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João Oliveira

A despedida

Ver você ainda em seus instantes finais transforma toda a percepção de longevidade que tinha em minha vida. Todos os bons momentos que foram vividos por mim, em sua bela companhia, se tornam flashes de milissegundos. Grandes momentos, cheios de emoções positivas, agora se tornam mais importantes do que pareceram ser quando ocorreram de fato.
João Oliveira

As aves lá do escritório

Todos sabemos como as metáforas e analogias possuem um forte efeito de insights nas pessoas. Saber utilizar desses recursos facilita o fluir das informações relacionadas ao autodescobrimento. Na verdade, quando as analogias são diretas e fortes, como essas que vamos apresentar aqui, não devem ser colocadas em público para que não venha ocorrer brincadeiras que podem constranger um ou outro colaborador e sim distribuídas em house organs, ou por lista de e-mail. Nada que possa facilitar a interação como nos grupos de WhatsApp.
João Oliveira

O castelo das mil portas

Provavelmente não existiriam algarismos suficientes no mundo se alguém quisesse escrever o número exato de anos de existência do castelo. Ele sempre existiu. O tamanho também era outro mistério pois, parecia aumentar quando uma tempestade noturna recheava a madrugada com seus trovões e, sempre, quando isso ocorria, uma de suas centenas de portas amanhecia aberta.
João Oliveira

Canal sensorial preferencial

Ter conhecimento dos sistemas representacionais tem uma enorme importância no ambiente corporativo, pois potencializa a comunicação em um nível de excelência. Caso a sigla PNL lhe cause estranheza tenha bastante atenção nessa leitura, afinal, trata-se de uma forma de mudar a maneira de como vemos e entendemos o mundo.
João Oliveira

O novo mentoring

A velocidade de mudanças que ocorrem no mercado acaba por imprimir um determinado perfil de resolutividade nas instituições que desejam se manter no ambiente de competitividade. Torna-se necessário ter profissionais qualificados disponíveis para atender as demandas que se tornam cada vez mais urgentes.
João Oliveira

Comunicação confirmada!

Sabemos que, no momento atual, o e-mail corporativo passou a ser elemento crucial na comunicação entre o RH e os colaboradores da empresa. Onde foi parar o antigo memorando? Texto escrito em papel que vinha acompanhada de um livro de registros: “Por favor, assine aqui confirmando o recebimento!” (Lembra disto?). Isto é passado, acabou! Hoje, deve figurar como peça de museu e, tenho certeza, que a maioria das pessoas que estão lendo este texto jamais recebeu um comunicado na empresa deste jeito.
João Oliveira

Não sei se me faço entender

Haja vontade de agir e mudar! Diante de tanta dificuldade não me mudo, e fico mudo aqui sentando sobre a mesa questionando sobre a vida e pensando em comer uma sobremesa antes do almoço.
João Oliveira

Negociação: habilidade em foco

Na verdade, qualquer diálogo já é um pequeno exercício de negociação. Seja em um momento social ou familiar, longe das decisões profissionais, ter a capacidade de lidar com antagonismos, sem criar dicotomias, limitando-se apenas a dois posicionamentos (certo ou errado) deve alavancar melhores relacionamentos.
João Oliveira

Mundo justo

Existe nos seres humanos uma constante tentativa de dar ordem ao caos. Essa arrumação do mundo faz parte de uma estratégia do cérebro para lidar com muitas informações ao mesmo tempo de forma que não sobrecarregue o sistema. Assim, nos é mais fácil acreditar que existe uma lógica reinante em nosso universo físico e que sempre teremos um bom resultado se formos éticos e bondosos com todos os outros seres que também habitam o nosso planeta
João Oliveira

Tanatose brasileira

A tanatose brasileira deve ser apenas fruto da falta de informação o que, de forma responsável cabe a todos nós desvelar, pouco a pouco, o manto confortável da ignorância. Cabe a cada um dos indivíduos dessa nação que se sentem tocados de forma negativa, feridos em seus direitos ou se explorados ilegalmente, um movimento ético dentro dos formatos adequados e visíveis a legislação.
João Oliveira

Por que o outro me irrita tanto?

