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Valderez de Mello

A arte de renascer!

Arranque da face a máscara da hipocrisia, jogue no balde imenso da vaidade a arrogância, retire dos olhos a trava escura da ignorância, lave com água de cândidas flores as mãos que ardem por restarem sempre fechadas e passe a usá-las para o carinho, amizade e solidariedade.
Valderez de Mello

Maternidade ou maternagem?

A infância pede socorro! A maternidade travestiu-se de maternagem, onde o papel de mãe foi transformado apenas em indiferente obrigação de fazer, ou seja, apenas o ato de cumprir penosa rotina, de forma rápida e sem conexão de afeto.
Valderez de Mello

As grandes prioridades

Certas atitudes entre humanos poderiam deixar de existir. Uma puxada de tapete, um empurrão para o tombo certo, um silenciar em hora imprópria, um pedido de desculpas esfarrapada, um sorriso irônico, um abraço recheado de falsidade ou mesmo um sorriso preparado a tilintar o desamor.
Valderez de Mello

Ao cair da máscara

Que líder é esse que não respeitou as leis, a honra, a verdade e o povo que fingiu liderar? Que líder é esse que assaltou os cofres públicos durante anos, dilapidou a nação, enjaulou os direitos da população e descaradamente se faz de vítima, apesar de seu caminhar ter deixado marcas profundas na lama da escancarada corrupção?
Valderez de Mello

A família e a cultura

É a família, o grupo, a tribo, que ao deambular do tempo, registra usos e costumes que vão se arraigando na alma de seus sucessores. De nada adianta querer resgatar usos e costumes se não foram gravados na alma durante a infância. De nada adianta incentivar uma cultura fantasmagórica, onde não existiu a convivência.
Valderez de Mello

Questão de ego!

Há pessoas que nascem para o bem, outras para gerar desavenças e fincar o pé no muro que separa o sim e o não a ignorar para o que vieram. E, assim recostados na ociosidade, vivem de trocas de favores, oportunidades e até chegam a crer portadores de magnânima esperteza.
Valderez de Mello

A ignorância é atrevida!

Desde que o Brasil foi “descoberto” nunca se ouviu dizer, durante o deambular da história, de tão monstruoso cipoal de ilegalidades como o que ora se apresenta. Arrastão na Petrobrás, rapa nos cofres públicos, desvios de dinheiro na Lava-Jato, roubalheira nos cofres do INSS, toma lá dá cá nas reservas do FGTS e toda sorte de maracutaias para rechear malas, maletas e contas bancárias a galgar os alpes suíços
Valderez de Mello

Privação de mãe

Uma privação de mãe prolongada e extrema, iniciada muito cedo no primeiro ano de vida, cerceia o direito da criança de usufruir do personalíssimo ato de ser amamentada pela mãe e poder sentir e criar elos afetivos,através de cada sugada no seio morno e quentinho daquela que o gerou, ato este permutado pelos goles frios oferecidos às colheradas nas instituições que se dizem modernas.
Valderez de Mello

Vovó, fada da infância!

O abraço da vovó é tal e qual o toque de asas do anjo da paz que oferece guarida aos medos e inseguranças que habitam os corações dos pequeninos. Portanto, certamente, o colo macio aquecido com tépido carinho dessa grandiosa alma gêmea é o ninho perfeito para acolher e desenvolver a infância.
Valderez de Mello

Mil dias de amor

Nada mais que mil dias de amor! Mil dias de colo, carinho e coração para formar um ser humano amoroso, feliz, pacífico e justo. Mil dias, que contamos a partir do nascimento, é o tempo mágico da formação do coração do homem. Mil dias é o tempo mínimo que o ser humano necessita do amor e calor materno, pois é nesse período que acontece a formação do umbigo emocional, ato personalíssimo entre mãe e filho.
Valderez de Mello

O grande funeral

O povo brasileiro corre sério risco de sobrevivência. O vírus letal que contamina a nação não é o assustador Zica Vírus! O facínora que visa exterminar a vida dos brasileiros é nada mais nada menos que o maquiavélico vírus da imoralidade que acampa em busca da onírica ditadura vermelha, apelidada de socialista, em busca da conquista do poder, para dominar com tirania e devassidão o paraíso verde e amarelo.
Valderez de Mello

O caos existe e é brasileiro!

Nada justifica o caos social que enluta o Brasil! Grupos atrevidos que sem respeitar a verdadeira democracia, se deixam manipular por asseclas, cujo intuito maior é a ruína moral e a degradação do Estado brasileiro. Facções manipuladas para instigar o ódio em busca da desordem sobrevivem de enganosas promessas de falsos líderes! A pátria resta acéfala, abandonada e sem destino! Urge mudança drástica para a reconquista do bem comum! Provado está que o governo é manipulado por forças radicais e escancarada está a fragilidade do Congresso Nacional
Valderez de Mello

