (Velho Testamento) pertenciam aos cristãos e não aos judeus. Bem antes dele, outro nome de expressão desta crença, Justino, já havia dito: “As escrituras não pertencem a vocês (judeus), mas a nós (cristãos)”. Que olho gordo, não?
Na verdade assim pensavam os proeminentes cristãos primitivos, bem mais próximos da origem do que os cristãos de hoje a darem nó em pingo d’água para contornar tamanhas dificuldades. Naquela época, ainda disputavam se o que ia ficar valendo seria a emanação espiritual Jesus Cristo ou o “histórico” Jesus de Nazaré. É muito estranho que sobre fatos tão relevantes que estão na base da formação da nossa cultura ocidental, nada exista além de um persistente mistério, que ainda absorve o meio acadêmico como se por hábito intelectual. Ora, por mais ingênuos que sejamos não dá para acreditar que uma ocultação desse porte seja involuntária e acidental.
*Ivani de Araújo Medina é carioca, nascido na Ilha do Governador em 1947. Formado em Artes Plásticas pela antiga Escola Nacional de Belas Artes na década de 1960, e autodidata e pesquisador em História do Cristianismo.
Por Ivani de Araújo Medina, em 15/05/2011 - 00:03. Você pode acompanhar as respostas a este texto acessando o leitor RSS 2.0.


























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Medina,Valeu!
Luiz
Shalom,
Que o Eterno י ה ו ה YHUH seja sempre contigo.
Dedico aqui um sincero elogio à tua mensagem.
Se for de tua vontade, faça uma visita ao meu Blog.
falandoporysrael.blogspot.com
Todo aquele que invocar o nome de י ה ו ה YHUH, será salvo.
Atenciosamente,
Yahoshafat Ben Yaacov.
MITOLOGIA X VERDADE
Nesse estudo aqui elaborado em pesquisas bíblicas históricas e recentes, vamos comparar esses dois quesitos ao petróleo e ao manancial de águas limpas. O que acontece quando esses dois elementos se juntam? a água torna-se contaminada por perder a sua natural qualidade.
Tendo observado alguns videos produzidos por Academos e escritos vários deixados por historiadores renomados, utilizarei alguns de seus informativos como ponto de partida de um pano de fundo a ser mostrado.
Muito antes do início da era cristã, antigos povos adoravam ao sol o tendo por um deus crendo que sem ele não haveria colheita e nem vida na terra. Até aí, a forma de pensamento dessa gente antiga estava correta, porque sem a presença da luz desse astro esse mundo em que vivemos não poderia ter sobrevivência. Muitos mitos no passado foram rotulados com a visão solar.
HOROS DO EGITO – ATTIS DA PIRÍGIA – DIONYSUS DA GRÉCIA – MITRA DA PÉRSIA – E OUTROS AQUI NÃO MENCIONADOS.
Todos esses têm uma história mitológica em particular: nasceram de virgem, em 25 de dezembro, e cada um deles foi venerado por seus adeptos como um deus ou messias protetor e salvador. Dessa linhagem surgiu também o mito Iesus (Jesus), nascido de uma virgem, em 25 de dezembro, que se despontou como principal salvador do sistema religioso romano e de todo o cristianismo que se tornou enxerto dessa árvore mito – idolátrica. O que isso tem a ver, pelo lado da justa causa, com o justo Mashiach profeticamente prometido? Jogar o petróleo na água é fácil; difícil é tirá-lo para que a água continue limpa.
No livro de SABEDORIA que se encontra na Tradução Católica, considerado apócrifo pelo cristianismo adjacente ao religioso corpo vaticanista, se ver a seguinte mensagem.
“São insensatos por natureza os que desconheceram a Deus, e através dos bens visíveis, não souberam conhecer Aquele que é, nem reconhecer o Artista, considerando suas obras.Tomaram o fogo, ou o vento, ou o ar agitável, ou a esfera estrelada, ou a água impetuosa, ou os astros dos céus, por deuses, regentes do mundo. Se tomaram essas coisas por deuses, encantados pela sua beleza, saibam, então, quanto seu senhor prevalece sobre elas, porque é o criador da beleza que fez essas coisas. Se o que os impressionou é a sua força e o seu poder, que eles compreendam, por meio delas, que seu criador é mais forte; pois é a partir da grandeza e da beleza das criaturas que, por analogia, se conhece o seu autor”. SABEDORIA 13: 1 – 5.
(TRADUÇÃO DOS ORIGINAIS mediante a versão dos monges de Maredsous (Bélgica).
“Estudos indicam que esse livro foi escrito por um judeu de Alexandria, por volta dos últimos decênios do século I AC. Alexandria era um importante centro político e cultural grego, e contava com cerca de 200.000 judeus entre seus habitantes. A cultura grega, com suas filosofias, costumes e cultos religiosos, além da hostilidade que, às vezes, incluia perseguição aberta, constituíam uma ameaça constante à fé e à cultura do povo judaico que habitava no Egito. Para não serem marginalizados da sociedade, muitos deixavam os costumes e até mesmo a fé, perdendo a própria identidade para se conformar a uma sociedade idólatra e injusta.
O autor, profundamente alimentado pelas Escrituras e pela consciência histórica do seu povo, enfrenta a situação, escrevendo um livro que procura de todos os modos reforçar a fé e ativar a esperança, relembrando o patrimônio histórico-religioso dos antepassados. Ele ensina a verdadeira sabedoria que conduz a uma vida justa e à felicidade. Não se trata da cultura que se conquista pelo pensamento, mas da sabedoria que vem de Deus, opondo-se à idolatria e à vida injusta que nasce dela. Esta sabedoria divina guiou magistralmente a história do povo de Deus, revelando que a verdadeira felicidade pertence aos amigos de Deus. Em outras palavras, o autor quer mostrar que a sabedoria ou senso de realização da vida não é apenas um fruto do esforço do homem, mas é em primeiro lugar um dom que Deus concede gratuitamente aos seus aliados”.
(Wikpédia, a Enciclopédia Livre).
Esse sábio yhudih (judeu) que viveu em Alexandria por volta do século I aec., tinha o sol na qualificação de um Elohym (D’us)? Jamais, pois o seu justo ensinamento mostra que sol, lua, estrelas, tudo foi criado por um ser superior a todas essas coisas. Se a Bíblia, ao todo, é um livro astrológico, então “seus autores” esqueceram de excluir esse texto inverso.
O sábio que aqui se pronunciou, demonstra que tinha o sol como criatura e não como criador ou salvador. A presença do culto idolátrico de adoração ao sol encontrava-se no Egito, e isso, sem sombra de dúvida, lhe causava grande preocupação devido a convivência de seus irmãos dentre o sistema pagão ali regente. Com essa preocupação buscou sabiamente admoestá-los, a que sempre permanecessem no culto de adoração ao Criador e não à criatura. Que posso dizer desse escrito bíblico? Perante a cegueira, uma visão permanece.
“O filósofo grego Anaxágoras, que viveu de 500 a 428 a.C. dizia mais ou menos a mesma coisa em equivalência com a teoria da Big Bang, ressalvando, porém, que a matéria é incapaz de se mover por si mesma, constituindo a Inteligência o princípio do movimento que a anima e dá a ordem que ela tende a consolidar. A inteligência – para o filósofo – é simples, indivisível, sem parcela de qualquer coisa; tem dois atributos fundamentais, que são o conhecimento e o movimento; preside a revolução dos astros e a circulação universal; envolve e domina o mundo. Assim, os objetos teriam tomado sua forma por intermédio de um espírito modelador, ou inteligência, que permanecia sempre idêntico a si mesmo; era infinito e imaterial, independente de tudo o mais e todo-poderoso”.
(www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br)
Se as teorias referentes à criação do Universo, de modo geral, estivessem em harmonia com Anaxágoras, teriam já se resumido no justo reconhecimento da existência de uma invisível inteligência, que se acha posicionada acima de qualquer imaginação humana. Quaisquer definições bíblicas vindas de uma ideologia científica filosófica ou mesmo teológica, são apenas fragmentos de uma História cujo princípio se revela através dos tempos, na conclusão de uma frase: “Bereshit bará Elohim et hashamain vet haárets”. (No princípio criou Deus os céus e a terra).
Dona de uma incalculável riqueza, essa frase por vezes questionada traz na sua estrutura uma superiora fonte de elaborações, por onde a transparência, muitas vezes, se tem tornado incógnita diante das muitas especulações em seus compostos ângulos. Não é difícil se aproximar desse rico tesouro, desde que a limitada sabedoria humana se contente com sua findável condição carnal, tendo sempre consciência de sua inferioridade perante o autor e Adon de tudo quanto foi criado. Aquele que assim procede não se deixa desviar do caminho da prudência.
Parabéns ao grande pensamento filosófico de Anaxágoras por reconhecer na explosão, evolução, formação universal a presença única de um ser Poderoso, modelador, que idealizou e concluiu por si só a imensa obra universal.
Enquanto a filosófica sabedoria desse personagem, no passado, tinha esse sábio conceito, cientificamente nos dias de hoje o mesmo se encontra escasso. Se muitas mentes continuam vazias no que diz respeito a isto, fico feliz por saber que numa mente vivida por volta de 500 a 428 a. C. esse prudente reconhecimento já existia, dando crédito a um poderoso e único comando.
O PETRÓLEO LANÇADO NA ÁGUA
Dando prosseguimento aos termos lendários de: HOROS DO EGITO, ATTIS DA PIRÍGIA, DIONYSUS DA GRÉCIA E MITRA DA PÉRSIA, vemos nos dias de hoje a criação de um novo Mito: O Jesus Cristo do cristianismo romano e do seu enxerto.
Através da História temos conhecimento que Roma, em séculos passados, pertenceu à linhagem real dos Césares: Augvstvs Caesar (Augusto César); Tibérivs Caesar (Tibério César); e tantos outros. No entanto, por meio de astuciosos planos religiosamente bem organizados o poder dos Césares caiu, surgindo depois, com o passar do tempo, um novo reino em forma de país independente que veio a ser chamado de Vaticano.
A História mostra que Roma sempre teve sua crença fundamentada em cultuações idolátricas, nas quais vários deuses eram honrados, sendo até mesmo o imperador acolhido por um desses. Com a chegada do reinante domínio papal todos esses ídolos foram banidos, para em lugar deles, em um poder mundialmente superior, surgir outro que haveria de ser honrado por quase todas as nações da terra. Quem seria esse? Numa exegese lógica nas profecias, a resposta será vista.
Se referindo a um rei não condecorado, em 11: 38 de sua mensagem Daniel disse: “E a um deus a quem seus pais não conheceram honrará com ouro; com prata; com pedras preciosas e cousas agradáveis”. Qual nome, todos os dias, é honrado nos crucifixos de ouro; de prata; nos para choques dos carros; dentro dos bares; nos festejos mundanos; não é o nome Iesus (Jesus)? Esse é o deus mencionado na profética visão de Daniel, cujo nome e poder vêm da Babilônia mística (Roma) e não do Altíssimo. Aos que mancham a água com petróleo, uma pergunta: Onde, dentro desse contexto, se enquadra profeticamente o prometido Mashiach de Ysrael? As equivalências históricas respondem.
“A data de nascimento do filho de Yosef e Míriam é muito discutida. Devido a falhas do calendário há quem diga que ele nasceu por volta do ano 6 da ec. Porém, considerando que tal fato aconteceu antes da morte Herodes, isto coloca-nos numa data anterior a 4 a.e.c.
Outra ajuda que temos para facilitar a localização desta data foi que esta ocorreu, quando Yosef foi a Belém com sua família para participar do recenseamento.
Os romanos obrigaram o recenseamento de todos os povos que lhes eram sujeitos a fim de facilitar a cobrança de impostos, o que se tornou numa valiosa ajuda na localização temporal dos fatos, uma vez que ocorreu exatamente 4 anos antes da morte de Herodes, no ano 8 aec.
Entretanto, os yhudim (judeus) tomaram providência no sentido de dificultar qualquer tentativa por parte dos ocupantes em contar o seu povo, pelo que, segundo a história, nas terras judaicas este recenseamento ocorrera um ano depois do restante império romano, ou seja, no ano 7 aec. Em Belém, o recenseamento ocorrera no oitavo mês, pelo que se concluiu que, o filho de Yosef nascera provavelmente no mês de Agosto do ano 7 aec.
Outros fatos também ajudam a estimar a data exata. Conforme é relatado pelos textos bíblicos, no dia seguinte ao nascimento do Messias, Yosef (José) fez o recenseamento da sua família, e um dia depois, Míriam (Maria) enviou uma mensagem a Elisheva (Isabel) relatando o acontecimento.
A apresentação dos bebês no templo, bem como a purificação das mulheres teria de ocorrer até aos 21 dias após o parto. Yaheshuah foi apresentado no templo de Zekaryah (Zacarias) segundo os registros locais, no mês de setembro, num sábado. Sabe-se que setembro do ano 7 aec. Teve quatro sábados: 4, 11, 18 e 25. Como os censos em Belém ocorreram entre 10 e 24 de agosto, o sábado de apresentação seria o de 11. Logo, o Mashiach teria nascido depois de 21 de agosto do ano 7 aec”.
(Fonte: Wikpédia, a Enciclopédia livre).
(OBS. Esse informativo passou por algumas modificações nominais e ortográficas, inalteráveis à sua objetividade).
COMEÇANDO A TIRAR O PETRÓLEO DA ÁGUA
II – Shemuel (Samuel) 7: 12 – O Mashiach prometido, segundo a carne, haveria de vir das entranhas de Davi. Isso significa que haveria de ser gerado pelo espermatozóide davídico. Para quem ainda não sabe, vir das entranhas significa brotar de dentro. Isso teria que acontecer quando Davi já estivesse no pó da terra, reunido a seus pais. Portanto a mensagem profética não equivale à Shlomon, lógico, porquanto esse gerado já estava. Também, seu reino não se firmou conforme a promessa, sendo mais tarde dividido, enquanto que a kadosh (santa) revelação mostrou um descendente a reinar sobre um trono eterno. Esse, não veio de virgem, mas dos filhos de Davi conforme a linhagem. Observem I – Crônicas 17: 11.
AS CONTRADIÇÕES
O verdadeiro: Segundo a carne veio gerado por um dos descendentes de Davi, sendo broto do espermatozóide davídico. O outro, o d’us sol do cristianismo romano, nasceu de mulher virgem, gerado pelo “Ruach Kadosh” (Espírito Santo). O verdadeiro: Nasceu no mês de agosto do ano sete (7) aec. (antes da era comum). O outro nasceu em 25 de dezembro, cerca de sete anos após o justo prometido ter nascido. O Davídico: Recebeu no seu nome a palavra hebraica shuah, que significa salvação. O outro, criado pela profanação romanista, recebeu no seu nome a palavra hebraica sus, que nessa língua significa: Cavalo”. Portanto, Senhores “Academos Astrólogos”, Não lancem mais petróleo na água, mas, comecem a tirar o que já foi lançado.
Se existe imperfeição na narrativa, por certo ela provém da própria influência de seu narrador que não consegue, em sua jornada dedutiva, detectar os caracteres de uma originalidade pré-estabelecida. Se a incompatibilidade faz parte do idealismo, esse condignamente não se adentra aos termos essenciais dos fatos. Como acreditar, então, em tudo que nos tem sido mostrado? E, se a retidão se acha no incorreto e esse dentre a retidão, como duvidar, então, de tudo que temos visto e ouvido? Só nos resta uma saída: quando, por meio da prudência, aprendermos a separar o joio do trigo e o peso da medida, não há dúvida de que a colheita não se perderá e a balança não será tida por injusta.
“E olharão para mim, a quem traspassaram; e o prantearão como quem pranteia por um unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito”. Zekaryah (Zacarias) 9: 10.
E OLHARÃO PARA MIM A QUEM TRASPASSARAM: י ה ו ה YHUH fazendo referência ao seu nome, que foi traspassado naquele que foi morto e que reviveu.
Assim, os que não têm a visão da obra maravilhosa e assombrosa que foi feita por YHUH, para confundir a sabedoria dos sábios e a prudência dos prudentes, verterão lágrimas de arrependimento por terem rejeitado o prometido. Se não existe uma segunda vez, então Elyahu não virá, porquanto já veio. E a Palavra profética de YHWH no livro de Melakyah (Malaquias) 4: 5, em que situação há de ficar? Ó YHWH! Abre os olhos e o entendimento dessa gente. Amein.
E- MAIL PARA COMUNICAÇÃO: yoshiahugil@hotmail.com
BLOG: falandoporysrael.blogspot.com
OBS. ESTUDO JÁ REGISTRADO.
BARUCH RABÁ B’ SHEM י ה ו ה YHUH.
FIQUEM NA SHALOM.
ATENCIOSAMENTE,
YAHOSHAFAT BEN YAACOV.
O NOME DA SALVAÇÃO
Controvérsias, incoerências e divisões têm se multiplicado através de tumultuadas buscas ao verdadeiro nome do Mashiach (Messias) de Ysrael, cumprindo-se assim o alerta dado por Shaul (Paulo) em sua carta romanos 1: 22, que diz: “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos”. Tomando como fundamento essa sábia e significativa advertência, afirmo que a maior loucura do ser humano, sem sombra de dúvida, encontra-se na exclusão do nome do ETERNO quando por referência o assunto é a salvação, visto que o próprio ETERNO estabelece que fora dele, não há salvador. Yshayahu (Isaías) 43: 11; 45: 21; Osheyah (Oséias) 13: 4. Ora, se fora dele não há salvador, poderá existir, fora do seu nome, algum outro nome que possa salvar? Em 63: 16 do seu livro Yshayahu (Isaías) declara que não: “Tu, ó ETERNO, és nosso Pai; NOSSO REDENTOR desde a antiguidade É O TEU NOME”.
Será que na época do referido profeta existia um nome salvador e agora existe outro? Será que o nome que salvava desde o princípio agora foi substituído? Isso só acontece na mente daqueles que são mencionados em 23: 26, 27 do livro de Yrmeyahu (Jeremias), que de todas as formas querem por remendo novo em tecido velho. O nome que salva é um nome eterno, o qual é representado pelo Tetragrama composto pelas consoantes hebraicas: ה ו ה י que se pronuncia “Yod He Wav He”. Esse Tetragrama, quando transliterado para o português soa como (YHWH), que equivocadamente se encontra substituído pelo título “Senhor”. .
O prometido
Navegando pela Internet em busca de informações equivalentes aos termos lógicos, me vi frente a frente com o ilógico, quando me deparei com uma mensagem: “Em nenhum momento é dito na Bíblia que as sílabas do nome do Mashiach teriam que ser as mesmas de YHWH. O Mashiach detém o nome do Pai, pois ele é YHWH feito carne. Além do mais, se fôssemos por essa lógica, nenhuma das formas contém o nome completo de YHWH, pois a forma em questão possui apenas um hey, enquanto o nome possui dois”.
Pelo visto o autor dessa mensagem possui um bom conhecimento no hebraico, mas, não tem um bom aprofundamento nas equivalências proféticas. Se tivesse, com certeza saberia que profecias indicam que o Mashiach (Messias) de Ysrael haveria de vir no nome do Eterno Pai. O verso 4 do capítulo 5 do livro de Mykayahu (Miquéias), se referindo ao prometido dá testemunho desta intrínseca unicidade nominal, dizendo: “E ele permanecerá e apascentará o povo na força do ETERNO, na excelência do nome do ETERNO seu Deus, e eles permanecerão, porque agora será ele engrandecido até aos fins da terra”.
Essa profecia tem seu direcionamento para um novo reino, o qual acontecerá no exato momento em que a kadosh (santa) Yahushalaim (Jerusalém) Tzion (Sião) celestial tiver dado à luz, o que acontecerá pela ressurreição dos fiéis. Yeshayahu (Isaías) 54: 1; 66: 7 8; gálatas 4: 26 27. Quando isso vier a se cumprir o Mashiach (Messias) prometido terá o seu nome na mesma pronúncia do nome do Eterno Elohym de Ysrael, para que só esse nome possa ser exaltado sobre toda a terra. Tehilim (Salmo) 148: 13; Zekaryah (Zacarias) 14: 9.
A pronúncia exata do nome representado pelo Tetragrama é o novo nome do mediador da salvação, visto no livro de Revelação (apocalipse) 3: 12. Se a referência nesse texto apocalíptico equivale a dois nomes, na razão e na lógica a profecia de 14: 9 do livro de Zekaryah (Zacarias) entra em anulação conforme o que aí se acha escrito. Shaul (Paulo) adverte: “Não desprezeis as profecias”. I – Tessalonicenses 5: 20.
Na sua condição carnal o príncipe eterno recebeu no seu nome as quatro consoantes do nome do Elohym (Deus) de Ysrael, memorial escrito e não a forma pronunciável correta. Melakyah (Malaquias) 3: 16; Tehilim (salmo) 89: 24: Yochanan (João) 5: 43. Não devemos esquecer, também, que no malach (anjo) a guiar Ysrael para a terra prometida o ETERNO pôs o seu nome. Shemot (Êxodo) 23: 20 21. Diante desse, Yahoshua “Yehoshua” (Josué) se prostrou e o adorou sem por ele ser reprimido, diferente do malach (Anjo) de Revelação (apocalipse), que não aceitou que Yochanan (João) se prostrasse diante dele. Yahoshua (Josué) 5: 13, 14, 15; Revelação (Apocalipse) 22: 8 9.
Será que o sucessor de Mosheh (Moisés) se prostrou diante do seu próprio nome? Não, ele se prostrou diante do nome do ETERNO que estava no malach (Anjo) enviado.
O nome Yehoshua
O nome Yahoshua “Yehoshua” tanto na língua portuguesa como na língua hebraica não pode ser o nome do Mashiach (Messias), quando comparado com o Tetragrama. Em português, forma transliterada, as duas últimas consoantes se posicionam inversamente perante as duas formas. Através de setas indicativas podemos observar que a letra “U” do nome, equivalente ao “W”, está na posição do “H” da forma tetragramal; e que o “H” está na posição do “W”. Confira. Isso, conforme o erro da letra H posterior ao S ser tomada pela letra ה (HE), quando na verdade as letras SH, na pronúncia, equivalem à letra שׁ (SHIN).
Y H W H
Y E H O S H U A
Assim fica o Tetragrama: Y, H, H, W. = Yod, He, He, Wav.
Escrito em letras hebraicas esse nome diverge ainda mais, por excesso e falta de consoantes nominalmente representativas.
TETRAGRAMA: A letra “Yod” uma vez; a letra “Hê” duas vezes, após a letra Yod e no final; e a letra “Wav” uma vez.
YEHOSHUA: A letra “Yod” uma vez; a “Hê” uma vez devido “SH” como antes já foram mostradas, soarem como a letra “Shin”; e a “Wav” duas vezes, tendo como equivalentes a letra “o” e a letra “u”.
De acordo com esse nome na forma vocálica, em letras hebraicas perante o Tetragrama sobra uma letra ו (Wav): “Yod, He, Wav, Wav”.
TETRAGRAMA: ה ו ה י
YEHOSHUA: ע ו שׁ ו ה א י
Diante dessas evidências contextualizadas e sendo que só há salvação no nome do ETERNO, poderia Yehoshua ser o nome do Mashiach (Messias), quando o mesmo ETERNO é que nele opera? Em 1: 17 de sua carta, o apóstolo Tiago nos adverte que no Pai das luzes não existe mudança nem sombra de variação. O próprio Shaday também diz: “Porque eu, YHWH (o Senhor), não mudo”. Melakyah (Malaquias) 3:6. De acordo com a língua hebraica, no nome Yahudah (Judá) as quatro consoantes estão presentes e não se divergem posicionadamente, porque essa tribo foi escolhida para geração do rebento de Yshai (Jessé) e renovo de Davi, o Mashiach (Messias) prometido de Ysrael.
Y H W H
Y A H U D A H
ה ו ה י
ה ד ו ה י
YESHUA
O nome “Yeshua’ significando “salvação”, não se posiciona também adequadamente com o Tetragrama devido a letra “H” não existir na sua formação nominal, porquanto “SH” Na língua hebraica equivale à letra שׁ (shin). Nessa originalidade, ele possui apenas duas letras da composição tetragramal: “Yod”; e “Wav”. Comprove através de setas ou grifos.
Falando a Faraó, em Shemot (Êxodo) 9: 16 o ETERNO diz: “Deveras para isto te mantive; para mostrar o meu poder em ti, e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra”. Por qual desses nomes anteriormente mencionados, corretamente o nome do Shaday é anunciado? De acordo com o que se acha descrito em atos 9: 15, o Mashiach (Messias) isolaria o nome do Altíssimo Pai para outro se tornar louvado? Só na imaginação incoerente, tal loucura poderia ser possível. O profeta Yoel (Joel), adverte em 2: 32 do seu livro: ”E há de ser que todo aquele que invocar o nome de י ה ו ה será salvo”. Ora, onde estiver o nome da salvação, aí estará também o Tetragrama. Para que não se perca mais tempo com fonética, sufixos, ou mesmo remendos introduzidos na História, faço só uma interrogativa: Fora do nome do Elohym (Deus) de Ysrael representado pelas letras ה ו ה י ( YHWH), existe algum outro nome que possa salvar? Que a resposta seja fundamentada na veracidade intrínseca à razão e a lógica.
Por falta de uma coerente observação na mensagem recebida por Míriâm (Maria) através do anjo enviado por YHUH, é que muitos consequentemente têm tomado o vocábulo YESHUA por nome do Mashiach (Messias) de Ysrael. De acordo com Lucas cap. 1 vs. 31, a mensagem ouvida pela esposa de Yosef (José) foi: “Eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e por-lhe-ás o nome de Yeshua”. A preposição “de”, indica que o Mashiach (Messias) deveria receber o nome de salvação; e não o nome salvação. Existe nome salvador fora do nome י ה ו ה ? Se a resposta for sim, então que alguém prove isto. Mas, se a resposta for não, será uma resposta sábia, porque o Mashiach (Messias) com esse foi selado.
Na carta aos filipenses cap. 2 vs. 9, Shaul (Paulo), sem exceção, mostra que o Mashiach (Messias) foi exaltado com um nome que é sobre todo o nome. Vendo Tehilim (Salmo) 89: 24, não há como não entender que o nome a exaltá-lo é o nome do Altíssimo Criador. Você que é Doutor em fonética; mestre em lingüística e conhecedor profundo dos fatos históricos, pode no seu conhecimento mostrar outro nome com tão grande exaltação? Será que “Yehoshua ou Yeshua”, filho de Num e de Yahotsedek (Josadaque), foram também exaltados com o mais alto nome? Que haja uma resposta lógica.
A PERFEIÇÃO SALVADORA
A forma exata do nome do mediador da salvação, de acordo com a língua hebraica é: Yahshuah que se pronuncia Yaheshuah-, (Iarrechuá). Esse possui perfeitamente as quatro consoantes do Tetragrama
.
ה ו ה י
ה ע ו שׁ ה א י
A pedra posta diante de Yehoshua (Josué), não é a mesma que os edificadores rejeitaram? Quem tem sabedoria para interpretar, que interprete. David usando a forma abreviada do nome do ETERNO, no Tehilim (Salmo) 68: 4, disse: “Seu nome é Yah”. (Já). “Yahshuah”: Coincidência ou perfeição? Forma perfeita para quem se lembra do nome de YHWH, o Elohym de Ysrael.
Voltando aos filipenses, em 2: 9 dessa carta, se referindo ao Mashiach Shaul declara que o ETERNO o exaltou soberanamente, dando-lhe um nome que é sobre todo o nome. Será que o filho de Num e o filho de Yahotsedek (Josadaque) foram também tão altamente exaltados? No verso 10 do mesmo capítulo ainda se referindo ao nome do Mashiach, Shaul adverte que diante desse nome todo joelho se dobrará e toda a língua confessará que o dono desse nome é o Adon. (Senhor).
Será que diante dos nomes do filho de Num e do filho de Yahotsedek todo joelho irá se dobrar? Será que no tempo determinado, toda a língua os confessará como senhores? Quem responder a estas perguntas seja prudente nas respostas, porque, só diante do nome י ה ו ה YHUH é que todo joelho se dobrará e toda a língua confessará que o dono desse nome, unicamente, é o Adon (Senhor). Yeshayahu (Isaías) 45: 22,23. Texto fora de contexto torna-se pretexto. Essa é a meta dos que erram na visão e tropeçam no juízo.
Algumas perguntas: Quando Mosheh (Moisés) mudou o nome de Osheyah (Oséias) para Yahoshua “Yehoshua”, tal mudança foi para com o Mashiach ou para com o seu sucessor? Quando Yahoshua “Yehoshua” (Josué) filho de Num, orava, ele orava em seu próprio nome? E o filho de Yahotsedek (Josadaque) quando fazia suas orações, era no seu próprio nome que também orava? Espero que me venham respostas fundamentadas na verdade. Se houve alguma mudança tradutiva do nome Yehoshua para Yeshua, de Yeshua para Iesua e de Iesua para Iesous, uma coisa é certa: tais alterações não foram para com o nome do Mashiach (Messias) porque o nome da salvação não pode sofrer nenhuma alteração. Isso não isenta por nenhuma hipótese as formas arcaicas “Ishu” (Isu) ou “Ieshu” (Iesu) do nome “Iesus”, que jamais por seus tradutores vieram a ser direcionadas ao nome do mediador da nossa salvação. O dever de cada língua e de cada povo em qualquer nação é buscar conhecer a originalidade do maravilhoso nome do ETERNO. A nação que não buscar conhecê-lo na forma como verdadeiramente ele é perecerá, porque nele não deve haver mudanças e nem sombra de variações. Yrmeyahu (Jeremias) 10: 25; 12: 16,17; e, mais uma vez, Tiago 1: 17. Prevendo todas essas variações nominais, Mykayahu (Miquéias) em 4: 5 do seu livro, advertiu: “Porque todos os povos andarão cada um no nome do seu do seu deus; mas nós andaremos no nome de YHUH nosso Elohym eternamente e para sempre”. Esse profeta era judeu originário de Moreset, aldeia vizinha de Hebron. Dessa forma, quando ele se referiu: Mas nós andaremos, ele se referiu a Ysrael, único povo a invocar o verdadeiro nome do Eterno Criador, tendo sua salvação garantida como mostra Yshayahu (Isaías) 45: 17; e Devarim (Deuteronômio) 33: 29.
Atenciosamente,
Yahoshafat Ben Yaakov.
GENTIO JUDEU
Há uma falta de informação Escrituristica nesse caso; Yahweh o Eterno; segundo Shaul hashaliach…tomou a descendência de Avraham=Abraão para suprir a falta dos anjos caídos, que ele não perdoou…Heb,2,16; 2ª Kephah=pedro 2,4.
Sendo que as promessas foram feitas a Avraham e a sua descendência que é o Mashiach; Gálatas 3,16. Porquanto não á diferença entre judeu e goym, porque um mesmo é o Mashiach de todos, rico para com todos os que o invocam, porque todo aquele que invocar o nome de Yahshauh hamashiach será salvo…pois não é yahud=judeu, o que o é no exterior…mas, o que é no interior…no espírito…porque o mashiach na sua carne desfez a inimizade, isto é,…para criar em si mesmo dos dois…judeus e gentios…um novo homem…israelita espiritual…assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas, concidadãos dos santos, e da família de Yahweh…edificados no fundamentos dos Apóstolos e dos profetas, de que YAHSHUAH HAMASHIACH, é a principal pedra de esquina; no qual todo o edifício bem ajustado, cresce para templo de Yahweh…Efésios 2. Ele completa dizendo…porque Yah planejou algo melhor, que nos (goym=gentios) envolveria de tal forma que apenas conosco eles (os Yahudim) alcançariam o objetivo=vida eterna. Hebreus 11,40.
Cumprindo o que disse Yahshuah em conclusão de uma de suas parábolas….portanto eu vos digo que o reino de Yahweh será tirado de vós e dado a uma nação(Ysrael espiritual) que dê os seus frutos. mattytiahu, 21.
A nação que seria formada no nome de Yahshuah hamashiach; È a nação dos Yahudim espirituais; isso de todas as nações; aquela nação israelita terrena foi destituída de sua peculiaridade; E então o Mashiac continuou formando o seu povo, o Ysrael da promessa…porque Yahweh encerrou todos debaixo do pecado, para com todos usar de beneficência…porque todos pecaram e destituídos estão da gloria de Yahweh…tanto judeus como gentios estão todos debaixo do pecado. Isto é;…não são os filhos da carne que filhos de Yahweh, mas os filhos da promessa são contados como descendência…Ou seja…a posteridade de Avraham…que é o mashiac. Rom,3.e 9. e Gal, 3,16. e refs.
Como se vê, não há nenhuma necessidade dessa briga boba entre judeus e gentios; A escritura nos informa que…todo aquele (tanto judeu ou gentio) que invocar o nome “Yahshuah Hamashiach” será salvo; Romanos 10. Agora o nome é fundamental, não pode ser outro nome; É o nome do salvador que veio dos yahudim=judeus Yachonam=João 4,22..Yahshuah hamashiach o nazareno ! Kefah=Pedro falou certa feita…é em nome de Yahshuah o nazareno que esse aleijado está curado…e não há outro nome debaixo do céu que possa salvar e não ser Yahshuah hamashiach;
. É verdade que tenho um conceito mais fundo sobre a fé. Acredito que ela deve ter suas raízes e caule no Tanakh, galhos e frutos na Bryt hadashah.
Formando a Árvore da vida, que sustenta nossa fé; Shaul hashaliach=Paulo apostolo ensinou muito sobre galhos e frutos, mas sempre recorreu as raízes e caule para suas convicções espirituais; Muita gente hoje em dia acham que podemos colher frutos sem ter cultivado as raízes e caule da planta; é um mero engano; a árvore genealógica da fé salvadora, sustenta seus frutos com a seiva vinda das raízes e caule;
Exemplo; como podemos esperar uma recompensa na vinda de um salvador que não o conhecemos sua história, seu passado seu trabalho, e principalmente o “NOME” desse Salvador no qual depositamos nossa confiança, em prol dessa salvação?
Não há nenhuma complexidade em questão da Torah=lei; é tudo muito simples e fácil de entender, basta não estar embriagado no vinho de Babilônia=doutrinas católicas romanas;Exemplos; A Biblia Judaica completa, a única até hoje traduzida por um hebreu=judeu; relata em 1ª Yachonam=João 3,4; o seguinte sobre o tema…todo aquele que continua a pecar transgrede a Torah=Elide fato, o pecado é a transgressão da Torah=Lei.Vejam! não existe outro tipo de pecado; ele é único…é a transgressão da Lei; portanto quem transgrede a Lei peca. Até porque…sem a lei o pecado estava morto, Romanos 4,15.A etimologia sobre a palavra pecado, define bem a questão em debate;
No hebraico a palavra pecado é…hata
no grego ela é ……………hamartia
no latim…………………………………….pecare.
todas elas tem um significado semelhante…errar o alvo , sair da rota, escorregara Escritura diz que…Yahshuah é o caminho……E que Ele é ao mesmo tempo…A palavra; portanto quem desviar da palavra escrita está automaticamente fora do caminho; ou seja, erra o alvo. Assim ….Ya´kov=Tiago escreveu…aquele que guardar toda a lei e tropeçar em um único mandamento será culpado da lei toda; 2,10.Os que querem se justificar sem a lei estão fora de todo contexto biblico de salvação; Os que serão salvos tem uma marca…são os que guardam os mandamentos de Yahweh e tem a fé em Yahshush; Revelação 12,17. e refs. Portanto, não há fé genuína sem a observância dos mandamentos. Por esse motivo obvio Paulo relatou…portanto, a Torah é xantai sito é, o mandamento é santo, justo e bom. Romanos 7,12;Como se vê não há santificação e nem justiça fora do conhecimento e obediência aos mandamentos de Yahweh.Toda promessa de salvação fora desse contexto; é conversa fiada e discurso vão. De homens corruptos de entendimento e privados da verdade destes afaste-te; É o que Shaul=Paulo escreveu a Timóteo.
O TANAKH traz na passagem Em Shemot=Êxodo 3 o tetragrama YHWH que a BJC, lê como sendo YAHWEH, e se pronuncia “Yarrueh” faz sentido já que o Eterno disse a Mosche=moisés que esse…é meu nome para sempre, e é assim que me invocarão de geração em geração. Mais tarde Shaul hashaliach=paulo confirmou que…todo aquele que invocar o nome “Yahshuah-cujo significado é=Yahweh é Salvação-será salvo. Rom, 10; Yahshuah orou ao Pai dizendo…Pai manifestei o teu nome aos homens que me destes…e lhe fiz conhecer o teu nome; Yachonam=joão 17,6,26. Para cumprir o que foi dito pelo profeta…porquanto o meu povo conhecerá o meu nome; Yahayahu=Isaias 52,6.
O nome do eterno na sua forma plena.
…………………Yahweh (Yarrueh)=forma plena
…………………Yahu=forma trilitera
………………….Yah=f orma bilitera.
Portanto, o nome do filho Yahshuah tem em si o
significado pleno de” Yah+Shuah=Yahweh é Salvação.
Yah prefixo do nome do pai Yahweh, Shuah=Salvação.
Por falta de uma melhor informação formaram
os grupos….de Yahweh.
……………………Yahu.
……………………Yah.
1. O bispo católico Jerônimo por ordem do papa Damaso foi quem primeiro introduziu o nome Jesus na Bíblia;
2. Jesus significa “Deus cavalo”;
3. O nome Jesus foi dado em homenagem aos deuses pagãos o grego Zeus, o romano Júpiter e o deus celta Esus;
4. O nome Jesus somado daria 666;
“Iesvs Cristvs Filii Dei=Jesus Cristo Filho de Deus
6+106+53+501=666
5. É sabido que nome próprio não se traduz, somente se translitera.
6. O nome Jesus é falso porque não existe correspondente para a letra “J” em hebraico.
7. Os judeus que traduziram a Septuaginta foram forçados pelo imperador grego a mudar o nome sagrado do Messias.
Shalom aleichem.
Ivonil ferreira de carvalho
IVONIL SERVO DE YAHSHUAH
QUINTA-FEIRA, 22 DE SETEMBRO DE 2011
A NOVA YAHSHALAYM E OS 144 MIL ASSINALADOS
A NOVA YAHSHALAYIM E OS 144 MIL ASSINALADOS
Há uma certa expectação no meio religioso, de como é na realidade a Cidade Santa-Nova Yahshalaym; Geralmente se ouve pergunta como esta, como são as casas da Nova Yahshalaym? Já apelidaram-nas, de mansões celestiais. surgiram alguns hinos tirados de imaginações errôneas a respeito dela.
Que dizem haver nela casas e ruas de ouro e cristal; A profecia declara que a referida cidade é de ouro puro…e resplandescente como cristal; Hyzayon=Revelação 21,11.
Mas, não menciona casas ou ruas literais. Em primeiro plano nota-se que, a Nova Yahshalaym foi descrita em uma revelação profética. E que para entende-la, necessário se faz; Atender a seguinte ordem de Yahweh…”Parem nas encruzilhadas e observem; perguntem…Qual é o bom caminho? Siga-no, e voces acharão descanso para a alma; Yahmiahu 6,16. E receber…do Helohim de nosso Adonai Yahshuah Hamashiach, o Pai glorioso…um espírito de sabedoria e revelação, para poder ter pleno conhecimento…Já que o homem natural não entende as coisas do espírito de Helohim…mas, o que é espiritual discerne bem tudo…pois…tem a mente do Mashiach…que é chamado de espírito de profecia…que dá testemunho de Yahshuah; Efésios 1,17. 1ª Cor, 2, 14-16. Hyzayon=Revelação 19,10. Porque…o mistério de Yahweh é para os que o temem…Ele lhes…revela o profundo e o escondido; Danyah (Daniel) 2,22; Tehillim (Salmos) 25,14.
Assim Yahshuah diz aos seus escolhidos…a vós é dado conhecer os mistérios do reino de Helohim…porque tudo quanto ouvi de meu Pai, vos tenho feito saber; Lukas 8,10. Yachonam (João) 15,15. Disse Yachonam (João) quando contemplava o panorama…um…anjo falou comigo dizendo…vem mostrar-ti-ei a esposa, a mulher do Cordeiro…e mostrou-me a grande Cidade, a Santa Yahshalaym que de Helohim descia do céu; Yzayon=Revelação 21,9,10.
Foi mostrada ao Talmid a esposa do Cordeiro, è portanto lógico, que esta mesma esposa havia sido antes a noiva do Cordeiro. E os Escritos Sagrados mostram que a noiva do Cordeiro é a sua Kehilah (Igreja) na Terra…levanta os teus olhos ao redor e olha todos estes que se ajuntam veem a ti…e ti cingirás deles como noiva…pura preparada…para um marido…O Mashiach; Yashayahu (Isaías) 49,18. 2ª Cor,11,2.
Ficando claro que a esposa do Cordeiro será a sua Kehilah glorificada depois da ressurreição da vida, na Parusia (presença) do Mashiach. Sendo que nesta ocasião…Yahshuah hamashiach…transformará o nosso corpo abatido para ser glorioso…porque…o que semeia-se em corrupção…ressuscitará em glória…gememos desejando ser revestidos da nossa habitação que é do céu…isto é…que o mortal seja absorvido pela vida…quando a nossa casa terrestre deste tabernáculo (corpo) se desfizer, temos de Helohim um edifício, uma casa, não feita por mãos humanas…eterna no céu…Filipenses 3,21.1ª Cor,15,43. e 2ª Cor,5,1-4. Como se vê, Shaul Hashaliiach fala da Kehilah do Mashiach glorificada, e nunca de uma cidade material.
A Cidade Santa tem…um grande a alto muro com 12 portas…e nomes das 12 tribos de Yashorul (Israel) sobre elas…da banda do levante, tinha 3 portas; da banda do norte 3 portas…da banda sul 3 portas…e da banda do poente 3 portas; Hyzayon=Revelação, 21,12-14.
Tendo portas para os 4 cantos da terra; de onde o Mashiach ajuntará seus escolhidos na sua Parusia; Mattytiahu (Mateus) 24,31. As 12 tribos de Yashorul (Israel) são portanto, as portas pelas quais entrou Yahshuah Hamashiach “REI DA GLÓRIA”
para formar a sua Kehilah =Nova Yahsalaym.
O muro da Cidade Santa possui 12 fundamentos e neles os nomes dos 12 Apóstolos do Cordeiro; Hzayon=Revelação, 21,14.
Assim como a segurança da antiga Yahshalaym estava nas bases e fundamentos de seus muros. Também a segurança da Nova Yahshalaym=Kehilah(Igreja) do Mashiach; haveria de estar no…fundamento…dos profetas…e dos Apóstolos; Efesios 2,20. As 12 portas (12 tribos) são 12 pedras preciosas, e os 12 fundamentos (12 Apóstolos) são igualmente 12 pedras preciosas; Shemot (Êxodo_ 28; Hyzayon=Revelação 21,19-21.
Tanto os 12 patriarcas, como os 12 Apóstolos do Cordeiro que formarão os 24 Anciãos vistos no livro da Revelação; Vão receberem corpos gloriosos na ressurreição da vida. Já que os que tomarem parte na primeira ressurreição, receberão corpos gloriosos…semelhantes ao do mashiach, 1ª Y´chonam (João) 3,2; Que foi visto depois de ressuscitado num corpo glorioso, “na semelhança de pedras preciosas; Hyzayon=Revelação; 4,2,3. e Refs…
A NovaYahshalaym segundo a profecia…seria habitada como as aldeias sem muros…”Yahweh” diz…serei para ela um muro de fogo em redor e a gloria dentro dela; Z´kharyah (Zacarias) 2,4,.5; Outro profeta relata…uma forte Cidade temos, a qual “Yahweh” pôs a salvação por muros e ante muros…e ainda….aos teus muros chamarás salvação; Yashayahu (Isaías) 26,1; e 60,18.
A Nova Yahshalaym é uma cidade que tem fundamentos…da qual o artificie e construtor é Yahweh Helohim; Hebreus,11,10; Yashayahu (Isaías) 54,11,12. Na construção desta cidade …o Mashiach…a pedra que os edificadores reprovaram…foi posta cabeça de esquina; Tehillim (Salmos) 118,22. Lukas 20,17. E todos os santos…como pedras vivas…e preciosas…são edificados casas…da Nova Yahshalaym 1ª Kefah (Pedro) 2,5. Como Yahweh indicou , Ele o “Mashiach” edificará a minha cidade-Nova Yahshalaym-pois…ainda ti edificarei, e serás edificada, ó virgem de Yashorul; Yashayahu (Isaías) 45,13; e Yahmiahu (Jeremias)31,3,4.
Toda esta figuração emblemática de metais e pedras, preciosos; Simbolizam os santos glorificados, a Kehilah do Mashiach após a ressurreição como já explicamos. O profeta Ezequiel nos dá uma visão clara deste panorama dos santos na nova Terra dizendo…a terra das aldeias não muradas…os que estão em repouso, que habitam seguros, todos eles…habitam sem muro e não tem ferrolho e nem portas; Ez, 38,11. Se o arraial dos santos não tem muros, portas, e nem ferrolhos; Não pode nunca ser uma cidade literal não é mesmo?.
