Início » Archive by category "Ricardo Ernesto Rose" (Page 2)
Ricardo Ernesto Rose

Atividades econômicas e externalidades

O que alguns economistas defendem, principalmente aqueles embasados pelas questões sociais e ambientais, é que às atividades econômicas sejam incluídos os custos das externalidades de produtos e serviços.
Ricardo Ernesto Rose

História da Filosofia: dos pré-socráticos aos sofistas

Os sofistas foram educadores que lecionavam diversas disciplinas, geralmente para as classes abastadas, em troca de pagamento. Todavia, nem todos cobravam por seus ensinamentos. Estes filósofos foram os primeiros que se utilizaram do seu poder de persuasão e de seu conhecimento enciclopédico (para a época) para defender diversos pontos de vista, de acordo com a situação e o cliente.
Ricardo Ernesto Rose

Depois do acordo mundial sobre emissões

Um acordo histórico sobre a limitação das emissões de gases causadores das mudanças climáticas foi assinado em 12 de dezembro de 2015. Ao todo foram 195 países, que reunidos em Paris durante o Fórum Mundial do Clima promovido pela ONU, acordaram em limitar gradualmente suas emissões. Os dois pontos mais importantes acordados durante o evento foram: estabelecer o limite de 1,5ºC para o aumento da temperatura da atmosfera até o final do século.
Ricardo Ernesto Rose

Biodiesel diminui emissão de gases

O Brasil é o segundo maior produtor mundial de biodiesel, produzindo cerca de quatro bilhões de litros anuais. O produto é produzido a partir de óleos vegetais, derivados da soja, do milho, do babaçu, do amendoim da mamona e do pinhão manso. Este último é uma planta originária na Índia, cultivada especialmente para extração de óleo vegetal combustível não comestível. Outra fonte para extração de óleos e graxas destinados à fabricação de biodiesel são as gorduras de animais de abate e as vísceras de peixes.
Ricardo Ernesto Rose

Nível do mar aumenta até 2050

Antes do tempo previsto pelos cientistas, aparecem os primeiros efeitos das mudanças climáticas; aumento da temperatura média da Terra, estações mais rigorosas, além de outros fenômenos relacionados ao clima, como chuvas e secas prolongadas. Outro aspecto que começa a preocupar as cidades litorâneas de todo o mundo é a perspectiva do aumento do nível do mar. Previsto para a final deste século, o fato deverá se tornar perceptível já a partir dos próximos 20 ou 30 anos.
Ricardo Ernesto Rose

Alimentos contaminados por agrotóxicos

Grande parte dos legumes, frutas e verduras que consumimos diariamente não tem qualquer tipo de fiscalização quanto a sua qualidade. No entanto, análises feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2014, mostraram que 31% dos alimentos estavam contaminados com excesso de agrotóxicos. Dentre as substâncias encontradas nas análises, estavam algumas potencialmente cancerígenas e já banidas na União Europeia e países como a China e a Índia.
Ricardo Ernesto Rose

Extinção em massa

Nos últimos 500 milhões de anos a vida do planeta foi afetada por diversos cataclismos que causaram grande mortandade entre as espécies vivas. Estes acontecimentos, que podiam se estender por milhões de anos, foram chamados de extinções em massa - quando ecossistemas são totalmente destruídos ou afetados de tal maneira, que a vida já não é mais possível.
Ricardo Ernesto Rose

Eficiência energética no Brasil

O país também passa por uma crise de eletricidade. Não porque não tenhamos condições de gerar mais energia, ao contrário; o Brasil é um dos países com maior potencial energético. O que nos falta é uma efetiva ordenação e planejamento do setor, estabelecendo objetivos para a geração e para a economia de eletricidade. Deste modo, o atual momento de crise deveria ser aproveitado para avaliar e reestruturar o setor energético em bases mais modernas, preparando o país para as novas fases de crescimento que estão por vir.
Ricardo Ernesto Rose

Sobre a cultura popular e a cultura

A cultura popular é aquela que difere daquela praticada ou apreciada pelas classes dominantes. Tem sua origem na vida diária do povo; suas crenças e costumes, sua adaptação ao ambiente e às condições econômicas, valorizando seus aspectos históricos. O interesse pela cultura popular sempre existiu implicitamente na dita alta cultura. Muito do que foi produzido pela literatura, música e artes plásticas tem sua inspiração na prática do povo, desde a Idade Média.
Ricardo Ernesto Rose

