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Odilon Medeiros

Tive uma boa ideia! Isso já é o suficiente para obter sucesso?

Tenho a certeza que já nasci consultor, pois desde muito cedo sempre gostei de orientar as pessoas de modo que elas pudessem obter resultados sempre melhores. Contudo o que fui aprendendo com o passar dos anos foi que, elas nem sempre querem ser ajudadas. Muitas vezes, tentam justificar, criam desculpas e alternativas apenas para continuarem agindo, realizando um projeto de forma aleatória. Não que eu queira estar sempre certo, mas olhando os projetos e as ideias do lado de fora, sem o apego natural e com certa dose de experiência, tenho a oportunidade de ter uma visão mais aprofundada e crítica e isso aumenta as possibilidades de sucesso.
Odilon Medeiros

Já vi esse filme antes!

Gosto muito de cinema e isso me faz, sempre que possível, ler críticas de especialistas sobre o que está sendo exibido. Em uma delas, um comentário publicado em uma revista de grande circulação aqui no Brasil, me chamou a atenção. Nela, o crítico opinava sobre determinado filme e comentava que a direção era, no mínimo, insossa; afirmava que o enredo era fraco, que a música também não despertava o interesse do público e por aí ia. Até que chega um momento que ele faz um comentário positivo: o desempenho da atriz principal, que valia a pena até mesmo pagar o ingresso só para ver a atuação dela. Em sua opinião, a interpretação era algo memorável!
Odilon Medeiros

Carreira e empreendedorismo, uma união possível?

É importante saber correr riscos. Quando falo “saber”, quero dizer correr riscos de forma calculada, para evitar surpresas desagradáveis. Afinal, não temos recursos para serem desperdiçados e algumas vezes, talvez, não tenhamos a oportunidade de ter uma segunda chance. Qualquer ação, qualquer tomada de decisão, deve ser realizada baseada em dados, em fatos e não apenas no que imaginamos, no que “achamos”. Lembre-se ainda que muitas vezes as nossas percepções nos traem...
Odilon Medeiros

Como se tornar um gestor altamente produtivo

Você sabe qual é a principal maneira de se tornar um gestor altamente produtivo? Será que é apenas investindo fortemente em tecnologia? Ou então só em instalações físicas? Se você respondeu que sim, lamento informar que você está redondamente enganado. Mas, calma, eu não estou dizendo que esses itens são importantes. São sim. E muito. Mas sozinhos, eles não funcionam. É preciso ter gente para que tudo funcione bem e de forma produtiva.
Odilon Medeiros

Desafio da biogenia na empresa. Utopia ou realidade?

Você já ouviu falar de biogenia? Não é um termo muito comum. Portanto, não se desespere se é novidade para você. Conceitualmente pode ser afirmado que é a parte da biologia que compreende o estudo do ser desde a sua criação até o seu total desenvolvimento, ou seja, é a ciência da vida por excelência, já que trata das leis e dos meios para a produção de vida. E, baseado nesta teoria, em 1928, Romain Rolland e Edmond B. Szèkely criaram a Sociedade Biogênica Internacional. Comenta-se que a biogenia demonstra como uma pessoa pode absorver das fontes naturais que o cercam e da consciência, harmonia, energia e inteligência para o seu desenvolvimento. Segundo dizem, “quando cooperamos com a natureza mantemos e recuperamos a saúde, rejuvenescemos, prolongamos a vida, acrescentando vitalidade e bem-estar”. (Esses resultados podem ser obtidos por uma empresa? Na minha opinião, sim. E na sua?)
Odilon Medeiros

Missão, qual é a sua?

Hoje resolvi falar sobre a missão. Não da missão da empresa, mas da missão pessoal, que descobri já faz um bom tempo e deu um novo direcionamento à minha vida. E você, sabe qual é a sua? Se você não sabe ainda qual é, não fique triste, nem se sinta o pior dos seres humanos. Muita gente também não sabe. Sabemos que em muitas empresas, a missão serve de objeto de decoração, já que é transformada em um quadro muito bonito e colocado estrategicamente na recepção. Entretanto, os colaboradores muitas vezes não sabem sequer memorizar as palavras lá descritas (o que é menos ruim) e muito menos agir ou ter um comportamento em conformidade com aqueles preceitos (o que é muito pior).
Odilon Medeiros

Viver com qualidade é viver mais e melhor

Em geral, há uma certa incoerência no nosso comportamento. Enquanto consumidores, exigimos qualidade em tudo: atendimento, produto, assistência pós vendas, etc. Entretanto, enquanto fornecedores nem sempre levamos isso em consideração. Vamos fazer um teste? Enquanto fornecedor do seu próprio bem-estar físico, espiritual e mental, com qual grau de qualidade você está “trabalhando”? Muito provavelmente, está aquém do esperado. Estou certo?
Odilon Medeiros

ROI. Dói?