Em Z´kharyah capitulo 2 o profeta vê um Anjo com um cordel de medir na mão, e pergunta-lhe…para onde vais tú? E o Anjo disse-lhe, vou medir Yahshalaym para ver qual é a sua largura e qual é o seu comprimento; Tratava-se de uma medida simbólica, em um acurado exame podemos descobrir que o Anjo não mediu a Cidade, e nem poderia medi-la; pois esta ainda não havia sido edificada. Nesta ocasião existiam somente as suas 12 portas (12 tribos).
Portanto, o Anjo falava em medir a Kehilah-Cidade Santa-que seria edificada em Yahshuah Hamashiach a pedra fundamental da Nova Yahshalaym. A pedra que Danyah viu…ser lançada nos pés da estátua destruindo-a, e fazendo um grande monte-reino- (Monte Tzyom-Sião) enchendo toda a Terra. E que também é chamada de monte Tzyom-reino de Sião, e Yahshalaym Celeste…a cidade do Helohim vivo…a universal assembleia dos primogénitos; cujos nomes estão registrados no céu. Heb,12,20-22; A palavra inspirada diz que…sobre esta pedra única “Mashiach”…Yahweh…edificaria a sua Kehilah (Cidade Santa) Z´kharyah 3,9; e Mattytiahu (Mateus) 16,18.
No capitulo 11,1, 2. de Hyzayon=Revelação; Yachonam recebe uma vara de medir, e a seguinte ordem dum Anjo…mede o templo de Helohim, e o altar, e os que nele adoram; E deixa o átrio que está fora do templo e não o meças, porque foi dado aos Goym (gentios), e pisarão a Cidade Santa por 42 meses.
O templo de Helohim são os próprios santos…vos sois o templo do Helohim; 1ª Cor,3,16,17. e 2ª Cor, 6,16. O altar é a mesma Kehilah (Igreja)…temos um altar santo…a Kehilah…do qual aqueles que servem na Tenda não tem permissão de comer: hebreus 13,10
E os que adoram no altar são os mesmos santos (cidade Santa) que adoram ao helohim eterno…em espírito e em verdade; Yachonam (João) 4,23,24. Vemos que, tanto o templo…e o altar, como os que nele adoram; aplicam-se, a Kehilah do Mashiach que é a Nova Yahshalaym; a noiva-esposa do Cordeiro. Que realmente foi pisada pelas nações durante 1260 dias-anos; durante a idade média, principalmente pela “santa? inquisição” que inclusive matou milhares de pessoas seguidoras do Mashiach acusadas de pertencer a religião dos Yahudim (judeus).
Ficando assim claro que a passagem citada fala da Kehilah do Mashiach, já que se houvesse uma cidade literal de ouro no céu como a maioria crê e ensina. Ela jamais seria pisada pelas nações ímpias; pois qual nação deste mundo teria poder para subir no céu, e pisar lá a referida Cidade Santa? Nenhuma!
Alem do mais, o relato profético diz…Veste-te, ô Tzyon…veste-te dos teus vestidos formosos ô Yahshalaym cidade santa, porque…nunca entrará em ti nem incircunciso nem imundo…não entrará nela coisa alguma que contamine e cometa abominação e mentiras, mas, somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro; Yashayahu 52,1-3. e Hyzayon=Revelação21,27; Ou seja, entrará na cidade santa…a nação justa que observa a verdade: Yashayahu;26,2. Sendo que os santos, (Kehilah) do Mashiach é a-Cidade Santa. Fica evidente que os ímpios não entrarão nela, já que ela é composta somente dos redimidos no sangue do Cordeiro.
Foi dito ao apóstolo que não medisse o átrio que estava fora do templo. No Israel antigo o átrio ficava…fora do tabernáculo; Shemot (Êxodo) 27; E como os santos são o templo de Helohim; A profecia indica que o átrio aqui, simboliza o mundo religioso apostatado…que se diziam judeus…mas, mentiam…pois eram na verdade a sinagoga de Hashatam (satanaz)…Hyzayon=Revelação 2,9. Que se uniu aos Reis da terra e perseguiram…os que guarda os mandamentos de Yahweh Helohim, e dão testemunho de Yahshuah.; Hzayon=Revelação,12,17.
E ainda sobre a Cidade Santa-Kehilah do Mashiach lemos…ô Yahshlaym cidade santa…solta-te das ataduras de teu pescoço, ô cativa…você foi vendida por nada, e será redimida sem pagamento…isto é…pelo sangue do Cordeiro de Helohim que tira o pecado do Mundo…Yashayahu 52,1-4; e 55,1. Yachonam 1,29. 1ª Kefah 1,19.
Assim fica esclarecido que, tanto a Tzyom como a Yahshalaym Cidade santa; Se refere à Kehilah do Mashiach que dantes era cativa do pecado. Aqui mencionada no singular como sendo única. Se existisse uma Cidade Santa de ouro no céu a que fosse aplicada a profecia. O profeta Yashayahu caducou, porque ela jamais seria cativa; e se ele falava do Yahshalaym terrena do Tanah, a profecia falhou espetacurmente. Já que esta nunca foi resgatada sem pagamento, e sim, destruída por duas vezes depois que foi dada a profecia.
No Tehillim,9,11. diz que…Yahweh habita em Tzyom (Sião=habitação de Yaweh)…entretanto, o profeta relata que…Yahweh o altíssimo não habita em templos feito por mãos de homens;” 1º Reis=M`lakhim Alef, 8,27; e Actos 7,48; Porque…a sua casa somos nós…vós sois o templo do Helohim vivo…como está escrito…neles habitarei…eles serão o meu povo=cidade santa;
E como aprendemos que na ressurreição da vida todos os santos receberão corpos gloriosos semelhantes à pedras preciosas…a luz da cidade santa=povo santo…é semelhante a uma pedra preciosíssima ; como cristal resplandescente: Hzayon=Revelação 21,11. A descrição reza que…as nações…andarão…na luz da cidade santa…e os reis da terra trarão para ela a sua glória;vs 24.
Na verdade todos os povos estão andando sob á luz da Nova Yahshalaym=Kehilah do Mashiach, já que ela é sempre…a luz do mundo; Yashayahu 58,8; Mattytiahu 5,5,14-16;n Lukas,2,32; Actos,13,47; e 26,23. e refs…Os reis da terra que trazem para a Cidade Santa a sua glória e honra; são os próprios santos que honram a Kehilah do Mashiach observando a verdade. Pois Yahshuah comprou com o seu sangue…homens de todas as nações…e os fizestes reis…e eles reinarão sobre a Terra; Hyzayon=Revelação 5,9,10.
Todo o resplendor aplicado à Cidade Santa, é uma figura dos santos…purificados e embranquecidos…vestidos de vestes brancas…de linho fino puro e resplandescente…com compridas vestes brancas…e andarão de branco com o Mashiach…porque…lavaram os seus vestidos e os branquearam no sangue do Cordeiro; Danyah (Daniel) 12,10.Hyzayon=Revelação 3,5. e 6,11, e 7,14.
Quando Yachonam viu a Cidade Santa descendo do céu, ela ainda não havia sido medida; Porque em Zacarias capitulo 2 o Anjo disse que ia medi-la mas, não a mediu. E em Hyzayon=Revelação capitulo11; O Talmid recebeu ordem para medi-la e também não a mediu.
Isto porque, tanto no tempo de Zacarias como nos dias de Yachonam; A Cidade Santa=Kehilah ainda estava sendo edificada, sem condições de ser medida. Entretanto, no capitulo 21 de Hyzayon=Revelação; O vidente viu um Anjo medir a Nova Yahshalaym. Vemos então que aí ela foi mostrada depois que Yachonam viu um…um novo céu e uma nova Terra Hyzayon=Revelação 21,1.
Neste tempo a Cidade Santa=Kehilah do Mashiach já estará completa a sua medida, ou o número dos remidos de Yahshuah estará completo. Então o…Anjo …tinha uma vara de ouro para medir a cidade, seus portões e o muro. A cidade era quadrada, de largura igual ao comprimento. Ele mediu a cidade com a vara; tinha 12 mil estádios,(2,200 kms) de comprimento, largura e altura. Ele mediu o muro; a medida de 144 côvados (65 metros).
Este é um fator interessante; uma cidade cuja medida atinge cerca de 2200 kilômetros jamais caberia dentro de uma muralha com apenas 65 metros. Creio ter contribuído para termos um melhor esclarecimento sobre este tema envolvente que é a cidade Santa.
OS 144 MIL ASSINALADOS
Vi um anjo subindo do Oriente, tendo o selo do Helohim vivo; Ele…bradou…não danifiquem nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até que tenhamos selado os servos do nosso Helohim “Yahweh” na testa! Ouví quantos haviam sido selados=144 mil de todas as tribos do povo de Yashorul (Israel).
Da tribo de Yahudah, 12 mil foram selados.
da tribo de Rúven, 12 mil.
da tribo de Gad, 12 mil.
da tribo de Asher 12mil.
da tribo de Naftali, 12 mil.
da tribo de M´nasheh, 12 mil.
da tribo de Shimón, 12 mil.
da tribo de Leví, 12 mil.
da tribo de Yissakhar, 12 mil.
da tribo de Z´vulun, 12 mil.
da tribo de Yossef, 12 mil.
da tribo de Binyamin, 12 mil.
Hyzayon=Revelação 7,1-8.
Vale lembrar que, o povo de Yashorul (Israel) descrito aqui, é o povo da promessa, da linhagem de Avraham (Abraão) o Yashorul espiritual, e não o Israel nação; Pois logo a seguir aparece…uma grande multidão…de toda nação, tribo povo e língua…trajando vestes brancas…vrs 9. A grande multidão não é um povo separado das 12 tribos, e sim, o resultado aritmético de 12 tribos vezes 12 mil selados; 12X12000=144000; que aparece no capitulo 14 selados com o nome de “Yahshuah=Yahweh=Salvação=o nome do Pai e do Filho. Já que as…promessas foram feitas a Avraham e a sua descendencia que é o Mashiach : Gálatas,3,16. Portanto, as 12 tribos seladas são o Yashorul espiritual, iniciando com Yahudah (Judá) como o primogénito em lugar de R´uvem; sendo que na genealogia de Yahshuah aparece Yahudah como o primogénito e não Rubem. Confirmando ser o Yashorul espiritual Shaul (Paulo) escreveu…o Yahudi (judeu) de verdade…não é…apenas exteriormente judeu…mas…quem o é interiormente…no espírito…Em outras palavras, os descendentes físicos não são “B´nai Yahweh=filhos de Yahweh; mas, os filhos da promessa..são contados como descendentes de Avraham; Romanos, 9, 6-9. E portanto selados com o selo da promessa através…do conhecimento e obediência aos mandamentos de Yahweh…e a fé=testemunho… em Yahshuah HaMashiach.; Hyzayon=Revelação 12,17; e 14,12. Já que…o seu mandamento é a “Chai olam=vida eterna;Yachonam 12,50.
Nisto…não há judeu nem gentio…o Mashiach de ambos os povos…judeus…gentios…fez um povo só…criando em si mesmo dos dois…um novo homem…israelita do espírito=da promessa…porque todos vós sois um no Mashiach, e se sois de Yahshuah, então sois descendência de Avraham e herdeiros conforme a promessa; Romanos 10,11-18.
Portanto, tanto os selados do capítulo 7 como os do 14 de Hyzayon=Revelação, pertencem ao mesmo povo, não são grupos separados. Os 144000 foram visto com o Cordeiro no monte Tzyon=Sião. Sião significa morada de helohim, monte é símbolo de reino; daí monte Sião ser o reino do Mashiach, a pedra de Danyah Capitulo 2 a que já referimos. Se conclui que, o monte Sião é a Kehilah do Mashiach, o monte=reino, que encheu toda a terra, formando a grande multidão de toda nação, tribo e língua e povo, vista no capitulo 14. Que formam a Nova Yahshalaym=Cidade Santa.
Vejamos; A medida da Cidade Santa é de 12 mil estádios vezes 12 mil estádios; 12000X12000=144000. O que é uma simbologia das 12 tribos de Yashorul vezes os 12 Apóstolos do Cordeiro, mais o número 1000 (ideia de multidão) somam 12X12=144000. interessante, não?
Também o número de medida do muro da Cidade Santa é de 144 côvados, somando a eles, (mil ideia de multidão) dá o mesmo
número de 144000.
Os 144000…são os…servos de nosso Helohim selados na testa; Hyzayon=Revelação 7,3; D´varim (Deut-) 6,7,8. Ezequiel 9,3-5…E tem em suas testas escritos, o nome do Cordeiro e de seu Pai “Yahshuah=Yahweh+Salvação. Fala de todos os santos, já que todo o que invocar o nome “Yahshuah” será salvo; Invocar o nome “Yahshuah” significa conhecer e memoriza-lo; tê-lo sempre focado na nossa mente.
Os 144000…foram comprados da terra; os escritos sagrados dizem que…Yahshuah resgatou como seu próprio sangue…comprando para Helohim seu pai, homens de toda tribo, língua, povo e nação. Actos,20,28. Hyzayon=Revelação 5,9,10.
Os 144000…são os que não contaminaram com mulheres pois são virgens; Vrs4. Não fala de contaminação sexual; já que o casamento entre o homem e a mulher é uma instituição divina, e abençoada pelo Criador…unirá o homem à sua mulher e serão dois uma só carne…O Apostolo Shaul confirma…venerado entre vós…os santos…seja o matrimonio, e o leito…sexo…sem mácula; Mattytiahu (Mateus) 19,5,6. e Hebreus,13,4.
Fala aqui dos santos que não se contaminaram com as doutrinas das Meretrizes filhas da mãe Babilónia; e saíram…vitoriosos da besta, (mãe Babilônia) e da sua imagem, (as filhas da mãe,) e do seu sinal, e do número do seu nome; Hyzayon=Revelação 15,2;
Aqui, os santos, a cidade santa, e os 144000, representam um único povo; o Yashorul (Israel) da promessa, que conpôem a Nova Yahshalaym.
Os 144000 são também…os que seguem o Cordeiro para onde quer que ele vai; vrs 4. O Mashiach disse…se alguém me serve siga-me; e onde Eu estiver estará também o meu servo…e ainda…Pai aqueles que me deste…todos os santos…quero que onde Eu estiver, também eles estejam comigo para que vejam a minha glória; Yachonam 12,26; e 17,24.
Os 144000 comprados da terra,,,são as primícias de Yahshorul (Israel espiritual)…Yarmiahu, (Jeremias) 2,3; Y´a kov (Tiago) 1,18. e Hzayon=Revelação 14,4.
Os 144000 são os que…em sua boca não se achou engano (mentira), são irrepriensiveis; vrs 5. Yahweh diz que,,,nenhum enganador…ou mentiroso…habitará na minha casa=Yahshlaym Celeste; E somente serão integrantes da Cidade Santa, os que forem…irrepriensiveis para a parusia do Mashiach; Tehillim 101,7,8; 1ª Tess,,5,23; 1ª Cor, 1,18.. e refs. lembramos que A Cidade Santa, foi vista descendo como uma esposa ataviada para o seu marido; vrs 2. Neste ponto concluinte, a Cidade Santa=Kehilah do Mashiach já era a esposa do cordeiro; Cumprirá o que Yahveh diz a respeito dela pela boca de um seu profeta…Não serás chamada dali em diante desamparada…mas, serás chamada…casada; porque Yahweh se deleita em ti… e serás casada…como o mancebo se casa com a donzela…e se alegra com a noiva…assim o teu Helohim se alegrará de ti; Yahshayahu (Isaías) 62,,3-5;
O sinal que os servos do Cordeiro e de seu pai, recebem no capitulo 7 de Hyzayon=Revelação; significa receber e guardar a palavra do Eterno como está escrito…estas palavras=10 mandamentos;…que hoje ti ordeno, estarão por sinal na tua mão, e te serão por testeiras entre os teus olhos…marca com…este sinal…as testas dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela (Babilônia e filhas); D´varim (Deut-)6,6-8. Sh´mot (Êxodo) 13,9-16.e Ezequyahu (Ezequiel) 9,2-5;
E no capitulo 14 diz que…estavam com o Cordeiro 144000 que tinham escritos em suas testas…o nome do Cordeiro e de seu pai. No capitulo 7 o povo estava sendo selado com o selo do Eterno, através da sua Santa palavra; No capitulo 14, o povo já estava selado com o nome do Cordeiro e de seu Pai. Como o nome do Cordeiro é Yahshuah, e significa “Yahweh+Salvação. Todo o Yahshorul (israel) da promessa, os filhos de Avraham pela fé no Mashiach. Que creêm no nome do “Yahshuah” unigênito de Yahweh; recebe em suas testas (mentes) este selo. Compondo a Yahshalaym Cidade Santa=os 144000 selados.
Jatai-go ano 1989.
A alucinação religiosa não tem mesmo limites, em especial a dos falsos judeus.
Religião não é alucinação região é algo que todos tem mesmo que que se diga ateu alguém acredita em algo sei que ninguém até hj consegui provar nada!! Um cléssico exemplo é onde Jesus passou dos 12 aos 33 anos? Alguém saberia me falar com bases escritas e provadas? Outro ponto: Algúem já viu uma macaco tentar falar em mais de 50 mil anos de Homo sapiens sapiens acredito que todos nós poderiamos tentar encontrar uma resposta mais clara…
Atenciosamente Háila
O mais lamentavel no nosso Brasil e´ ver pessoas, inscientes, comentar o que não sabe e nem entendem.
estamos num debate de conhecimento sobre um salvador que veio dos yahudim=judeus;
È portanto sensato, buscar sua genealogia hebraica! isso não é alucinação não meu!
Agora se o amigo é leigo e desconhece o caso. Perdeu uma grande oportunidade de se passar por sábio…ate´ o tolo quando se cala é reputado por sábio…Prov,17,28.
http://www.youtube.com/watch?v=jIT3x_49QKM&feature=feedlik
O MASHIACH COMO A ÁRVORE DA VIDA
Entre a rua principal e o rio, estava a Àrvore da vida (Ertcz Chayim-hebraico) que produz doze frutos dando o seu fruto a cada mês; Revelação 22,1-3.Várias vezes na Biblia, Àrvore é símbolo de homem; Exemplos…Diz a Faraó rei do Egito…tú és como um cipreste, um cedro no Líbano de bela ramagem…de alto porte, com o seu cimo entre as nuvens…e mais elevado que o de todas as àrvores…seus ramos se multiplicaram seus galhos se alongaram…era bela no seu grande porte, com os longos galhos…tal é Faraó; Yachezk ýahu (Ezequiel) 31,2,18.
Y´chanan o imersor (Joâo Batista) Comparando o homem à Àrvore disse…o machado está posto a raiz das árvores, toda árvore pois, que não produz fruto bom é cortada e lançada no fogo; Matittyahu (mateus) 3,10. O próprio Yahshuah comparou a si mesmo à uma Àrvore quando disse…”Eu sou” a videira verdadeira; Y´chanan (João) 15,15. E Sha´úl hashiliac (apostolo Paulo) escreveu que…O Mashiach é a boa oliveira; Romanos 11,16-24.
Todas essas Árvores mencionadas nas Escrituras Sagradas foram no sentido figurado. Vamos entender pelo Ruach HaKodesh, (espirito santo) o significado da Etz Caym (Árvore da vida). O sábio Shalmon (Salomão) relata que…feliz é a pessoa que encontra a sabedoria…Ela é a árvore da vida para aqueles que a alcançarem. Misheh (Proverbios 3,13-18. E Shaúl Apóstolo explica-nos…pregamos o mashiach a sabedoria de Yahweh; 1ª Cor, 1,24. O próprio Mashiach confirma…por isso diz também a sabedoria de Yahweh…o que me encontrar achará a vida… Lukas, 11,49. Mishlei (Proverbios) 8,1-35.
Cabalisticamente Yahweh é representado pelas letras hebraicas-Yod-Heh-Vav-Heh ou o tetragrama YHWH que simbolizam os 4 elementos e toda a Àrvore da vida..
Na verdade aquele a quem for mostrado a ele o Mashiach revelado na Palavra (sabedoria de Yahweh) encontrará a vida eterna. Ele mesmo diz…na verdade na verdade vos digo, que aquele que crê em mim…como diz a Escritura…tem a vida eterna…porque Yahweh…nos deu a vida; e esta vida está em seu filho Yahshuah Hamashiach…quem tem o filho tem a vida; seu filho Yahshuah Hamashiach…é a vida eterna; 1ª Y´chanan (joão) 5,11-20. e 6,47.
Somente alimentando da Árvore da vida, alguém poderá adquirir vida eterna. Assim a sabedoria de Yahweh nos recomenda…quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna…se vós não comerdes a carne do filho do homem…não tereis vida…Eu vim para que tenham vida; e a tenham; em abundancia-eterna-Y´chanan 6,54,54. e 10,10.
Segundo o relato das Escrituras Sagradas, a vida eterna será adquirida na transformação, e ou, na ressurreição;
Os mortos no Mashiach, ressuscitarão incorruptiveis, e os que estiverem vivos, serão transformados…porque convêm que isto que é mortal…se revista da imortalidade; 1ª Corintios 15,52,53.
Ora, se existisse uma Árvore literal que seu fruto desse vida eterna a quem o comesse. Não haveria é ” lógico! ” a necessidade de que os mortos no Mashiach revivessem em um corpo imortal; e que os vivos fossem transformados em corpos imortais.
Os Escritos Sagrados nos deixam bem esclarecidos que…Yahshah Hamashiach …é a ressurreição e a vida Y´chanan (João) 11,25. E que…todo aquele que vê o filho e crê nele, tem a vida eterna…E Eu o ressuscitarei no ultimo dia…porque como…o Pai tem a vida eterna em sí…mesmo…e ressuscita os mortos e os vivifica, assim também o filho vivifica aqueles que quer; Y´chanan (João) 5,21-26. e 6,40.
É na ressurreição, e ou na transformação que os escolhidos do Eterno adquirirão a vida eterna. Pois aquele que é ressuscitado e ou transformado em um corpo imortal já não morre…a morte não mais terá poder sobre ele; Romanos 6,9. O corpo humanizado do Mashiach que era mortal e morreu ressuscitou com vida eterna, ou seja, imortal. 1ª Tim,6,16.
Assim também, todos os redimidos no sangue do Mashiach tomarão parte na primeira ressurreição…a ressurreição da vida…E não mais morrerão…felizes e santos os que tem parte na primeira ressurreição; sobre eles a segunda morte não tem poder; Y´chanan (João) 5,29; Revelação 20,6.
Portanto, não haverá nenhuma necessidade de comer de algum fruto para se ter vida após a ressurreição da vida. Já que os que dela participarem; virão com a imortalidade garantida segundo as Escrituras. A Etz Chayim-Árvore da vida-produz 12 frutos a cada mês; ao todo 144 frutos por ano. Uma alegoria das 12 tribos de Y´shorul (Israel) vezes os 12 Talmidim (Discipulos ) do Mashiach-12X12=144. O mesmo número de medida da cidade santa(Nova Y´hshalaym) 144 mil estádios, bem como de seu muro 144. Revelação 21.
Toda essa numerologia emblemática de 144; É um número ilustrativo dos 144 mil assinalados em Revelação capitulos 7, e 14. Que compôem a Kehilah de Yahshuah Hamashiach Ben Yahweh ( congregação de Yahshuah filho de Yahweh) selados com o nome do filho e do Pai; os escolhidos do Eterno.
ivonil ferreira de carvalho-jatai-go
O MASHIACH COMO O RIO DA VIDA
Então o anjo me mostrou o rio da água da vida brilhante como cristal, fluindo do trono de “Yahweh” e do Mashiach; Revelação 22,1,2.
O rio da vida é figurativo, ele é a palavra, o verbo-Cordeiro-o Mashiach revelado nas Escrituras Sagradas. Que na realidade é…a fonte das águas vivas-mayim hayim-Yarmiahu (Jeremias)2,13.
Certa ocasião numa festa “Hoshana Rabbah” (festa das Barracas) dos y´hudim (judeus)…o Mashiach levantou e disse em alta voz, se alguém tem sede, venha a mim a beba! quem crer em mim como diz a Escritura rios de água viva correrão do seu interior; Y´honan (João) 7,37,38. Para a mulher de S`honrom (Samaria) Yahshuah disse…a água viva que eu lhe der…se tornará uma fonte de água…jorrando para a vida eterna; Y`honam (João) 4,14,15.
Os profetas antigos falaram largamente sobre o Mashiach em símbolo de água viva…E será aquele varão “Mashiach” como ribeiros de águas em lugares secos…E a terra seca se transformará em tanques, e a terra sedenta em mananciais de águas…abrirei rios em lugares altos, e fontes no meio dos vales, tornarei o deserto em tanques de águas…águas arrebentarão no deserto e ribeiros no ermo; E…naquele dia correrão de Y´hshalaym (Jerusalém) águas vivas…e haverá uma fonte aberta para os habitantes de Y´hshalaym , contra o pecado e contra a impureza…e vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação; Yasha´yahu (Isaias) 12,3. e 32,2. e 35,6,7. e 41,18. e
Z´kharyah (Zacarias) 13,1; e 14,18.
No capítulo 47 de Yachezk´yahu (Ezequiel). Encontra-se uma ilustração precisa do Mashiach em símbolo do rio da água da vida. E…saiu um homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir, e mediu mil côvados…e me fez passar por águas, que me davam pelos tornozelos. E mediu mais mil côvados e me fez passar por águas que me davam pelos joelhos; e mediu mais mil côvados e me fez passar por águas que me davam pelos lombos. E mediu mais mil côvados, e era…já…um ribeiro que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam passar a nado.
Nota-se, que, a cada mil côvados que se media, as águas subiam gradativamente. O Malak (Anjo) mediu quatro vezes mil côvados, dando um total de quatro mil côvados.
Representando quatro períodos ou quatro milênios que veio de Adamak (Adão) até o Mashiach.
Os primeiros mil côvados mostram o período que veio de Adamak à Avraham (Abraão), que foi o primeiro a receber as promessas do Mashiach de Yahweh “o rio da água da vida”. as promessas foram feitas a Avraham (Abraão)…e a sua posteridade que é o Mashiach; Galatas 3,16.
Por isto as águas simbólicas da primeira medida darem apenas nos tornozelos. Era apenas a primeira promessa do ribeiro que se tornaria no grande “rio da vida”.
Na segunda medida que se fez, as águas subiram para os joelhos; representando de Avraham (Abraão) até Mosche (Moisés). As águas da vida subiram mais com a Torah dada a Mosche (moisés) no Sinai.
e a segunda promessa do rio da vida ” Mashiach” dada por Yahweh o helohim dos hebreus…Yahweh teu Helohim despertará um profeta do meio de ti e de teus irmãos (hebreus)…a ele ouvireis; D`ewaryn (Deut-) 18,5,18.
A terceira medida ilustra de Mosche a Davi, quando as promessas do grande ribeiro de águas vivas aumentaram muito com as profecias a respeito do Mashiach; nos lindos Tehilim (Salmos) do rei Davi.
A quarta medida de mil côvados indicava a última etapa, de Davi ao Yahshuah Hamashiach…o manancial de águas vivas; Y`hmyahu (Jeremias) 2,13. Ou seja; o rio que ninguém podia atravessar.
Este grande rio ilustrando a palavra da vida, estaria correndo em todas as partes do planeta Terra durante “as sete eras da Kehilah (Igreja) do mashiach” Quando Yahweh…Dividiu este rio em sete correntes; ( de Éfeso a Laodiceia) Y´shayahu (Isaias) 11,15. Sarando os povos escolhidos e preparando-os, para a vida eterna.
Através do seu profeta, Yahweh afirma…então espalharei água pura sobre vós, e ficareis purificados…Yachezk´yahu (Ezequiel) 36,25. Mais tarde o Mashiach declarou aos seus Talmidim (Discipulos)…vós já estais limpos pela palavra; Y´honan (João) 15,3. E Shaúl Hashaliach (Apostolo Paulo) revela que o…Mashiach purifica seu povo com a lavagem da agua pela palavra; Efesios 5,26. No Tehillim (Salmos) 46,4. diz que…há um rio-da vida-cujas correntes alegram a cidade de Yahweh (Y´hshalaym-Jerusalem celeste).
As Escrituras Sagradas falam também de um outro rio. Então a serpente fez jorrar da sua boca água como um rio, para alcançar a mulher e arrasta-la pela correnteza; Revelação 12,15.
Este rio é da água da morte “o rio de Babilônia” e tem jorrado como uma grande correnteza durante mais de mil anos. Criando mitos, Dogmas religiosos e superstições de toda espécie na face da Terra. É o famoso vinho que sai do cálice da mãe “Babilônia” e que através de suas filhas, Ela tem verdadeiramente…embriagado os habitantes da terra com o vinho da sua prostituição. Revelação cap-17.
Postado por Ivonil servo de Yahshuah às 07:14
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1 comentários:
YSRAEL E A PREDESTINAÇÃO
O acúmulo de suposições extrínsecas tem se prestado significativamente a exercer um papel antagônico sobre os parâmetros de uma estrutura sabiamente elaborada, ilogicamente abrindo espaço para o gerenciamento de equívocos, evasões, descasos, sobrepujando um grande número de predeterminações impostas por uma imutável sabedoria, como mostram as Escrituras Sagradas. No cap. 7 vs. 6 de Devarim (Deuteronômio), mostrando a prioridade de Ysrael, Mosheh (Moisés) advertiu: “Porque povo santo és ao Eterno teu D’us; e o Eterno teu D’us te escolheu para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que sobre a terra há”.
Na época desse grande profeta existiam vários povos: Egípcios; assírios; gregos; etíopes; etc. Sua declaração, porém, mostra uma eleição desmembrada de todas essas existências, determinada por uma vontade acima de toda e qualquer opinião carnal. Na predestinação de uma raça preservada, amada fielmente por aquele que a formou e a separou para sua propriedade particular, estabeleceu-se a separação de um povo divinamente determinada, porém teologicamente extrapolada.
Se há uma suprema instituição, não se deve tratar com descrédito a veracidade estabelecida sobre um povo, o qual teve seu princípio a partir do primeiro casal criado e tomado dentre todos os outros também existentes. Com a morte de Hevel (Abel) e com o banimento de Kain (Caim) da genealogia israelita, Shet (Set) foi eleito como segundo ponto genealógico no prosseguimento ao propósito, que antes da catástrofe do Grande Dilúvio chegou até Nôach (Noé) e seus três filhos: Shem; Ham; e Léfet (Sem; Can; e Jafé). Dentre esses brotos um foi tomado como semente progressiva de um escolhido povo, ficando assim mais uma vez a confirmação de um procedimento direcionado a uma linhagem que veio a ser a nação shemita (semita), proveniente de Shem (Sem).
Como explicar a não escolha dos irmãos desse? Não poderiam ser também tomados para fazerem parte dessa hereditariedade estrutural? Se assim não foi, obviamente existe uma separação entre povos e um povo predeterminado eleitamente chamado Ysrael, por uma escolha vinda do alto e não de homens.
Através de uma página exposta na INTERNET referente a esse assunto, tive a chance de observar argumentos destinados a combater os termos de uma predestinada estrutura, aí se fazendo presente o tosco individualismo de formas interpretativas não condignas com o propósito instituído. Que objetividade sincera poderá existir numa trajetória oposicionista aos desígnios do Altíssimo? Teria o ser humano alguma razão em querer julgar, por alguma forma, a vontade determinante do seu Criador? Que pena isso ainda existir em alguns que se acham senhores de si mesmos, não passando, porém, de simples portadores de uma insipiência no âmbito das definições elaboradas.
No livro de Bamidbar (Números) cap. 23 vs. 19, a palavra posta na boca de Balaão testemunhou: “Deus não é homem para que minta; nem filho do homem para que se arrependa. Porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria”? Essas interrogativas têm seu direcionamento voltado para todos os adeptos do anti-semitismo, que na sua obstinação não conseguem, de forma alguma, se compatibilizar com o fiel fundamento genealógico divinamente premeditado desde o princípio de uma História, que não deve ser adulterada.
No intuito sincero de destorcer as torções impostas na mensagem desconexa da verdadeira visão interpretativa, usando limpidamente a palavra página em negrito citarei textos por ela mencionados, fazendo meus comentários dentro de uma compatível contextualização. Em cada um desses pontos extrínsecos aos fatos de uma originária existência buscarei definir cada requisito, sem alterar ou diminuir a realidade do proposto referente ao calvinismo, desde que cada um esteja ou não em coerente acordo com a verdade. A partir daí, que o digno de elogio seja elogiado; o digno de crítica seja criticado; para o digno de honra ser honrado.
Página “Este ensinamento sobre a predestinação começou com João Calvino, portanto primeiramente vamos ver o que ensina a doutrina calvinista. 1 – Eles ensinam que Deus dá a salvação pra quem ele quer e está acabado. 2 – Dizem que a predestinação é o decreto de Deus, através do qual ele decidiu quem seria ou não salvo mesmo antes de nascer. 3 – Ensinam que Cristo veio, não para morrer por todos, mas para aqueles que fazem parte da Sua Igreja, ou seja, ele morreu apenas para os cristãos”.
Comentário: O particularismo, em si, tem se destacado no caminho das rejeições a uma prioridade genealógica, por onde a escolha divina tem sido odiada com injustos conceitos brotados das ideologias filosóficas. Quando se trata de uma inconsciente forma teórica de predestinação, não discordo da probabilidade de um ser humano ser o responsável direto por tal conceito. No entanto, sempre que essa diz respeito a decretos emitidos por uma divina supremacia, não há como condignamente submeter uma superiora vontade aos desígnios da condição carnal.
As formas religiosamente estatutárias são as principais pioneiras das muitas infrutuosidades, sempre a provocar a esterilidade na geração do equilíbrio espiritual, deixando tudo estagnado. Ainda que o equívoco seja detectado, o orgulho tem sido a incógnita pedra de tropeço diante de seus adeptos, não lhes deixando reconhecer isso para que suas obras não venham a ser ridicularizadas perante a determinante verdade.
Qualificar Jean Cauvin (João Calvino) como fundador de um sistema provindo do alto é incompatível, inadmissível, sabendo-se de uma existência predeterminada para com a veracidade hagiógrafa. Essa imaginação provinda da parte de muitos, tem sua estabilidade numa falta de rastreamento básico nas conjunturas proféticas, imposta por uma escolha não por vontade humana. Poderia um ser humano nascido no século XV da e.c. (era comum), instituir uma condição existente desde o primeiro homem a ser formado na terra? Tal forma de dedução se identifica como a uma pessoa que não sabe distinguir uma toalha de banho de uma de rosto, ou, que diante da escuridão, apaga sua lanterna para tentar encontrar uma coisa.
De forma transparente, a partir de agora será mostrado um pouco desse reformista teólogo, equivocadamente tido como responsável pela doutrina da predestinação ainda não detectada pela visão de muitos. Se por um lado isso não foi detectado perante algumas visões umbrosas, por outro tem sido vista e comentada através de divergentes opiniões a está ou não com a justiça.
O entendimento em suas variáveis qualificações tanto pode trazer libertar, como pode escravizar, dependendo do juízo que fazemos sobre cada pessoa que olhamos ou deixamos de olhar; que intercedemos ou deixamos de interceder. Que a teológica teoria calvinista seja analisada de acordo com a reta justiça; quer seja na parte teórica; quer seja no exercício da prática; no correto; no incorreto; intrinsecamente vista de acordo com seu tão discutido movimento doutrinário. Que nenhum julgamento seja feito apenas por questão preconceituosa, fanatismo, ou por discordância nas diferenças religiosas.
Quando, defendendo a mulher adúltera, o Mashiach (Messias) ordenou que aquele que não tivesse pecado fosse o primeiro a lhe atirar uma pedra, (João 8: 3 a 9), todos que ali se achavam desistiram dessa desventura porque tiveram reconhecimento próprio de suas falhas. Será que os doutores do evangelho de hoje agiriam com o mesmo bom senso? Torço para que o mesmo processo possa acontecer com os acusadores da visão calvinista, tendo eles a mesma conduta para com aquele a quem ousam condenar sem a mínima prudência. Por mais que as falhas que existam à nossa volta, não devemos deixar de observar o positivismo dentro da negatividade, que de forma sábia não deve ser apedrejado nem esmagado.
Ao perceber o conceito da predestinação, a visão de João Calvino estava totalmente voltada para declarações bíblicas transparentes a uma escolha, como se acha isso em seus escritos denominados ”INSTITUTAS”. O objetivo dele não foi apontar pessoas como perdidas ou salvas, mas demonstrar uma escolha vinda do alto, do Elohym (Deus) de Ysrael, o Eterno YHUH, que tem todo direito para fazer tudo quanto lhe apraz.
Quem é o vaso para contender com o oleiro? Ou, quem é a lenha para discutir com o poder do fogo? Então que o vaso se dê por satisfeito para que não seja quebrado; e a lenha não provoque para não vir a se queimar. Cada um, pois, ande conforme a justiça para não ser negativamente lembrado no dia da grande destruição final, onde o acerto de contas indubitavelmente acontecerá.
“João Calvino nasceu em Noyon, Nordeste da França, no dia 10 de julho de 1509. Seu pai, Gérard Calvin, era advogado dos religiosos e secretário do Bispo local. Aos 12 anos, Calvino recebeu um benefício eclesiástico cuja renda serviu-lhe de bolsa de estudos. Em 1523 foi residir em Paris, onde estudou latim e humanidades (Collége de La Marche) e Teologia (Collége de Montaigu). Em l528 iniciou seus estudos jurídicos, primeiro em Orléans e depois em Bourges, onde também estudou grego com o erudito luterano Melchior Wolmar. Com a morte do pai em 1531, retornou a Paris onde aí se dedicou ao seu interesse predileto – a literatura clássica. No ano seguinte publicou um comentário sobre o tratado de Sêneca De Clementia.
Calvino converteu-se à fé evangélica por volta de 1523, provavelmente sob a influência do seu primo Robert Olivétan. No final daquele ano, teve de fugir de Paris sob a acusação de ser o co-autor de um discurso simpático aos protestantes, proferido por Nicholas Cop, o reitor da universidade. No ano seguinte, voltou a Noyon e renunciou ao benefício eclesiástico. Escreveu o prefácio do Novo Testamento traduzido para o francês por Olivétan, (1535). Em 1536 veio a lume primeira edição de sua grande obra, As Institutas ou Tratado da Religião Cristã, introduzidas por uma carta ao rei Francisco I da França contendo um apelo em favor dos evangélicos perseguidos. Alguns meses mais tarde, o reformador suíço Guilherme Farel o convenceu a ajudá-lo na cidade de Genebra, que acabara de abraçar a Reforma. Logo, os líderes entraram em conflito com as autoridades civis sobre as questões eclesiásticas, sendo expulsos em 1538. A seguir, Calvino foi para Estrasburgo, onde residia o reformador Martin Bucer. Atuou como pastor, professor, participante de conferências e escritor. Produziu uma nova edição das institutas (1539), o Comentário das Epístolas aos Romanos, a Resposta a Sodoleto (uma apologia da fé reformada) e outras obras.
Casou-se com a viúva Idelette de Bure, (falecida em 1549). Em 1541, Calvino retornou a genebra por insistência dos governantes da cidade. Assumiu o pastorado da igreja reformada e escreveu para a mesma as célebres Ordenanças Eclesiásticas. Por catorze anos, enfrentou grandes lutas com autoridades civis e algumas famílias influentes (os “libertinos”). Apesar de estar constantemente enfermo, desenvolveu intensa atividade como administradora, pastor, pregador, professor e escritor. Produziu comentários sobre quase toda a Bíblia. Em 1555, os partidários de Calvino finalmente derrotaram os “libertinos”. Os conselhos municipais passaram a ser constituídos de homens que o apoiavam. A Academia de Genebra, embrião da futura universidade, foi inaugurada em 1559. Nesse mesmo ano, Calvino publicou a última edição das Institutas. “O reformador faleceu aos 55 anos em 27 de maio de 1564”.
(www.portalsaofrancisco.com.br)
A seguir, palavras de Jean Cauvin (João Calvino).
“Reconheço que os homens maus e blasfemos encontram na doutrina da predestinação coisas para acusar, torcer, remoer e zombar. Mas, se cedermos à sua petulância, eles darão fim aos artigos da nossa fé, dos quais não deixarão um só que não fique contaminado por suas blasfêmias. Um espírito rebelde se porá a campo, e, tanto ousará negar que numa só essência de Deus há três Pessoas, como também que, quando Deus criou o homem, previu o que lhe aconteceria no futuro. Semelhantemente, esses maus elementos não se absterão de rirem-se quando lhes for dito que não faz mais que cinco mil anos que o mundo foi criado. Porque vão querer que lhes expliquemos como é que Deus ficou ocioso por tão longo tempo. Para reprimir tais sacrilégios, devemos deixar de falar da Divindade de Cristo e do Espírito Santo? Devemos calar-nos sobre a criação do mundo? Antes, muito ao contrário, a verdade de Deus é tão poderosa, tanto nesta questão como em tudo mais, que não teme a maledicência dos ímpios. O que Agostinho confirma muito bem em sua pequena obra intitulada sobre o benefício da perseverança (“Du bien de persévérance”). Porque vemos que os falsos apóstolos, ridicularizando e difamando a doutrina do Apóstolo Paulo, nada mais puderam fazer do que se tornarem objeto de vergonha”.
(escritosdejoaocalvino.blogspot.com)
Com um currículo capaz de provocar invejas nos mais ilustres teólogos de nossos dias, João Calvino não falhou em sua descoberta sobre a predestinação biblicamente estabelecida. Falhou, sim, no seu conceito ao analisá-la por tê-la interpretado de forma não totalmente compatível com os instrutivos ensinamentos de Shaul (Paulo), muitas vezes mencionados por ele. Um dos pontos falhos da visão calvinista acha-se na sua dedução discriminatória de uns terem sido criados para salvação, enquanto outros para uma condenação. Isso equivocadamente contraria o propósito aberto do conselho firmado pela fiel palavra do Eterno Elohym (Deus) de Ysrael..
Yshayahu (Isaías) cap. 56 vss. 6,7 – “E aos filhos dos estrangeiros que se chegarem ao Eterno, para o servirem, e para amarem o nome do Eterno, sendo deste modo servos seus, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o meu concerto, também os levarei ao meu santo monte, e os festejarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos”.
Quando posta em julgamento diante dessa chance oferecida aos outros povos fora de Ysrael, a condenação antecipada refletida por João Calvino transforma-se no espectro duma dissidência errônea, por motivo de não assumir uma posição fidedigna diante da vontade do Eterno י ה ו ה (YHUH) cuja palavra nunca se contradiz.
Se já existisse um povo assinalado como produto de uma determinante condenação pré-estabelecida, então a palavra do Olam YHUH estaria formalmente a se contradizer diante das promessas proporcionadas aos filhos dos estrangeiros, que de maneira alguma poderiam ser beneficiados. Existe um povo já eleito? Sim. Porém condenado ainda não, pois a salvação está posta diante de todos quantos fizerem parte dessa gente, trilhando por seu caminho.
O fundamento da predestinação se acha resumido na escolha de um povo denominado Ysrael, no qual existe a dependência da salvação de todo e qualquer goy (gentio) que não recuse a sua fé decretada desde o princípio. Isso é fato determinado pelo Elohym (D’us) de Ysrael, que se tem declarado protetor desse povo..
Yrmeyahu (Jeremias) cap. 12 vss. 16, 17. – E será que, se diligentemente aprenderem os caminhos do meu povo, jurando pelo meu nome: Vive o Eterno como ensinaram o meu povo a jurar por Baal, então edificar-se-ão no meio do meu povo. “Mas, se não quiserem ouvir, totalmente arrancarei a tal nação e a farei perecer; diz o Eterno”.
Numa visão sem nenhum vínculo com os termos de uma sabedoria unicamente carnal, podemos assim definir: se já existisse parte da humanidade sob condenação, essa advertência divina seria ilógica porquanto salvos ou condenados, já separados por seus pré-julgamentos, não teriam mais necessidade alguma de se aplicar a essas fiéis admoestações equivalentes à salvação.
Se Ysrael na sua trajetória de fé não tivesse falhado por desobediência para com aquele que o escolheu, aí sim, todos os seus inimigos já teriam sido destruídos, o que não aconteceu. Isso pode ser visto no Tehilim (Salmo) 81: 13, 14, pela própria boca do Elohym (D’us) de Ysrael a lastimar sobre essa gente: “Ah se o meu povo me tivesse ouvido! Se Israel andasse nos meus caminhos! Em breve eu abateria os seus inimigos, e voltaria a minha mão contra os seus adversários”.
Tendo descido à condição de goy (gentio) por causa do endurecimento de seu coração, Ysrael abriu oportunidade de salvação para todos os povos, como mais adiante será esclarecido com evidenciáveis detalhes. Essa conversão oferecida é chamada de enxerto, inserida na oliveira para fazer parte dos galhos naturais. Nada disso seria possível, se não fosse pela misericórdia do Eterno YHUH desde o início atuando sobre os que lhe buscam.
