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José Renato Nalini

Será esta a solução?

Os cálculos a que chegaram são instigantes: quem quiser reduzir a emissão de gás carbônico deve ter um filho a menos. Ou seja: se um casal que planejou três filhos tiver apenas dois, isso significa diminuir as emissões per capita em quase sessenta toneladas desse gás nefasto por ano
José Renato Nalini

O que você vai ser quando crescer?

A clássica pergunta às crianças de sempre não poderá merecer a resposta costumeira se formulada hoje. Pode até ser que o questionado mencione algo que ainda figura no cardápio profissional. Mas não é difícil que a profissão citada sequer exista quando essa criança for adulta
José Renato Nalini

Quando parar de estudar?

Resposta: nunca! O século XXI propõe um padrão de vida em que o estudo é parte obrigatória. Durante toda a existência útil, a pessoa precisa continuar a estudar, a aprender, a se reinventar. Isso em virtude da alucinante revolução tecnológica ora enfrentada
José Renato Nalini

Quem é que pensa no Brasil?

Vamos refletir em termos de Brasil, não conforme as próximas eleições. Hoje os prognósticos são sombrios. Se não houver comprometimento efetivo com a verdade, mais a vontade inabalável de fazer o Brasil do discurso coincidir com o Brasil real, o amanhã poderá ser nefasto
José Renato Nalini

Inovar sem temor

Cada povo tem sua história, sua cultura, suas tradições e suas características. Isso não impede que boas práticas sejam customizadas e implementadas em outras plagas. Quando se fala em educação e se procurar alcançar os índices desejáveis, não há por que deixar de importar soluções exitosas em outras nações
José Renato Nalini

Quem se arrisca?

Como será a escola de amanhã? O acervo de informações dobra a cada dezoito meses, dizem os especialistas. O difícil mesmo é filtrar esse excesso de dados, a inflação de números, assertos, teses e versões. Por isso é que o professor do amanhã precisará ser ainda mais vocacionado do que o de hoje
José Renato Nalini

Até onde vai a liberdade

O Facebook já foi censurado por não retirar do ar postagens de pornografia infantil. Em abril de 2017, um americano matou a tiros uma vítima escolhida aleatoriamente e transmitiu o homicídio ao vivo pelo Facebook, em vídeo de pouco menos de um minuto. O jovem Mark Zuckerberg disse que tudo faria para evitar novos casos
José Renato Nalini

Chega de mentira!

A disseminação de mentiras interfere em tudo. Desde as eleições norte-americanas, até a vida pessoal de indivíduos desimportantes. A reiteração da mentira em doses cavalares resulta em dúvida e pode acabar na sensação de verdade. O perigo é que não se retifica a falsidade
José Renato Nalini

Um litro a menos

Uma interessante campanha está no ar: aquela que propõe a cada ser humano reduza o seu consumo de água em um litro por dia. As pessoas estão convidadas a economizar aquele litro que não fará falta se deixar de ser consumido
José Renato Nalini

Tecnologia é tudo?

Evidentemente que não. Mas ela está presente em nossa vida e não pode ser ignorada no universo mais sensível e urgente para um amanhã menos sombrio: a educação. As crianças já nascem com chips! Têm uma circuitaria neuronal digital, enquanto a nossa é analógica
José Renato Nalini

Município: escola da democracia

É na cidade que as coisas acontecem. Até mesmo analistas estrangeiros assinalam que a retomada do desenvolvimento virá dos municípios. Explorar a vocação local ou regional, consorciar-se, adotar estratégias de sobrevivência digna e blindar suas fronteiras para que os munícipes se conheçam e se auxiliem, cooperando entre si até que o Brasil melhore
José Renato Nalini

Um apelo à consciência

Critica-se o tratamento compulsório do dependente. Justifica-se o uso da droga como fuga à carência afetiva. O que se faz para impedir que esse mergulho definitivo ocorra? Prevalece um discurso de falência da educação, cujos índices nos aproximam da parte mais miserável do planeta
José Renato Nalini

