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Milton Corrêa da Costa

Sono e distrações ao volante podem ser fatais

O carro continua sendo, pois, uma perigosa e permanente arma mortífera. Dirija (sempre) com atenção e os cuidados indispensáveis à segurança de trânsito. Preserve a vida. Se beber não dirija. Use o cinto de segurança. Quando estiver dirigindo não faça uso do celular ou tablet. Além do sono, outros comportamentos ao volante provocam distração e desatenção e colocam motoristas em situação de risco, sendo causas de graves acidentes no trânsito. Aí estão as dicas para a máxima atenção ao volante:
Milton Corrêa da Costa

O grito da sociedade contra a violência

A violência no Brasil é hoje a principal preocupação da população brasileira. Está estampada a todo instante nos meios de comunicação de massa e nas redes sociais. É assunto permanentemente em discussão. A ameaça à vida é fato real. A verdade também é que nenhum cidadão, vítima em potencial da violência endêmica, diferentemente de juristas, governantes e militantes de direitos humanos, está preocupado com a superlotação carcerária e a falência do sistema penitenciário. Para o cidadão de bem, quanto mais bandido e bandido-mirim preso menos possibilidade real de ser vítima, na primeira esquina, de uma facada ou de um tiro de fuzil na cabeça.
Milton Corrêa da Costa

As facadas e o medo latente

O Estatuto da Criança e do Adolescente também permite que menores, em nome da (falsa) proteção e o do direito do ir, vir e estar, permaneçam em vias públicas ou em morros e favelas, mesmo que em situação de pré-delinquência, armados de facas ou fuzis. O critério da idade biológica está ultrapassado. O bom senso determina a adoção do critério psicossocial. Basta de tolerância com delinquentes-mirins, perfeitamente capazes de entender a ilicitude de bárbaros crimes cometidos. Com a palavra o Congresso Nacional.
Milton Corrêa da Costa

Morte do alpinista, o nosso estado islâmico!

Um alpinista, de 36 anos, ao retornar de uma festa na noite de sábado, 09/05, em companhia da mulher e de amigos, foi morto por traficantes em Duque de Caxias/ RJ, na Favela do Sapê, ao errar o caminho de volta para sua residência em Petrópolis. Contra o veículo que conduzia foram disparados- não se espantem- segundo relato de sua esposa, mais de vinte tiros de fuzil. Um deles atingiu a cabeça da vítima fatal, que muito embora tenha superado inúmeros obstáculos em razão da prática do alpinismo não superou a covardia, a frieza e a brutalidade de narcoterroristas, cujo grau de letalidade e afronta à ordem pública impressionam. Registre-se que numa invasão de traficantes a uma favela do Complexo de São Carlos, no centro do Rio, no mesmo final de semana, oito pessoas já foram mortas até agora na suja guerra do tráfico.
Milton Corrêa da Costa

A insatisfação dos brasileiros

A recente pesquisa de opinião, divulgada pelo Instituto Datafolha, indica que 62% dos entrevistados consideram, hoje, a gestão do governo Dilma Rousseff, ruim ou péssima. Segundo a pesquisa, a popularidade da presidente caiu em todas os segmentos sociais e em todas regiões do país. Conclusão; as manifestações populares do histórico 15 de março de 2015 não eram golpismo. Era o brado dos que não aceitam mais os erros e as falcatruas tipo petrolão. Gostaria de saber qual seria agora a interpretação do senhor Secretário-Chefe da Presidência da República, Miguel Rossetto, que na entrevista, pós-manifestação, disse que aquele protesto era dos que não votaram na presidente.
Milton Corrêa da Costa

