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Ronaldo Silva

Maomé e a escravidão

A presença da escravidão na Península Arábica, precede ao surgimento do profeta Maomé, que nasceu no final do século VI, e fundou o Islã no século VII. Desde os tempos bíblicos já existiam escravos na região. A servidão e o trabalho compulsório eram práticas registradas desde o Egito antigo, assim como nos territórios Greco-romano, em Bizâncio e na Pérsia.
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O que é a escravidão?

Com relação à escravidão, quando abordamos tal assunto vêm-nos a memória a imagem e entendimento clássico do negro africano, subjugada no processo colonial mercantil europeu no século XV-XVI. Dentre todos os países da Europa Ocidental, o que mais ressaltou no processo escravizatório que nos quantifica etnicamente afro é Brasil-Portugal.
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Dia da mentira

Há muitas explicações para o primeiro de abril ter se transformado no Dia das Mentiras ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia primeiro de abril.
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O erro que a História cometeu com a África!

Durante muito tempo se apregoou uma história de renegados, pobres, primitivos, incivilizados, para os povos do continente africano. Que os levou a uma leitura europotizada por uma superioridade étnica, enfatizada no século XIX, como podemos verificar na obra de Ana Mónica Lopes e Luiz Arnaut numa conceituação de Hegel. Tendo como conseqüência a subjugação.
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Império Mali

A transmissão oral das práticas culturais, oralidade, é importantíssima na preservação da história africana, como a praticada pelos Griots, verdadeiros contadores de história à serviço da preservação de suas culturas. No período compreendido entre os séculos VIII e XVII, objeto desse texto, vários povos co-habitavam, cada qual com seus respectivos costumes e peculiaridades, a região ao sul do deserto do Saara. Alguns desses povos chegaram a se estabelecer como impérios e reinos prósperos e organizados política e economicamente, como o Império de Mali e o Reino do Congo.
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Consciência negra

A base da população do Brasil após a abolição dos escravos é composta dos negros africanos, que foram trazidos para o Brasil. A classe dominante era formada pelo branco europeu que se entendia como civilizado, trazia a sua ideologia de superioridade étnica em relação ao negro. Considerado inferior, uma peça que podia ser coisificado a bel prazer do seu dono.
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Flagelo da Educação

É pela Educação, que nos permitirá a formação de homens em verdadeiros cidadãos. Talvez seja uma utopia tal concepção, justamente, quando encontramos no Brasil, uma enorme desigualdade social, a permissividade na quebra de valores, incorporando um conceito de falta de limites, demonstrando que tudo é possível. Principalmente daqueles que tem a responsabilidade de gerenciar o Estado social, servindo de péssimo exemplo, cooptando indivíduos a se locupletarem.
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A escravidão não é sinônimo de África

A escravidão, era muito comum em muitas sociedades antigas, incluindo a Grécia Antiga, Roma Antiga, Israel Antigo, China Antiga, sociedades na África e América. Onde ser vendido como escravo era um destino comum para as populações conquistadas em guerras. Em Atenas, boa parte dos escravos era obtida por meio das guerras contra diversos povos de origem estrangeira. Os traficantes realizavam a compra dos inimigos capturados e logo tratavam de oferecê-los em algum lucrativo ponto comercial.
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A feijoada: verdade ou folclore?

Durante muito tempo, ouvimos falar que a feijoada, prato típico da culinária brasileira, com diversos tipos de acompanhamento: arroz, mandioca frita, torresmo, laranja, caipirinha e outros; teria a sua gênese na escravidão.
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A Cara do Brasil?

Recentemente a mídia televisiva noticiou o resultado do concurso Miss Brasil 2009. A vencedora do concurso foi Larissa Costa, uma potiguar do Rio Grande do Norte de vinte e cinco anos de olhos verdes, com 1,75 de altura.