O senhor das moscas

Assisti à pré-estreia de “O Senhor das Moscas”, peça de William Golding, prêmio Nobel de literatura. O livro que deu origem à peça foi publicado em 1954, depois de vinte e uma recusas de editores. Nele se expõe a falência do racionalismo e a fragilidade do verniz da polidez, quando o ser humano é confrontado com situações difíceis
José Renato Nalini

Desorientação generalizada

O sociólogo italiano Domenico De Masi, o “pai do ócio criativo”, é prolífico escritor. Depois de “O Futuro Chegou”, agora publica “Alfabeto da Sociedade Desorientada”. Parece bem adequado ao momento brasileiro que vivenciamos
José Renato Nalini

Curtir a amizade

Amigo é coisa pra se guardar do lado esquer­do do peito! É o que diz a música e a gente acredita. Amigo ajuda a multiplicar as alegrias e a subtrair as tristezas. Triste é aquele que não tem amigos!
José Renato Nalini

Eficiência energética na agenda

O Brasil acreditou na potencialidade energética de sua água. Não contava com crises hídricas, provocadas em parte pelo aquecimento global, em parte pelo maltrato contínuo e inclemente da natureza. O resultado é que as hidrelétricas estão praticamente saturadas. É urgente pensar em outras matrizes energéticas
José Renato Nalini

O caminho de volta

Será possível a pausa prudencial da sensatez para a retomada de outra trajetória? Conseguiremos fazer o caminho de volta, para verificar em que encruzilhada perdemos o rumo e deixamos a rota do crescimento ético para mergulhar na barbárie?
José Renato Nalini

Quem quer tornar o mundo melhor?

Um dos raros consensos nesta era de controvérsias é o de que todos querem construir um mundo melhor. Isso é impossível? Não. Quem tem vontade, quem sonha, quem é idealista, é movido por um ingrediente mágico: o entusiasmo
José Renato Nalini

Não é impossível

Um dos problemas aparentemente insolúveis do Brasil é a avassaladora produção de lixo. Somos campeões mundiais no desperdício. Em todas as áreas, em todos os lugares. Em tempos de orçamento contingenciado, porque a arrecadação só faz permanecer em queda, mercê da trágica recessão em que o país se viu mergulhado, milhões são gastos na coleta de resíduos sólidos e na limpeza de logradouros públicos
José Renato Nalini

Um adeus à televisão

A invenção de Gutenberg mataria os alfar­rábios e os copistas, que detinham o monopólio do conhecimento. Depois o rádio sepultaria jor­nais e livros. E a TV substituiria o rádio. Agora é a televisão que tende a desaparecer, diante do acelerado avanço do vídeo online
José Renato Nalini

O bitcoin é a solução?

Se a tecnologia disponível já permite criar moedas digitais como o Bitcoin, para transferir valores em tempo real, sem taxas e sem passar pelos bancos, por que não se servir dessa possibilidade comprovada e reduzir a fabricação, a circulação e o transporte de dinheiro?
José Renato Nalini

O que ainda se verá

A sigla mundial para a internet das coisas é IoT. Dispositivos dotados de sensores serão conectados em rede. As máquinas trocarão informações e vão ajustar sua ação sem interferência humana. Estamos preparados para isso? Não.
José Renato Nalini

Foco no micro

O bom prefeito sabe que deve cuidar da educação, administrar com eficiência, abrir o jogo com a população, ser transparente e honesto. Mostrar que em seu território não há propina, nem corrupção. Se ele se compenetrar disso, o Brasil sairá do lamaçal muito mais cedo do que se poderia esperar. Foco no micro. No macro, STF terá de dar conta do recado
José Renato Nalini

Não há porque blindar

O Brasil do quase nenhum consenso debate hoje, em segundo plano, é claro, diante da conjuntura nacional, o futuro da educação. O desafio para aqueles que realmente querem que a educação dê certo é criar estratégias de sedução da juventude, para que ela perceba que aprender é prazeroso e essencial
José Renato Nalini

Pânico ou indiferença?

