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	<title>Debates Culturais - Liberdade de Idéias e Opiniões &#187; David Caparelli</title>
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		<title>Hermes Trimegisto</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 03:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David Caparelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[David Caparelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Filósofo egípcio, que viveu aproximadamente dois mil anos antes da era cristã. Diz-se que descobriu a Aritmética, a Álgebra, a Geometria, a Astronomia, o Desenho, o Alfabeto e a Escrita. Sua sabedoria influenciou os sete sábios da Grécia; sendo que no ludaísmo, no cristianismo, no Budismo, e até mesmo na filosofia de Platão e Sócrates suas influências se fizeram sentidas. Em Roma seus ensinamentos abarcaram a Literatura, as Ciências, a Religião, a Magia e a Alquimia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Hermes-Trimegisto.JPG" alt="Hermes Trimegisto" title="Hermes Trimegisto" width="220" height="283" class="aligncenter size-full wp-image-5487" /><em>Acima, gravura retratando Hermes Trimegisto</em>.</p>
<p>Filósofo egípcio, que viveu aproximadamente dois mil anos antes da era cristã. Sendo identificado pelos eruditos com o deus lunar egípcio TOT, é um instrutor, conforme significa o seu nome, ou seja, um agente de Sabedoria Eterna. Trimegisto, significa três vezes grande, visto que seus conhecimentos abraçavam três mundos: o físico; o astral e o mental.</p>
<p>Diz-se que descobriu a Aritmética, a Álgebra, a Geometria, a Astronomia, o Desenho, o Alfabeto e a Escrita.</p>
<p>As suas filosofias mágico-esotéricas são conhecidas como Hermetismo ou Sabedoria Hermética, tendo-se difundido por vários países do mundo. Sua sabedoria influenciou os sete sábios da Grécia; sendo que no ludaísmo, no cristianismo, no Budismo, e até mesmo na filosofia de Platão e Sócrates suas influências se fizeram sentidas. Em Roma seus ensinamentos abarcaram a Literatura, as Ciências, a Religião, a Magia e a Alquimia.</p>
<p>Os segredos de Hermes eram, no entanto, formados por símbolos, transmitidos por iniciados a seus seguidores, através das provas dos Mistérios e de árduos estudos nas escolas de sabedoria. De Hermes deriva não só a filosofia esotérica, como também a exegese, ou explicação da referida sabedoria. A esta se dá o nome de Hermenêutica, ou seja, a arte de interpretar textos para descobrir o seu verdadeiro significado oculto, em especial a interpretação de símbolos. Sendo esta imprescindível para a compreensão do mundo esotérico da Cabala ou da Alquimia.</p>
<p>A ele atribuem-se mais de quarenta de rara importância, pois englobam a totalidade dos campos da Filosofia; da Mística e das Ciências.</p>
<p>Seus textos encontraram-se guardados na famosa Biblioteca de Alexandria, até à destruição da mesma, propositadamente.</p>
<p>Através do pouco que se salvou dos vários desastres que vitimaram a referida biblioteca e também por meio de cópias, citações, fragmentos e antigas traduções, chegaram até aos dias de hoje aquilo que constitui a parte mais interessante da doutrina e da filosofia hermética do antigo Egito.</p>
<p>Um dos mais importantes tratados de Hermes, o PYMANDER, que para os ocultistas significa Mente Superior ou Iluminada, no sentido de Guia, Mestre, ou Pastor de Homens, ou POEMANDER, que trata da divindade da alma humana no sentido místico.</p>
