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Welinton Naveira e Silva

Uma gigantesca injustiça

A grande presença de corruptos em todos os governos, lamentavelmente, faz parte integrante de qualquer sistema, socialista ou capitalista. Entretanto, na democracia capitalista, essa questão é muito mais danosa e difícil de ser combatida, por conta de sua própria natureza, cínica e desonesta, de permanente controle do poder pelas elites dominantes, visando se apoderarem de gigantes riquezas do povo, até onde possível, sob o “manto da legalidade”. E sob esse “manto da legalidade”, as elites fazem uso de diversos e conhecidos instrumentos, objetivando a transferência para si de gigantescas riquezas públicas. Dentre eles, bilionárias obras e compras, na grande maioria, desnecessárias e/ou sem eficientes planejamentos e ou fiscalizações, e/ou na condição de superfaturadas.
Welinton Naveira e Silva

Forças ocultas e mensalão

Lugar de ladrão e de corrupto é na cadeia, principalmente os grandes e poderosos. Assim deveria ser. Mas não é. Todo o povo sabe disso. Pela própria natureza do sistema capitalista, grande parte dos maiores corruptos e ladrões, de algum modo, fazem parte do poder, de modo direto ou indireto. Por isso mesmo, nunca são condenados, muito menos cumprem penas na cadeia. Quase todos os poderosos altamente suspeitos – incontáveis – famosos e conhecidos, responsáveis por desvios muitas vezes maiores do que os do mensalão, continuam livres, ricos, dando as cartas, debochados e acima das leis. Dançam conforme a música.
Welinton Naveira e Silva

Uma gigantesca injustiça

A verdade dura e muito cruel, que as pessoas não querem admitir nem ver, é a impossibilidade da existência de uma justiça séria, competente e isenta de corrupção, operando no sistema capitalista. Nesse regime, as injustiças causadas pelas próprias elites dominantes são gigantescas e infindáveis. Afinal, são responsáveis pelas favelas, miseráveis e excluídos. E para que as coisas funcionem de acordo com velha roubalheira das elites, a justiça tem que ser adequada aos seus objetivos. Claro. Tem que ser corrupta e ineficiente, para o desespero do povo e de pequena parcela de íntegros magistrados.
Welinton Naveira e Silva

Copa do Mundo e Olimpíada, visando um bilionário turismo

Trazer a Copa do Mundo e a Olimpíada para o Brasil foi ato muito importante para nossa economia. Entretanto, outras providências deveriam ter sido tomadas logo a seguir. Dentre elas, a adoção de eficiente mecanismo de planejamento e fiscalização geral das necessárias obras, inclusive, reformas e construção de estádios. Se isso tivesse sido realizado, muita surpresa desagradável poderia ter sido evitada. Outra providência que ninguém fala, e que deveria ter sido ato contínuo, seria aproveitar a grande oportunidade para resolver um gravíssimo problema que vem inviabilizando gigantesco faturamento para a indústria do turismo e nossa economia, além de ter tudo a ver com a agressão ao meio ambiente. Trata-se da desleixada e impune contaminação de nossas praias por conta de 85% dos esgotos lançados ao mar sem o tratamento sanitário.
Welinton Naveira e Silva

A origem da muito antiga selvageria

O comportamento ético e honesto não condiz com a natureza do sistema capitalista, de essência e princípios incompatíveis com a dignidade, justiça e fraternidade. Suas leis, valores e fundamentos permitem a grande acumulação de riquezas em mãos de poucos, o que só é possível, se subtraídas de quem as produziu. Se retiradas do trabalhador. Toda riqueza produzida no mundo decorre da labuta do trabalhador que acaba ficando com muito pouco do que produz, salvo exceções, as minoritárias classes de trabalhadores especializados e/ou privilegiados.
Welinton Naveira e Silva

Os problemas adicionais da extinção do celibato

Por certo que ficará na História da Humanidade o Papa que reunir inteligência, muita coragem e liderança para desmontar o absurdo do celibato, sem grandes traumas e comoções para a Igreja Católica. Além da necessária energia e disposição exigida na ruptura de tamanho dogma secular, terá pela frente, grandes problemas a serem equacionados, vitais e mortais. Dentre eles, as questões financeiras e econômicas da bilionária Igreja Católica, tendo que gerenciar uma gigantesca nova estrutura composta de gente que nada tem a ver, esposas de padres, maridos de freiras e respectivas filharadas, com todos os seus naturais complicados problemas, familiares e emocionais, a serem resolvidos dentro da sociedade capitalista.
Welinton Naveira e Silva

