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Martim Berto Fuchs

Sugestões para tornar o Estado mais eficiente no Brasil

Temos no Brasil algo em torno de 11 milhões de pessoas nas diversas folhas de pagamento do setor público. Tranquilamente, sem medo de errar, a metade está sobrando. Cinquênta por cento representam R$ 260 bilhões por ano só de folha de pagamento, fora as despesas que eles criam. Prefeito nenhum, governador ou presidente, até agora, mandou algum desses parasitas procurar trabalho, pois no setor público eles tem apenas emprego, sem ter nenhum trabalho a executar.
Martim Berto Fuchs

A culpa da crise não é do capitalismo, é só do governo!

“A crise que o Brasil vive é culpa dos capitalistas” – este bordão é difundido faz anos. Muita gente boa acabou acreditando, quando a verdade é bem outra. A culpa é de governos que, quanto mais arrecadam, na verdade extorquem da população através de impostos, taxas, multas etc. Enquanto ela tiver para pagar, mais desperdiçam este dinheiro, mais roubam este dinheiro. Um governo que gasta toda arrecadação, desperdiça e não investe nada, é o verdadeiro culpado das nossas mazelas. Está na hora de desmistificar essa afirmação de que a culpa é do modelo capitalista de produção.
Martim Berto Fuchs

Os partidos se transformaram em organizações criminosas

Quando o governo FHC começou a venda das estatais, o que era imprescindível, nos meus modestos cálculos ele deveria ter pago a dívida externa. Porém, infelizmente, o que aconteceu foi um aumento brutal desta dívida, em quase cinco vezes. Esse milagre a quadrilha do FHC nunca explicou, nem os bandidos que o sucederam, que preferiram continuar roubando. Estão todos, sem exceção, muito ricos. E o povo, oh!!! Os que gostam de política e analisam friamente, sem rabo preso, só podem chegar a uma conclusão: os partidos se transformaram em organizações criminosas e este processo não tem mais volta.
Martim Berto Fuchs

Na política brasileira, nada vai mudar, a não ser as moscas

Já tenho dito que o projeto do PT foi soterrado pelo muro de Berlim em 1989. Hoje, vou adiante. Nunca tiveram um projeto de país. Os 10 anos em que se encontram com o Poder total nas mãos vêm demonstrando que administram os problemas à medida que aparecem, e são eles mesmos que criam a maior parte deles. Não há planejamento. Com as nomeações políticas que fazem para os Ministérios, para satisfazer a “base enliada”, se torna muito difícil para a presidente Dilma contar com apoio por este lado. E se ainda levarmos em conta que muitos dos seus auxiliares de maior expressão são uma herança incômoda do seu mentor, que administrativamente falando foi um ótimo turista, a presidente se reelegerá e nos imporá esse “modus operandi” por mais um mandato. Portanto, teremos ainda seis anos pela frente com administração sala/cozinha e refém de um sindicalismo pelego que tomou conta de todas áreas da “administração” pública.
Martim Berto Fuchs

A propósito da política econômica de Roberto Campos e Delfim Netto no regime militar

A bem da verdade, no início do regime militar Roberto Campos e sua equipe conseguiram frear a inflação, não obstante terem dando um arrocho tremendo tanto nos trabalhadores como nos empresários. As opções não eram muitas, mas sem dúvida os trabalhadores pagaram a conta maior, uma vez que o salário só podia ser reajustado uma vez por ano e para os rentistas criaram a correção monetária, mensal. De 1965 à 1969, as indústrias também tiveram um dos maiores arrochos conhecidos desde que se intensificou a industrialização após 1930. No entanto, esta estratégia recuperou a capacidade de investimento do Estado e acabou beneficiando o parque industrial brasileiro como um todo.
Martim Berto Fuchs

Reflexões sobre como colocar freios no capitalismo

Ninguém está proibido de ser rico, desde que não seja às custas da pobreza dos outros. Comprovadamente tem para todos, mas o principal entrave para uma melhor repartição da riqueza produzida reside no fato dela ser recolhida para posterior distribuição pelo Estado e este ser dominado por inúteis e/ou aproveitadores, sejam capitalistas ou comunistas, aristocratas, oligarcas, burgueses ou sindicalistas, cristãos ou não, pois legislam, executam e julgam em causa própria. Não há como separar política da religião, pois são faces da mesma moeda. Uns se permitem matar os viventes de outro país em nome de seu deus e de suas concepções, e outros matam os viventes do próprio país se estes não aceitarem as concepções do materialismo como dogma de Estado, onde o ser humano não passa de matéria que anda e fala e tem cinco sentidos, mas pensar é proibido. Quais são mais intransigentes nas suas concepções?
Martim Berto Fuchs

Afinal, por que intervir nos meios de comunicação?

Toda vez que querem de alguma forma interferir nos meios de comunicação, me dá um calafrio. As razões apresentadas podem até ser convincentes, mas de boas intenções o inferno está cheio. Nunca se sabe o que realmente está por trás das ações de políticos sabidamente de viés autoritário e que vêm tentando por todas as formas pautar a mídia. Este pode ser apenas o primeiro passo. Uma vez vencido, vem o segundo e aí quando acordarmos, se foi o boi com a corda. Estão agindo da mesma forma em outros setores. Lei da Anistia e Código Florestal.