De início é bom deixar claro que a raiva (irritação) não é, necessariamente, uma emoção negativa ela surge como mecanismo para alterar as produções endócrinas no sentido de reunir recursos internos para alterar algo no externo. Ou seja, caso a irritação (raiva) for direcionada para a produção ela terá o mesmo princípio de ação que a gasolina oferta ao veículo movido a combustão interna: em regra a estrutura funcional muito se assemelha.
João Oliveira

O homem que escalou o arco-íris

Quando temos um foco maior como o crescimento pessoal, por exemplo, pelo prazer de evoluir como ser humano, podemos ter toda uma vida de investimento com resultados e ainda achar que é muito pouco. Afinal, estudar não tem limites.
João Oliveira

Contos de Natal

Havia no alto da montanha uma pequena cabana onde viviam uma jovem e seu velho pai. Nessa noite de véspera de Natal ele estava muito adoentado, tossindo muito, e pediu a filha que lhe chamasse o Padre na aldeia.
João Oliveira

Reclame!

É interessante como algumas pessoas se comportam diante das situações adversas que enfrentam no dia a dia. Ou, melhor ainda como conseguem focar em pontos negativos sem que desenvolvam estratégias comportamentais de resolução. Não se trata apenas de ter um grande otimismo, mas, de ativar uma energia positiva que pode ser envolvida no processo de vida. Acaba sempre em um ciclo vicioso onde o mal humor se torna seu perfil de personalidade e, o chamado “azar” é constante e esperado como resultados de todas as ações.
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As sombras de Hiroshima

Muitas são as marcar que podemos deixar nesta vida. Algumas podem ser frágeis como as pegadas que traçamos na beira mar em uma tarde fresca de verão, outras atravessam milênios da mesma forma que os hieróglifos egípcios deixados nas paredes do templo de Hatshepsut. O que determina a força de uma marca não é o material onde a imprimimos e sim o conteúdo que pode ser replicado por outros: nossas perguntas ou respostas.
João Oliveira

Atos, autos e alto-falantes

O direito do outro é igual ao meu, mas, as necessidades podem ser diferentes. O sistema de governo, responsável pelos atos estratégicos, deve manter uma escuta ativa e tomar a iniciativa dos atos declaratórios. Esse é o ponto chave dessa questão e, por isso, se faz urgente uma nova reflexão a respeito do que é certo e, o que é necessário ser feito.
João Oliveira

Escudo protetor

O mundo em que vivemos já tem problemas suficientes que não podemos controlar, por isso toda e qualquer oportunidade que tivermos de ajudar a diminuir conflitos deve ser bem utilizada.
João Oliveira

A hipnose cura?

Afirmar categoricamente que a hipnose cura é a mesma coisa que dizer, em ordem inversa de resultados, que o carro mata. Sabemos que o carro é construído para ser um veículo de transporte e que pode levar uma pessoa de um ponto a outro com sucesso trafegando em diversas velocidades e/ou indo por diferentes caminhos. Da mesma forma, o carro pode ficar parado estacionado por muito tempo no mesmo lugar ou, em algumas ocasiões, se envolver em acidentes, podendo até ser fatal aos seus usuários.
João Oliveira

Liderança inteligente

A liderança não é um dom raro, pois é uma competência que pode ser aprendida. Uma das grandes invenções da modernidade muito comum na PNL, pode ajudar bastante no desenvolvimento da liderança: a modelagem. Podemos assumir um modelo de atuação e implementar em nosso comportamento de forma a replicar o que um bom líder faz. Assim os dois primeiros mitos caem por terra, podemos construir uma liderança através de treinamentos e força de vontade.
João Oliveira

Espelho retrovisor

Como uma estrada a vida disponibiliza caminhos que podem apresentar diferentes resultados ao final da jornada. Às vezes, no mesmo trajeto, encontramos alternativas de atalhos ou desvios que nos tiram do rumo principal. O mesmo pode acontecer com certas estruturas de relações que travamos com outras pessoas. Algumas funcionam como placas que indicam direções, outras são barreiras que limitam possibilidades.
João Oliveira