Redução de emissões mobiliza governo e empresas

A redução das emissões não se limita à redução ou eliminação futura do desmatamento. No setor energético o Brasil também aumentou bastante suas emissões, com a utilização de usinas termelétricas movidas a óleo ou carvão. Aqui cabe explorar o imenso potencial de energias renováveis que o país possui e implantar medidas claras de eficiência energética. O lixo e outros resíduos orgânicos mal geridos também são causadores de emissões de gases, principalmente nas grandes cidades.
Ricardo Ernesto Rose

Comentários sobre a situação ambiental no Brasil

Na área ambiental as notícias são menos desalentadoras. Se a Política Nacional de Resíduos Sólidos não avança, e vai avançar cada vez menos com a falta de recursos nas prefeituras e estados, e o saneamento recebe sempre menos verbas de um PAC muito combalido, a COP 21 parece ser uma luz no fim do túnel. O encontro da ONU para discutir as mudanças do clima e a redução de emissões, a ser realizado em dezembro em Paris, está forçando os países a tomar posições, inclusive o Brasil.
Ricardo Ernesto Rose

Por que a questão ambiental avança tão lentamente?

A velocidade em que outros países industrializados implantaram mudanças estruturais na área ambiental - políticas governamentais, legislação, normas técnicas, controle das empresas públicas e privadas - foi bem mais rápida. Basta ver o progresso em toda a Europa e Estados Unidos, no que se refere à atuação ambiental de governos e empresas, ocorrido entre o final da década de 1960 e os anos 1980. Em pouco mais de uma década, houve uma verdadeira revolução no que se refere à redução dos impactos diretos ao meio ambiente - água, solo e ar -, concretizada através de grandes projetos de despoluição, modernas estruturas de gerenciamento de resíduos e melhores controles das emissões atmosféricas.
Ricardo Ernesto Rose

Durkheim e o fato social

Durkheim, define o fato social da seguinte maneira, em uma passagem de seus escritos: “Fato social é toda a maneira de fazer, fixada ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coerção exterior: ou então, que é geral no âmbito de uma dada sociedade tendo, ao mesmo tempo, uma existência própria, independente das suas manifestações individuais”. Mais à frente no texto, o sociólogo escreve: “Com efeito, os fatos sociais não se realizam senão através dos homens; são resultado da atividade humana”.
Ricardo Ernesto Rose

O grande impacto ambiental gerado pela pecuária

O impacto ambiental desta atividade é muito alto, quando se considera que apenas o rebanho mundial bovino tem mais de um bilhão de cabeças, cuja maior parte vive em pastos abertos, ocupando área considerável. Com isso, a atividade agropecuária é responsável por 18% de todas as emissões de gases de efeito estufa (GEEs), ultrapassando as emissões veiculares. O metano, principal gás produzido por esta atividade é emitido pela derrubada da floresta para estabelecimento de pastagens e pela ruminação e as fezes dos animais. Além destes impactos, a atividade também é responsável globalmente por 8% do uso de água potável, já que para se produzir um quilo de carne bovina, são necessários 16 mil litros de água!
Ricardo Ernesto Rose

As cidades e as mudanças climáticas

O ano de 2014 foi considerado o mais quente da história, desde que começaram as medições das temperaturas globais, no final do século XIX. O primeiro semestre de 2015 confirma tendência de aumento, já que neste período a temperatura média do globo foi 0,85ºC maior que a normal. O processo de aquecimento da atmosfera deve continuar, já que as emissões de gases poluentes causadores do aquecimento global e, consequentemente, das mudanças do clima, voltaram a crescer em todo o mundo com a lenta recuperação das economias dos países.
Ricardo Ernesto Rose

Ecossistemas e complexidade

Um ecossistema, assim como outros sistemas dinâmicos, é considerados um sistema complexo. Uma eleição, a economia de um país, o clima de certa região e o ecossistema de uma ilha, por exemplo, são sistemas complexos, porque seus diferentes estados ao longo do tempo decorrem de relações imprevisíveis entre suas partes constitutivas. Sistemas complexos são compostos por vários aspectos que interagem entre si, formando uma nova estrutura, que por sua vez construirá novas e mais complexas relações, e assim por diante. Os sistemas complexos não são simplesmente a soma da atuação de suas partes, como um relógio ou um motor; são muito mais complicados.
Ricardo Ernesto Rose

