Principal » Artigos de Marli Moraes
Marli Moraes

Planejamento familiar, sim!

Não interessa a nenhum país que outro regule sua população. Esse tipo de medida causaria desequilíbrio na balança comercial global. Por exemplo, se no Oriente Médio resolverem implantar o planejamento familiar, dentro de cinco anos o Brasil exportaria menos frango, menos carne de cavalo, etc. Claro que os governantes brasileiros não querem controle populacional em lugar algum, ainda mais agora, como grande exportador de alimentos.
Marli Moraes

SUIPA & multas

Pelo pouco que li a Suipa foi multada por não pagar os encargos trabalhistas patronais uma vez que não goza de isenção fiscal como as ongs direcionadas aos humanos. O contraditório é saber que ongs cujos trabalhos são para humanos gozam de alguns privilégios fiscais. Constata-se aí uma discordância de critérios. Os parâmetros usados foram baseados em opiniões pessoais, preconceituosas, específicas. Nos dois casos o objetivo não é o lucro, não é comercial. Daí o disparate, a discriminação, sobressaltando ainda que no caso das ongs destinadas aos animais seus responsáveis aplicam verbas do próprio bolso para atenderem as necessidades surgidas, ao contrário de ongs para humanos. Muitas delas não passam mesmo de vias legais para a corrupção, lavagem de dinheiro.
Marli Moraes

Baby-boom tupiniquim

Entre todos os fenômenos geofísicos que ocorrem na Terra, por mais violentos que sejam, nenhum tem o poder de destruição tão pleno quanto o fenômeno (fenômeno no sentido científico) biológico da explosão populacional da espécie humana, em várias regiões onde vulcões, furacões e outros menos famosos causaram estragos aparentemente irreparáveis, a santa mãe Natureza mostrou sinais de recuperação fantásticos, um dos bons exemplos é a região do Monte Santa Helena nos EUA, onde uma erupção na década de 80 devastou áreas enormes de florestas, causando um prejuízo incalculável àquele ecossistema.
Marli Moraes

Animais em circo, não!

Regulamentar como, senador e deputada? Me expliquem se no Brasil alguma coisa funciona... Nem o que é oficializado, regulamentado, tem uma fiscalização à altura. Não fosse assim, aqueles jovens não teriam morrido tão sem defesa na boate Kiss. Tudo explode, tudo pega fogo, tudo desaba e só depois descobrem as irregularidades. Como então exigir fiscalização nos circos? A quem será dada essa tarefa? E como confiar na idoneidade dos que irão “fiscalizar”? Imagino uma “fiscalização”... após verificar que o leão está gordinho, sem ferimentos visíveis, o laudo veterinário certamente será favorável ao circo, a burocracia exclui o fator sentimento de suas avaliações. E mesmo se tivéssemos a melhor fiscalização do mundo, nada justifica manter animais enjaulados, em cativeiro eterno.
Marli Moraes

Os belos que me perdoem…

Uma relação não se sustenta só na atração sexual até porque existe o desgaste natural e também existem outros homens “bonitos” por aí afora. Pelo menos no que se refere a mim, o homem tem que ser muito mais que uma visão agradável, a inteligência tem que ser o ingrediente obrigatório. Homens pouco dotados intelectualmente são um fastio, um tédio e não é a aparência que garanta um bom desempenho sexual, homens inteligentes tendem a serem melhores amantes, não que se queira exigir doutorados, não, me refiro à inteligência natural que dota o homem de coragem para enfrentar problemas, de cair e levantar, de ser parceiro, amigo, companheiro nas horas complicadas e que nos passem segurança. Não sonhamos com bonecos de papel que se desmancham na primeira ventania.
Marli Moraes

Prefeito Eduardo Paes, sugiro menos política e mais administração!

