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Julio Cesar Cardoso

Advogados em defesa de corruptos?

105 advogados, vários deles defensores de réus da Operação Lava-Jato, divulgaram manifesto em repúdio ao tratamento recebido pelos acusados na Operação. Trata-se de um bando de advogados que não se preocupa com a moralidade pública, com a corrupção crônica política, com o desvio criminoso de dinheiro da nação, que alimenta o bolso e o patrimônio de elementos inescrupulosos, os quais podem pagar bancas advocatícias renomadas com recursos ilícitos. Esses advogados não medem esforços para defender qualquer causa desde que os horários sejam compensadores.
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Gorou o paraíso vislumbrado pelo PT?

O paraíso vislumbrado pelo PT, por que acabou tão cedo? A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), por exemplo, autêntica soldadinha amestrada do PT, discorda e alardeia que o país não atravessa crise alguma, pois os setores de estética e beleza, como também os de diversão continuam bombando com altos faturamentos.
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Relator tenta salvar Dilma Rousseff

Escolhido para cumprir as ordens do governo, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), apresentou à Comissão Mista de Orçamento (CMO), relatório pela aprovação, com ressalvas, das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff, desrespeitando vergonhosamente e secundarizando a decisão constitucional do TCU, que desaprovou as contas da presidente da República por unanimidade dos seus sete ministros.
Julio Cesar Cardoso

O STF rasga o seu papel constitucional

Para servir de árbitro do Congresso Nacional, vergonhosamente o STF rasgou o seu papel constitucional ao definir o rito do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que poderá ser arquivado quando chegar ao Senado, bastando para isso uma votação aberta, na qual valerá a vontade da maioria simples dos senadores.
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O PT e o PCdoB já defenderam o impeachment de FHC, e agora?

O PT e o PCdoB já defenderam o afastamento de FHC, por que agora agem de forma hipócrita ao contestar o impeachment contra Dilma Rousseff? Os aloprados petistas e políticos da base de apoio, que bradam ser golpe democrático o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, não podem se comportar como parvajolas e nem se esquecer de que a medida amarga é plenamente constitucional.
Julio Cesar Cardoso

Governo articula juristas contra o impeachment

É uma balbúrdia a convocação de trinta juristas para defender Dilma Rousseff. Cada jurista defende a tese que quiser. Direito não é como Matemática, não é uma ciência exata. Portanto, os juristas de Dilma Rousseff foram articulados ou encomendados sob medida para fazer a defesa da presidente. É um direito dela. Isso não significa que a interpretação desses juristas seja inquebrantável.
Julio Cesar Cardoso

A república da lama

O país está transformado em uma "república da lama". As denúncias de corrupção ou de irregularidades envolvendo os presidentes do Legislativo Federal, o ex-presidente Lula, Dilma Rousseff, deputados e senadores, tesoureiro de partido, empreiteiras, doleiro e demais corruptos, denunciam que o Brasil tomou uma direção que somente uma entidade poderosa poderá sustar o descaminho desta nação, barrar a corrupção política, bem como fazer uma varredura ética na política nacional. E para culminar, o STF determinou de forma inusitada a prisão de um senador da República.
Julio Cesar Cardoso

Muita lama!

O país não pode continuar sendo tungado por larápios travestidos de políticos, enquanto a maioria do povo brasileiro continua vivendo em estado de pobreza, sem educação, saúde, segurança pública etc. Assim, lugar de corrupto é na cadeia.
Julio Cesar Cardoso

Filho de Cerveró ferra Delcídio Amaral

A gravação da conversa corrupta com Delcidio Amaral, além de altamente comprometedora, denuncia a forma capciosa como os integrantes do PT agem para minar a operação Lava-Jato. É por isso que as CPIs relacionadas à Lava-Jato geralmente não alcançam o êxito desejado. A armação preparada por Delcídio Amaral para livrar a responsabilidade de corruptos do petrolão é tão séria que o ministro do STF, Teori Zavascki, não teve alternativa senão determinar a sua prisão.
Julio Cesar Cardoso

A oportunidade faz o ladrão!

A corrupção está atualmente institucionalizada na política e nos órgãos públicos de indicação política. Então, nas administrações petistas, a corrupção passou a ser uma regra. Não é por nada que muitos profissionais, professores públicos, bancários, servidores, desempregados e incompetentes optam pela política. Ser político no Brasil ou descolar uma indicação para exercer um cargo público, é um grande negócio, é uma dádiva caída do céu, dadas as vantagens pecuniárias, prestígios e mordomias desfrutados.
Julio Cesar Cardoso

Inimigos da República protegem corruptos

No Brasil atual, de corrupção política crônica o Judiciário não é suficiente para combater a safadeza política, precisamos urgentemente de uma força superior (militar), de forma temporária, para fazer uma limpeza em nossa política, bem como arrestar o patrimônio desses espertalhões havido na ilicitude.
Julio Cesar Cardoso

O país precisa mudar!