O aquecimento global está causando catás­trofes de todas as dimensões no globo inteiro. Não adianta pretender ignorar. Elas não estão apenas em locais longínquos, inacessíveis para a maior parte de nós. Elas chegam ao nosso quintal. As inundações, as secas, o regime pluvial caótico, a intensificação dos raios. Isso é tudo natural?
José Renato Nalini

Brasil: apoteose dos absurdos

Nada como um período de trevas para a busca urgente de uma luz. Por mínima que seja. O que eu posso fazer pelo Brasil? Ele pouco poderá fazer por mim nes­te momento nefasto. Que a sensatez ressurja e se ponha freio na apoteose de absurdos que assombra o país
José Renato Nalini

Uma nova Constituição seria a solução?

Cresce o movimento em torno à urgência de se elaborar uma nova Constituição. A nossa Constituição peca desde a origem. É do tipo rígido, exige quorum qualificado para a modificação. É por isso que já foi emendada cento e uma vezes.
José Renato Nalini

A mãe de todas as reformas

É urgente se faça uma reforma política profunda e estrutural. Que reabilite a política partidária, hoje tão ferida em virtude da descrença da população em lideranças que frustraram as expectativas e produziram imenso e duradouro mal à nação.
José Renato Nalini

PIB ou IDH?

Se a Noruega é o país mais feliz do mundo, diz a ONU, e o Brasil está em vigésimo-segundo, pode-se melhorar esse ranking. Que tal pensar mais em Índice de Desenvol­vimento Humano e menos em PIB? Como conferimos valor ao que é visível, dessignificamos o que é invisível
José Renato Nalini

Qual a chance de dar certo?

A pior recessão da História do Brasil longe está de terminar. Além dos doze milhões de desempregados, há mais de dez milhões subempregados. Há milhões que deixaram de procurar emprego. Há outros milhões vivendo na miséria, abaixo da linha da pobreza
José Renato Nalini

A internet piorou a sociedade?

Ocorreu que o mundo ficou mais mensurável, porque a internet conta os passos das pessoas, seus batimentos cardíacos, a sua pressão arterial. Tornou visível o que antes parecia invisível. Na disseminação do ideal democrático ainda é pior o quadro. A desenvoltura com que os Estados Islâmicos se utiliza das mídias sociais é um prejuízo à causa do governo de todos para todos, mas reforça o fundamentalismo.
José Renato Nalini

O celular ajuda a educação?

Deve continuar vedada a sua utilização? Mesmo quando o professor entender que o aprendizado ganhará se o estudante puder con­sultar uma rede, resolver um game educativo ou atuar em equipe? A consulta aos alunos terá uma só resposta: o uso de celular, smartphone, tablet ou computador em sala de aula deve ser permitido. Tudo dependerá do treinamento e da criatividade dos professores.
José Renato Nalini

Matemática na escola pública

Um dos pontos frágeis, mais vulneráveis, da educação brasileira, é a matemática. E precisamos muito dela. Quem gosta de matemática vai se dar bem nas carreiras que necessitam das chamadas ciências “duras” ou exatas. Precisamos de engenheiros, de físicos, de estrategistas, de estatísticos, de químicos e de outros profissionais aptos à missão de desvendar o futuro.
José Renato Nalini

Quem lê não morre

Quer dizer, morre menos! Ou seja: leitores de livros têm mortalidade reduzida em 20%. Foi o que apuraram pesquisadores norte-americanos. Ler livros reduziu um quinto dos riscos de mortalidade. A Universidade de Yale constatou boa vantagem na sobrevivência dos que liam trinta minutos por dia, quando comparados a não leitores.
José Renato Nalini

Transgênico é do bem?

O brasileiro tem medo de transgênico, apurou uma pesquisa do Ibope Conecta. Transgênico é um organismo que recebe um gene originalmente presente em outro, geralmente por meio de biotecnologia. Não se sabe ainda, ao menos com certeza, se eles fazem mal à saúde.
José Renato Nalini

Poluição dentro de casa

Todos reclamamos de poluição, mas nos descuidamos daquela que nós mesmos produzimos. Antes de vociferar contra a poluição externa, pense bem se a sua casa também não é uma fonte pro­dutora de sujeira e se a gente é, realmente, tão limpo e higienicamente correto como costumamos propalar.
José Renato Nalini