Os 450 anos de uma cidade nem tão maravilhosa

O Rio completa 450 anos e hoje é também uma das mais violentas cidades do mundo -não que não haja violência em Paris, Londres ou Moscou-, onde cidadãos e policiais podem ser as próximas vítimas das balas perdidas e certeiras, em qualquer hora, em qualquer lugar. O que comemorar numa cidade em que crianças são vítimas de balas perdidas, onde bandidos atacam policiais com fuzis de guerra, circulando em morros e favelas, onde os tiroteios são diários e onde um turista alemão, ao lado da esposa, é vítima de um latrocínio, à luz do dia, morto à facadas, em pleno centro da cidade, numa terça-feira de carnaval, gerando péssima repercussão em mídias sociais de todo mundo.
Milton Corrêa da Costa

O ataque terrorista covarde e suas reflexões

O bárbaro atentado terrorista, desferido contra a sede da revista 'Charlie Hebdo', culminando com a morte de 10 jornalistas e dois policiais, mancha de sangue os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, princípios basilares e norteadores da Revolução Francesa, de 1789. O radicalismo insano, a cada dia mais, dá provas cabais de que ameaça o mundo e a paz social. O terrorismo e o extremismo radical puseram de luto, na manhã de 07 de janeiro de 2015, em Paris, a arte, a democracia e a liberdade de expressão.
Milton Corrêa da Costa

Lei dura para crimes hediondos, já!

O Congresso Nacional não pode, portanto, permanecer em estado letárgico enquanto preciosas vidas vem sendo ceifadas por frios e covardes assassinos, a qualquer momento, em qualquer lugar. Resistir na entrega de um aparelho celular, durante um assalto, pode ser a decretação da pena de morte, preferencialmente com tiro na cabeça. É o horror e a banalização da vida humana. É o direito penal mínimo favorecendo criminosos e contribuindo para enlutar inúmeras famílias. A sociedade está desprotegida pela doutrina da criminologia da compaixão. Vidas perdidas não ressuscitam. O clamor público implora por leis penais mais rígidas. Com a palavra o Congresso Nacional.
Milton Corrêa da Costa

Dosagem alcoólica 25 vezes maior que a tolerável

O contexto de permanente violência no trânsito brasileiro, sem aparente solução a curto e médio prazos - a questão é sobretudo cultural - a cada dia nos comprova que a insensatez e a irresponsabilidade de motoristas estão presentes nos acidentes de trânsito. O cantor sertanejo Renner, que envolveu-se num acidente gerando danos materiais, na Zona Sul de São Paulo, na manhã de sexta-feira, 26/12, e autuado por crime de embriaguez ao volante, foi flagrado, na medição do teste do bafômetro, com a dosagem de 1 mg/L de álcool por litro de ar expelido dos pulmões, ou seja, uma dosagem alcoólica 25 vezes maior que o limite tolerável
Milton Corrêa da Costa

Operação Lei Seca, de dia, é necessária!

Boa parte dos motoristas brasileiros tem compulsividade para descumprir normas de trânsito. Um problema cultural no contexto do horror do e da barbárie do trânsito. Em razão da real constatação e do cenário de guerra de rodovias e vias urbanas, acaba de ser noticiado que, durante o Verão a Operação Lei Seca, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, será também empreendida durante o período diurno. Quem vai à praia e toma aquela cervejinha e depois assume o volante de um carro portanto que se cuide.
Milton Corrêa da Costa

Trânsito brasileiro mata mais que guerra na Síria!

Num período de quase quatro anos os conflitos na Síria resultaram, até aqui, na morte de 202.354 pessoas. A epidemia permanente, na barbárie do trânsito brasileiro, pela imprudência em rodovias e vias urbanas, produziu, nos últimos cinco anos, uma média de 45 mil vítimas fatais/ ano. Ou seja: mais óbitos do que na guerra da Síria. Segundo a ABRAMET, no ano de 2012, a violência no trânsito ceifou a vida de 44 mil pessoas no Brasil, o que representa, em média, 122 óbitos/dia. O Denatran, por sua vez, revela que chegou a 46 mil o número total de óbitos naquele mesmo ano.
Milton Corrêa da Costa