Não precisa ser jurista para saber que as pedaladas fiscais desrespeitaram o Art. 85 da Constituição Federal, que trata dos crimes de responsabilidade do Presidente da República. Assim, qualquer tentativa do Congresso em afrontar o veredicto do TCU, absolvendo a conduta ilegal da presidente da República, configurar-se-á, isso sim, um autêntico golpe constitucional.
Julio Cesar Cardoso

O garnisé folgado, Sibá Machado

O deputado Sibá Machado (PT-AC), em momento de fúria na Câmara Federal, respondeu de forma incivilizada a um grupo de manifestantes que exigia o impeachment de Dilma Rousseff, ao mostrar o seu lado autoritário: “Eu vou juntar gente e botar vocês pra correr daqui do Congresso. Bando de vagabundos! Vocês são vagabundos! Vamos pro pau com vocês agora”.
Julio Cesar Cardoso

Tudo no colo do contribuinte

Por que tudo no colo do contribuinte? Por que os bancos, que faturam muito, não são convocados também a contribuir com o país neste momento de crise? E parece piada ouvir de alguns políticos, que vivem das mordomias e sinecuras, que a CPMF representa apenas uma pequena contribuição que nem vai ser sentida no bolso. O governo não corta na carne as despesas extravagantes púbicas.
Julio Cesar Cardoso

‘Meu governo não está envolvido em corrupção’, diz Dilma

Se o governo federal não estiver envolvido em escândalo de corrupção, quem poderá estar? Ah, é o governo de Marte que está envolvido! Dilma é um caso de psiquiatria ao negar envolvimento do governo em corrupção. Comporta-se como maquiavélica ao incriminar as pessoas, relacionadas com a Petrobrás, que praticaram irregularidade com o seu inequívoco conhecimento, pois, como presidente do Conselho de Administração da estatal, não poderia desconhecer as mutretas internamente forjadas.
Julio Cesar Cardoso

Lula defende as pedaladas fiscais

Disse Lula: "Estou vendo a Dilma ser atacada por conta de umas pedaladas. Eu não conheço o processo, mas uma coisa que vocês têm que falar é que talvez a Dilma, em algum momento, tenha deixado de repassar o Orçamento para a Caixa, porque tinha que pagar coisas que não tinha dinheiro. Ela fez as pedaladas para pagar o Bolsa Família, ela fez as pedaladas para pagar o Minha Casa Minha Vida"
Julio Cesar Cardoso

E agora, presidente Dilma?

A rejeição das contas da presidente Dilma, por unanimidade do tribunal, recomenda que o Congresso Nacional não pode desmerecer o parecer técnico de um órgão que foi instituída justamente para auxiliar o Legislativo na parte de fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas. Assim, para resguardar a objetividade dos trabalhos do TCU, não resta alternativa ao Congresso Nacional senão acatar o indeferimento das contas da presidente da República em 2014 e enquadrá-la no Art. 85 da Constituição Federal, que trata dos crimes de responsabilidade presidencial.
Julio Cesar Cardoso

Governo na contramão da moralidade

Se o governo costuma zelar pelo cumprimento das normas pertinentes, por que então toda essa celeuma descabida contra o TCU? Com medo de quê? A imparcialidade do tribunal é uma exigência do estado democrático de direito. Se no passado a instituição agia equivocadamente, não se pode censurá-la por se conduzir agora com justeza, pois um erro praticado não justifica o cometimento de outro erro.
Julio Cesar Cardoso

Lula se corrompeu com o poder

Como alguém, pobretão, pôde enriquecer só vivendo de política? Lula é hoje uma das grandes fortunas deste país, ele e os seus filhos. Agora se sabe que o seu patrimônio econômico-financeiro é derivado das relações afáveis com empreiteiros arrolados na Operação Lava-Jato. A “macrodelinquência” petista vai sendo desbaratada, e ela já se arrasta desde o mensalão e continuou no petrolão. Segundo revela o ex-deputado federal Pedro Corrêa, condenado no mensalão e envolvido na Lava-Jato, o maior esquema de corrupção da história foi criado com o conhecimento e o aval do ex-presidente Lula e mantido pela presidente Dilma.
Julio Cesar Cardoso

Uso de aeronaves oficiais por Aécio Neves

A verdade é que os nossos políticos não têm cerimônia de misturar o público com o privado, usam e abusam das mordomias nos cargos que exercem e se esquecem de que do outro lado existe um Brasil real de miseráveis, de famintos, de cidadãos sem eira nem beira, que não têm direito à educação de qualidade, a serviço público de saúde de dignidade humana, à segurança pública etc. porque o dinheiro da nação é desviado para suprir os gastos perdulários da classe política.
Julio Cesar Cardoso

