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Pedro Bondaczuk

Luta pela identidade

O homem, no atual estágio de desenvolvimento, a despeito dos avanços científicos e tecnológicos que obteve, em termos de consciência, ainda é aquele mesmo ser selvagem e rude que habitava as cavernas primitivas, com a mente cheia de fantasias, terrores e mitos e, notadamente, de superstições
Pedro Bondaczuk

As aparências costumam enganar

O povo consagrou a máxima de que “as aparências enganam”. É verdade que nem sempre isso acontece. Às vezes as coisas estão tão evidentes que são, realmente, o que aparentam ser. Não se pode, pois, generalizar
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Fuga da beleza

A descrição da beleza, da grandeza e da transcendência é o objetivo e, simultaneamente, o maior desafio de todo escritor que se preza. Por mais rico que seja o idioma de que se utiliza, ele sempre esbarra na limitação das palavras
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Transformação de costumes

Há costumes que se espalham rapidamente e atingem os pontos mais distantes de onde se originaram. O rádio, a televisão (a cabo ou via satélite), a internet e o telefone celular promoveram um virtual “encolhimento” do planeta, quase que o transformando, de fato, na gigantesca “aldeia global”
Pedro Bondaczuk

Espelhos do tempo

O tempo sempre foi, é e continuará sendo, enquanto eu viver, o foco central das minhas reflexões e o tema predileto do que escrevo. Não quanto à sua passagem, óbvio, pois sobre esta não tenho como interferir, mas quanto à sua natureza e como agir para aproveitá-lo da melhor maneira
Pedro Bondaczuk

Pensamento e linguagem

A linguagem é, certamente, a maior manifestação de inteligência e engenhosidade desse animal notável, que é o homem. Sem ela, tanto o raciocínio, quanto o pensamento, seriam inúteis. Não haveria como comunicar ambos a quem quer que seja
Pedro Bondaczuk

Única resposta

Se todos, absolutamente todos se amassem, sem reservas e restrições, o mundo seria um paraíso e a vida uma sucessão de venturas e de delícias. A História e a Literatura registram magníficos episódios de amor, que ilustram o seu poder e importância
Pedro Bondaczuk

Fracassos regulares

Os fracassos, assim como os sucessos, são condições normais do jogo da vida. Quem joga sabe que poderá perder, empatar ou ganhar. E só. Não há outros resultados intermediários, apenas estes três. O que não podemos é desanimar face aos insucessos, quaisquer que sejam, e por causa de um deles deixar de tentar novos empreendimentos, por medo de fracassar de novo
Pedro Bondaczuk

As várias fontes de frustrações

As nossas frustrações podem vir de onde e de quem menos esperamos. Se for pessoa de confiança que nos frustrou, seja lá no que for, compete-nos cortá-la das nossas relações, dada sua ausência de confiabilidade. Sou contra conceder segunda chance nesses casos. O risco de novas frustrações é muito grande e desnecessário
Pedro Bondaczuk

O adjetivo sábio

O adjetivo “sábio” é muito vago para o meu gosto. É aplicado, a torto e a direito, sem grande critério (diria, sem nenhum) até mesmo aos mais rematados imbecis, que mal-conseguem alinhavar uma ou outra frase de efeito, sem o mínimo conteúdo
Pedro Bondaczuk
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Resultado de angústia

A angústia, aquele misto de ansiedade, medo e frustração, é um dos sentimentos mais difíceis de suportar. Todavia, é a marca registrada dos artistas. Uma obra de arte, qualquer que seja sua forma de manifestação, é fruto de muito trabalho, estudo, concentração e autodisciplina
Pedro Bondaczuk

Lições da arte

A arte, essa manifestação de criatividade, capacidade de observação, perícia e habilidade do espírito humano se esgota por si só ou tem alguma finalidade maior, mais relevante, nobre e profunda do que em geral lhe atribuímos?
Pedro Bondaczuk

Apreensão dos efeitos

Cada artista “vê” aquilo que o inspira de forma diferente um do outro. Isto resulta nessa imensa variedade de obras de arte que encanta e enriquece o espírito humano, o que é bom, convenhamos, para todo o mundo. Já imaginaram se a visão de todos fosse, não digo semelhante, mas rigorosamente igual? Seria uma mesmice de causar tédio até em estátua de pedra.
Pedro Bondaczuk