O momento é o presente

Às vezes nos pegamos pensando no passado, um tempo onde as coisas certamente eram melhores que hoje ou sobre o futuro, onde poderemos realizar alguns de nossos desejos. Isso é salutar, mas, muitas vezes, deixamos de vivenciar o momento presente que, de verdade, é o único que realmente existe.
João Oliveira

Expatriados na pátria

As mídias nos enchem de imagens de refugiados de todas as partes do mundo com sofrimento por não ter um local seguro para viver. São cenas que nos levam a uma reflexão sobre a realidade sangrenta de certos países e do desespero dessas pessoas que, muitas vezes, perdem a vida antes de conseguirem chegar ao local de destino seguro. Aqui, em terras brasileiras de um povo amigo e acolhedor, tal realidade nos choca ainda mais por ser algo absolutamente incompreensível para nós ver fronteiras se fechando e negando dar refúgio à massa de seres humanos em fuga. Será isso uma verdade absoluta?
João Oliveira

A entrevista final

Tantas são as matérias, revistas e dicas preparatórias de entrevistas para empregos que os candidatos estão cada dia mais afinados para responder ou participar de qualquer dinâmica proposta. Alguns, que já passaram por vários processos seletivos, conhecem de cor os testes aplicáveis conseguindo, assim, ter performances admiráveis, o que os torna, na mesma proporção em que se preparam um desafio maior para os analistas de RH, afinal, perguntam os profissionais do processo seletivo: “Quem realmente está à minha frente? Um bom ator ou será um futuro colaborador maravilhoso?"
João Oliveira

Ver, ouvir e falar

Todos já devem ter visto, ao menos uma vez na vida, a figura dos "Três Macacos Sábios". Eles são de origem japonesa: Mizaru, cobrindo os olhos, para não ver o mal; Kikazaru, cobrindo as orelhas, para não escutar o mal; e Iwazaru, cobrindo a boca, para não falar o mal. Simplificando: não veja, não escute e não fale o mal. Infelizmente isso não funciona no mundo corporativo. Os macacos surgiram no século XVII sobre a porta de um santuário em Nikko, e devem ter sido inspirados nos ensinamentos de Confúcio. No mundo atual, coorporativo, o bom gestor deve ter uma nova representação pictórica: olhos bem abertos, ouvidos atentos e ter uma excelente capacidade comunicacional.
João Oliveira

Mentira X Emoções

A grande maioria das pessoas acredita que existe uma fórmula infalível de se descobrir a mentira na face dos outros apenas com algumas dicas como, por exemplo, os movimentos dos olhos para alto a direita. Isso não corresponde à realidade, pois outros fatores devem ser avaliados antes de julgar o conteúdo proferido por alguém. Um gesto, apenas, funciona como uma única palavra fora de um texto, não tem muito significado isolada, ela precisa estar dentro de uma frase para fazer sentido.
João Oliveira

Personalidade tipo C

Pesquisadores perceberam que existe um perfil de personalidade com maior probabilidade de desenvolver o câncer: a personalidade tipo C (propensa ao câncer). Acredita-se que as pessoas mais passivas e obedientes, do tipo que não reclamam de nada na vida e que tem muita dificuldade para expressar suas emoções são mais vulneráveis ao câncer. Pessoas que podem confundir suas próprias emoções e, ao invés de perceberem uma angústia profunda, por exemplo, sentem dor no corpo. Outras abafam seus sentimentos reprimindo a própria raiva e ódio ou, vivem em uma amargura pela não realização dos seus próprios sonhos, focando seus pensamentos nas desventuras e não nos possíveis projetos futuros.
João Oliveira

O chefe

Existe uma diferença básica entre o líder e o chefe: o chefe ordena, mas, o líder lidera. Parece mais uma pegadinha semântica, no entanto, não é. Ocorre que o verdadeiro líder é carismático e consegue que seus colaboradores o sigam pela empatia que gera no ambiente. Dar o exemplo, apresentando em seu próprio comportamento, como as coisas são feitas é somente o primeiro passo, o líder deve elogiar, dar conselhos e estar sempre pronto para assumir a responsabilidade pelo grupo quando alguma coisa der errado. Não é tarefa fácil e nem todo mundo está preparado para liderar uma equipe, que nem precisa ser muito grande: onde encontramos duas pessoas atuando pode ter certeza que uma delas exerce algum tipo de liderança.
João Oliveira