O esquadrão de socorro ao Governo Federal

Causa perplexidade governadores servirem de escudo à presidente Dilma Rousseff, pois a mandatária jamais quis dialogar com a classe política, afundou o país e fez ressurgir a inflação, o desemprego e o fechamento de empresas. E para completar, o Brasil teve a sua nota de crédito rebaixada pela agência de classificação de risco Standard & Poor's.
Julio Cesar Cardoso

Lula e a Standard & Poor’s

Luiz Inácio Lula da Silva, diante de uma platéia embasbacada em seminário na Argentina, ao tentar minimizar a decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor's de tirar o grau de investimento do Brasil, de forma demagógica disse que o rebaixamento “não significa nada”. Absolutista e bravateiro de sempre, Lula não tem pejo de contradizer-se, quando necessário. Quando o vento é desfavorável ao cenário do governo do PT, Lula costuma exorcizar as adversidades, desqualificando as instituições. Trata-se de um cidadão muito perigoso, pois a coisa que mais aprendeu a fazer foi politicagem, bem como, sorrateiramente, tirar vantagem da política, como se pode hoje dimensionar o seu patrimônio econômico e financeiro, agora sabido, derivado da bondade de empreiteiros arrolados na Operação Lava-Jato.
Julio Cesar Cardoso

A paz e a segurança pública

O governo federal deveria se envergonhar de presidir um país onde os cidadãos e as instituições públicas e privadas estão vulneráveis ao banditismo, sem que haja uma política eficaz de combate implacável à delinquência no Brasil. Não temos segurança. Só se for a presidente da República, com a sua guarda palaciana, ou os parlamentares, porque o resto da sociedade só paga imposto e recebe serviços públicos de péssima qualidade.
Julio Cesar Cardoso

Os senadores têm medo de Fernando Collor!

Estamos estarrecidos não só com a corrupção política, mas também com a falta de civilidade e de respeito do senador Fernando Collor no recinto do Senado Federal. A indignação do senador de ser arrolado no processo da Operação Lava-Jato não justifica, de forma alguma, a agressão verbal, torpe, chula e desrespeitosa, ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que tem o dever de ofício, na forma de suas convicções jurídicas, de indiciar alguém para que venha se defender das acusações que lhe são atribuídas.
Julio Cesar Cardoso

A trupe vermelha nas ruas

Vamos falar sério. A manifestação vermelha, de meia dúzia de gatos pingados, espraiada por algumas cidades brasileiras e patrocinada pelo PT, através dos “movimentos sociais” que vivem de dinheiro do governo, não representa a maioria do povo brasileiro, decepcionada com a incompetência e pela quebra de promessas de Dilma Rousseff, a qual afirmara que não haveria desemprego, que a inflação estava sob controle, que as tarifas públicas, energia, combustíveis, transportes etc. não aumentariam, que não iria mexer nas conquistas trabalhistas e previdenciárias, enfim, mentiu deslavadamente ao povo brasileiro.
Julio Cesar Cardoso

Os três patetas

Não adianta Dilma se aproximar do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para aprovar medidas austeras contra o bolso do povo brasileiro, o qual não deu causa à política desastrada e incompetente de Dilma, que só se preocupou com bondades sociais eleitoreiras visando à sua reeleição, não investiu na produção de riquezas, mandou a classe pobre gastar e agora ela está toda endividada, não melhorou o quadro degradante do sistema público de saúde, cortou verbas da educação, esqueceu a segurança pública brasileira, enfim, mostrou por que a sua lojinha de artigos R$ 1,99 fechou em Porto Alegre.
Julio Cesar Cardoso

Será que Dilma só enverga?

Por que o país está em recessão? Muita gente não sabe, mas o poste criado por Lula, Dilma Rousseff, não teve competência nem para administrar a sua lojinha de artigos R$1,99, fechada em Porto Alegre. Logo, não se poderia esperar resultado positivo do governo Dilma. O Brasil está na UTI por culpa de Lula e Dilma. Hoje se sabe que o Mensalão e o Petrolão foram obras montadas por José Dirceu com o conhecimento de Lula, e, por conseguinte, Dilma sabia das manobras pasmadas na Petrobrás. Dilma é uma consequência de erros da política econômica, como o estímulo ao crédito das famílias, as quais agora estão endividadas, a falta de investimento na produção de riquezas e da não realização de reformas estruturais e institucionais.
Julio Cesar Cardoso

O Brasil não está bem!

A presidente Dilma deveria reconhecer os seus erros e fazer a mea-culpa ao povo brasileiro, que hoje repudia o seu governo com alto índice de rejeição, em vez de convocar a nação, que não deu causa nenhuma à recessão econômica, para realinhar o país. A presidente não pode reclamar da turbulência mundial de 2008, pois o seu partido ironizava a crise de marolinha. Só que nesse período o Brasil investiu apenas 2,5% do PIB, enquanto Peru (4%), Chile (5%), Índia (6%) e China (13%).
Julio Cesar Cardoso

Os corruptos merecem punição!