Crime geriátrico

A opção pelo crime deve ser extremamente dolorosa para o velho japonês. 35% dos furtos em lojas são cometidos por pessoas com mais de sessenta anos. Nessa faixa etária, 40% dos reincidentes cometeram o mesmo crime por mais de seis vezes. Como explicar algo aparentemente insólito?
José Renato Nalini

O de sempre não adianta

A inovação digital é uma realidade e é o verda­deiro motor da produtividade e do desenvolvimento nesta década. Setores estão sendo reinventados, mas quem se vale mais diretamente disso é o grande ne­gócio. Para que possamos disputar espaço dentre as nações mais desenvolvidas, precisamos, com urgên­cia, imprimir qualidade à educação. E isso é uma obra coletiva.
José Renato Nalini

Coragem para a verdade

A crise política, a desaguar no desastre econômico financeiro em que o Brasil se encontra, é muito mais grave do que se possa imaginar. A despeito de certa euforia pela eficiência da equipe econômica, observadores externos avaliam que a volta a parâmetros de 2014 só se atingirá em 2025.
José Renato Nalini

Conviver com os millennials

A geração dos que nasceram entre 1980 e 1995 é chamada de “Geração Y” ou “Millennial”. Nascem com chip, estão permanentemente plugados e navegam com desenvoltura pelas redes sociais. Suas características são bem conhecidas. Portadores de atenção múltipla e difusa, são multitarefas. Ou seja: conseguem responder a diversos estímulos simultaneamente
José Renato Nalini

A ilusão das honrarias

A preservação de foro reservado para determinadas autoridades é resquício do Império e sintoma de que ainda estamos inebriados pela “ilusão das honrarias”. Logo o Brasil verá que isso é desastroso. O STF vai pagar a conta e ser acusado de ineficiência, lerdeza, excesso de formalismo e abusador do “juridiquês”.
José Renato Nalini

Salvar a Terra

Toda espécie de vida merece nosso carinho. Cada ser humano tem o dever de proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres e das florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e estancar a perda de biodiversidade.
José Renato Nalini

Para que serve a lei?

Vivemos sob a égide do Estado de Direito de índole democrática. É isso o que a Constituição de 1988 nos propõe. O Estado de Direito se confunde, na sua mais singela expressão, com o “Estado sob a lei”. O Estado legal. Lei como expressão da vontade comum, para propiciar o convívio civilizado.
José Renato Nalini

Você também é responsável!

A educação é direito de todos, diz o constituinte de 1988. Mas esse direito é dever solidário do Estado, da família e da sociedade. É o que o diz o pacto federativo no seu artigo 205. Será que cada um dos três núcleos de responsabilidade pode fazer mais para alcançar índices desejáveis?
José Renato Nalini

Revolução alimentar

O projeto “Cozinheiros da Educação” que a Secretaria da Educação realiza no Estado de São Paulo é apaixonante para quem se aproxima dele. Os alunos da rede estadual paulista passarão a contar com alimentação mais saudável, a partir da reformulação do cardápio servido diariamente, com o reforço do uso de produtos in natura.
José Renato Nalini

Trocar água com quê?

Coisa boa essa do petróleo cair de preço. Já está custando menos do que a água. E isso está correto. Água é muito mais valiosa do que petróleo. Este combustível fóssil, que já prestou o seu desserviço à humanidade, pode ser substituído. E água? O que substitui a água para a vida? Toda espécie de vida, não só o homem. Não há alternativa à água.
José Renato Nalini

Lâmpada mágica ao alcance de todos

A Secretaria Estadual de Educação paulista está empenhada em disponibilizar o inglês para toda a sua rede, inclusive para os profissionais de ensino, pois há uma profusão de métodos exitosos para facilitar o ensino e o aprendizado da língua de Shakespeare.
José Renato Nalini

Quem escapará da surdez?

Em boa hora se deliberou multar quem produz som excessivo em seu veículo, fenômeno quase corriqueiro nesta era de incivilidade crescente. O som subiu de tom nos últimos tempos. Em todos os lugares.
José Renato Nalini

Humana ganância

O tempo se encarregará de mostrar que as fortunas se dissipam, são transitórias e não trazem a felicidade. Só resta a cada qual contar com a tranquilidade de consciência e a satisfação de ter melhorado a vida de um semelhante.
José Renato Nalini

A pátria está dodói

A crise profunda começou em 2014, mas é muito anterior. Esta é a pior recessão da História. Muito mais grave do que a famigerada crise de 1929. De 1945 a 1980, o Brasil cresceu em média 7,3% ao ano. A partir de 80, o crescimento caiu para 2,3. O país perdeu a capacidade de crescimento em virtude do déficit do setor público. Pouca produtividade e má política econômica.
José Renato Nalini

Você tem dor nas costas?

