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Leandro da Silva

Adolescência, uma fase muito tumultuada!

Noto que a vida de um adolescente e jovem é formada por inúmeras perguntas em todos os espaços deste mundo e só vai conquistar algo aquele que possuir firmeza em seus intentos. O esforço neste instante é saber quem ele será no futuro? Uns pensam: “Vale a pena seguir a profissão do meu pai?” Outros já escolhem a profissão por mando da família e têm aqueles que deixam para escolher a sua profissão quando estiverem no término do Ensino Médio. Bem, cada um tem o direito de ir e vir. Não pretendo me ater a esta questão significativa.
Leandro da Silva

Adolescência, uma fase complexa…

Todas as vezes que identifico um adolescente com indagações à cerca da vida ou qualquer que seja, vejo que este é o momento adequado para uma possível conversa de entendimento. São tantas perguntas em sua mente e ele tem o direito de saber o por que. De início, através da investigação de seus próprios combates, o adolescente possui a árdua missão de vencer a si próprio. Infelizmente nem todos pensam dessa forma. Alguns acreditam ser desvio de comportamento, nomeando-o "aborrecente". Será que tais pessoas não tiveram adolescência, ou existe alguma frustração interior que quer se manifestar, ou, simplesmente, não possuem paciência para ouvi-los?
Leandro da Silva

Cicatriz

Houve um tempo em que muitos homens lutavam em guerras. Travavam batalhas infindáveis. Davam suas vidas e seu sangue por um ideal. Em meio a esta situação conflituosa havia um jovem soldado. Este rapaz lutava com ímpeto na guerra, até que um dia foi ferido gravemente em sua perna. Era um corte extremamente profundo, de onde jorrava muito sangue. Logo que perceberam o amigo ferido, os outros soldados carregaram-no gritando de dor e se esvaindo em sangue para um local onde pudesse receber atendimento médico. Seus amigos tentavam aliviar sua dor pressionando a ferida, a fim de estancá-la. Infelizmente nenhum deles conseguiu.
Leandro da Silva

Pais e filhos: a questão da liberdade

Atualmente, pelo que ouço diariamente nos corredores da escola, a relação de pais e filhos tem sido comprometida pela aceitação da normalidade por parte de alguns “protetores do lar”. Tal omissão impulsiona-me a pensar: estariam cansados de sua função? Por isso concede liberdade excessiva aos filhos? Seria esse o remédio para tratar o desvio de comportamento de alguns jovens? A liberdade prepara-os para adaptar-se nesta sociedade “desmoralizada”? Estas indagações merecem atenção por parte dos especialistas. No entanto, peço desculpas aos meus colegas e transitarei minha análise sobre essas questões neste território invulgar.
Leandro da Silva

A “desconhecida”

Ele, o escritor desconhecido, já escreveu diversos textos. Alguns foram veiculados na imprensa brasileira, mas este é desafiador. Neste, focará a história de sua geradora. Que, a meu ver, são histórias parecidíssimas. Portanto, o ajudarei. Pedirei “licença” às divindades celestiais para auxiliá-lo a descortinar e discorrer sobre esse assunto melindroso. Abrem-se as cortinas e entra em cena o roteirista da história.
Leandro da Silva

Atrás do muro

Posso, caso permitam-me, contar-lhes uma pequena história de um instrutor enlouquecido pelo magistério. Apesar dos pesares, este merece ser honrado. Não o conheci pessoalmente, mas ouço falatórios diariamente de suas dinâmicas em sala de aula. Um dia ensolarado, fui até o portão de minha residência e vi alguns estudantes conversando sobre ELE – O enlouquecido. Os discentes que ali estavam, falavam com muito orgulho de seu instrutor. A princípio, até pensei que eles ganhavam para divulgar o nome de seu mestre, mas me decepcionei. Fui me aproximando... Aproximando... Aproximando... E, pude observar a vestimenta de um dos meninos. Estava assim
Leandro da Silva

Didática da convivência

Normalmente escrevo demais sobre a relação do homem para com o seu próximo. Não por mera obrigação, mas pela valorização do ser como pessoa e não como um produto desvalorizado. E nesses encontros com a escrita, tenho tido ótimos e péssimos resultados – tanto por intermédio dos leitores, quanto da imprensa brasileira. Devo-lhes dizer algo: Divirto-me com cada comentário que recebo na minha caixa de e-mail. Até porque, a vida nos ensina a didática da convivência – nela que todos os humanos, na minha curta visão, deveriam especializar-se para os anos que restam neste mundo bárbaro.
Leandro da Silva

Nas entrelinhas

Fui gradativamente me chegando. A princípio, não disse nenhuma palavra. Estava somente ouvindo e analisando cada dito. Eles traçavam diversos tipos de diálogos. Não sabia como mergulharia naquele oceano de palavras tão soltas. Depois, com muita suavidade, comecei a dar as primeiras braçadas no mar das letras. Olhei para todos os ângulos possíveis onde estávamos e notei que fiquei por alguns minutos conversando somente com ela. Foi o suficiente para nos tornarmos bons amigos.
Leandro da Silva

As lembranças de uma paixão

Eu, sempre, gostei de escrever, mas o tempo não tem cooperado. Sei que preciso domar meus limites e superá-los. Acordei hoje com o anseio de transcender minhas expectativas emocionais. Quero driblar minha pobre razão. Sentir meu coração pulsando com muita rapidez. Movimentar meus dedos das mãos, fazendo-os trabalhar e alimentar minha psique com as ideias fictícias. Precisava, primeiramente, de uma inspiração. Não sabia a fórmula para conquistá-la. Logo, fui à janela do quarto e pude avistar uma donzela de vestido vermelho. Era uma mulher de parar o trânsito. Meus olhos brilhavam mais que a luz do amanhecer. Diante deste cenário, recordei uma paixão antiga. Nunca antes coroada, mas sempre a chamei de rainha.
Leandro da Silva

Gírias do “matuto”

Será que a meninada de hoje sabe o que é uma crônica, um conto, um artigo, um poema ou uma poesia? E o diário da adolescente, onde eram registrados seus momentos mais felizes da vida, desapareceu? E a ânsia de comemorar seus 15 anos de idade ao lado do seu príncipe amado? Cadê à vontade? Esvaiu-se? Questionamentos esses plausíveis que merecem nossa atenção. Digo como educador. Pois bem... Ando preocupado com a adolescência contemporânea, mas precisamente no tocante ao diálogo. Muitas vezes, a prosa que os adolescentes possuem com os outros é sempre carregada de gírias. Cada vez mais, isto tem se tornado normal entre as faixas etárias e em cada grupo social.