Enquanto indivíduos indignos larapiam a nação, falta educação de qualidade para todos, o pobre não tem direito ao sistema público de saúde de dignidade humana, os contribuintes nacionais, além de serem assaltados com altos impostos pelo governo, não têm serviços de segurança pública que lhe garantam a sua liberdade, a sua integridade física de ir e vir sem ser molestado, bem como de estar em paz com a sua família em seus lares, porque o dinheiro dos brasileiros é desviado, inescrupulosamente, para manter a orgia de políticos e de indivíduos corruptos, como muito bem demonstra o escândalo do Petrolão.
Julio Cesar Cardoso

O Brasil não merece ter filhos corruptos

O Brasil, pátria amada dos cidadãos trabalhadores e honestos, não merece a quantidade de filhos corruptos, que usam a política para se locupletar sem se importar com os danos causados nas camadas mais necessitadas da população. Entre esses oportunistas políticos, travestidos de estadistas, destacam-se o senador e ex-presidente cassado Fernando Collor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que entrou pobretão para a política e hoje dispõe de condição econômico-financeira invejável, e a presidente Dilma Rousseff, a qual não sabia o que se passava na Petrobrás, não tem apoio popular e do Congresso e está às voltas com as pedalas fiscais cobradas pelo TCU, que poderão levar à sua defenestração. O eleitor brasileiro não tem memória e não leva a sério a política senão jamais teria dado oportunidade de voltar ao cenário político ao dissimulado “caçador de marajá”, Fernando Collor, que aplicou um golpe nas poupanças de brasileiros em seu desastrado governo.
Julio Cesar Cardoso

O TCU e as pedaladas fiscais

Eita partidozinho sem-vergonha! Chamuscava os demais de maus procedimentos, no entanto, não teve escrúpulo de aplicar pedaladas fiscais, afrontando a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ora, deslavadamente é um réu-confesso ao alegar que a safadeza já era praticada no país. A arrogância do governo do PT ao atropelar os mandamentos jurídicos pode lhe custar o processo de cassação de mandato. O governo petista tem dificuldade de transitar no estado democrático de direito.
Julio Cesar Cardoso

Lula é investigado!

Ninguém está acima da lei. Os corruptos devem ser investigados e punidos. No Senado Federal está o ex-presidente Fernando Collor, com carrões importados de milhões de reais apreendidos na Casa da Dinda, esperneando e alegando perseguição do procurador-geral da República Rodrigo Janot. Ocorre que Ricardo Pessoa, em sua delação premiada, disse que o senador foi beneficiado com uma comissão de vinte milhões de reais num contrato fechado entre a UTC e outro diretor da BR Distribuidora, indicado por ele.
Julio Cesar Cardoso

Redução de jornada de trabalho e salário

O governo enviou ao Congresso medida provisória que cria um programa de proteção ao emprego e prevê redução da jornada de trabalho e de salário por meio de acordo coletivo para empresas que comprovarem passar por dificuldades em um momento de retração na atividade econômica. O governo mandou o trabalhador gastar e distribuiu bondades sociais para abiscoitar votos para a reeleição, sem se importar com a política fiscal e com investimentos na economia, agora, com a inflação corroendo o bolso do contribuinte, as empresas fechando, o desemprego subindo e o índice de rejeição do governo nas alturas, aí a sociedade é lembrada para pagar o pato, sem esquecer o clima de sindicância policial e judicial, que envolve governo e políticos nas falcatruas da Petrobrás.
Julio Cesar Cardoso

A forma heterodoxa de governar

O Brasil é um país instável onde as regras são contestadas ou não se sustentam no tempo. Por exemplo, as regras fiscais. E basta o interesse do governo por um modelo de política qualquer, ou para atender a interesses de entidades poderosas, como a Fifa, para o país transigir e sucumbir aos seus controles fiscais. E isso ficou muito evidente por ocasião da realização da Copa do Mundo de futebol, com a flexibilização das regras das licitações públicas para viabilizar as obras de construção de estádios de futebol, verdadeiros elefantes brancos erguidos e que agora só dão despesas ao país.
Julio Cesar Cardoso

A derrota da bancada dos ‘bebezinhos’ infratores

Com pedalada ou não, ressurge a esperança de que os crimes praticados por adolescentes infratores não fiquem na impunidade. Assim, os “bebezinhos” infratores, quando afrontarem a sociedade desarmada, pacífica e pagadora de impostos, receberão a merecida resposta da lei como devem receber todos aqueles que não se comportam dentro da legalidade, inclusive a corja de políticos corruptos ou os que protegem quadrilha de corruptos, que desvia recursos públicos, como no petrolão, que deveriam ser aplicados na educação da sociedade mais carente, nos serviços públicos de saúde e na segurança dos cidadãos.
Julio Cesar Cardoso