Regularidade e beleza

O artista (não importa de qual arte) tem sensibilidade superior à média, muito mais aguçada que as pessoas comuns. Conta, por exemplo, com raro dom de vislumbrar beleza onde ninguém, que não tenha esse senso estético tão apurado, sequer suspeita que exista
Pedro Bondaczuk

O hábito que faz o monge

O modo de nos vestirmos tende a determinar, por conseguinte, (salvo raras exceções), a forma com que seremos recebidos (e tratados), por exemplo, em um escritório, em um banco, em uma repartição, em um estabelecimento comercial, em uma casa de família, etc. Isto, se nos receberem, é claro
Pedro Bondaczuk

Precisamos dos outros para viver

Claro que não sairemos por aí apregoando que não temos certeza sequer do que somos. Ninguém faz isso. Se o fizer, certamente, será considerado insano ou, no mínimo, para ser mais suave, neurótico
Pedro Bondaczuk

Sem medo da vida

Mas seja qual for a nossa idade ou nossa condição social, a postura que tivermos face à vida vai contar muito para nosso sucesso ou fracasso, para nossa alegria ou tristeza, para nossa vitória ou frustração. Essa é uma tarefa solitária que apenas nós mesmos poderemos exercer
Pedro Bondaczuk

À medida que cresce o saber, cresce, igualmente, a dúvida

O sujeito arrogante, contudo, não pensa assim. Acha que o acúmulo de conhecimentos é uma competição em que deva chegar sempre em primeiro lugar. Não busca aprender, apenas, o que lhe seja útil e prático, mas o que lhe pareça insólito e que, por isso, nenhuma outra pessoa se dará o trabalho de buscar conhecer.
Pedro Bondaczuk

Consolação ou humor?

A imaginação, se ou quando bem-utilizada, nos é altamente benigna. Serve-nos de consolo por aquilo que não conseguimos (e que não podemos) ser, permitindo-nos apelar para outras características ao nosso alcance, que compensem nossas fraquezas e contradições e nos valorizem.
Pedro Bondaczuk
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Transformando veneno em poção restauradora

Os poemas de maior beleza, por estranho que pareça, nascem do desencanto, da dor da perda, da frustração sem esperança e dos males da alma sem remédio de quem os engendra. A poesia, posto que não raro bela tende a ser cruel com quem a capta e a transmite.
Pedro Bondaczuk

Ser excelente

O parâmetro que devemos estabelecer, para nortear nossos passos, é o da excelência, nunca menos do que isso. E mesmo que, por alguma razão, não venhamos a atingir essa meta (pouquíssimos a atingem), certamente chegaremos bem próximos dela se a perseguirmos de forma incansável e ininterrupta. Conquistaremos um lugar cativo na memória dos povos e nos corações de gerações após gerações.
Pedro Bondaczuk

O “delito” da inocência

No aspecto mais nobre do Homo Sapiens, o da razão, do raciocínio, da busca das grandes verdades e da construção de uma sociedade minimamente equilibrada e sadia, temo que houve enorme retrocesso. E é estranho que isso haja ocorrido, se levarmos em conta as facilidades de locomoção, de informação, de aprendizado e de comunicação (entre outras tantas) que a tecnologia nos proporcionou.
Pedro Bondaczuk

Grandeza e dignidade

As pessoas que fazem de suas vidas uma obra de arte e que pautam pensamentos e atos por dignidade e grandeza, merecem reverência muito especial. Mais do que isso, são dignas de imitação. São os grandes paradigmas de conduta para as gerações mais jovens. Por isso, o que foram, e o que fizeram, deveria ser ensinado em todas as escolas do mundo. Infelizmente, raramente são.
Pedro Bondaczuk

O sucesso e o risco

Não há como negar que a vida implica em permanente risco. Não somente os inerentes à nossa fragilidade face ao mundo que nos cerca, mas principalmente os do convívio com nossos semelhantes. Ninguém está a salvo, por exemplo, de ser atacado e morto por algum dos tantos malucos, enrustidos ou ostensivos, a qualquer momento ou em qualquer lugar.
Pedro Bondaczuk

Indigência espiritual

Admite-se que os que praticam “bullying” têm grande probabilidade de se tornar adultos com atitudes anti-sociais e/ou violentas, podendo vir a assumir (e na maioria dos casos, assumem), inclusive, posturas delinqüentes ou criminosas. São sociopatas.
Pedro Bondaczuk

Diversão ou reflexão?