Evasão escolar

Qual o motivo da evasão escolar? Vamos nos reportar para as escolas dos anos dourados, décadas de 60 e 70: alvas cortinas nas janelas, carteiras de madeira maciça, assoalho encerado e luminoso, banheiros higienizados, jardins bem cuidados e grandes relógios nas paredes das classes a marcar a preciosidade do tempo. A escola oferecia ambiente acolhedor, impregnado de ordem e respeito. Hora para entrar, hora para sair, uniformes limpos, adquiridos pelos pais e muita disciplina. A escola pública não oferecia merenda. As refeições eram feitas em casa junto à família. Crianças órfãs moravam em orfanatos e frequentavam a escola normalmente.
Valderez de Mello

A fita de cetim e o AR-15

Os mais vividos devem recordar a campanha denominada “Ouro para o bem do Brasil” ocasião em que os brasileiros doaram tudo que tinham para o bem do país! Recentemente foi apregoada também a campanha do desarmamento, em que os mais crédulos entregaram as armas que serviriam para a defesa de suas famílias. Imperativo repensar que uma campanha nacional de desarmamento supõe o extermínio total do comércio clandestino de armas, do comércio de munições, inclusive a fiscalização das aeronaves transpondo fronteiras carregadas de artefatos clandestinos ameaçadores, ou seja, destruição total do arsenal bélico.
Valderez de Mello

Guarda compartilhada

Compartilhar significa participar, dividir responsabilidades, conviver, porém, para que se torne um benefício em prol do desenvolvimento infantil deve primar pelo respeito à infância. Casais separados, em sua maioria, demonstram dificuldades quanto ao relacionamento amigável e na competição pela guarda do filho o transforma em mero troféu de disputa. Crime maior é obrigar a criança a compartilhar momentos com um desconhecido que visa resgatar a consciência perdida. A guarda compartilhada, gera polêmica quanto ao bem estar do menor e quanto ao direito de viver em tranquilidade e segurança, sem duplicidade, garantindo o direito da criança em não ser usada apenas para saciar a vingança dos genitores, forçando uma convivência de aparências, que gera conflitos emocionais na alma infantil.
Valderez de Mello

Consciência tem cor?

Problemática curiosa acampa os meios governamentais com tendências paternalistas quanto a cor da pele que envolve o corpo humano. Se, à luz do direito questionarmos os motivos que levam à criação de leis para instituir garantias já adquiridas na Carta Magna, veremos que se torna ainda mais dolorosa a ousadia em cultivar a discriminação racial. Todos são iguais perante a lei, o que independe da cor da pele, raça ou credo. Qual a necessidade em oferecer vantagens diferenciadas?
Valderez de Mello

A verdadeira adoção

Adotar significa acolher com amor. A adoção é o abraço que ficou sem acontecer, o carinho não recebido, o amparo nunca experimentado. A verdadeira adoção tem início quando aceitamos o outro com seus defeitos e mazelas, suas qualidades e agruras. Adotar é curar as feridas da alma, é cerzir com fios de esperanças os rasgos e roturas do coração, é suturar abandonos e tristezas da alma. Quando a adoção acontece faz renascer o ser em estado de solidão, carente de cuidados físicos, emocionais e morais, enfim, ressuscita a esperança e a fé no coração em estado de agonia. A adoção não carece apenas de leis e sentenças judiciais, mas, e principalmente, urge ser reconhecida como ato de solidariedade e amor ao próximo, pois enquanto o adotante não oferecer a certeza da responsabilidade a ser assumida perante o adotado, de nada valerá a norma cogente.
Valderez de Mello

Colo, carinho e coração

Desde os primórdios dos anos 70 a infância vem sendo cravejada de incertezas e modismos passageiros e a criança passou a ser o imbróglio inibidor da liberdade nas projeções profissionais. E num deslizante infortúnio, crianças dos anos 80 foram declaradas filhos de ninguém com o surgimento da maternidade irresponsável, apesar dos modernos recursos impeditivos da gravidez indesejada, a que surge na barriga da mulher-criadeira, jamais no ventre materno. Gerar é fácil, amar é complicado! Amar é dar prioridade ao filho dependente e sedento de carinho. Amar é abrir caminhos e semear segurança para os primeiros passos! Nos anos 90, mulheres se distanciaram mais e mais da maternidade em busca do sucesso profissional e a infância restou à deriva e, enquanto a família se desintegrava, o lar foi permutado pelas instituições e o falso modernismo foi aplaudido em pé. Com a entrada do novo século, se fez necessário dar continuidade ao malogrado projeto e surgiram as infrutuosas Casas Abrigo. Substituído o lar, apagada foi a chama que aquecia o coração do homem! Hoje questionamos: De onde vem tanta violência infantil? A resposta está na ponta da língua, mas ninguém ousa falar, todos se calam. Límpido está que a agressividade infantil foi crescendo alimentada pelo abandono, rejeição, desamor e solidão entre muitos. Ninguém pode oferecer o que nunca recebeu! A maior agressividade durante décadas foi a falta de colo, carinho e coração. Sem essas ofertas jamais teremos seres humanos amorosos e pacíficos.
Valderez de Mello