A dor nas costas é a maior causa de afastamento do trabalho no Brasil. 83,5 mil licenças em 2015, segundo o INSS. Ou seja: o equivalente a 228 afastamentos por dia. Em 2016 os números subiram: até março, foram 24.247 pessoas afastadas, média de 286 licenças por dia. Aumento de 25% em relação a 2015.
José Renato Nalini

Você sabe gastar?

As crianças precisam ter contato com a verdade das finanças. O Brasil não tem cultura da poupança. As pessoas pensam que nunca ficarão doentes, que nunca envelhecerão. Mas quando chega uma ou outra de tal situação, o governo estará a postos para socorrê-las.
José Renato Nalini

E daqui vinte e cinco anos?

Precisaremos estar atentos e zelar para que nossos jovens tenham o futuro promissor que almejamos para eles e não se decepcionem com a nossa falta de previsibilidade. Daqui a vinte e cinco anos precisaremos de condutores de drones, em áreas como o varejo, correios, segurança, monitoramento, documentação e registro de eventos, festas e até sepultamentos. Haverá necessidade de guias experientes.
José Renato Nalini

Adolescência bem aproveitada

Se a família não participar do processo educativo, o Estado sozinho não terá condições de atender aos objetivos previstos no pacto federativo para a educação pública: desenvolver todas as potencialidades da pessoa.
José Renato Nalini

Vamos despoluir?

Ninguém pode negar que somos sujos. Ou é exagero concluir que não sabemos manter nossos espaços públicos despoluídos? Somos egoístas, inconsequentes e irracionais, se considerarmos o que fazemos com nossa água, nosso solo, nossa atmosfera. Aquilo que é bonito por natureza, conseguimos enfear e deixar imundo. Que o digam os orçamentos públicos destinados a recolher os testemunhos de nosso descompromisso: aquilo que chamamos, simplesmente, de lixo!
José Renato Nalini

As senhas estão morrendo

Como a criminalidade é organizada e não perde tempo, os maiores bancos do mundo já estão abandonando o sistema de senhas para se valerem da biometria. As senhas tradicionais são complicadas e vulneráveis. Por isso a utilização de impressões digitais, reconhecimento facial, voz e outros recursos biométricos.
José Renato Nalini

A magia da escrita

Quem escreve liberta os fantasmas que estão no sótão da consciência. A sensação de desconforto, de indescritível mal-estar, de angústia ou de desesperança desaparece quando a gente se propõe a exteriorizar o sentimento. Assim tem sido desde que a humanidade começou a se servir desse instrumento de libertação que é a escrita.
José Renato Nalini

Retorno à natureza

Depois de um acelerado êxodo rural, que esvaziou o campo e inflou as cidades, muitos já perceberam que a escolha não foi acertada. O contato com a natureza, a vida saudável da lavoura, a tranquilidade e a incomparável qualidade existencial foram substituídos por estresse, angústia e poluição.
José Renato Nalini

O triste papel da lei

O excesso de leis, o excesso de formação jurídica, o excesso de profissionais do Direito nem sempre têm atendido à vocação que as Ciências Jurídicas deveriam satisfazer: instrumental de resolução de problemas. Ferramentas de reduzir a infelicidade que recai sobre todo ser humano, pois a vida é peregrinação. É sofrimento. É vale de lágrimas.
José Renato Nalini

Grande lata de lixo

A total ausência de planejamento fez com que as cidades brasileiras fossem caóticas. Cresceram como enfermidade. Atingiram a metástase. E a indignação encontra como alvo o exercente de função pública. Geram o fenômeno da antipolítica, uma espécie de rejeição e náusea perante um relacionamento fragmentado. Constata-se verdadeira aversão da cidadania pela política.