Prefeito, lixo é lixo! O que vejo na foto, é lixo! O que o senhor vê são votos e patrocínios de campanhas eleitorais, mas é lixo e vai continuar sendo lixo porque não faz parte do cenário natural assim como fogões, sofás e outras porcarias não fazem parte de um curso d'água. Sua decisão de não multar nada altera a realidade visível pela cidade onde trabalhos desse tipo são colocados junto às árvores com velas acesas, danificando seus troncos. E por que não mencionar os animais mortos nessas oferendas, não seria um risco à saúde pública, ao meio? A parte boa é servir de alimentação aos ratos, pombos e urubus não fossem eles a cidade seria o paraíso dos mosquitos e moscas. Por que a vigilância sanitária só se preocupa com protetores?
Marli Moraes

O que nós somos exatamente?

Não somos exatamente uma nação. Na realidade, somos um povo em busca de uma identidade no futuro, já que o passado nos deixou um legado confuso e obscuro. O inconsciente coletivo é vago, disperso. Não temos motivos para buscarmos afinidades, nem que seja por falta de guerras, grandes epidemias, escassez de alimentos, catástrofes geo-físicas. A inexistência desses fatores, a princípio considerados como benéficos, nos privaram do sentimento de solidariedade coletiva. Isso que chamam de "solidariedade", quando alguns ofertam dinheiro em campanhas televisivas ou doando uma cesta básica, nada mais é do que caridade a título de "tirar um peso da consciência", "fazer média" ou "fazer mídia".
Marli Moraes

Uma impunidade imperdoável

A população brasileira viu ao longo dos anos o avanço da criminalidade alimentado pela impunidade, sem poder fazer nada e nem percebeu as manobras políticas iniciadas pelo grupo do Brizola, que introduziu no Brasil uma idéia surgida nos EUA e logo descartada por lá, o famigerado direitos humanos, que rápida e espertamente se estendeu ao criminoso comum como se fosse ele uma vítima e não o algoz, o elemento que não de adequa às regras da coexistência pacífica. Chegamos no ponto atual onde até a presidente endossa injustamente as palavras de um Ministro da Justiça que como tal, seria um ótimo outra coisa, jamais falando em JUSTIÇA.
Marli Moraes

Vivissecção, um crime abominável!

Vivissecção, aos poucos esta palavra esquisita vai se tornando conhecida do grande público, certamente inocente a respeito do seu verdadeiro significado em virtude de sua escassa visibilidade já que salas de vivissecção são os cômodos mais escondidos, mais secretos das instituições de pesquisa, onde somente os torturadores tem acesso. É a parte da pesquisa mais suja, mais cruel, mais abominável, contudo, vem numa embalagem atraente com argumentos que mexem com os instintos de preservação e de longevidade, propagam os “avanços da Medicina” para justificar a crueldade que passa dos limites nesses antros nazi-contemporâneos.
Marli Moraes

Besteirol legislativo carioca

Já vi muitos projetos de lei absurdos, são muitos Brasil afora em praticamente todas as casas legislativas. Alguns projetos são bizarros, outros ridículos, patéticos. A lista deve ser enorme! Vejo políticos empossados tentando legislar sobre matéria que ignoram completamente sua dinâmica, do tipo mais por fora que umbigo de vedete. O mais recente exemplo é o do Vereador Marcelo Piuí (PHS) do município do Rio de Janeiro, protocolando um PL que estabelece o registro de todos os animais residentes na capital. Ora, ele ouviu o galo cantar, mas nem com um GPS consegue localizar a triste realidade dos animais nos grandes centros urbanos, muito menos nossa luta para diminuir a negligência governamental de 500 anos. Parece mais um projeto punitivo do que regulamentador, mais uma forma de engordar o erário municipal.
Marli Moraes

Putz! Não entenderam nada!

