O macarrão de Bruno
No país do futebol, os jogadores são os grandes exemplos de prosperidade, todos admiram, querem rodeá-lo, pois como o sol que esquenta os planetas, muitas pessoas que não têm brilho próprio procuram um astro para aquecê-las.
Na vida ativa de um profissional do esporte, as festas se multiplicam da mesma forma que multiplicam os seus admiradores, seguidores, homens, mulheres e crianças e adolescentes.
O jogador de futebol, na sua maioria advinda de classes desfavorecidas, é uma utopia para toda essa classe proletária que sofre tanto diante das desigualdades sociais, todos querendo ter um jogador na família, seja como filho, amante ou o que quer que seja para o milionário mundo esportivo tilintar gols na rede e reais na conta.
Para o anônimo que encontra um ídolo desse tipo, a personificação da vida fácil e de um mundo de ostentações, torna para essas pessoas sem brilho próprio, uma grande oportunidade de servir ao exército de seguidores.
Mulheres viram Marias-chuteiras, homens transformam-se em Macarrão, jogadores deslumbrados com tanta fama, toda essa miscelânea é um ótimo ingrediente para tristes confusões.
Como a maior escola é a da vida, esse é um grande exemplo para os pais orientarem suas filhas e filhos, pois não é porque a pessoa é famosa que seja de boa índole, dinheiro não compra inocência.
Nesse mundo cheio de Macarrão, as macarronadas podem se tornar mortais, pois essa é somente uma das muitas histórias de chantagem que permeiam o pequeno grupo de mulheres de vida fácil, pois a historia da barriga não cabe mais no mundo de hoje.
*Marcelo de Oliveira Souza: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa, formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; Organizador do Concurso Anual Poesias sem Fronteiras; participa de vários concursos de poesias, contos, sempre conseguindo colocações louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.
Por Marcelo de Oliveira Souza, em 09/07/2010 - 00:01. Você pode acompanhar as respostas a este texto acessando o leitor RSS 2.0.

























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