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Médicos cubanos estão desistindo da escravidão

Médicos cubanos estão desistindo da escravidãoDe acordo com a declaração dada pelo atual ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta última terça-feira (11), vinte e quatro médicos cubanos já desistiram de atuar no programa “Mais Médicos”, e, no mínimo, outros três não apareceram para trabalhar e/ou ainda não foram localizados pelo governo. O ministro insiste em afirmar que tal dado é insignificante diante do número de médicos cubanos, aproximadamente 7.400, que participam do programa.

Não temos como realmente saber se os médicos cubanos aderiram espontaneamente ou foram forçados a participar do “Mais Médicos” como forma de gerar receita para os irmãos Castro continuarem a brincar de ditadores. Sabemos que a família da médica Ramona Rodriguez está sofrendo pressão política devido a desistência e posicionamento da médica diante do governo cubano, que é quem recebe o pagamento e apenas repassa à médica o que entende que lhe cabe por direito. A questão, é que este governo do PT venera tudo o que vem de Cuba, sejam médicos ou qualquer outra coisa. O importante, para eles, é bajular seus ditadores de verde oliva.

Lembro-me do caso dos esportistas cubanos que pediram asilo ao Brasil e este não foi concedido, sendo cruelmente negado. Apesar de todas as pressões políticas e jurídicas, os atletas extraditados para Cuba, apesar de todos sabermos que eles sofreriam severas punições. Um absurdo, já que eles alegavam e tinham prova de perseguição política por não concordarem com o regime ditatorial cubano. Certamente a medíocre cúpula (ou seria cópula) do governo brasileiro sabia que os atletas poderiam até ser torturados, mas permaneceu indiferente, diante da declarada subserviência ao esclerosado clã político cubano, que, se fosse julgado pelos seus crimes num tribunal internacional, certamente seriam condenados, no mínimo, à prisão perpétua.

Quando Nelson Rodrigues disse que nós brasileiros temos complexo de vira-latas, ele não sabia que tínhamos este complexo diante de outros vira-latas, o que é bem mais triste ainda.

*Wilson de Oliveira é mineiro de Cataguases e divide sua vida entre Minas Gerais e Rio de Janeiro.

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