Humberto Pinho da Silva

De quem é a culpa de tanta violência?

Por em 18/09/2014
De quem é a culpa de tanta violência?

As nossas novelas televisivas, o cinema, não têm, em regra, enredos que eduquem a sociedade, mas lavagens cerebrais, no intuito do povo, aceitar, como normal, comportamentos degradantes. Como querem que hajam cidadãos honestos, se desde criança veem: corrupção, atos indignos, falta de obediência e violência? A escola pública, local onde devia haver respeito, disciplina... »

Hoje todos sabem tudo…

Por em 07/09/2014
Hoje todos sabem tudo…

Sempre que abro o aparelho de TV e vejo entrevistas ou colóquios de entendidos, verifico que – não há médico que não conheça a cura certa para quase todos os males; político que não saiba resolver qualquer situação; economista que não consiga – quase por magia, – equilibrar as finanças; e intelectual que não... »

O velho relógio de corda

Por em 15/08/2014
O velho relógio de corda

São quatro horas de tarde escaldante. O velho relógio de parede acaba de dar quatro sonoras badaladas, que ecoaram pela casa deserta e silenciosa. O centenário relógio de pêndulo, movido a corda, foi de minha bisavó Júlia. Sempre o conheci suspenso da parede, forrada a papel encarnado, da pequena salinha de jantar, onde tomávamos... »

O melhor amigo de Mozart

Por em 12/07/2014
O melhor amigo de Mozart

Ao ler a biografia do compositor Mozart, fiquei impressionadíssimo com a dedicação do seu cão Pimperl; o único, que indiferente à violenta intempérie, que desabara sobre Viena, acompanhou-o até ao cemitério de São Marxer, atrás do carro que transportava o compositor. Até à igreja de Santo Esteves, três ou quatro amigos, provavelmente admiradores do... »

A Teologia da Prosperidade

Por em 30/05/2014
A Teologia da Prosperidade

Graças aos modernos meios de comunicação, o Evangelho foi praticamente difundido em todo o mundo. Mas, infelizmente, o cristianismo, tendo ganho em quantidade, perdeu, e muito, em qualidade, porque nas últimas décadas surgiram seitas, apelidadas de neopentecostais, que exercem “evangelização” agressiva, baseada em marketing empresarial. Como se fossem simples estabelecimentos, vendem produtos que vão... »

Receita para ter sempre razão

Por em 09/04/2014
Receita para ter sempre razão

Entre os poucos amigos de meu pai, havia o Mário Macedo. O Mário, era um jovem de vinte e poucos anos, magro, alto, bem-falante, e de resposta pronta. Certa ocasião veio a nossa casa, e como amigo que era, foi recebido na pequena salinha, contigua à cozinha, onde tomávamos as refeições. As cerimoniosas eram... »

Jean Guitton: uma cena curiosa da sua vida

Por em 18/02/2014
Jean Guitton: uma cena curiosa da sua vida

Prestes a iniciar a vida militar, Jean Guitton, acercou-se de sacerdote para expor-lhe problema que há muito o inquietava. Estava acostumado, ao entrar no seu quarto, ajoelhar-se para fazer as orações da noite. Ora, receava que os colegas o levassem ao ridículo, por manter tal prática. O sacerdote, ligeiramente embaraçado, respondeu-lhe que era dever... »

A manipulação da sociedade

Por em 30/12/2013
A manipulação da sociedade

Na segunda metade do século XX, para se avaliar a força da publicidade invisível, realizou-se, na cidade de Nova Jersey, nos Estados Unidos, curiosa experiência: Foi colocado, em sobreposição, por segundos, no filme que estava a ser projetado num cinema, publicidade à Coca-Cola e a Pop Corn. Verificou-se que no intervalo, o bar da... »

Doze anos de prisão por mentira da filha

Por em 25/11/2013
Doze anos de prisão por mentira da filha

O introito vem no intuito de abordar o insólito caso, que esteve em voga, em França, no início do século: Virginie, de 14 anos, frequentava colégio em Reims. Em íntima confidencia, segredou a amiga, que fora violada pelo pai, empresário, de origem portuguesa. Pediu-lhe, todavia, encarecidamente, que não revelasse o segredo. Por que mentiu?... »

O medo à Bíblia

Por em 13/11/2013
O medo à Bíblia

Todos sabem que em tempos medievais, ler a Bíblia era crime grave. Crime que penalizava raros, pois só os que conheciam latim, tinham acesso ao livro; e esses eram quase todos sacerdotes, por isso, estavam livres de castigo. Do assunto e muito mais, conta Mário Martins, em livro do Instituto de Cultura Portuguesa. Meu... »

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