O novo enquadramento da recusa ao bafômetro

Agentes de trânsito, em todo o território nacional, terão, a partir de 06 de dezembro, que enquadrar motoristas que recusam ao teste do bafômetro ou a outros procedimentos legais num código de infração específico, criado em Portaria conjunta (número 217 de 04/11/14) do Ministério das Cidades e do DENATRAN. Com isso fica ainda mais fortalecida, em território nacional, a tese de que, perante a lei de trânsito, o princípio de que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo, fica em segundo plano. Em primeiro lugar, portanto, prevalecem a proteção à vida e a segurança de trânsito, finalidades precípuas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no relevante interesse da coletividade.
Milton Corrêa da Costa

Um covarde assassinato e a pena de prisão perpétua

Vi pela televisão esta triste e chocante matéria, retratada abaixo, flagrando o covarde assassinato de uma mãe, que tentava defender os filhos durante um assalto. Foi fuzilada à queima roupa na frente dos dois filhos adolescentes, acabando com a felicidade de uma família. Não, isso não pode continuar. Como cidadãos de bem temos que nos indignar. Nenhum de nós está livre desta tragédia. A sociedade precisa de um mecanismo legal de defesa contra frios assassinos.
Milton Corrêa da Costa

A morte crescente sobre duas rodas

Na guerra do trânsito brasileiro, onde em 2012 os dados oficiais mostram que morreram cerca de 46 mil pessoas, em rodovias e vias urbanas, sem falar nas que resultaram gravemente feridas, as motocicletas, numa frota de cerca de 20 milhões de unidades, representam, segundo o seguro obrigatório DPVAT, 75% das indenizações do trânsito brasileiro em consequência dos acidentes. Cerca de 40 motociclistas morrem por dia no país. Na cidade do Rio de Janeiro ocorrem em média 11 acidentes envolvendo motocicletas diariamente.
Milton Corrêa da Costa

Dez motivos para não legalizar a maconha

Apesar da permanente estratégia da chamada corrente progressista que insiste na descriminalização e legalização de drogas, cuja "Comissão Global de Política sobre Drogas", encabeçada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, acaba de lançar um curta-metragem (com três minutos de duração), sob o título "Guerra ao Drugo", onde a metáfora pretende desconstruir a ideia da repressão e da criminalização das drogas, salientando a violência resultante da ação contra o dragão que simboliza as drogas, penso que não se pode se render totalmente ao dragão. Metáfora é uma coisa, realidade é outra totalmente distinta.
Milton Corrêa da Costa

Alcoolizados ao volante

Milhares de motoristas estão na iminência de serem obrigados a entregar a carteira de habilitação por terem os recursos indeferidos e transitados em julgado no Detran/RJ, em razão da Lei Seca, com penalidade de suspensão do direito de dirigir pelo prazo de um ano. O número de motoristas infracionados no Artigo 165, do Código de Trânsito Brasileiro, por recusa ao bafômetro ou pelos sinais da ingestão alcoólica ou por atingir valor superior à tolerância de 0,04 mg/L preocupa e mostra a compulsividade natural do motorista brasileiro em transgredir a norma de trânsito
Milton Corrêa da Costa

Ativistas da desordem e do desrespeito

A ousada agressão a profissionais da imprensa, na porta do presídio de Gericinó, dias atrás no Rio, merece séria reflexão. Estamos diante de um grave crime contra a incolumidade de cidadãos pacíficos e contra à ordem social. Crime praticado por ativistas da desordem e do desrespeito, com o intuito de agredir quem lhes faça oposição e também a jornalistas, numa atitude anti-democrática impedindo o trabalho da livre imprensa. Esta é a Frente Popular da Desordem. São anarquistas radicais que insistem em se insurgir contra as forças policiais, a ordem pública e o patrimônio publico e privado.
Milton Corrêa da Costa

