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Eliane de Alcântara Teixeira

Uma história fantástica: “A Dama do Casarão”, de Milton M. Azevedo

Eu não acredito em fantasmas, mas... Quantos de nós, pressionados, não completaríamos essa frase com ... que tem, lá isso tem? Afinal, somos uma sociedade em que convivem, quase sempre pacificamente, as religiões mais variadas, e onde o mesmo indivíduo não vê nenhuma contradição em ser católico pela manhã, espírita pela tarde e umbandista pela noite. Atitude essa sintetizada por Riobaldo, protagonista narrador de Grande Sertão: Veredas, ao dizer que a salvação da alma é “muita religião, seu moço! Eu cá, não perco ocasião de religião. Aproveito de todas. Bebo água de todo rio... Uma só, para mim é pouca, talvez não me chegue.”.