O emagrecimento pela palavra

A sociedade exige cada vez mais de nós. Ninguém está completamente isolado ao ponto de poder se considerar livre de julgamentos diários que vão, desde da forma como se fala até as roupas que usa. A forma física passou a ser um item de consumo e, mesmo diante de todas as crises financeiras que temos notícias, as academias de ginástica (termo ultrapassado) se proliferam anunciando um crescimento maior que as farmácias e drogarias. Somos vítimas de nossos próprios conceitos. Em 2010 finalizamos uma pesquisa de dois anos onde focamos nossa atenção na obesidade como resultado de um mal-estar instalado.
João Oliveira

Asas para voar

Na vida, todos nós podemos passar por momentos assim. Em todo ganho há uma perda, isso é fato. O equilíbrio vem da capacidade de entender isso e se adaptar as alterações da realidade. A interpretação pessoal pode criar infernos e paraísos e isso só depende de cada um. Procurar ressignificar os eventos que surgem em nosso cotidiano, ganhando ou perdendo, é o que nos faz superiores aos animais, seres incapazes de reflexões profundas.Navegar pelas formas pensamentos, que materializam em nossa mente sofrimentos desnecessários, é o mesmo que ser um barco sem leme em uma tempestade noturna.
João Oliveira

Influência

O que é uma real influência? Provavelmente a gravidade exerce a maior influência sobre todos os corpos que habitam esse universo conhecido, pois tem a capacidade de alterar comportamentos, direções, de tudo que existe na forma física material. O que seria de nós sem a Lei da Gravidade. Pode parecer uma comparação absurda. Colocar o que entendemos por influência humana ao lado de uma das mais conhecidas leis da física tradicional. Ocorre que, de fato, o que se espera do bom resultado, quando alguém exerce forte influência sobre as outras pessoas, é que ele se torne como um sol, no centro de pessoas que o orbitam.
João Oliveira

Aderência

No universo profissional é necessário muito zelo no momento de confeccionar o currículo de apresentação. Nem sempre colocar todas as experiências e cursos já feitos é o melhor que se pode fazer. O conceito de “aderência” está sendo cada vez mais valorizado nas instituições. Assim, todo cuidado ainda é pouco quando se trata de falar de si mesmo em busca de uma posição no mercado de trabalho. Em primeiro lugar, deve-se ter atenção ao perfil do currículo. Existem algumas diferenças básicas entre o universo acadêmico, por exemplo, e o universo comercial. O famoso currículo de apresentação impresso ainda funciona tão bem quanto os formatos disponíveis na internet.
João Oliveira

Conhecimento certificado

Na Índia uma pessoa que quer aprender sobre filosofia de uma religião deve procurar um guru que tenha linhagem. Como uma árvore genealógica, o pretenso guru deve apresentar todos os mestres que o antecederam no conhecimento: ele aprendeu com fulano, que aprendeu com sicrano, que aprendeu com beltrano, até que essa descrição chegue há milênios de mestres no passado. Só assim a pessoa estará segura de ter um conhecimento certificado de fato por mestres que aprenderam direto com a fonte do saber filosófico original. No nosso mundo ocidental moderno temos outras fontes de certificação como graduações, pós-graduações, mestrados, doutorados, pesquisas científicas e até mesmo a prática constante de um saber, mesmo sem as certificações acadêmicas, pode gerar conhecimento válido.
João Oliveira

Quem é mais feliz?