Seleção é vulnerável ao contra-ataque

Felipão andou dando bronca, nos jogadores do time titular do Brasil, durante um treinamento coletivo na Granja Comary, onde os reservas acabaram saindo vitoriosos de campo. O motivo é simples: a vulnerabilidade do time na falta da rápida reposição da marcação, no momento em que se perde a posse de bola após um ataque. Detalhe: a seleção brasileira joga apenas com um autêntico volante de contenção à frente da zaga: Luis Gustavo. Paulinho, como é de sua característica, é segundo volante que chega à frente para finalizar. Por mais fôlego que tenha há determinados instantes da partida que não suportará o vai e vem constante. Raríssimos jogadores conseguem tal proeza.
Milton Corrêa da Costa

Turistas em alerta na Copa

Não é demais lembrar também que, assim como Bagdá é a capital mundial do terrorismo, o Rio é a capital mundial da violência do narcotráfico, onde os tiroteios diários, em morros e favelas, entre policiais e bandidos ou entre facções criminosas, com utilização de possantes armas de guerra, fazem parte de uma preocupante e infindável rotina. O Rio vive sob a rotina permanente de uma das mais violentas guerras urbanas que já se teve notícia na história policial do mundo. Isso é fato real que não se pode esconder, nem colocar debaixo do tapete. Portanto é muito compreensível que consulados, agências de viagem e a direção da rede hoteleira elaborem pacotes informativos sobre o necessário cuidado e atenção dos turistas em seus deslocamentos em vias públicas, para que não se tornem alvos fáceis da criminalidade violenta, onde a Copa do Mundo, com toda certeza, despertará o interesse e o oportunismo do banditismo na busca do lucro através do delito contra turistas.
Milton Corrêa da Costa

Ataque e destruição à UPA é ato de bestas humanas

Inadmissível, injustificável, absurdo e sobretudo bestial e anti-civilizado o ataque de bandidos (vândalos), verdadeiras bestas humanas, às dependências de uma Unidade de Pronto-Atendimento UPA), na noite de ontem, 28/04, na Estrada do Itararé, nas cercanias do Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Como se não bastassem os ataques a algumas UPPs e a incontrolável e incômoda rotina de queima e destruição de ônibus e veículos particulares, durante protestos motivados pela morte de moradores de comunidades, a polícia é sempre a primeira culpada mesmo antes das provas concretas da autoria, desordeiros insanos, sob a orquestração de lideranças do tráfico, voltam-se também agora, num ousado ato de terror e de resistência ao projeto da Unidades de Polícia Pacificadora,
Milton Corrêa da Costa

O trabalho da polícia e o direito de imprensa

Mais um lamentável incidente se deu entre a polícia e a imprensa, durante a cobertura de um conflito envolvendo uma ordem judicial de reintegração de posse de, na sexta-feira 11/04, na Zona Norte do Rio, fato que nos obriga a uma necessária reflexão. Mais um desentendimento, desnecessário, entre um policial e um repórter, ambos cumprindo suas imprescindíveis e relevante missões constitucionais sob a égide de um regime democrático. Devemos lembrar que estamos sob a égide de um estado democrático de direito, onde o trabalho dos órgãos de imprensa, no direito sagrado de informar, não pode ser cerceado e limitado.
Milton Corrêa da Costa

A violência no Brasil é crônica, estrutural e midiática

Detalhe: a violência é tão enraizada ao cotidiano do brasileiro que há horários específicos de televisão, diariamente, para vermos violência ao vivo e a cores. Há dois canais de televisão, em programas vespertinos, que disputam picos de audiência. Ou seja, a violência, como efeito colateral, fez crescer, também, nos últimos 20 anos, as editorias de jornais e televisão. A violência gera empregos e faz com que cidadãos se programem para assistir na TV, nas redes sociais ou ler nos jornais impressos, qual o crime mais violento. Há violência nas ruas, nas estradas, no trânsito, no lar, em família, em morros e favelas. Armas de guerra viraram rotina em assaltos e na disputa entre facções criminosas ligadas ao tráfico de drogas.
Milton Corrêa da Costa