ROI nada mais é do que uma sigla: Return On Investment. (retorno sobre o investimento). Trata-se uma ferramenta estratégica que possibilita saber, por exemplo, os benefícios que se obterá ao realizar uma capacitação para os colaboradores. Notícias veiculadas na imprensa mostram que, mais que nunca, as empresas estão investindo na formação de seus profissionais, realizando, inclusive, treinamentos dentro das suas instalações. Esses gestores sabem que sempre há algo para ser complementado na formação de cada profissional. Estarão elas erradas?
Odilon Medeiros

A consultoria em RH e a competitividade das empresas

Sem grandes esforços é possível constatar que a evolução tecnológica está atingindo todos os setores da sociedade. Por outro lado, é totalmente seguro afirmar que a presença do homem é fundamental para permitir que esse desenvolvimento aconteça e se torne mais que operante, eficaz. As mudanças que ocorrem a todo o momento, trazem situações que exigem novas soluções. As pessoas, sejam elas lideres ou liderados, estão mais exigentes nos relacionamentos, no ambiente de trabalho, com o seu desenvolvimento profissional e com a sua carreira, com a qualidade de vida, com o aumento da produtividade aliado à redução de custos, com a implantação de novos sistemas mais complexos, etc.
Odilon Medeiros

É se dando, que se recebe

Atualmente os gestores já entendem que para se tornarem produtivos, precisam investir fortemente nestes processos de troca. Ou seja, sabem que podem solicitar alguma coisa das empresas, mas em contrapartida, devem oferecer algo (não necessariamente nesta ordem) que vá além dos portões da instituição: que favoreça a sociedade. Claro que não é tão simples assim, tampouco na amplitude necessária, mas é inegável que essa ação já é uma realidade.
Odilon Medeiros

Infidelidade organizacional

Infidelidade organizacional é um termo utilizado para descrever uma situação a qual os gestores estão sendo submetidos com muita frequência: os colaboradores que decidem se desligar da empresa. Teóricos chegam a destacar que a infidelidade é uma das características da carreira empreendedora. Você concorda com essa afirmação? A sociedade está mudando; o nosso comportamento está mudando. Logo, o nosso entendimento, a nossa visão não pode se manter presa a aspectos passados.
Odilon Medeiros

Gestão de talentos: mais que realidade, necessidade!

Sem fins lucrativos. Essa é uma condição que, em geral, não contemplam as empresas: elas existem por e para darem lucros. Por essa razão, vários teóricos dedicam horas e mais horas de pesquisas para encontrarem alternativas que causem impactos positivos e atinjam um objetivo: aumentar a lucratividade. Analisando a história observa-se que muito já se comentou sobre o assunto. Taylor e Ford, por exemplo, focavam exclusivamente nos processos produtivos. O que acontecesse com a “mão-de-obra”, era considerado apenas como consequência. Na época, eles tiveram a sua importância, mas, em seguida, foram superados.
Odilon Medeiros

Dinheiro não é tudo, mas é muita coisa!

Dinheiro não compra felicidade, afirmam os estudos. Mas, será que é apenas isso? Precisamos refletir mais sobre o assunto. A OECED, organização para cooperação e desenvolvimento econômico que elabora critérios e recomendações para promover a qualidade de vida no mundo inteiro acaba de apresentar o resultado de um trabalho que mede a felicidade dos cidadãos no índice para viver melhor. E que, pela primeira vez, inclui o Brasil.
Odilon Medeiros

Desmistificando a elaboração de um currículo

Há um interesse em fazer o “correto”, pois o currículo é a oportunidade inicial de convencer o selecionador que a participação daquele candidato no processo seletivo será benéfico para a empresa. Por essa razão não podem errar. O assunto desperta tanto o interesse que em uma rápida pesquisa em um site de busca, apresenta mais de 150.000 resultados. É interessante analisar as informações encontradas. Cada especialista apresenta a sua versão como certa, muitas delas divergentes. Um exemplo claro é a situação da colocação de foto no documento. Enquanto um afirma categoricamente que não deve ser colocada, outro afirma, também categoricamente,
Odilon Medeiros

Um quase ensaio sobre a cegueira

Este artigo é sobre a cegueira relacional. Isso mesmo: cegueira relacional. Desconhece esse termo? Normal. Achou estranho ou impossível que ocorra? Se isso acontece, em minha opinião, já pode ser um forte indício deste tipo de cegueira. Sem recorrer a muitos detalhes ou a preceitos científicos, a cegueira relacional poderia ser definida como uma incapacidade de tomar contato com algo que vai além da visão e/ou da compreensão cotidiana, causada por um encantamento, por exemplo. E não pensem que esta situação é difícil de ocorrer: acontece rotineiramente.
Odilon Medeiros

Mudanças: a gestão desta evolução depende de você!