Podemos também perceber que algumas pessoas não conseguem encontrar o seu perfil de felicidade e ficam tentando imitar o de outras pessoas. Claro que isso é impossível, pois o que se vê externamente nada têm a ver com o que se sente. Não há como estar na pele do perfil psicológico do outro. Assim, pode-se pensar que a felicidade alheia está nos bens materiais que cada um possui, pois é isso o que conseguimos enxergar. No entanto, o que não vemos, é que o outro pode estar em desarmonia familiar e isso o faz infeliz nesse momento.
João Oliveira

O bom exemplo

A máxima “o que é bom deve ser copiado” é válida quando a ética está presente na replicação da metodologia. O setor de RH de qualquer boa instituição deve estar antenado em busca de novas formas de atuar junto ao corpo laboral em busca de alcançar melhores resultados. A internet facilita muito isso, mas a participação em congressos, workshops e cursos oferecem mais garantias de uma maior retenção de conteúdo. A Universidade de Harvard em sua “Business School” possui uma vasta biblioteca de cases do mundo inteiro com exemplos de situações onde as resoluções podem servir de base em demandas similares, preservando as diferenças culturais e legais particulares de cada lugar.
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O salto para a morte

Os filhos e as pessoas que estão sob a nossa guarda e proteção possuem destinos próprios que serão construídos pelos seus erros e acertos. Querer direcionar um futuro mais adequado baseado em nossa própria história de vida é o mesmo que amarrar asas de um pássaro e depois querer que ele consiga voar. Tente olhar para si mesmo e descobrir quais são as coisas que subtrai da vida das pessoas e o quanto de sua magia está usando para construir outra realidade. Pode ser que isso seja a âncora que aprisiona navios cheios de cargas que podem mudar o mundo.
João Oliveira

A porta

Não há nenhum bom resultado que se consiga sem esforço ou, pelo menos, alguma estratégia. Sorte é algo que só existe para poucos preparados e não podemos contar com ela quando o assunto é a nossa própria vida. Assim sendo, organização e planejamento são as ferramentas básicas de quem deseja construir o próprio futuro. Nada é fácil até estar totalmente pronto. Mesmo as coisas mais simples como, por exemplo, abrir uma porta para entrar ou sair de um ambiente depende de uma série de ingredientes para poder dar certo.
João Oliveira

O vento

Já se passaram alguns anos desde que o velho se mudou para esse lado longínquo da floresta, desde então as visitas dos filhos e amigos foram se tornando cada vez mais escassas e ele cada vez mais recluso. Saía de casa para conferir as armadilhas e ver se algum pequeno animal se tornaria a proteína do almoço ou dar longos passeios em meio as grandes árvores. Só havia um lugar onde ainda não tinha estado: a íngreme montanha. Já lhe disse porque ele se refugiou na floresta? Não? Por medo de doenças e da morte.
João Oliveira

A substância

Após uma tempestade de fortes raios, um homem encontrou uma árvore envolvida em uma estranha substância. Algo que se movia com o vento, brilhava e destruía tudo que tocava, transformando em cinzas. Parecia estar viva e se rebelando contra o ambiente. Era uma época diferente de hoje. As pessoas não tinham palavras e transmitir conhecimento não era algo fácil. Sem os signos linguísticos, os gestos e os urros eram as únicas coisas que possuíam para duplicar experiências.
João Oliveira

Autonomia

Ser capaz de internalizar as regras da sociedade e agir por conta própria sem ferir o código ético e moral vigente, é o sinal maior de adultificação e que o indivíduo alcançou a real autonomia de ser. Quando crianças, recém nascidos, reina em nós a anomia, ausência de regras, um mundo onde todas as possibilidades são possíveis e estamos liberados para permitir o desejo de forma plena. A não satisfação dos anseios gera revolta, choro e birra.
João Oliveira

Perseguido

Ressignificar é saber alterar a percepção do fato sem alterar o ocorrido. Seu significado pode ser diverso dependendo de como se analisa o ponto que causa o conflito interno. Não é ser como o personagem Poliana, da literatura juvenil, que acha que tudo é bom na vida. Afinal, algumas coisas são realmente ruins e precisam ter seu luto vivenciado. No entanto, quase sempre o que nos causa angústia e sofrimento pode ter nova interpretação.
João Oliveira

Nossa casa, nosso lar…

Sempre que pensamos em lar surge uma sensação de segurança. É isso que um lar representa, bem estar e segurança. Quando recheado de afeto e paz constrói o que chamamos de célula mater da sociedade, a base estrutural de tudo que podemos esperar de uma saudável vida em comum. Quando essa representação não funciona, quando a base não está composta desses elementos básicos, a sustentação do espectro maior está comprometida. Daí surge a violência, agressividade sem medida, falta de amor ao próximo e nenhuma empatia construtiva. Se o lar falha, toda coletividade perde.
João Oliveira