Black Bloc é organização criminosa

O lamentável incidente que resultou na morte do cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes, causado por rojão (explosivo pirotécnico) lançado por um manifestante, na tarde de 06/02, na Central do Brasil, no Rio, durante protesto violento, em razão de ações de vandalismo, comandadas pelo grupo radical Black Bloc, não mais nos deixa dúvida que estamos diante de uma organização criminosa, com ideais duvidosos, que se utiliza do anonimato dos rostos cobertos para destruir o patrimônio público e privado, impedir o direito de ir e vir da maioria, colocar sob risco a incolumidade de pessoas inocentes, agredir policiais e membros da imprensa, afrontar gravemente o estado democrático de direito. As forças de segurança precisam pois, cada vez mais, num ano de Copa do Mundo e de eleições, estar preparadas para enfrentar o radicalismo destruidor e agressivo de tais vândalos arruaceiros.
Milton Corrêa da Costa

Só resta rezar a Deus…

As explicações técnicas dos geólogos, sobre a fragilidade das medidas contra a intensidade atual dos temporais -ventos devastadores à parte- que dão ensejo à cenas de cidades submersas, estão publicadas na mídia pra quem quiser ler. Eis a explicação: moradias são construídas nas encostas de morros ou muito próximas das calhas dos rios em desrespeito à legislação federal, que prevê distância mínima de 30 metros; durante o período de "cheia", o rio volta a ocupar essas margens, causando alagamentos e o acúmulo de lama, esgoto e lixo doméstico (Será que sofá velho é lixo doméstico?) no leito dos rios causa o assoreamento da calha, elevando ainda mais o nível da água. Por fim, a impermeabilização do solo (quintais de concreto, por exemplo) acaba dificultando a absorção da água da chuva. Alguns especialistas lembram ainda que as fendas na formação rochosa facilitam ainda mais a infiltração de água em encostas de morros.
Milton Corrêa da Costa

Videoconferência e direitos humanos

Bandidos reclusos, da mais alta periculosidade, transitam diariamente, sob escolta, em território nacional, não bastassem os que circulam portando armas de guerra em permanente afronta à ordem, em situação (evitável) de grave risco para a segurança pública, para que sejam levados em presença da autoridade judiciária, com a finalidade de cumprimento de ritos processuais. Uma lei de janeiro de 2009 (Lei 11.900/09), que alterou dispositivo do Código de Processo Penal (vejam abaixo), prevendo a possibilidade de realização de interrogatório e outros atos processuais por sistema de videoconferência ou outro recurso tecnológico, é contestada por alguns advogados e autoridades sob o argumento de que tal dispositivo - há quase cinco anos em vigor - viola direitos e garantias individuais da ampla defesa do acusado. Afirmam até mesmo que é a lei é inconstitucional.
Milton Corrêa da Costa

Aos inimigos da democracia, o rigor da lei!

Diante do ímpeto agressivo de vândalos arruaceiros, que mais uma vez, novamente na Zona Sul do Rio, nas proximidades do Palácio Guanabara, no Rio, depredaram agências bancárias e uma lanchonete, destruíram sinalização de trânsito, arremessaram bombas incendiárias e atacaram policiais com pedras, fica a preocupação do que poderá vir, principalmente no próximo sete de setembro, feriado da Independência. Há notícias sobre grupos de anarquistas, terroristas mascarados, que prometem aterrorizar cidades brasileiras nessa data. Até onde vai isso? Como contê-los? As manifestações agressivas que se alastram preocupantemente pelo país demonstram claramente que há algo muito estranho por trás dos rostos encobertos dos Black Bloc (há suspeita de que alguns agem por dinheiro).
Milton Corrêa da Costa