Na verdade os políticos nem sabem do que estamos falando, não entendem nossas necessidades, nossos anseios, nenhum deles enfrenta uma fila de hospital, nenhum deles espera meses por um exame, nenhum deles sai de madrugada de casa e mofa num ponto de ônibus, nenhum deles vive pendurado no cartão de crédito, ao contrário, existe até o tal cartão corporativo que faz a alegria da nobreza... as nossas custas...pois é. Mas não queremos plebiscito, nem referendo, nem droga nenhuma que exija gastos e burocracia, o que pretendemos é uma mudança de hábitos, um repensar em atitudes, que percebam que é impossível enganar as pessoas na era digital, a comunicação é ampla, instantânea, não tem como enganar eleitor comprando cabos-eleitorais e mentiras no programa na televisão.
Marli Moraes

Ministério da Saúde: hora de rever conceitos

A maior parcela da responsabilidade pelas mortes dos animais em Santa Cruz do Arari e demais municípios pode ser atribuída ao Ministério da Saúde que insiste no método de extermínio como controle de zoonoses. Falta ao Ministério sensibilidade aos apelos da sociedade que não aceita mais esse modo cruel de eliminar possíveis transmissores de doenças aos amáveis humanos quando até meu gato sabe que o principal foco de doenças é a falta de saneamento básico e é exatamente o que não temos nessa espelunca chamada Brasil. É comum ver rios “mortos” transformados em esgotos, praias imundas, lixos nas ruas, ocupação desordenada despejando dejetos a céu aberto, tudo isso sim é que é um risco à saúde pública como o próprio Oswaldo Cruz já alertava. A alimentação de baixa qualidade enfraquece o indivíduo deixando seu o organismo mais vulnerável às doenças; por que então insistir nessa matança desenfreada e sádica que ocorre nos CCZs?
Marli Moraes

Sobre menores infratores

A Secretaria Nacional de Direitos Humanos (aquela que nunca visita as vítimas) lançou o projeto “adote um menor infrator” e o evento “contou com a participação de várias entidades”, todas, que fique bem claro, sanguessugas, verdadeiros parasitas das verbas públicas, uma delas, o MST que tira toda credibilidade de qualquer evento. Ora bolas, como assim “adotar um menor infrator”? Por que se priorizar o mau caráter, o que já nasce com má índole? A partir dos 10 anos todo ser humano é bem consciente do poder de uma arma, sabe o que é um assalto, sabe usar a internet, sabe andar sozinho nas ruas, bem diferente da inocência de outras épocas. Hoje em dia se vê meninas de 12 anos vestidas e pintadas como adultas. Esse “dimenor” tão defendido por esse desastre moral de governo, também é bem consciente do direito que tem para matar, assaltar e debochar da sociedade.
Marli Moraes

Assim rasteja a humanidade

Das cavernas chegamos à Lua; dos tambores chegamos à internet. Alcançamos um avanço extraordinário nos meios mecânicos. Contudo, não avançamos nem um centímetro na evolução espiritual, nem mesmo na social. Continuamos os mesmos brucutus de antigamente, nem um passo a mais. Lutamos em grupos em algum período pré-histórico e hoje isso se chama força de guerra. Guerras, que coisa estúpida! Uns matando os outros ou para se defender da estupidez de um agressor ou agredindo. Só estupidez! Contudo, tudo legalizado e formal. O sangue que jorra nos campos de batalha não é considerado homicídio ou algo equivalente.
Marli Moraes

Eike não deu bom exemplo!

Não gosto de precipitar as coisas, prefiro sempre a cautela e aguardar as águas do rio passarem e no caso Thor, filho do Eike Batista e Luma de Oliveira, agora já com o laudo apontando a culpa do motorista citado, penso assim: Eike Batista perdeu uma excelente oportunidade de dar um bom exemplo e ser de fato respeitado, pelo caráter pessoal, pela conduta e não somente pela facilidade com que transforma oportunidades em dinheiro, o Midas brasileiro. Ótimo para a economia do país, mas também lhe confere outros compromissos. No recente episódio onde seu filhinho querido, o Thor, atropelou um ciclista na estrada, qual seria a atitude correta de um pai comum e, principalmente, um pai com tantas responsabilidades sociais? - queira ou não, Eike é uma referência – Ficar neutro, aguardar os resultados da perícia e em caso de comprovada culpabilidade, assumir, pedir desculpas e arcar com as consequências; e, em caso de comprovação de inocência, seguir em frente, de ombros erguidos e com uma contribuição valorosa a essa nação sem noção de disciplina e educação.
Marli Moraes

A Rio+20 e a pedra no meio do caminho do Brasil

A lista de descaso ambiental é extensa, contudo, nossos políticos passam a maior parte do tempo tentando se livrar de acusações, assim fica difícil. Nossos governantes, nas três esferas de poder, dão tratos à bola em relação à fauna e à flora, por isso não temos guardas florestais o bastante para coibir a caça, o tráfico de animais, a retirada de madeira, nem mesmo temos lanchas para a fiscalização da costa brasileira, é tudo ao Deus dará.
Marli Moraes

Meu direito de ir e vir está muito caro!