A predestinação não é um erro na vida de João Calvino como muitos querem por essa forma determinar; digo que o erro provém de suas interpretações direcionadas sobre a mesma. Ele não instituiu a estabelecida escolha como afirmam os argumentos diversos, se esta desde o início já faz parte de uma retrospectiva histórica.
Como poderia ser ele o autor de um decreto já dantes criado? Ou, como poderia ser ele precursor de uma mensagem já propagada por Mosheh (Moisés) e tantos outros profetas reconhecidos? Se ele tivesse visto a predestinação como verdadeiramente ela se desponta, com certeza teria dado excelente contribuição de aprendizado contra os propagadores do linguajar anti-semita.
Não há compatibilização em querer se contestar uma dependência gentílica para com a descendência israelita, qualquer nação, como decreta o Criador, para alcançar a salvação terá que andar pelos caminhos do seu povo. Não aceitar esta realidade divinamente condicionada, é por em descaso a supremacia de um propósito altamente direcionado. Aqui, a chama da esperança vinda do grande amor divino permanece acesa no enxerto que se deixa fazer parte da oliveira, por onde o fundamento de uma perpétua promessa se faz presente.
Numa confiável confirmação a esta prioridade, no cap. 3 vss. 1,2 de seu escrito aos romanos, Shaul (Paulo) ensina sobre a vantagem do povo yahudih (judeu), mostrando que a esse foram confiadas as palavras do Eterno YHUH. Não querer fazer parte dessa implantação condiciona o goy (gentil) diretamente a uma rejeição suprema, porque, todo aquele que se negar a essa convivência estabelecida do meio dessa gente será expulso, não podendo com ela habitar.
Na trajetória das contradições ambíguas essa escolha é tida na condição de um ato injusto, “argumentam, visto D’us não fazer acepção de pessoas, porquanto distribui a sua benevolência a todos os povos com igualdade”. Não há dúvida de que o amor e a bondade do Eterno YHUH estão sempre disponíveis para toda e qualquer nação, não exatamente de forma incondicional como muitos buscam impor, fato que os fazem desabar diariamente diante de um considerável número de justiçadas reivindicações por ele elaboradas, sancionadas e promulgadas.
Ainda no capítulo 9 vss. 13, 14, 15 da mesma carta, Shaul (Paulo) resume a escolha de Yaacov (Jacó): “Que diremos, pois? Que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma! Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer; e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia”.
Equivocadamente firmados no cap. 14 vs. 6 do livro de Yochanan (João), os desprezadores da verdade propõe uma salvação pendente só do Mashiach (Messias), por ele ter ensinado: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim”. Nesse seu sábio ensinamento, o prometido davídico se revela como único responsável a conduzir os escolhidos perante a face do Eterno Pai, missão que lhe é confiada, sem se posicionar em momento algum como responsável pela escolha dos que hão de se salvar.
Tanto é assim, que no cap. 6 vs. 44 do mesmo livro ele deixa claro a impossibilidade de alguém ir até ele se pelo Altíssimo Pai não for levado: “Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia”. E no livro de Matyahu (Mateus) cap. 20 vs. 23, quando a mãe dos filhos de Zebadyah (Zebedeu) lhe pediu que um de seus filhos se sentasse a sua direita e outro a sua esquerda, ele foi direto quando respondeu: “O assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não me pertence dá-lo, mas é para aqueles para quem meu Pai o tem preparado”. Nessa resposta deixa clara sua posição, sua missão e condição.
Confissão semelhante poderia ter sido feita por Mosheh (Moisés) quando entrou no Egito para libertar Ysrael, se a esse tivesse dito: “Eu sou o caminho, a verdade e a vossa libertação; ninguém poderá sair daqui, senão por mim”. Além desse grande profeta, poderia qualquer outro se apresentar como libertador do povo israelita escravizado? Se a sua resposta é não, parabéns pela sua coerência. Mesmo diante dessa galardoada missão da qual só ele poderia ser intermediário, Mosheh (Moisés) de si mesmo nada poderia fazer porquanto só intermediava, sendo a obra executada unicamente pelo poder do Eterno Elohym de Ysrael.
Demonstrando semelhante condição missionária, no livro de Yochanan (João) cap. 5 vs. 30, a ser mostrado novamente, disse o Mashiach (Messias): “Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma”. E ainda no mesmo livro, cap. 14 vs. 10, disse: “O Pai que está em mim, é quem faz as obras. Observemos que as duas grandes missões têm nítida semelhança entre si, porém com uma ressalva: Mosheh (Moisés) conduziu Ysrael para uma liberdade passageira que mais tarde veio a sucumbir na estadia do deserto, enquanto que Yaheshuah ha Mashiach (Messias) conduzirá essa gente para uma libertação perpétua.
Assim como não se pode chegar ao Sar Shalom Príncipe da Paz) senão por uma determinação provinda do Elohym (Deus) de Ysrael, também ninguém pode entrar na vida eterna se não tiver em mente o correto conhecimento do nome dele. Nesse se estabelece a seleção dos eleitos que hão de herdar a terra prometida, os quais são chamados quando recebe o conhecimento do mais alto nome.
Página – “Por dia 55 MIL PESSOAS NO MUNDO morrem sem aceitar a JESUS e aproximadamente 20075000 pessoas morrem por ano sem aceitar o nosso Deus, isto significa que nos últimos 12 anos já morreram 120899988 pessoas sem salvação, em outras palavras mas de 95% morrem sem seguir ao verdadeiro evangelho de Jesus Cristo e parte delas nunca nem ouviram falar de Jesus e nem em qualquer outra coisa a respeito de Deus. Só em países como a Índia sua população adoram mais de 3 milhões de deuses, dentre esses deuses estão baratas, ratos, vacas, árvores, eles adoram tudo menos o Deus verdadeiro, o Deus Jeová, isto é acontece pelo fato de não haver quem pregue para eles”. “Agora pense junto comigo, será mesmo que Deus criou 12089998800 pessoas nos últimos 120 anos já predestinados ao inferno? Isto é o cálculo aproximado de 100 anos, agora some o número 20075000 vezes os 4000 anos da raça humana. Fazendo esse cálculo você vai chegar ao número de 8030000000 que morreram sem aceitar o Deus verdadeiro sobre suas vidas, criaria Deus este número assustador de almas já condenadas para o inferno sem a chance de mudar o seu destino como eles afirmam? As pessoas que defendem a predestinação para salvação respondem esta pergunta dizendo que não, ou melhor dizendo, eles afirmam que os que são para serem salvos serão salvos ainda que ninguém pregue a eles, mas se a pessoa não for de salvação não tem jeito, esta pessoa vai mesmo para o inferno e isto já é predestinado mesmo antes de alguém nascer, eles afirmam que por mais que eu e você pregue a alguém ou chore ela salvação de alguém se a pessoa não for de salvação ele irá para o inferno e não há quem possa mudar isto, em outras palavras anulam o poder do Espírito Santo que é de convencer o pecado do homem. Com outras palavras eles explicam que se você tem membros de sua família e eles não são de salvação, todo o seu esforço para ganhá-lo para Cristo será em vão, você poderá chorar, orar, pedir a Deus com todas as suas forças que de nada Adiantará”.
Não colocando aqui em julgamento a rude ortografia regida pelo autor dessas incoerentes explicações, usarei básico rastreamento para mostrar seus pensamentos inexatos, posicionados como desvios diante do caminho da retidão. Em cada ponto explicativo não estarei falando de mim mesmo, ficando isso a cargo da palavra anunciada pelos profetas, para que nenhum julgamento insano possa vir surtir efeito contra minha pessoa. Aos que desejam enxergar ou mesmo já enxergam, a textualização bíblica, quando corretamente vista, possui as devidas soluções para todas as interrogativas
Para começo de diálogo, honrosamente convido aqui o autor da mencionada página em análise para fazer uma reflexão sobre uma mensagem, vista no livro do profeta Yrmeyahu (Jeremias).
Yrmeyahu (Jeremias) cap. 30 vss. 10, 11, – “Não temas, pois tu, servo meu Jacó, nem te espantes, ó Ysrael; porque eis que te livrarei das terras de longe; e a tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó tornará; e descansará; e ficará em sossego; e não haverá que o atemorize. Porque eu sou contigo, diz o ETERNO, para te salvar; porquanto darei fim a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida; e de todo não te terei por inocente”.
Observando na íntegra as equivalências sobre as duas mensagens, não há como não se distinguir o acúmulo de equívocos da exposta na Internet para com a profética, indicando com isso que o referido autor falou em defesa de uma crença individualista. Senão, por que então uma mensagem não se compatibiliza com a outra? Nas duas encontra-se a resposta.
Esse decreto não é apenas sobre a destruição do solo, das árvores e dos animais conforme suas espécies, sim sobre todos os povos apartados da nação israelita. Nessa realidade, as nações apartadas serão destruídas por não caminharem na fé concernente a esse povo, tomado por filho primogênito por escolha direta do próprio Eterno YHUH, Rocha de Ysrael.
Shemot (Êxodo) cap. 4 vss. 21, 22, 23. -“Quando voltares ao Egito, atenta que faças diante de Faraó todas as maravilhas que tenho posto na tua mão; mas eu endurecerei o seu coração para que não deixe ir o povo. Então dirás a Faraó: Assim diz o ETERNO: Israel é meu filho, meu primogênito. E eu te tenho dito: Deixa ir o meu filho, para que me sirva; mas tu recusaste deixá-lo ir; eis que eu matarei a teu filho, o teu primogênito”.
Será que o autor da página aqui em discussão, poderia ser capaz de julgar o Eterno El por ter decretado a morte sobre toda primogenitura egípcia? Na sua contabilidade, poderia definir o número de primogênitos exterminados? Se por maltratar a Ysrael a nação egípcia veio a sofrer o julgamento divino por pragas, levando muitos à morte, o mesmo não acontecerá também com todos os povos das nações que venham repudiar, perseguir, expulsar ou até matar o primogênito formado pelas doze tribos? O texto fora de contexto é pretexto de tolos.
Houve injustiça da parte do Altíssimo Criador quando seu melach (anjo), ferindo, matou cento e oitenta e cinco mil assírios como nos mostra o capítulo 19 vs. 35 do livro segundo de reis? Se eles não estivessem obcecados pelo desprezo a Ysrael; pela pagã cultuação ao seu El (D’us) Nisroque; se tivessem fielmente buscado aprender os caminhos do povo do ETERNO; certamente isso não lhes teria de forma nenhuma acontecido, pois aceita todo aquele que busca os caminhos do seu povo.
No livro de atos cap. 10, vss. 34, 35, o apóstolo Kefah (Pedro) diz: “Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e obra o que é justo”.
Se uma pessoa não aceita praticar a exigência estabelecida no livro de Yrmeyahu (Jeremias) cap. 12 vss. 16,17, feita pelo próprio Criador, como então poderá habitar no meio do seu povo? Nisto vejo complicação. Todo e qualquer estrangeiro, para se tornar participante da bênção descrita no capitulo 56 versículo 7 do livro de Yshayahu (Isaías), é necessário seguir o caminho dado ao escolhido Ysrael conforme os termos da sua fé, especificados no versículo 6 desse mesmo capítulo. Fora disto, aquele que diz está no Adon Yaheshuah ainda não o conheceu.
Em Sodoma e Gomorra, uma população composta de adulto, adolescente, criança, foi destruída por estar numa convivência com descrença e prostituição. Mesmo não havendo pregadores ali para ensiná-las o caminho da verdade, existiu alguma injustiça da parte do Eterno YHUH ao destruí-las? Estaria ele, sendo injusto, ao promulgar essa decisão? Se seus habitantes tivessem buscado conhecê-lo através do exemplo de vida de Lot (Ló), obviamente teriam sido perdoados e aceitos, como enxerto da nação selada numa engrandecida promessa.
Buscando avidamente interceder pelos moradores de Sodoma, terra contaminada de devassidão, Avraham (Abraão) esgotou todos os seus argumentos diante do Eterno quando ela não correspondeu com o que lhe era solicitado: Ali não havia cinquenta, quarenta e cinco, quarenta, trinta, vinte, ou mesmo dez pessoas que fossem justas. Natural mesmo da cidade de Sodoma nem um justo existia, pois até mesmo naqueles que pretendiam ser seus genros, Lot (Ló) não encontrou fé.
Não se deve por no esquecimento que apenas quatro pessoas tiveram acessos à saída: ele; a esposa que por desobediência se tornou uma estátua de sal; as duas filhas. Hoje não é diferente! Nesse mundo sodomita, bem poucos querem saber de se aproximar do El Eterno por meio do ajuntamento com Ysrael, da mesma forma que seus antepassados, na mesma descrença, a isso não se propuseram através do sobrinho de Avraham (Abraão).
Por quatrocentos e trinta anos a nação israelita esteve sob o domínio dos egípcios, sem deixar de adorar o nome do seu Elohym, na viva esperança de que ele haveria de interceder a favor de sua libertação diante do poder do Faraó. No transcorrer de todo esse tempo a população do Egito teve grande oportunidade de se converter conforme a fé do eleito Ysrael, porém, ao contrário dessa decisão, continuou na sua obstinação impondo rejeição e maltrato a esse povo.
Sem conhecer a eterna bondade do Criador para com seu povo, diariamente zombava dos descendentes de Yaacov (Jacó), os forçando a participar de suas idolatrias em adoração a seus vários deuses, coisa não aceita por eles que confiavam no socorro do seu Elohym. Essa esperança viva firmada na sua fé lhes trouxe a fiel complacência do Shaday, que, encarregando a Mosheh (Moisés) como intermediário, os levou para a terra da promessa, de onde mais tarde, por desobedecerem ao Supremo Libertador, foram dispersos.
A dispersão de Ysrael entre as nações não aconteceu apenas como forma de castigo, ou rejeição, como é vista numa generalização condenável. Tendo em vista o não conhecimento dos goym (gentios) para com o Altíssimo Criador, a nação israelita foi espalhada para que o nome do seu Elohym viesse a se tornar conhecido e honrado em toda a terra. Na sua dura peregrinação foi ela rejeitada, expulsa, perseguida até a morte, por diferentes povos que não aceitavam sua fé nem o nome daquele que a dispersou. Essa evidente trajetória de sofrimentos tem sido narrada corajosamente por poucos; abafada e torcida por muitos.
Dentre os que não se deixaram acovardar perante uma maioria anti-semita, acha-se M. Basilea Schlink, grande defensora da primogenitura israelita no seu depoimento: (A culpa da Cristandade para com o povo yahudih (judeu). Historiando corajosamente as atrocidades derramadas sobre essa descendência tomada como herança, saiu em defesa desse povo eleito, revelando muitas perseguições sobre ele derramadas. Nessa sua trajetória nos trouxe o conhecimento de alguns que se diziam seguidores do Mashiach (Messias), da mesma forma como muitos hoje estão prosseguindo pela mesma meta.
O que realmente aconteceu com esse povo quando estava sendo perseguido e odiado no período da II – Grande Guerra Mundial, quando implorou auxílio dentre as nações? Foi rejeitado em muitos países sendo até mesmo expulso, como a seguir será mostrado de acordo com o depoimento da célebre escritora.
No pouco que será esclarecido, se poderá compreender a veracidade clara de ocorrências abafadas pelo anti-semitismo, “em homens vistos como defensores de uma mensagem bíblica de salvação; como reformadores do evangelho”; não passando, porém, de propagadores não condizentes com a justiça firmada do alto.
Crisóstomo (344-347), cujo nome significa “boca de ouro”, contra todos os judeus lançou acusações infames, como: Os mais miseráveis e lubidinosos de todos os homens; gananciosos; avaros e pérfidos bandidos; assassinos inveterados; destruidores e homens possuídos pelo mal do demônio; pestes do universo; assassinos dos próprios filhos; etc. Muito mais danosa foi a teologia desenvolvida por esse altamente e respeitado pai da igreja, com referência à sina dos judeus como resultado do seu deicídio. Para esse crime, sustentou ele, não há expiação possível, nem indulgência, nem perdão; o seu odioso assassinato a Cristo foi a origem de todos os seus infortúnios. Deus detesta vocês! Estas palavras de Crisóstomo popularizaram o ódio contra todos os judeus durante séculos futuros.
Agostinho (354-430), um contemporâneo de Crisóstomo, embora um pouco mais contido, foi ambivalente. Enquanto afirmava a atitude de amar os judeus ensinada por Paulo, compartilhava o ponto de vista de outros pais da igreja, de que Judas era a imagem do povo judeu. Veio de Agostinho, a teoria de que judeus são um povo que serve de testemunho tanto para o mal como para a verdade cristã, mas, que não deveriam ser mortos, pois, como Caim, carregavam um sinal. Em sua conclusão teórica, disse ele: Deixem que vivam em nosso meio, mas os façam sofrer e ser humilhados continuamente.
DA TEOLOGIA PARA A LEI: – Depois que o cristianismo foi reconhecido e também estabelecido oficialmente por Constantino, no século IV, a teologia foi transformada em programa de governo, e a sinagoga foi submetida a medidas repressivas. Sob o Imperador Justiniano I (483 – 565), muitas leis que protegiam os direitos civis e religiosos dos judeus se tornaram abolidas por impostas restrições. Mais tarde, no sétimo século, tendo como normas propósitos políticos, o Imperador Bizantino Heráclio impôs batismo forçado aos judeus. Esta prática foi repetida com resultados devastadores nos séculos seguintes. Um grande exemplo do bode expiatório aconteceu em 1021, época em que o Papa Benedito VIII executou judeus, os culpando de um furacão e um terremoto.
Quando houve a peste na Europa (1347 – 1350), os judeus sofreram acusações de culpados, porque se dizia que eles haviam envenenado os poços de água. No sul da França, no norte da Espanha, na Suíça, Baviera, em Renânia, Alemanha Oriental, Bélgica, Polônia e Áustria, acreditou-se, em tão absurda acusação, sendo que isto causou a destruição em massa de mais de duzentas comunidades judaicas através de toda a Europa. Um número superior a mais de 10.000 foi morto em somente três cidades da Alemanha: (Eufurt, Mainz e Breslau).
Em 1298, a acusação de que os judeus profanavam a hóstia, fez com que toda a população de Rôttingen fosse queimada. Seus atacantes para satisfazerem seus desejos vingativos, continuaram com um massacre por toda a Alemanha e também na Áustria. De acordo com as estimativas, um total de 100.000 pessoas foram assassinadas e em torno de cento e quarenta (140) comunidades judaicas dizimadas.
Em praga, em 1398, um sacerdote carregando uma hóstia acidentalmente foi salpicado de areia por umas crianças que brincavam. Em conseqüência disto, 3.000 judeus foram assassinados.
A INQUISIÇÃO ESPANHOLA: Em 1480, o rei Fernando e a rainha Isabel, estabeleceram na Espanha um tribunal para expurgar a igreja, daqueles que clandestinamente apegavam-se à sua fé judaica. Seguiram-se prisões em massa. Em 1481, as primeiras vítimas foram executadas em chamas na fogueira. No decorrer dos anos, uma estimativa de 30.000 marranos, como eram chamados os judeus, foram queimados. A Inquisição Espanhola teve uma longa história do século XV até o início do século XIX, e um vasto alcance geográfico, espalhando-se com todas as suas atrocidades até a América Latina. EXPULSÕES: Os judeus têm sido expulsos de aproximadamente todos os países onde tem residido. Em 1920 foram expulsos da Inglaterra, 16.000 partiram para a França e a Bélgica, alguns morreram no caminho. Houve repetidas expulsões na França e na Alemanha. Fernando e Isabel expulsaram todos os judeus da Espanha em 1492, de maneira a consolidarem o seu reinado cristão. Muitos dos 300.000, que viviam refugiados, escaparam para Portugal. Lá, foi-lhes permitido em uns poucos de meses permanecerem, mas com custo. Mais tarde, pelo Rei João II, (1481-1495) foram brutalmente forçados a se batizarem.
A REFORMA: Martinho Lutero (1483-1546) originalmente favoreceu aos judeus com esperança de que eles aceitariam a sua forma de fé, dando até mesmo louvor pela sua contribuição para o cristianismo. Contudo, quando não conseguiu convertê-los, a sua atitude modificou-se para uma maneira drástica, porquanto dizia: Todo sangue aparentado a Cristo queime no inferno, e isto é o que merecem por suas próprias frases que falaram a Pilatos… Verdadeiramente, a existência desses judeus é uma coisa sem esperança, perversa, venenosa e diabólica, que durante 1400 anos tem sido, e ainda é, a nossa praga, tormento e infelicidade maléfica, porque são simplesmente demônios e nada mais.
No folheto “com referência aos judeus e as suas mentiras”, publicado em (1542), Lutero escreveu: “Em primeiro lugar suas sinagogas deveriam ser queimadas… Em segundo lugar, as suas casas deveriam ser destruídas e arrasadas… Em terceiro lugar, deveriam ser privados de seus livros de orações e o Talmud… Em quarto lugar, seus rabinos devem em tudo ser proibidos de ensinar sob pena de serem mortos, se não obedecerem… Em quinto lugar, os privilégios de viagens e de um passaporte para eles deveriam ser absolutamente proibidos… Em sexto lugar, deveriam ser impedidos de fazer agiotagem… Em sétimo lugar, que aos jovens e fortes judeus de ambos os sexos sejam dados manguais, enxadas, pás, machados, rocas e fusos e que eles ganhem o seu pão com o suor tirado dos seus rostos… Deveríamos expulsar os preguiçosos velhacos, dessa raça, para fora do nosso sistema… Portanto, fora com eles… E para acrescentar, caros príncipes e nobres que tem judeus em seus domínios, se este meu conselho não lhes servem, encontrem então um melhor, de maneira a que vós, e todos nós, sejamos libertos desta insuportável carga diabólica”.
Num sermão pouco antes da sua morte, Lutero clamou pela imediata e dura expulsão de todos os judeus da Alemanha. Mais tarde, os ensinamentos anti-semíticos dele seriam literalmente aplicados no III Reich. Na Alemanha, período da II Grande Guerra Mundial, seis milhões de judeus por fuzilamento; câmara de gás; envenenamento e outras atrocidades em que se é difícil de imaginar, foram assassinados sob o poder de Hitler que operava através de um regime nazista, em cujo regime aconteciam os mais bárbaros crimes”.
Livro: (A CULPA DA CRITANDADE PARA COM O POVO JUDEU).
Autora: Madre Basilea Schlink.
Página – Romanos 8: 29 – “Porquanto os que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conforme a imagem de seu Filho, para que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”. Vamos compreender melhor este versículo! Para isto, Primeiramente precisamos dizer para quem Paulo estava dizendo estas palavras. (Veja Rm. 1:7 – “A todos os amados de Deus que estais em Roma, chamados para serdes santos”). Quando Paulo usa esta expressão “… aos que de antemão conheceu…”, obviamente está se referindo a um grupo de pessoas; note bem que a expressão está no plural. Paulo está dizendo que Deus, em sua presciência, “conheceu” de antemão que um grupo de pessoas aceitaria a Palavra, e por essa razão, foi predestinado para salvação”. Deus disse em Isaías 46: 10: – “Eu sou deus e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer; e desde a antiguidade as coisas que ainda não aconteceram“.
Não há como entender corretamente o fiel pensamento de Shaul (Paulo) exposto no seu escrito contido em romanos cap. 8 vs. 29, se não por virtude de um sistema basicamente analítico nas indicações contextuais de uma junção direta entre profetismo e evangelho. Quando a textualização menciona, “os que dantes conheceu”, faz menção de um povo ao qual o Eterno YHUH se fez conhecido desde o princípio da História. A nenhuma nação, com exceção de Ysrael, foi dada uma prioridade pela qual uma escolha viesse declaradamente a se tornar realidade. Usando a forma traduzida do idioma português-brasileiro, buscarei fazer um breve resumo dessa evolução biológica desde o princípio agraciada.
“Adão – Set – Enos – Cainã – Maalalel – Járede – Enoque – Metusala – Lameque – Noé – Sem – Arpachade- Selá – Éber – Pelegue – Reú – Serugue – Naor – Terá – Abraão – Isaac – Jacó”.
No versículo 30 do mesmo capítulo mencionado pelo autor da equivocada página, a mensagem é clara: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou”.
O ensinamento de Shaul (Paulo) nesse diálogo tem seu direcionamento para uma justificação predeterminada, podendo ser vista em várias passagens dos escritos sagrados. Citando como exemplo, no livro de Yshayahu (Isaías) cap. 45 vs. 25 esse mesmo profeta diz: “Mas no Eterno será justificada e se gloriará toda a descendência de Ysrael”. Aqui não são citados romanos, egípcios, gregos ou qualquer outro povo; sim a nação israelita formada pelos descendentes naturais de Yaacov (Jacó), não ficando de fora, claro, todos os que se tornam enxertos dessa árvore.
Contradizendo a suprema vontade que decretou essa escolha, os Balaques desse presente tempo, seguindo a mesma trajetória daquele que no seu rancoroso ciúme convocou Balaão para lançar sua maldição sobre Ysrael, dão prosseguimento ao ódio, ao desprezo, ao maltrato sobre aquele que o Balaque do passado invejosamente buscava destruir.
O Eterno YHUH, porém, intercedendo em defesa do seu povo decretou a Balaão a mensagem exata que ele haveria de transmitir ao rei dos moabitas, descrita no livro de Bamidbar (Números) 23: 5 a 9: “Então o Eterno pôs a palavra na boca de Balaão, e disse: torna para Balaque, e fala assim”. E, tornando para ele, eis que estava ao pé do seu holocausto, ele e todos os príncipes dos moabitas. Então alçou a sua parábola.
“De Arão me mandou trazer Balaque, rei dos moabitas, das montanhas do oriente, dizendo: Vem, amaldiçoa-me a Jacó; e vem, detesta a Israel. Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? E como detestarei, quando o ETERNO não detesta? Porque do cume das penhas o vejo, e dos outeiros o contemplo; eis que este povo habitará só, e entre as gentes não será contado. Quem contará o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? A minha alma morra da morte dos justos, e seja o meu fim como o seu”.
Entre os três detalhes descritos no diálogo de Balaão em defesa de Ysrael, se destaca mais o que diz: “Esse povo habitará só; e entre as gentes não será contado”. Isso indica a não convivência do grego ainda grego; do romano ainda romano; ou de qualquer outro estrangeiro ainda estrangeiro no meio dessa gente, cuja convivência só será possível na existência de uma transformação dessas qualidades gentílicas, para os termos judaico-israelitas. Falando disso, Mosheh (Moisés) fez questão de mostrar a grandeza das bem-aventuranças depositadas sobre os filhos de Ysrael.
Devarim (Deuteronômio) cap. 33 vss. 28 29: “Israel, pois, habitará só, seguro na terra da fonte de Jacó, na terra de grão e de mosto; e os seus céus gotejarão orvalho. Bem-aventurado tu, ó Israel! Quem é como tu? Um povo salvo pelo ETERNO, o escudo do teu socorro e a espada da tua alteza; pelo que os teus inimigos te serão sujeitos, e tu pisarás sobre as suas alturas”.
Analisando com atenção e coerência esses requisitos proféticos, os contradizentes irão entender, a partir daí, a existência de uma prioridade israelita, diante da qual a predestinação não pode ser anulada da História. Tal iniciativa seria como pregar uma forma de prostituição contra o fundamento edificado nas vozes de todos os fiéis neviim (profetas), que pelo Eterno YHUH foram enviados.
Aproveitando a oportunidade que me proporcionou conhecer essa página não fidedigna aqui em discussão, faço questão de mostrar a seu autor a origem biológica de Shaul (Paulo), mal interpretado nos textos mencionados por ele. Esse mesmo apóstolo no cap. 11 vs. 1 dessa mesma carta, faz uma direta interrogativa: “Porventura rejeitou o Eterno o seu povo”? A qual povo ele se referiu? No mesmo versículo existe a resposta, no momento em que ele se declara israelita da tribo de Benjamin.
Eis a razão do contexto: Se ele em sã consciência declarou não está em rejeição por ser da descendência sanguínea dessa tribo descendente de Yaacov (Jacó), é óbvio que o povo não rejeitado apontado por ele, é o Ysrael biológico. Esse é o povo dantes conhecido, predestinado, justificado pela vontade do seu Elohym para ser conforme a imagem do seu filho Yaheshuah ha Mashiach (Iarrechuá o Messias), verdadeiro primogênito da ressurreição, não simplesmente um grupo de pessoas religiosas que residia na Roma dos Césares e do sistema vaticanista.
Há cego que pode enxergar; há cego que não enxerga; e há os que enxergam com um olho só. A visão quando sincera, mesmo que seja pouca não deixa de perceber a verdade. Continuando a mostrar a inegável existência de uma escolha, no livro de gálatas cap. 1 vss. 15 16, Shaul (Paulo) declara: “Mas quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua graça, revelar seu Filho em mim, para que o pregasse entre os gentios, não consultei a carne nem o sangue”.
Existe maior testemunho de predestinação do que ser escolhido desde o ventre materno para cumprimento de uma missão? Se na época de Shaul (Paulo) existiam muitas outras famílias, por que de nenhuma delas outro foi separado no mesmo condicionamento? Se não há uma escolha predeterminada, então ele falou em vão. Teria ele agido por essa forma? Afirmo que não, porque para todos os que são agraciados pela presença da Ruach (Espírito) a mensagem deixada pelo apóstolo, em verdade, é vista e recebida como fidedigna.
Num conceito próximo da perfeição, Jean Cauvin ou (João Calvino) viu esse desenvolvimento predestinável, deixando isso testemunhado em muitos de seus escritos. Deixo claro que o meu objetivo, aqui, não é bisbilhotar a vida particular desse personagem nem criticar sua forma teológica de ser, sim falar de um ponto bíblico descoberto por ele em seus estudos. Quando falo da predestinação, falo de um projeto estruturado por vontade exclusiva do Eterno YHUH, não de homens.
Voltando aos desvios da página, a sua equivocada dedução entra em contradição consigo mesma quando no cap. 1 vs. 7 de romanos define a mensagem de Shaul (Paulo), como se a mesma estivesse direcionada a um grupo de pessoas a fazer parte do concerto rejeitado pela mesma. Se a predestinação não existe, como poderiam existir em Roma pessoas portadoras dessa qualificação predestinável? Se a palavra bíblica é sim ou não, sem sombra de dúvida tal página ficou encalhada entre o não e o sim. Tal conduta fere o ensinamento do Mashiach (Messias), descrito no livro de Matyahu (Mateus) 5: 37.
Também na mesma carta cap. 11 vs. 11, Shaul (Paulo) fala sobre a condição israelita: “Digo, pois: Porventura tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum, mas pela sua queda veio a salvação aos gentios, para incitá-los à emulação”.
Por seu escolhido povo não ter andado em obediência com seus mandamentos, o Eterno YHUH condicionou o (goy) (gentio) a ser participante da promessa feita com Ysrael. Com essa oportunidade gratuita demonstrou ele a sua grande misericórdia não só para o yahudih (judeu) natural, mas para com qualquer estrangeiro que não rejeite fazer parte dessa gente como enxerto adotivo.
No seu egocentrismo, doutos teológicos não aceitam se posicionar como aprendizes do conhecimento judaico, a qualquer preço querendo forçar o povo yahudih (judeu) a conviver conforme seus ensinamentos. Essa confrontável posição gera uma falta de compatibilidade com a base primordial de uma geração dantes eleita, selada numa primogenitura de uma determinada sobrevivência. Rejeitando esse condicionamento direcionado a uma junção estabelecida, o goy (gentio) há de se tornar galho de uma árvore a ser cortada, lançada no fogo, por não se encontrar enxertado na verdadeira oliveira plantada, regada e frutífera.
“Segundo informações expressas em uma página da Wikipédia (a enciclopédia livre), exposta na Internet, o povo de Ysrael surgiu de grupos nômades que habitavam na Mesopotâmia há cerca de cinco mil anos. Esses grupos posteriormente rumaram para a região do Levante por volta do ano 2000 aec (antes da era comum)”.
Não discordando por completo dessa forma de pensar, exponho aqui algumas ressalvas direcionadas ao assunto: O início da formação genealógica do povo de Ysrael, de acordo com a História, não pode ter partido de grupos nômades que habitavam na antiga mesopotâmia, se o seu fundamento vem desde o primeiro homem a ser criado na face da terra. Sendo a nona geração de Shem (Sem), Avraham (Abraão) foi chamado para dar continuidade ao propósito objetivado na formação de um povo. O princípio dessa linhagem ganhou força a partir do terceiro filho gerado por Adam (Adão), quando então o nome do Elohym de Ysrael passou a ser invocado.
No diálogo kadosh se pode ver uma escolha direta sobre Avraham (Abraão), nas palavras ouvidas por ele “Sai-te da tua terra; e da tua parentela; e da casa de teu pai; para a terra que eu te mostrarei. “E far-te-ei uma grande nação; e abençoar-te-ei; e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção”. Bereshit (Gênesis) 12.1,2
Se não houvesse predeterminação do Eterno YHUH para com o neto de Nachór (Naor), como então nenhum outro da sua família ou da terra em que residia foi assim tão galardoado? Ainda posso afirmar: Se houve uma escolha, é obvio que houve uma desconexão entre essa e as crenças ali existentes, caso contrário Avraham (Abraão) não precisaria sair da sua própria terra para servir ao EL de Ysrael. Esse, na verdade, não faz acepção de pessoas, porém não deixa de fazer das injustas condutas que contradigam a sua fiel palavra posta no princípio, no meio e no fim de uma imutável História por ele traçada com resumo já determinado.
Pode haver alguma compatibilização kadoshl entre o obediente e o desobediente? Se isso é realmente cabível, não será impossível, então, existir igualdade entre a luz e as trevas; a crença e a descrença. Poderia tal comunhão ser possível entre essas formas diferenciadas? Para que tal possibilidade possa existir uma teria que se tornar igual à outra. A obediência não pode conviver em paz com a desobediência; nem a crença pode ser igual à descrença.
Povos Mesopotâmicos
Sumérios
Os criadores da primeira grande civilização mesopotâmica foram os sumérios. Provavelmente originaram a Ásia central, os sumérios, por volta do ano 3500 a.C., fixaram-se ao sul da Mesopotâmia, na região em que os rios Tigres e Eufrades desembocam no Golfo Pérsico. Aí estabelecidos, desenvolveram técnicas hidráulicas para armazenar a água que seria usada nos períodos de seca e para controlar as cheias dos dois grandes rios, evitando a destruição das plantações.
Os sumérios desenvolveram um sistema de leis baseados nos costumes, foram habilíssimos nas práticas comerciais e criaram o sistema de escrita cuneiforme, assim chamado porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete em forma de cunha.
Os sumérios organizavam-se politicamente em cidades-estados como Ur, Nipur e Lagash. Cidade-Estado é a comunidade urbana soberana, ou seja, uma unidade política com características de Estado soberano.
Cada uma dessas cidades era independente e governada por um patesi, que exercia as funções de primeiro-sacerdote do deus local, governador, chefe militar e supervisor das obras hidráulicas.
Depois de longo tempo de autonomia, as cidades sumerianas se enfraqueceram, devido às lutas pela gemonia política. O enfraquecimento possibilitou as invasões de vários povos semitas.
Religião
A religião mesopotâmica era politeísta e antropomórfica. Cada cidade tinha seu deus, cultuando como todo poderoso e imortal. Os principais deuses eram: Anu, deus do céu; Shamash, deus do Sol e da justiça; Ishtar, deusa do amor; e Marduk, criador do céu, da Terra, dos rios e dos homens.
Além de politeístas, os mesopotâmicos acreditavam e gênios, demônios, adivinhações e magias. Procuravam viver intensamente, pois achavam que os mortos permaneciam num mundo subterrâneo e sem esperanças de uma nova vida. Para eles a vida cotidiana e o futuro das pessoas podiam ser decretados pela posição dos astros no céu. (www.portalsaofrancisco.com.br)
Após ter saído dessa terra tumultuada por invasões, batalhas, idolatrias, Avraham (Abraão) outra vez foi visitado pela palavra do Altíssimo, a lhe prometer a vinda de um filho gerado de suas próprias entranhas, para dar prosseguimento ao kadosh concerto genealógico. Aqui se observa o valor da linhagem sanguínea.
Não podendo lhe conceber um filho por causa da sua esterilidade, Sarah (Sara) sua esposa, querendo lhe fazer feliz, ofereceu sua escrava Hagar (Agar), para que por ela ele pudesse se tornar pai. Com o nascimento de Ysmael Avraham (Abraão) pensou já ter o esperado herdeiro, não imaginando que a objetividade da promessa haveria de se cumprir um pouco mais tarde, na pessoa do seu filho Ytzchak (Isaque). Essa diferença na escolha entre o filho nascido e o que haveria de nascer, lhe foi revelada pelo próprio Eterno YHUH.
Bereshit (Gênesis) cap. 17 vss. 20 21 – “Quanto a Ismael, também tenho ouvido: Eis aqui o tenho abençoado, e fa-lo-ei frutificar grandissimamente. Doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação. O meu concerto, porém, estabelecerei com Isaque, o qual Sara te dará neste tempo determinado, no ano seguinte”.
A separada indicação de um povo nesse diálogo do Eterno YHUH é clara, quando Ysmael foi congratulado com outra promessa fora da biológica formação de Ysrael. Fato em parte semelhante aconteceu com Esaú, que além de perder a primogenitura para seu irmão foi afastado da progressão genealógica da nação israelita.
Se não há um apontamento sobre a predestinação de uma raça humana como muitos querem provar, por que o concerto não foi também para com Ysmael, Esaul e os descendentes desses? Estruturada nas torções textuais, tem gente trazendo desastrosas consequências diante do aprendizado bíblico por confusões dedutivas, causando graves desvios interpretativos.
Tendo Yaakov (Jacó) recebido a primogenitura de seu irmão, essa foi confirmada pela bênção de seu pai Ytzchak (Isaque). Bereshit (Gênesis) 28: 3 4. A escolha de Yaakov (Jacó) Foi por vontade de quem? Teria sido por interferência de seus pais, ou do próprio YHUH? A resposta encontra-se no cap. 1 vss. 2 3 do livro de Melakyah (Malaquias); e cap. 9 vs. 13 da carta de Shaul (Paulo) aos romanos.
Aquele que na sua obscuridade ver na predestinação de um povo uma forma injusta de procedimento, diga-me: se sou dono de trinta ovelhas e resolvo separar doze para minha propriedade particular, tenho ou não autoridade para fazer isto? Então, há injustiça da parte do Eterno El por ter separado um povo dentre todos os outros povos por ele criados? Será que a ovelha tem autoridade para dizer ao seu dono o que ele deve fazer? Como já foi mostrado anteriormente, o cap. 9 responde.
Se o Eterno Elohym separou os descendentes de Yaacov (Jacó) para sua propriedade particular, o estrangeiro, em agradecimento a ele por ter obtido a oportunidade de se tronar enxerto, deve se dá por satisfeito em ter a chance de no meio desse povo poder habitar. Porém, isso não depende do que quer, ou do que corre, mas do EL de Ysrael que o escolhe por seu chamado.
Na trajetória do teologismo a descendência de Ysrael implacavelmente tem sido menosprezada, questionada, perseguida e até mesmo condenada por ineptas mentes a se lembrar de suas desobediências, de seus castigos, de seus fracassos, mas nunca conseguindo detectar as muitas virtudes nela depositadas. Já que essa desconexa propagação não consegue ouvir as vozes do profetismo justo, citarei alguns textos referentes à libertação israelita estabelecida pela promessa provinda da própria boca do Eterno YHUH, na viva esperança de que dentre os obstinados alguns venham a se converter de seus desvios.
Ezequiel cap. 39 vss. 21 a 29 – “E eu porei a minha glória entre as nações, e todas as nações verão o meu juízo, que eu tiver executado, e a minha mão, que sobre elas tiver descarregado. E saberão os da casa de Ysrael que eu sou o Eterno seu Elohym desde aquele dia em diante. E as nações saberão que os da casa de Ysrael, por causa da sua iniqüidade, foram levados em cativeiro, porque se rebelaram contra mim, e eu escondi deles a minha face, e os entreguei nas mãos de seus adversários, e todos caíram à espada. Conforme a sua imundícia e conforme as suas prevaricações usei com eles, e escondi deles a minha face. Portanto assim diz o Eterno YHUH: Agora tornarei a trazer os cativos de Jacó. E me compadecerei de toda a casa de Ysrael; terei zelo pelo meu santo nome. E levarão sobre si a sua vergonha, e toda a sua rebeldia, com que se rebelaram contra mim quando eles habitavam seguros na sua terra, sem haver quem os espantasse. Quando eu os tornar a trazer de entre os povos, e os houver ajuntado das terras de seus inimigos, e for santificado neles aos olhos de muitas nações. Então saberão que eu sou o Eterno seu El, vendo que eu os fiz ir em cativeiro entre as nações, e os tornei a ajuntar para voltarem à sua terra, e nenhum deles excluí. Nem esconderei mais a minha face deles, quando eu houver derramado o meu espírito sobre a casa de Ysrael, diz o Eterno”.
Vs. 21 – No tempo da prometida redenção de Ysrael, a glória do Eterno YHUH há de se estabelecer no meio desse povo aos olhos de todos os goym (gentios), ainda não convertidos a israelitas. Nesse dia de libertação, salvação, descanso, saberá esses do grande amor de YHUH depositado sobre a semente de Avraham, Ytzchak e Yaakov. (Abraão, Isaque e Jacó). No livro de Yoel (Joel) cap. 2 vs. 27 tal testemunho pode ser visto na palavra do Elohym Eterno: “E vós sabereis que eu estou no meio de Israel, e que eu sou o Eterno YHUH vosso El, e ninguém mais; e o meu povo não será envergonhado para sempre”.
O juízo do Eterno YHUH sobre todas as nações será uma total destruição por terem rejeitado seu povo, como já foi esclarecido no cap. 30 vss. 10,11 do livro de Yrmeyahu (Jeremias). Tomando por referência os versículos acima, se pode afirmar que no julgamento divino Ysrael estará exaltado e todas as nações se prostrarão envergonhadas, devido a falto de reconhecimento sobre a predestinação do primogênito.
Vs. 22 – Em toda sua trajetória, os descendentes naturais de Ysrael têm buscado não se afastar nome do seu Elohym onde habita sua esperança em herdar a terra prometida. Sem dar ouvidos ao sábio conselho do Eterno visto no livro de Yrmeyahu (Jeremias) cap. 10 vs. 2, muitos que vieram a nascer dentre as nações têm aprendido seus costumes estrangeiros, chegando mesmo a invocar outros elym (deuses) através do aprendizado de denominações não pronunciadas por seus pais. Com isto, têm recebido ensinamentos vindos de muitos costumes pagãos, cumprindo assim a palavra de advertência em Devarim (Deuteronômio) cap. 31 vs. 16.
Não obstante esse desvio, os descendentes do Ysrael natural junto com o enxerto passarão a ter conhecimento do nome do seu Criador, como se acha escrito no livro de Yeshayahu (Isaías) cap. 52 vs. 6 na promessa feita pelo Altíssimo Criador: “Portanto o meu povo saberá o meu nome, por esta causa, naquele dia; porque eu mesmo sou o que digo: Eis-me aqui”. Então se cumprirá o anunciado no versículo de Ezequiel aqui em definição, sobre todo aquele a quem o Tetragrama representativo do nome do Elohym de Ysrael estiver interiormente revelado.
Vss. 23 24 – Esses versículos têm suas colocações dentro de uma maior proximidade com os pensamentos gentílicos, no espectro de um julgamento errôneo, crítico, invejoso, ilógico, de uma visão adquirida pelos apartados de Ysrael. Nessa tosca obscuridade interpretativa, crimes inexistentes têm sido apontados; descasos amplos têm se proliferado; acusações e condenações estão amplamente submissas ao orgulho; tudo numa guerra religiosa onde os bombardeios do individualismo são direcionados a um sistema não aceito pelos que repudiam à nação eleita.
Conhecer as deficiências da trajetória israelita sempre foi algo da observação conceitual dos goym (gentios), tendo eles boa visão para enxergar estas coisas, só não tendo para compreender as bênçãos relacionadas que hão de vir, no tempo determinado, sobre a remanescência de todas as gerações provenientes de Ysrael.
Quando isto acontecer, as nações irão se envergonhar diante da repreensão do apóstolo Shaul (Paulo): “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus que os justifica”. Cego pelo orgulho, pelo fanatismo, o goy (gentio) apartado de Ysrael quer de qualquer forma impor uma justificação fora da pendência decretada, rompendo os limites antes promulgados. A quem Shaul se referiu como escolhidos? O próprio Elohym no livro de Yshayahu (Isaías) cap. 44 vs. 1, diz: “Agora, pois, ouve ó Jacó, servo meu, e tu ó Ysrael, a quem escolhi”. A partir dessa revelação espero que os apartados de Ysrael, aqueles que na dureza de coração ainda aceitam fazer parte do povo da promessa, passem a conhecer a básica referência dessa gente. Se essa é a vontade do ETERNO desde o princípio, que ela seja recebida, amada, vista com honra, não sendo jamais rejeitada.