A palavra sensata do Papa contra o tráfico e a liberação de drogas

O Papa Francisco, ao posicionar-se claramente contra a liberação de drogas, citando inclusive a violência gerada pelo narcotráfico, durante seu discurso nesta quarta-feira, na inauguração, no Rio, de uma ala no centro de tratamento de dependentes químicos, do Hospital da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, afirmando que a solução contra o mal do século não é a sua liberação, mostrou, sem dúvida, o caminho do bom senso e da esperança na luta contra as drogas. A chamada 'corrente progressista', que insiste, de forma insensata, na legalização de drogas, com sérios riscos para os mais jovens, de aumento do consumo e do número de dependentes, sofre, pois um duro revés com o pronunciamento do líder da Igreja Católica, caracterizado pela fé e esperança na recuperação humana, não na permissividade.
Milton Corrêa da Costa

A nova Lei Seca e os limites de tolerância

O cerco está apertando para os que insistem em beber e dirigir. É bom lembrar que a perigosa mistura álcool e direção tem sido causa de inúmeras tragédias no trânsito brasileiro. Quando for beber, deixe o carro na garagem. Se for enquadrado na Lei Seca, a multa é de R$ 1.915,40 tendo ainda o motorista o direito de dirigir suspenso por um ano, sem falar na possibilidade de responder também a processo criminal, com pena de detenção que varia de seis meses a três anos, conforme o estabelecido no Artigo 306 do CTB. Preserve a sua vida e a dos demais usuários da via pública. No trânsito, quanto mais se aprende, mais se vive.
Milton Corrêa da Costa

Santa Maria: o terror, a tragédia e a lição!

A tragédia de Santa Maria é típica de uma cena (real) de filme de terror e de cinema catástrofe. Pânico e horror. Vítimas asfixiadas pela inalação da fumaça e queimaduras das vias aéreas, corpos incinerados, pessoas pisoteadas, imprensadas e ensanguentadas, intenso calor, escuridão, visão limitada pela densa fumaça, gritos, terror, superlotação do ambiente, espetáculo pirotécnico inadequado com uso de fogos de artifícios, seguranças impedindo a saída do recinto, plano de emergência ineficaz. Um cenário trágico e pavoroso. A questão é que tragédias como estas não são fatalidades. São tragédias evitáveis. Quem cumpre e quem fiscaliza, permanentemente, com todo rigor, as normas técnicas de prevenção e combate a pânico e incêndio? Havia profissionais, bombeiros civis, contratados especificamente para um local de eventos fechado e de grande capacidade de público? Qual é a responsabilidade do proprietário da boate? E dos promotores do evento? Autoridades tinham ciência do número de pessoas que compareceriam ao evento? Concederam autorização? Fiscalizaram preventivamente in loco? Os alvarás e licenças para funcionamento do local estavam em dia? Os extintores de incêndio funcionavam perfeitamente?
Milton Corrêa da Costa

Sobre a questão das drogas

Basta de tolerância, leniência e permissividade com quem usa drogas ilícitas. Usuários de drogas financiam os fuzis do tráfico e a violência urbana. Não basta aumentar a pena somente para quem trafica. O usuário de droga, embora tenha um problema de saúde pela dependência física e psicológica, além de causar danos a familiares mais próximos, também causa danos à sociedade a qual pertence e precisa pagar por isso, na forma prescrita em lei, independente da tentativa de sua recuperação e reinserção social. Assim é que um novo projeto de lei, a ser votado brevemente pelo Congresso Nacional, é real e coerente. A proposta, de autoria do deputado federal Osmar Terra (PMDB/RS), aumenta a pena mínima para quem for pego com drogas, além de estabelecer internação compulsória para desintoxicação e o credenciamento de comunidades terapêuticas junto ao Ministério da Saúde. Providencial medida.
Milton Corrêa da Costa

