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Dayse Rizzo

Barney, homenagem póstuma…

Meu cachorro Barney viveu dez anos. Foram anos perfeitos para nós dois. Nós nos amávamos. Ele foi o meu professor de ternura, dedicação e fidelidade. Nunca tive um mestre tão silenciosamente amoroso. Fotografei muito o meu bichinho vira-lata. Alimentei-o com carne moída misturada com arroz, amor e legumes; seus dentes quebrados por tantas travessuras não cumpriam sua função primordial. Vivia na rua parte de seu dia, e adorava crianças. Pela manhã eu conversava com ele que em seguida, saia para a batalha diária. No meio do dia, voltava para comer, passando em revista seu território e tirando uma soneca, no quintal. À tardinha lá estava ele de volta, sujinho e cheio de novas experiências. Eu o saudava e ele respondia, balançando o rabinho cheio de lama, sorrindo como o cachorro do Roberto Carlos. Era linda nossa cumplicidade!
Dayse Rizzo

Síndrome do ninho vazio?

Passei a rever minha vida. Quantas etapas difíceis precisei vencer para, então, experimentar aquela maravilhosa sensação de plenitude. Quanta coragem precisei ter para romper os laços de um casamento que já não existia. Quanta força busquei dentro de mim até descobrir qual era o meu caminho.
Dayse Rizzo

Reflexões

Olho em volta, vejo a grama crescida no jardim que o jardineiro não cortou; vejo o lixo na calçada que o caminhão não levou; as folhas...