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Paulo de Almeida Sande

As mulheres são menos inteligentes do que os homens?

O dia 08 de Março é o Dia Internacional da Mulher. Um dia em que lembramos aos nossos filhos que a vida humana tem toda o mesmo valor, seja qual for o nosso género, idade, etnia, condição social ou física.
Paulo de Almeida Sande

A Europa de Trump

A vitória de Donald Trump na América é uma oportunidade valiosa, talvez a última, para que os europeus ponham mãos à obra e enfrentem os seus próprios medos e insuficiências, reformando-se.
Paulo de Almeida Sande

Um mundo de pessoas transparentes

Na verdade, o homem hoje não anda incógnito em lado algum. Vigiam-no drones, câmaras de vigilância, microfones parabólicos direcionais. As nossas jovens gerações são, de resto, nativas desse mundo virtual que aos mais velhos ainda soa estranho. Alienígena, quase.
Paulo de Almeida Sande

O fim dos jornais

Jornais e jornalistas terão de se adaptar ao maravilhoso mundo novo digital sem pôr em causa a verdade e a qualidade das notícias. Também nessa nova realidade, os bons jornalistas, os que investigam e se interrogam, servindo a verdade que vence acima de tudo, serão naturalmente separados dos maus, dos venais, pelo julgamento dos leitores. Mas independentemente da qualidade e da honestidade dos profissionais, o risco do desaparecimento dos jornais é real.
Paulo de Almeida Sande

Europa, uma verdadeira história de medo

O medo invadiu a Europa e as fundações da antiga e laboriosamente construída civilização foram abaladas nos seus alicerces. A Europa, que nos 50 anos anteriores laboriosamente construíra um edifício de valores sobre as cinzas de mais uma guerra civil, a Europa das quatro liberdades, do mercado interno, da livre circulação de pessoas, começou a desagregar-se.
Paulo de Almeida Sande

Trinta anos na União Europeia: as três europas…

No início, tudo foram rosas. Ou parecia. Portugal, com um problema crónico de acesso a fontes de financiamento e um pequeno mercado interno, deparou-se com recursos substanciais sob a forma de fundos estruturais e um grande mercado, em vias de reforçar a liberalização das trocas através do projeto referido como “objetivo 92” – a completude de mercado interno.
Paulo de Almeida Sande

Para onde olha a Europa?

São tempos difíceis. A Europa, a nossa União Europeia, enfrenta desafios difíceis, sofre angústias existenciais, encara medos ancestrais. Primeiro os desafios, o primeiro dos quais é o grego, o mais premente mas não o mais complicado. Na verdade não é muito complicado, pois apesar dos múltiplos cenários e das opiniões abalizadas, todas certíssimas e muito diferentes, até contraditórias, de analistas, bancos, publicistas, jornalistas e outros “istas”, há essencialmente dois caminhos: Ou a Grécia continua na zona Euro ou sai dela.