Caríssimo! Se pego o carro para ir daqui ali, pago R$ 4,70 na Linha Amarela! Um trechinho de nada que a Prefeitura poderia manter asfaltado, bem cuidado e quem sabe até uma porcaria de pedágio e não esse roubo. Um roubo na ida e outro na volta. E as filas... Enormes! Se resolver curtir a lindíssima Costa do Sol, me esfolo toda nos pedágios da Via Lagos e quando chego ao paraíso, não sinto vontade de voltar, me desanima fazer todas aquelas paradas para ser assaltada sob o manto da legalidade. Mas tenho que voltar, o dever me chama. Lazer para sempre é utopia e lá volto eu pagando um dinheirão, de novo e para piorar, ainda inventaram um pedágio em Manilha. Que ótimo! Ali já devo estar com as finanças no roxo porque no vermelho foi na ida, já ia esquecendo da ponte Rio-Niterói... Na ida. Na volta, é de graça, que bom. Menos mal.
Marli Moraes

Big Brother Brasil, um atentado ao bom gosto!

Chega de enaltecer o calhorda, o esperto, o cara que quer levar vantagem em tudo. Com tantos formatos de reality-shows interessantes nas televisões estrangeiras nós importamos justamente o que há de pior, o tal de BBB, uma porcaria que em nada ajuda a melhorar a nossa postura social, um verdadeiro tributo ao nada onde pessoas ávidas pela fama a qualquer preço discutem nada sobre coisa alguma. Esse tipo de reality depõe contra tudo que pedimos pelo nosso atrasado país em termos de ética, solidariedade e outras qualidades; como país aspirante a ser uma nação, como dar o péssimo exemplo de fofocas, intrigas, um passando o outro pra trás e outras condutas reprováveis?
Marli Moraes

Caçador bom é caçador morto!

Chocante o título, não é? Que tipo de gente mata por prazer? Gente ruim, é óbvio. Que tipo de gente aponta uma arma para um animal, olha nos olhos dele e atira? Classifico de sub-raça, ainda com o pé e a alma no período Paleolítico. Que tipo de lixo bípede falante atira numa fêmea sabendo que seus filhotes irão morrer? E após o ato esse sujeito desclassificado tem coragem de olhar nos olhos do seus filhos? Que tipo de gente é essa? Devemos aceitar essa prática hedionda só porque está legalizada? Nem pensar, estamos a postos e determinados a acabar com essa mania de matar da qual o ser humano não consegue se desvencilhar sozinho, mas iremos dar uma ajudinha, nós somos a sua cura.
Marli Moraes

Adolescência

Dizem ser a fase mais difícil para os pais, porque tudo gira em torno das incertezas. Onde estão, se estão se comportando no colégio, com quem andam, que futuro terão, serão bons filhos quando forem pais. Para quem vive a fase é o paraíso, tudo de graça, nem sabe de onde surge a grana para a ida ao shopping. É só curtir a vida adoidado. Com peso de chumbo sobre todas as dúvidas, vem o mundo contemporâneo com mil novidades nas lojas. E eles querem todas! Muito difícil, principalmente numa época que os filhos assumiram o controle e muitas vezes aos oito anos já mandam na casa.
Marli Moraes