Energia, gestão e crise energética

No último dia 04 de julho de 2015 a energia elétrica ficou 17,31% mais cara para 6,7 milhões de clientes da AES Eletropaulo na região metropolitana de São Paulo. O aumento médio do custo da eletricidade durante o ano de 2015 já é de 75% e ainda são previstos outros acréscimos para o segundo semestre. De acordo com o governo, tais incrementos se devem à utilização das usinas termelétricas, operando com combustíveis fósseis em substituição às hidrelétricas, cujos reservatórios estão vazios.
Ricardo Ernesto Rose

Crise, mudanças e adaptação

A história nos mostra que tempos de crise são tempos de mudanças. Os períodos de perturbação na economia e nas relações sociais representam uma ruptura com o passado, com uma situação existente, indicando que a forma como a sociedade vinha se organizando já não funciona mais. As consequências de tais condições podem ser as crises e as reformas econômicas, os conflitos e o aparecimento de novos grupos sociais e o surgimento de novas idéias no âmbito da cultura. Assim, para que os indivíduos, grupos sociais e sociedades possam continuar existindo, é necessário que se adaptem às mudanças com a criação de novas estruturas econômicas e sociais.
Ricardo Ernesto Rose

Economia, complexidade e capacidade de resposta à crise

A crise econômica e financeira por que passa o país terá uma série de consequências, numa cadeia de causa e efeito de resultados imprevisíveis, gerando novos fatos agora ainda imperceptíveis. Sem nos preocuparmos em fazer a genealogia da crise pela qual passa o país - já que esta também tem origens complexas - comecemos pelo fato mais palpável e imediato: a alta da inflação e a consequente ascensão dos juros. A elevação do custo do dinheiro (juros) já se baseia em princípios simplistas, cartesianos, de mera causa e consequência: eleva-se o juros, tornando os empréstimos ao consumidor mais caros, reduz-se o poder de compra, provocando a queda da demanda e, como corolário, os preço das mercadorias.
Ricardo Ernesto Rose

Brasil aumenta emissões de gases do efeito estufa

O crescimento das atividades econômicas – apesar do baixo crescimento nos últimos anos – está colocando o Brasil entre as nações mais poluidoras do planeta. Nosso nível de emissão de GEE, medido em toneladas de dióxido de carbono (tCO²), está em 7,8 tCO² por habitante por ano; acima da média mundial de 7,2 tCO²/habitante/ano. Com isso, “estamos muito longe de uma economia de baixo carbono”, segundo Tasso Azevedo, coordenador do estudo, em declaração ao jornal "Folha de São Paulo". Dois setores da economia foram os maiores responsáveis pelo aumento nas emissões de gases: mudança no uso da terra (leia-se desmatamento) e energia (incluindo os transportes).
Ricardo Ernesto Rose

Descarbonização da economia

Em todo o planeta é possível ver os primeiros efeitos do fenômeno das mudanças climáticas. Dentre estes, os que mais chamam a atenção por seu impacto e efeito prolongado, são as secas. Estas estão afetando várias regiões do mundo, de uma forma mais acentuada do que vinha ocorrendo no passado. Exemplo disso é a estiagem que ocorre na região Sudeste do Brasil. Apesar de cíclica, ocorrendo aproximadamente a cada 20 a 30 anos, na atual temporada está mais prolongada e severa. A deficiência na gestão da crise hídrica por parte de governos, contribui para tornar o problema ainda maior.
Ricardo Ernesto Rose

Pesquisas de opinião e a questão ambiental

Recentemente o jornal "Folha de São Paulo" publicou pesquisa realizada pelo Datafolha, informando que 95% da população concorda que as mudanças climáticas estão afetando o país. Na entrevista, 90% das pessoas disseram que a questão tem relação com a crise hídrica e energética que está afetando o Brasil. A enquete identificou que o tópico das mudanças climáticas não é claro para todos os entrevistados. Destes, 88% já ouviram falar sobre o assunto, mas só 28% se consideravam bem informados. Mesmo assim, 85% dos participantes na pesquisa disseram que a questão das mudanças climáticas era motivo de preocupação para suas famílias e para o futuro do planeta. Em um aspecto, porém, os entrevistados foram quase unânimes, ao dizer que o governo pouco está fazendo para minorar o impacto do fenômeno no país.
Ricardo Ernesto Rose