Vss. 25, 26, 27 – Mesmo estando espalhados entre as nações, todos os israelitas naturais acham-se protegidos pela promessa de um esplêndido retorno, alicerçada na grande compaixão do seu fiel protetor que tem zelo por esse povo, chamado pelo seu nome. No tempo previsto todas as desobediências da nação eleita serão apagadas, por um perdão já dantes estabelecido pela própria boca do seu Elohym Olam como nos é mostrado nesse mesmo livro profético cap. 37, vss. 21, 22, 23.
“Eis que eu tomarei os filhos de Ysrael de entre as nações, para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra. E deles farei uma nação na terra, nos montes de Israel, e um rei será rei de todos eles; e nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos. E nunca mais se contaminarão com os seus ídolos, nem com as suas prevaricações, e os livrarei de todos os lugares de sua residência, em que pecaram, e os purificarei; assim eles serão o meu povo e eu serei o seu El”.
Embora já esteja plenamente agraciado pela eterna benevolência, Ysrael se sentirá envergonhado da sua rebeldia com que trilhou o caminho da desobediência para com o imenso amor a ele dedicado, que agora lhe faz ver e entender a firmeza dum concerto inquebrantável. Unicamente por esse amor, essa gente será tirada de entre nações não sendo mais entre elas contada, porquanto habitará só. Então o Eterno YHUH mostrará sua santidade no meio do seu povo Ysrael aos olhos de todos os que rejeitaram seu eleito primogênito, quando por esse perfeitam
CONTINUAÇÃO:
perfeitamente for exaltado com cânticos de louvores
Vss. 28, 29. – Já no cumprimento da promessa, todos os descendentes de Yaacov (Jacó) se erguerão vitoriosos a tomar posse da terra prometida, na qual todos herdarão a salvação sem a exclusão de nenhum deles. A partir desse momento por toda uma eternidade, os herdeiros da promessa estarão com a kadosh Torah (santa Lei) do seu Elohym escrita em seus corações, para que não possam mais pecar.
Sem querer ouvir a palavra posta na boca de Balaão, os Balaques desse tempo querem por determinação própria amaldiçoar a quem o Eterno YHUH não amaldiçoa; desprezar a quem ele não despreza; anular a quem por ele não é anulado; sim abençoado. Não aceitando essa realidade constituída, os defensores de uma fé não profética se firmam indevidamente em conceitos extrínsecos da justa contextualização, sem jamais aceitar que o eterno reino, por herança, é dos filhos de Ysrael.
Pode a fiel promessa do Eterno YHUH, ser invalidada? Dou testemunho que não. Infelizmente, mestres e doutores de nossos dias a estão invalidando, na busca de uma eterna salvação por uma graça desconexa da mesma. O homem agraciado para receber a vida eterna, tem dentro de si a viva confiança de que entrará na terra da herança, pelo que foi prometido a Avraham (Abraão) e sua semente.
A existência de uma divina predestinação decretada sobre um povo não deve de forma alguma ser anulada, visto se achar firmada na palavra brotada da própria boca do Elohym de Ysrael a determinar essa prioridade genealógica. Se alguém a rejeitar, que o faça, se tornando assim parte do anti-semitismo grego-romano já espalhado entre as nações na forma de vinho prostituinte, que a muitos está embriagando, desviando, condenando.
HONRA, PODER E GLÓRIA SEJAM PARA י ה ו ה YHUH, o único que pode salvar.
BARUCH RABÁ B’ SHEM י ה ו ה YHUH.
BLOG: falandoporysrael.blogspot.com
BLOG: alertaisraelita.blogspot.com
ATENCIOSAMENTE,
YAHOSHAFAT BEN YAACOV.
SHAUL E A LEI
PEQUENA BIOGRAFIA
Descendente de família israelita pela tribo de Benjamin (Romanos 11: 1), Shaul (Paulo) nasceu em Tarso na Cilícia no início da era cristã. Sendo discípulo do Rabino Gamaliel (Atos 22: 3), tornou-se exímio conhecedor dos escritos da Torah, destacando-se entre o judaísmo farisaico como seguidor e capacitado intérprete da Palavra do ETERNO. Por volta do ano trinta e seis (36) passou a ocupar a posição de severo perseguidor dos adeptos da religião dos netzarim (nazarenos), encerrando essa jornada quando, segundo se pode ver em Atos capítulo 9, teve uma visão de uma voz que do alto lhe falou e de uma luz que o deixou cego.
A partir desse acontecimento, seguiu para Damasco onde foi batizado por Ananias, dando assim início à sua fé que futuramente, por traduções várias, passou a ser reconhecida como símbolo do cristianismo. Se ele seguiu a meta religiosa dos netzarim (nazarenos), adquiriu essa forma denominativa, o que na lógica o não qualifica como cristão.
Poderia falar aqui muito mais desse apóstolo às vezes tão criticado; elogiado; tomado por culto; ignorante; lúcido; louco; por divergentes opiniões a seu respeito. Todavia, retornarei a seus escritos epistolares buscando desvendar a objetividade contida em cada um de seus pensamentos, alvo de conceitos descritivamente mal estruturados. Não devemos de forma alguma esquecer seu alerta contido no cap. 1 vss. 26 27 de sua primeira carta aos coríntios, pelo qual ele nos transmite uma verdadeira aula.
Romanos cap. 6 vs. 14 – “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça”.
O que significa está debaixo da lei? No julgamento dos transgressores isso quer dizer está a guardá-la, quando aí não se encontra a correta interpretação contida na objetividade do apóstolo. Andar nessa condição é viver contrário aos fiéis decretos de י ה ו ה YHUH, tendo em vista que a lei não é para quem os pratica e sim para quem os transgride.
Quando alguém comete adultério, mata, rouba; quem comete tais delitos fica posicionado acima ou abaixo da justiça? Respondendo por seu crime, estará submisso a ela pela qual será julgado, ou até mesmo condenado. Ficar acima da lei, significa andar em obediência para com todos os mandamentos dados por י ה ו ה YHUH, destinados a nos afastar das transgressões.
Como poderá o ser humano se dizer agraciado, se não estiver de acordo com os preceitos da lei? A pessoa é tocada pela graça, quando recebe o entendimento para conhecer o verdadeiro nome do Eterno; para ter obediência aos mandamentos da fé; e ter a sábia visão para que possa ter em si o concerto estabelecido. Sem essas qualificações, quem se disser está na graça não estará falando a verdade. “À lei e ao Testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva”. Yshayahu (Isaías) 8: 20. Ora, quem não ver a alva, não ver a luz; quem não ver a luz, não ver a salvação; e não vendo a salvação, não verá também a vida eterna.
Romanos cap. 3 vs. 28 – “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei”.
Parecendo não concordar com essa mensagem de Shaul aos romanos, vemos o cap. 2 vss. 24 26 da carta de Tiago: “Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé. Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta”. Em quem devemos confiar? Qual dentre os dois apóstolos pregou a verdade? Antes de qualquer resposta, é preciso entender o raciocínio de Shaul referente ao significado de obras da lei.
Ainda na mesma carta aos romanos no cap. 7 vs. 5, ele esclarece: “Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, obravam em nossos membros para darem fruto para a morte”. Aqui começa o desvendar da interpretação numa frase: “As paixões dos pecados que são pela lei”. Nessa colocação frasal, se pode ver o correto raciocínio do apóstolo.
Vendo obras da lei como violação aos mandamentos, No cap. 7 vs. 7 do mesmo escrito aos romanos ele faz outro esclarecimento: “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência se a lei não dissesse: Não cobiçarás”. O raciocínio do apóstolo é claro: A lei não é pecado; mas esse, quando cometido, torna-se uma obra dela por contradizer a obra da fé: “Não cobiçarás”. Em gálatas cap. 3 vs. 10, com maior aprofundamento ele explica de forma mais clara.
“Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”.
Está debaixo da maldição é guardar os mandamentos dados por י ה ו ה YHUH? Que tal forma de pensar nunca se aproxime dos que pela obediência buscam lhe servir. Não estando de pleno acordo com os decretos altamente ordenados, obviamente a pessoa estará debaixo das obras da lei causadas pelas transgressões. Essas obras, nada têm a ver com as obras mencionadas por Tiago no cap. 2 vss. 24 26 de sua carta.
Quando ele diz que a fé sem obras é morta, fala das obras resumidas na obediência dos decretos ordenados pelo Altíssimo. Ninguém condene Shaul por definir os pecados como obras da lei; nem a Tiago por definir que sem o cumprimento das obras a fé é morta, porque ambos estão corretos em suas formas de ensinar. Obras da lei: pecados por transgressões. Nessas, justificação não há. Obras da fé: Zelo pelos mandamentos. Nessas, o ser humano é justificado por aquele que as criou.
Romanos cap. 7 vs. 22 – “Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus”.
Eis aqui a resposta de Shaul para todos os que o acusam de ter tachado a lei de lixo, que extrapolam dedutivamente o texto contido em filipenses 3: 7 8. O que ele considerou como perda por não mais ter nenhuma serventia para ele? Vejamos o versículo seis: “Segundo o zelo, perseguidor da igreja; segundo a justiça que há na lei, irrepreensível”. Eis o pano de fundo da verdade: Ele que se achava irrepreensível em sua conduta para com a lei, foi cúmplice na morte de Estevão e perseguidor dos pobres, violando dois mandamentos: “Não matarás; e ama ao teu próximo como a ti mesmo”.
Nesse seu quebrantamento, Shaul viu seu entendimento fracassar. Assim, diante da sabedoria que lhe veio por meio do Ruach Kadosh (Espírito Santo), considerou como lixo a sabedoria carnal que adquirida através da letra; e o poder de perseguir que recebera de um pequeno número de invejosos que se deixavam guiar pela rigidez e não pelo amor da lei. Você que está tendo a humildade de acompanhar esse estudo, julgue: Poderá você considerar por lixo uma coisa, pela qual, interiormente tenha grande prazer? Tem gente adoçando com sal e salgando com açúcar.
Versículo 6 – “Mas agora estamos livres da lei, pois morremos para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra”.
Na convicção de Shaul a liberdade perante a lei seria por anulação da mesma? Esse jamais poderia ser o seu pensamento, como se pode ver através de outros textos deixados por seus ensinamentos apostólicos. No seu primeiro escrito destinado a Timóteo cap. 1 vs. 8, ele deixa claro a situação da lei repudiando todo e qualquer conceito contra ela: “Sabemos, porém que a lei é boa, se alguém dela usa legitimamente”. E ainda na mesma textualização: “Sabendo isto que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas, para os fornicários, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina”.
Poderá existir sã doutrina onde a justiça não se fizer presente? Ou, poderá existir alguma justiça se não houver cumprimento da sã doutrina? Creio ser isso impossível, ilógico, não aceitável na compatibilização estruturada de uma contextualização fidedigna, onde as duas andam de mãos dadas.
Não trazendo seus perfeitos ensinamentos ao coração com deve ser feito, muitos estiveram e outros ainda estão na observação única da letra. Com a promessa da vinda do Ruach (Espírito) sobre toda a carne da descendência de Ysrael, como mostra Yoel (Joel) no cap. 2 vss. 28 29 do seu livro, a lei aos poucos está saindo da escrita exterior para uma interior nas mentes dos eleitos, agora servindo a י ה ו ה YHUH na novidade instrutiva do Ruach Kadosh (Espírito Santo), não na velha confiança de um aprendizado carnal.
Mesmo sabendo não ser merecedor de tão grande misericórdia, tenho viva confiança de que serei salvo por essa eterna graça, a qual me tem concedido permanecer firme na obediência para com os divinos decretos que me matou para o mundo, para que pudesse viver através de Yaheshuah ha Mashiach (o Messias). Agora nesse meu novo estilo de vida, por ele canto verdadeiros louvores ao nome do Eterno não mais pelo aprendizado da letra, que estava em mim, mas pela presença do seu Ruach Kadosh que me tocou. Agora posso entender que a lei é para quem mata; furta; adultera; viola o shabat (sábado); e quebranta qualquer mandamento decretado pela boca de י ה ו ה YHUH.
Versículo 7 – “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum; mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás”.
Abrindo espaço para uma justa visão sobre a sua objetividade posta nesse versículo, Shaul busca mostrar a lei na sua utilidade esclarecendo que de modo nenhum ela deve ser vista como pecado, sim como fiel instrução para que por ela possa esse ser revelado. Guiado por tal raciocínio ele mostra sua frágil condição de não poder conhecer a concupiscência, se a lei, por seu mandamento, não lhe dissesse: “Não cobiçarás”.
Da mesma forma, os que buscam honrar a י ה ו ה YHUH poderiam furtar; adulterar; matar; se pela lei também não fossem advertidos: “Não furtarás; não adulterarás; não matarás”. Não tendo discernimento disto pelo lado espiritual, muitos têm tropeçado na visão quando deduz a lei como ponto de escravidão, julgando a mesma não mais necessária para obediência da Palavra.
Tudo isto acontece, por repúdio ao semitismo que recebeu do Eterno י ה ו ה YHUH os ensinamentos da Torah (Lei), os quais permanecem em vigor para sempre. Ensinando que não se deve cometer adultério; adorar imagens; não estariam os contradizentes por essa forma agindo a favor da lei? Prevendo uma ruptura que haveria de vir, no cap. 2 vss. 10 11 de sua carta, o fiel apóstolo Tiago adverte sobre o que acontece a quem age por essa forma.
“Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares estás feito transgressor da lei”.
Aquele que diz praticar nove mandamentos, na violação do shabat (sábado) não é a lei transgredida também por ele? Obviamente sim, porque o mesmo que determinou esses, também disse: “Lembra-te do dia do shabat (sábado) para o santificar”. Quebrantando, então, o kadosh (santo) dia do repouso, o que assim pratica indubitavelmente trona-se transgressor daqueles que julga seguir.
Versículo 9 – “E eu, nalgum tempo, vivia sem lei; mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado e eu morri”.
Em qual tempo Shaul viveu sem a lei? Se levarmos em conta o segundo maior mandamento: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”, não é difícil imaginar o tempo em que ele dela permaneceu afastado. Tendo recebido carta branca para perseguir, prender, até mesmo matar todos que tinham se aderido ao Mashiach, ele que na confiança de seu aprendizado julgava está em defesa da lei, na prática estava em violação para com a mesma. Isso, porque se deixava guiar por uma sabedoria firmada no seu aprendizado carnal.
Sendo cúmplice na morte de Estevão, ele rompeu com o mandamento que diz: “Não matarás”, deixando aí as obras da fé para se tornar submisso às obras da lei. Tocado pelo Ruach Kadosh do Eterno י ה ו ה YHUH que lhe concedeu novo entendimento, recebeu a escrita no seu coração passando a partir daí a obter o verdadeiro zelo pelas obras da fé, resumidas nos fiéis decretos da eterna lei do Criador do Universo.
Com esse renovado discernimento, ele que se julgava defensor da lei logo se viu morto pelo pecado, no exato momento em que o justo mandamento “Não matarás” se revelou no seu interior, lhe fazendo ver a sua dupla característica de seguidor e quebrantador da lei. Como mostra o versículo 24, temendo pela sua situação ele clamou interrogando: “Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo dessa morte”? Já na inspiração do Ruach Kadosh ele reconhece que só pelo Mashiach sua dívida seria paga, para uma libertação lhe ser concedida. Nesse reconhecimento, como diz o versículo 25, ele dá graças a י ה ו ה YHUH por ter recebido a graça salvadora por intermédio do seu intercessor, que o libertou da lei do pecado o agraciando com novo entendimento, que passou a lhe revelar o amor e não a dureza da lei.
Como testemunho da sua fidelidade guiada por seu novo conhecimento, em atos cap. 24 vs.14 repreendendo aos que sem entendimento lhe acusavam, desabafou perante o Governador Félix: “Mas confesso-te isto: Que conforme aquele caminho que chamam seita assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas”.
Se esse apóstolo na sua missão acreditava em tudo quanto estava escrito na lei, iria isolar o shabat (sábado) dado pelo próprio Altíssimo? E se acreditava em todos os escritos dos profetas, combateria a circuncisão? Se assim o fizesse estaria em contradição consigo mesmo, por onde seu testemunho não poderia ser aceito como fidedigno. Parabenizo a Shaul pela sabedoria que do alto lhe veio, compreendida por poucos e extrapolada por muitos. Na sua nova jornada de homem espiritual ele declara ter prazer na lei, mostrando com isso a fidelidade para com a mesma que jamais veio a ser abolida por sua conduta missionária. Sejamos coerentes: Pode alguém interiormente ter prazer numa coisa por si anulada? Só nos prazerosos das torções isso pode ser possível.
Contradizendo aos que lhe colocam como opositor da lei, mostrou que essa está no seu interior, alojada no seu coração, na sua mente, tendo por ela prazer conforme as obras da fé, resumidas na obediência. Esse é o Shaul convertido pela misericórdia de י ה ו ה YHUH, que lhe fez compreender a essência da verdade. Para que não haja mais julgamento precipitado contra esse apóstolo descendente de Benjamin, além do que aqui já foi mencionado a seguir mostrarei outros de seus ensinamentos
Versículo 3 – “Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o espírito”.
Tendo fracassado diante de muitos dos mandamentos da fé, a carne tornou a lei enferma pelas rupturas nela provocadas, não podendo de forma alguma trazer por si mesma a justificação redentora. Todos, na sua maneira de pecar, contribuíram com a sua enfermidade através das transgressões. Sem poder de si mesma corrigir seus transgressores, cada ruptura nela se erguia como ponto de acusação sobre os que lhe feriram, os levando a uma “condenação”.
Tendo prometido a Avraham, a Yitzhak e a Yaakov (a Abraão, a Isaque e a Jacó) a herança da terra prometida aos descendentes destes, י ה ו ה YHUH precisava da conversão de Ysrael para que sua promessa fosse cumprida. Então, para que os pecados do seu povo fossem perdoados, enviou seu Filho Yaheshuah há Mashiach para que a justiça fosse cumprida por ele, libertando assim o seu povo do jugo da escravidão.
Tendo cumprido justamente toda a lei, logo ele matou o pecado que estava alojado na carne de seus irmãos, o condenando, para que eles ao mesmo não retornassem. Como deter esse terrível retorno? Através das obras da fé, fiéis mandamentos, para que as obras da lei não mais pudessem se manifestar.
Por isso ele deu testemunho “Eu não vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir”. E quanto ao nosso dever de observá-la, ele ensinou: “Nem um só jota ou til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”. E de que a vida eterna depende da obediência para com a lei, disse ao jovem que o interrogara: “Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos”. Matyahu (Mateus) 5: 17 18; 19: 17.
Os que andam segundo a carne não se deixam sujeitar pela kadosh (santa) lei, pois neles diariamente operam desonra, homicídio, adultério, idolatria, falso testemunho, furto, ódio, cujos delitos não lhes permitem entrar na obediência das obras da fé. Já nos que valorizam a graça pela qual nossas transgressões foram apagadas, a justiça da lei deve vigorar, só sendo isto possível pelos mandamentos da fé.
Embora não havendo merecimento algum de nossa parte, a graça nos veio como perdão para nos libertar das obras da lei, ou seja, da presença dos pecados induzidos por nossas transgressões, quando por essas andamos todos apartados da vontade do Altíssimo. Essa liberdade nos matou para o mundo, nos reconciliando interiormente com י ה ו ה no amor do seu Filho י א ה שׁ ו ע ה YA He SHUAH Ha Mashiach, o qual tomou todas as nossas enfermidades espirituais tirando-as de nós.
NOTA: O e posterior ao primeiro H, é uma semivogal que produz o som da letra ה (Hê).
A ESCRITA: YAHSHUAH. ——— A PRONÚNCIA: YA HE SHUAH.
Estando uma pessoa presa por matar ou roubar, diante do ato que praticou merece a liberdade? Digo que não. Porém, se alguém dela se compadecendo contratar um advogado e a libertar, se após esta liberdade ela retornar ao crime não será novamente punida pela lei? Sim, visto ter retornado ao erro que lhe havia feito prisioneira sob o jugo da desobediência.
Pela mesma forma, se a graça veio para nos libertar das acusações da lei que nos fazia prisioneiros devido nossos pecados, voltando a transgredir os mandamentos da fé não estaríamos em rejeição para com a mesma? Sem nenhuma dúvida. Isso provocaria de imediato nosso retorno à condição de escravos, por outra vez aceitarmos a transgressão.
O homem quando tocado pela graça, recebe o perfeito entendimento para conhecer e obedecer a Kadosh (santa) lei do Eterno, sendo essa também a fé testemunhada por todos os neviim (profetas) que dessa mesma graça foram participantes. Sendo agraciados pela misericórdia do alto, permaneceram firmes nas obras da fé, provando assim que não existe a lei sem a graça e a graça sem a lei, mas, que as duas caminham de comum acordo.
Como raciocinou Shaul, a enfermidade da lei para nós agora deixou de existir pela libertação que nos veio do Altíssimo, através do seu Mashiach, que nos conduziu novamente ao caminho da justiça. Em toda essa libertação, uma coisa é certa: só a misericórdia do alto é que pode nos livrar das nossas desobediências, nos fazendo compreender a verdade que liberta.
Colossenses cap. 2 vss. 16 17 – “Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados. Que são sombras das vindouras, mas o corpo é de Cristo”.
Antes de formar qualquer conceito sobre esse diálogo direcionado aos fiéis em Colossos, faço questão de trazer o raciocínio do apóstolo diante de outro testemunho vindo diretamente da boca do Eterno י ה ו ה YHUH, para que se tenha uma definição justa diante da realidade do ensino.
Yshayahu (Isaías) cap. 66 vss. 22 23 – “Porque, como os céus novos e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante da minha face, assim há de está a vossa posteridade e o vosso nome. E será que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até ao outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o ETERNO”.
Seguindo a orientação do primeiro versículo da forma textual acima, não há como não se observar que há um tempo decretado para cumprimento dessa profética mensagem, cuja realização terá continuidade num novo reino onde céus novos e uma nova terra hão de vir. Se ainda estão por vir, logicamente são coisas vindouras. Sendo que o shabat de י ה ו ה YHUH equivale a um ano, distante da perfeição celestial o do ser mortal é apenas uma figura firmada semanalmente, até que estejamos na imortalidade.
Quando a sombra de uma pessoa vem adiante, nos avisa da chegada de sua perfeita forma até que já tenha passado. Da mesma forma, de acordo com o raciocínio de Shaul o shabat (sábado), a lua nova e as outras festas também são sombras das vindouras que hão de vigorar no reino eterno, devendo assim ser cultivadas como memoriais dessas.
Quando se pergunta para quem o apóstolo direcionou a sua carta, de forma generalizada a resposta é: “Para os Colossenses”. Quando observada no seu início ela indica ter sido direcionada aos fiéis irmãos em Colossos, não a toda população ali existente. Colossenses 1: 1 2. Essas pessoas fiéis tinham algo especial para serem lembradas pelo apóstolo: Eram cumpridoras da palavra de י ה ו ה YHUH, o que as diferenciavam das demais.
Se hoje viesse uma carta do profeta Yshayahu (Isaías) com destino aos fiéis existentes no Brasil, estaria tal carta se referindo a todos os habitantes deste país? Se fosse por essa forma, todos os que vivem a cometer homicídio, idolatria, bruxaria e outras profanações estariam incluídos nessa fidelidade.
Os que assim procedem, guardam as festas de י ה ו ה YHUH? Guardam seu kadosh shabat (santo sábado)? Crê no seu perpétuo concerto da circuncisão? Obviamente não! Então, a quem essa carta estaria sendo dirigida? Aos que se dizem kadoshim (santos), praticando as mesmas rejeições? Logicamente não. Tal carta estaria endereçada aos que mantém o zelo pelas obras da fé, as quais se encontram resumidas em todos os mandamentos dados por י ה ו ה YHWH, único Criador e Adon (Senhor) do Universo.
Da mesma forma que os fiéis hoje são criticados, os irmãos dessa mesma fé, lá em Colossos, passavam pelas mesmas críticas ou até piores. Buscando confortá-los por uma fiel demonstração de que os mandamentos da fé não deveriam ser deixados de lado, Shaul, tendo zelo por todos eles advertiu: “Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados. Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de “Cristo”.
Com essa sua mensagem ele não só encorajou aos que estavam na fé dos profetas, como também ao mesmo tempo enviou uma dura repreensão a todos os que não se deixavam sujeitar perante os mandamentos da lei do Eterno. Esses, eram os infiéis que criticavam e perseguiam os fiéis cumpridores dos decretos da fé, que uma vez foi dada aos kadoshim (santos).
Torcidas visões têm posto Shaul diante de duas posições constrangedoras: a maioria dos que seguem a lei por vê-lo como perseguidor desta; e os que a rejeitam, por vê-lo como abolicionista da mesma. Para ambas as partes, afirmo que Shaul jamais buscou perseguir ou abolir a lei do Eterno י ה ו ה (YHUH) através de sua conduta e de seus ensinamentos, estando isso evidenciado em suas próprias palavras não vistas corretamente.
Em momento nenhum deixou ele de falar bem da lei do Altíssimo; de honrar o seu kadosh shabat; (santo sábado); de se posicionar inteiramente a favor da circuncisão; enfim, de está em obediência com toda a palavra professada pela boca do Elohym (D’us) de Ysrael. Ser contrário a isto é não ter uma visão adequada sobre a sua evangélica missão.
Para os que honram a lei desprezando a graça, ele é tido por falso profeta. Para os que dizem honrar a graça sem honrar a lei, o reconhecimento para com ele torna-se o mesmo. Quanto aos que aceitam esses dois requisitos numa junção coerente, têm esse apóstolo numa qualidade fidedigna dentro de sua grande trajetória missionária, numa visão aberta para compreender que tudo quanto ele ensinou em nada foi profano.
Romanos cap. 3 vs. 31 – “Anulamos a lei pela fé? De maneira nenhuma; antes estabelecemos a lei”.
É de se estranhar Shaul instruindo aos gálatas o não cumprimento para com a lei de י ה ו ה YHUH, quando demonstra ensinar aos romanos que a lei não deve ser anulada diante da verdadeira fé. Estaria ele a pregar duas formas de evangelho? Digo que não, pois dessa forma estaria criando obstáculos entre romanos e gálatas. Na verdade, seus ensinamentos se revelam contrários a um romanismo inimigo do profetismo justo. Vendo a desprezível conduta desse sistema romanista, no cap. 7 vs. 12 de sua carta aos romanos ele adverte: “E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo, e bom”.
Parecendo contradizer essa textualização aparece o vs. 11 do cap. 3 do livro de gálatas: “E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé”. Se para os romanos o guardar a lei é sinônimo de justificação e para os gálatas ela não justifica, onde Shaul falhou? Estaria ele, diante dos gálatas, a se desviar da verdade? Que tal dedução, em tempo algum, venha se proliferar nos estigmas da coerência, para que o petróleo não possa tingir a fonte do remanescente de Ysrael.
Para que o tropeço não mais venha está diante da eleita remanescência israelita, eis aqui a compatível explicação: vendo Yshayahu (Isaías) cap. 45 vs. 25, romanos cap. 8 vs. 33, se pode ver que a justificação vem unicamente do Eterno י ה ו ה YHUH, sendo isso exemplificado em Avraham (Abraão) quando a recebeu. Uma pergunta: Nosso pai Avraham foi justificado estando em obediência ou desobediência para com a lei? Em Bereshit (Gênesis) cap. 26 vs. 5 se tem a resposta.
“Porquanto Abraão obedeceu à minha voz, e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos, e as minhas leis”.
Nesse contexto Shaul demonstrou aos gálatas uma justificação vinda da misericórdia do Eterno י ה ו ה YHUH sem anulação da lei, a qual não foi feita para justificar e sim para corrigir. Isso resume o ensinamento dele direcionado aos romanos, ficando a lição de que qualquer ser humano é justificado pelo Altíssimo não por simplesmente ouvir a lei, mas por praticá-la.
Será que em filipenses 3: 8, como muitos deduzem, Shaul tratou a lei de lixo? Depois de ter observado tudo que aqui foi dito sobre ele, você, que teve a humildade de acompanhar esse estudo até agora, tire sua conclusão. A minha, assim se resume: O que Shaul considerou como lixo, foi a sua confiança carnal de ser profundo conhecedor da lei; e o poder que adquirira para perseguir, prender e destruir os que não andavam conforme seu jeito de ser antes que a renovação lhe tocasse. Nessa sua confiança, ele que zelava da lei se fez transgressor, sendo cúmplice na morte de Estevão e de outros que viram a prisão e a morte por causa da sua dura perseguição. Quando passou a ver a lei através do amor e do perdão, considerou como lixo seu aprendizado rabínico. Jamais ele tachou a lei de lixo, mas a teve como kadosh. Romanos 7: 12.
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ATENCIOSAMENTE,
YAHOSHAFAT BEN YAACOV.
SHAUL E A CIRCUNCISÃO
PEQUENA BIOGRAFIA
Descendente de família israelita pela tribo de Benjamin (Romanos 11: 1), Shaul (Paulo) nasceu em Tarso na Cilícia no início da era cristã. Sendo discípulo do Rabino Gamaliel (Atos 22: 3), tornou-se exímio conhecedor dos escritos da Torah, destacando-se entre o judaísmo farisaico como seguidor e capacitado intérprete da Palavra do ETERNO. Por volta do ano trinta e seis (36) passou a ocupar a posição de severo perseguidor dos adeptos da religião dos netzarim (nazarenos), encerrando essa jornada quando, segundo se pode ver em Atos capítulo 9, teve uma visão de uma voz que do alto lhe falou e de uma luz que o deixou cego.
A partir desse acontecimento, seguiu para Damasco onde foi batizado por Ananias, dando assim início à sua fé que futuramente, por traduções várias, passou a ser reconhecida como símbolo do cristianismo. Se ele seguiu a meta religiosa dos netzarim (nazarenos), adquiriu essa forma denominativa, o que na lógica o não qualifica como cristão.
Poderia falar aqui muito mais desse apóstolo às vezes tão criticado; elogiado; tomado por culto; ignorante; lúcido; louco; por divergentes opiniões a seu respeito. Todavia, retornarei a seus escritos epistolares buscando desvendar a objetividade contida em cada um de seus pensamentos, alvo de conceitos descritivamente mal estruturados. Não devemos de forma alguma esquecer seu alerta contido no cap. 1 vss. 26 27 de sua primeira carta aos coríntios, pelo qual ele nos transmite uma verdadeira aula.
De acordo com a Tradução de João Ferreira de Almeida Edição Revista e Corrigida de 1969, em 3: 2 de sua carta aos filipenses, Shaul parece tachar a todos os da circuncisão de cães e maus obreiros.
“Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão”.
Quando lemos na “Bíblia de Referência Thompson”, vemos a verdadeira mensagem no exato momento em que Shaul adverte sobre um concerto, fora da ordenação do Elohym (D’us) de Ysrael.
“Acautelai-vos dos cães, acautelai-vos dos maus obreiros, acautelai-vos da falsa circuncisão”.
Se conforme a Tradução de João Ferreira de Almeida ele estivesse falando do concerto dado a Avraham (Abraão), em que posição estaria esse juntamente com todos os profetas que não deixaram de se circuncidar? Estariam na posição de cães? De maus obreiros? Jamais o apóstolo teria tal atitude contra esses homens eleitos, sendo que se assim o fizesse estaria calcando aos pés todo retrospecto profético, numa profanação contra o fiel concerto instituído pelo Altíssimo Criador.
Não é bom fazer julgamento do que não se conhece! Ele advertiu sobre outra espécie de circuncisão indiferente ao nome do Eterno YHUH; aos mandamentos da sua lei; e ao sistema de corte não autorizado na circuncisão da carne. Para melhor entendimento, no verso 3 do mesmo capítulo ele diz: “Porque a circuncisão somos nós, que servimos a D’us em Espírito”.
Sendo ele da tribo de Benjamin, uma das doze tribos de Ysrael, é óbvio que quando disse: “A circuncisão somos nós”, se referiu aos brotos e às raízes israelitas. Doutra forma, Avraham (Abraão) e todos os fiéis neviim (profetas) não estariam enquadrados numa servidão kadosh (santa). A textualização da Tradução de Almeida Edição 1969, sem dúvida é uma descrição errônea, devido não está compatível com os requisitos dados pelo Eterno YHUH no seu concerto estabelecido.
Sobre a bem-aventurança vinda pelo concerto dado a Avraham (Abraão) e sua descendência, na sua carta aos romanos 4: 8, 9, 10, Shaul faz um relato.
“Bem-aventurado o homem a quem o ETERNO não imputa o pecado. Vem, pois, esta bem-aventurança sobre a circuncisão somente, ou também sobre a incircuncisão? Porque dizemos que a fé foi imputada como justiça a Abraão. Como lhe foi, pois, imputada? Estando na circuncisão ou na incircuncisão? Não na circuncisão, mas na incircuncisão”.
Pondo no isolamento contextual essa pequena parte do diálogo apostólico, os adeptos do anti-semitismo direto ou indireto julgam que a circuncisão nada tem a ver com a fé, argumentando: “Abraão foi justificado quando ainda não havia sido circuncidado”. Para confirmação de sua fé, o mesmo Avraham (Abraão) foi selado com qual sinal? O que foi designado para que sua crença fosse justificada? Se não sabem, a resposta está no verso 11 do mesmo capítulo acima mencionado onde Shaul exclarece.
“E recebeu o sinal da circuncisão selo da justiça da fé quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que crêem, estando eles também na incircuncisão, a fim de que a justiça lhes seja também imputada”.
Mesmo estando ainda incircunciso na carne, Avraham (Abraão) foi chamado pelo Eterno י ה ו ה YHUH, quando numa terra dominada pelo politeísmo permaneceu num monoteísmo justo, firmando sua crença no único Elohym Eterno. Essa sua firmeza lhe foi imputada como justiça, através do sinal da circuncisão, sendo isso selado por quem o chamou num concerto de perpétua amizade. Isso demonstra que fé, sem a circuncisão, pela justiça não é selada. Para todos os goym (gentios) que andam na mesma fé desse patriarca a mesma condição permanece, para que também sua fé possa ser reconhecida como justa. Se Avraham (Abraão) se deixou circuncidar, como então, alguém se diz na fé dele a isso rejeitando? Se uma mesma lei foi estabelecida para israelitas e estrangeiros, como se pode ver em Shemôt (Êxodo) 12: 48 49, então que o goy (gentio) edifique sua fé no mesmo sinal recebido por essa gente, para que também possa ser participante da promessa pela qual, abraçando esse concerto, receberá de YHUH a mesma justificação.
Gálatas 5: 3 – “E de novo protesto a todo homem que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei”.
Fora de contexto esse escrito parece contradizer não só a lei, mas também a circuncisão, coisa que a Teologia tem feito uso na sua trajetória incircuncisa.
Sabiamente se posicionando contra essas equivocadas formas dedutivas, vemos o cap. 3 vs. 31 do escrito aos romanos quando aí, demonstrando a exata e perfeita junção da fé para com a lei, o mesmo apóstolo ensina: Anulamos a lei pela fé? De maneira nenhuma! Antes estabelecemos a lei”.
A partir desse exemplo, creio que as torções desabam por terra diante do ensinamento dado aos gálatas, quando esses, pelo apóstolo, são instruídos a se circuncidarem na obediência para com a lei. Fora disto, a circuncisão não terá valor nenhum, porque sem essa indispensável junção jamais poderá ser verdadeira. Se o apóstolo pela sua fé não anulou a lei, fica claro que a circuncisão também não foi anulada. Ele sabiamente só esclareceu a forma de procedimento do goy (gentio) circuncidado, não devendo esse anular o que ele, pela fé, continuou estabelecendo. Vejam Atos 24: 14. Ainda referente aos gálatas, a Tradução de Almeida no cap. 5 vs.2 descreve um testemunho dado por Shaul.
Gálatas 5: 2 – “Eis que eu, Shaul, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Mashiach de nada vos aproveitará”.
Seria essa a verdadeira mensagem deixada por esse sábio apóstolo? Quando comparamos a mesma com atos 16: 1, 2, 3, encontramos incoerência entre ambas devido no texto de gálatas ele parecer anular a circuncisão, quando no outro ele circuncida Timóteo com suas próprias mãos.
Os gálatas eram circuncidados quando esse escrito foi a eles dirigido? Tudo que diz respeito à História só pode ser esclarecido por meio do rastreamento aos fatos, às épocas, numa observação conjunta sobre os responsáveis de todas e quaisquer descrições expostas nas narrativas. Se essas não provêm das bases originais, a tendência é se aliarem ao âmbito das incertezas.
São muitas as irrelevâncias interpretativas perante os escritos proféticos, onde a modificação de pensamento, da objetividade, tem afastado o ser humano de seu equilibrado dever. Aplicadas com base, as ocorrências conforme suas épocas têm poder de fogo para não deixar sem destorcer o que se acha torcido.
Pensando nessa forma de justiça, estudiosos têm se esforçado numa busca incansável para que a verdade fale mais forte, na viva esperança de que nessa voz a mentira seja demolida. Quando isso verdadeiramente acontecer, desde já tenho por certas três coisas: a razão cantará suavemente; a lógica repousará na luz; e todo vaso eleito estará repleto do mais perfeito e suave perfume.
Fica complexo definir qual tribo céltica da Gália deu origem aos Gálatas, muito embora não reste dúvida que não era assim que se autodenominavam na medida em que etimologicamente a palavra vem de “galátai” bárbaro, era como os gregos os chamavam e posteriormente os romanos também por imitação. Mesmo propriamente a Galácia foi uma criação dos romanos que a transformaram em província do Império Romano por volta do ano 25 a C,quando juntaram às terras antes ocupadas pelos gálatas que correspondiam apenas ao equivalente a região centro-oeste da província também as possessões de Frígia, Licaônia e Isáuria para compor todo território provincial.
Cabe observar que não foi de maneira mansa e pacífica que a Galácia foi criada, já que a incorporação territorial foi criada a medida que os gálatas como aliados dos romanos venciam tribos rebeldes ao Império Romano. Diga-se, de passagem, que eram lutas travadas no melhor estilo da guerrilha, forjando escaramuças e armadilhas para tropas romano-gálatas já que os seus inimigos eram povos nômades da montanha e deserto.
Infelizmente, o último rei gálata, Amintas, morreu numa dessas batalhas sem deixar herdeiros presumíveis e em ato de última vontade, para que uma guerra civil não estourasse na busca de um novo regente da Galácia, legou o seu reino aos romanos que não tardaram em transformá-la em Província do Império Romano no final do mesmo ano da morte do monarca (25 a C), quando por fim debelaram os povos rebeldes na região.
Ao final de reino céltico para província romana a Galácia serviu de cabeça de ponte para o Império Romano firmar seu poderio militar na localidade, e posteriormente expandir as possessões romanas até lá. Neste meio tempo os gálatas impediram que invasões de “hordas bárbaras” vindas da Ásia, gerassem maiores problemas para Roma.
(www.templodoconhecimento.com)
Na trajetória histórica, a nação gálata era forçada a colaborar com o poder militar, político, social de Roma, não deixando também de ter participação no religioso paganismo romano. Torcendo a objetividade doutrinária de Shaul para com essa dependiosa gente, idéias hipotéticas querem mostrar a existência de divergências entre o mesmo e o judaísmo. Se utilizando da circuncisão, da lei, teoricamente afirmam que essas coisas como pontos de obediência, não mais tinham valor no caminho deste povo que dependia de Roma.
Afirmam que a sua fé não mais dependia da Torah (Lei), “cujos ensinamentos, dizem, findaram-se com a vinda do Mashiach”. Isso entra em confronto com textos contidos na carta dirigida aos romanos, que mostram testemunhos engrandecendo os decretos do Elohym Adonay de Ysrael.
Romanos cap. 3 vs. 31 – “Anulamos a lei pela fé? De maneira nenhuma; antes estabelecemos a lei”.
É de se estranhar Shaul instruindo aos gálatas o não cumprimento para com a lei do Eterno YHUH, quando demonstra ensinar aos romanos que a lei não deve ser anulada diante da verdadeira fé. Estaria ele a pregar duas formas de evangelho? Digo que não, pois dessa forma estaria criando obstáculos entre romanos e gálatas. Na verdade, seus ensinamentos se revelam contrários a um romanismo profano, inimigo de um profetismo justo.
Vendo a desprezível conduta desse sistema romanista, no cap. 7 vs. 12 de sua carta aos romanos ele adverte: “E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo, e bom”.
Iria Shaul abolir a santificação da qual estava dando bom testemunho? Iria ele por no descaso aquilo que interiormente tinha por justo e puro? O pavio que fumega não deve de forma nenhuma ser apagado. Diante de todas essas justificativas bíblicas, espero que cada intérprete da palavra se examine antes de fazer qualquer juízo em termos de conceituável propagação, pois cada um responderá por tudo aquilo que tenha ensinado.
Romanos cap. 2 vs. 13 – “Porque os que ouvem a lei não são justos diante de D’us; mas os que praticam a lei hão de ser justificados”.
Parecendo contradizer essa textualização aparece o vs. 11 do cap. 3 do livro de gálatas: “E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de D’us, porque o justo viverá da fé”. Se para os romanos o guardar a lei é sinônimo de justificação e para os gálatas ela não justifica, onde Shaul falhou? Estaria ele, diante dos gálatas, a se desviar da verdade para prosperar na sua missão? Que tal dedução, em tempo algum, venha se proliferar nos estigmas da coerência.
Para que o tropeço não venha está diante da eleita remanescência, eis aqui a compatível explicação: vendo Yshayahu (Isaías) 45: 25; romanos 8: 33; se pode ver que a justificação provém unicamente do Eterno YHUH, sendo isso exemplificado em Avraham (Abraão) quando a recebeu. Foi ele justificado estando em obediência ou desobediência para com a lei? Em Bereshit (Gênesis) 26: 5 se tem a resposta.
“Porquanto Abraão obedeceu a minha voz, e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos, e as minhas leis”.
Nesse contexto Shaul demonstrou aos gálatas uma direta justificação vinda da misericórdia do Eterno YHUH, sem anulação da lei, a qual não foi feita para justificar e sim para corrigir. Isso resume o ensinamento dele direcionado aos romanos, ficando a frutuosa lição de que o ser humano é justificado pelo Altíssimo não por simplesmente ouvir a lei, mas por praticá-la. Voltando a 5: 3 do livro de gálatas, na veracidade do pano de fundo sobre o assunto vemos essa nação incircuncisa advertida pela seguinte forma: “Se vos deixar de circuncidar, Mashiach de nada vos aproveitará”.
Sendo que a descendência de Yaakov (Jacó) sempre esteve no concerto da circuncisão, como poderia o estrangeiro ter algum proveito diante daquele que veio pela nação circuncisa, como mostra Matyahu (Mateus) 15: 24? Isso quer dizer que se o goy (gentio), na sua fé, não se deixar passar por isso, proveito nenhum terá diante do Príncipe da paz que se fez ministro da circuncisão. Romanos 15: 8.
Sustentado nos pontos intrínsecos dessas evidências, posso afirmar: Na sua originalidade, o escrito provindo de Shaul não contradiz a circuncisão da carne. Achar ser isso possível é como permanecer toscamente no dito por não dito de todas as ocorrências históricas, por onde, filosoficamente, o sim tem sido tomado pelo não e o não pelo sim numa extrapolação visível.
Na veracidade da ocorrência, a frase dele foi: “Se vos deixar de circuncidar”. E fora do contexto, mensagem alterada, é: “Se vos deixardes circuncidar”. Não devemos deixar de observar que a preposição “de”, na frase contextual, está separada do verbo “deixar”. Já fora da contextualização, como se ver, essa mesma preposição está unida. Com o acréscimo da letra “s”, o perfeito sentido foi alterado criando catastrófico desvio no rumo da História, pelo qual povos de muitas nações têm se tornados incircuncisos.
Assim como Shaul advertiu aos gálatas, aos contradizentes do kadosh (santo) concerto advirto: Se vos deixar de circuncidar, o Mashiach em nada vos há de aproveitar, porque o caminho dado para Ysrael não é o das nações. Yrmeyahu (Jeremias) 10: 2.
Retornando aos pontos difíceis dos fiéis escritos desse apóstolo aprovado por uns, censurado por outros, no cap. 7 vs. 19 de sua primeira carta aos coríntios ele traz mais uma polêmica perante a visão dos indoutos.
“A circuncisão é nada e a incircuncisão nada é, mas sim a observância dos mandamentos de D’us”.
Teria Shaul nesse ensinamento, contestado a trajetória circuncisa? Os condutores das incompatibilidades sempre testificam que sim. A esses, me dirijo numa justa interrogativa: a circuncisão é mandamento proveniente da boca de YHUH ou dos homens? Para não haver torção na resposta, advirto a observarem com atenção Bereshit (Gênesis) 17: 9 – 14; Shemôt (Êxodo). 48: 49; Ezequiel 44: 9; numa observação amparada na prudência.