Resoluções

A cada final de ano um movimento interno levanta questões sobre nossas capacidades. Será que este ano conseguimos alcançar nossas metas estabelecidas no final do ano passado? Quais serão os novos objetivos para o ano que está começando? Em primeiro lugar, precisamos saber se os objetivos estabelecidos, seja no ano passado ou agora no presente, são factíveis de serem finalizados. De nada adianta ter planos fantasiosos, fora de uma realidade possível, que só irá gerar angústia pela impossibilidade da realização. Para isso é necessário estar ciente das próprias limitações que vão desde a capacidade física e mental as condições ambientais de onde a pessoa está inserida.
João Oliveira

Um amor que verão

Quem pensa em estar no absoluto controle de uma relação à dois irá acabar sozinho em algum tempo. Na verdade, um casal que se ama compreende as necessidades do outro e coopera para que elas sejam satisfeitas. Os dois perdem um pouco todos os dias e os dois ganham muito por toda a existência. Saber lidar com isso é o grande segredo de um bom relacionamento. No entanto, o maior parte do problema dos relacionamentos se encontra na opinião dos outros de como funciona o “seu” perfil de vida à dois.
João Oliveira

Erro de percepção

Mais comum do que se imagina: estamos propensos a erros de percepção a cada momento de nossas vidas. Alguns são puramente culturais como, por exemplo, vestir roupa de frio quando se percebe que está chovendo. Claro que chuva não está associado a frio, da mesma forma que luz solar brilhante não é garantia nenhuma de calor. O problema reside no que chamamos costume cultural que nasce de uma falha perceptiva sensorial.
João Oliveira

Porta aberta

Existe uma grande preocupação para o enfrentamento do processo de recrutamento e seleção. Podemos encontrar vários livros que ensinam técnicas de como o candidato, futuro colaborador, deve se portar e com detalhes que vão da melhor forma de exprimir sua linguagem corporal até dicas de como enfrentar as dinâmicas e entrevistas. No entanto, não há grande preocupação com o processo de saída da instituição. Praticamente ninguém é treinado para, no momento da saída de uma empresa, fazer isto da melhor forma possível para deixar a porta aberta caso algum dia precise voltar ou, o melhor, causar uma excelente impressão, nos momentos, que poderá ser seu cartão de visita para futuras oportunidades.
João Oliveira

Manifestações em greves: emoções em jogo

A Lei Nº 7.783, de 28 de Junho/89 versa sobre o direito de greve e as responsabilidades dos grevistas diante das necessidades inadiáveis da população em serviços essenciais. Algumas pessoas podem pensar que fazer greve é o simples ato de cruzar os braços paralisando uma produtividade qualquer. Na realidade existe um rito legal que deve ser cumprido para que o movimento esteja dentro dos parâmetros da lei. Seguir as orientações das assembleias sindicais, notificar a entidade patronal ou empregadores com antecedência de até 48 horas e manter o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve, estão entre as mais importantes.
João Oliveira

O salário está justo?

Muitas vezes os colaboradores questionam se estão, ou não, recebendo uma justa remuneração mensal pelos seus serviços prestados à instituição na qual atuam. Os valores pagos para os mesmos cargos podem variar de acordo com fatores diversos e, nem sempre, a melhor remuneração está diretamente ligada ao pagamento em dinheiro propriamente dito. Existem outros elementos que configuram bônus e que não aparecem no extrato bancário.
João Oliveira

O novo mercado de trabalho

O ambiente no mercado de trabalho vem mudando bastante nos últimos anos, principalmente, após o surgimento dos sistemas de gestão. Afirmar que a culpa pela recente transformação é somente obra da tecnologia que cria, a cada instante, novas ofertas de serviço, que necessitam de ágeis operadores, também seria um exagero. Outras circunstâncias alteram o perfil do corpo laboral atual como formação e a busca por uma melhor qualidade de vida.
João Oliveira

