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Rachel da Silva Ferreira

O Candomblé, leis divinas e a moral (2)

O “supra sumo” da ignorância é adquirir um comportamento, atitude ou opinião, simplesmente porque dizem que é assim, pois todos assim fazem, sem ao menos raciocinar no feito. Eu defino assim: A religião é o caminho escolhido pela razão, aonde a lógica abraça a fé. Eu escolhi a minha assim e respeito a escolha alheia, só não tolero fanatismo, o absurdo ou hipocrisia. O Candomblé é atacado por uma chuva de “papinhos bestas”: barbárie e atrocidades com animais, as crianças sacrificadas em rituais de magia negra, licenciosidades sexuais e por aí segue.
Rachel da Silva Ferreira

A tirania dos pensamentos empobrecidos

Fé não é "receita de bolo" e Deus se mostra como quer e quando quer. O ser humano vaidoso e mesquinho quer determinar seu nome, fazer do seu, o povo escolhido e definí-lo segundo a sua imagem e semelhança… Acreditamos, como nas forças da natureza, que o que determina bom e ruim. Não é a ação feita, mas a intenção atrás da ação. Matar pode ser ruim quando afeta um inocente indefeso e bom se, por exemplo, é a única ação possível para proteger a vida, na legítima defesa.
Rachel da Silva Ferreira

O Candomblé, leis divinas e a moral

Eu escuto vasta gama de balelas a respeito da minha religião. Colocações absurdas e fanáticas de pessoas de mente pequena e tacanha, para as quais a intolerância a diversidade religiosa é ato de fé. Uma delas é "O candomblé não é uma religião. É um culto.". A definição de religião é: palavra do latim: religare, significando religação com o divino, é um conjunto de crenças sobre as causas, natureza e finalidade da vida e do universo, especialmente quando considerada como a criação de um agente sobrenatural, ou a relação dos seres humanos ao que eles consideram como santo, sagrado, espiritual ou divino." - Fonte - Wikipédia.