A estranha lógica do capitalismo

Reduzir a escancarada roubalheira existente no sistema capitalista é tarefa muito complicada, quase impossível. Por razões óbvias, pois se trata de um sistema baseado no lucro. Toda acumulação de riquezas é às custas de quem as produziu, às custas do trabalhador. E todas as riquezas existentes no mundo foram elaboradas pelo trabalhador, que fica com muito pouco do que produz. A grande parte da riqueza produzida termina nas mãos dos donos dos meios de produção e do capital, em detrimentos de quem as produziu. Por isso mesmo, a maioria dos trabalhadores permanece na pobreza, nos subúrbios, nos bairros pobres e favelas.
Welinton Naveira e Silva

A falha justiça dos homens

Manter a conduta da boa ética e da honestidade no sistema capitalista é coisa muito complicada para a grande maioria das pessoas. Pois que a essência, natureza e princípios desse sistema são incompatíveis com a honestidade e a boa ética. Por conta de sua natureza, valores e leis, é legal a grande acumulação de riquezas em mãos de poucos. Entretanto, isso só possível, se subtraídas de quem as produziu, retirando-as do trabalhador. Todos os produtos e serviços existentes no mundo decorrem da labuta do trabalhador, que sempre fica com muito pouco do que produz, salvo as exceções. Por isso mesmo, o nosso minúsculo planeta possui 4 bilhões de excluídos convivendo com aproximadamente 1.230 bilionários, embora exista uma fantástica tecnologia disponível capaz de extinguir toda a pobreza e miséria do mundo. Inquestionavelmente, trata-se de um sistema desonesto e cruel.
Welinton Naveira e Silva

A tragédia da crise e os fantasmas que rondam

Desde o Império que políticos, empresários, militares, civis e outras categorias mais estão presentes em incontáveis corrupções. Coisa antiga e conhecida. Inúmeras estão cheias de evidências, ainda assim, impunes. Até agora, nada de verdadeiramente efetivo foi tentado visando estancar a roubalheira do dinheiro público. Reduzir um pouco, já estaria bom. E quem não é ingênuo sabem muito bem, que o grande, inédito e impensável espetáculo “mensalão”, produzido e conduzido por poderosas forças contando com a grande mídia, não tem objetivo nenhum de iniciar uma nova era de dignidade, de intolerância com a corrupção e caça aos corruptos e desonestos.
Welinton Naveira e Silva

A tecnologia e o desempregado

O desemprego tecnológico vai tomando conta dos meios de produção. A acirrada concorrência global exige acelerada atualização tecnológica por novos produtos e redução de custos. Mas redução de custos, necessariamente, significa substituição do trabalho humano, aumentando a capacidade produtiva e qualidade, indispensáveis na selvagem disputa de mercados. Além dessas vantagens, há outras mais, como a total isenção de conflitos morais, humanos e judiciais, ao ter que demitir uma determinada senhora Tecnologia que deixou de ser eficiente. O desemprego tecnológico atinge o trabalhador intelectual e braçal. Ninguém escapa. Mas não podemos esquecer que o capitalismo necessita de massa infinita de trabalhadores empregados com poder de compra, para continuar movimentando a sociedade de consumo.
Welinton Naveira e Silva

Revelando o impensável

Após as inacreditáveis invasões militar do Iraque e da Líbia, lideradas pelos EUA, seguidas de conhecidos massacres, inclusive, de assassinatos e de torturas, tudo, visando desesperadamente, rápida posse e controle do petróleo desses miseráveis povos, nada mais pode causar espanto ao mundo, nem mesmo mais, a “exemplar liberdade de imprensa” norte-americana indo para o chão, outrora tão alardeada, depois da deliberada vontade do governo dos EUA de jogar Julian Assange no corredor da morte, pelo simples “crime” de ter publicado podridões do governo norte americano.
Welinton Naveira e Silva

O estigma do Estado Capitalista

Na estrutura capitalista, a função do Estado é atender as ambições econômicas e financeiras das elites dominantes, mas sob o pretexto de governar para as necessidades do povo. Uma enganação gigante não percebida pelo povão. Em cima da crônica ignorância das massas, a grande mídia “livre” deita e rola, sempre fingindo estarem do lado do povo, em defesa de seus interesses, denunciando inúmeras, antigas e conhecidas coisas erradas, serviços inadequados, carências, deficiências, roubalheiras, inseguranças e violências (prato preferido). Estar preocupado com as necessidades do povo é uma grande mentira na arquitetura do Estado Capitalista. O coitado do povo nunca aprende e volta e meia se espanta com os extravagantes e permanentes modos de o Estado conduzir e gerir os recursos públicos quase que permanentemente envolvidos em grandes escândalos financeiros e econômicos, de todos os tipos, expressos em licitações viciadas, obras sem prioridades, obras superfaturadas, fiscalização tipo vista grossa, gigantescas propinas, supersalários, superaposentadorias, escandalosas privatizações a preços de bananas, educação e saúde pública de terceira qualidade etc.
Welinton Naveira e Silva