Adentrando-me na correta objetividade do pensamento de Shaul, também digo: Ingerir sangue não é nada, não ingerir nada é; o que importa é obedecer à palavra do ETERNO. Eis aqui mais uma questão: Essa mesma palavra autoriza ou proíbe a prática de tal ato? Bereshit (Gênesis 9: 4; Vaykrah (Levítico) 17: 10 – 14; Devarim (Deuteronômio) 12: 16 – 25 têm a resposta.
Para defesa da mensagem do apóstolo, ainda digo: O corte da circuncisão é nada, o não cortar nada é; o que importa é obedecer ao decreto do Eterno YHUH. Se a palavra dele não autorizou tal concerto, então seja esse anulado. Se tal autorização provém dela, anulado seja o ponto de vista das torções.
Outro mal entendido acha-se no capítulo 15 do livro de atos, acerca de um grande debate sobre o circuncidar ou não aqueles que dentre os goym (gentios) abraçavam a fé. Teorias infundadas têm buscado expor uma suposta desavença entre os apóstolos no âmbito dessa questão, forçando a procedência de um debate entre Shaul e os outros, quando a perspectiva contextual nos conduz a uma realidade diferente desse tipo de suposição. Se o texto de atos estivesse em equivalência com uma decisão contrária à circuncisão, os responsáveis por isso estariam em desarmonia com as origens patriarcais e proféticas.
Atos cap. 15 vs. 1 – “Então alguns que tinham descido da Judéia ensinavam assim os irmãos: Se vos não circuncidardes conforme o uso de Moisés, não podeis salvar-vos”.
O primeiro grande equívoco perante essa textualização nasce no momento em que a circuncisão é tomada como exclusividade de uma suposta lei mosaica, fato incorreto. Ela não teve seu início a partir de Mosheh (Moisés) e sim de Avraham (Abraão), por um decreto do próprio Elohym (D’us), mostrado em Bereshit (Gênesis) cap. 17 vss. 9 a 14. Nisto se pode confirmar a revelação de um concerto muito antes da lei ser revelada diretamente aos filhos de Ysrael, afastando assim qualquer possibilidade do profeta do Sinai ter sido o primeiro a recebê-la.
Todo e qualquer texto dentro dos livros evangélicos, a classificar Mosheh (Moisés) como patrono da circuncisão não pode ser fidedigno, por não está em harmonia com a originalidade da contextualização profeticamente histórica. Outro detalhe que tem passado despercebido perante a visão de muitos estudiosos, se encontra naqueles que, descendo da Judéia, se posicionavam pela circuncisão. Quem seriam esses? Gálatas 2: 11 12, mostra que eram discípulos de Tiago.
“E, chegando Pedro à Antioquia lhe resisti na cara, porque era repreensível. Porque, antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios; mas, depois que chegaram se foi retirando e se apartou deles, temendo os que eram da circuncisão”.
Isso deixa transparecer a forma de conduta do apóstolo Tiago, se posicionando como seguidor fiel do concerto feito pelo Elohym (D’us) de Ysrael para com Avraham (Abraão) e sua semente. Se os da sua parte não fossem defensores da circuncisão, Kefah (Pedro) não poderia ter tido receio por está na mesa com incircuncisos. Nesse momento é que Shaul enxergando duas condutas incompatíveis na forma de agir do seu amado irmão na fé, duramente o repreende, o fazendo ver que esse tipo de atitude poderia ludibriar os homens, mas não a YHUH.
Atos cap. 15 vs. 2 – “Tendo tido Paulo e Barnabé não pequena discussão e contenda contra eles, resolveu-se que Paulo e Barnabé, e alguns dentre eles, subissem a Jerusalém aos apóstolos e aos anciãos sobre aquela questão”.
Uma grande discussão, como demonstra o texto acima, havia se formado em torno de uma questão provocada pela forma de pregação apresentada pelos da parte de Tiago, com Shaul e Barnabé. A origem de tal contenda não estava na circuncisão, sim na forma brusca como a mesma estava sendo mostrada.
Imagine você chegar para um contrário a esse concerto, dizendo: “se você não se deixar circuncidar, não entrará no santuário do Eterno YHUH”. Isso, nos dias de hoje, causaria um impacto ainda maior do que o causado nos dias dos primeiros discípulos em Antioquia.
O que não entra no santuário, com certeza também não entra no reino vindouro! Ora, se a pessoa não tem posse dessa entrada, poderá está na salvação? Poderá entrar na vida eterna? Não há como haver essa possibilidade. Com essa realista noção no pensamento, foi que os da parte de Tiago buscaram avidamente advertir aos incircuncisos de Antioquia, porém de uma maneira brusca como se só a circuncisão fosse uma exigência para se obter a salvação, não apenas um ponto dentre tantos outros.
Aquele que determinou a proibição de comer ou beber qualquer espécie de sangue, não é o mesmo que ordenou a circuncisão? Se um é banido do meio do seu povo por se alimentar com a vida da carne, com o outro não será diferente. Pensando por essa forma é que Shaul buscou corrigir aos irmãos que enxergavam a circuncisão desmembrada dos outros decretos, os fazendo ver que a mesma devia ser anunciada em junção com os mandamentos da lei. Nessa visão, ensinou que a circuncisão sem a lei não é nada.
Tendo Shaul e Barnabé subido a Yahushalaim (Jerusalém) para tal questão ser resolvida por todos os apóstolos e anciãos, ali houve uma grande contenda em torno do assunto em julgamento. Após o pronunciamento de Shimon Kefah (Simão Pedro), Tiago fez uso da palavra numa mensagem voltada para os goym (gentios), a qual se encontra nos versículos 19 20 do mesmo capítulo de atos.
“Pelo que julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se convertem a Elohym. Mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue”.
A palestra de Tiago se acha dentro de uma perspectiva totalmente favorável à circuncisão e a todos os decretos da lei, quando adverte sobre a prostituição. Essa palavra, por ter sentido duplo tanto pode diretamente representar a contaminação por sexo ilícito, como também pode representar as extrapolações provocadas pelas falsas e deturpadas religiosidades. Dentro dessa visão é que o apóstolo Tiago, na objetividade de mostrar a justa conversão diante dos goym (gentios) se posiciona em defesa da circuncisão e da lei, repudiadas pela prostituição vaticanista.
De maneira sábia mostrou aos irmãos o que justamente deveria ser anunciado dentre os pagãos, explicando que de maneira nenhuma deveriam ser instruídos fora da fé dos fiéis profetas. A própria conduta de seus discípulos enviados diante dos antioquinos, ao defender avidamente a circuncisão, lhe classifica como seguidor, conservador, praticante desse concerto dado por YHUH para nosso pai Avraham (Abraão) e toda sua descendência.
Romanos cap. 2 vs. 25 – “Porque a circuncisão é, na verdade, proveitosa, se tu guardares a lei; mas, se tu és transgressor da lei, a tua circuncisão se torna em incircuncisão”.
Falar sobre esse texto é o mesmo que participar de um esclarecimento aberto, direto, no qual a justa circuncisão é aplaudida enquanto a falsa é criticada, abolida. Sendo que a lei não é anulada pela fé de Shaul (Paulo), como já nos mostrou romanos cap. 3 vs. 31, o ensinamento aqui tende a mostrar dois tipos de circuncisão: a do coração, que se firma na obediência para com os mandamentos do ETERNO; e a da carne, a qual foi instituída como confirmação da anterior.
Se o homem vive a praticar as coisas proibidas pela lei, o corte feito no seu prepúcio não será tomado como não fidedigno no concerto feito com Avraham (Abraão)? Pela desobediência sua circuncisão se tornou incircuncisão, o levando de volta à condição gentílica de onde tinha sido libertado. O mesmo Elohym (D’us) que ordenou esse selo da fé, também ordenou o não ingerir sangue; não comer os alimentos por ele proibidos; não quebrantar o seu shabat (sábado).
Romanos cap. 2 vss. 26 a 29 – “Se, pois, a incircuncisão guardar os preceitos da lei, porventura a incircuncisão não será reputada como circuncisão? E a incircuncisão que por natureza o é, se cumpre a lei, não te julgará porventura a ti, que pela circuncisão és transgressor da lei? Porque não é judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que o é exteriormente na carne. Mas é judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra; cujo louvor não provém de homens, mas de D’us”.
Os deslizes por parte de muitos intérpretes dos escritos bíblicos acontecem, por suas deduções se firmarem só na letra, quando deveriam analiticamente está na objetividade interior expressa pelo Ruach Kadosh (Espírito Santo). Aqui Shaul advertiu aos que dentre a nação israelita desobedeciam à lei, os quais, achando que por estarem já com o prepúcio cortado, haviam se estabelecido fielmente no concerto. Admoestando-lhes sobre esse deslize, os fez ver que a incircuncisão, se estiver em obediência com os decretos de YHUH, se achará no direito de julgar a circuncisão daquele que andar em desobediência.
Por outro lado, se o incircunciso, praticante dos estatutos da lei, não for assinalado com o mesmo sinal pelo qual a fé de Avraham (Abraão) foi selada, sua obediência estará totalmente fora do concerto dado a esse patriarca. Qual a razão para isto? Há uma ligação sobre ambas as coisas, de forma que uma depende do outra: “o circunciso está no dever de guardar a lei; a lei não é anulada pela fé; os que praticam a lei hão de ser justificados por YHUH. Esse foi o correto pensamento de Shaul segundo a mensagem por ele pregada.
Nisso se conclui: O verdadeiro yahudih (judeu) não é o circunciso desobediente, ou também o incircunciso em obediência. Volto a dizer: A circuncisão do coração, vista corretamente, de forma alguma busca extinguir o sinal da carnal, pois o não cumprimento de uma se torna também o não cumprimento da outra. Nesse termo fica determinado que a junção entre as duas, ainda permanece em vigor. Pode alguém ser contrário a essa viva realidade? A árvore pode ter vida sem a raiz? Que a originalidade não seja posta no descaso.
Aquele que nessa fé é chamado, estando circuncidado fique circuncidado. Porém se não estiver nessa fé, não se circuncide; porque a sua circuncisão de nada valerá. Ou se fala pelo Ruach Kadosh ou pela letra: A primeira opção edifica; a segunda, a carnal, mata. Aí se destacam duas inteligências: a construtiva e a destrutiva.
Essa vocação sabiamente citada por Shaul se resume em obedecer unicamente à Palavra do Elohym (D’us) de Ysrael, pela qual veio também o chamado a todos os profetas que fielmente nela permaneceram. Dois importantes detalhes: a lei escrita pelo dedo do Eterno YHUH pela segunda vez; a circuncisão segunda vez também ordenada. Devarim (Deuteronômio) 10: 1 – 4; Yahoshua (Josué) 5: 2 – 8.
Gálatas cap. 5 vs. 11 – “Eu, porém, irmãos, se ainda prego a circuncisão, por que sou, pois, perseguido? Logo o escândalo da cruz está aniquilado”.
Nesse seu desabafo Shaul dá testemunho da presença da circuncisão em suas pregações, interrogando aos da sua origem biológica, o motivo de está sendo ele perseguido se a mesma era por ele pregada? Aqui a visão de que esse apóstolo jamais buscou anular o concerto divino. Será que ele pregando a circuncisão, iria combater contra ela? Só se estivesse fora de suas faculdades mentais, o que para mim não é admissível. Tendo esse apóstolo permanecido preso em Roma por um período longo, não se pode, por dedução nenhuma, querer afastar a hipótese de alterações em vários de seus escritos, por interferência romana.
Na falta de visão sobre as equivalências textuais dos escritos de Shaul (Paulo), as torções têm se proliferado, aliciando para si um grande número de desvios. Se a palavra circuncisão, nessa forma de falar do apóstolo estivesse na equivalência de um povo, a crase estaria na letra (à) numa indicação de que ele obviamente estava se referindo a uma nação circuncisa: “Se ainda prego à circuncisão, por que sou, pois, perseguido”? A crase não se encontrando na letra (a) direciona sua frase a um decreto, não a uma nação: “Eu, porém, se ainda prego a circuncisão, por que sou, pois, perseguido”? A falta de prudência na pontuação pode causar grave descontrole no texto, pela visão de quem o interpreta.
Dizer que a circuncisão não era mais necessária por ter sido abolida pelo sacrifício na cruz, de maneira nenhuma foi ensinamento de Shaul. No tempo em que esse apóstolo esteve aqui na terra tal referência era motivo de escândalo perante a nação israelita, o que provavelmente por alguns era propagado como acontece ainda nesses nossos dias.
Contrário a esse tipo de conceito não fidedigno, Shaul declara tal escândalo abolido por sua pregação, provavelmente nessas palavras: “Se prego a circuncisão, logo o escândalo da cruz está aniquilado”. Como por essa pregação esse escândalo estava sendo desfeito por ele? O pano de fundo dessas palavras evidencia que alguns estavam a pregar que a circuncisão carnal, pela cruz, havia sido abolida. Isso escandalizava a nação judaica, com destaque a classe sacerdotal.
Por ser acusado como principal culpado dessa mentira, o apóstolo, desabafando, abertamente declara que por pregar em defesa da circuncisão essa contradição estava sendo desfeita. Nisso, demonstrava não haver justiça por parte de seus perseguidores em acusá-lo responsável por tal propagação, sendo que tal doutrina contrária não veio dele. Assim ele buscou mostrar que seus ensinamentos jamais estiveram em oposição a esse concerto, como muitos erradamente deduzem.
Diante do que aqui mostrei, declaro que Shaul jamais se tornou inimigo da lei, dos profetas e da circuncisão, o que o isenta das deduções torcidas que o tem na qualidade de contradizente da Torah.
Obs. Todos os grifos contidos nesse estudo são de autoria do seu autor.
Esse estudo, por força de lei, está registrado.
HONRA, PODER E GLÓRIA SEJAM PARA י ה ו ה QUE CHAMO DE YHUH. AMEIN.
E- MAIL PARA COMUNICAÇÃO: yoshiahugil@hotmail.com
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FIQUEM NA SHALOM.
ATENCIOSAMENTE,
YAHOSHAFAT BEN YAACOV.
A QUESTÃO SOBRE HA SATAN.
Todas as Traduções bíblicas nos ensinam que após ter criado a terra, o firmamento também chamado shamain (céus), as fontes das águas, todos os animais terrestres, aquáticos, as árvores conforme suas espécies, י ה ו ה YHUH criou o primeiro casal da raça humana o colocando no Jardim do Éden. A partir daí, as muitas narrativas copistas reproduzidas por povos de diferentes nações relacionam a primeira queda humana, dando ênfase à intervenção de uma astuciosa serpente pela qual a mulher veio a comer do fruto não lhe permitido. “Essa caótica ocorrência provocada por esse animal” gerou uma catástrofe pecaminosa que veio a se tornar abrangente em seres humanos e animais de todas as espécies, dando início ao sexo, ao ódio, à matança, por onde o pecado passou a se expandir.
Deixando de lado todas essas fragmentações da forma textual imposta pelas muitas versões, prudentemente me propus a observar de perto uma sequência de ligações não condizentes com os caracteres de uma originalidade dantes transmitida, que me conduziram a um caminho repleto de curiosidades: se antes da primeira desobediência que veio a ser causadora do pecado, nenhuma das criaturas tinha conhecimento para discernir o mal do bem, como poderia o primeiro casal, então, ser induzido pela serpente? Onde essa obteve sabedoria para tal procedimento? Poderia ter sido ela portadora de um entendimento que só a YHUH pertencia? Estaria ela em igualdade de condição inteligível com o próprio Criador? Essas vêm a ser uma série de interrogativas não respondidas ou não aceitas por muitos, que se acham dominados por fanatismo dogmático doentio.
Tentando argumentar sobre esses pontos percebidos por poucos e despercebidos por muitos, a intelectualidade firmada na letra, com certeza, buscará escorregadiamente se safar da forma contradizente na suposta encarnação do demônio sobre a principal personagem dessa ilógica tentação, o que não seria louvável.
Na sua sabedoria expressa na criação do ser humano, permitiria o Criador que esse, ainda sem o conhecimento da maldade, pudesse ser tentado por um malach (anjo) possuidor de todas as armas do mal? E ainda, se esse malach (anjo) havia sido expulso do céu como mostram alguns textos bíblicos, permitiria o Criador a entrada dele no Jardim do Éden? Tenho por certo que tais absurdos jamais estiveram presentes no ponto de partida da correta História sabiamente promulgada.
O primeiro deslize pecaminoso veio pela curiosidade despertada na mulher, no momento em que o Eterno YHUH advertiu: “Desse fruto não comereis”. Imaginemos uma pessoa numa casa onde tenham seis cadeiras; um sofá; uma mesa; e o dono apontando para um desses móveis diga: “Em qualquer outro você poderá tocar, mas nesse, não lhe é permitido”. O que aconteceria? A pessoa seria dominada pela frágil curiosidade diante do motivo dessa proibição, por onde terminaria caindo na desobediência. Referente a isto, aconselho você a fazer um teste com algum amigo de sua confiança, ficando na espreita para ver o que poderá acontecer.
O apóstolo Tiago no cap. 1 vs. 14 de sua carta ensina que o homem peca, pela sua própria concupiscência. Isso tende a provar que a primeira mulher se viu tentada pela própria curiosidade que se transformou em grande desejo, fazendo-a cair na desobediência.
A essa altura do diálogo creio que alguém deva está perguntando: “E a maldição da serpente aconteceu por qual motivo, se ela não foi a causadora da tentação”? Eis a questão: Se ela não sofreu a encarnação do malach (anjo) das trevas por esse não ter condição de se fazer ali presente, a situação terá que ser definida reflexivamente sob outro rumo.
Olhando pela lógica, vemos que todas as criaturas, sem exceção, só vieram a ter a visão do conhecimento duplo a partir do momento em que a árvore da ciência do bem e do mal foi violada. Resta, pois, uma justificativa pela qual a personagem maligna veio a participar dessa missão: ela tornou-se parte da História no exato momento quando a primeira mulher, desejosa de comer do fruto proibido, foi beneficiada por ela que o colheu. Por esse ato contrário à proibição feita pelo Eterno YHUH, caiu ela em desobediência pecaminosa, lhe sobrevindo a terrível maldição proferida.
Se ha Satan, em alguma vez, foi visto sobre o próprio ventre a comer o pó da terra, então ele estava no Jardim do Éden. Não foi essa a primeira maldição lançada sobre a serpente? E, se ele vive a ferir o calcanhar do homem e esse a lhe ferir sua cabeça, não continuarei a desacreditar na possibilidade de ter se encarnado na mesma. Essa não foi a segunda e grande maldição sobre a serpente lançada? A verdadeira cegueira não vem dos olhos; vem da dureza do coração, da falta de entendimento.
Outro erro interpretativo se acha na hereditária semente descrita em Bereshit (Gênesis) cap. 3 vs. 15, equivocadamente sendo essa acatada como a pessoa do Mashiach (Messias) de Ysrael, mediador da salvação. Tomando por lógica que a mulher brotou do homem e não o homem da mulher, fica esclarecido que a semente da mulher é todo vivente da masculinidade humana.
Existe amizade na cobra para com o homem, ou nesse para com a cobra? Espero que todos os que adoçam com sal e salgam com açúcar reflitam nisto, na admissão de que a semente de Avraham (Abraão) se multiplicou como as estrelas dos céus, como a areia do mar, sendo tal fato fielmente confirmado por promessa também com Yitzhak e Yaakov (Isaque e Jacó). Bereshit (Gênesis) 22: 17; 26: 4; 28: 14.
De acordo com os textos acima descritos, essa semente poderia ser uma única pessoa? Relativamente não. Diante das numerosas versões biblicamente traduzidas, não há como duvidar das probabilidades de que um grande número de alterações possa ter sido infiltrado dentro da História, por dogmas de um paganismo do passado estabelecido no nosso presente. Esse tem como único objetivo contaminar o futuro, o tornando incerto, para que equívocos e desvios continuem prosperando no caminho da exatidão.
No ano 538 aec (antes da era comum) surge o início de algumas referências dessas performances pagãs, quando tendo voltado a Yahushalaim (Jerusalém) pela permissão de Ciro, rei da Pérsia, o povo yahudih (judeu) assimilou muitos costumes da gente daquela nação. Isso aconteceu devido ao grande apoio que recebeu do rei, inclusive na reconstrução do Templo judaico e na devolução de muitos de seus tesouros que haviam sido roubados.
No Zoroastrismo, principal religião do povo persa, a crença do judaísmo adquiriu influências fora dos termos da Toráh (Livros da Lei), no espectro da existência de um demônio chamado “Ahriman” que mais tarde veio a ser chamado de Satan (Satã).
É de se estranhar a não citação desse personagem nos escritos de Mosheh (Moisés); Yahoshua (Josué); ou até mesmo em todos os Tehilim ou (Salmos) escritos pelo rei David. Quando dedilhava sua elegante harpa dirigindo suas orações em cânticos de louvores ao Eterno YHUH, o rei salmista se propunha unicamente a pedir proteção contra seus inimigos, sem, no entanto mencionar Satan (Satã) em algum Tehilim (Salmo) composto por ele.
Será que o Elohym (Deus) de Ysrael deixaria esses homens na cegueira perante tal presença existente? Será que no decorrer de todas as trajetórias proféticas, isso foi ocultado até mesmo para Shlomon (Salomão) em toda sua sabedoria adquirida? Se nenhum desses chegou a fazer desse malach (anjo) caído alguma referência, fica provado que a serpente descrita no cap. 3 de Bereshit (Gênesis) é cobra mesmo, não algum ente sobrenatural.
O maior mal de muitas religiosidades é não reconhecer a existência de muitas aberrações nas formas escritas, quando incógnita e visivelmente elas marcam sua presença no justo e no injusto. Dentro de uma tosca negatividade essas imposições vêm provocando equívocos no ensinar e no aprender, por onde o sofisma de modo geral se expande pelas veredas do desequilíbrio em contraste com o equilíbrio, às vezes fazendo da visão cegueira e da cegueira visão; tendo o amargo por doce e o doce por amargo.
Como exemplo, no cap. 24 vs. 1 do segundo livro de Shemuel (Samuel) “está escrito que a cólera de YHUH se acendeu contra Ysrael, incitando a David contra eles”, o que diverge totalmente do cap. 21 vs. 1 do livro Primeiro de Crônicas, “onde deixa transparecer David incitado por Satanás”. Quando lemos no cap. 3 vs. 16 da segunda carta do apóstolo Shaul (Paulo) a Timóteo, podemos vê-lo advertindo: “Toda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça”.
Generalizar essa instrução apostólica como forma de proteção a todos os escritos bíblicos não é uma fidedigna idéia, sendo as próprias divergências contextuais testemunhas disto, quando analiticamente é posta em julgamento a inexistência de junção dos capítulos 24 e 21 de Shemuel (Samuel) e Crônicas em duas interrogativas: “qual das mensagens é portadora da kadosh (santa) inspiração? Por quem, na perfeita realidade, o rei David foi incitado? Se a fragmentação histórica não demonstrou a solução exata e a Teologia não esclarece esse problema, a instrução desagregada do egocentrismo responde.
Se “o apóstolo Tiago no cap.1 vs. 13 de sua carta diz que Elohym (D’us) não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta”, então a forma do cap. 24 vista no livro de Shemuel (Samuel) é inaceitável como parte da verdade. Por outro lado, Se Satanás com seus anjos estão detidos em cadeias eternas de onde só sairão no dia do Juízo Final, como é mostrado no vs. 6 da carta de Yahudah (Judas) e no cap. 2 vs. 4 da carta de Kefah (Pedro), Teria ele saído por um instante só para tentar a David contra Ysrael? Se ele está preso, obviamente o texto descrito no cap. 21 do livro primeiro de Crônicas também não pode está correto. Como sanar essas diferenças? A razão e a lógica respondem.
Embora as maldades do malach (anjo) das trevas já estivessem espalhadas no mundo e ainda comandadas por ele diretamente de sua prisão, Davi pecou contra Elohym (D’us) pela sua própria concupiscência envolvida no orgulho ao numerar Ysrael por livre arbítrio. No seu temeroso arrependimento ele jamais mencionou ter sido vítima da tentação de Satan ou da indução de YHUH.
Dentro das perspectivas do sentido literário desse estudo, declaro: Nenhum interesse há, de minha parte, em combater a veracidade da existência de um malach (anjo) expulso dos céus. O objetivo aqui é mostrar a sua não presença pessoal entre a humanidade, eliminando qualquer conceito mistificado no que diz respeito a esse assunto. Um chefe do tráfico de drogas estando em detenção num presídio, de onde está não passa ordens para seus comandados? Ora, se um ser carnal pode fazer isto, ha Satan pode muito mais na operação de seus erros por meio dos que se desviam do nome e da Lei de YHUH. Cito agora outra legível polêmica contida no cap. 2 vss. 1 3 do livro de Yob (Jó): a primeira, por Satan (Satã) não ter a mínima chance de retornar para um local de onde havia sido expulso, ainda mais estando preso; a segunda, por ele não ter nenhum poder de tentar a YHUH, o Eterno Criador e Protetor de Ysrael.
Daí se pode ver todas as evidências de credos e costumes persas terem sido introduzidos nesse livro provindo de algum escritor anônimo, que devia ter alto conhecimento dessas crenças mistificadas contrárias aos preceitos da fé de Yob (Jó). Sejamos coerentes: Se o grande sofrimento desse homem de י ה ו ה YHUH se deu por interseção tentadora de Satan (Satã), como, então, esse fiel homem tão sofrido jamais comentou isso em toda sua lamentação? Sob o peso de um tormento implacável lançou maldição sobre o dia e a noite em que havia nascido, sem lançar, porém, repreensão alguma contra o habitante das trevas.
Eis a incontestável verdade que não deve permanecer encolhida perante a humanidade: Mesmo portando seu nome, esse livro jamais foi outorgado por ele. Isso explica as diferenças de pensamento entre sua pessoa e o autor do mesmo. Por mais que uma cópia pareça se mostrar perfeita, jamais poderá ser igual em todos os detalhes com a forma original. Igualdade e semelhança se diferenciam entre si.
Ainda no mesmo assunto, pode ser que o leitor esteja curioso sobre a questão do Mashiach (Messias) ter sido tentado no deserto, por isso queira perguntar: “Se Satã e seus malditos anjos estão detidos em prisões até o dia do Juízo Final, como se deu então essa tentação? Seria isso apenas uma lenda”? De forma nenhuma tal fato deve ser visto por um sistema lendário, quando na íntegra existiu, porém diferenciada da que a narrativa evangélica deixa transparecer diante dos olhos dos muitos leitores. A originalidade é a base da realidade; a realidade é a base da verdade; e essa é a base da correção.
Para uma explicação lógica, duas interrogativas: para ter que enfrentar as tentações, o Mashiach (Messias) foi conduzido ao deserto por quem? Na sua saída para o pináculo do Templo onde teria que passar pela segunda tentação, quem o conduziu? Nesse momento a falta de coerência de uma versão mal interpretada se revela: no livro de Matyahu (Mateus) cap. 4 vs.1 “consta que ele foi conduzido ao deserto pelo Espírito”, indicando assim uma condução feita pelo Ruach Kadosh (Espírito Santo). No mesmo cap. 4 vs. 5, o escritor menciona que o Mashiach (Messias) “foi levado ao Templo pelo Diabo”. Teria esse o direito de conduzir nos braços o Filho do Altíssimo? Não vejo lógica em se pensar dessa forma.
Quanto às tentações pelas quais ele teve que passar, aconteceu dentro de uma coerência que não elimina a condição prisioneira de Satan (Satã) nem suas influências malignas. Após passar por um jejum de quarenta dias e quarenta noites, como diz a mensagem bíblica, veio a ter fome. Nesse exato momento de necessidade alimentícia, lhe vem o pensamento negativo proveniente das irregularidades da satânica intercessão do príncipe das trevas: “Tu não és o Filho de Elohym (Deus)? Transforma, pois, estas pedras em pães e te alimenta”. Aí estava o poder operante de Satan (Satã) diretamente de onde se achava, ou seja, da prisão, não a sua pessoa frente a frente com o príncipe davídico como por muitos é visto.
Dentro dessa transparência exegética se pode concluir que em todas as vezes que o Mashiach (Messias) disse: “Afasta-te de mim, Satanás”, ele sem dúvida estava se dirigindo aos pensamentos das influências tentadoras, sem deixar de pronunciar, é obvio, o nome do principal responsável por todos eles. Caso semelhante aconteceu com Kefah (Pedro), quando Yaheshuah lhe disse: “Para trás de mim, Satanás, tu me serves de pedra de tropeço; não compreendes as coisas que são de Deus, e, sim, as que são dos homens”. Matyahu (Mateus) 16: 23.
Falar do que nunca existiu é contradizer os princípios da própria existência, da evolução, da propagação de um sistema alicerçado por uma sábia direção. Ambições, fanatismo religioso, invasões, destruições, são pontos marcantes na vida de muitos povos desejosos de conquista, quase numa generalização da conduta humana em seus diferentes aspectos.
Em todas as épocas a pecaminosidade tem repercutido dentre as nações como espécie de um vírus contagioso, transmitindo enfermidades religiosa, social, intelectual. Nessa batalha entre o caráter espiritual, físico e mental, em sua fragilidade o ser carnal tem se distanciado da justiça do Elohym (D’us) de Ysrael, pelas muitas influências adquiridas através de seus maus posicionados desejos. Nessas declinações, às vezes não há retorno. Retornar do erro, para muitos, é mais difícil que encontrá-lo.
Destacando-se como catastrófica progenitora de muitos desses requisitos incompatíveis com a verdade, surge a pecaminosa cidade de Sodoma em toda sua libertinagem, destruída pela reprovação divina que em momento algum atribuiu suas culpas à manifestação satânica. Isso pode ser visto a partir do próprio diálogo vindo de um dos três malach (anjos) aparecidos a Avraham.
“O clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, porquanto seu pecado se tem agravado muito. Descerei agora e verei se, com efeito, têm praticado esse clamor que é vindo até mim; e se não, sabê-lo-ei”. Bereshit (Gênesis) 18: 20,21.
Se Satan (Satã) estivesse presente nas desordens de Sodoma e Gomorra, seria isso ocultado ao avô de Yaacov (Jacó)? Jamais, pois no princípio do comunicado que lhe foi feito, conforme o acontecimento, י ה ו ה YHUH revelou perante ele nada ocultar. Isso confirma uma não presença direta do príncipe das trevas na destruição dessas duas cidades, senão isso lhe teria sido diretamente revelado.
Ao ser criado, diz a Bíblia, o primeiro homem recebeu de YHUH o fôlego de vida em suas narinas, tornando-se alma vivente. Esse poder permanece atuando em tudo quanto tem vida até mesmo nos bebês de proveta, os que são gerados fora do ventre materno, fazendo valer a sua presença sem a qual a vida não poderia existir.
Ao ser preso Satan (Satã) também deixou toda a sua malignidade espalhada sobre a terra, ao soprar seu hálito maldito pelo qual a profanação tem prosperado nas bases da rebeldia, gerando torções para com a suprema justiça. Mesmo encontrando-se detido em um sistema de prisão de onde por si mesmo não poderá sair, o inimigo continua transmitindo seus pensamentos de maldades na tentativa de contaminar a mais perfeita criação terrestre, o homem, que foi posto como cabeça de todas as outras criaturas terrestres. Por não está com a mente conectada na obediência, na gratidão para com seu criador, Kain (Caim) foi o primeiro ser humano a ser atingido por esse maldito hálito quando incorretamente fazia suas ofertas, sendo reprovado. “O próprio diálogo do Eterno YHUH mostra claramente a razão da queda desse filho de Adam (Adão), quando buscando lhe prevenir acerca do maldoso pensamento nele alojado, misericordiosamente lhe advertiu: ”Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo, e sobre ele dominarás”. Bereshit (Gênesis) 4: 6 7.
Se ha Satan (o Satã), em pessoa, estivesse próximo a Kain (Caim), não teria sido ele imediatamente advertido quanto a essa presença? É lógico que o ETERNO lhe teria dito: “Cuidado! Satan (Satã) está à tua volta querendo te destruir; seja forte contra ele”. No entanto, Kain (Caim) foi advertido contra o próprio desejo de pecar causado pela inveja que nele havia se adentrado, o que o levou a cometer o primeiro homicídio.
II Kefah (Pedro) 2: 4 – “Porque, se Elohym (D’us) não perdoou aos melachim (anjos) que pecaram, mas, havendo-os lançado no abismo, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o Juízo”.
Yhudah (Judas) vs. 6 – “E aos melachim (anjos) que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia”.
Você, que diz possuir o dom de profecias, se acha que ha Satan está solto a passear dentre a humanidade, elimine a mensagem de Shimon Kefah e a mensagem de Yhudah. Talvez você tenha mais conhecimento que eles. Se há Satan estivesse solto, tenha certeza que na sua ira já teria destruído todo esse Planeta por causa da inveja que ele tem contra os homens desde que o primeiro homem foi criado.
Revelação (Apocalipse) 20: 4: Os que nascerem da primeira ressurreição hão de reinar mil anos com Mashiach.
Revelação (Apocalipse) 20: 7: Depois desses mil anos, há Satan será solto para atormentar os que aqui ficaram e os da segunda ressurreição. Nesse dias, os homens buscarão a morte, mas não morrerão, porque terão que passar por todos os tormentos em forma de pragas, até que sejam lançados no fogo. Veja Revelação (Apocalipse) 9: 5 6.
O texto contido em 20: 1, 2, 3 do mesmo livro, é o resumo da narrativa da prisão de há Satan quando esse se rebelou contra YHUH. Ele foi amarrado e está detido até que o reinado de mil anos do povo kadoshim se complete.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
BLOG: falandoporysrael.blogspot.com
BLOG: alertaisraelita.blogspot.com
Atenciosamente,
Yahoshafat Bem Yaakov.
O TETRAGRAMA
YUD HEH VAV HEH-
YAHVEH=YAHRRUEH.
YAHWEH…YAHSHUAH=Yahweh é Salvação.
“Quem subiu ao céu e de lá desceu?
“Quem recolheu o vento de mãos abertas?
“Quem amarrou o Mar numa túnica?
“Quem fixou os limites da Terra?
“Qual é o seu nome; e o nome de seu filho
Se é que o sabes?Mishlê=Provérbios 30,4.
Essa é uma pergunta interessante do profeta ao povo dos santos do Altíssimo.
Sobre a importância de se conhecer o nome do Eterno Criador de todas as coisas; E também o nome de seu filho Salvador.
Em Yashayahu=Isaías 52,6. Diz…o meu povo conhecerá o meu nome;
O tetragrama YHWH, se refere ao nome do Eterno, em original hebraico.
E aparece 6828 vezes em hebraico na Tanakh, e indica, pois tratar-se de nome muito conhecido e que dispensava a presença de sinais vocálicos auxiliares ( as vogais intercalares).
A antiguidade e legitimidade do tetragrama YHWH como o nome do Eterno Criador para os hebreus; È provada na passagem de Shemot=Êxodo capitulo 3; Onde O Eterno revelou á Mosheh=Moisés, seu nome até então não revelado ao homem, nas seguintes palavras…Mosheh disse ao Eterno; Quando eu aparecer diante do povo hebreu e lhes disser; O Helohim de seus ancestrais enviou-me a vós; e eles me perguntarem; Qual é o nome dele? O que lhes direi?Adonai disse a Mosheh “Ehyeh Asher Ehyer; que a BJC traduz por=EU Sou Serey; o que Sou Serey=acrescentou…Diga isso ao povo dos hebreus; Yud-Heh-Vav-Heh o Helohim de seus pais, O Helohim de Avraham, o Helohim de Ytz´chak e o Helohim de Ya´akov, enviou-me a vós. Esse é o meu nome para sempre; desejo ser lembrado dessa forma, geração após geração..Agora até os egípcios saberão que EU SOU..YUD-HEH-VAV-HEH.
Eu apareci a Avraham e a Ytz´chak e A Ya´akov como o Adonai Helohim Tiz,va´ot=O Todo- Poderoso dos exércitos celestiais; Mas, pelo meu nome Y H V H não lhes fiz conhecer; Shemot=êxodo 6,2. È assim que está escrito no Tanakh.
Em Devarym=Deut-6,4. O Eterno volta a enfatizar seu nome aos Israelitas dizendo…ouve Ô Yashorul=Ysarel…YUD-HEH-VAV-HEH é um; em hebraico pronuncia-se assim”YUD-HEH-VAV-HEH echad. Echad=errad é um numeral é o numero um, significando que Ele é único.
.
A preocupação em deixar claro seu nome para os hebreus. Fez YUD-HEH-VAV-HEH advertir seu povo dizendo..do nome de outros Helohim (deuses) nem vos lembrais; Shemot=Êxodo 23,1,2.
Mais tarde o profeta lembrando disse…Aquele cujo braço glorioso, Ele fez andar à mão direta de Mosheh=Moisés? Que fendeu as águas diante deles, para criar um”NOME Yud-HEH-VAV-HEH”eterno?; Yashayahu=Isaias, 63,12-16.
Existem informações que a troca de nomes, surgiu na tradução da Vulgata Latina, de Jerônimo no século 4º. O que é confirmada por descobertas, confirmando a permanência do nome Y H W H na Septuaginta (versão dos 70). Somente no ultimo livro do Tanakh o do profeta Malakias o Tetragrama Y H W H em caracteres hebraicos aparece cerca de 48 vezes.
Uma pesquisa na Tanakh dos Yahudim=judeus…onde o tetragrama aparece 6828 vezes; revela a evidencia de que Eles sempre usaram o YUD-HEH-VAV-HEH como sendo o nome do Eterno.
Descobriram-se recentemente cópias mais antigas da Septuaginta (Versão dos 70) grega que continham o tetragrama Y-H-V-H, embora em forma fragmentada. Uma delas descoberto no Egito, são os restos fragmentários dum rolo de papiro da LXX com uma parte de Devarym=Deut-32,3,6 identificado como Papiro Foud Inventário nº 266. Apresenta 49 vezes o Tetragrama escrito em caracteres hebraicos quadrados, e em cada ocorrências de Y H V H em fragmentos não identificados ( O 116,e 117, e 123) Os peritos datam esse papiro como sendo do século 1 antes do mashiach; E nesse caso foram escritos 4 ou 5 séculos antes dos manuscritos já mencionados.
Comentando que os fragmentos mais antigos da Septuaginta grega realmente contem Y H V H em caracteres hebraico. O Dr P, Kahle diz…sabemos agora que o texto grego da septuaginta no que tange a ter sido escrito por Yahudim=Judeus para Yahudim=judeus não traduziu o nome divino Y H V H por Kyrios (grego=senhor) mas o tetragrama escrito com letras hebraicas foi retido em tais manuscritos. Foram os cristãos que substituíram o Tetragrama Y H V H pelo grego Kyrios(senhor) já a partir do 4º século. Quando o nome divino não era mais entendido.
Cumprindo as palavras dos profetas hebreus…Os profetas profetizam mentiras e são profetas do engano…e faz que o meu povo se esqueça do meu nome “Y H V H” assim como seus pais se esqueceram do meu NOME Y H V H; Yahmiahu=Jeremias 23,26,27.
Na segunda metade do primeiro milênio era atual, os escribas conhecidos como massoretas (doutores da Torah)introduziram um sistema de sinais vocálicos, para facilitar a leitura do texto consonantal em hebraico. A MASSORÁ era um conjunto de comentários críticos e gramaticais (soletração, vocalização, divisão em orações e parágrafos etc.) A palavra “Massorah” é uma palavra HEBRAICA que quer dizer “TRADIÇÃO
No hebraico antigo escrevia-se somente com consoantes, e As vogais eram somente pronunciadas, isto é, as vogais eram transmitidas, através das gerações do povo judeu, oralmente e não de forma escrita, visto que a escrita da língua hebraica possuía apenas as consoantes.
Os Massoretas foram os responsáveis pela adição de vogais no texto hebraico moderno.
A padronização dos sinais e pontuação criados pelos massoretas se deu por volta do século X com o trabalho das famílias ben Asher e ben Naphtali. Uma dessas famílias, a de Ben Asher, foi responsável pela produção de importantes códices, tais como o Códice do Cairo (895 d.C.), o Códice Alepo (900-950 d.C.) e o Códice Leningrado (1008 d.C.). Os registros contidos nesses códices são conhecidos como textos massoréticos. O texto do Antigo Testamento que consta atualmente em nossas Bíblias é baseado nos textos massoréticos.
Referências bibliográficas:
GOTTWALD, Norman K. Introdução socioliterária à Bíblia hebraica. Tradução de Anacleto Alvarez. São Paulo: Paulinas, 1988.
E-SWORD. the sword of the lord with an eletronic edge. 2007. Software de Ferramentas e Comentários Bíblicos.
Os sinais massoréticos que fazem a diferença, no caso, os que nos interessam para identificarmos a verdadeira pronúncia para os Nomes do Pai YAHUEH e do Filho YAHSHUAH, obviamente com o prefixo do nome do Pai YAH+SHUA=Salvação de YAHUEH, são os..Kamatz, o Shuruk, e o Patar”.Vamos colocá-los nos seus devidos lugares nesta seqüência, surpreendendo a muitos que defendem uma transliteração incompatível e definirmos de vez a Pronúncia Correta; YAHUEH e YAHSHUAH. O massorético Kamatz Patar sob a Consoante YUD dá Início à Pronúncia YA. A Letra HEY tem som de duplo R (RR) no meio e muda no final. Então já obtivemos YOD-HEY. O VAV com o massorético Shuruk, dá ao Vav o som de U e a Letra Final do tetragrama também HEY, mas no final, sem som, formando então: YOD HEY VAV HEY as quatro Letra do TETRAGRAMA SAGRADO-O NOME DO PAI.
YAHWEH= יַהְוֶה Lembrando que em hebraico se escreve sempre da direita para a esquerda
Esta é a forma quadrática do TETRAGRAMA SAGRADO-de imprensa- ou moderno- sem os massoréticos. Ao colocar os sinais massoréticos passamos a identificar a pronûncia, som-fonema-fonética corretos. É do TETRAGRAMA SAGRADO que partem as inúmeras Transliterações
YAHVEH, é o único nome que é realmente o nome próprio de ETERNO CRIADOR. Os outros nomes são títulos e não nomes propriamente.
O nome YAHWEH= יַהְוֶה é derivado da forma causativa do verbo hebraico HAVAH (הָוָה), que significa “ser”, ou “existir”.
E de acordo a tradição judaica é a terceira pessoa do imperfeito no singular do verbo SER.
O nome YAHVEH significa “Ele faz existir
YAHSHUA
YUD HEY VAV HEY mais as a letra Shin=Sh com som de x e o massorético VAV SHURUK=”U” o Ayin com o Patar, “A”= e o HEY=H no final mudo =עושהי
עושהי = YAHUSHUA o nome do filho escrito da direita para a esquerda em caracteres hebraicos transliterado.
Português: como você pode observar este Nome não tem nenhum, massôrach,
י ). Yôd = Y
ה ). Hêi = Ah
ש ). Shin = SH = X
ו ) VAV shuruk=U
ע ). Ain = A,
ה ) Hêi =H MUDO.
עושהי=YAHSHUAH
Seu nome contem o Tetragrama YHWH, que forma também o nome de seu Pai. AVINU SHE-BA-SHAMAYIN, ou Nosso Pai do Céu
O nome do eterno na sua forma plena.
…………………Yahweh (Yarrueh) forma plena
…………………Yahu forma trilítera
………………….Yah forma bilitera.
Portanto, o nome do filho Yahshuah tem em si,
O significado pleno de” Yah+Shuah=Yahweh é Salvação=הוהי =עושהי
Yah prefixo do nome do pai Yahweh, Shuah=Salvação…HWHY…HAUHSHAY.
Lembrando sempre que em hebraico escreve-se da direita para a esquerda.
Por falta de uma melhor informação formaram
os grupos….de Yahweh.
…………………..Yahu.
…………………..Yah.
HALLELU YAH היוללה=HALLELU YAH=louvor a YAH!
LOUVOR A YAH=YAHSHUAH; hallel louvor, Yah o nome do Eterno, perfeito não? Se o nome do pai fosse Deus seria hallelu deus; se do filho fosse jesus, seria hallelu SUS; não? Como fica os cristãos que diz hallelu yah? Vão mudar para hallelu SUS ou hallelu deus?
Em Yachonam=JOÃO 5:43 Yahshuah declara “EU VIM EM NOME DE MEU PAI” (Yahshuah=Yahweh é Salvação), e não me aceitais, se outro vier em seu próprio nome, (Jesus, Deus;) a esse recebereis.
O Jesus das igrejas ” apareceu em seu próprio nome e foi recebido por muitos, mas YAHSHUAH sempre agiu em nome do Pai.
Veja a seguinte conexão:
JE-SUS (DE-US) JU-DEUS (JERU-SALÉM Qual a conexão existente aqui entre estes nomes? além da letra J que acima de tudo só passou a existir APARTIR DO SECULO 16-7. não há nenhuma ligação gramatical!!NENHUMA!!! agora compare:
YAHWEH = YHWH = O PAI
YAH SHUA = SALVAÇÃO DE YAH (O FILHO)
YAH SHALYM = A CIDADE DE PAZ DE YAH
YAH UDIM = ADORADORES DE YAH ( O POVO )
Aí se cumpre as palavras de Yahweh pelos seus profetas; “porão assim o meu nome sobre os filhos de Yashorul=Israel=e eu os abençoarei…e todos os povos da terra verão que levas o nome de Yahweh, e ficarão com temor de ti…M´dbar=Números 6,26,27. e Devarym=Deut-28,10.