<p>No PYMANDER definem-se os sete Mundos, os sete Planos da Evolução ou condições da existência, os sete princípios herméticos, que posteriormente são explicados no KYBALION, um livro esotérico, escrito por tres dos seguidores de Hermes.</p>
<p>Os SETE Princípios de Hermes são:</p>
<p>1º &#8211; O MENTALISMO &#8211; Tudo é mente.</p>
<p>2º &#8211; A CORRESPONDÊNCIA &#8211; Existe uma correspondência entre os vários estados do ser e da vida e entre as leis e os fenômenos.</p>
<p>3º &#8211; A VIBRAÇÃO &#8211; Tudo está em movimento, nada permanece imóvel.</p>
<p>4º &#8211; A POLARIDADE &#8211; Tudo é dual e tem dois pólos.</p>
<p>5º &#8211; O RITMO &#8211; Tudo se manifesta num movimento de fluxo e refluxo.</p>
<p>6º &#8211; A CAUSA E EFEITO &#8211; Todo o efeito tem uma causa e toda a causa tem um efeito.</p>
<p>7º &#8211; A GERAÇÃO &#8211; A geração manifesta-se em tudo, estando sempre em ação os princípios masculinos e femininos.</p>
<p>Foram estes os princípios que apoiaram toda a filosofia de Hermes, tendo a sua materialização não só em trabalhos esotérico-científicos, como a Tábua Esmeraldina, uma síntese da magia egípcia, segundo a lenda encontrada no túmulo de Hermes, como ainda em seus ensinamentos recolhidos e propagados na forma do catecismo hermético, sob o domínio do primeiro Ptolomeu. Neste, sob a forma de perguntas e respostas, estão de um modo sintético e pedagógico, as verdades consideradas essenciais da sabedoria hermético-mística do antigo Egito.</p>
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		<title>Curiosidades numéricas!</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 02:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David Caparelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[David Caparelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Devemos prestar muita atenção ao valor dos números na Bíblia, sobretudo no texto hebraico, pois estamos diante de uma mentalidade diferente da nossa. Os números, na maioria das vezes, não querem transmitir uma quantidade exata, um dado preciso, mas sim expressar uma realidade, um valor teológico, um dado simbólico. Vejamos o significado dos principais números e alguns exemplos interessantes, assim como algumas passagens bíblicas onde o número aparece:
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Números.JPG" alt="Números" title="Números" width="220" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-3746" /><strong>OS NÚMEROS NA BÍBLIA</strong></p>
<p>Devemos prestar muita atenção ao valor dos números na Bíblia, sobretudo no texto hebraico, pois estamos diante de uma mentalidade diferente da nossa. Os números, na maioria das vezes, não querem transmitir uma quantidade exata, um dado preciso, mas sim expressar uma realidade, um valor teológico, um dado simbólico.</p>
<p>Vejamos o significado dos principais números e alguns exemplos interessantes, assim como algumas passagens bíblicas onde o número aparece:</p>
<p>1 (um): Deus é Um (Dt 6,4; Zc 14,9).</p>
<p>2 (dois): É o par perfeito. Dos animais puros, Noé levará para a arca animais sempre em números pares (Gn 7,2). É o dobro e pode significar “de sobra”, como em Is 40,2; 61,7; Ap 18,6.</p>
<p>3 (três): Número da unidade e da Trindade. É usado para reforçar ou dar ênfase a uma expressão. Assim, quando se quer dizer que Deus é Santo, repete-se três vezes: «Deus é Santo, Santo, Santo» (Is 6,3; Ap 4,8). Deus abençoa três vezes (Nm 6,24-26). Três são os mensageiros que anunciam o nascimento de Isaac (Gn 18,1ss). É o número da plenitude (Ap 21,13) e da santidade (Ap 4,8).</p>