A um passo do paredão

No desenrolar dos fatos da Operação Lava-Jato, o juiz Sérgio Moro determinou a prisão de Marcelo Odebrecht e Otávio Azevedo, presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, por considerar que os dois comandavam o cartel de empresas que ganhavam contratos da Petrobras em troca de pagamento de propina a funcionários da estatal e a políticos. E está a um passo de alcançar o ex-presidente Lula. O ex-presidente da República, apelidado de “Brahma”, é tratado pelos empresários como auxiliar capaz de viabilizar negócios no Brasil e em outros países. Os empreiteiros cuidavam da agenda do ex-presidente, marcavam audiências e colocavam seus jatos particulares à disposição dele, tudo feito com discrição. Lula era devidamente remunerado através de palestras, que chegavam a 300.000 reais, segundo Okamotto. E com ajuda dos empresários, a filha morou no exterior, o filho ficou milionário e o sobrinho virou empresário de sucesso.
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Alternativa contra a redução da maioridade penal

O PT, que não aceita a redução da idade penal, liderada pela presidente Dilma Rousseff, vergonhosamente quer se juntar ao PSDB, de Geraldo Alckmin, para contornar a situação. Cada país tem uma sentença, mas a legislação brasileira é muito leniente com menores infratores. Vejam a pena máxima para menores: Brasil: 3 anos de internação para todos os crimes; Canadá: 10 anos, se as sentenças forem somadas; Colômbia: 8 anos para assassinato e sequestro; Chile: 10 anos para crimes graves se tiverem mais de 16 anos, ou 5, se tiverem até 16; EUA: prisão perpétua, dependendo do estado; Alemanha: 10 anos para crimes graves; Itália: 5 anos para crimes graves; Índia: 3 anos para todos os crimes, sendo que a partir dos 7 anos os jovens já podem ser punidos, e a mulher só a partir de 18 anos; África do Sul: Igual à dos adultos; Japão: Prisão perpétua; França: Igual à dos adultos e Reino Unido: Igual à dos adultos.
Julio Cesar Cardoso

Mandaram a patuleia gastar, e agora?

O dinheiro que comprava ontem um quilo de feijão, hoje está corroído pela inflação e só compra meio quilo. Mentira? Pergunte à dona de casa. Mas a presidente Dilma durante a candidatura à reeleição divulgava um país saudável, com gente sustentada com dinheiro do Bolsa Família apta a votar e a gastar, crédito à vontade, com propaganda do governo mandando o povão se esbaldar em compras. O povo ficou de cinto apertado para pagar uma dívida alheia, que ele não deu causa. E até quando esse cinto vai pungir o lombo do trabalhador? O governo do PT sempre criticou as privatizações do governo do PSDB, mas agora se abebera na mesma água. Pois bem, Dilma anunciou nesta terça-feira (9) pacote de concessões e investimentos em infraestrutura estimada em R$ 198,4 bilhões (ferrovias, rodovias, aeroportos e portos).
Julio Cesar Cardoso

A redução da idade penal é uma exigência da sociedade

Os deputados e senadores estão no Parlamento não para defender exclusivamente as suas ideias. Eles foram eleitos para representar os anseios da sociedade. Não se deve esquecer de que a democracia representativa diz respeito ao eleitor. Sem o eleitor não existe Parlamento. Pois bem, em qualquer pesquisa hoje realizada acerca da redução da idade penal, o índice favorável é superior a 80%. Este indicativo tem que ser sopesado pelo Parlamento em respeito ao agente principal da democracia que é o povo. O Parlamento não pode agir de forma maquiavélica contra a maioria da população que exige a redução da idade penal. Os argumentos de inexpressiva minoria de segmento da população, aqui incluídos os magistrados, políticos, defensores dos direitos humanos e a presidente da República, não podem sobrepujar as razões da maioria absoluta de nossa população. Assim, a redução da idade penal é uma exigência da sociedade que deve ser respeitada.
Julio Cesar Cardoso

Os haitianos estão chegando…

Temos que ter humanidade com todos os povos, mas o Brasil não está preparado para dar acolhimento social e de trabalho a expressivos grupos alienígenas, que estão adentrando ao país pela fronteira do Acre. Se bolsões de miseráveis brasileiros existem, onde cidadãos continuam sobrevivendo com muita dificuldade (sem lares, desempregados, sem atendimento médico e hospitalar de dignidade humana, sem escolas públicas de qualidade, sem segurança pública, porque o governo federal sempre alega a inexistência de recursos e por isso está agora garfando a sociedade e o trabalhador com nova carga tributária, objeto de seu projeto de ajuste fiscal) como o país pode se dispor a receber e dar emprego a haitianos?
Julio Cesar Cardoso

Fim da reeleição no país?