Saúde no trabalho

Já se foi o tempo em que a manutenção da saúde no ambiente do trabalho era possuir um consultório, ou melhor, um ambulatório para emergências na empresa. A figura da enfermeira com o dedo nos lábios pedindo silêncio ainda persiste nestes locais, que são úteis, claro, mas configuram apenas um detalhe em meio a tantas outras ações que preventivamente podem ser desenvolvidas pela instituição. Ocorre que sempre que se fala em implementar alguma intervenção na empresa alguém do setor financeiro apresenta uma planilha de custos que inviabiliza a ação antes mesmo do término da apresentação.
João Oliveira

O último prazer

Um pensamento pode vir à cabeça de qualquer pessoa em algum momento: qual será o meu último prazer em vida? Claro que prazer é algo subjetivo e, para determinar qual será o último, ou os últimos, necessitamos ter uma idéia do que significa prazer para você hoje. Afinal, essas escolhas podem influenciar de modo crucial no resultado final do aspecto do prazer. Antes precisamos delinear o que seria prazer. Existe uma certa confusão entre felicidade, prazer e euforia. Podem parecer bem semelhantes mas, o resultado, no aspecto físico e que torna tudo diferente.
João Oliveira

O novo mercado de trabalho

O ambiente no mercado de trabalho vem mudando bastante nos últimos anos, principalmente, após o surgimento dos sistemas de gestão. Afirmar que a culpa pela recente transformação é somente obra da tecnologia que cria, a cada instante, novas ofertas de serviço, que necessitam de ágeis operadores, também seria um exagero. Outras circunstâncias alteram o perfil do corpo laboral atual como formação e a busca por uma melhor qualidade de vida. Quando a empresa está mais voltada para o ambiente tecnológico, muitas vezes, a geração Y é preferida em relação às outras.
João Oliveira

Cabo de guerra

Lutar contra uma situação ou alguma posição ideológica (opinião) de outra pessoa pode muitas vezes custar o relacionamento. Ninguém gosta de estar errado e saber usar estratégias de negociação para solucionar conflitos pode ser a melhor saída para estes momentos. Sabemos que duas pessoas, com opiniões diferentes, podem debater durante décadas e nunca chegar a uma conclusão. Um exemplo básico é se pegarmos dois torcedores de times opostos e, cada um deles tentar converter, o outro, a mudar de time. No primeiro momento eles irão elencar as qualidades, títulos do seu próprio time, após alguns minutos irão colocar na mesa os fracassos do time adversário. Assim, ninguém troca de time, a amizade pode acabar e ainda saem mais convencidos que seu time é o melhor pois acabou de relembrar muitas glórias do passado.
João Oliveira

A jóia da verdade

O Sultão andava de um lado para o outro na torre de observação sempre mirando a linha do horizonte no deserto. O mercador que estava trazendo a Jóia da Verdade já demorava cinco dias além do prazo estipulado. Não era medo de perder o valor pago que o deixava assim, era a ansiedade por ter as perguntas respondidas. A Jóia da Verdade sempre responde três perguntas ao seu novo dono, depois disto ela se silencia para sempre para esta pessoa. O dono, que já teve suas perguntas respondidas, pode então vender a jóia mas, não sem antes, fazer um elaborado ritual de entrega.
João Oliveira

Não é engraçado como são as palavras?

Elas podem ser lidas (como agora), pensadas, faladas, escritas, rimadas, cantadas... Impressionante o que se pode fazer com um grupo de palavras: elogiar, ofender, defender, revelar, mentir, explicar, complicar. Justamente as palavras é que formam os pensamentos então, os cientistas descobriram isso, então uma pessoa que possui muitas palavras na mente pode elaborar melhor seus pensamentos. Pensando nisto me veio à cabeça uma possibilidade: será que as pessoas que possuem idiomas mais complexos têm desempenho melhor no seu dia a dia produtivo? Ou, pensando mais um pouco, a genialidade está atrelada ao cabedal linguístico adquirido por uma pessoa? Na verdade o pensamento mais rápido nem é composto por palavras, elas até prejudicam o modo de pensar; as imagens é que podem acelerar o processo de tabular conteúdo e obter insights.
João Oliveira

