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Eduardo Aquino

Saudável é ser bem-casado ou sozinho bem-resolvido

O certo é que existem pessoas que nasceram com um talento incrível para casar ou acasalar, e outros são naturalmente monásticos, livres, esquisitamente independentes, caseiros, ou adoram voar de forma solo.
Eduardo Aquino

Dor do desejo

O desejo não tem asas, arrasta-se nas trilhas mais rasteiras. O desejo não deixa decolar rumo ao paraíso, é lenha para o inferno que criamos a cada instante para nós mesmos e nossos semelhantes. Feliz mesmo é quem se satisfaz com aquilo que tem!
Eduardo Aquino

Receita fácil para ser infeliz

Alguma vez você achou a vida um peso, um calvário? Ou, ao contrário, a cada dia agradece a dádiva de existir, aprender, envelhecer com alegria, sabedoria, entendendo os altos e baixos inerentes ao caminho que separa o nascimento da morte? Saboreie a cada dia o dissabor de viver. Mas não reclame.
Eduardo Aquino

Durma com os anjos

Dormir deveria ser uma dádiva, uma ode ao deus grego Morfeu. Infelizmente, passou a ser uma disfunção, um problema, uma neurose e um temor ter insônia. Assaltados por fantasmas de sofrimentos antecipatório, preocupações irrealistas e falta de fé.
Eduardo Aquino

Baixa autoestima: os que adoram se odiar

O achar-se pior que todo mundo virou lugar-comum. Não há photoshop, botox ou roupa de marca que resolva. Amor próprio não se compra, não se maquia, não se inventa... Amor próprio desenvolve-se com muita humildade, zelo, carinho e coragem.
Eduardo Aquino

O inventor do mentirômetro

Mentir faz parte da existência humana desde o começo dos tempos. Há os que dizem que nunca mentem... Mas não têm como comprovar, o que é uma grande injustiça. Afinal, a realidade não é mesmo uma grande ilusão e mentira?!
Eduardo Aquino

Angústia agitada ou depressão acelerada?

Existe uma lenda de que alguém deprimido ou muito angustiado é aquele ser acamado, desvitalizado, trancado em um quarto escuro, preso a ideias negativistas, invadido por ideias de auto-extermínio. Sim, muitas vezes esse é o estereótipo clássico do depressivo.
Eduardo Aquino

Aos que se angustiam no Natal

É bem verdade que o Natal não é mais o mesmo. Perdeu a magia e o encanto, com uma superpopulação de Papai Noel que Deus me livre! Dos sofisticados shoppings, onde decorações exuberantes estimulam filas de consumidores e selfies intermináveis, até os Papais Noéis mambembes de pequenos comércios, ou os populares
Eduardo Aquino

A opção por sofrer é um vício

Se você é daqueles que sofre por antecipação, é preocupado crônico, vive se queixando de tudo e de todos, acha a vida um calvário, se vitimiza, tem a síndrome do coitadinho; talvez possa se interessar por novidades que a ciência tem a te ensinar.
Eduardo Aquino

Decepção com medicação psiquiátrica

Que saudades dos antidepressivos endovenosos que foram fabricado no Brasil até 2007. Hoje é uma burocracia importá-los da Europa, onde continuam a ser usados com tremendo sucesso. Se tivesse nos postos de saúde públicos, a maioria dos que sofrem de sintomas com exames normais se beneficiariam com tratamentos simples, baratos eficazes.
Eduardo Aquino

Inveja

A inveja é tão antiga quanto humana e, se investigarmos comportamentos animais, lá estará essa característica. Talvez negar a inveja seja uma armadilha que nos condenará a um confronto com nosso orgulho, com nossa vaidade, com nossa arrogância e com nossa falsa humildade.
Eduardo Aquino

Separação, divórcio: do amor ao ódio, da paz ao perdão

Conta a lenda que o amor é lindo! Visto de longe, postado nas redes, até a página oito, diriam os mais céticos. Contado em romances, rimado em prosas e versos, vendidos em melosos filmes hollywoodianos, enlouquecem histriônicos adolescentes de todas as idades.
Eduardo Aquino

Sexo: piorando a cada dia…

Não faz tanto tempo publiquei nesta coluna dados de uma extensa pesquisa com população urbana que mostrava que, dentre as atividades que as mulheres mais desejavam fazer no ano que viria, o sexo estava em nono lugar. Repito, nono!
Eduardo Aquino

Viver a dois: a arte de amar!