Agora sim! podemos claramente fazer a conexão entre o nome do Pai, filho, da cidade santa e do povo. Assim como declarado em Daniel 9:19 … “Ouve YHWH… porque a tua cidade (Yahshalaym ) e o teu povo (Yahudim=judeus) são chamados pelo TEU NOME (YAHWEH). Apocalipse 14:1 E ……144.000 tendo na fronte o SEU NOME E O NOME DE SEU PAI YAHWEH=. יַהְוֶה ..Yahshuah =עושהי “Apocalipse 22: 4 ” Contemplarão a sua face, e na sua fronte está o hashem=NOME D ELE .
Hashem, significa “o nome” ha é o artigo definido, e se pronuncia “o”
VEJA HÁ’SHEM=O NOME-DO – “PAI” e do “FILHO
YAHVEH= יַהְוֶה YAHSHUAH=עושהי
Sempre lembrando que no hebraico se escreve da direita para a esquerda!
A LETRA…J…
A Wikipedia A Enciclopedia Livre; Explica-nos, racionalmente a questão da letra J. È verdade que a letra J não existe no hebraico, grego e latym. Como então essa letra aparece em nomes bíblicos em quase todas as línguas com as quais estamos familiarizados?
Porque todas as Bíblias trazem Jeremias Judá Jerusalém etc.,!…Se não existe a letra J no iAlfabetys Yvrii=hebraico?. O que aconteceu foi o seguinte, os gregos empenhados em traduzir as Escrituras Hebraicas (notem que as Escrituras-Tanakh, e Bryt hadashah, são mencionadas com sendo originalmente, hebraicas) para a sua língua grega (Septuaginta=Versão dos 70) não encontraram no idioma grego uma consoante que correspondesse ao YUD hebraico. E a solução foi recorrer a vogal grega IOTA, que corresponde ao nosso I. Então escreveram Ieremias, começando com I, e assim por diante, inclusive “Iesous” NO hebraico a letra YUD representa tanto a vogal I como a consoante Y. O mesmo acontece com o latym com as letras I e U. O emprego das letras J e V para representar I e U consonânticos, ocorreu na época do renascimento, foi difundido por Pierre de La Ramée, filósofo francês, reformador da lógica aristotélica, aderiu a reforma protestante em 1561. Foi morto no massacre que se seguiu a noite de S Bartolomeu em 08 de Agosto de 1572.
Escreveu instituições dialéticas em 1543. A expressão “letra ramista” ficou sendo uma designação comum, dada às consoantes J e V, em homenagem a ele.” Pesquisada em a Pequena Enciclopédia Britânica do Brasil Publicações Ltda. Causa realmente estranheza essa mudança do nome do salvador hebreu “Yahshuah” para Jesus com J; sendo que como foi explicado, não existe a letra J no Alfabets Yvrii=hebraico. E todos sabemos que nome próprio não se traduz, é um crime chamado de “falsidade ideológica” e dá cadeia. Qualquer professor sério de lingüísticas sabe disso.
Sobre as traduções da Bíblias lemos o que diz a “Enciclopédia Britânica 1974-79-Vol-10-pg 126…A doutrina se desenvolveu gradativamente através de vários séculos. E passando por muitas controvérsias; inicialmente por duas razões, a exigência do monoteísmo herdado do Tanakh=Velho Testamento, e a implicação pela necessidade de interpretar os ensinamentos da Bíblia para o paganismo greco-romano.
Assim o dedo do catolicismo romano cristão, esteve sempre presente nas traduções das Escrituras, para outras linguais. Ficando então as Escrituras sob o total domínio e influencia de Roma.
Vê o que a professora de Historia Antiga da USP, Maria Luiza Corassim disse na Revista Super-Interesante-Editora Abril…”Do século II ao XV, as cópias dos livros sagrados estavam nos conventos. Eles agregavam o que queria”
Os manuscritos mais antigos datam de aproximadamente do ano 400 era atual. E são cópias das cópias, escolhidas entre inúmeras pelos Bispos e padres católicos, reunidos em concilio.
Alem de tendenciosa, a tradução da Bíblia nunca foi tarefa fácil. Veja o que diz, a Comissão de Tradução Sociedade Bíblica do Brasil, no comentário extraído de “Natureza e Propósito da Bíblia na Linguagem de Hoje”…Nenhuma tradução da Bíblia é perfeita. Os tradutores melhor que ninguém, conhece as dificuldades da tarefa que lhes foi entregue.
Assim é um fato verídico, que o nome Jesus é falso. De fato o papa Leão X, privilegiando uma inverdade por causa de sua classe elevada, fez essa declaração surpreendente ” que lucro não nos trouxe essa fábula do nome Jesus Cristo” Dessa forma, tendo compilado o que julgavam mais interessante, e proveitoso em relação aos seus propósitos; Passaram a difundir pelo mundo afora suas idéias e crendices religiosas. Com isso, o conhecimento e a razão foram substituídos pelas fabulas dogmáticas da mãe Babilônia.
Salienta-se, o prejuízo que o mundo tem sofrido com o rebaixamento mental, imposto com as crenças e superstições religiosas. Com que o verdadeiro conhecimento da verdade, sofre uma estagnação sensível.
A única classe beneficiada realmente com a religião, é a das próprias instituições. A lenda do nome de Jesus Cristo paraleliza próximo identicamente a história de jeseu Krishinah, mesmo em detalhe, como foi apresentado pelo mitólogo e erudito notável Gerald Massey à mais de 100 anos; Também pelo Rev, Robert Taylor a mais de 160 anos.
O pastor Fanini da Igreja batista fez a seguinte declaração ” fico com Jesus que é Brasileiro” infelizmente o sr Fanini fez uma péssima escolha, já que não se tem noticias de um salvador brasileiro!.
O nome correto é “Yahshuah” derivação de Yahweh, com o substantivo Shuah=Salvação; Yahshuah=Yahweh é salvação!
È simples e prático para quem quer ver, e não inventar.
No capitulo 1,21 de mattytiahu=mateus onde o anjo relata o nome do salvador antes dele nascer. Está assim no hebraico…vê karáta et shemou yahshuah ki hu yoshah et amô me aonoteiêm…que foi transliterado como…
“e lhe chamarás Yahshuah Salvador, pois ele salvará o seu povo de todos os pecados deles”
= עושהי YAHUSHUAH HA-MASHIACH
hebraico=====transliterado!
Esse é o verdadeiro e único nome do salvador que veio dos Yahudim=judeus, o leão da tribo de Yahudah=judá e filho de Davi.
Portanto nome próprio não se traduz e nem se modifica, e simי translitera, é diferente! todo estudioso sério de linguística sabe disso. O fato de alguns quererem adptar e ou declinar nomes próprios não existe na linguística, è falta de conhece-la.
Portanto não existe adaptação do nome Yahshuah, em nenhum sentido.
Seja nominativo=apelido, pseudonimo.
Dativo=seria como se Yahshuah fosse um lugar, um objeto! o que não é ……….o caso, ele é uma pessoa e possui um nome próprio.
Genitivo=seria a ideia que se origina de Yahshuah; A qual o nome greco-romano jesus não possui nenhuma ligação com o hebraico”"”"”"”"”"Yahshuah”.
etc…………………….
O fato de eu crer no mesmo nome do salvador hebreu que eles creem! “YAHSHUAH”
Não era pra te causar admiração nenhuma, pois vc também crê no nome que a igreja católica cristã criou, crê e prega! E não é nenhuma coincidência, e sim uma realidade. Já que as filhas dela sempre faz esse trabalho pra mãe!
Extraído do livro “O TETRAGRAMA”
De ivonil ferreira de carvalho
QUANDO SERÁ O FIM?
Existe uma certa preocupação da humanidade atual, acerca da terceira guerra mundial, e sobretudo a respeito do fim do mundo. Há uma teoria que diz…de dois mil anos não passará. Terá ela alguma afirmativa biblica? Bem, esta idéia de que o fim do atual sistema tem o seu término no ano 2000.
Não é de toda anti-biblica, ela tem o seu pano de fundo nas Escrituras. E se, de fato fim é mesmo no final do século 20. Estamos mais perto dele do que imaginamos.
Vejamos, estamos no ano de 1989 da era atual; somados a estes mais os 4 anos que não aparecem no nosso calendário, chegam-se, em 1993. Entretanto, levando em conta que o ano biblico é composto de 360, e não de 365 dias; Conforme…Danyah (Daniel) 7,25, e 12,7; e Hyzayon=Revelação 11,2,3; e 12,6,14.e 13,5. (ao todo são 7 passagens referentes à este tempo). Temos assim, desde quando foi estabelecido o calendário vigente em 1582 era atual; (pelo papa Gregório 13) . 407 anos que constam em cada um deles, os 5 dias a mais que foram acrescidos ao ano biblico de 360 para 365 dias. 407X5=2035 dias, e considerando ainda que, nestes 407 anos houve a cada 4 anos 1 ano bixesto.(29 Fevereiro).
Um dia a mais a cada 4 anos sobram=102 dias, que somados aos 2035=2137 dias. Que divididos em anos biblicos de 360 dias dão cerca de 6 anos. Somando 6 anos mais 1993=1999. Este estudo é fundamentado em dados proféticos e históricos, já que…Sem a visão profética, o povo fica sem controle…e a palavra profética…é…lampada para meus pés e uma luz para o meu caminho…e…uma luz que brilha em lugar escuro… Mishlei (Proverbios) 29,18; Tehillim (Salmos) 119, 105. e 2ª kefah (Pedro)1,19.
E é nos fatos históricos que se vê o cumprimento das profecias biblicas. Vamos buscar na cronologia histórica da Biblia, dados que possam conferir e confirmar nosso comentário. Vamos dividir o tempo desde a criação de Adamak (Adão) até nossos dias, em 7 períodos.
1º-Período; da criação de Adamak (Adão) ao Dilúvio somam-se, as idades dos patriarcas da seguinte forma.
Adamak criado no ano zero, gerou Shet (Sete) depois de viver 130 anos; Bereshit (Genesis) 5, 3. Shet viveu 105 anos e gerou Enosh, e Enosh gerou Kenam aos 90 anos, etc,etc,etc.
Assim temos uma cadeia ininterrupta até Noach, Bereshit capitulo 5.
Tendo Noach 600 anos veio o Dilúvio sobre a Eretz (terra) habitada daqueles dias, conforme Bereshit (Genesis) capitulo 7.
Somam-se portanto 130 anos,mais 105, mais 90 e mais etc, etc, etc, mais 600 anos de Noach (Noé), o que dá um total de Adamak até ao Dilúvio de……………………………………………………………………………..1656 anos.
2º Período; do Dilúvio ao concerto que Yahweh fez com Avraham (Abraão). Segundo o relato de Bereshit (Genesis)11,10. Shem gerou Arpakhshad 2 anos depois do Dilúvio. Aos 35 anos Arpakhshad gerou a Shelac, e Shelac aos 30 anos gerou a Ever, etc, etc, etc.
A exemplo do que foi fizemos no período anti-diluviano. Vamos também somar aqui as idades como se segue, 2 anos, mais 35 anos, mais etc, etc, etc, Bereshit, (Genesis) 11,10-32. Temos então desde o Dilúvio até a morte de Terach pai de Avraham quando Yahweh fez o concerto com Avraham; Bereshit (Genesis) 12,1-3………………………………………………………………………………….427 anos.
3º Período; do concerto com Avraham até a saída dos hebreus do Mytzary=Egito; Shemot=Êxodo, 12,40.e Galatas 3,17……………………………….430 anos.
4º período; desde o Êxodo até a construção do Templo de Shlomoh (Salomão) M´lakhim Alef=1ª reis, capitulo 6,e 7 e refs.
Temos então…………………………………………………………………..480 anos.
5º Período; da edificação do templo até ao cativeiro na Babilonia “M´lakhim alef=1ª reis, 6,17-37. e 11, 42. e 12,22. e 22 ,1. M´lakhim alef=2ª reis cap-1 a o 24. Divrei-HaYamim alef (2ª Cronicas) 9,30. e capitulo 20. Somam-se, os períodos de reinados dos M´lakhim (reis) desde Shlomoh até Y´hoyakhim (Joaquim), dão……………………………406 anos.
6º Periíodo; do cativeiro babilonico ao inicio da era do mashiach. Segundo Y,ssefus (Josefo) historiador hebreu, o rei Y´hoyakhim de Y´ahudah foi levado cativo para Babilonia em 605 antes do mashiach. Aliás as biblias datadas também dão este ano. Começou o cativeiro e daí ao ano 1 de nossa era temos………………………………………………………………..605 anos.
7º Período; do ano 1 até nossos dias…………………………………1989 anos.
Desde a criação de adamak no ano zero até agora…………………………………………………………………………………5993 anos.
Somados a estes, mais os 6 anos que ficaram perdidos e excuidos do calendário atual, quando este foi reformulado em 1582.
Se chega numa conclusão de que já estamos vivendo desde Adamak (Adão) até hoje…………………………………………………5999 anos.
Agora voltando a lembrar que estamos no ano de …………………………………………………………………………………………1999 da era atual.
Basta somarmos os 1999 mais os 4000 anos antes do Mashiach; e chegamos também ao mesmo total de anos de Adamak até hoje…………………………………………….5999 anos.
Porquanto, se é certo que o ciclo atual da Eretz=Terra chega ao fim no ano 2000. Faltaria apenas 1 ano para o referido fim; 5999+1=6000 anos. Segundo um estudo do achi=irmão D. Mathyah, o calendário judaico tem uma defasagem de 228 anos, devido à diferença na mudança do calendário solar para o calendário agricola, após o exilio em Babilonia, e em 2012 completa 6000 anos.”
Havendo uma diferênça de apenas 13 anos entre as duas pesquisas cronológicas, o que é razoável, já que na nossa pesquisa não contamos as frações de anos; Exemplo…Adão tinha 130 anos, e mais quantos meses ou dias? etc,etc,etc.
No entanto, o leitor pode ficar tranquilo; O fim do atual sistema não será no ano 2000, e sim, nos meados do sseculo 21, conforme as profecias biblicas. Sabemos pela história biblica que o 7º milenio será o descanço da Eretz=Terra; Pois assim como Yahweh ordenou a Moshec=Moisés, e ao povo hebreu no Tanah=V, Testamento. Dizendo…que, eles trabalhassem na eretz terra e plantasse nela 6 anos; porem, o 7º ano era o descanso dela; Vayikra=Levitico 25,1-6; e refs. Também Yahweh deu ao homem o direito de trabalhar na Eretz=Terra durante 6 mil anos; no entanto, o 7° milenio será o Shabbat=descanso dela.
A grande massa religiosa dos nossos dias, não admite que façamos um prognóstico sobre a Parusiah do Mashiach, e o final do ´olam hazeh=era atual, e inicio do ´olam haba=era vindoura.
Baseados no relato de Matttiahu 24,36; quando Yahshuah Hamashiach disse que…daquele dia somente o Pai sabia quando seria. Nâo busca nas Escrituras Sagradas e na história biblica, o esclarecimento do Ruach Hakodesc=espirito santo, entender o plano de Yahweh=Eterno criador; com os homens por meio de Yahshuah.
E assim multidões se perdem nas densas trevas da “ignorancia e superstição” no meio das grandes religiões da Eretz=Terra. É certo que Yahshuah disse que o fim do atual sistema, únicamente o Avinu=Pai sabia quando seria. O Mashiach disse isto cerca do ano 30 da era atual, quando pregava as “boas novas do reino” durante 3,5 anos=metade da 70ª semana de Danyahu=Daniel, 9.
Depois de outros 30 e poucos anos, por volta do ano 65 é que foi escrito este fato no livro de Mattytiahu=Mateus. Passados outros 30 anos=ano 95-100 da era atual. Após o Mashiach ser ressuscitado dentre os mortos, e subido aos céus, e recebido do Avinu=Abba=Pai…toda a autoridade nos Shamayim=céus, e na Eretz=Terra; mattytiahu28,18.
O Mashiach envia seu anjo e mostra a Yachonam (João) na Ilha de Pátimos…A Revelação que Helohim deu a Yahshuah Hamashiach, para…mostrar a seus servos o que deve acontecer em breve; Hyzayon-Revelação1,1.
Como se vê aquí, Yahshuah Hamashiach recebeu do Pai uma Revelaçâo. Isto significa que Ele não à possuía antes, dando a entender o “Ruach Hakodesch” que, quando o Mashiach estava na Terra como…homem de dores…humano; Ele não tinha esta revelação, só a recebeu depois de glorificado.
O final do ´olam hazeh=era atual; e o estabelecimento do “Atid Lavoh=milênio do Mashiach” no inicio do ´olam haba=era vindoura .
É um dos acontecimentos importantes que esta revelação mostra que deve acontecer. Mas, quando será? dá-nos, as Escrituras proféticas e históricas, o direito de saber qual é a data para este tão grandioso advento? Não é este um mistério oculto como as religiões ensinam, e que nimguém pode saber?
Ora, a Escritura inspirada claramente afirma que,”Yahweh helohim, não faz nada sem revelar seu plano a seus servos, os profetas; Amós 3,7″. Sendo verdade que Yahweh não faz coisa alguma na terra, sem revelar seu plano aos seus servos=profetas; Fica evidente que, a Parusiah do Mashiach e o estabelecimento de seu reino de mil anos. Seriam mostrados aos seus servos=profetas, com antecedência pelo o Eterno Yahweh;
Pois, aos tais Yahshuah disse…a vós vos é dado conhecer os mistérios do reino de Helohim…porque tudo quanto ouví de meu Pai vos tenho feito conhecer; Lukas, 8,10; Yachonam 15,15; Como o anjo Gabryahu havia dito a Danyah…nenhum dos ímpios entenderá; mas, os sábios entenderão; Danyah (Daniel)12,10.
No livro de Hyzayon=Revelação temos outra dica sobre o projeto de Yahweh Helohim para seu povo na Eretz=Terra…nos dias da voz do 7º anjo quando tocar o seu shofar=trombeta; se cumprirá o mistério de Helohim, como anunciou aos seus profetas; Hyzayon=Revelação10,7.
O 7º anjo começou a tocar seu Shofar=Trombeta no ano de 1843 da era atual, quando findou “segundo Danyah 8,14. A profecia das 2300 tardes e manhãs. Tendo iniciado em 1843 conforme “o espirito de profecia” A purificação do Mishcan=tabernáculo (santuário) celeste, que é o juizo da casa de Yahweh Helohim.
Chamado também de juizo investigativo…porque chegou o tempo para o inicio do juizo. Ele começa pela casa=tabernáculo”de Helohim; 1ª Kefah (Pedro)4,17. Esta trombeta anunciando o juizo investigativo, é pré-figurada no Tanah pela trombeta que soava no dia de Yom-Kippur=dia da expiação…Então no décimo dia do sétimo més, no Yom-Kippur=dia da expiação; soem o toque do shofar (trombeta)…em toda a terra…anunciando a liberdade por todo a terra a todos os seus habitantes; Vyikra (Levitico) 25,8-13.
O soar da 7ª shofar=trombeta, cobre o périodo da era de Laodiceia desde seu inicio em 1843 era atual, até ao ano de 2043 na Parusiah do Mashiach; Laodiceia significa julgamento do povo. Sendo justamente dentro deste espaço de tempo que, Yahweh Helohim=O Pai;
Haveria de mostrar aos seus profetas por meio de Yahshuah, quando será o fim do ´olam hazeh=era atual=consumação dos séculos; Mattytiahu (mateus) 24,14; Porque…quem guardar a mistizvah=mandamento; não experimantará nenhum mal, e o coração do sábio discernirá…o tempo e o modo…porque para todo o propósito…de Helohim…há tempo e modo; Kohelet (Eclesiastes) 8,5,6.
Assim…conferindo uma coisa com a outra para achar a causa…examinando mandamento sobre mandamento…regra sobre regra…um pouco aqui e um pouco alí; Yahshayahu (isaias) 28,13. Kohelet (Eclesiastes) 7,27. Podemos entender perfeitamente que, Yahweh helohim deixou na luz de sua palavra profética…a luz que alumia em lugar escuro; 2ª Kefah (Pedro)1,19,20. a data para este advento glorioso.
Sobre o povo de Yahweh ter de andar na luz profetica para saber o tempo da Parusiah do Mashiach. Shaul hashaliach (Paulo) relatou…voces não precisam de que nada lhes seja escrito, irmãos, a respeito dos tempos e das datas desses acontecimentos…voces não estão em trevas, para que o dia os tome de surpresa…voces são pessoas que pertencem à luz e ao dia. Não pertencemos nem a noite nem ás trevas…e pelo fato de pertecermos ao dia, permaneçamos sobrios. 1ª Tess, 5,1-8.
Tanto a boa nova de Yahshuah como os escritos de Shaul Hashaliach (paulo) relatam que, a Parusiah do Mashiach virá como um ladrão para os que estão em trevas (fora da revelação profética)…Já que…as trevas os surpreenderão, pois quem andam nas trevas não sabem aonde vai…porque virá como um laço sobre os que habitam na terra…aquele dia virá como o ladrão que surge á noite; Lukas, 21,35; Yachonam (joão) 12,35; 1[ Tess, 5,1-3; e re
Os Escritos Sagrados deixam bem claro que, a Parusiah do Mashiach será uma incognita para os Laodiceiano=mornos, que serão vomitados da boca de Yahshuah; Que estão sem a luz profética, não ligados”À Lei e ao Testemunho…de Yahshuah que é o espirito de profecia…se eles não falarem segundo esta palavra; nunca verão alva=Mashiach…liga o Testemunho sela a Lei e entre meus discipulos; Yahshayahu (isaias)8,16,20;
E ao mesmo tempo esclarecem que, para os filhos da luz profetica. Este grandioso acontecimento será plenamente revelado com antecedencia; Pelo Eterno que segundo sua santa palavra, não faz nada sem antes revelar aos seus escolhidos;
Vamos ver então como as Escrituras Sagradas nos esclarecem quando será o final do ´olam hazeh=era atual. Em Mattytiahu (Mateus) 24,36, Yahshuah declarou que, o fim somente o Abba=Pai, sabia quando seria. Entretanto, no verso 37 do mesmo capitulo Yahshuah relata que…a Parusiah do filho do homem será como ocorreu nos dias de Noach (Noé). Nos dias antes do Diluvio, o povo vivia comendo, bebendo, e casando-se…até o dia em que Noach entrou na arca; e eles não perceberam nada, até que veio o Diluvio e arrastou a todos. Será exatamente dessa forma quando o filho do homem vier. Ora, sabe-se, que, no tempo de Noach milhares de pessoas foram surpreendidas e destruidas pelas águas do Diluvio.
No entanto, é notório a todos os leitores das Escrituras que, os servos do YHWH Eterno não foram pegos de surpresa. Já que foram previamente avidados pelo Yahweh Helohim Hashem, que não faz nada sem antes avisar aos seus profetas como já foi explicado.
Assim…Noach divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu, e, para a salvação de sua familia preparou a arca; Hebreus 11,7 . Quando o Eterno decidiu dar cabo de todos os viventes que haviam na terra habitada daqueles dias. Por causa da corrupção geral do ser humano; Yahweh avisou ao seu profeta Noach dizendo…o fim de todo ser humano é vindo…os dias do ser humano na terra serão 120 anos; Bereshit (Genesis) 6,1-22.
O Eterno não disse que o homem teria dalí em diante a idade de 120 anos. E sim que, de seu aviso ao profeta Noach até a destruição de todos os humanos no Diluvio, seriam 120 anos. O profeta Noach estava nesta época em que foi avisado por Yahweh, com 480 anos. Já que quando veio o Diluvio ele contava…600 anos; Bereshit 7,6.
Isto mostra claro que, quando anunciou a Noach que traria o Diluvio e o fim sobre todos os viventes alí. O Eterno disse-lhe com muita clareza que, dalí á exatos 120 anos viria o fim.
Tão fiel foi o dado profético que, quando Noach entrou na arca…passados 7 dias veio o Diluvio sobre a terra; Bereshit 7,10. Fica a pergunta; como Noach ficou sabendo que era preciso ele e sua familia, entrar na arca, pois faltava então apenas 7 dias para o Dilúvio chegar? È possivel que alguém vá dizer que, é porque O Eterno o avisou, o que é verdade.
Porém qual foi a maneira usada por Yahweh para avisar ao seu profeta, servo fiel e prudente? Foi exatamente o tempo profético de 120 anos. Assim sendo, quando passaram 119 anos 11 meses e 23 dias. Noach entrou na arca com a sua familia, pois ele sabia que dalí a 7 dias cairiam as águas do Diluvio sobre a terra. Já que, terminava o período profetico de 120 anos, apontado por Yahweh como o sinal do fim.
Foi por isto que, o escritor de Bereshit tratou com muita fidelidade a respeito do ano, mês e dia da vida de Noach quando caiu o Dilúvio. Como se vê…no ano 600 da vida de Noach, no mês 2, aos 17 dias do mês…naquele mesmo dia (17) se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas do céu se abriram…e veio o Diluvio…Bereshit 7,11. O livro a um passo do Armagedon pg 325, de Helen g, White, traz o seguinte comentário, sobre os 120 anos que antecederam ao Diluvio…Quando a iniquidade dos antidiluvianos levou Deus a trazer o Diluvio sobre a terra….Durante 120 anos, foram instados ao arrependimento e a abandonar seus maus caminhos. E nas pgs 309 e 356 do mesmo livro ela dá um alerta, a respeito da data da Parusiah do Mashiach…Assim os que esquadrinham a palavra de Deus, pode confiar que, encontrarão, indicado com clareza nas Escrituras; o acontecimento mais estupendo que deve ocorrer na história da humanidade ” a Parusiah” do Mashiach. Além disso é nos ensinado na Escritura; que, desatender a advertencia e recusar ou negligenciar saber…o advento do Salvador, ser-nos-á, tão fatal como o foi para os que viviam nos dias de Noach o não saber quando viria o Dilúvio.
Creio que, ficamos bem esclarecidos de que, nos dias anteriores ao Dilúvio. Noach sabia…o tempo e o modo…como tudo iria acontecer; pois foi previamente avisado por Yahweh que…não faz nada sem antes comunicar aos seus profetas. Tambem agora a palavra profética nos alerta que, a Parusiah do Mashiach e o fim do `olam-hazeh=era atual; e o implante deu seu “atid lavoh=milênio; no inicio do ´olam haba=era vindoura;
Será como o foi nos dias de Noach. Ou seja, o mesmo Yahweh que não faz nada sem antes comunicar aos seus servos os profetas; haveria de revelar aos seu profeta fiel; o tempo e o modo da Parausiah do Mashiach; da mesma maneira que o fez com Noach.
No livro do profeta Ezequyahu (Ezequiel) 39,9; lemos o seguinte relato sobre o tempo de Yahshuaha sua obra e Parusiah…os habitantes das cidades de Yashorul (israel) sairão e totalmente queimarão as armas e os escudos…com as flexas…e farão fogo com tudo isto por 7 anos.
Aqui a profecia relata que, seria de 7 anos=proféticos; o tempo e obra do Mashiach; quando então os israelitas da promessa…transformariam suas armas de guerras em enxadas; Yashayahu (Isaias) 2,4.
7 anos normais são 2520 dias; que traduzidos em tempo profetico dão 2520 anos…na profecia um dia é igual a um ano; Números, 14,34; Ezekyahu (Ezequiel) 4,6; e refs. Este é o maior período profético da Bíblia, vemos que, desde o Edem Yahweh começou a anunciar a vinda do Mashiach redentor, quando disse que…da semente da mulher nasceria um que esmagaria a cabeça da serpente (Hasatan) Bereshit 3,15. Então passando por todos os seus Naviym (profetas) no Tanach (V, Testamento), o Yahweh Tzva´ot (Deus dos exercitos) veio anunciando que, enviaria o Salvador do Mundo. No entanto, coube ao naviy (profeta) Daniyahu…o homem muito amado…do eterno; Danyahu (Daniel) 9,23.
Receber esta maravilhosa revelação de Yahweh, a respeito do tempo do Mashiach vir ao mundo. ” Por isso, preste atenção à resposta e entende a visão…Disse o varão Gabryahu (Gabriel)..desde a saída da ordem para restaurar Yahshalaym até ao Mashiach…haverá 7 semanas de anos e 62 semanas; e 1 semana; Ao todo 70 semanas=490 anos; Danyahu 9,25-27;
Esta é a primeira profecia cronológica na Bíblia a respeito do Mashiach e sua obra. E ela indica que, o tempo do Mashiach teve seu inicio, na data da referida ordem para restaurar Yahshalaym terrena no ano 457 antes do Mashiach; Dic-da Biblia pg 47 e refs.
Contados os 2520 anos a partir de 457, alcança o ano de 2063 da era atual, quando findam o maior período profético das Escrituras Sagradas. No entanto, descontados os 10 anos que ficaram perdidos e que não aparecem no calendário atual. O grande período profético sobre o Mashiach de 2520 anos, findam em 2053. Entretanto, como já aprendemos atrás que, é com 2 ou 3 testemunhas…que toda a palavra é confirmada; Mattytiahu (Mateus) 18,16. e 2ª or,13,1.
Temos outra cadeia profética paralela à esta de 2520 anos; mostrando também, o tempo do Mashiach e a sua obra redentora, desde o ano 457 antes do Mashiach, até ao ano de 2053 era atual.
Vejamos; em Danyahu 8,14 encontramos a profecia das 2300 tardes e manhãs=2300anos; Que teve início na mesma data 457 antes do Mashiach onde começou os 2520 anos; Isto é, na saída da ordem para restaurar Yahshalaym terrena (ver estudo as 70 s emanas de Danyahu) e findou no ano 1843. Data em que, segundo o anjo Gabryahu (Gabriel), deveria iniciar a purificação do mishcan shamayim=Santuário Celeste.
E em Ezequyahu ( Ezequiel) 39,12,14. encontramos outra profecia cronológica, desta feita sobre o tempo gasto na purificação do dito santuário celeste. Ali, descobrimos que, a purificação do santuário celeste, é de uma duração de 7 meses proféticos=210 anos.
Esta profecia dos 7 meses ou 210 anos, só pode ser realmente ligada ao período profético das 2300 tardes emanhãs=2300 anos; Já que ela trata do tempo gasto nesta purificação. Enquanto que, a das 23000 tardes e manhãs+2300 anos; descreve a data para iniciar a Kapahah (purificação) do dito santuário celeste. Porquanto, ligando estes dois períodos proféticos…já…que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; 2ª Kefah (Pedro) 1,20. Vamos descobrir, tanto a data de início da purificação do santuário celeste, no final da profecia das 2300 tardes e manhãs=2300 anos em 1843. Bem como o tempo gasto nela de 210 anos; E o seu término em 2043, na Parusiah do Mashiach; No final do ´olam hazeh
=era atual, e inicio do ólam haba=era vindoura.
Vejamos; a profecia declara que, o tempo a ser gasto nesta kapahah (purificação), seria de 7 meses. 7 meses biblicos de 30 dias cada são 210 dias literais, que computados em tempo profético dão 210 anos normais; Contados então os 7 meses proféticos=210 anos; desde o ano 1843 era atual onde segundo Danyahu (Daniel) 8,14. teve inicio a purificação do santuário celeste se chegam no ano 2053.
No entanto descontados os 10 anos perdidos no calendário caiem no ano 2043. E sendo que a colheita do Mashiach incluindo ” as bodas do Cordeiro” tem uma duração de 7 anos; Yashayahu (Isaias) 30,26; e Hyzayon=Revelação 8,1; e Juizes 14,17. Os escritos sagrados nos mostram através do “espirito de profecia” que, o Mashiach virá na sua Parusiah reunir o seu povo escolhidos “o Israel da promessa”. Quando terminar a sua obra de purificação no Santuário celeste no ano 2043. E como a ceifa com as bodas do Cordeiro no final do òlam hazeh=era atual, durará 7 anos como explicamos atrás. Somam-se 2043 mais 7 anos encostam no ano 2050.
Ficando de resto para completar o maior período profético das Escrituras Sagradas apenas 2 anos. Estes 2 anos são para a festa de “Purim” =festa da sorte; Em figura desta festa do Mashiach com a sua noiva-esposa; Lemos no livro de Ester capitulo 9…o seguinte…Quando o povo de Yahweh estava sentenciado à morte, pelos seus inimigos; Yahweh mudou-lhe a sorte, de morte para a vida. Fazendo morrer “Naaman”o inimigo maior do povo hebreu.
Então o povo hebreu celebrou a festa de “Purin” que quer dizer “a festa da sorte”. E isto durante 2 dias consecutivos. Porquanto, a festa de Purin que o povo hebreu passou a celebrar depois do grande livramento que Yahweh lhe enviou, mudando-lhe, a sorte; Isto é, de morte para a vida.
Era uma figura da grande festa nas bodas do Cordeiro com sua noiva=esposa durante 2 anos. Comemorando o grande livramento que Yahshuah Hamashiach nos trouxe; redimindo-nos da morte eterna à que estavamos sujeitos pelo inimigo=Hashatan.
Há um dado interessante sobre as bodas do Cordeiro com a sua noiva=Kehilah. No livro de Hyzayon=Revelação 19, 9; Yachonam(João)… relata…E o anjo me disse; Escreva; Quão felizes são os que foram convidados para a festa de casamento do Cordeiro. E acrescentou; Estas são palavras de Yahweh. É sabido por todos que, para alguém ir participar de uma festa de casamento importante; necessário se faz que, este alguém receba um convite da parte dos noivos; E naturalmente é neste convite que vem os dados sobre a festa de casamento. Exemplos; nomes dos noivos, local e primcipalmente a data do casamento; Sem a qual não existe nenhuma possibilidade para que o convidado possa ir a tal festa. Esta festa das bodas do Cordeiro com sua noiva é representada também na abertura do 7º selo…e havendo aberto o 7º selo houve silencio no shamaym=céu, quase meia hora; Meia hora profética são 7 dias e meio; quase meia hora equivalem a 7 dias em tempo profético, que são 7 anos. Na Parusiah do Mashiach todos os santos anjos virão com Ele; Mattytiah 25,31. 2ª Tess, 1,7. e refs. E ausentando do céu as hostes angelicais; haverá ali obrigatóriamente; silencio durante essa quase meia hora.
Yahshuah considerou ainda, sua volta para o casamento com sua noiva, no quadro das 10 damas de honra…que tomando suas lampadas sairam ao encotrar o noivo…as imprudentes não levaram azeite consigo…a meia noite ouviu-se um grito. O noivo vem aí! Saí ao seu encontro…enquanto as imprudentes foram comprar o azeite, o noivo chegou e as que estavam prontas entraram com ele para o banquete de núpcias. E fechou-se a porta; Mattytiah 25,1-13.
As prudentes representam a Kehilah do Mashiach, a noiva fiel e prudente que recebeu o convite atravez do “espirito de profecia” simbolizado pelo azeite=Ruach hakodesch. Estando atenta ao local e data da festa de casamento.
Já recebeu o convinte do casamento e da festa das bodas do Cordeiro com sua noiva no 2043 era atual? Não! Os convidados estão recebendo o convite. E esperando que, por volta do ano 2043…virá o desejado de todas as nações…e fará tremer os ceus e a terra; “no final do ´olam hazeh=era atual; Ageu 2,5-7. 2 Kefah 3,9,10.
No que diz “Yahweh” escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que possa ler o que correndo passando…a visão é para o tempo determinado, e até ao fim falará e não mentirá…certamente virá, não tardará; Assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vasia; antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei; Habakuk 2,2,3. Yashayahu (isaias) 55,11.
Ivonil Ferreira de Carvalho———-Jatai-go———1989.
O MASHIACH JÁ VEIO, OU VIRÁ?
Antes de mostrar a essência dos termos proféticos direcionados à vinda do Sar Shalom (Príncipe da Paz), o prometido davídico, faço questão de frisar aqui algumas das muitas montagens instituídas pelo romanismo religioso pagão, o que veio a causar turbulências interpretativas no âmbito da sabedoria humana. Com isso, a rejeição e aceitação entraram por desvios onde a sabedoria dos sábios tem perecido e a prudência dos prudentes tem se escondido. Yshayahu (Isaías) 29: 14. Não te esqueça que esse fracasso entre os doutos provém de uma obra maravilhosa e assombrosa que YHUH prometeu realizar no meio de um povo. Que povo seria esse? O nosso povo yhudih (judeu). Observe que a Palavra dele diz: “No meio deste povo”.
MONTAGENS
As muitas montagens em torno da pessoa do Mashiach têm se desconectado do sistema profético, lhe proporcionando uma glória não aceita por ele, cujo louvor e merecimento não provêm dos homens, sim do ETERNO que o enviou.
O primeiro erro interpretativo se acha na hereditária semente descrita em Bereshit (Gênesis) cap. 3 vs. 15, sendo essa equivocadamente acatada como a pessoa do Mashiach (Messias) de Ysrael, mediador da salvação. Tomando por lógica que a mulher brotou do homem e não o homem da mulher, fica esclarecido que a semente da mulher é todo vivente da masculinidade humana.
Existe amizade na cobra para com o homem, ou nesse para com a cobra? Espero que todos os que adoçam com sal e salgam com açúcar reflitam nisto, na admissão de que a semente de Avraham (Abraão) se multiplicou como as estrelas dos céus, como a areia do mar, sendo tal fato confirmado por promessa também com Yitzhak e Yaakov (Isaque e Jacó). Bereshit (Gênesis) 22: 17; 26: 4; 28: 14.
De acordo com os textos acima essa semente poderia ser uma única pessoa? Relativamente não. Diante das numerosas versões biblicamente traduzidas, não há como duvidar das probabilidades de que um grande número de alterações possa ter sido infiltrado dentro da História, por dogmas de um paganismo do passado estabelecido no nosso presente. Esse tem como único objetivo contaminar o futuro, o tornando incerto, para que equívocos e desvios continuem prosperando no caminho da exatidão.
Devarim (Deuteronômio) cap. 18 vss. 17,18. – “Eis lhes suscitarei um profeta do meio de seus irmãos, como tu, e porei as minhas palavras na sua boca, e ele lhas falará tudo o que eu lhes ordenar. E será que qualquer que não ouvir as minhas palavras, que ele falar em meu nome, eu o requererei dele”.
Ao buscar o fundamento dessa mensagem profética, um grande número de exegetas reconhece na pessoa do Mashiach (Messias) esse cumprimento. “O escritor do livro de atos” buscando trilhar por essa mesma dedução, faz questão de citar o texto profético no cap. 3 vss. 22 23 de sua escrita, sem diretamente afirmar ser o Mashiach (Messias) o profeta anunciado por Mosheh.
No seu eloquente diálogo faz um relato sobre o mesmo, para só a partir daí criar uma suposta transparência de que no Adon י א ה שׁ ו ע ה Ya he shuah a profecia se cumpriu, torcendo assim a realidade. Confirmando tal evidência, no início do mesmo livro da Torah (Lei) 1: 37, 38, falando a Ysrael sobre a terra prometida e de quem o haveria de conduzi-lo, num claro diálogo o profeta Mosheh (Moisés) esclarece esse assunto falando quem seria seu sucessor: “Também י ה ו ה (YHUH) se indignou contra mim, por causa de vós, dizendo: Também tu lá não entrarás. Yahoshua, filho de Num, que está em pé diante de ti, ele ali entrará”.
O profeta semelhante que haveria de surgir dentre os irmãos se acha identificado na seguinte frase: “Que está em pé diante de ti”. Para está de pé, obviamente estava levantado no presente daquele tempo. Essa frase é um referencial a Yahoshua (Josué), filho de Num, que diante do profeta Mosheh (Moisés) se encontrava. Descendente da tribo de Efraim, a mais guerreira dentre as doze, foi ele escolhido pelo próprio Elohym (D’us) de Ysrael para guiar seu povo à terra prometida conforme a promessa antes estabelecida ao nosso pai Avraham, em cuja semente são benditas as nações que a ela se aderirem.
Bamidbar (Números) cap. 27 vss. 18 21 – “Toma para ti a Yahoshua, filho de Num homem em quem há o Ruach, e põe a tua mão sobre ele. E apresenta-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação, e dá-lhe mandamentos aos olhos deles. E põe sobre ele a tua glória, para que obedeça toda a congregação dos filhos de Ysrael”.
Após receber todas essas instruções, Mosheh se reuniu com o Kohen (sacerdote) Eleazar e toda a kahal (congregação) para anunciar aquele que o haveria de substituir, como está testemunhado nos versículos 22 23 do mesmo capítulo de Bamidbar, vistos na subsequência do assunto em análise.
“E fez Mosheh como י ה ו ה YHUH lhe ordenara: Porque tomou a Yahoshua, e o apresentou perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação; e sobre ele pôs as suas mãos, e lhe deu mandamentos, como YHWH ordenara pela mão de Mosheh”.
Esse profeta semelhante à Mosheh citado em Devarim (Deuteronômio) cap. 18 vss. 17 18, sem dúvida alguma foi Yahoshua (Josué). Dentro desse transparente contexto, posso fidedignamente afirmar que o texto não é uma referência voltada para o Mashiach prometido. Equivocadamente visto em textos bíblicos que não dizem respeito à sua pessoa, tem recebido uma glória humana não benquista por ele, que declara no livro de Yochanan (João) 5: 41 não aceitar glória de homens.
Yshayahu (Isaías) cap. 42 vss. 1 a 4 – “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se compraz a minha alma; pus o meu Ruach sobre ele; juízo produzirá entre os gentios. Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na praça. A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; em verdade produzirá o juízo. Não faltará nem será quebrantado, até que ponha na terra o juízo; e as ilhas aguardarão a sua doutrina”.
O teologismo em sua interpretação tem qualificado a pessoa do Mashiach (Messias) como sendo esse servo do texto profético, não sendo isso correto. Essas errôneas definições interpretativas têm subjugado constantemente os corretos interesses daqueles que têm se encarregado de mostrar a verdade dos fatos, tudo por causa da própria ambição a querer impedir a essência da realidade.
O mérito do Adon י א ה שׁ ו ע ה Ya he shuah indiscutivelmente consiste no desempenho de sua justa missão redentora, sendo através disso galardoado por uma glória emanada diretamente do alto. Testemunhando sobre essa plenitude que do Eterno Pai lhe vem, ele deixou transparente a sua não aceitação em ser bajulado com leigas glorificações de homens. Yochanan (João) 5: 41.
Tomando por justo exemplo esse seu ensinamento, não devemos criar montagens textuais para exaltá-lo onde a exaltação a ele não é dirigida, porquanto isto seria um afrontamento para com a imutável palavra do Altíssimo Elohym (D’us) de Ysrael. Num posicionamento onde as torções não devem deixar de ser destorcidas, faço aqui um convite a todos os desejosos de um conhecimento justo, para juntos nos adentrarmos nessa textualização.
Nessa iniciativa tenho certeza que o melhor caminho para o aprendizado está no saber ouvir; no afastamento do egocentrismo; na rejeição ao fanatismo mitológico de dogmas religiosos; procedimentos que podem fazer do aluno professor e do professor aluno. Nessa iniciativa não busco só ensinar, mesmo porque também sou aprendiz a trocar idéias com todos os que se posicionam dentro da mesma linhagem cultural.
Dificilmente “os mestres” aceitarão a verdade que dos discípulos venha, porque isto seria, talvez, uma forma de humilhação para o seu egocêntrico nível intelectual, o que lhes permite ficar no ridículo de não vir para o caminho da luz para que as suas obras não sejam reprovadas. Desde que os homens, se firmando na força da letra passaram a desprezar a sabedoria do Ruach Kadosh (Espírito Santo), as torções têm se expandido multiplicadamente a cada dia; a verdade quase não é encontrada; o entendimento tem se tornado escasso perante os que se dizem sábios.
Quem poderá dar um basta definitivo em todas essas imprudências? Dou graças a י ה ו ה YHUH pela vinda do seu Filho י א ה שׁ ו ע ה Ya he shuah ha Mashiach que há de vir para desfazer todas essas toscas interpretações individualistas. Sim! Na sua vinda doutores e mestres da letra serão envergonhados, quando, a partir daí, poderão compreender o quanto o orgulho adquire poder para cegar; contaminar; e para ensurdecer.
Versículo 1 – “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se compraz a minha alma; pus o meu Ruach sobre ele; juízo produzirá entre os goym”.
O início desse versículo aponta um servo sustentado pela proteção de י ה ו ה YHUH : “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho”. Quem seria esse a está na posição de principal personagem dentro da profética mensagem? Em outros textos contidos no mesmo livro, podemos obter a correta resposta que nos permitirá conhecê-lo. No cap. 41 vss. 8, 9, vemos י ה ו ה YHUH advertindo seu povo acerca da fabricação dos ídolos.
“Mas tu, ó Israel, servo meu, tu Yaakov, a quem elegi; semente de Abraão meu amigo? Tu a quem tomei desde os fins da terra e te chamei dentre os seus mais excelentes, e te disse: Tu és o meu servo, a ti escolhi e não te rejeitei”.