Vírus KM 137

Com o surgimento das drogas de controle os infectados, agora, podem quase viver normalmente. A química consegue desacelerar o ciclo celular e, embora não destrua o vírus, permite uma longevidade quase normal aos infectados. Não há cura (esqueça isso) temos controle. O que mudou em nossa sociedade com este vírus? Podia-se pensar que a doença sempre é ruim e que pode destruir uma civilização. Não foi exatamente isto que ocorreu com nossa espécie: aprendemos a aproveitar o melhor da situação.
João Oliveira

O peixe voador

Um grupo de pessoas pode estar se lançando em mundos diferentes, além do horizonte conhecido de seus pares, isso traz uma grande satisfação e vontade de partilhar novas informações. No entanto, pense bem, isso pode não ser bem recebido por quem nunca foi além de suas próprias fronteiras. Também é bom pensar que, por mais que possamos ir para cima, existe sempre alguém que voa muito mais alto e que, só podemos perceber sua existência, quando mergulha em nosso campo de visão. A única vantagem do olhar pós muro é tomar conhecimento de nossas limitações e, com determinação (alguns chamam de sorte), poder usar essas informações para novas tomadas de decisões em nossas vidas.
João Oliveira

Matei um homem

Saber reconhecer suas falhas pode ser o fator mais importante para o crescimento pessoal. Entretanto, não é possível matar parte de você como se fosse um jornal velho que queimamos no quintal. Sempre haverá lembrança dos erros e isso pode ser o guia para os acertos futuros. (...) Falar disso me causa uma sensação de livre arbítrio como nunca tive antes. Tomei a decisão, olhei para a meta final e sigo caminhando. Nem sei porque motivo você elenca este assunto agora. Deixe isso no passado. Já confessei meu crime. O que tenho de pagar?
João Oliveira

O estacionamento

Há algum tempo eu estava conversando com um amigo que construía um grande estacionamento. Ele me dizia da importância de conhecer o fluxo de veículos por dia, o tipo de carros, seu peso e o horário de funcionamento para poder prever o perfil da obra que iria fazer. Não me pareceu algo complicado, afinal estacionamentos são todos iguais é um espaço plano, com um piso concretado e faixas que sinalização onde se pode parar. Na verdade, neste dia, descobri que isso pode ser apenas parte da realidade. Os estacionamentos são muito diferentes, uns dos outros, na sua estrutura de base. O que fica sob a terra e não podemos ver quando utilizamos seu espaço.
João Oliveira

A carta

Querido amigo, escrevo esta carta no intuito de remediar a longa ausência de contato entre nós. Escolhi este método por ser pouco usual e existir além da temporariedade. Veja, hoje na era cibernética é fácil mandar e-mails, sms, falar ao celular, mas, carta de papel, escrita a caneta, é uma coisa cada vez mais rara. Acredito que escrever com a mão sobre o papel transmite um pouco da emoção que se sente no momento. Justamente esta emoção eu gostaria de transferir para você, embora eu tenha certeza que pouco será útil nestes dias mas, que sabe, pode vir a completar a lacuna vazia de alguém neste vasto mundo.
João Oliveira

O novo mercado de trabalho

O ambiente no mercado de trabalho vem mudando bastante nos últimos anos, principalmente, após o surgimento dos sistemas de gestão. Afirmar que a culpa pela recente transformação é somente obra da tecnologia que cria, a cada instante, novas ofertas de serviço, que necessitam de ágeis operadores, também seria um exagero. Outras circunstâncias alteram o perfil do corpo laboral atual como formação e a busca por uma melhor qualidade de vida. Para começar este tema temos um setor de RH que se depara com o enfrentamento de uma C.O. (cultura organizacional) fracionada pelas gerações: Geração Y (16-30 anos); Geração X (31-46 anos); Baby Boomers (47-65 anos) e os Tradicionalistas (66-86 anos). Cada qual com o seu perfil e universo próprios, dividindo o mesmo espaço na instituição. São conhecimentos técnicos e experiências de vida cruzando corredores sem compartilhar, devidamente, seus conteúdos.