O filósofo Blaisé Pascal condena o divertimento, que classifica de “maior das nossas misérias”. Destaca que o tempo perdido com distrações fúteis e vazias poderia (e deveria) ser utilizado para reflexão, notadamente sobre nossas dúvidas, medos, anseios e projetos pessoais.
Pedro Bondaczuk

Sublime modelagem

A escultura, de todas as artes, é a que mais me fascina. Fico pasmo com o talento de determinadas pessoas de transformar pedra bruta, mármore, madeira, aço ou seja lá o material que for, em figuras. Algumas esculturas são tão perfeitas nos detalhes, que não me surpreenderia se saíssem andando e falando e acabassem por se transformar em gente como a gente.
Pedro Bondaczuk

Instintiva imitação

A imitação é uma das principais características humanas. É um ato até mesmo instintivo. Consciente ou inconscientemente, imitamos nossos pais, amigos, mestres, ídolos esportivos, artistas de cinema e televisão, astros pop etc.etc.etc. Não raro, até, copiamos nossos maiores desafetos. Difícil, todavia, é encontrar quem admita isso.
Pedro Bondaczuk

Carnaval e literatura

A quantidade de livros, de escritores brasileiros, tendo por tema o Carnaval, causou-me grande surpresa. Não achava que havia tantos! Não deveria me surpreender, mas surpreendeu. Bastava que eu atentasse para alguns aspectos óbvios para não ficar tão surpreso.
Pedro Bondaczuk

Nenhuma perda, à exceção da morte, é irreversível

Enquanto estivermos vivos, não importa com que idade estivermos, sempre é possível um recomeço, para reverter imensos fracassos, transformando-os em surpreendentes sucessos. Como se vê, nenhuma perda (a não ser a da própria vida, óbvio), é irreversível.
Pedro Bondaczuk

Como deveríamos ser

O amor transforma, como num passe de mágica, subitamente, se não todos, pelo menos parte considerável dos nossos pensamentos, sentimentos, projetos e ideais, e, principalmente, comportamentos, sem que sequer nos apercebamos.
Pedro Bondaczuk

Viver e ser vivido

Atrevo-me a dizer que narrar é muito mais complicado do que viver. Exigem-se do narrador características que não são tão comuns como se imagina. O cão, por exemplo, vive, mas não narra. O mesmo acontece com árvores, flores, peixes e até mesmo bactérias. Só o homem tem essa capacidade e, convenhamos, a minoria da espécie.
Pedro Bondaczuk

Oportunidades para não sermos covardes

Os heróis são frutos da ocasião. Todos podemos ser, um dia, dependendo das circunstâncias, e de saber agir com determinação, no momento certo, quando formos exigidos para tal. Todavia, são raríssimas essas oportunidades para agirmos com bravura e heroísmo e conquistarmos, para sempre, a estima e a admiração gerais.
Pedro Bondaczuk

Atuação sem ensaio

Muita gente confunde educação com mera instrução, com o aprendizado das primeiras letras, dos princípios da Matemática, das regras do idioma e dos fundamentos da Geografia, História, Ciências etc. Quem pensa assim, está muito equivocado. As duas coisas são muito diferentes, distintas, ambas indispensáveis e complementares
Pedro Bondaczuk

Simplificando o que parece complicado

A Filosofia é a raiz de todo o conhecimento humano. Não é nenhum exagero afirmar, pois, que se trata da “mãe de todas as ciências”. Um dos métodos filosóficos para apurar as verdades da vida que mais aprecio é o atribuído ao filósofo grego Sócrates.
Pedro Bondaczuk

Diferentes compassos

O esquecimento é algo traiçoeiro e nos faz passar, muitas vezes, por dissabores, vexames, chateações e constrangimentos. Esquecer a data de aniversário da esposa, por exemplo, ou a do casamento, provoca, não raro, imensas tempestades domésticas que, em alguns casos, resulta, até, em separação.
Pedro Bondaczuk