Crescimento da população, consumo e impacto ambiental

A redução do crescimento da população mundial ainda não se fez notar com tanta clareza, já que grande parte das pessoas nascidas nos últimos 50 a 70 anos ainda continua viva. O que se espera é que a redução do crescimento vegetativo médio seja perceptível a partir da metade deste século quando, segundo previsões, a população humana deverá alcançar os nove bilhões e lentamente decair, segundo algumas fontes. A ONU (Organização das Nações Unidas), todavia, prevê que a população continuará a aumentar, chegando a aproximadamente 11 bilhões no final do século. O maior crescimento ocorrerá no continente africano, cuja população deverá chegar aos 4,2 bilhões de habitantes até 2.100. O problema do aumento da população não é apenas o da falta de alimentos, como se temia no passado. Estes são e poderão ser produzidos em quantidades suficientes para abastecer o mundo. A tragédia da fome é relacionada com a especulação financeira sobre safras futuras, a falta de recursos, a corrupção e os conflitos, que privam populações do acesso aos meios de produção e compra dos alimentos básicos.
Ricardo Ernesto Rose

Energia renovável ultrapassa a fóssil

A capacidade de geração de energia a partir de fontes renováveis, já ultrapassou a de energia fóssil em todo o mundo. A notícia, recentemente publicada no jornal "Valor" com base em dados da agência de notícias americana Bloomberg, informa que esta tendência é definitiva para o futuro. Atualmente, cerca de 75% da eletricidade consumida no Brasil é gerada a partir de fontes renováveis. Este percentual, no entanto, vem caindo, já que com a estiagem por que passa parte do país, o governo está colocando em funcionamento um grande numero de termelétricas a óleo e carvão. Mesmo assim, o somos o segundo maior produtor de eletricidade a partir da água e da biomassa e até o final de 2015 deveremos estar entre os cinco maiores produtores de energia elétrica gerada pelo vento. O potencial do país para a implantação de geração limpa é imenso e precisa ser fomentado pelo governo, especialmente na área da energia de biomassa e biogás, através do financiamento de pesquisas e da implantação de projetos-piloto.
Ricardo Ernesto Rose

Obras de saneamento apresentam irregularidades

A situação do saneamento no Brasil continua ruim, apesar de toda a propaganda durante os governos Lula e Rousseff, de que através do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) estavam sendo realizados grandes investimentos no setor. Aliás, a propaganda oficial a respeito do PAC e de suas grandes obras desapareceu da mídia, já que em época de crise financeira no governo e de gestão na Petrobrás, o máximo que se anuncia são medidas impopulares de aumento de taxas, impostos e de redução de investimentos.
Ricardo Ernesto Rose

Floresta amazônica, a caixa d’água do Mercosul

A revista científica “Nature” publicou recentemente um estudo realizado pela Universidade de Leeds, na Inglaterra, e pelo Centro de Ecologia e Hidrologia do Conselho de Pesquisa Ambiental Britânico. O trabalho ressalta a importância das florestas equatoriais da Amazônia e da República Democrática do Congo no regime de chuvas da região e de outras circunvizinhas. Segundo concluíram os cientistas que conduziram a pesquisa, o ar que passa sobre regiões de densa vegetação carrega duas vezes mais chuva do que aquele que passa sobre áreas com vegetação rala.
Ricardo Ernesto Rose

Crise e planejamento

A crise econômica por que passa o país é, em grande parte, resultado de falta de planejamento. A falta de planejamento não é só uma questão que afeta a administração pública. O setor privado, dependente de políticas públicas para planejar seus investimentos de produção e de P&D, fica com as mãos atadas. Com isso, a demanda interna por novas tecnologias muitas vezes é atendida por tecnologias importadas, já que uma alternativa nacional não pode ser desenvolvida a tempo de atender uma nova lei.
Ricardo Ernesto Rose

Cidade, a grande invenção humana!

A cidade, seja de que tamanho for, é a amostra de como funciona um país. De como atende às necessidades da população através da arquitetura, transporte, saneamento, segurança, lazer, condições de saúde, educação e cultura. É uma construção coletiva, da qual todos participam e devem se beneficiar. A cidade foi uma invenção tão bem sucedida que atualmente cerca de 55% da população mundial vive em metrópoles, no Brasil já são mais de 80% da população. Mas, como toda invenção humana, a cidade está sujeita a melhorias e adaptações, já que é o local onde se concentram inúmeras atividades humanas, sujeitas às condições históricas e ambientais do local onde ocorrem.