O retorno da humildade

Eis o novo Papa, verdadeiro representante de São Francisco neste tumultuado século XXI. Felizes e seguros estão os animais, os pássaros, as águas, os lírios dos campos e a sofrida e abandonada infância dos quatro cantos do mundo! Afortunados e emocionados restam os idosos que há tantas décadas aguardavam pelo direito à longevidade saudável e segura! Finalmente, os extremos da humanidade, receberão respeito, dignidade e amor ao próximo, advindos deste representante de Deus que veio para mostrar a insignificante pequinês dos humanos, nesse planeta desgarrado na imensidão do universo. Francisco, franciscano que lavou os pés dos esquecidos, homem de Deus que humildemente prepara o alimento, enquanto agradece o saciar da fome, certamente, com serenidade e maestria saberá enxergar, com compaixão, os pobres de espírito que por qualquer lume esmaecido se autodenominam reis, ajeitam a coroa de lata e de braços dados com a soberba saem a pisotear súditos!
Valderez de Mello

O lixo e o luxo

Uma simples vogal pode mudar o mundo: lixo ou luxo? Depende da maneira como aprendemos a ler e interpretar as histórias que a vida escreve! Num reino desencantado, onde a injustiça campeia, moravam, entre extremos sociais, o Lixo e o Luxo, camaradas da cidade grande onde tudo se escancara vergonhosamente alinhavado à disparidade. O Luxo espiava atentamente dos altos de luxuoso arranha-céu, o Lixo humilde atirado à sarjeta, onde cães famintos competiam pela conquista das sobras.
Valderez de Mello

O pecado da omissão

Vimos a mulher covarde matar o filho indefeso e pequenino que no ventre trazia, com o coraçãozinho a pulsar, a registrar o milagre da vida e não fizemos nada! E pensar que muitos, que se dizem cristãos, são a favor do hediondo crime do aborto! Vimos crianças e idosos abandonados, andrajos sem nome, pelas ruas e calçadas, sem ter caminhos, engolindo o gélido sabor da fome e não fizemos nada! Contudo, muitos alegam ser o abandono de crianças e idosos fruto da modernidade! Vimos a infância agredida e violentada, o sangue plagiando o carmim do coração, o brilho das lágrimas iluminando a dor, a desesperança dominando o amor e não fizemos nada mesmo assim! Vimos homens atrelados à carroças, em extremo estado de miserabilidade a substituir bestas e covardemente não fizemos nada!
Valderez de Mello

Natal particular

Arranque da face a máscara da hipocrisia, jogue no balde imenso da vaidade a arrogância, retire dos olhos a trava escura da ignorância, lave com água de cândidas flores as mãos que ardem por restarem sempre fechadas e passe a usá-las para o carinho... Deixe que a alma brote do fundo da mais profunda emoção, renasça em alegrias e seja apenas o ser humano que Deus construiu com amor. Escancare as gavetas de seu coração, há muito trancafiadas e atire pelas janelas da solidão os rancores, a raiva, o amargor e, principalmente, aquele feixe ressequido de lamúrias. Reorganize todos os sentimentos e deixe apenas nos gavetões agora arejados de seu coração, o amor, a alegria e a paz. Então, tranquilamente, tal menino entretido na brincadeira favorita, sem conflitos, faça pacotinhos de alegria, embrulhe-os delicadamente com todo amor na seda fina de seu sorriso, marre-os com fitilhos de carinho e ofereça-os a quem encontrar pelo caminho.
Valderez de Mello

Inteligência não tem cor

Quando Deus criou homens de pele branca, amarela, preta, marrom, vermelha, talvez quisesse engalanar o mundo com suas magníficas criaturas. Então, para perpetuar a soberania da igualdade, a todos premiou com inteligência e alma incolores. A preocupação exacerbada sobre discriminação está se transformando em neurose social ou até maneira indireta de levar vantagens através de atitudes premeditadas. Vejamos o sistema de quotas para universidades: durante uma década os alunos passam pela peneira de largas malhas, sem avaliações, com aprovação automática, tal e qual florido caminho pelo mundo do faz de conta. No vestibular, as malhas da triagem são drasticamente bitoladas e, independente da etnia, estudantes são igualmente prejudicados. Logo, o sistema de quotas deveria a todos premiar, dando sequência à costumeira admissão automática, pois, ao oferecer chances diferentes aos iguais, surge escancarada a verdadeira discriminação. Se as instituições de ensino fossem eficientes e eficazes e primassem pela excelência, a isonomia seria plena e o sistema de quotas dispensável. Importante frisar que apesar de tudo, chances iguais não garantem resultados idênticos, pois, a conquista é obrigação personalíssima que exige dedicação, esforço, perseverança e muita renúncia, qualquer que venha ser a cor da pele do indivíduo.
Valderez de Mello

A pena de morte não existe?

Discursos oníricos em nome da falsa democracia apregoam ser indispensável oferecer nova chance aos criminosos, reeducar os delinquentes e ter compaixão dos assassinos. Isto posto, torna-se notório o divisor de águas sobre a pena de morte por parte dos doutores no assunto. Enquanto o Estado despende fortunas em projetos sociais para a utópica reintegração de facínoras na sociedade, centenas de crianças morrem de inanição e o cidadão brasileiro cumpridor de seus deveres passa frio, fome e sede.