Algumas vezes, por serem menos visíveis e não alterarem características muito evidentes, as pessoas podem acreditar que não estão acontecendo modificações no comportamento da empresa, principalmente aqueles que não fazem parte do quadro de colaboradores. Entretanto, atualmente, as mudanças ocorrem e com uma freqüência jamais vista. Para que se tenha uma idéia, até os anos 70, o estudo da teoria das organizações despertava pouco interesse nas pessoas no que se referia ao tema. E, mesmo assim, o foco eram os aspectos e os desdobramentos negativos da mudança, quando o ideal seria que o foco fosse dar orientações aos gestores sobre como lidar com esse fenômeno.
Odilon Medeiros

Gestão das informações internas: quando a propaganda não é a alma do negócio

Nem sempre a propaganda é a alma do negócio. Muitas vezes a sobrevivência das empresas, dos projetos, das relações, entre outros, dependem do sigilo. Estranha afirmação, não? Mas, é a pura verdade. Vamos comprovar. Atualmente as empresas investem valores altíssimos em tecnologia para proteger as informações dos seus clientes. Este é um exemplo onde o sigilo deve prevalecer. Como deve ser do conhecimento geral, em toda a história da humanidade nunca o ser humano obteve tantas informações, vindas das mais diversas fontes. Lidar com elas nem sempre é uma tarefa fácil. Principalmente no trabalho, pois, nos mais diversos segmentos, existem colaboradores que estão lidando com informações confidenciais dos clientes. Sabemos que a manutenção do sigilo, é uma responsabilidade da empresa. Mas como os gestores estão lidando com esta situação? Eles estão preparados para evitar, previamente, que as informações dos clientes tornem-se públicas ou estão agindo de forma reativa?
Odilon Medeiros

A oculta vida explícita do candidato ao emprego

Há uma polêmica quando o assunto é pesquisar ou não a vida pregressa dos candidatos que concorrem para assumir um cargo. É legal? É certo? É ético? Convido o leitor a pensar a respeito. Empresas privadas que ousassem fazer pesquisas em determinados sites ou em órgãos de proteção ao crédito sobre a vida dos candidatos, quase que certamente seriam condenadas a pagar pesadas multas, já que a justiça entenderia que havia um ato discriminatório. Contudo as mudanças acontecem. Inclusive no entendimento de alguns juízes. Uma conhecida rede de supermercados de Sergipe estava sofrendo uma ação, cujo autor é o Ministério Público do Trabalho da 20ª Região, por utilizar tais procedimentos. Entretanto, a Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) entendeu que era improcedente essa ação, pois, as informações obtidas nas pesquisas não violam a intimidade dos candidatos, por terem sido feitas em cadastros públicos.
Odilon Medeiros

Mulheres na organização? O rosa fortalece e aparece.

O dia internacional das mulheres se aproxima. Que tal fazer algumas reflexões sobre o papel da classe feminina nas organizações? Apesar de toda a evolução, há, ainda, um paradigma de que lugar de mulher é em casa, cuidando dos filhos e que deve receber salário inferior, mesmo que na mesma função do homem. O citado acima faz parte de um cenário real e pasmem: mundial. Cada cultura com as suas especificidades, mas em todas, a mesma visão. É surpreendente saber que esse ainda é um entendimento global. E não exclusivo dos latinos americanos, cujo fator cultural os classifica como “machistas”. É facilmente percebível que o preconceito está presente nas mais diversas organizações, dos mais diferentes ramos de negócios e nos mais variados países. Logo, no Brasil não seria diferente.
Odilon Medeiros

Líder ecológico: você também pode ser um!

Apesar da grande resistência a mudança por parte de alguns líderes, o momento é de quebrar paradigmas. Então, faço um convite para que você mude um conceito. Possivelmente o seu conceito de ecologia é o mesmo que se encontra nos dicionários, ou seja, “é a parte da biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o ambiente em que vivem, bem como as suas recíprocas influências”. É isso mesmo? E o que dizer sobre o ambiente? Ao fazer uma relação com ecologia, normalmente, no nosso entendimento, este termo está ligado aos aspectos da mãe-natureza, enquanto vida selvagem, proteção aos animais, poluição dos rios, etc. Mas, ambiente é o local onde vivemos ou onde estamos (também de acordo com os dicionários).
Odilon Medeiros

Trabalho remoto: novidade e consequências. Atenção gestores!

As mudanças ocorrem a todo instante. Cego é aquele que insiste em não vê-las. No trabalho, não poderia ser diferente: elas também estão lá. Um dos paradigmas que vem sendo mudado ao longo do tempo é o que se refere ao local de trabalho. Anteriormente, o único local para se trabalhar era na empresa. Quase a totalidade dos funcionários, deveria comparecer à empresa para marcar o ponto, mesmo que isso fosse atrapalhar toda a sua rotina de atividades, caso eles trabalhassem externamente. Era a era do controle rígido. Com o passar do tempo, os gestores perceberam que o controle dos empregados era importante, mas que mais importante do que controlar era pensar em oportunidades de aumentar a produtividade, com redução de custos e com aumento do bem-estar dos envolvidos. Encontrar bons resultados para essa equação parecia difícil. Mas não era.