Os deputados são muito espertos. A revogação da reeleição deveria abranger também o Legislativo. Qual a justificativa plausível para o Legislativo ficar de fora? Mandato político não é profissão. A reeleição no Legislativo é uma das raízes da corrupção política. O Parlamento tem que ser oxigenado constantemente para a saúde da democracia representativa. Ninguém é insubstituível. Muitos considerados insubstituíveis agora jazem nos cemitérios, e o país não sentiu as suas faltas. A reeleição legislativa é um forte indicativo de que a maioria abraça a política como cabide de emprego. Basta acabar com a remuneração salarial do parlamentar, para pôr fim ao interesse pela reeleição e pelo cabide de emprego político.
Julio Cesar Cardoso

Leilão dos cargos públicos

Ser político no Brasil é um grande negócio, pois as vantagens auferidas são muitas. E é por isso que as dinastias políticas se multiplicam no país. Parece até que o cidadão dessa linhagem já nasce com o DNA político, de tão manifesto é o seu interesse solerte pelo exercício político. O Brasil, lamentavelmente, é um país irremediável no combate ao nepotismo, toma lá dá cá, balcão de negócios e outras barganhas indecorosas. A indecência não é culpa só deste governo, mas um traço de indignidade derivado desde os primórdios da República. Por isso, por exemplo, quando os políticos do PSDB criticam o comportamento do PT, PMDB etc., se esquecem de que não são diferentes, ou seja, são farinha do mesmo saco.
Julio Cesar Cardoso

Aos refratários à redução da maioridade penal

A verdade é que a maioria desses menores pratica crimes porque sabe que a seu favor impera uma legislação penal de 1940, leniente e obsoleta. Por outro lado, não se trata de problema social senão todos os menores pobres seriam delinquentes. O que falta é a sinalização de endurecimento das penas. Dirão alguns hipócritas parlamentares que o país precisa de mais escolas e menos cadeia. Muito bonito e romântico. Eu diria mais escolas e mais cadeias para transgressores de todas as idades. Na Inglaterra, país de Primeiro Mundo, com educação avançada, o infante de 10 anos de idade tem responsabilidade penal. Por que no Brasil é diferente?
Julio Cesar Cardoso

Construção de shopping center no Legislativo Federal

Os parlamentares estão passando dos limites da racionalidade. Eles não foram eleitos para gastar dinheiro do Erário com construção de shopping center! Onde está o respeito dos parlamentares com os contribuintes nacionais? O deputado Eduardo Cunha e seus séquitos irresponsáveis não têm vergonha de pretender gastar verba pública com construção de shopping, quando grande parte da sociedade brasileira, sem eira nem beira, padece nas portas dos serviços públicos de saúde, sucateados, sem condição de atendimento digno e humano, sem médicos, sem infraestrutura, com pacientes jogados pelos corredores e até nos banheiros, por falta dinheiro público para a saúde?
Julio Cesar Cardoso

Líder do DEM no Senado usa servidora da Casa Legislativa

A falta de escrúpulo, correção e honradez marcam o caráter de nossos políticos, respeitadas as exceções. Eles não medem o limite de suas ações e misturam o público com o privado. Geralmente os políticos consideram que o cometimento de um pequeno senão, uma "irregularidadezinha", praticado por eles, não representa crimes maiores. Agora, quando os seus adversários erram ou estão envolvidos em deslizes, bem, aí o quadro muda de figura, e o porrete é reclamado no couro dos supostos ou potenciais infratores. É o que se tem observado, por exemplo, com os políticos denunciados na Operação Lava-Jato.
Julio Cesar Cardoso

A dengue é o reflexo do governo federal

Alguns políticos são médicos sanitaristas. Em vez de eles exercerem a sua especialização, foram se ancorar na política ou nos cargos públicos. E muitos políticos sanitaristas pertencem ao PT: Antônio Palocci, Tião Viana, Alexandre Padilha etc. E, curiosamente, foi na gestão petista, há mais doze anos no poder, que a dengue se tornou uma epidemia no país. Com efeito, o governo e os médicos sanitaristas políticos do PT estavam e estão mais interessados na politicagem, no fisiologismo espúrio, na distribuição de bondade social, na propaganda do governo à reeleição etc., e se esqueceram de suas funções constitucionais, entre elas, a da contínua profilaxia sanitária das cidades, principalmente nos bolsões mais miseráveis. E o resultado é catastrófico: miríades de cidadãos infectados pela dengue, cuja doença era para estar sob controle.
Julio Cesar Cardoso

PT, partido golpista!

É simplesmente lamentável: depois de toda a incompetência do governo Dilma Rousseff, que desestabilizou o país, agora o trabalhador, por medida provisória, é convocado a pagar a conta, da mesma forma como a sociedade em geral foi onerada com tarifaços. E o pior, temos uma cambada de parlamentares petistas velhacos e da base de apoio, que não veste a camisa dos trabalhadores e da sociedade, mas com olhos voltados na distribuição de cargos públicos defendem sem escrúpulo um governo identificado com a corrupção da Petrobras. Por isso, deram respaldo à aprovação da MP 665, que altera regras de acesso ao seguro-desemprego e abono salarial, prejudicando os trabalhadores.
Julio Cesar Cardoso

Dá nojo, dá muito nojo!