Viver é tentar. Quem mais tenta mais experimenta. O desafio é que tentativas geram acertos e erros e aí o bicho pega. Existem aqueles que morrem de medo de errar. Deixam de viver e amadurecer. Outros, não admitem errar e passam a vida justificando, dando desculpas, brigando, reclamando, mas não amadurecem, pois repetem os mesmos erros. Paixão é intoxicante, um vício embriagante que nos alucina.
Eduardo Aquino

Preocupação mata todos os dias e nos impede de viver

Triste o mundo mental dos preocupados, diria, que infernal. Afinal, vivem morrendo e renascem sempre com as preocupações torturando-os com chicotes de culpa, de ciúmes, de raiva, de perfeccionismo, de obrigações e deveres, do medo de errar, de ser mal falado, de envelhecer, de engordar ou sei lá mais o quê. Ser traído? Pecar? O que não falta é fantasma para assombrar sua pesada existência.
Eduardo Aquino

De caçadores de alimento a de Pokémon: evolução humana

Nas ruas, um bando de mortos-vivos são atropelados, trombam, caem de meio-fio, são assaltados, estuprados, abandonam o estudo ou o trabalho, batem o carro, são atraídos por anúncios de lojas, são monitorados por GPS por todos os serviços secretos ou manipuladores do Google e de outras vendedoras de dados e localizações. Os banditismos virtuais se deliciam com os bobões que domesticaram e que gastam dinheiro para ficarem conectamos na caça ao nada ou coisa nenhuma, que chamamos bichinhos do Pokémon.
Eduardo Aquino

Se eu fosse você…

Somos um bando de terapeutas, conselheiros, pastores ou sacerdotes da vida alheia. No bar, no trabalho, na fila de banco, no convívio social. Adoramos o mantra do “se eu fosse você...” Resolvemos com incrível destreza dramas, traumas E infelicidade dos outros que nos rodeiam. Temos soluções tão simples, óbvias, que o choro dos que nos rodeiam parece um exagero, dramalhão tão simples, que não resistimos ao papel de filósofos de mesa de bar.
Eduardo Aquino

Fobias e mais fobias

Nós vivemos a era do medo. Cativos em prisões domiciliares, sufocados por grades, vigiado por câmeras. Nunca estamos seguros. Os olhos estão sempre abertos, o coração disparado, a respiração ofegante. Caminhamos à noite, exaustos por trabalho escasso e mal remunerado, por escolas precárias, por faculdades heroicamente mantidas após ilusões ufanistas sempre de “orelha em pé”.
Eduardo Aquino

Santa indiferença, o afeto da nossa era

Gira a roleta-russa que dispara em nossa mente as estranhas características que poderiam descrever qual o afeto que mais demarca nossa era. E, insistentemente, tal qual um letreiro de neon que pisca intermitentemente, a palavra é: indiferença!
Eduardo Aquino

Por que estamos cada vez beijando e abraçando menos?

Um estudo mostra que em todas as faixas etárias está caindo assustadoramente o ritual do beijo e o ato de abraçar os parceiros. Seria por qual motivo? Falta de tempo ou tempo demais voltado para as telas? Uma tendência a indiferença e a praticidade? O sexo fácil e descartável que desincentiva preliminares? Ou, mais provavelmente, a perda de intimidade e estímulo? A conferir em questionários posteriores.
Eduardo Aquino

Geração milênio: bela, solteira e morando com os pais

Atenção os nascidos entre 1978 e 1999: Podem até não ter sido avisados, mas, entre vocês, existem os líderes que nos guiarão num futuro próximo. Favor se apresentarem com urgência, pois, como um bom mineiro, direi que o “trem tá feio”! Infelizmente, estudos comportamentais insistem em caracterizar esse período como a “geração perdida”.
Eduardo Aquino

Desapego: a arte do bem viver

Benditos os desapegados, que entendem as leis naturais, que compreendem os ciclos da vida, que lutam para evoluir, mas sabem lidar com as adversidades e aprendem com elas. Bem-vindos os que amam sem reter, possuir, sofrer com ciúmes, ódios, mágoas.
Eduardo Aquino

Sobre espelhos, imagens e baixa auto-estima

Algumas invenções são tão fantásticas que nos envolvem. Invadem nossa vida e, muitas vezes, óbvias e simples, nem são reconhecidas, embora sejam essenciais. Espelhos são assim. Alguém se imagina sem eles, acordando desgrenhado pela manhã? Ou no trânsito insano prescindir de retrovisores? Ou, antes daquele encontro, não poder dar a conferida final?
Eduardo Aquino

Felicidade, artigo de luxo?

Se alguém, no meio de uma conversa um pouco mais séria e madura, te perguntasse o que significa felicidade, qual seria sua resposta sincera e imediata? Não vale frase feita, de livro de auto-ajuda, nem usar a banalidade que assola a humanidade. Insisto: o que te faz sentir feliz no dia a dia?
Eduardo Aquino

O fim da infância feliz

Ser criança era quase habitar um mundo mágico, onde o lúdico, os prazeres, as descobertas de cada coisa, a saraivada de “porquês” faziam dos dias longos e divertidos uma aventura que demarcavam os amigos da rua, da escola, os primos, os parentes e quem mais viesse.
Eduardo Aquino

Bebida, dos males, o maior!

