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Guilhermina Coimbra

A Venezuela e o Brasil

A Venezuela se transformou no país que mais vem contribuindo para o resultado positivo da balança comercial do Brasil, com exceção da Holanda (porta de entrada da Europa) e a China. O Brasil vende para a Venezuela carne, aviões, e compra da Venezuela, petróleo e derivados
Guilhermina Coimbra

A atual percepção da população brasileira

Por mais que façam estardalhaços midiáticos na tentativa de distraírem a atenção pública, desinformando-a, a população brasileira é perceptiva. No Brasil, o entendimento tem sido o de que nada é exatamente como parece. Principalmente, o publicado.
Guilhermina Coimbra

A venda dos ativos públicos brasileiros

Cinismo, sim, porque, sabem muito bem o que os políticos brasileiros pretendem fazer, quando falam em democracia. No Brasil, nem mesmo as torcidas dos menores clubes de futebol têm dúvidas sobre o real significado desta palavrinha mágica, “Abre-te-Sézamo” de muitas falcatruas.
Guilhermina Coimbra

Invasão comercial das fronteiras do Brasil

A população brasileira não aceita que os lucros, a renda a ser auferida no Brasil, com transações iguais a ora relatada, venha a beneficiar caixas de tesouros alienígenas, prejudicando os contribuintes de direito e de fato residentes no Brasil.
Guilhermina Coimbra

A percepção brasileira

Somente os medíocres, sem cultura, nem grandeza de pensamento, cooptados pelas grandes corporações bancárias e industriais, ignoram a auto-suficiência do Brasil que necessita urgentemente tê-la bem administrada em benefício dos residentes no país.
Guilhermina Coimbra

Os discursos ineficazes dos parlamentares do Brasil

Os parlamentares esforçam-se para demonstrar erudição, esquecidos de que a população que os remunera, não quer ouvir discursos, chamados pela população de “blás, blás, blás”, sem conteúdo. O Brasil merece respeito.
Guilhermina Coimbra

Contribuintes brasileiros têm razão de estar indignados

Estudo realizado pelo SINDIFISCO e divulgado há poucos dias mostrou que, se a tabela do Imposto de Renda tivesse sido corrigida pela inflação acumulada nesse período de mais de duas décadas, a faixa de isenção seria de R$ 3.460,50, e não de R$ 1.903,98, valor atual.
Guilhermina Coimbra

Construção civil, a maior empregadora do Brasil: obras, já!

A construção civil brasileira está inerte, desempregando milhares de cidadão brasileiros. A inércia da construção civil brasileira está estimulando a violência. Empregar a mão-de-obra desqualificada no Brasil é mais do que urgente e premente.
Guilhermina Coimbra
Guilhermina Coimbra

A memória nacional e o nacionalismo brasileiro

E os brasileiros sabem o que é nacionalismo? Sabem sim. O brasileiro é nacionalista sem se dar conta de que é. Há que respeitar o nacionalismo brasileiro, inclusivo e amigo. O Brasil merece respeito.
Guilhermina Coimbra

O território do Brasil não é só a parte demarcada e medida

O Brasil é país de inumeráveis oportunidades de ganhos. Há que se oferecer opções, entre as inumeráveis alternativas, porque, o entendimento sobre a necessidade de se reservar o território do Brasil está, de acordo com a moral, a justiça e o Direito Internacional: portanto, fora de qualquer tipo de negociação.
Guilhermina Coimbra

Os interesses do Brasil não defendidos no Congresso Nacional

Os residentes no Brasil remuneram os representantes no Congresso Nacional para apoiar e defender os interesses mais importantes do Brasil, país onde residem. O interesse mais importante para todos os Estados ao redor do mundo é o de assegurar o fornecimento de energia.
Guilhermina Coimbra

O povo escolhido para governar o Brasil

No Brasil, é de domínio público o conhecimento de que a Companhia Siderúrgica Nacional privatizada e sob o comando de judeus - está devendo cerca de R$ 1 bilhão à Receita Federal. Este não pode ser o comportamento de quem historicamente deve tanto – o próprio território - ao Brasil. A sonegação fiscal representa uma sangria de mais de R$ 500 bilhões de reais ao Erário Público brasileiro.
Guilhermina Coimbra

