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Murillo de Aragão

O desgaste dos partidos para 2018

A delação da Odebrecht atingiu vários partidos políticos, em especial PT (16), PMDB (14) e PSDB (12). Envolveu, ainda, os principais nomes da corrida sucessória de 2018, como o ex-presidente Lula, o senador Aécio Neves, o ex-ministro José Serra e o governador Geraldo Alckmin
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As medidas preparativas para fazer o Brasil funcionar em 2017

A abertura do ano político em Brasília impôs ao presidente Michel Temer uma agenda relevante e cheia de armadilhas. Com habilidade e sangue-frio, ele avançou e recolheu bons resultados. O primeiro desafio foi o “day after” da morte do ministro do STF Teori Zavascki, relator da operação Lava Jato.
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PMDB a caminho do rompimento com o governo Dilma Rousseff

O partido já havia recebido com cautela a nomeação de Lula para o ministério. A iniciativa foi vista como sinal de desespero e de acúmulo de poder nas mãos do PT em detrimento do PMDB, que nem sequer foi consultado. O relacionamento entre governo e PMDB, que já não estava bom antes da nomeação de Lopes, ficou ainda pior.
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O futuro do governo Dilma depende das definições do PMDB

Na cena política brasileira, o PMDB desponta como o partido mais importante do país. Os números são eloquentes. Se fosse unido, seria imbatível. Não é o caso. Mesmo assim, suas movimentações são críticas para o futuro do governo Dilma Rousseff.
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Ainda vamos penar muito…

No Brasil de hoje, não havia clareza de que as benesses eram condicionadas ao momento fiscal. Sacrificou-se o equilíbrio da nação para manter a distribuição de recursos para os programas sociais. Com isso, o governo enganou a todos, já que, no limite, podemos entrar em default. É a síndrome do bom monstro que tudo faz para agradar. Inclusive, sem querer, matar a todos.
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Os votos do impeachment e o futuro da presidente

O futuro político da presidente Dilma Rousseff vai depender do comportamento de quatro partidos médios, a maioria com bancadas superiores a 30 deputados. São eles que determinarão a direção do pêndulo do impeachment. De acordo com nossos cálculos, as seguintes legendas deverão apoiar o pedido de afastamento da presidente de forma majoritária: PMDB (50%), PSDB (100%), DEM (100%), PSB (70%), SD (100%), PTB (55%), PPS (100%).
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O documento do PMDB é um marco inicial para a saída da crise

Em meio ao desgaste que atinge lideranças e partidos, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) tem-se posicionado de forma ativa, visando buscar saídas para a crise política e econômica que assola o país. Recentemente, a Fundação Ulysses Guimarães, liderada por Moreira Franco, divulgou um documento com propostas do partido para o destravamento da economia. O documento reuniu estudos e projetos de diversos pesquisadores. Na reta final, figuras como o economista Marcos Lisboa e o ex-ministro Delfim Netto, entre outras, foram ouvidas.
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Temos capacidade para reverter a decadência iniciada em 2012?

O Brasil vive um processo de decadência econômica e social, iniciado em 2012, que pode durar anos e se transformar em tendência irreversível. Os focos de alarme estão na gestão da questão fiscal, na demora em promover ajustes essenciais no arcabouço institucional do país e na completa rendição aos interesses corporativistas de burocratas e de grandes corporações. Há muito digo que o Estado foi sequestrado por interesses específicos e que não consegue resistir a eles.
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Governo Dilma arde na fogueira armada por seus erros

O governo Dilma Rousseff arde na fogueira armada por seus erros. Provavelmente, desde muito a República do Brasil não tem uma presidência tão incompetente como a atual. Em todos os quesitos que devem instruir uma presidência, o governo é reprovado, e suas intervenções só tendem a agravar a situação. Em suma: é ruim quando parado e trágico quando em movimento. O momento é tão adverso que quatro importantes próceres do PT acham que não há mais salvação: o ex-presidente Lula, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o ex-governador Tarso Genro e o ministro da Defesa, Jaques Wagner, que teria comentado que não dá para salvar, ao mesmo tempo, o governo e o PT.
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Desafios um século depois

Em 1914, no auge da prosperidade, uma guerra sem sentido se instalou no continente por conta da incompetência de seus líderes em vislumbrar o que realmente importava. Mais de 10 milhões de combatentes morreram, e cerca de 20 milhões ficaram feridos. Cerca de 13 milhões de não combatentes pereceram no que foi o maior conflito da humanidade, até então. Os erros da Primeira Guerra Mundial ainda repercutem. As heranças dos quatro anos de uma guerra de motivos banais deram origem ao comunismo, ao nazismo e ao fascismo, entre outras doenças.