Principal » Artigos de Pettersen Filho
Pettersen Filho

Getúlio Vargas: éramos felizes e não sabíamos…

Já ao fim de 1937, diante das ameaças de golpe, Getúlio recrudesce, aplicando, em si mesmo, um auto-golpe, a pretexto do Comunismo, instalando no Brasil um “governo de exceção”, o que lhe rendeu na história o título de “Ditador”, mas que lhe permitiu realizar as reformas que retiraram o Brasil do status, muito depois da sua independência, de mera colônia agrícola de monocultura do mundo, diversificando a sua economia. Com forte intervenção nos sindicatos (Peleguismo), nomeando interventores (bem diferente do Neo-peleguismo de Lula, onde os atuais sindicatos, a UNE – União Nacional dos Estudantes, a CUT – Central Única dos Trabalhadores, o MST – Movimento dos Sem Terra, e outros assemelhados, foram cooptados pelo Governo Federal e vivem às suas custas, via FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador e PRONAF - Fundo de Amparo à Agricultura Familiar), Getúlio governou até 1945, quando uma Junta de Generais, articulada pelos Estados Unidos, desinteressada no Protecionismo/Nacionalismo de Vargas, derrubou Getúlio do poder, abrindo espaço para que nos dominassem as multinacionais.
Pettersen Filho

Spam ou não-spam: “eis a questão…”

Expressão relativamente recente, surgida nas agruras dos novos tempos, e da própria Internet, a rede mundial de computadores, que assombra, com incomodo reincidente, todos os que, por ventura, naveguem na rede, Web em Inglês, a expressão SPAM refere-se, também, da sigla em Inglês, as “mensagens não-solicitadas”, enviadas em massa, geralmente postadas por máquinas remotas, ou robôs, que lançam na rede milhares e milhares de e-mails aleatórios, a sobrecarregar sistemas, e entulhar as caixas de mensagens dos internautas, quase sempre, confundidos com ataques cibernéticos, ou precedendo-os, provindos de hackers ou estelionatários, a burlar “chaves” de segurança e “roubar” senhas eletrônicas.
Pettersen Filho

Drones: morte à moda Play Station na tríplice fronteira?

Tecnologia não muito nova, disponível desde os anos oitenta, mas, aquilatada nos últimos tempos, “ferramenta” largamente utilizada em áreas remotas da fronteira Afeganistão/Paquistão por tropas estadunidenses para monitorar os movimentos dos Talibãs, os chamados "drones", em Inglês, ou VANTs, em Português, “Veículo Aéreo Não Tripulado”, surgiram há duas, ou três décadas atrás, basicamente, prestáveis a fazer vôos precisos de espionagem por detrás das linhas inimigas, inicialmente, dotados de simples câmeras fotográficas, através dos quais se obtinha informações precisas, e instantâneas, dos eventuais inimigos, dotando as forças que o possuíssem de nítida vantagem estratégica, administrados a poucos quilômetros dos seus respectivos alvos.