Crimes contra animais: a consagração da impunidade

Atos bárbaros contra os bichos sempre ocorreram desde o primeiro contato nosso com os que chegaram aqui há milênios já que a espécie humana vê as outras não-humanas apenas como serventia em vários sentidos; e sempre ocorrerão. A diferença é que em certas situações, essa agressividade pode e deve ser contida pela punição equivalente ao ato, que de modo nenhum pode e deve ser considerado de menor potencial ofensivo, expressão debochada sobre os gritos de dor de um bicho sendo torturado. Muitas barbaridades foram cometidas em nome de qualquer coisa, sejam nos rituais religiosos, nos circos, nas arenas de touradas, nas caçadas reais, nos matadouros, nos criadouros, nas universidades e laboratórios onde sádicos torturam e matam em nome da ciência e a maioria dessas crueldades tem carimbo oficial, reconhecidas por leis e outras desculpas e se tornam convenientemente aceitáveis pela sociedade por serem legalizadas, ou seja, oficializam a matança; o que não nos impede de combatê-las, de mostrarmos o lado obscuro e cruel dessas atividades.
Marli Moraes

O índice de criminalidade é alto porque o Congresso é frouxo!

É nisso que dá viver num dos dez países mais corruptos do mundo, país sem líderes, sem macho que tenha coragem de enfrentar o seríssimo caos que a impunidade está causando, onde professores são agredidos, espancados, “dimenores” usando e abusando da excessiva liberdade de empunhar uma arma e matar sem nenhuma punição. A sociedade pode e deve reagir. Vivemos o pavor de sair às ruas, vivemos atrás de grades, estamos assistindo diariamente mortes estúpidas e assassinos soltos sob as mais variadas alegações, todas acobertadas por um Código Penal do tempo que vovó era virgem adornado pela Lei de Execuções Penais que premia o criminoso, abre brechas, rombos para autenticar a impunidade... e o Congresso de frouxos
Marli Moraes

Barreto$, uma Sodoma contemporânea

Ou Barreto$ é formada por uma classe política exageradamente mercenária, acima do normal ou não sabe da evolução dos movimentos de defesa dos animais que por sua vez contam com a simpatia da população que é, em sua esmagadoram maioria, contra essa coisa infame de rodeios. Penso que o Ministério Público deveria se inteirar da grana que rola por conta desse evento maldito.
Marli Moraes

Rodeios, vaquejadas, puxadas e outras barbaridades

É impossível negar a crueldade dos rodeios, não há como esconder a tortura que sofrem os bezerros na chamada prova do laço quando os bebês são perseguidos por machos que lançam a corda em seus frágeis pescoços e na maioria dos casos ocorre a fratura da coluna cervical do animal... valentes ou covardes? Vídeos e depoimentos não deixam dúvidas quanto aos métodos aplicados para que uma platéia induzida, assista a ferocidade do animal e seu algoz lutando para não cair e não tem como o animal não espernear como se estivesse louco, a começar pela dor que sente ao ter os testículos prensados com o uso do sedém, sem esquecer que ficam dias sem comer e beber, muitos recebem spray de pimenta nos olhos, tudo isso transforma qualquer um, até você que lê, em fera... mas é uma crueldade fenomenal, pura covardia.
Marli Moraes

Nem Angra nem Belo Monte

As duas alternativas são prejudiciais ao Meio. A primeira pode nos levar a uma catástrofe irreversível por seu potencial letal e não há no mundo cientista que consiga 100% de segurança, como podemos assistir ao vivo o momento difícil e embaraçoso no Japão onde os técnicos tentam tapar com o dedo o vazamento incontrolável. Perderam, devem pedir pra sair, desistirem definitivamente dessa fonte energética que traz em sua tecnologia as moléculas da Morte, dando como bônus a opção da bomba nuclear nas mãos de governantes insanos.
Marli Moraes

Liberação das drogas fatais

Nem tão surpresa pela defesa de FHC pela liberação das drogas, o me espanta é argumentação simplória, populista, destituída da mínima análise prática, passando mesmo a idéia de um discurso mentiroso, eleitoral, apenas para iludir as comunidades que vivem sob o domínio do tráfico e com as constantes incursões policiais. Pensar que a legalização trará paz às favelas, é o que os legalistas querem, assim ganham apoio de pessoas oprimidas e cheias de esperança, mas a realidade é outra, senão vejamos.