Nesse referencial acima se observa a eleição de Ysrael na qualificação de servo, o que o deixa diretamente numa posição primordial dentro da mensagem do capítulo 42. No versículo 10 do mesmo capítulo 41, essa confirmação vem à tona quando o Altíssimo Criador diz: “Não temas porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Elohym: eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.
A palavra sustento, também equivalente a sustenho, se identifica no texto como: Amparar, fortalecer, proteger, o que deixa Ysrael ainda mais condicionado a ser o servo eleito principalmente quando se dirigindo a ele, o mesmo ETERNO decreta que o elegeu. Mostrando ainda sobre esse a sua complacência, no cap. 44 vs. 22 também diz: “ Desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem: torna-te para mim, porque eu te remi”. Para com Ysrael a alma de YHUH se compraz, ficando ainda mais esclarecido nos livros de Yrmeyahu (Jeremias) cap. 31 vs. 20; e Ezequiel cap. 39 vs. 25.
Ainda no mesmo cap. 44 vs. 3 do livro de Yshayahu (Isaías), referente ao texto aqui em estudo YHUH El Shaday reafirma a presença do seu Ruah Kadosh (Espírito Santo) sobre os filhos e filhas de Ysrael. Esses hão de profetizar nos últimos dias, cumprindo-se assim as palavras do Adon (Senhor) Yaheshuah de que a mensagem do reino haveria de ser pregado por toda a terra, o que já se pode comprovar na vista manifestação do povo Yhudih (judeu).
“Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Ruach sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes”.
Essa profecia está intrínseca ao texto profético do livro do profeta Yoel (Joel) cap. 2 vss. 28, 29, indicando que essa mensagem está direcionada para os descendentes biológicos da nação israelita e não para toda a carne, com exceção do enxerto chamado para se tornar parte desse povo eleito. Se fossemos tomar essa equivalência sobre todas as pessoas, de forma generalizada nesse presente mundo os adeptos da criminalidade, prostituição e tantas outras contaminações estariam nessa bem-aventurança. Fica então evidenciado que a profecia se refere a toda a carne dos descendentes de Ysrael. Isso não exclui, é obvio, aqueles que são chamados para se tornarem enxertos da oliveira procedente de Shet, Shem, Avraham, Ytzchak, Yaakov e seus doze filhos representantes das doze tribos.
“E há de ser que depois derramarei meu Ruach sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias derramarei o meu Ruach”.
Isso se encaixa de forma correta na terceira frase vista no texto contido no livro de Yshayahu (Isaías), o profeta, mostrando incontestavelmente o pensamento supremo a revelar a incógnita da mensagem no conteúdo textual. As duas palavras textuais: posteridade; descendentes; sem qualquer possibilidade contraditória para com a profética mensagem, tiram quaisquer dúvidas quanto à posição de Ysrael, de ser ele o servo especificado.
Uma transformação fora da objetividade do pensamento direcionado, nessa profecia como em tantas outras tende a provocar a possibilidade de uma transmutação serviçal a contradizer a vontade de י ה ו ה YHUH, que escolheu Ysrael desde a promessa feita a Avraham (Abraão). Essa fiel escolha se confirmou nos doze filhos de Yaacov (Jacó), com a evolução das doze tribos.
Versículo 2 – “Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na praça”.
O povo yahudih (judeu) mesmo tendo estado diante de tantos dissabores, pelos quais tem sido perseguido, os tem suportado como ovelha muda. Enquanto “religiões” estão individualmente a se exaltar cada uma querendo ser a mais perfeita, a Kahal (congregação) de Ysrael, eleita no meio dessas potências religiosas, busca socorro no seu Elohym (D’us) sem se exaltar, sem gritarias por ruas e praças. Poderia haver maior referência textual indicativa que a conduta religiosa desse povo? Afirmo que não. Os versículos 19 20 mostram que o Mashiach (Messias) não é o servo declarado na textualização.
“Quem é cego, senão o meu servo, ou surdo como o meu mensageiro, a quem envio? E quem é cego como o galardoado, e cego como o servo de י ה ו ה (YHUH)? Tu vês muitas cousas, mas não as guardas: ainda que tenha os ouvidos abertos, nada ouve”.
Cegueira e surdez poderiam ser um referencial ao Mashiach prometido? De forma nenhuma, porque em todas as coisas no que diz respeito à vontade de י ה ו ה YHUH foi ele todo obediente. Observando atenciosamente o vs. 8 do cap. 43 dá para se resumir o servo a não enxergar, a não ouvir: “Trazei o povo cego, que tem olhos; e os surdos, que têm ouvidos”.
Há como exegeticamente não se afirmar que o servo anunciado no capítulo 42 do livro do profeta Yshayahu (Isaías), é um povo e não uma única pessoa? Por esse e por muitos outros equívocos Ysrael tem sido levado ao descaso quando injustamente é afastado de suas origens e benefícios. Isso também tem provocado glorificações sobre o Mashiach, contrariando assim o seu ensinamento no livro de Yochanan (João) cap. 5 vs. 41, quando ele diz: “ Eu não recebo glória de homens”.
Se ele fosse o servo descrito no texto profético aqui em discussão, teria que está na equivalência de cego, surdo, pormenores atribuídos diretamente à eleita descendência israelita. Esse servo, mesmo em desobediências para com seu Elohym (D’us), jamais por ele foi esquecido, visto a promessa permanecer firme para com Avraham, Yitzhak, Yaakov (Abraão, Isaque, Jacó).
A forma de raciocínio extrapolado tem sido injetada não só por deduções de muitos estudiosos bíblicos, mas também por equívocos de traduções que deixam falta de credibilidade em vários escritos evangélicos. Dentre todos esses pode ser visto o capítulo 2 do livro de Matyahu (Mateus) através de alguns versículos, onde montagens ainda não vistas ou abafadas por muitos teólogos trazem um realce profético incorreto, por contradição à essência da exegese contextualizada.
Propagar o não autorizado por YHUH é se adentrar por caminhos tortuosos, ficando isso bem claro quando no livro de Yrmeyahu (Jeremias) cap. 23 vs. 21, ele adverte: “Não mandei os profetas, e, todavia eles foram correndo; não lhes falei a eles, e, todavia eles profetizaram”. E ainda no versículo 16, também avisa: “Portanto assim diz YHWH dos Exércitos: Não deis ouvidos às palavras dos profetas que entre vós profetizam; ensinam-vos vaidades: falam da visão do seu coração, não da boca de י ה ו ה (YHUH)”.
Matyahu cap. 2 vss. 14 15. – “E, levantando-se ele, tomou o menino e sua mãe, de noite, e foi para o Egito. E esteve lá até a morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito da parte de י ה ו ה (YHUH) pelo profeta, que diz: Do Egito chamei o meu Filho”.
Na penúltima e na última frase desse texto, “o escritor” desse livro evangélico buscou insinuar que a fuga de Yosef (José) ao Egito aconteceu para o cumprimento da mensagem profética, que denota um filho de י ה ו ה YHUH por ele a ser chamado. A base contextual quando examinada com meditação, demonstra um diálogo destinado a uma ocorrência concretizada e não a se concretizar, o que põe Ysrael como principal personagem do assunto.
A única descrição a corresponder diretamente com o texto evangélico encontra-se no cap. 11 vs. 1 do livro de Osheyah (Oséias) onde י ה ו ה YHUH diz: “Quando Ysrael era menino, eu o amei, e do Egito chamei o meu filho”.
Quem estava no Egito, quando por misericórdia e amor Elohym (Deus) chamou para libertar? Creio a resposta não ser difícil, desde quando se saiba que prisioneiro e debaixo do jugo dos egípcios lá se achava Ysrael. O texto evangélico não condiz com a profecia, pois o filho recebeu chamado para sair do Egito não para ir ao mesmo, Evidenciando essa afirmativa, a mensagem do livro de Osheyah (Oséias) é um referencial direto à nação israelita.
Ainda em contradição com o profetismo, o cap. 2 vss. 17 18 do livro de Matyahu cometem mais um deslize ao estabelecer, na morte das crianças decretada por Herodes, o cumprimento da profecia descrita no cap. 31 vs. 15 do livro do profeta Yrmeyahu (Jeremias).
Não é necessário muito esforço para se saber que a mensagem do profetismo é dirigida unicamente à nação israelita: o vs. 10 fala sobre o ajuntamento dos filhos de Ysrael; o vs. 11 demonstra uma perpétua libertação para esse povo; o vs. 12 aponta o retorno dessa gente a sua terra natal; os vss. 13 14 falam de uma grande alegria festiva desses eleitos ao retornarem à Tzion (Sião); o vs. 15 fala do sofrimento dessa gente espalhada dentre as nações; o vs. 16 refere-se a uma perpétua consolação sobre Raquel e seus filhos, semente biológica de Yaacov (Jacó) que veio a se tornar a nação predestinada.
Como resumo desse assunto, no vs. 17 há uma fiel declaração da parte de YHWH referente ao fim dos tempos, a confirmar uma perpétua salvação para todos os israelitas procedentes das três raízes dos doze patriarcas. Tomando como base essas evidências contextuais, posso afirmar que a matança decretada por Herodes não foi o cumprimento da profecia do livro de Yrmeyahu (Jeremias) no seu capítulo 31 versículo 15, de forma generalizada, a não ser no entendimento edificado na falta de visão.
Melakyah (Malaquias) cap. 4 vss. 5, 6. – “Eis que eu vos envio o profeta Elyahu, antes que venha o dia grande e terrível de YHWH. E converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos aos pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição”.
No livro de Matyahu cap. 11 vs. 14, há uma descrição referente à vinda do Elyahu (Elias), “na qual há um testemunho da parte Yaheshuah, que denota ter isso se cumprido em Yochanan (João) Batista”. Ele disse, ou disseram? Vendo com atenção a mensagem evangélica em equivalência com a profética, se pode conceituar se o Batista foi o Elyahu (Elias) que haveria de vir ou não.
Quais os principais requisitos da vinda do profeta da conversão? O coração dos pais convertido aos filhos; e o coração dos filhos convertido aos pais. Melakyah (Malaquias) 4: 5 6. Com a vinda do suposto precursor, tais cumprimentos se deram? Num mundo ainda repleto de contradições nos ambientes familiares, de divergências religiosas, será que a missão reconciliadora de Yochanan (João) veio a surtir o efeito decretado? Se não surtiu, então “o Elias Batista” falhou, por não conseguir cumprir a missão que lhe fora dada.
Vamos ao contexto: No livro de Yochanan (João) cap. 1 vss. 19, 20, 21, sendo interrogado o Batista foi bastante claro quando declarou não ser o Mashiach (Messias) prometido, nem o Elyahu (Elias) a ser envidado. Se ele deu tal testemunho, como fica, pois, a situação dos que o posicionam como o mensageiro descrito em Melakyah (Malaquias) 4: 5 6? Fica difícil, porque isso seria como promovê-lo a uma posição por ele mesmo negada.
Não devemos de forma alguma esquecer que a vinda do conversor anunciado dar-se-á num tempo próximo ao Juízo Final, na forma de um despertar a operar no interior daqueles que são chamados a entrar na salvação. Esse tempo já está acontecendo pelo retorno do remanescente de Ysrael às suas origens, quando a língua hebraica e a Torah (Lei) se erguem com força, por meio de grupos que buscam a unificação da doutrina de todos os kadoshim neviim (santos profetas). Essa é fundamentada numa só fé, que desde o princípio nos foi dada.
Nesse reavivamento semita, embora não seja visto pela visão da carne o Elyahu (Elias) a vir já se acha operando na junção profética entre pais e filhos, porquanto a sua vinda tem se dado no malach (anjo) declarado e visto no livro de Revelação (Apocalipse) 14: 6 7, na visão obtida por Yochanan (João) que disso dá testemunho.
“E vi outro malach voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno para proclamá-lo aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo. Dizendo com grande voz: Temei a Elohym, e dai-lhe glória; porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”.
Adorar unicamente o verdadeiro nome do Elohym de Ysrael e honrar a sua lei obedecendo toda a sua vontade, essa é a mensagem trazida pelo profeta Elyahu (Elias) na pessoa do mensageiro apocalíptico, que tem conduzido a fé dos profetas ao coração do remanescente de Ysrael; e a fé do remanescente ao coração dos profetas.
Tendo por base todas essas fiéis evidências, fica legível que Yochanan (João) Batista jamais foi o Elyahu (Elias) anunciado para essa missão preparatória, por não ter conseguido realizar tal conversão.
Marcos cap. 1 vs. 2 – “Como está escrito no profeta Isaías: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti”.
Fora de um rastreamento exegético, essa mensagem parece expor a perfeição do profetismo numa montagem aleatória, imposta pelo escritor evangélico, preocupado apenas em querer a todo custo provar a vinda de Elyahu na pessoa de Yochanan (João) Batista. O primeiro grande erro nessa torcida narrativa está em dizer que a mensagem provém do livro de Yshayahu (Isaías), sendo que a mesma se acha contida no cap. 3 vs. 1 do livro de Melakyah (Malaquias).
Outro detalhe pode ser visto na troca de palavras dentro da forma textual, que sem dúvida contradiz a originalidade da determinação suprema. No texto profético, YHUH, o El Eterno diz: “Que preparará o caminho diante de mim”. Já no texto evangélico, a suposta mensagem se modifica: “Que preparará o teu caminho diante de ti”. Logo, o caminho que era exclusivo de YHUH passou a ser de outro na escrita evangélica, anulando assim a palavra proferida por ele conforme a profecia.
Todas essas alterações e muitas outras sobre as quais acima não mencionei, tende a formar o lado podre de uma prostituinte doutrina que afastou o verdadeiro Mashiach pela criação de um profanamente deificado, que nada tem a ver com a remanescência davídica. O rejeitado disse: “Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma”. Yochanan (João 5: 30. “Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Elohym”. Matyahu (Mateus) 19: 17. “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir”. Matyahu 5: 17. “Ouve, Ysrael! י ה ו ה YHUH nosso Elohym é o único Adon”. Marcos 12: 29. “Amarás, pois, a י ה ו ה YHUH teu Elohym de todo o teu coração; e de todo o teu entendimento; e de todas as tuas forças. Este é o primeiro mandamento”.
Por qual desses ensinamentos acima descritos, devemos desconsiderar aquele que veio? Esse é o Mashiach não anunciado pelo romanismo e seus afluentes; e não aceito por muitos da sua origem sanguínea.
CARACTERES DO MASHIACH PROMETIDO.
Profecias indicam que o Mashiach Libertador prometido haveria de vir no maravilhoso nome do El de Ysrael, י ה ו ה YHUH . Tehilim (Salmo) 89: 24; Mykayahu (Miquéias) 5: 4.
Um dos argumentos dos yhudim (judeus) que não reconhecem aquele que veio está em dizer que o Eterno não dá o seu nome a homens. Por que, então, afirmam que o Mashiach tão esperado é procedente de David? Sendo dessa procedencia como as profecias dão testemunho, Não seria ele um ser humano? Ora, a profecia do livro de Mykayahu afirma que o nome YHUH é que nele opera. Quem colocou o nome do El Eterno no nome Yhudah (Yahudah)? Porque nele o Tetragrama se faz presente tanto na forma hebraica como na transliteração portuguesa. י ה ו ד ה (YHUDAH). Não se deve por remendo novo em tecido velho, porque um não combina com o outro.
II – Shemuel (Samuel) 7: 12 13 – “Quando teus dias forem completos e vieres a dormir com teus pais, então farei levantar depois de ti a tua semente, que sair das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino. Este me edificará uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino para sempre”.
À primeira vista, o texto profético poderia está se referindo a Shlomon, como muitos assim o interpreta, se não fosse por três detalhes: 1º – Essa promessa haveria de se cumprir quando Davi já estivesse no pó da terra, adormecido. Shlomon foi ungido rei quando ele ainda vivia, por determinação dele próprio. I Reis cap. 1 vss. 33 – 48. 2º – י ה ו ה YHUH disse: “A semente que sair das tuas entranhas”. Shlomon já havia sido gerado. 3º – O reino de Shlomon foi dividido, não foi firmado para sempre. Aqui se pode ver uma mensagem direcionada para o futuro, para um rei gerado da descendência de Davi, conforme a linhagem sanguínea. Isso se acha confirmado em I – Crônicas 17: 11: “E há de ser que, quando forem cumpridos os teus dias para ires a teus pais, suscitarei a tua semente depois de ti, a qual será dos teus filhos, e confirmarei o seu reino”.
Se alguém puder provar que Yosef, esposo de Míriâm, não faz parte da linhagem davídica, então aquele que veio tornar-se-á uma invenção de homens.
Yshayahu (Isaías) 11: 1 – Porque brotará um rebento do tronco de Yshai, e das suas raízes um renovo frutificará”.
Na época em que a nação israelita estava sob o jugo do poder político de Roma, os yhudim (judeus) habitantes da antiga Palestina viviam a expectativa da vinda de um Mashiach (Messias) guerreiro. O que veio dizia: “Quem com ferro fere, com ele será ferido”. Esperavam aquele que haveria de vencer os inimigos para se sentar gloriosamente sobre o trono de David, o que estava no meio deles confessava: “O meu reino não é deste mundo”.
Quando aquele que veio foi aclamado o Mashiach (Messias) de Ysrael, ficaram escandalizados por acharem que nele não estavam se cumprindo as profecias. Se por um lado estavam certos, por outro estavam errados: certos porque sua visão estava unicamente voltada para o rebento de Yshai (Jessé), descrito no livro de Yshayahu (Isaías) cap. 11 vs. 1. Errados porque não conseguiram visualizar a época do Renovo. Mesmo que tivessem conhecimento de que o aclamado era da descendência davídica, jamais poderiam aceitar um Mashiach (Messias) submisso aos inimigos, sem o cetro para reinar. Dentro dessas irregularidades vistas por eles, até hoje, o que veio se tornou motivo de escândalo para grande parte da nação judaica israelita, cuja visão está centralizada unicamente no homem. Enquanto essa visão perdurar nas mentes opostas à duplicidade profética, será impossível entendê-la.
Brotará um rebento de Yshai. = Mashiach homem gerado por homem.
Das suas raízes um renovo frutificará. Quem são as raízes de Yshai? Yaakov; Ytzchak; Avraham; Shem; Noach; Shet; Adam; pó da terra. Assim, o rebento de Yshai se tornou renovo davídico, quando do pó da terra retornou; quando resuscitou. Ora, o reino eterno foi prometido ao renovo, como mostra Yrmeyahu (Jeremias) 23: 5. Nesses dias, o lobo pastará junto com o cordeiro; a vaca com a ursa se deitarão juntas; o ímpio será morto com o assopro da boca do rebento (renovo) renovado.
O Mashiach não veio para dar sua vida em sacrifício, porque י ה ו ה não aceita sacrifício humano. Ele veio cumprir toda a justiça, para que através dela todas as transgressões de Ysrael fossem apagadas. Ele foi morto por Roma, que temia uma grande rebelião quando foi aclamado rei dos yhudim. A pena de morte para todos os opositores de Roma, era no madeiro. Ele morreu numa quinta feira, para resuscitar no primeiro dia da semana. Creio que a quinta feira não era a véspera da pessach. Até nisto, ele cumpriu a profecia que diz: “Depois de dois dias nos dará a vida; e ao terceiro dia nos ressuscitará; e viveremos diante dele”. Osheyah 6: 2.
Yshayahu (Isaías) cap. 66 vss. 7 – “Antes que estivesse de parto, deu à luz; antes que lhe viessem as dores, deu à luz um filho.
Sendo que o parto de Tzion (Nova Yahushalaim) dar-se-á na ressurreição, quem nasceu antes desse acontecimento? A qual filho ela deu à luz, antes dos outros nascerem? Ele existe, e espero que seja descoberto por quem ainda não o ver.
OBS. Ainda tenho seguimentos vários para tratar desse assunto, pois a emet (verdade) não deve ficar encalhada no tempo. Iremos em frente em prol da justiça.
EXISTE UMA SEGUNDA VEZ
Mosheh recebeu as duas tábuas de pedra escritas por י ה ו ה, nas quais foram gravados os Dez Mandamentos. Por causa dos pecados de muitos de Ysrael, essas foram quebradas pelo próprio profeta. Que aconteceu depois? Novamente י ה ו ה fez os mesmos escritos pela mesma forma. Se não existe uma segunda vez para quem já veio, como fica, então, a situação desse fato testemunhado pela Torah? A escrita nas tábuas de pedra veio duas vezes.
Elyahu tendo sido profeta de י ה ו ה YHUH, veio em carne, osso e sangue, num corpo mortal. Se não existe uma segunda vez, como poderá, então, ele retornar? Que haja explicação para isto por parte dos que julgam ter conhecimento.
Todos os que andaram com י ה ו ה YHUH , que adormeceram para se juntarem aos pais no pó da terra de onde todos vieram, vão retornar, conforme se pode ver no livro de Ezequiel 37: 12, 13, 14, para tomar posse da terra prometida. Se não existe uma segunda vez, como retornarão? Por tudo isto, o Mashiach virá uma segunda vez, para destruir os ímpios e salvar os eleitos, o Ysrael natural composto do enxerto.
Elyahu vem uma segunda vez para converter os corações dos pais aos filhos e dos filhos aos pais, porque na primeira isso não estava determinado para que ele pudesse assim fazer. Nessa semelhança, YA H SHUAH (Ya he shuah) veio em carne para cumprir toda a justiça, para que por ela pudesse desviar de Ysrael as impiedades. Já na condição de Renovo, corpo ressuscitado, virá para receber o trono de seu pai Davi, não desse mundo como foi o de Shlomon, que não permaneceu.
Cegos! Endurecidos de entendimento! O reino está decretado para o Renovo de Davi, Mashiach ressuscitado; e não para o Rebento de Yshai, Mashiach carne gerado pela carne. No reino do Renovo que não é nesse mundo mortal, a vaca pastará com a ursa, o lobo e cordeiro viverão em paz.
OBS. ESTUDO JÁ REGISTRADO
E- MAIL PARA COMUNICAÇÃO: yoshiahugil@hotmail.com
BLOG: falandoporysrael.blogspot.com
BLOG: alertaisraelita.blogspot.com
HONRA, PODER E GLÓRIA SEJAM PARA י ה ו ה YHUH, o único que pode salvar.
BARUCH RABÁ B’ SHEM י ה ו ה YHUH .
ATENCIOSAMENTE,
YAHOSHAFAT BEN YAACOV.
DESVIOS CORRUPTÍVEIS
O SANGUE E A PESSACH. (PÁSCOA).
Por falta de conhecimento nas inspiradas e Sagradas Escrituras existe um grande número de religiões pagãs que adotam e praticam contamináveis cultos idolátricos, como ingerir o sangue de animais que são sacrificados em suas idolátricas crenças. Por outro lado, existem aqueles que se dizem entendidos nos escritos bíblicos ao ponto de nem mesmo querer mais ouvir, que de forma enigmática permanecem também embriagados no vinho babilônico, desprezando o firme decreto de El (Deus) que proíbe comer ou beber qualquer espécie de sangue. De que forma está esse decreto sendo quebrado pelos que se dizem conhecedores da verdade? Dentro da contextualização adequada essa interrogativa pode ser resumida nas explicações a seguir, por onde o vinho da prostituição será demonstrado.
De acordo com o livro de Shemôt (Êxodo) cap. 12 vs. 5 a pessach (páscoa) era celebrada com cordeiros ou cabritos que não tivessem nenhum defeito. No entanto, de que forma o sangue desses animais era usado? Era ingerido? No versículo 7 do mesmo capítulo se tem a resposta, quando esse nos ensina que na primeira Pessach (Páscoa) realizada o sangue foi usado nas casas, sobre as ombreiras das portas, quando no meio dos egípcios os filhos de Ysrael ainda habitavam. Mais tarde como esclarece Shemôt (Êxodo) 24: 8, o sangue passou à forma de aspersão direta sobre o povo, disto também testemunhando a carta aos hebreus 9: 19 20, provando que a partir dali o próprio corpo humano deveria ser purificado, para se tornar casa do Ruah Kadosh.
Um detalhe que de maneira nenhuma deve ser esquecido, diz respeito à maneira de como foi o sangue usado nas habitações israelitas: de acordo com Shemôt (Êxodo) cap. 12 vs. 7 isso aconteceu exteriormente nas ombreiras e nas vergas das portas, podendo também ser confirmado no versículo 13 por autorização da própria boca do ETERNO.
Yochanan (João) cap. 6 vss. 54,55. – “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna”.
De qual carne e de qual sangue o Adon Yaheshuah Ha Mashiach falou? Teria sido de sua carne mortal e do sangue nas veias? Contextualmente afirmo isso não ser verdade, pois no verso 63 do mesmo capítulo ele esclarece esse assunto mostrando a realidade da mensagem.
“O espírito é o que vivifica, pois a carne para nada aproveita. As palavras que eu vos digo são espírito e vida”.
Ora, se a carne para nada é aproveitada como ele mesmo diz, de que forma poderia ela, então, servir como alimento espiritual? Estaria o Mashiach, aqui, a se contradizer em seus próprios ensinamentos? Quando a contextualização se acha movida por um rastreamento adequado, se pode afirmar que não. Em I – aos coríntios cap. 12 vs. 13 o apóstolo Shaul (Paulo) reconhece que o sangue a ser bebido é o Ruah Kadosh (Espírito Santo), quando diz: “E todos temos bebido de um espírito”. Quanto ao comer a carne do Mashiach, tal ato se resume nas palavras ensinadas por ele sendo isso confirmado no livro de Yrmeyahu (Jeremias) cap. 15 vs. 16, onde o profeta declara: “Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e a alegria do meu coração”. Pensar que o texto contido no livro de Yohanan (João) é uma referência ao sangue e a carne mortal não é correto, pois tal dedução identifica-se com o mitraísmo como a seguir se esclarece.
“O mitraísmo exerceu influência particularmente forte na composição da tradição cristã. Ele postulava o apocalipse, um dia do juízo, uma ressurreição da carne e uma segunda vinda do próprio Mitra, que iria finalmente derrotar o princípio do mal. Dizia-se que Mitra tinha nascido numa caverna ou numa gruta, onde pastores o haviam visitado, levando presentes. O batismo tinha papel de destaque nos ritos mitraístas. A refeição comunal também. Há na comunhão mitraísta uma passagem particularmente interressante: “Aquele que não comer da minha carne e não tomar do meu sangue de modo a poder se tornar um comigo e eu com ele, não se salvará”.
Pelo que se pode diretamente observar no texto vindo do livro “A HERANÇA MESSIÂNICA”, a doutrina fundamentada em beber o sangue já existia em crenças pagãs como é o caso do mitraísmo, onde na ceia efetuada por seus adeptos a carne e o sangue do touro sacrificado representavam o corpo e o sangue de Mitra. Comparar esse culto pagão com a páscoa exercida pelo Mashiach é desconhecer o verdadeiro significado de seus ensinamentos, dentro dos quais a maior parte se consistia em formas enigmáticas. Numa certa passagem ele disse a seus discípulos: “Porque a vós vos é permitido conhecer os mistérios do reino de Deus; mas a eles não”. Aos que recebem do Ruah Kadosh (Espírito Santo) a sabedoria para entender, saberão a diferença existente entre o pensamento mitraísta e o pensamento mashiense, o que nos permite ver o igual por desigual dentro de objetividades diferentes. Para se fazer uma análise concreta sobre esse assunto nada melhor que examinar fundamentos históricos, porque deles nasce a visão de um contexto operado na lógica da razão onde as peças dos enigmas facilmente podem ser vistas e montadas.
”Como atestam os antigos textos em sânscrito (1400 a.C), na religião dos antigos persas, Mitra (ou Mitharas da palavra mihr, sol) era considerado a um anjo inferior a Ormuzd, o Ser Supremo, mas superior ao deus sol. Durante o período védico do hinduísmo Mitra (associado a Veruna) era o deus da criação, da ordem universal e da amizade. Os Magos afirmavam que existia uma Trindade formada por (o sol espiritual, o sol Dominus Invictus dos Romanos), Ormuzd e Ahriman. Mitra era onissapiente (que sabe tudo), inimigo da escuridade e do mal, deus das vitórias militares. Protetor dos justos, agia como mediador entre a humanidade e o Ser Supremo. Ele encarnou-se para viver com os homens e enfim morreu para que todos fossem salvos. Os fiéis comemoravam a sua ressurreição durante cerimônias onde eram proferidas as palavras:“Aquele que não irá comer o meu corpo e beber o meu sangue, assim que ele seja em mim e eu nele, não será salvo.
O Mitraísmo que entrou no Império Romano era uma mistura de mitraísmo persa, astrologia babilônica e mistérios gregos. Os primeiros contatos entre o mundo romano e mitraístas persas datam do primeiro século antes de Cristo, como atesta uma epígrafe de Antíoco I de Comagene (69-34 a.C.) encontrada na Ásia Menor. Sabe-se, também, que adoradores de Mitra já existiam em Roma na época de Pompeu (67 a.C.) quando, de acordo com o historiador Plutarco, tropas desse triúnviro (Magistrado romano incumbido, com mais dois colegas, de uma parte da administração pública), descobriram os “rituais secretos” DE PRISIONEIROS CAPTURADOS na Cilícia, (a terra de São Paulo). Entretanto os restos mais antigos do culto de Mitra no território do Império Romano, foram encontrados na cidade de Carnuntum (próxima do Rio Danúbio), uma legião romana, a XV apollináris, foi enviada de Carnuntum à Ásia para combater contra judeus e persas, e, quando regressou, construiu um templo consagrado a Mitra.
Em Roma surgiram mais de 700 templos dedicados a esse novo deus e mais ainda na cidade de Hóstia. Todavia o culto foi oficialmente aceito no Império só a partir do segundo século e alcançou o apogeu de sua popularidade no terceiro século da nossa era. Da mesma forma que os cristãos, entre os fâmulos (criado, servidor) de Mitra não tinha discriminação social, mas, enquanto os primeiros pertenciam principalmente à pequena burguesia urbana, o mitraísmo era essencialmente difuso entre três classes: os mercantes, os escravos e os militares. Como os soldados eram destacados ao longo das compridas fronteiras imperiais, restos desse antigo culto foram encontrados em abundância onde existiam guarnições e fortes romanos”.
Tomando por base os pontos acima equivalentes ao mitraísmo, a existência de uma ligação em parte com o cristianismo é inegável desde a celebração do comer do corpo e do beber do sangue até o “nascer de uma virgem”. Essas identificações entre “Cristo e Mitra” nascem de uma tortuosa visão cristã que gerou por si mesma um confronto entre a verdade profética e a mitologia, na substituição do yahudih (judeu) pelo grego-romano. Evidências bíblicas demonstram que as profecias jamais indicaram a remissão de pecados pelo beber ou comer do sangue, podendo se comprovar que tais direcionamentos vieram a partir de errôneas interpretações impostas nos escritos evangélicos. Nessa mistura do correto com o duvidoso, pensamentos diferenciados que tiveram não pequena participação dentre os muitos pergaminhos responsáveis pela narrativa de uma trajetória cristã se adentraram na História, onde houve uma mistura do santo e do profano numa condição de igualdade perante não fidedignas visões.
Nessa tosca contradição histórica um dos fatos mais importantes referentes ao Mashiach (Messias) está na sua existência anterior à carne, pondo fundamental de um reconhecimento ainda não perfeitamente compreendido. Se antes de assumir a sua identidade carnal ele já existia, obviamente ele tinha um corpo espiritual resumido na própria Palavra do ETERNO. Foi desse corpo representado pelo pão asmo que após ter comido a ceia pascal ele ordenou aos discípulos para dele se alimentarem, isso provando que aqueles que assim o fizeram comeram a Palavra do ETERNO por ele representado e não a sua carne mortal. Isso é totalmente diferente do culto a Mitra, onde seus adeptos comem a sua carne e bebem o seu sangue tendo em consideração unicamente o corpo material. Para que não venhamos fazer parte desse paganismo alicerçado na carne e no sangue mortal do mitraísmo, sempre na Pessach (Páscoa) devemos ter em mente que estamos nos alimentando e saciando da Palavra e do Ruach (Espírito) de YHUH, pois isso nos permitirá permanecer fartos e saciados. “Achando-se as tuas palavras, logo as comi”. Yrmeyahu (Jeremias) 15: 16. “E todos temos bebido de um Espírito”. I – aos coríntios 12: 13.
II – aos coríntios cap. 3 vss. 14,15 – “Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido. E até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles”.
Equivocadamente fundamentados nesses versículos muitos vivem a ensinar por meio de suas pregações evangélicas e aulas teológicas, que “Velho Testamento são todos os antigos livros proféticos e os livros da lei”. O que essas pessoas não sabem, é que Testamento é uma lei para confirmação das leis. Digamos que um homem tenha vários bens e doze filhos, mas, com a sua morte queira deixar alguma coisa para outra pessoa: para não acontecer que seus filhos venham a se negar diante disto evidentemente ele chamará o Tabelião, o qual por força de lei confirmará toda sua vontade. Por outro lado, não devemos esquecer que tal Testamento só terá validade após a morte do doador, podendo ser isso comprovado em Hebreus 9: 16 17. Até à morte do Mashiach (Messias) carnal as leis dadas a Ysrael eram confirmadas com o sangue de animais, sendo isso repetido a cada ano para purificação não só da lei como também de todo povo israelita. Shemôt (Êxodo) 24: 7,8; Hebreus 9: 19,20,21.
Com a morte do Mashiach (Messias) o sacrifício pelo sangue de animais que consistia no Velho Testamento foi afastado, para que as leis agora viessem a ser confirmadas por seu sangue que se resume num Novo Testamento. Porém tudo permanece: Os Dez Mandamentos escritos pelo dedo do ETERNO; as festas por ele ordenadas; os ensinamentos dos profetas; as abstinências quanto ao que não se deve comer e todos os decretos por ele determinados. Porém o sangue de animais para purificação dos pecados não deve ser mais usado, pois esse é o Velho Testamento que pelo Novo, isto é: pelo sangue de YAHESHUAH HA MASHIACH foi abolido.
Com uma visão tortuosa ensinamentos diariamente tem demonstrado que a “velha Pessach”, (Páscoa), fundamentada na composição da carne assada do cordeiro ou cabrito e de ervas amargosas foi abolida, para ceder lugar à outra representada só pelo pão. Isso não é verdade, pois o próprio Mashiach (Messias) juntamente com seus discípulos dela participou. No livro de Marcos cap. 14 vs. 22 nos é mostrado que o Mashiach partiu o pão após ter jantado a ceia pascal. Se o partir do pão fosse um decreto abolitivo, é obvio que a mesma não teria acontecido como na verdade aconteceu.
Amparado nessas evidências afirmo que a Pessach (Páscoa) permanece na mesma forma como foi instituída pela palavra do ETERNO, devendo ser anualmente celebrada com o mesmo tipo de carne assada; pães azmos; ervas amargosas e vinho. Em seguida, após ter terminado de cear, o pão deve ser partido para lembrança de que o Mashiach (Messias) é ministro e mediador de uma nova aliança. Quanto ao seu sangue representado pelo vinho, esse deve ser aspergido com hissopo como também o sangue dos animais no passado foi usado em forma de aspersão, estando isso escrito em hebreus 9: 19 20. Dessa obediência participam os eleitos, conforme testemunho dado por Kefah (Pedro) em sua primeira carta 1: 2.
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A JOVEM DA PROFECIA DE 7: 14 DE YSHAYAHU.
Muitos rastreadores bíblicos têm errado na visão diante do significado profético da pessoa do Mashiach (Messias), o homem, o conceituando de formas contrárias a seus requisitos genealógico, espiritual. Tanto são dessa forma, que vemos como exemplo a profecia do cap. 7 vs. 14 do livro de Yshayahu (Isaías) amplamente extrapolada por deduções não compatíveis com a realidade da História, quando muitos afirmam o Imanuel (Emanuel) anunciado como sendo a pessoa do Mashiach (Messias) prometido, enquanto que outros acham ser o filho de Acaz.
Se esses estudiosos buscassem a razão e a lógica da justa causa, por certo não deixariam jamais de entender que nenhuma indicação há, dentro da perfeição profética, a ser compatível com a incoerência dessas formas. Isso pode ser visto através de versículos estabelecidos dentro do referente capítulo, nas evidências transparentes para qualquer visão poder enxergá-las.
Versículo 14 – Forma traduzida de João Ferreira de Almeida, Edição de 1969 – “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome EMANUEL”.
Texto de acordo com o original – “Portanto o mesmo י ה ו ה YHUH (Senhor) vos dará um sinal: Eis que ha almah (a jovem) está grávida, e dará à luz um filho, e será o seu nome IMANUEL”.
Como já foi mostrado por outros estudiosos, numa confusão tradutiva que veio a criar muitos equívocos e desvios, os copistas, em suas traduções, de forma incorreta substituíram a palavra hebraica almah cujo significado é jovem, pela palavra grega “parthenos” (virgem). Essa falha veio a prosperar dentro “do cristianismo” que tem se firmado numa concepção virginal, com isso rompendo todos os termos proféticos nos quais a palavra de Elohym (Deus) estabelece um Mashiach (Messias) descendente de Davi, conforme a carne, vindo a ser gerado de um varão da mesma descendência.
Por outro lado, ter o Imanuel (Emanuel) na condição do prometido davídico é torcer conceituadamente todos os pontos realísticos da revelação, principalmente na pessoa de Míriâm (Maria) esposa de Yosef (José), por não ser jamais a jovem anunciada pelo profeta. Seria a esposa de Acaz? De maneira nenhuma, podendo tal afirmativa ser comprovada através de dados numericamente históricos.
De acordo com a Bíblia de Jerusalém pela Tradução Portuguesa página 574, o reinado de Acaz teve seu início no ano 736 findando-se no ano 716 antes da era comum (aec). Subtraindo 716 de 736, podemos ver que a duração desse reinado se deu num total de vinte anos.
De acordo com II – Reis cap. 16 vs. 2; II – Crônicas cap. 28 vs. 1; o domínio de Acaz permaneceu por um período de apenas dezesseis anos dentro do total acima descrito, ficando assim um tempo vago até que Ezequias, estando com vinte e cinco anos de idade tomou posse do reino, subindo ao trono conforme a herança.
Agora façamos os cálculos para vermos com quantos anos estava o mesmo quando seu pai começou a reinar: Subtraindo o tempo do domínio acaziano de sua idade quando passou a tomar posse do trono, se ver: 25 – 16 = 9. Tirando dos nove os quatro referentes ao tempo vago, temos: 9 – 4 = 5. Amparado nessas evidências numéricas, afirmo que o Imanuel (Emanuel) da profecia jamais foi Ezequias, visto já haver ele nascido quando seu pai se tornou rei, tendo nessa época cinco anos de idade. Ainda faço saber, que a mensagem feita por Yshayahu (Isaías) aconteceu quando Acaz já estava reinando.
Outra falta de coerência entre Ezequias e o profetizado, se acha no significado: “Conosco está El (D’us)”. Como referência concreta dessa junção, o livro de Zekaryah (Zacarias) no seu cap. 8 vs. 23 nos permite compreender a vinda de um tempo em que todos os estrangeiros, se aderindo a Ysrael, dirão: “Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco”.
Se os goym (gentios) reconhecendo a eleita posição da nação israelita podem dizer: “El (D’us) convosco está”, é lógico que esse povo, sem nenhuma dúvida pode afirmar: “Conosco está El (D’us)”. Aqui se pode notar uma junção do Imanuel com o Ysrael a ser comprovada no livro de Yshayahu (Isaías), vista no cap. 8 vs. 8, onde a profecia faz um alerta ao Imanuel (Emanuel) sobre uma invasão.
“E passará a Judá inundando-o, e irá passando por ele e chegará até ao pescoço; e a extensão de suas asas encherá a largura da tua terra, ó Emanuel”.
Será que a última frase descrita no referente versículo, teve seu direcionamento à pessoa de Ezequias? Será que foi uma referência à pessoa do Mashiach (Messias), não tendo esse ainda vindo em carne? Essas alusões não devem ser aceitas como fidedignas, porquanto a frase faz menção de um povo não de uma única pessoa. No verso 10 do mesmo capítulo a equivalência de Ysrael para com o Imanuel (Emanuel) é transparente.
“Tomai juntamente conselho, e ele será dissipado; dizei a palavra, e ela não subsistirá, porque Deus é conosco”.
Se a palavra conosco equivale a mais de uma pessoa, é obvio que a mensagem de alerta vista pela última frase tem seu direcionamento voltado para uma nação. Sendo assim, fica evidente que a perfeição frasal se qualifica na seguinte forma: “E a extensão de suas asas encherá a largura da tua terra, ó Ysrael”.
Se a jovem profetizada não é a esposa de Acaz, nem tão pouco aquela que no seu ventre, segundo a carne, recebeu o descendente davídico, a nova Yahushalaim (Jerusalém) se desponta como principal personagem da profecia na equivalência da jovem grávida. No livro de Yshayahu (Isaías) 54: 1 isso pode ser comprovado, com evidência intrínseca às duas mensagens.
“Canta alegremente, ó estéril, que não deste à luz; exulta de prazer com alegre canto e exclama, tu que não tiveste dores de parto; porque são mais os filhos da solitária, do que os filhos da casada, diz o ETERNO”.
De acordo com o ensinamento de Shaul (Saulo) visto no livro de gálatas 4: 26, a estéril mencionada é a Nova Yahushalaim (Jerusalém). Como e por que razão foi ela declarada estéril? Sendo que seus filhos irão nascer da ressurreição e transformação final, assim foi ela chamada por ainda não ter dado à luz aos que retornaram ao pó da terra, adormecidos no Adon (Senhor). Essa esterilidade findou-se com a vinda do Príncipe da paz, quando ele ressuscitou, se tornando primogênito dentre todos os que haverão de despertar na ressurreição final.
Yshayahu (Isaías) cap. 66 vss. 7,8 – “Antes que estivesse de parto, deu à luz; antes que lhe viessem as dores, deu à luz um filho. Quem jamais ouviu tal cousa? Quem viu cousas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos”.
Quanto a nascer uma terra num só dia e uma nação de uma só vez, essa parte da mensagem se refere ao povo israelita formado pelas doze tribos compostas do natural e do enxerto, que num só dia, dia da ressurreição, nascerá como nação perpétua e gloriosa. A partir daí, as nações saberão que conosco está El, no Imanuel renascido.
Sendo que a parturiente da profecia é a vindoura e renovada Yahushalaim, o Imanuel (Emanuel) profetizado, sem dúvida alguma é Ysrael. Quando Yshayahu (Isaías) disse: “Eis que a jovem está grávida”, obviamente se referiu à Nova Yahushalaim (Jerusalém), também Tzion (Sião) celestial, a qual se achava grávida de todos os kadoshim (santos) retornados ao pó da terra, de onde todos vieram.
Versículo 16 – “Na verdade, antes que esse menino saiba rejeitar o mal e escolher o bem, a terra de que te enfadas, será desamparada de seus dois reis”.
A História tem dado testemunho das desobediências de Ysrael para com o seu Eterno Criador, desde a sua saída do Egito até aos dias de hoje. Dispersado por toda a terra tem sido diariamente contaminado por muitas influências pagãs, sofrendo com isso as conseqüências por todos os seus devaneios quando é perseguido, odiado, expulso das nações e até mesmo exterminado.
Quanto à situação de sua terra natal, basta se ouvir um noticiário na TV para se ver o quanto está desamparada quando diariamente tem sido agredida por homens e carros bomba; por doutrinas não condizentes com a sua fé; também muitas outras contaminações.
Diante dessas muitas profanações e agressões a nação israelita, passageiramente, tem se achado sem a proteção de seus dois Reis: o Elohym (D’us) Todo Poderoso; e o Mashiach (Messias). Quando o Ysrael eleito aprender a rejeitar o mal e a escolher o bem, então novamente sua terra será protegida, porquanto nenhum mal poderá mais existir em toda sua extensão.
Com essa profética redenção o anunciado no livro de Yshayahu (Isaías) cap. 11 vs. 9 Se revelará diante das nações na glória que o ETERNO lhe dará. Enquanto isso não entrar em pratica no coração da nação israelita, certo é que a cidade kadosh (santa) continuará sendo pisada por incircuncisos, religiões pagãs, inimigos políticos, até que o tempo concedido aos gentios esteja completo.
Versículos 17, 18, 19. – “Mas o ETERNO fará vir sobre ti, e sobre o teu povo, e sobre a casa de teu pai, pelo rei da Assíria, dias tais quais nunca vieram, desde o dia em que Efraim se separou de Judá”. “Porque há de acontecer que naquele dia assobiará o ETERNO às moscas, que há no extremo dos rios do Egito, e às abelhas que andam na terra da Assíria”. “E virão, e pousarão todas nos vales desertos e nas fendas das rochas, e em todos os espinhos e em todas as florestas”.