Considero a bebida a pior droga, a mais devastadora, a porta de entrada para outras paradas. Quanto mais destilada, pior: cachaça, vodca, uísque e tequila. E o que dizer de misturar energéticos? Potencializa os efeitos negativos do álcool. Mas, não custa dizer, para a bebida vale a máxima: “Cada cabeça, uma sentença”. Vamos, então, entender que existem reações ao álcool que vão desde uma resistência tão grande que o sujeito toma uma garrafa de uísque e nada sente até aquele que pode surtar com duas garrafas de cerveja.
Eduardo Aquino

A morte cerebral das escolas públicas

A escola que tem que ressurgir é a que inspira, estimula, se move, cria. Um espaço múltiplo onde pais, alunos, professores e funcionários sintam-se em casa, onde reina o prazer, o desafio. Pois, sendo uma comunidade escolar, ela tem que vibrar, pulsar, reciclar conhecimentos, experimentar e ousar.
Eduardo Aquino

Desintoxicação de eletrônicos

Estava demorando, mas sabe como norte-americano é, não é mesmo? Foi inaugurado o primeiro spa para desintoxicar do vício em telas e eletrônicos ou tecnofilia. Outros já usam o termo “nomofobia” – do inglês “no mobile phobia”, que, em, português daria algo como medo de ficar sem um aparelho móvel ou, simplesmente, temor de se desconectar. O procedimento é isolar o grupo de viciados em smartphone e outros gadgets num ambiente natural, relaxado e sem qualquer conforto, o que inclui eletricidade, obrigando pessoas a se relacionar, cooperar, trabalhar com recursos da natureza, acampados, desenvolvendo habilidades artesanais, dormindo com a escuridão, acordando com o raiar do céu. Um lugar paradisíaco, com luar, pôr do sol, cachoeiras e... sem tecnologia.
Eduardo Aquino

As diferenças entre insônia e dormir mal

Às vezes bato na mesma tecla, pois nada é tão maligno para uma boa qualidade de vida quanto ter uma péssima noite de sono. São tantos os trabalhos científicos que publica-se a cada ano que mal dá para acompanhar. Mas os resultados são muito semelhantes: é inacreditável o custo físico e psíquico de noites maldormidas, desde depressão e transtornos ansiosos, passando por obesidade, doenças cardiovasculares, disfunções hormonais até comportamentos alterados como irritabilidade, agressividade, mau humor, perda de produtividade no trabalho, baixa imunológica, fadiga crônica e, principalmente, graves déficits de memória, que podem resultar em Alzheimer precoce.
Eduardo Aquino

E se Jesus Cristo vivesse na era da internet?

Usaria Jesus para propagar seus ensinamentos as redes sociais? Teria página no Facebook, Instagram? Tuitaria o dia inteiro em sábias frases de 140 caracteres? Faria uso de um canal do YouTube, em que relataria suas andanças por Canaã, sua decepção em Nazaré, ou suas palestras em Jerusalém? Teria com seus discípulos e seguidores um grupo de WhatsApp e de forma obsessiva mandaria e receberia textos cheio de abreviaturas e emojis? Mandaria e-mails reveladores correndo o risco de hackers roubarem seu conteúdo?
Eduardo Aquino

Não há depressão nos selfies!

Você tem uma segunda vida? Habita algum universo paralelo? Quem sabe virou um avatar e sua existência real está em risco de ser extinta? Pois me dei ao trabalho de visitar diversos endereços de amigos e conhecidos, que me cobravam que “sumira”. Afinal, não estou nas redes sociais (ah lembrei, tenho um blog desmobilizado e empacado em uma nuvem qualquer). Facebook, Twitter, WhatsApp, LinkedIn e outras não me cabem. Sou pois um morto-vivo, um sem teto virtual. Não existo, simples assim. Preferi não embarcar nesse universo paralelo virtual para brabeza de filhos, estranheza de sumidos amigos, e censura de parceiros “procuramos seu conteúdo, sua história, mas lamento dizer que Eduardo Andrade Aquino não existe”.
Eduardo Aquino

Timidez que impede sucesso existencial

Estranhas, muito estranhas as publicações que alertam para o alastramento das fobias sociais (medo de falar em público, por exemplo), o aumento da timidez afetiva, social, no trabalho, e a pouco divulgada, mas quase epidêmica, timidez relacional entre pais e filhos. Ora, em um mundo altamente conectado, recheado de redes sociais e de relacionamentos virtuais de toda ordem, como explicar que, na hora dos encontros presenciais, cara a cara, ocorra aquele branco, aquela “sem-gracesa”, aquela falta de assunto, o rosto vermelho, o suor escorrendo em bicas? Timidez é um atraso de vida incalculável. Quantos talentos emudecem pelo temor do julgamento alheio?
Eduardo Aquino

O mundo das mulheres também não vai dar certo!