É um velhaco. Fala mal da elite. Mas o Lula hoje é a própria elite nadando em patrimônio conseguido com a política. Não tem vergonha, o pobretão esperto que enriqueceu só fazendo política. Aliás, não se entende por que o Lula não está respondendo por seu enriquecimento (ilícito), ele e o seu filho. Em um país serio, Lula estaria certamente sendo processado em vez de ainda estar proclamando as suas conhecidas bravatas. Podem os petistas não gostar da revista "Veja" e tachá-la de imprensa golpista. Mas na edição de 29/04/2015, a revista mostra as relações promíscuas de Lula e filho com o empreiteiro preso Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, em que propriedades de Lula e filho se emaranham num quebra-cabeça fácil de entender, que dá nojo. Vê-se na reportagem como Lula e seu filho são hábeis na arte da simulação, da trambicagem: são proprietários, mas está tudo em nome de terceiros. Se a reportagem for irreal por que os citados ainda não processaram a revista?
Julio Cesar Cardoso

Modelo político atual estimula a corrupção

A democracia (governo de todos), não é necessariamente aristocracia (governo dos melhores). E será sempre tão sensível à demagogia quanto a aristocracia é sensível à oligarquia. Portanto, numa ordem democrática, como tanto a desejamos, é necessário estabelecer instituições que, na melhor hipótese, induzam os agentes políticos a comportamentos virtuosos ou, com expectativas mais modestas, inibam as condutas viciosas. Ora, o modelo político brasileiro parece ter sido costurado para compor guarda-roupa de cabaré. Não há como frear a corrupção que se nutre num modelo institucional que a favorece tão eficientemente, seja na ponta das oportunidades, seja na ponta da impunidade, vale dizer, pela via das causas e pela via das consequências. Não estou falando de leis que a combatam, mas de um modelo político que a desestimule.
Julio Cesar Cardoso

Repúdio inaceitável à redução da maioridade penal

Ex-ministros dos Direito Humanos se reuniram para repudiar a redução da maioridade penal. Bando de hipócritas! Ninguém deseja, mas quando os "dimenores" começarem a violentar, currar e matar essa turma de mequetrefes e familiares, eu quero ver o discurso humanista deles. O que esses ex-ministros dos Direitos Humanos (dos bandidos) fizeram até hoje para contornar a situação? Nada! Por exemplo, Maria do Rosário, Ideli Salvatti e Pepe Vargas são exímios sugadores do Erário. Só vivem à custa do dinheiro público. Largaram as suas profissões para mamar nas tetas da nação. Ambos pertencem a um partido que está há mais de 12 anos no poder e pouco fez: a miséria continua a mesma, o aumento da criminalidade de todas as idades recrudesceu, o cidadão de bem, que paga alta carga tributária sem retorno de serviços públicos de qualidade, não tem segurança pública para sua proteção, o atendimento médico-hospitalar da rede pública é uma tragédia, mas a dupla Lula e Dilma são bem atendidos no Hospital Sírio-Libanês à nossa custa.
Julio Cesar Cardoso

Fundo Partidário abençoado pela presidente da República

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) disse nesta quinta-feira (23), em pronunciamento no Plenário, que o aumento do montante reservado para o fundo partidário foi reivindicado pela maior parte dos partidos. Relator do Orçamento 2015, Jucá foi quem incluiu no projeto aprovado pelo Congresso o aumento de R$ 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões na destinação de verbas para o chamado Fundo Partidário. O acréscimo de cerca de R$ 500 milhões para serem distribuídos entre os partidos políticos foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff. "Não foi feito nada na calada da noite", disse Romero Jucá. Fonte Agência Senado.
Julio Cesar Cardoso

Suprema Corte com lado político

Será o Benedito? Mais um amigo do governo é indicado à Suprema Corte. Independente de notório saber jurídico do advogado Luiz Edson Fachin, o STF não pode continuar sendo preenchido, de forma política, por cidadãos com afinações com o governo. E os exemplos estão instalados no Supremo. Dever-se-ia dar preferência a um nome, de comprovada reputação jurídica, mas que não suscitasse dúvida de relacionamento com partido político. As vozes das ruas exigem mudança de comportamento de nossas autoridades, e o Parlamento brasileiro não pode se fazer de ouvido de mercador. Cabe registrar que, cotado para assumira vaga no Supremo desde 2010, com a aposentadoria de Eros Graus, Fachin enfrentou resistência por causa de seus laços de amizades com o líder do MST, João Pedro Stédile. Logo, a bom senso não recomendaria a sua indicação.
Julio Cesar Cardoso

Pela terceirização…

O PT, que tanto contesta a terceirização, está desconectado do mundo desenvolvido, baseado na meritocracia. O PT sempre é contra tudo aquilo que ele não consegue implantar ou criar. O PT foi contra a aprovação da Carta de 1988. O presidente do Banco Central da Inglaterra é um canadense, que não foi indicado de forma política e nem era funcionário concursado, mas foi alçado ao cargo através da meritocracia, ou seja, a designação dele foi precedida da publicação de edital para atrair candidatos, e o escolhido foi o canadense. O PT usa de falácia e de terrorismo para dizer que são contra os trabalhadores aqueles que votaram a favor da terceirização. Há central sindical, como a Força Sindical, ligada ao deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), que é a favor da terceirização.
Julio Cesar Cardoso

Deus salve o Brasil!

