O Gordo e o Magro
O Gordo e o Magro ou O Bucha e Estica – em Portugal – são os nomes pelo qual ficou conhecida, nos países de língua portuguesa, a dupla cômica Stan Laurel (Arthur Stanley Jefferson) e Oliver Hardy (Norvell Hardy), originalmente chamada nos Estados Unidos de Laurel & Hardy, através dos seus filmes de curta e longa metragem realizados, na maioria, nas décadas de 20 e 30.
Anos após realizar seu penúltimo filme, em 1950, a dupla se dedicou apenas aos palcos. As suas antigas películas de curta metragem, principalmente as da época do cinema mudo, foram transformados em episódios completos na série televisiva chamada de O Gordo e o Magro. Desde então, seus filmes passaram a ser exibidos em todo o mundo, para a nova geração que cresceu junto com a televisão.
Stan Laurel – o Magro, nascido Arthur Stanley Jefferson (Ulverston, Inglaterra, em 16 de junho de 1890), além de ator cômico, foi também escritor e diretor.
Tornou-se famoso principalmente por seu trabalho com Oliver Hardy, com o qual formou a dupla cômica O Gordo e o Magro. A estrela de Laurel na Calçada da Fama fica no Hollywood Boulevard 7021 , em Los Angeles.
Faleceu vítima de um ataque cardíaco em 23 de fevereiro de 1965 (em Santa Mônica, na Califórnia), aos 74 anos. Seu corpo está enterrado no Forest Lawn-Hollywood Hills Cemetery, em Los Angeles.
Oliver Hardy – o Gordo (Norvell Hardy) nasceu em 18 de janeiro de 1892, em Harlem, na Geórgia e faleceu em 7 de agosto de 1957, em Hollywood, Califórnia, vítima de trombose cerebral. O nome Oliver era o nome de seu pai, e foi adotado posteriormente, por ele.
Os seus pais eram descendentes de famílias inglesas e escocesas. O pai foi um veterano dos Estados Confederados, ferido na Batalha de Antietam no dia 17 de setembro de 1862.
Seu papel mais notável no cinema é o Gordo, do seriado O Gordo e o Magro.
Fez mais de quatrocentos filmes curtas e longas, dos quais cerca de duzentos com Stan Laurel, que nunca se conformou com a morte do parceiro.
Em 1951, a dupla produziu o último filme Utopia/Atoll K, que marcou a despedida do seriado “O Gordo e O Magro”. A dupla não filmava havia seis anos e o resultado frustrou os seus fãs.
*Bira Câmara é artista gráfico, ilustrador, pintor autodidata e escritor. Nascido em 09/09/1950, em Mayrink, estado de São Paulo. Publicitário, formado em comunicação social pela ESPM, também atua na área jornalística e é diretor adjunto da A.P.I. (Associação Paulista de Imprensa).
Nos anos setenta e oitenta colaborou como ilustrador e cartunista em vários jornais e revistas, entre os quais: “Planeta” (1975/83), “Visão” (1976), Folha de S. Paulo (suplemento “Folhetim”/1977); revistas “Saúde” (1986/88), “Vogue” (1987), “Playboy” (1988), “Corpo a Corpo” (1988), “Veja SP” (1996).
Como pintor, além de três individuais, participou de várias exposições coletivas nos anos 70/80/90.
Na área de HQ, em parceria com os artistas Xalberto e Sian, publicou o álbum O Paulistano da Glória, uma história em quadrinhos de 64 páginas que tem como cenário a Paulicéia Desvairada.
Em 2006 editou o “Jornal do Bibliófilo”, publicação voltada para o mercado de livros usados e obras raras.
Estuda astrologia desde 1977, especializando-se na área de pesquisa histórica. Parte dessa pesquisa foi reunida no livro “Histórias da Astrologia”, ainda inédito. Publicou também dois livros defendendo uma tese sobre a Nova Era que contraria a visão dos astrólogos engajados no movimento New Age: Salada Mística – A Farsa da Nova Era (1998, reeditado em 2001) e A Nova Era – Os Deuses estão de Volta? (2006). Traduziu para o português a obra L’Ésoterisme du Serpent Vert de Goethe, de autoria de Oswald Wirth (2001).
Por Bira Câmara, em 06/01/2010 - 00:03. Você pode acompanhar as respostas a este texto acessando o leitor RSS 2.0.

























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