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Érick Ramos

Entre duas pessoas o amor “o verdadeiro e solitário”

Entre dois amantes há um amor envolvido em duas definições, o verdadeiro e o solitário. O verdadeiro, porque, os dois tem que se amar, dedicar-se um ao outro de verdade, sem traições, sem preconceito, amar de verdade, sem iludir, e, por vezes, temos que ter o amor solitário, o amor restrito, aquele que mesmo não tendo a outra metade perto da gente, temos que ficar só, sem procurar um outro alguém para substituir aquela pessoa. Às vezes podemos estar muito sozinhos, mas mesmo assim, tem que haver dentro de nós um amor solitário, entrar em nosso quarto e ficar pensando em si e naquela pessoa que queria que estivesse ao lado naquele momento.
Érick Ramos

Contrariedade entre certo e errado

Não tenha em si as coisas toscas as quais o mundo nos oferece. Dedique seu tempo a tudo aquilo que realmente te dará algum lucro, lucro para viver, para sonhar ainda mais, mas não deixe que sonhos se acumulem, realize cada qual em seu momento, viva-os, não aceite limitações, não aceite um tempo finito, viva o ilimitado, o ilimitado aos sonhos, aos anseios, mas nunca seja um badeco, como diz Bob Marley, “Se você obedece todas as regras, acaba perdendo a diversão”. Por isso, não deixe de ser crítico, às vezes o que obedecemos, nem é sempre para o nosso bem, e nem para o bem do outro, às vezes é para o bem de quem obedecemos, e não obtemos ganho nenhum com isso.
Érick Ramos

Namorar ou ficar?

O “ficar” pode se tornar um “namoro” depois de um tempo, mas se isso não ocorre, sentimentos vão se acumulando, vamos guardando marcas dentro de nós, marcas que mesmo depois de um tempo namorando, elas nos provoca, e nos provoca profundamente. Não sabemos o que fazer, não conseguimos esquecer, e é aí que o passado nos incomoda, não resistimos. Se houvesse, quem sabe, a possibilidade de vermos em apenas uma pessoa o “diamante” que ela possui, e assim, querer tê-la para sempre, perceberíamos que depois de um tempo outros valores se aprimorariam, e assim, perceber que valeu a pena ter lutado por aquela pessoa.
Érick Ramos

Sacralidade preconceituosa

Tudo o que é preconceito, vem daquilo que vivemos dia a dia, aprendemos com os amigos, com os colegas, com os companheiros do cotidiano a tratar o outro não com o próprio nome dele, mas com um apelido dado pelos próprios amigos. Porém, a incapacidade de nos reconhecermos vai bem aos poucos nos tornando indigentes da realidade, nos formamos apenas indivíduos e não a pessoa propriamente dita humana. Com a vida aprendemos que nada é tão difícil, nada é tão impossível como pensamos ser, mas é daí, do primeiro passo, da primeira atitude que tomamos, que começamos a nos tornar, quem sabe talvez “modernos” demais, e assim nos achamos melhores que os outros, e por isso damos a ele um preconceito, tanto racial, como social ou sexual. Não gostamos de suas atitudes, e por que não gostamos, os prejudicamos.