Pré-sal: a política inteligente

O pré-sal é considerada uma das mais inteligentes estratégias em favor dos interesses da população do Brasil, permitindo que 50% das ações das ações fossem para as mãos de estrangeiros-não-residentes no Brasil, significou que metade da fabulosa riqueza do pré-sal passasse a ser propriedade de não-residentes no Brasil.
Guilhermina Coimbra

O Brasil agrário, industrializado, das fontes geradoras de energia

Os estudantes brasileiros têm que ter a consciência de que o país no qual nasceram e residem é país agrário, industrializado e de minas. Vale dizer: o Brasil se basta! “Globalizar” o Brasil significa transformar o país em uma filial de Estados cujos interesses são completamente alheios aos interesses dos residentes no Brasil.
Guilhermina Coimbra

O Brasil e a opinião pública mundial

Está faltando divulgação pública mundial para a compreensão sobre os verdadeiros objetivos de todas as campanhas desmoralizantes do Brasil atual. A população brasileira se recusa a aceitar que uma potência como o Brasil seja condenada à ruína crônica e à irrelevância.
Guilhermina Coimbra
Guilhermina Coimbra

A maioridade penal no mundo

O que interessa à população brasileira é a certeza de que menores deixam de ser menores a partir da prática do crime e a certeza da existência de punição enérgica para menores criminosos.
Guilhermina Coimbra

As mudanças necessárias e urgentes: o jurídico e o político

Decodificar as informações é assumir a responsabilidade de mostrar o invisível no discurso. Significa trabalhar em benefício de todos, tentando fazer compreender os discursos de autoridades nacionais, internacionais e da mídia desinformada - na melhor das hipóteses. Objetiva fornecer argumentos para que a população brasileira pesquise e, esclarecidamente, consiga reverter o curso das políticas que os “discursantes” pretendem para o Brasil.
Guilhermina Coimbra

Denúncia! Emenda de Renan Calheiros pretende acabar com o urânio no Brasil!

Imaginem que a Proposta de Emenda Constitucional/PEC do senador Renan Calheiros defende o fim do monopólio constitucional do urânio. Contrariando a Constituição Federal, a PEC do senador pretende acabar com o monopólio constitucional do urânio, em atenção a interesses de fora do Brasil. Pragmaticamente, quando o referido senador propõe o fim do monopólio do urânio, o referido senador está defendendo que a receita originária da exploração do referido minério deixe de enriquecer a Caixa do Tesouro Nacional e passe a enriquecer a caixa do tesouro nacional de outros Estados que não o Brasil. Investigar é preciso. Países desenvolvidos constroem depósitos de urânio (Fort Knox, EUA) extraídos de países cujos governos mal informados, na melhor das hipóteses, permitem a extração.
Guilhermina Coimbra

O Brasil e os telhados de vidro de seus representantes

Os governantes do Brasil precisam atentar para fato de que estão governando a população, o território e a soberania do Brasil. Vale dizer: estão governando o Estado brasileiro. Não são meros feitores-administradores coloniais, a serviço das metrópoles. Daí porque devem obrigatoriamente absorver as qualidades e as propriedades de estadistas. O Estado brasileiro tem sido alvo de táticas e estratégias concebidas e praticadas, de modo a explorá-lo até a exaustão.
Guilhermina Coimbra

A visita da presidente

Os efeitos da visita da Presidente do Brasil à Washington, D.C., repercutirão sobre a população brasileira. (...) Sob o mandato da atual Presidente, o Brasil está agindo com rapidez para frustrar a vulnerabilidade brasileira à espionagem eletrônica de fora do Brasil. Dias após a reeleição da Presidente, a companhia estatal Telebrás anunciou planos para a construção de um cabo submarino de telecomunicações por fibra ótica com Portugal através do Atlântico. O planejado cabo da Telebrás se estenderá por 5.600 quilômetros, da cidade brasileira de Fortaleza até Portugal, representando uma ruptura maior no âmbito das comunicações transatlânticas, até então, sob domínio da tecnologia norte-americana.
Guilhermina Coimbra

O que seria um estadista na presidência do Brasil?