Nesses três versículos uma influência simbólica no conteúdo da mensagem profética pode ser vista assim: o rei da Assíria uma representação do chefe mais alto da hierarquia cristã de Roma. Esse poder religioso tendo se proliferado sobre muitas nações chegou também a Terra Kadosh (Santa), onde seu domínio por muitos de seus aliciados diretos ou indiretos busca sufocar o direito de primogenitura de Ysrael. Dentro desses termos proféticos, moscas, abelhas, simbolizam os adeptos do romanismo diretos e disfarçados, defensores da profana doutrina anti-semita a cada dia se espalhando mais por toda a terra.
Zekaryah (Zacarias) cap. 14 vss. 1,2. – “Eis que vem um dia do ETERNO, em que os teus despojos se repartirão no meio de ti. Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada, e as casas serão saqueadas e as mulheres forçadas; e metade da cidade sairá para o cativeiro, mas o resto do povo não sairá da cidade”.
Essas distantes nações são tidas na mesma equivalência do romanismo anti-semita, que se ajuntarão para pelejar contra os filhos e o solo da kadosh (santa) cidade. Elas atacarão com armas de guerra, misticismo, isolamento dos requisitos referentes aos costumes da doutrina dos profetas de tal forma, que a desistência para com a verdade será grande. Sob esse clima de pavoroso constrangimento, a descendência israelita haverá de se sentir indefesa perante a presença de seus adversários, carnalmente mais poderosos.
Nos versículos 3, 4, 5, do mesmo capítulo, é mostrado que a libertação de Yahushalaim (Jerusalém) se dará pela intervenção direta do próprio ETERNO, que descerá no monte das oliveiras para salvar seu povo e destruir todas estas nações opressoras do seu primogênito.
Mykayahu (Miquéias) cap. 5 vs. 3. – “Portanto os entregará até o tempo em que a que está de parto tiver dado à luz, então o resto de seus irmãos voltará com os filhos de Israel”.
Será que os escolhidos e chamados dentre as nações já retornaram com os filhos de Ysrael? Se isto ainda não aconteceu, então a que está grávida ainda não deu à luz seus filhos. Se esta profecia tivesse seu direcionamento à esposa de Yosef (José), como muitos assim conceituam, teria falhado devido ao Ysrael disperso ainda não haver retornado com Yaheshuah à terra prometida. Isso confirma o restante de seus irmãos a voltar na ressurreição, dia em que todos serão resgatados pelo príncipe davídico.
Como ficam a situação de Míriâm (Maria) e da esposa de Acaz perante essa contextualização profética? Diante destas explicações, como se sairão aqueles que torcem a realidade dos fatos? Os filhos dispersos de Ysrael, todos os descendentes naturais, retornarão com os restantes eleitos à terra prometida quando Tzion (Sião) tiver dado à luz aos que ressuscitarão. Enquanto isso não acontece, a descendência de Ysrael permanecerá sufocada, até que a firme promessa possa no devido tempo se manifestar gloriosamente. Assim, voltarão a seus termos guiados e governados por Yaheshuah ha Mashiach (Messias).
O próximo assunto será voltado para uma pergunta: “O MASHIACH JÁ VEIO, OU VIRÁ”? Nesse estudo, se YHWH me permitir, buscarei mostrar uma grande obra vista dentro das profecias, diante da qual a sabedoria dos sábios tem se encolhido e a prudência dos prudentes tem se escondido.
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ATENCIOSAMENTE,
YAHOSHAFAT BEN YAACOV.
YAHESHUAH HA MASHIACH SEGUNDO A CARNE.
Um grande perigo se encontra dentre a humanidade no que diz respeito à geração do Mashiach (Messias) de Ysrael: numa infiltração enganosa pela doutrina grego-romana, numerosos grupos religiosos diariamente têm negado a sua geração carnal não se dispondo a confessar, mediante os equívocos, a linhagem sanguínea do prometido. Como se explica isto? Com provas convincentes dentro dos próprios escritos bíblicos. O apóstolo Yochanan (João), admoestou no cap. 4 vss. 2 3 de sua primeira carta.
“Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Cristo veio em carne é de Deus; e todo o espírito que não confessa que Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anti-Cristo que há de vir, e eis que está já no mundo”.
Quem verdadeiramente está confessando que o Mashiach (Messias) em carne veio? A doutrina romana torcendo a verdade da palavra decretada, diariamente ensina que a geração do prometido se deu, segundo a carne, unicamente pelo Ruach Kadosh (Espírito Santo). Com tal ensinamento, estaria o romanismo sendo condizente com a descrição da mensagem profética? Estaria ele dando testemunho verdadeiro da histórica origem carnal do descendente davídico? Nas contextualizações de textos bíblicos equivalentes ao assunto, posso afirmar que não. Iniciando as averiguações, faço questão de mencionar alguns textos evangélicos começando pelo diálogo travado entre Yaheshuah ha Mashiach (Messias) e Nicodemos, no qual existe um dos maiores esclarecimentos da referência biológica messiânica davídica.
Evangelho segundo Yochanan (João) cap. 3 vs. 6 – “O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do espírito é espírito”.
Será que nascer da carne é nascer unicamente da mulher? Na sua primeira carta aos coríntios cap. 11 vs. 8, o apóstolo Shaul (Paulo) ensina que a mulher provém do varão e não o varão da mulher. Isso especifica que a mulher por si só não pode gerar, demonstrando assim que o ser humano é gerado pelo espermatozóide varonil. O nascer da carne se resume na infiltração do esperma masculino adjacente ao óvulo feminino, pondo a mulher como coadjuvante na desenvoltura biológica do ser gerado. Outro direto e prático ensinamento sobre esse assunto pode ser visto em Bereshit (Gênesis) cap. 38 vs. 9, referente à Onã filho de Yahudah (Judá) que, para não dá semente a sua cunhada que ficara viúva, quando com ela coabitava derramava o seu sêmen na terra. Devido a essa imprudente desobediência Onã foi morto por determinação direta do Altíssimo, o que prova a necessidade do sêmen masculino para que a geração biológica possa se desenvolver.
Ao matar Onã, YHUH Eterno poderia ter gerado em Tamar um filho pela presença única do seu Ruach (Espírito) sem a participação do varão, visto que todas as coisas são possíveis para ele. A questão é: Por que não o fez? É obvio que se assim o tivesse feito, a criança nascida não seria semente de Yahudah (Judá) como era o desejo divino. Da mesma forma, se o mediador da salvação, conforme a carne, fosse gerado fora da participação masculina, não poderia também ser descendente do rei David. E a promessa do ETERNO de que o Mashiach (Messias) haveria de vir das entranhas do mesmo David, poderia ser quebrada? Para quem não sabe, vir das entranhas significa vir do interior, de dentro, ficando assim evidente que o prometido conforme a carne veio do esperma davídico, elo orgânico indispensável na linhagem sanguínea.
Creio que alguém há de perguntar: “E o primeiro homem a ser criado, por não ter um antecessor não foi gerado sem a participação do sêmen”? Esclareço: Tudo que originalmente compõe o corpo humano proveio da terra. Isso não faz do esperma um ponto diferenciado, porquanto também faz parte da mesma matéria de onde toda a raça humana provém. Nesse termo, o primeiro homem também recebeu esta forma de geração biológica. A geração do primeiro homem, na imutabilidade de uma única verdade, se deu no exato momento em que o Criador disse para a terra: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”. A partir daí, na carne ele veio semelhante a terra; e no Ruach (Espírito) semelhante ao ETERNO.
A palavra “façamos”, nessa forma textual não equivale a “deuses” ou Três Pessoas da Santíssima Trindade, como equivocadamente muitos estão a deduzir. Sua equivalência diz respeito ao ETERNO e a terra. Que os politeístas meditem sobre isto, porque tudo está sob as ordens do Criador.
Matyahu (Mateus) cap. 1 vs. 20 – “E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo”.
Sem pensar na possibilidade de troca de palavras com a transferência dos escritos originais para os traduzidos, “o cristianismo” defende a doutrina de uma messiânica concepção virginal, ensinando que o Mashiach (Messias), conforme a carne,foi gerado no ventre de Míriâm (Maria) sem a participação do varão. A esses que arrebatam o direito genealógico dos filhos para unicamente por numa filha, advirto a se firmarem cada vez mais em romanos cap. 9 vss. 3, 4, 5, para que a essência da História não seja extrapolada.
Buscando ainda mais acobertar o engano, esses mesmos, numa incoerente dedução, “afirmam que por ser da tribo de Levi Míriâm (Maria) é portadora única do direito carnal na geração do prometido, devido essa tribo ser também descendente de Avraham (Abraão). Pensando dessa forma, isolam diretamente a participação de David, visto esse ser descendente da tribo de Yahudah (Judá) e não da tribo levítica.
O Mashiach (Messias) nasceu do Ruach Kadosh (Espírito Santo), quando aconteceu a sua ressurreição, pois, nessa obra, participação nenhuma teve a carne. Se o que é nascido do “Espírito é espírito”, como assim ensinou o mestre, não há dúvida de que a doutrina da concepção virginal nega que o prometido tenha vindo em carne, visto esta ser gerada por si mesma sob o comando da vontade divina.
Na carta aos hebreus cap. 2 vs. 17, referente ao prometido davídico, a escrita diz que convinha que em tudo fosse ele semelhante aos irmãos. Aos que torcem a veracidade da ocorrência, pergunto: Se a geração do Mashiach (Messias) segundo a carne se deu sem a participação do esperma masculino, a qual de seus irmãos, biologicamente, foi ele semelhante? O versículo 14 do mesmo capítulo diz: “E visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas”. Se ele participou desses dois elementos, isso prova que foi gerado pela carne segundo a carne, recebendo a hereditariedade sanguínea de uma linhagem israelita. Nesse pano de fundo, se constata a sua identificação de homem gerado por homem, segundo a carne, não pelo Ruach Kadosh como erradamente muitos o identificam.
Aqueles que contradizem os fatos evidenciados forçando a não reprovação de seus erros, dizem: “Se Cristo foi gerado por José, então nasceu ele do pecado”. Para esses, pergunto: Quem pecou primeiro, foi o homem ou a mulher? Será que a hereditariedade pecaminosa sobre caiu só na parte masculina? Pelo fato de ter nascido só de mulher, isso isentaria o Mashiach (Messias) de ter nascido de um corpo também herdeiro do primeiro pecado? Pelo que se sabe a geração de filhos sempre foi abençoada pelo ETERNO, desde que o casal ande em obediência para receber esta bênção, Assim como Avraham e Sarah (Abraão e Sara) foram abençoados na geração daquele que foi eleito para o divino concerto, seu filho Ytzchak (Isaque). Na geração deste, a esterilidade de Sarah (Sara) foi desfeita.
As evidências históricas não deixam dúvidas quanto à linhagem da esposa de Yosef (José) e mãe do mediador da salvação, classificando-a como descendente da tribo levítica. Dentro dessa classificação genealógica, ouso perguntar: Se Míriâm (Maria) provém da tribo de Levi, nascendo dela sem a participação do varão davídico, como poderia o Mashiach (Messias) ser descendente da tribo de Yahudah (Judá) e de David? Poderia o Ruach Kadosh (Espírito Santo) descender da carne? De maneira nenhuma! No entanto, quando dizem que o prometido, conforme a carne, não teve a participação de Yosef (José) na sua geração, não estão assim colocando o Ruach (Espírito) como broto da tribo de Yahudah (Judá) e descendente davídico? Isso é blasfêmia contra o mais alto Poder de YHUH.
Sem dar ouvidos às profecias e ao sábio ensinamento do Adon (Senhor) YAHESHUAH ha Mashiach, esses, negam diariamente que ele em carne veio, visto a carne ser gerada da própria carne. Dando demonstração da geração carnal do prometido, no cap. 1 vs. 3 de sua carta aos romanos Shaul (Paulo) testemunha de que o mesmo, segundo a carne, é da descendência de David. Isso só esclarece ainda mais a fiel posição de Yosef (José) como pai segundo a origem sanguínea e não apenas adotiva.
Evidenciando ainda mais esse testemunho, no livro de Yochanan (João) 1: 45, Filipe, um dos doze discípulos, confessou ter achado aquele de quem Mosheh (Moisés) e os neviim (profetas) falaram: Yaheshuah (Jesus) de Nazaré, filho de Yosef (José). Aqui fica esclarecido, que a declaração de Filipe nada tem a ver com as deduções virginais de hoje.
Ao se dirigir a Míriâm (Maria), o malach (anjo) não a saudou como filha de Davi! Simplesmente mencionou seu nome. Já com Yosef (José), o mensageiro celestial agiu por outra forma, porquanto conforme a descrição traduzida disse: “José, filho de Davi, não temas receber a Maria tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo”. A questão, pois, é: Por que o malach (anjo) não a declarou parte da filiação davídica como fez com seu esposo? Se assim o mensageiro celestial não confessou, é porque verdadeiramente não veio ela da tribo de onde provém David, tribo de Yahudah (Judá), da qual provém também Yosef (José) e o Mashiach (Messias) de Ysrael.
Retornando ao livro de Matyahu (Mateus) na continuação do rastreamento sobre o cap. 1, o diálogo do malach (anjo) através da frase: “O que nela está gerado é do Espírito Santo”, se tem proliferado equivocadamente no âmbito do cristianismo numa propagação ampla, de um ser carnal não gerado pela carne. Esse direcionamento dedutivo tem provocado rupturas nas coordenadas antes decretadas pelo ETERNO, o qual, em toda a História, jamais determinou uma geração carnal unicamente pelo seu Ruach (Espírito), mas, pelo poder deste. Isto se pode ver na esposa de Avraham (Abraão) e na esposa de Zekaryah (Zacarias) as quais eram estéreis, mas foram tocadas pelo grande poder do alto para que pudessem conceber de seus esposos.
Se esses homens não tivessem tido a participação sexual com suas parceiras conjugais, como poderiam seus filhos fazer parte de sua linhagem sanguínea? Filho adotivo é por aceitação e documentação; o natural é por classificação sanguínea, geração de pai para filho. Isso tende a comprovar uma mudança de palavras no esclarecimento referente à Míriâm (Maria) na sua concepção, deixando assim evidenciável que a esterilidade não era dela e sim do seu esposo.
O primeiro ponto a concordar com tal evidência se reflete na própria conduta de Yosef (José) no exato momento em que ele, ficando sabedor da gravidez de sua esposa resolveu não mais aceitá-la, fazendo isso secretamente para não pô-la em difamação. A pergunta é: Se ele sabia que o prometido seria da sua mesma descendência, por que duvidou, então, de sua esposa? A lógica: Se ela fosse estéril não teria como ele duvidar, porquanto se não pudesse engravidar dele também não poderia de nenhum outro. Vejamos como verdadeiramente o fato aconteceu, para que a História não seja torcida.
Tendo Yosef (José) se unido a Míriâm (Maria) conforme a bênção e as exigências do matrimônio, se relacionava normalmente com ela no contato permitido a todos os casais, para que pudessem procriar. No entanto, essa procriação não se dava devido à esterilidade se fazer presente, com uma ressalva: estava ela no esposo e não na esposa. Intervindo para que a promessa feita a David fosse cumprida, o poder do Ruach (Espírito) do ETERNO operou no interior de Míriâm (Maria) trazendo a cura sobre o sêmen do seu companheiro matrimonial, estabelecendo assim a sua progressão. Por ter conhecimento da esterilidade de seu esposo, ao receber o comunicado do anjo no que dizia respeito à sua gravidez, Míriâm (Maria) pergunta: “Como se fará isto, se eu não concebo do varão”? Diferente da frase descrita na forma traduzida: esta outra, de acordo com a proporção da razão e da lógica, se torna condizente com todos os termos proféticos referentes ao assunto, visto declarar diretamente uma esterilidade, não uma virgindade.
Sendo conhecedor de sua deficiência que o deixava impedido de procriar, ao receber a notícia da gravidez de sua esposa de que maneira Yosef (José) poderia reagir? Pensando negativamente numa traição por parte de sua companheira estava ele premeditando deixá-la, quando, pelo mensageiro celestial uma mensagem também lhe veio como se vê na forma traduzida: “José, filho de Davi, não temas receber a Maria tua mulher porque o que nela está gerado é do Espírito Santo”. Quando essa frase supostamente dita pelo malach (anjo) entra em contextualização com 3: 6 do livro de Yochanan (João), deixa transparecer uma ilógica colocação textual, pois isto negaria diretamente a condição carnal da criança concebida no ventre de Míriâm (Maria).
Relembrando as palavras do mestre: “O que é nascido do Espírito é espírito”, volto a dizer: Ele nasceu do Ruach (Espírito) no momento em que ressuscitou, pois aí a carne nenhuma participação teve. Firmado nessas evidências, afirmo que o conteúdo do cap. 1 vs. 20 do livro de Matyahu (Mateus) é correto desde que seja dentro da seguinte frase: “O que nela está gerado é pelo poder do Espírito Santo”. Por esse poder Sarah (Sara) foi curada de sua esterilidade e Avraham (Abraão) foi restabelecido em vigor.
A VOZ DE י ה ו ה = YHUH CONTRA BABILÔNIA MÍSTICA. (ROMA CATÓLICA).
Revelação (Apocalipse) 18: 4 – “E ouvi outra voz outra voz do céu que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante de seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas”.
O que significa sair de Babilônia? Poderia alguém sair de Roma, sem nela habitar? Na viva determinação do ETERNO, sair dela significa sair da sua forma de doutrina; do seu poder religioso. Pode uma árvore má dar bons frutos, ou uma árvore boa dar frutos maus? No livro de Matyahu (Mateus) cap. 7 vs.18, Yaheshuah Ha Mashiach, o Príncipe da paz, diz que não.
FRUTOS DA DOUTRINA CATÓLICA ROMANA.
Adorar o nome Iesus (Jesus) como único que pode salvar. – “O nosso socorro (salvação) está em o nome de י ה ו ה ”. Mizmor (Salmo) 124: 8.
Ingerir o sangue do Mashiach. – “Por isso tenho dito aos filhos de Ysrael: Não comereis o sangue de nenhuma carne, porque a alma (vida) de toda a carne é o seu sangue; qualquer que o comer será extirpado. Vaykrah (Levítico) 17: 14.
Guardar o dia do domingo como dia do ETERNO. “Lembra-te do dia do shabat (sábado) para o santificar”. Shemot (êxodo) 20: 8. Ezequiel 20: 20.
Cultuar imagens. – “Não farás para ti imagens de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra”. Shemot (Êxodo) 20: 4.
Dizer que o Mashiach, na carne, foi gerado pelo Ruach Kadosh (Espírito Santo).
“Quando teus dias forem completos, e vieres a dormir com os teus pais, então farei levantar depois de ti a tua semente, que sair das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino”. II-Shemuel (Samuel) 7: 12. A semente aqui mencionada seria Shlomon (Salomão)? Não, porque a mesma haveria de vir após David ter retornado ao pó da terra, falecido. Ela veios dos filhos, através de gerações. I-Crônicas 17: 11.
Rejeitar a circuncisão da carne dada para Avraham (Abraão) e seus descendentes. Bereshit (Gênesis) 17: 9,10. – Shemot (Êxodo) 12: 43 a 49. – Ezequiel 44: 9. E outros mais.
Você, que se diz yahudih (judeu), já se afastou dessas coisas? Talvez tenha se afastado em algumas, mas permanece ligado a ela por meio de outras. No cap. 2 vs. 10 de sua carta, o apóstolo Tiago diz: “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, é culpado de todos”. Muitos deixaram de abraçar a Babilônia mística sem soltar a sua mão.
Para muitos que se dizem yahudim (judeus), mas que ainda se acham sob a vontade de Roma Católica em vários pontos de sua doutrina prostituinte, eis o que do alto foi dito a Yochanan (João) em Revelação (Apocalipse) 3: 9.
“Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo”. Revelação (Apocalipse 3: 6.
YAHESHUAH advertiu: “Eu não recebo glória dos homens”. Yochanan (João) 5: 41.
Devemos vê-lo como verdadeiramente ele é, para que não sejamos tidos por mentirosos e falsos profetas, mensageiros do Anti Mashiach.
A TODOS OS QUE DESEJAM CONHECER ASSUNTOS BÍBLICOS QUE A TEOLOGIA NÃO TEM MOSTRADO, CONVIDO A VISITAREM O MEU BLOG.
FIQUEM NA SHALOM.
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BEM AVENTURADOS OS QUE SABEM OUVIR; PORQUE NO CAMINHO DO ENSINAMENTO E DO APRENDIZADO ESTÃO APTOS PARA ENSINAR E APRENDER.
HONRA, PODER E GLÓRIA SEJAM PARA י ה ו ה YHUH, O ETERNO, POR SEU FILHO E SERVO ENVIADO י א ה שׁ ו ע ה YA HE SHUAH HA MASHIACH. AMEIN.
E- MAIL PARA COMUNICAÇÃO: yoshiahugil@hotmail.com
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Atenciosamente,
Yahoshafat Ben Yaacov.
SHALOM PARA TODOS OS KADOSHIM DE YHUH.
JÁ QUE OS RABINOS TÊM SE MULTIPLICADO E OS POUCOS TALMIDIN TÊM SE DIMINUIDO, VEJAMOS QUEM SE ACHA NA JUSTA INSPIRAÇÃO DO RUACH HA KODESH.
QUEM TEM OUVIDOS PARA OUVIR, OUÇA.
QUEM TEM SABEDORIA PARA ENTENDER, QUE ENTENDA.
QUEM TEM RESPOSTA PARA DAR, QUE RESPONDA.
QUANDO KAIN MATOU HEVEL, BERESHIT (GÊNESIS) 4: 16 17 DIZ QUE ELE FOI EXPULSO DE DIANTE DA FACE DE YHUH E HABITOU NA TERRA DE NODE, CONHECENDO ALI SUA MULHER QUE LHE DEU UM FILHO.
SE YHUH, NO PRINCÍPIO HAVIA CRIADO APENAS UM CASAL, ONDE KAIN ACHOU MULHER PARA DESPOSAR? O QUE DISSER QUE FOI UMA DE SUAS IRMÃS, VAI TER QUE PROVAR, NA ESCRITURA, ONDE EXISTE O RELATO DE QUE UMA DELAS O ACOMPANHOU.
QUEM TEM OUVIDOS PARA OUVIR, OUÇA.
QUEM TEM SABEDORIA PARA ENTENDER, QUE ENTENDA.
QUEM TEM RESPOSTA PARA DAR, QUE RESPONDA.
ATENCIOSAMENTE,
YAHOSHAFAT BEN YAAKOV.
RESPOSTA SOBRE A QUESTÃO: “ONDE KAIN ENCONTROU MULHER.
Uma das mais enigmáticas interrogativas a circular no âmbito das curiosidades é: onde Kain (Caim) encontrou mulher? Aqui a sabedoria humana tem perecido e os não prudentes têm tropeçado, por não verem que a solução desse mistério está na kadosh multiplicação criativa proveniente da palavra do Eterno YHUH. Observemos o que diz Bereshit (Gênesis) 1: 21 22.
“E Elohym criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as sua espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie, e viu Elohym que era bom. E Elohym os abençoou, dizendo: frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares, e as aves se multipliquem na terra”.
Ao criar os peixes de acordo com a espécie de cada um, vemos que YHUH ordenou: “Frutificai e multiplicai-vos”. O mesmo aconteceu também com as aves, quando disse: “E as aves se multipliquem sobre a terra”. Bereshit (Gênesis) 1: 21 22. No efeito da sua kadosh Palavra, peixes e aves se multiplicaram por toda extensão aquática e terrestre. A Palavra que sai da boca de YHUH volta para ele vazia? O livro de Yshayahu (Isaías) dá testemunho que não.
Yshayahu 55: 11 – “Assim será a Palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei”.
Ora, conforme o testemunho profético houve a multiplicação dos peixes e das aves, no momento em que o Altíssimo YHUH determinou: “Frutificai e multiplicai-vos”. Nisto, a Palavra dele operou e não voltou para ele vazia.
Com o primeiro casal humano, teria sido diferente? De maneira nenhuma! Ao ser formado do pó da terra esse passou pelo mesmo processo multiplicativo de acordo com o sábio aspecto criativo sobre os animais aquáticos e terrestres. Quando YHUH na criação do homem e da mulher instituiu a formação do primeiro casal, logicamente estabeleceu sua evolução numérica dizendo: “Frutificai e multiplicai-vos”. Bereshit (Gênesis) 1: 27 28. No momento em que essa ordem foi dada a multiplicação aconteceu, surgindo a partir dali outros casais por várias regiões, explicando por esta forma as origens do negro, conforme o continente africano; do branco conforme a Europa; e do amarelo, de acordo com o continente asiático.
Essas raças, de acordo com a originalidade e aparência física de cada uma, vieram a ser responsáveis por outras misturas raciais. Mesmo após o Dilúvio, essas origens tiveram suas progressões por intermédio das noras de Nôach (Noé) segundo a linhagem sanguínea de seus antepassados. Três filhos; três noras; três raças. Ou os filhos não herdam também os traços fisionômicos pelo lado maternal? Tem filho que parece mais com o pai; e tem que parece mais com a mãe. Isso é comprovado cientificamente.
Voltando à Kain ao ser banido de onde residia, nosso marcante personagem se dirigindo a YHUH disse: “Eis que tu hoje me lanças fora da face desta terra; e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra. E será que todo aquele que me achar me matará”. Eis aqui um fato que Teologia e narrativas históricas não definiram: se na terra não existiam outras pessoas além da família de Kain quem iria matá-lo? Por certo, ele não sentiria tal temor.
Se seu medo fosse um equívoco de sua parte, YHUH não lhe teria tirado esse pensamento infundado? Sem sombra de dúvidas isso não deixaria de acontecer, pois ele seria imediatamente corrigido. No entanto, com uma direta confirmação ao temor dele, o Altíssimo YHUH decretou a sua sobrevivência, dizendo: “Qualquer que matar Kain, sete vezes será castigado”. Como esse castigo poderia ser determinado pelo Elohym Altíssimo, se na terra não existissem outras pessoas? Logo, o sinal foi posto nele como advertência a outros que na terra também já existiam.
Outro ponto importante a ser discutido, se refere às irmãs deste amaldiçoado filho de Adam. Dentro dos escritos bíblicos não há sequer uma indicação capaz de mostrar fidedignamente a participação de alguma delas na vida conjugal desse personagem, nem tão pouco de tê-lo acompanhado quando foi expulso do lugar onde habitava. Intrinsecamente o relato demonstra ter ele conhecido sua mulher, quando chegou à terra de Nod.
É necessário saber que a palavra “conheceu”, descrita textualmente na visão hagiógrafa conforme a Escritura, não deve ser reconhecida no sentido único de “coabitar”. Se alguma de suas irmãs fosse sua mulher, iria Kain esperar chegar numa outra região terrestre além da sua, para poder conhecê-la na forma de coabitação? Deduzo que não esperaria tanto tempo para isso. Esse requisito, sem sombra de dúvida, se revela no sentido de conhecer o desconhecido, o que com ele se deu na terra onde foi habitar, ali conhecendo a sua mulher de família estranha.
Discordar daquilo que não se aceita não é uma tarefa difícil, mas pode se tornar uma séria complicação diante do ensinamento, do aprendizado, se a discordância não tiver como mostrar a sua razão de existir. Se Kain coabitou com alguma de suas irmãs, onde, dentro das Inspiradas Escrituras, tal fato poderá ser mostrado? E se alguma de suas irmãs o acompanhou quando ele foi banido de sua terra, onde existe a indicação evidenciada para isso? Que o visto seja mostrado; que o anunciado seja ouvido; Para que o testemunho dado não seja causa de escândalo e vergonha perante o Eterno YHUH.
Quando fiz a pergunta por meio de alguns comentários expostos em páginas da NET, tive como objetividade mostrar que nenhum ser humano, a começar por mim, deve se achar no direito de ser conhecedor de todas as coisas. Nessa visão, cada um se contente com o que lhe é dado pela presença do Ruach distribuindo do que obteve, sem deixar de receber do que ainda não recebeu.
Sem arrogância,
Yahoshafat Bem Yaakov.
RETIDÃO E JUSTIÇA.
OS QUE SE DIZIAM AMIGOS DE YOB (JÓ), A SABER: ELIFAZ; BILDADE; ZOFAR; PARECIAM TER GRANDE SABEDORIA EM SEUS ELOQUENTES DISCURSOS, MAS, COMO FORAM VISTOS PELO ETERNO YHUH? NÃO FORAM RECONHECIDOS COMO RETOS PORQUE SUAS INFIEIS ADMOESTAÇÕES ERAM CARNAIS, NÃO CONFORME A RETIDÃO DA JUSTIÇA IMPOSTA PELA VONTADE DE YHUH PARA QUE EM YOB FOSSE MANIFESTADA. VEJAMOS A RESPOSTA QUE DO ELOHYM ETERNO FOI OUVIDA POR ELES.
“Sucedeu, pois, que acabando YHUH de dizer a Yob aquelas palavras, YHUH disse a Elifaz o temanita: A minha ira se acendeu contra ti, e contra os teus amigos. porque não disseste de mim o que era reto, como o meu servo Yob”. Yob (Jó) 42: 7.
HOJE VEMOS MUITOS DISCURSOS BROTADOS DA SABEDORIA DE ELIFAZ; BILDADE; ZOFAR; DISCURSOS MARAVILHOSOS, MAS NÃO COM A RETIDÃO DAS PALAVRAS PRONUNCIADAS POR YOB. TEMOS QUE TER CUIDADO, PORQUE A PALAVRA DE YHUH QUEIMA COMO FOGO E CORTA COMO A MAIS AFIADA DE TODAS AS ESPADAS; E NÃO VOLTA PARA ELE VAZIA.
Para os que se dizem israelitas não sendo, os que andam por aí pregando que o goym (gentio) não deve se circuncidar na carne, aqui dois textos contidos nas Inspiradas Escrituras: Yaheskel (Ezequiel) 44: 9; Shemot (Êxodo) 12: 48 49. Espero que possam compreendê-los.
YHUH OLAM DETERMINOU QUE NENHUM INCIRCUNCISO DE CORAÇÃO OU DE CARNE NTRE OS ESTRANGEIROS QUE PEREGRINAREM DENTRE OS FILHOS DE YSRAEL, ENTRARÁ NO SEU SANTUÁRIO. ESSES MESTRES QUE DESPREZAM A TORAH E OS NEVIIM (PROFETAS) ADENTRARÃO ESSES ESTRANGEIROS POR ONDE? NISTO VEJO CRISTÃOS YSRAELENCES, MAS, NÃO VEJO NETZARIM YSRAELITAS.
YHUH OLAM DETERMINOU UMA MESMA LEI PARA YHUDIM (JUDEUS) E ESTRANGEIROS. OS YSRAELENSES NÃO YSRAELITAS ESTÃO ENSINANDO DUAS. ESSES TÊM DOMINÍNIO SOBRE O HEBRAICO, MAS FRACASSAM DIANTE DA RETA JUSTIÇA E DA ESSÊNCIA INTERPRETATIVA. A ברית מילה ALIANÇA DA CIRCUNCISÃO É UM DECRETO PERPÉTUO! SE É POR ESSA FORMA, QUE SÃO ESSES QUE OUSAM FINDAR O QUE YHUH DETERMINOU PERPETUAMENTE? CONDENAM A SERPENTE NO ÉDEN, MAS, SEGUEM O MESMO MÉTODO DELA. YHUH TENHA DE MISERICÓRDIA DESSA GENTE.
UMA PERGUNTA: POR QUE ESSES FALSOS YHUDIM NÃO DEIXAM ESPAÇOS PARA COMENTÁRIOS EM SEUS ESTUDOS? ARRISCO ALGUMAS RESPOSTAS: PORQUE GOSTAM DE ENSINAR, MAS NÃO GOSTAM DE APRENDER. GOSTAM DE CRITICAR, MAS NÃO GOSTAM DE SER CRITICADOS. GOSTAM DE FALAR, MAS NÃO GOSTAM DE OUVIR. SE FOREM ZELADORES DA TORAH, COMO ASSIM SE POSICIONAM, PORQUE BUSCAM DESFAZER O QUE YHUH DECRETOU? VEJAMOS O QUE NOS MOSTRA A MENSAGEM CONTIDA EM SHEMOT 12: 48 49.
ASSIM DIZ O ALTÍSSIMO: “Porém, se algum estrangeiro se hospedar contigo, e quiser celebrar a pessach (páscoa) a YHUH, seja-lhe circuncidado todo o macho, e então chegará a celebrá-la, e será como o natural da terra, mas nenhum incircunciso comerá dela. Uma mesma lei haja para o natural, e para o estrangeiro que peregrinar entre vós”.
ONDE ESTÁ O ZELO PELA TORAH POR PARTE DAQUELES QUE SE FAZEM PASSAR POR YSRAELITAS NÃO SENDO. O QUE SE PODE VER NESSES FALSOS YHUDIM (JUDEUS), É QUE SÃO PREPARADOS PARA INTRODUZIREM COSTUMES PAGÃOS NO MEIO DO REMANESCENTE DE YSRAEL, PARA NÃO SEREM PERSEGUIDOS PELO CRISTIANISMO ROMANO E SEU CORPO QUE SE DIZ DIFERENTE, MAS NÃO ABANDONA O VINHO DE SUA PROSTITUIÇÃO. OLHA SEUS FALSOS YSRAELITAS: SE HÁ UMA MESMA LEI PARA YHUDIM E GOYM NO QUE SE REFERE À PÁSCOA E A CIRCUNCISÃO, DECRETADA POR YHUH, QUEM LHES AUTORIZOU A CRIAR DUAS? NO LIVRO DE YAHESKEL (EZEQUIEL) 44: 9, O ETERNO AVISA QUENENHUM INCIRCUNCISO DE CORAÇÃO OU DE CARNE, ENTRARÁ NO SEU SANTUÁRIO, DENTREOS ESTRANGEIROS QUE SE ACHAREM NO MEIO DOS FILHOS DE YSRAEL
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VOCÊS QUE NÃO CONSEGUEM VER AS DUAS CIRCUNCISÕES; QUE NÃO CONSEGUEM VER QUE A CIRCUNCISÃO DO CORAÇÃO SE FUNDAMENTA NA OBEDIÊNCIA A TODOS OS DECRETOS DADOS POR YHUH; ANULANDO A CIRCUNCISÃO DA CARNE, NÃO ESTARÃO TODOS COM O CORAÇÃO INCIRCUNCISO? QUEM AUTORIZOU A CIRCUNCISÃO DA CARNE, DETERMINOU ALGUM TEMPO PARA EXTINGUI-LA? O CONCERTO É PERPÉTUO.
CUIDADO! A ESPADA DE YHUH É AFIADA E CORTA NOS CÉUS E NA TERRA.
QUANDO PUSEREM SEUS ESTUDOS, POR FAVOR, DEIXEM ESPAÇO PARA QUE RECEBAM COMENTÁRIOS.
SHALOM.
ATENCIOSAMENTE,
YAHOSHAFAT BEM YAAKOV.
OS TRÊS ESPÍRITOS IMUNDOS
Revelação (Apocalipse) cap. 16 vss. 13 14 – “E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para congregá-los para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso”.
Para se discernir logicamente esses três mensageiros revelados como três espíritos imundos, primeiro é preciso buscar o pano de fundo de suas obras até que se chegue à transparência de seus frutos. Para isto ser possível, todo fanatismo religiosamente carnal tem que ser posto de lado, pois, nesse louco apego a obscuridade se eleva provocando cegueira no entendimento.
O primeiro espírito é o reino religioso romano firmado pelo Vaticano, que das mãos do dragão recebeu o trono para governar sobre toda a terra, cujo vinho prostituinte se tem espalhado. Revelação (Apocalipse) 13: 2: 17:1 2.
No cap. 17 vs. 11 do mesmo livro aqui em estudo, se acha escrito: “E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição”. Como explicar essa mensagem? A besta que já foi e já não é referida nessa textualização, é a Babilônia dos caldeus da época do rei Nabucodonosor, que se tornou conhecida como rainha da Ásia. Com o seu fim, surgiu sua filha à sua imagem e semelhança portando seus mesmo costumes. A chamada filha dos caldeus não é outra senão Roma Vaticanista, confirmada pelas mesmas características de um idolátrico reino mitológico.
Dela falou o profeta Yshayahu (Isaías) no cap. 47 vss. 1 a 5 do seu livro, criticando-a por ela se dizer a senhora dos reinos das (nações). A visão de Yochanan (João) pode ser assim definida: A besta que era e já não é: Antiga Babilônia dos caldeus, que assim é vista por no passado existir e ter sido destruída. Mas que virá: Roma Vaticanista, que agora existe como cópia da que deixou de existir, dessa seguindo as mesmas bases idolátricas.
Recebeu ela o poder e o trono para operar sobre toda a terra, sendo por essa forma o primeiro espírito imundo a sair da boca do Dragão.
Num contexto intrínseco às etapas, o segundo espírito a sair é proveniente da boca da besta não diretamente da boca do dragão. Isso diz respeito ao chefe maior da forma religiosa de Roma, que dela brotou para na terra expandir sua mensagem blasfema como forma de evangelização anti-semita, na qual muitos, mesmo se dizendo diferentes, estão coniventes, presos e embriagados.
Esse, se dizendo representante do Filho do ETERNO pelo título: “Vicarivs Filii Dei (Vigário do Filho de Deus) se tornou o falso profeta pela propagação de sua mensagem, a qual tem se espalhado corrompidamente pelos quatro cantos da terra. Esse broto cristão tem estado a serviço do trono tenebroso da besta, nele reinando e espalhando a prostituição doutrinária.
O terceiro espírito a sair da boca do falso profeta não é nada mais nada menos que o cristianismo protestante, que se dizendo diferente professa a mesma doutrina da Roma vaticanista: “Adora o mesmo nome adorado por ela; rejeita o shabat (sábado); participa dos alimentos impuros; bebe o sangue de Cristo”; contradiz a circuncisão e outros pontos que não devem se violados. Esse espírito, entre os três é o grande responsável por maior número de curas, de expulsão de demônios, da operação de maravilhas, tudo em nome do mesmo ídolo reverenciado por Roma Católica, a Babilônia mística do apocalipse.
Pelo mesmo sistema do anti-semitismo proliferado pelo extenso paganismo vaticanista, ele com suas maravilhas tem se tornado braço do profano corpo desse sistema, sendo também parte dos dez chifres que hão de aborrecer a grande prostituta citada. Daniel 11: 31; Revelação (Apocalipse) 17: 16.
Pode o doce de coco falar mal do doce de leite por ele ser doce? Digo que o Dragão (Satã) tem operado através de Roma; essa por meio do seu Vigário maior; e esse, sem quaisquer dúvidas, por meio do cristianismo que lhe combate, mas que também professa uma grande parte dos ensinamentos saídos de sua própria boca.
Tendo sido preso em cadeias até o grande dia do Juízo Final, o Dragão, chamado de Satanás e também Lúcifer, logicamente não poderia está operando pessoalmente entre a humanidade.
Para que sua tosca obra pudesse ter continuidade opositora aos decretos, transmitiu seu poder e entregou o seu trono ao movimento religioso de Roma, pelo qual seus tenebrosos erros e enganos haveriam de se espalhar sobre todas as nações. Esse poder tem trazido caótica submissão sobre ricos e pobres, fortes e fracos, senhores e servos, crentes e descrentes, cujas mentes há muito estão embriagadas no seu vinho prostituinte.
HONRA, PODER E MAGNIFICÊNCIA SEJAM PARA YHUH. AMEIN.
BARUCH RABÁ B’ SHEM YHUH
Atenciosamente
Yahoshafat Bem Yaakov.
OS TRÊS ESPÍRITOS IMUNDOS
Revelação (Apocalipse) cap. 16 vss. 13 14 – “E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para congregá-los para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso”.
Para se discernir logicamente esses três mensageiros revelados como três espíritos imundos, primeiro é preciso buscar o pano de fundo de suas obras até que se chegue à transparência de seus frutos. Para isto ser possível, todo fanatismo religiosamente carnal tem que ser posto de lado, pois, nesse louco apego a obscuridade se eleva provocando cegueira no entendimento.
O primeiro espírito é o reino religioso romano firmado pelo Vaticano, que das mãos do dragão recebeu o trono para governar sobre toda a terra, cujo vinho prostituinte se tem espalhado. Revelação (Apocalipse) 13: 2: 17:1 2.
No cap. 17 vs. 11 do mesmo livro aqui em estudo, se acha escrito: “E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição”. Como explicar essa mensagem? A besta que já foi e já não é referida nessa textualização, é a Babilônia dos caldeus da época do rei Nabucodonosor, que se tornou conhecida como rainha da Ásia. Com o seu fim, surgiu sua filha à sua imagem e semelhança portando seus mesmo costumes. A chamada filha dos caldeus não é outra senão Roma Vaticanista, confirmada pelas mesmas características de um idolátrico reino mitológico.
Dela falou o profeta Yshayahu (Isaías) no cap. 47 vss. 1 a 5 do seu livro, criticando-a por ela se dizer a senhora dos reinos das (nações). A visão de Yochanan (João) pode ser assim definida: A besta que era e já não é: Antiga Babilônia dos caldeus, que assim é vista por no passado existir e ter sido destruída. Mas que virá: Roma Vaticanista, que agora existe como cópia da que deixou de existir, dessa seguindo as mesmas bases idolátricas.
Recebeu ela o poder e o trono para operar sobre toda a terra, sendo por essa forma o primeiro espírito imundo a sair da boca do Dragão.
Num contexto intrínseco às etapas, o segundo espírito a sair é proveniente da boca da besta não diretamente da boca do dragão. Isso diz respeito ao chefe maior da forma religiosa de Roma, que dela brotou para na terra expandir sua mensagem blasfema como forma de evangelização anti-semita, na qual muitos, mesmo se dizendo diferentes, estão coniventes, presos e embriagados.
Esse, se dizendo representante do Filho do ETERNO pelo título: “Vicarivs Filii Dei (Vigário do Filho de Deus) se tornou o falso profeta pela propagação de sua mensagem, a qual tem se espalhado corrompidamente pelos quatro cantos da terra. Esse broto cristão tem estado a serviço do trono tenebroso da besta, nele reinando e espalhando a prostituição doutrinária.
O terceiro espírito a sair da boca do falso profeta não é nada mais nada menos que o cristianismo protestante, que se dizendo diferente professa a mesma doutrina da Roma vaticanista: “Adora o mesmo nome adorado por ela; rejeita o shabat (sábado); participa dos alimentos impuros; bebe o sangue de Cristo”; contradiz a circuncisão e outros pontos que não devem se violados. Esse espírito, entre os três é o grande responsável por maior número de curas, de expulsão de demônios, da operação de maravilhas, tudo em nome do mesmo ídolo reverenciado por Roma Católica, a Babilônia mística do apocalipse.
Pelo mesmo sistema do anti-semitismo proliferado pelo extenso paganismo vaticanista, ele com suas maravilhas tem se tornado braço do profano corpo desse sistema, sendo também parte dos dez chifres que hão de aborrecer a grande prostituta citada. Daniel 11: 31; Revelação (Apocalipse) 17: 16.
Pode o doce de coco falar mal do doce de leite por ele ser doce? Digo que o Dragão (Satã) tem operado através de Roma; essa por meio do seu Vigário maior; e esse, sem quaisquer dúvidas, por meio do cristianismo que lhe combate, mas que também professa uma grande parte dos ensinamentos saídos de sua própria boca.
Tendo sido preso em cadeias até o grande dia do Juízo Final, o Dragão, chamado de Satanás e também Lúcifer, logicamente não poderia está operando pessoalmente entre a humanidade.
Para que sua tosca obra pudesse ter continuidade opositora aos decretos, transmitiu seu poder e entregou o seu trono ao movimento religioso de Roma, pelo qual seus tenebrosos erros e enganos haveriam de se espalhar sobre todas as nações. Esse poder tem trazido caótica submissão sobre ricos e pobres, fortes e fracos, senhores e servos, crentes e descrentes, cujas mentes há muito estão embriagadas no seu vinho prostituinte.
HONRA, PODER E MAGNIFICÊNCIA SEJAM PARA YHUH. AMEIN.
BARUCH RABÁ B’ SHEM YHUH
Atenciosamente
Yahoshafat Ben Yaakov.
Muito bom agora tenho algo para ajudar-me no entendimento das escrituras atraves destes desbravadores escrituristicos, que apesar de não serem genuinamente yahrudins mais de descendentes da 3ª ou 4º geração dos que vieram de portugal e que hoje graças ao ETERNO estão voltando as suas origens crendo no filho de YHVH YAHÔSHUAH Pv 30:4b.
Shalom, prezado achy João Teixeira.
Que YHUH seja sempre contigo e com toda a tua casa. Que a porta estreita esteja sempre aberta diante de ti. Amen.
O homem defensor estatutário de grupo rotulado religiosamente, não poderá se adentrar aos mistérios expressos por YHUH através de sua Palavra. Isso significa que um vaso manchado por óleo de ricino ou benzocreol, não pode acolher um bom perfume porquanto contaminará o mesmo. Bem aventurado aquele que se limpa para que possa receber a essência da Ruach, no nome de Yaheshuah Ha Mashyach. Amen.
Todah por tuas amigas palavras.
Atenciosamente,
Yahoshafat Ben Yaakov.