Maioria dos moradores das cidades é carente e sofredora

A felicidade, afinal de contas, não é nunca contínua. É constituída de momentos especiais, de instantes mágicos, imortalizados na lembrança. Se possuísse continuidade, em pouco tempo viraria rotina. Provocaria o tédio. E não seria, portanto, felicidade.
Pedro Bondaczuk

Faca de dois gumes

Se uma pessoa cismar que está acometida de determinado mal, mesmo que todos os exames comprovem que está absolutamente sadia, sentirá, na carne, os sintomas dessa moléstia imaginária. Daí os chamados placebos (comprimidos de farinha e açúcar) terem tanta saída, sem que os consumidores sequer suspeitem que não estão tomando remédio coisíssima nenhuma.
Pedro Bondaczuk

Recriação da vida

Há um jeito muito especial de ler poesia. É um processo de recriação. A cada nova leitura, encontramos significados diferentes nos versos. Descobrimos novas nuances, que antes não havíamos vislumbrado. Saboreamos cada metáfora, como se fosse um delicioso e novo quitute. E quem disse que não são? Nunca o significado é o mesmo. É como se lêssemos um poema diferente, embora seja o mesmo lido às vezes dezenas de vezes.
Pedro Bondaczuk

Reconciliação com o passado

Se você não for um poeta consagrado (e consensualmente reconhecido) não conseguirá publicar um mísero livro do gênero (a menos que banque uma edição do próprio bolso, o que jamais farei com qualquer coisa que venha a escrever). As editoras sequer aceitam ler os originais, quanto mais adquirir os direitos de impressão.
Pedro Bondaczuk

Afetos essenciais

O escritor mexicano Octávio Paz, ganhador de um Prêmio Nobel de Literatura, trouxe à baila, em um de seus ensaios, um tema instigante, sobre o qual tenho escrito muitos textos, sem que o tenha conseguido elucidar, não pelo menos com a mesma clareza dele (e nem poderia): o dos afetos essenciais que nos movem.
Pedro Bondaczuk

Atrapalhação mútua

O telefone celular é, hoje, um objeto corriqueiro e considerado até banal. Até moradores de rua já têm acesso a ele. A evolução de recursos, por sua vez, implicou na multiplicação de empresas voltadas à comunicação. Temos, hoje, uma infinidade de jornais, revistas, emissoras de rádio e de televisão em praticamente todos os países do mundo e, sobretudo, contamos com a internet, esquadrinhando cada milímetro do planeta à cata de notícias, que se transformaram em produto de excelente cotação
Pedro Bondaczuk

Não suportamos a realidade nua e crua

As ilusões, embora muitos discordem, são necessárias e até indispensáveis para o nosso equilíbrio mental e emocional. Elas são como os filmes que utilizamos para olhar o sol, quando da ocorrência de um eclipse: impedem que venhamos a queimar a retina e a ficar, por conseqüência, cegos.
Pedro Bondaczuk

À nossa revelia

O amor é caprichoso e nasce, quase sempre, à nossa revelia. Nunca avisa como, onde, quando e por quem irá se manifestar. Pega-nos completamente de surpresa, desarmados, e deixa-nos atônitos e indefesos. Caso quiséssemos (ou queiramos) nos defender dele, não conseguiríamos (ou não conseguimos).
Pedro Bondaczuk

Perguntas da vida

Gosto dos idealistas, das pessoas de coração puro, dos que nunca se omitem e daqueles que jamais se deixam abater pelo desânimo e pelo derrotismo, mesmo nas piores e mais dramáticas circunstâncias da vida.
Pedro Bondaczuk

Carentes de fé abrem mão de imensa fonte de força

As pessoas carentes de fé deixam de usufruir de uma imensa fonte de forças, ao dispor de todos nós, para realizar o que pretendem na vida. Ao não acreditarem no sucesso de suas ações, deixam de crer, principalmente, nas próprias possibilidades e potenciais.
Pedro Bondaczuk

Milionários são imitados e certamente invejados

Criticados ou endeusados, o fato é que os milionários (e ainda mais os bilionários), seres bafejados pela fortuna são imitados, invejados e despertam profundo fascínio nas multidões. Principalmente os considerados “self-made men”, que desbravaram seus caminhos com ousadia e competência e chegaram ao topo da montanha dos seus sonhos.
Pedro Bondaczuk