Depois do Governo de Getúlio Vargas e dos Governos Militares – execrados os dois, porque contrariaram e frustraram a pretensão dos interessados em governar o Brasil de acordo com interesses de fora do Brasil, ou seja, ter o Brasil, como colônia, com meros presidentes-feitores-capatazes, servindo aos interessados – o Brasil não teve mais nenhum Estadista no governo. O Estadista sabe que, quase sem exceção, o Brasil vem sendo governado em benefício das metrópoles-patrocinadoras dos eleitos. O Estadista sabe que o Brasil tem sido há mais de 60 anos governado de fora para dentro.
Guilhermina Coimbra

A metalinguagem na segurança pública do Brasil

São os deputados federais e os senadores os responsáveis pelo estado de insegurança pública vigente atualmente de Norte a Sul do Brasil. Os ausentes de saber, por falta de informação e os nem tão mal informados assim, costumam repetir "ad ignorantia" ou maliciosamente, que “a policia prende e o juiz solta”, mas, não é o juiz quem solta. O juiz obedece a hierarquia das leis, examinando o que diz Constituição Federal, as Emendas, as Leis Complementares e as Leis Ordinárias. É a lei que manda, dispõe, ordena e exige que o juiz coloque em liberdade criminosos, árdua e perigosamente presos pela polícia. O juiz limita-se a aplicar e somente pode fazer o que a lei ordena. Assim, repita-se até a exaustão: quem solta o criminoso preso árdua e perigosamente pela polícia é a lei.
Guilhermina Coimbra

Decodificando o ainda não-decodificado

Decodificar o discurso significa trabalhar em benefício de todos, tentando fazer compreender os discursos competentes de autoridades nacionais, internacionais e da mídia - na melhor das hipóteses - desinformada. Decodificar o discurso significa tentar esclarecer em linguagem didática e fornecer argumentos para que, devidamente esclarecida, a população brasileira, possa mudar o curso das políticas que os “discursantes” pretendem para o Brasil: o contribuinte de fato e de direito de todos os ônus dos investimentos. Decodificar o discurso mão é mero diletantismo, ou prazer intelectual.
Guilhermina Coimbra

Eletronuclear

A geração da energia nuclear é comércio como outro qualquer, com o agravante de que os interessados em monopolizá-lo e cartelizá-lo são concorrentes ferozes, desleais, falsos, dissimulados, que costumeiramente utilizam-se de colaboradores (ou, serão colaboracionistas?) para através de propagandas enganosas colocar a população brasileira contra a sua utilização no Brasil – porque querem o Brasil como país-extrator de matéria-prima nuclear "in natura" e comprador eterno da tecnologia extremamente dispendiosa fornecida por eles. Como o Brasil tem as maiores jazidas de urânio – o qual, enriquecido é o combustível do Século – e já detém a tecnologia de sua transformação em combustível – os concorrentes desleais (não são todos, somente os notoriamente desleais) procuram desesperadamente uma forma de desmoralizar o Programa Nuclear Brasileiro através da tentativa de desmoralização de seus diretores, funcionários etc., etc...
Guilhermina Coimbra

A reforma política

A reforma política é um tema de fundamental importância para o Brasil. Tem que ser feita cuidadosamente. Os constituintes brasileiros, desde a primeira Constituição (1.824) até a Constituição de 1988, sempre demonstraram conhecimento de Teoria Geral do Estado e tiveram a inteligência de preservar para uso dos residentes no Brasil, o que de melhor o Brasil possui: o seu território. Da verdadeira reforma política dependerá o Brasil dos brasileiros ou, o Brasil obediente às ordenações dos impérios e governado pelos feitores.
Guilhermina Coimbra

A inteligência dos inteligentes

Os EUA vivem uma situação energética temporariamente confortável, por causa da nova tecnologia que lhe permite explorar o petróleo de xisto. (...) A economia brasileira, não é, nem de longe, tão dependente do petróleo como Rússia ou Irã. A queda no preço do barril apenas leva a Petrobrás a postergar investimentos, enxugar custos, estabelecer prioridades, aguardando a poeira assentar, e as coisas se normalizarem. Como o Brasil, assim como os EUA, ainda consome mais do que produz, a queda nos preços do petróleo ajuda a derrubar a inflação.