De volta o grande circo

As grandes corrupções envolvendo políticos, empresários e militares, são de sempre e incontáveis, muito antigas, demais conhecidas. Infelizmente, quase todas impunes. E até agora, nada de efetivo foi feito para estancar a roubalheira do dinheiro público, ainda que pela metade, a não ser velhos teatros como esse de agora, por sinal, gigantesco. Só que em plena crise mundial do sistema capitalista, gravíssima demais para que o Brasil invista tanta atenção e energias nesse grande circo. Tamanha preocupação e cobertura no julgamento do caso “mensalão”, que até parece ser a materialização da velha revolta e indignação pública, cansada de tanta bandalheira – a grande mídia resolve tomar o pinhão na mão – revestida de pudor e patriotismo, subitamente assume o comando da revolta centrando fogo num cenário de bandidagem das elites dominantes, tudo espontaneamente, sem interferências de grupos econômicos daqui nem de fora, simplesmente por si só, livre e consciente, a grande mídia resove dedicar todo o empenho e energias na cobertura desse exemplar julgamento.
Welinton Naveira e Silva

A falta de lógica e/ou de amor ao Brasil

A julgar pela baixa capacidade racional do homem, salvo exceções, é possível acreditar que o mecanismo biológico da inteligência seria relativamente recente na escala evolutiva, e/ou de pouca prioridade para a natureza. Fosse coisa fundamental para a mãe natureza, por certo que teria surgido logo nos primórdios de nossa vida, e a essa altura, já estaria bastante evoluído, ágil, hábil para frequente e automático uso no dia a dia, semelhante a nossa defesa imunológica, mecanismos de movimentos, aparelho digestivo, sexual, reprodutivo, visão, etc.
Welinton Naveira e Silva

Num mundo perigoso, o controle das comunicações

A grande maioria das pessoas, inclusive militares e políticos, ainda não se deram conta da crescente insegurança tomando conta do planeta, em várias frentes. Tudo, decorrente da lenta agonia do sistema capitalista, já sinalizando exaustão, evidenciada na atual persistente crise econômica, sem saída à vista. Massas de desempregados e de falências tomando conta do primeiro mundo, inclusive, arrochos salariais em cima de quem ainda está empregado e redução no ganho dos aposentados, fazendo parte das chamadas “medidas de austeridades”, que na verdade, objetivam salvar os bancos e seus bilionários felizes banqueiros.
Welinton Naveira e Silva

A saúde privada, muito cara e ruim

Dei entrada no CRM/RJ de meu detalhado relatório de 10 páginas, cujo resultado final das investigações terminou por não chegar a lugar algum. E tudo ficou por isso mesmo. Foi mais um dos inúmeros casos de comprovação sobre a baixa competência dos planos de saúde privada, salvo as exceções. Entreguei à viúva um relatório detalhado de 10 páginas, mostrando todos os absurdos cometidos por esse plano privado, que por pura falta de competência geral no atendimento, conduziram ao óbito de meu irmão. Mas ela alegou não possuir recursos suficientes para fazer frente ao poderoso plano médico, além de não acreditar em nossa justiça, a exemplo de quase todos os brasileiros.
Welinton Naveira e Silva

A sistêmica, velha e conhecida corrupção

Os nossos impostos são os mais altos do mundo, com poucos resultados positivos para o Brasil e para o nosso povo. Tudo por conta da velha conhecida e crescente corrupção. Enquanto isso, a gigantesca voracidade do fisco corre solta, mas de pouco adianta. Só serve para asfixiar nossas empresas e nossa economia, além da crueldade mensal no contracheque do trabalhador que não tem como sonegar. Por baixo, 50% de toda a sideral fortuna arrecadada pelo fisco vai para o ralo da conhecida, muito antiga e impune corrupção. Quem sabe, mais. O mais revoltante ainda é saber que já existem fartos recursos tecnológicos de informática, capazes de dificultar bastante essa evasão de recursos do Estado via corrupção.
Welinton Naveira e Silva

RIO+20 nas toneladas de esgotos lançados ao mar sem tratamento

É muito complicado falar em RIO+20 deixando de abordar um gigantesco crime ecológico e econômico contra o Rio de Janeiro. Estranhamente, nem o governo, nem empresários, nem ONGs, nem mesmo, a grande mídia, ousam tocar nesse assunto, vital para o turismo do Rio de Janeiro e para o Brasil. Trata-se de um gravíssimo problema contra a indústria do turismo, contra a nossa economia, contra a ecologia carioca decorrente da contaminação de nossas praias por conta de 85% dos esgotos lançados ao mar sem tratamento sanitário. Tamanho descalabro prossegue, impunemente, sob um total silêncio e, em pleno RIO+20.
Welinton Naveira e Silva

