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Eraldo Bulhões Martins

Que viva a sociedade sanitária!

Se a vigilância sanitária está adormecida não sabemos, mas somente ela não adianta. Carecemos de uma consciência geral: uma sociedade sanitária. Consciência essa que já vem crescendo em relação ao tabagismo, ao alcoolismo, à poluição, à dengue, à febre amarela, às doenças infecciosas, às drogas, e etc... Um dia "D" da dengue é insuficiente. No último que foi realizado, um fato marcante foi a iniciativa do poder público em providenciar a retirada das carcaças de automóveis da Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro, e acabar com os macro-focos de Aedes aegypti nos ferros-velhos.
Eraldo Bulhões Martins

Fumacê, um crime sanitário!

As secretarias municipais de saúde insistem em jogar no ar substâncias químicas para atingir os Aedes Aegypti. Ocorre que paradoxalmente atingem a população. Os ovos do Aedes Aegypti ficam um ano nos locais secos e são impermeáveis às substâncias químicas, que só matam os mosquitos adultos, os quais vivem só 30 dias. Continuam enganando a imprensa e, conseqüentemente, a população, dizendo que os mosquitos põem os ovos na água parada. Na verdade, os mosquitos põem os ovos no local seco aguardando as águas das chuvas de verão. Em uma caixa d’água destampada, põem os ovos nas paredes a 02 mm acima do nível do espelho d’água.
Eraldo Bulhões Martins

Por que a Dengue mata?

Questões como o motivo das mortes, hemogramas e hidratação, nem sempre são explicadas. Por isso pesquisadores alertam sobre cuidados que devem ser tomados. Os especialistas sempre acreditam que há ainda muita coisa a ser esclarecida. Questões como o motivo das mortes, a realização de hemogramas e a hidratação, ainda não foram totalmente explicadas. As pessoas mais sadias ou com “competência imunológica tendem a ter reações mais fortes à dengue, quando contaminadas pela segunda vez, independente do tipo de vírus. Esses pacientes têm risco maior de desenvolver o tipo mais grave, ou a dengue hemorrágica.