Redução da maioridade penal não pode ser mais adiada no Brasil

Mais um bárbaro crime cometido por menores (inimputáveis) que traz novamente à baila a discussão sobre a fixação do limite etário de responsabilização penal, muito embora a Comissão de Notáveis, nomeada para apresentar a proposta do anteprojeto do novo Código Penal, tenha se preocupado, ao invés da redução da maioridade penal, em propor a permissiva e perigosa descriminalização e legalização de drogas no país. Observem que os menores que mataram o taxista pretendiam comprar drogas para revender (traficar). Na era da Internet, num mundo cada vez mais globalizado como o de hoje, esqueceram-se os referidos notáveis, de que, como em diversos países, a idade biológica (no Brasil 18 anos de idade) não é mais parâmetro razoável para fixar a imputabilidade penal de menores que cometem crimes.
Milton Corrêa da Costa

Brasil é o segundo maior consumidor de cocaína do mundo

O Brasil é o segundo maior consumidor de cocaína e derivados, atrás apenas dos Estados Unidos, de acordo com o segundo "Levantamento Nacional de Álcool e Drogas" (Lenad), feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O estudo mostra que o país responde hoje por 20% do mercado mundial da droga. Somente no último ano, 2,6 milhões de adultos e 244 mil adolescentes consumiram a droga sob alguma forma. Desses usuários, 78% aspiraram apenas a cocaína em pó. Outros 05% apenas fumaram seus derivados – crack, óxi ou merla – e 17% usaram as duas formas da droga. Destes indivíduos, 27% fizeram uso diário ou superior a duas vezes por semana, e 14% admitiram já ter injetado a droga na veia em alguma ocasião.
Milton Corrêa da Costa

Rio+20: o samba do crioulo doido

Talvez nem o nosso saudoso jornalista Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto), que completaria 90 anos em 2013, autor de irreverentes e memoráveis crônicas, que não se deixava inclusive arrebatar por política, resistisse a não escrever sobre o autêntico ‘samba do crioulo doido’ que vai se constituindo a Rio+20, a Conferência da ONU sobre o Desenvolvimento Sustentável. Não falta mais nada. O que faltava ocorreu nesta segunda-feira, 18 de junho. O Partido dos Trabalhadores (PT), quem diria, aliou-se a Maluf. Os ativistas prometem, no entanto, ainda mais manifestações populares na cidade maravilhosa. Falta talvez saber para que tantos gastos e holofotes da mídia para uma conferência que já nasceu morta. Planejamento, trabalho, altas somas em dinheiro, tempo perdido, para tudo ficar, até agora, no campo das boas idéias e intenções. Nada mais.
Milton Corrêa da Costa

Vietnã: os 40 anos de uma foto histórica

Nesta sexta- feira, uma foto histórica completou 40 anos. Mais do que isso, tal episódio, que representou os horrores da Guerra do Vietnã, trouxe um ensinamento: o poder incomensurável do perdão. Era 08 de junho de 1972, durante a Guerra do Vietnã. A família de Kim Phuc tentou proteger-se num templo próximo quando ouviu o barulho dos aviões americanos. Mas o refúgio não foi suficiente contra as bombas de napalm que caíam do céu, e tudo explodiu em chamas.
Milton Corrêa da Costa

Venda do quartel general da PM apaga parte da história institucional

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, oriunda da Divisão Militar da Guarda Real de Polícia, criada em 13 de maio de 1809, por D. João VI, vai perder o seu tradicional Quartel General, localizado na Rua Evaristo da Veiga, 78, no centro do Rio. Conforme noticiado, a Petrobrás fechará negócio com o governo do Estado para a compra do terreno. Os boatos, de longos anos, sobre o interesse da Petrobrás, na aquisição da valorizada área, se confirmaram. Sinceramente, em razão do considerável valor histórico, imaginava tratar-se de um patrimônio tombado, há muitos anos. Ledo engano. O Quartel General de uma corporação com 203 anos de existência será demolido.