Há políticos que não têm senso de ridículo e gostam de tirar proveito de um cenário propício. Por exemplo, o deputado Sibá Machado (PT-AC) - ao adentrar no recinto da CPI da Petrobras, de semblante sisudo e escoltando o tesoureiro Vaccari Neto - mais parecia um soldado sem farda contratado para proteger o tesoureiro. Coisa de louco! Bizarrice pura na Casa do Povo. Deus salve a América! E eu diria: Deus salve o Brasil da pouca-vergonha de nossos políticos, principalmente os do PT.
Julio Cesar Cardoso

Uso de explosivo em terminais bancários

O Congresso Nacional tem que racionalizar os seus trabalhos relativos à propositura de matérias da mesma natureza nas duas Casas. Antes de um deputado ou senador propor um projeto deveria pesquisar na memória eletrônica do Congresso se o tema já foi objeto de proposta. Em havendo, o parlamentar poderia, na sua Casa Legislativa, avocar o projeto e reapresentá-lo com os acréscimos ou modificações necessários. Essa medida visaria a que matérias semelhantes, no Legislativo Federal, ficassem vinculadas a um só projeto, para facilitar o exame e enxugar a dispersão de assuntos correlatos.
Julio Cesar Cardoso

Redução da idade penal

A escalada da criminalidade juvenil recrudesce no país e não pode ser mais tratada apenas como caso pontual ou isolado. O fato requer postura firme de nossas autoridades, independente dos recalcitrantes defensores hipócritas dos Direitos Humanos. A responsabilidade penal deveria começar a partir do nascimento do indivíduo, para que os pais se preocupassem mais com a educação de seus filhos. A rejeição à diminuição da imputabilidade penal só interessa aos defensores dos Direitos Humanos dos delinquentes. Jogar a culpa para os problemas sociais é pretexto esfarrapado. O jovem delinquente, independente de sua condição social, está praticando mais crimes, inclusive contra a vida, porque sabe que a seu favor impera uma legislação penal de 1940, leniente e obsoleta.
Julio Cesar Cardoso

Renegociação de dívidas de clubes

A presidente Dilma Rousseff assinou medida provisória que prevê a renegociação de dívidas de clubes de futebol. Causa perplexidade, pois os trabalhadores brasileiros endividados não conseguem do governo igualdade de tratamento para também pagar as suas dívidas de forma escalonada. Ademais, os trabalhadores brasileiros com carteira assinada não podem sonegar ou deixar de pagar as suas contribuições porque são descontados em suas folhas de pagamento. Com efeito, este país é de quem pode mais. Mas não deveria ser assim. Os cartolas do futebol, representados por muitos parlamentares, não se preocupam com a moralidade financeira de seus clubes.
Julio Cesar Cardoso

Intervenção para restabelecer a ordem pública

Deveria ser fechado o Congresso e marcado eleição para novos candidatos com ficha limpa e instrução mínima de curso médio. Deveriam ser substituídos todos os ministros STF por outros não mais indicados pelo Executivo e que jamais tivessem exercido mandato político, prestado serviço advocatício a político ou partido politico e não registrasse filiação partidária. Deveria ser realizada uma ampla reforma política com adoção do VOTO DISTRITAL PURO e candidatura avulsa sem vinculação partidária. Deveria ser imediatamente resolvida a questão dos sem-terra e proibidas as suas manifestações violentas contra a sociedade e entidades científicas. E assim, muitas outras providências poderiam ser tomadas para moralização do país.
Julio Cesar Cardoso

Reflexão sobre as manifestações de domingo…

Mais de um milhão e meio de brasileiros foram, neste domingo, espontaneamente protestar pelas cidades nacionais contra a corrupção política e governamental, sem ocorrência de incidente. São Paulo como sempre deu o tom do magnânimo protesto. Que a presidente Dilma Rousseff tire lição da manifestação, assim como o rei sem trono Lula da Silva e os demais políticos de tendência corrupta, principalmente aqueles que estão arrolados na denúncia da Operação Lava-Jato. O Brasil poderia ser muito maior não fosse o câncer da corrupção política que acompanha, infelizmente, a maioria de nossos representantes no Legislativo e Executivo. Causa perplexidade aos brasileiros honestos saber que um pobre torneiro mecânico tenha entrado para a política e hoje pertence à elite de milionários nacionais.