Guiado por uma estrela

Já fora da casa, olhei para o céu, incrivelmente estrelado daquela noite inusitadamente quente de início de verão. Sentia-me bem como nunca. Segui cantarolando o “White Christmas”, de Irving Berlin, pela rua vazia, rumo à minha residência, tomado de uma gostosa, mas indescritível, emoção, misto de alegria e de nostalgia.
Pedro Bondaczuk

Natal da crise

O jeito é não se deixar abater pelas dificuldades, por piores que sejam as circunstâncias, pois o mesmo acaso que atua contra as pessoas, lhes trazendo surpresas sumamente dolorosas, age, às vezes, a seu favor, mudando toda a sua biografia. Ninguém tem o direito de abrir mão da esperança, embora ela, isoladamente, sem uma ação concreta que a acompanhe, jamais mudará para melhor a situação de ninguém. Que este ano crítico seja deixado para trás e ninguém sofra por antecipação com as dificuldades potenciais vindouras.
Pedro Bondaczuk

Homem inacreditável

Há quase 70 anos, em 30 de janeiro de 1948, o mundo recebeu, chocado, a notícia do assassinato de um dos homens mais notáveis que já passaram pela Terra: Mohandas Karamanchand Gandhi, conhecido como “Mahatma”, palavra que significa “grande alma”.
Pedro Bondaczuk

Apesar da super população, esta é a civilização da solidão!

Problemas não nos faltam, posto que quase todos gerados por nós mesmos, para nos preocupar e desesperar. Nossa efemeridade impede que, de fato, “tenhamos” o que quer que seja. Temos, quando muito, posse transitória sobre objetos que nomeamos, arrogantemente, como sendo “nossos”, até que a morte nos colha, sorrateiramente e sem aviso, em qualquer instante e lugar.
Pedro Bondaczuk

A verdade existe por si só e prescinde de porta-vozes

A verdade existe por si só e não requer testemunhas ou porta-vozes para que exista. As coisas são como são, independentes de descrições ou interpretações. A falsidade, porém, será minha, não da coisa descrita em si. Ela continuará sendo azul diga eu o que disser a seu respeito.
Pedro Bondaczuk

O sábio e o erudito

É comum confundir-se o sábio com o apenas erudito ou com o que se diz "inteligente". São conceitos diferentes, não sinônimos, embora a diferença seja sutil para que os despreparados, dados a generalizações, a percebam. Sabedoria só se obtém com experiência. É o clímax da racionalidade.
Pedro Bondaczuk

Como manter a juventude na mente

Nós, subconscientemente, é que abrimos mão da vontade de viver. Isso, no meu entender, é o que determina a tal da “velhice”. Pode ocorrer tanto aos dezoito anos, quanto aos cem. Não se trata, pois, como não me canso de reiterar, de questão cronológica, mas de “cabeça”.
Pedro Bondaczuk

Cada segundo é precioso para quem ama

O instante que os amantes consideram mais marcante, é o do primeiro encontro, da primeira impressão, das primeiras palavras trocadas, do primeiro contato e, o clímax, do primeiro beijo. É um momento que nunca mais se apaga da memória dos que se amam.
Pedro Bondaczuk

Somos todos chapecoenses!

Este é o sentimento dominante em Chapecó, no Brasil e em várias partes do mundo em decorrência da tragédia que se abateu sobre esse modelar clube catarinense, com a queda do avião que transportava seus jogadores, comissão técnica e diretores a Medellin, na Colômbia para aquele que deveria ser seu maior momento de glória desde sua fundação.
Pedro Bondaczuk

Não existe nenhuma fórmula para a felicidade

Todos procuram uma fórmula mágica, transcendental e infalível para serem e tornarem os outros felizes. Claro que nunca a descobriram. E nem poderiam. Por que? Porque ela, simplesmente, não existe. Trata-se de condição particularíssima, individual, exclusiva, de cada pessoa.
Pedro Bondaczuk

Estranhos encontros na Lapa

A Lapa, entre os bairros cariocas, é um dos que mais me fascinam, por duas de suas características. A primeira é a linha de bonde que passa em cima dos seus famosos arcos. A segunda, a boêmia que a caracteriza e lhe dá um estranho encanto, um toque de decadente nostalgia.