A única novidade sociológica nos últimos cem anos que merece registro é o crescente e irreversível papel da mulher na sociedade. De escravas do lar, padecedoras no paraíso, procriadoras e donas de casa, ao comando dos usos e costumes, foi um passo. Numa invasão bárbara, incrível e inclemente, o domínio feminino tem se imposto sobre a fragilidade masculina. Afinal, homens são imaturos, bobos e cada vez mais dispensáveis. Os mesmos trogloditas, com a testosterona correndo a mil, impulsivos, sexuais, agressivos, vivendo em confrarias, ou “turmas e galeras”, com a consciência diluída, fazem da mesa do bar – ou da pelada do fim de semana – um palco no qual falar de mulher, futebol, carro, games, sacanagens do YouTube e outras preciosidades do tipo, regadas a mentiras, contar vantagens, querer ser o “alfa”, é o objetivo maior de sua pobre existência.
Eduardo Aquino

A imaturidade no mundo da fofocoterapia

Muitas são as características que nos apontam o que significa ser imaturo. Levadas ao pé da letra, raras são aquelas pessoas que se caracterizam por ter maturidade, sabedoria. Habitamos tempos estranhos, nos quais o anonimato, a falta de privacidade e o radicalismo povoam a terra de ninguém, chamada de internet. Somos hipercríticos, parasitas da fama alheia, queremos ser importantizados fazendo selfies, invadindo redes sociais de famosos para detonar, viciados em invadir intimidades, ou invadidos por famosos de segunda e terceira linha, se expondo em redes sociais. Até aí, tudo bem (ou não?). Nesse universo de “fofocoterapias”, inverdades e versões absurdas, no qual a verdade e os fatos são omitidos ou enterrados em nome de interesses escusos, mal acordamos de uma eleição, em que o nosso país foi pintado em cores pastéis, e nos deparamos com a sombria realidade de um horizonte trevoso e incerto, onde mentiras são desnudadas diariamente.
Eduardo Aquino

A morte anunciada da escola

Sejam as primárias, secundárias ou superiores, as escolas deram origem às comunidades, onde habitavam e orbitavam professores, alunos, pais e funcionários. Desde já, órfãos dessa inenarrável perda, choram e lamentam profundamente o vazio irreparável. Morre, após longa agonia, por falência múltipla de órgãos: falência do MEC, das secretarias estaduais e municipais, das faculdades de pedagogia. Vítima ainda da anemia crônica de verbas, parasitadas por políticos sanguessugas com atuação em desvios de variadas verbas que iam desde as da merenda escolar até a modernização de espaços físicos ou remuneração digna aos mestres.
Eduardo Aquino

Brasil sem Photoshop

O certo é que o censo do IBGE não tem botox, nem plástica: o Brasil está envelhecendo a olhos vistos, não quer casar, não quer ter filhos, sobram mulheres e solteiros, os ricos ficam mais ricos, e os velhos, mais velhos. Em mais três décadas,começaremos a morrer mais que nascer, e, assim, nossa população deixará de crescer e começará a diminuir. Resta a esperança de importar chinês e indiano. Espaço há, e, até pouco tempo atrás, éramos muito abertos e receptivos. Vendo esse retrato do Brasil, recordo-me que parece que ainda ontem diziam que este era um país jovem, de futuro, alegre, uma potência que explodiria logo ali.
Eduardo Aquino

Mistérios do cérebro

Entre mitos, mistérios e surpresas, o cérebro guarda segredos e apresenta revelações que deixam qualquer um de queixo caído. Computador biológico inigualável, tem como função básica a busca incessante de, modificando funções físicas, gerando a consciência e criando um plano psíquico, nos adaptar ao mundo que nos cerca. O cérebro é escravo da mente e patrão do corpo, e se relaciona com a energia psíquica ao pensar, sentir e agir, e, da mesma maneira, tira o sono, faz o peito apertar de angústia, os olhos lacrimejarem pela emoção. Descompensa, quando preocupações irreais assaltam a mente.
Eduardo Aquino

Dormir é um santo remédio!

De impressionar, a quantidade de estudos sobre sono, relógio biológico, ciclos circadianos (nossa ritmicidade a cada 24 horas) e o altíssimo preço que alterações sono/vigília causam na atual geração, urbana, tecnológica, baladeira, com péssimos hábitos e opção pelo artificialismo e alto consumo de bebidas, drogas, soníferos, calmantes, entre outras coisas. Alarmante a constatação de que 7 em cada 10 pessoas se queixam de sono insatisfatório, cansaço ao acordar, ou tem distúrbios severos do sono, como apneia, insônias, síndrome das pernas inquietas, terror noturno, etc.