O ilimitado poder das telecomunicações ameaçando a soberania das nações

As páginas impressas em papel estão chegando ao fim. Estão sendo substituídas pelas páginas digitais, via telecomunicações, instantaneamente enviadas aos mais remotos lugares do planeta, a exemplo de diversos jornais já disponíveis na internet, inclusive, revistas, livros, TVs, etc. Em breve todo e qualquer documentação e artigos serão do tipo digital, via internet. Para ter acesso, basta possuir um receptor portátil adequado (senha, quando exigida), dentre tantos já conhecidos, e outros mais a caminho do mercado consumidor. Já se escuta dizer que em futuro próximo, todos os arquivos e programas de computador, passarão a ser digitais, via internet. Os arquivos de hoje, particulares, públicos e privados, inclusive os das forças armadas, contendo sigilos militares, científicos, tecnológicos, bancários, mercadológicos, financeiros e outros mais, serão arquivados na forma virtual, inteiramente aos cuidados de empresas estrangeiras.
Welinton Naveira e Silva

A farsa do medo

Atribue-se ao ministro da propaganda de Adolf Hitler, Joseph Goebbels, a frase “uma mentira repetida mil vezes torna-se uma verdade”. Essa idéia foi encampada pelos militares da ditadura, por conta do visível sentimento de medo e de desespero diante da possibilidade de sentarem nos bancos dos réus pelos bárbaros crimes cometidos. Repetem o tempo todo e em todas as oportunidades o frágil argumento “revanchismo não”. Incrível invenção “jurídica”. Não bastasse a lei da “Anistia Ampla, Geral e Irrestrita”, empurrada goela abaixo da sociedade civil, pela ditadura militar.
Welinton Naveira e Silva

Só o crescimento econômico pode salvar

Por conta do esquecido e fantástico mercado interno, a presidente Dilma Rousseff deve prosseguir com toda força possível na acertada rota de redução da Selic, que nos desastrados tempos FHC/PSDB chegou a mais de 45% ao ano, causando milhares de desempregados e de falências. Já estamos a 09% ao ano – ainda muito alta. Temos que situá-la na faixa de 04% a 05%. Ainda seria altíssima para o primeiro mundo. Mas, como os nossos meios de produção de riquezas, forçados a aprender a trabalhar com estratosferas taxas de juros, com Selic na faixa de 04% a 05%, a nossa economia passaria a crescer a mais de 8% ao ano. Sem dúvida alguma.
Welinton Naveira e Silva

O início de nossa arrancada econômica

Dilma Rousseff não rompeu com Lula ao enfrentar os bancos. Não é nada disso. Ela está rompendo com o modelo econômico agiota de até agora, de insaciáveis banqueiros, que nas últimas décadas faturaram bilhões enquanto a nossa indústria e nosso comércio passavam por grandes apertos e falências, com milhares de desempregados por todos os lados. Todo mundo numa grande penúria, mas os banqueiros faturando bilhões à custa dos cofres públicos, à custa da indústria, do comércio, do consumidor, impedindo a criação de milhares de empregos e de oportunidades. Tudo isso, por conta do maldito modelo econômico adotado, implantado por FHC/PSDB.
Welinton Naveira e Silva

A tecnologia do poder

A atual crise do sistema capitalista, assustadora e sem solução a vista, aguça o lado selvagem dos EUA. Implacável predador. Os desesperados e sofridos povos do Iraque e da Líbia estão sentindo na própria pele o preço de suas fraquezas. Estão pagando muito caro, caro demais, por possuírem imensas jazidas de petróleo sem eficazes meios de defendê-las. Pelo visto, só acreditavam em armas convencionais. Puro engano. Além desse estratégico petróleo, o Brasil tem mais outras tantas siderais riquezas concentradas na Amazônia e fora dela. Tais como água doce, extensão territorial, gigantescas florestas, biodiversidades, imensas áreas de terras férteis, inúmeros tipos de jazidas de minérios, inclusive estratégicas, além de incontáveis outras mais. Apesar de tudo que possuímos, ao que parece, ainda não demos conta do perigo que corremos por não termos força tecnológica militar adequada para desencorajar o poderoso predador.
Welinton Naveira e Silva

O fim da roubalheira e dos prejuízos

Na poderosa China, dotada de pena capital para corruptos e entreguistas, ainda assim, pelo que se vê pelos jornais, a bandidagem ainda continua por lá. A níveis bem menores do que a nossa. Mas continua, apesar da pena de morte. Desse ângulo de visão, é possível concluir que o efetivo combate a corrupção, roubalheiras e entreguismos, não pode ser de modo tímido e destituído de exigida competência. Não podemos continuar disponibilizando para os bandidos de colarinho branco, leis frouxas e justiça corrupta. Chega. Assim sendo, para reduzir nossa desgraçada, impune, gigantesca e muito antiga corrupção, a níveis de países ricos, só mesmo por dois caminhos complementares: