Pedro Bondaczuk

A música na obra de Machado de Assis

Por em 29/03/2015
A música na obra de Machado de Assis

A música é assunto onipresente na vasta e eclética obra de Machado de Assis, quer na ficcional (romances e contos), quer em suas crônicas e críticas de arte. Desconheço (embora não afirme que não haja) a existência de qualquer outro escritor (brasileiro ou não), que tenha atribuído tanta importância e tratado com tamanha insistência,... »

Machado de Assis e o teatro

Por em 22/03/2015
Machado de Assis e o teatro

O teatro sempre foi uma das grandes paixões de Machado de Assis. Desde muito cedo, quando ainda era praticamente um garoto, o futuro escritor já freqüentava os meios teatrais. Dialogava com atores. Trocava idéias com diretores. Fazia sugestões, e pertinentes, aos autores de peças. Enfim, “enturmava-se” naquele ambiente que tanto o fascinava. Certamente, nessa... »

Trabalhando duro para sobreviver

Por em 17/03/2015
Trabalhando duro para sobreviver

A Literatura, no Brasil, ainda é (e sempre foi) considerada “o patinho feio” da cultura nacional. Sequer é, oficialmente, profissão. Nossos escritores (salvo raríssimas exceções) não conseguem sobreviver só com a parca e incerta remuneração advinda da venda de seus livros, não importa a quantidade que publiquem. Nunca conseguiram. Todos têm que exercer (e... »

Testemunha do Rio do Segundo Império

Por em 11/03/2015
Testemunha do Rio do Segundo Império

“O escritor é testemunha do seu tempo de vida, mesmo que não se dê conta. Cabe-lhe, entre suas tantas tarefas, a de registrar hábitos, costumes, problemas, contradições etc.etc.etc. da sua época”. Esta é a maneira com que introduzi uma de minhas tantas crônicas, nas quais defendi, com argumentos diferentes (mas complementares) a tese que... »

A voz do Rio de Janeiro

Por em 07/03/2015
A voz do Rio de Janeiro

O jornalista e escritor Luciano Trigo, na introdução do seu livro “O viajante imóvel – Machado de Assis e o Rio de Janeiro de seu tempo”, indaga, a certa altura: “Até que ponto a criação literária é influenciada por aspectos sociais e mesmo geográficos do ambiente?”. Considero essas influências fundamentais, mesmo quando não se... »

Gente humilde

Por em 03/03/2015
Gente humilde

As cidades grandes afastam as pessoas. Muitas vezes vivemos em um bairro durante décadas e sequer chegamos a conhecer nosso vizinho do lado. Cruzamo-nos uma infinidade de vezes e na maioria dos casos, o máximo de relacionamento que nos permitimos é um bom dia ou boa tarde, distraídos, ou mero aceno de cabeça. Ou... »

Os dez endereços de Machado de Assis

Por em 24/02/2015
Os dez endereços de Machado de Assis

No que se refere a Machado de Assis, em quantas (e quais) casas ele morou? É uma pesquisa bastante complicada, principalmente porque o Rio de Janeiro (a única cidade que viveu em seus 69 anos e da qual raramente se afastou, mesmo que a passeio a outras localidades) sofreu muitas transformações desde a primeira... »

A verdadeira musa de Machado de Assis

Por em 22/02/2015
A verdadeira musa de Machado de Assis

O relacionamento de Machado de Assis com Carolina Augusta Xavier de Novaes – considerando namoro, noivado, casamento e vida conjugal de quase 35 anos – parece um desses romances de folhetim, tão a gosto dos sonhadores, com começo turbulento, contudo com meio e final felizes. Ou quase, porquanto a morte da esposa teve efeito... »

Fixação de Machado de Assis por borboletas

Por em 19/02/2015
Fixação de Machado de Assis por borboletas

Os títulos dos dois primeiros livros de Machado de Assis (por sinal, ambos de poesias), respectivamente “Crisálidas” e “Falenas”, sugerem certa fixação (obsessão?) do escritor por borboletas. Seria só coincidência? Não creio, levando em conta a inteligência dele e seu gosto particular por símbolos, ou melhor, por metáforas. O leitor, que não costuma... »

Machado de Assis vai às raízes da brasilidade

Por em 18/02/2015
Machado de Assis vai às raízes da brasilidade

O terceiro livro de poesias de Machado de Assis foi “Americanas”, datado de 1875. Na oportunidade o escritor estava próximo da maturidade literária, do seu período mais criativo e fértil, que seus biógrafos consideram como sendo o a partir dos seus 40 anos de idade. Embora sem chegar, ainda, ao auge, estava muito próximo... »

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