<p>4 (quatro): Número da totalidade: os quatro cantos da terra; quatro evangelhos; quatro Seres vivos (Ap 4,6; 7,1; 20,8). Os quatro elementos do universo: terra, fogo, água e ar. Quadrangular (Ap 21,16). Representa sinal de plenitude.</p>
<p>5 (cinco): Cinco dedos da mão. O primeiro bloco da Bíblia (a Lei) tem 5 livros, o Pentateuco. No Apocalipse pode ser negativo.</p>
<p>6 (seis): Número imperfeito, não chegou à perfeição, que é o número 7. No Apocalipse (13,18) é repetido três vezes, por isso o número da besta é 666. Imperfeição total!</p>
<p>7 (sete): É a soma de 4 + 3. Por isso é o número perfeito, indica o máximo da perfeição (Nm 23,4; Mt 15,36); grande quantidade (Is 30,26; Pr 24,16; Mt 18,21); totalidade (Ap 1,4); indica séries completas como no Apocalipse: 7 Cartas (Ap 2-3); 7 Selos (Ap 6,1-17); 7 cabeças (Ap 12,3). O Cordeiro imolado recebe 7 dons (Ap 5,12). O sábado é o sétimo dia; Deus fez a Criação em 7 dias; a festa de Pentecostes acontece 7 vezes 7 dias depois da Páscoa. Cada sétimo ano é sabático (descanso para a terra e libertação dos oprimidos – Lv 25) e depois de 7 vezes 7 anos, vem o Jubileu. Não se deve perdoar 7 vezes, mas 70 vezes 7 (Mt 18,22).</p>
<p>É importante ver que no Apocalipse aparece à metade de 7, isto é 3,5 (Ap 11,9). Às vezes diz-se: um tempo, dois tempos, meio tempo (Ap 12,14; Dn 7,25), isto é três anos e meio. Também pode ser 42 meses (Ap 11,2), é igual a 1.260 dias (Ap 12,6), isto é, sempre a metade de 7. É a duração limitada das perseguições. É o tempo controlado por Deus.</p>
<p>8 (oito): É sete mais um, é como que o transbordar da plenitude. As bem-aventuranças em Mateus são sete mais uma (Mt 5).</p>
<p>10 (dez): Indica grande quantidade (Gn 31,7) ou é simplesmente um número redondo (Mt 25,1). Indica também listas completas. Pelos dez dedos das mãos é fácil lembrar a lista. Indica um tempo limitado; curta duração (Dn 1,12.14; Ap 2,10). Pode indicar também imperfeição: a besta só tem 10 chifres (Ap 12,3).</p>
<p>12 (doze): É o resultado de 4 vezes 3, isto é um número bem completo. É o número da escolha: 12 tribos no AT; 12 Apóstolos no NT; 12 legiões de anjos (Mt 26,53). Os anciãos são 24, isto é: 2 X 12 (Ap 4,4). Os que serão salvos (Ap 7,4) serão 144.000, isto é 12 X 12 X 1000! Número de totalidade (Ap 21,12-14).</p>
<p>40 (quarenta): Número que indica um tempo necessário de preparação para algo novo que vai chegar: 40 dias e quarenta noites do dilúvio (Gn 7,4.12); 40 dias e 40 noites passa Moisés no Monte (Ex 24,18; 34,26; Dt 9,9-11; 10,10); 40 anos foi o tempo da peregrinação pelo deserto (Nm 14,33; 32,13; Dt 8,2; 29,4, etc.); Jesus jejuou 40 dias antes de começar o seu ministério (Mt 4,2; Mc 1,12; Lc 4,2); a Ascensão de Jesus acontece 40 dias depois da Ressurreição (Act 1,3). Quando alguém errava, era corrigido com 40 chicotadas (Dt 25,3) e Paulo também recebeu cinco vezes as 40 chicotadas menos uma (2Cor 11,24).</p>
<p>70 (setenta): Jogo de números 10 X 7. Moisés comunica o espírito profético aos 70 anciãos (Nm 11,16-17.24-25). O exílio na Babilônia é interpretado como a duração de 70 anos (Jr 25,11; 29,10; 27,7; 2Cr 36,21; Dn 9). A tradução da Bíblia hebraica para o grego foi feita por 70 escribas e por isso recebeu o nome de LXX ou (setenta).</p>
<p>1000 (mil): Uma quantidade tão grande que não se pode contar. Prazo de tempo completo e comprido. Reino de mil anos (Ap 20,2). Ver as combinações: 7 X 1000 (Ap 11,13; 12 X 1000 (Ap 7,5-8); 144 X 1000 (Ap 7,4).</p>
<p>É interessante também notar como os hebreus faziam combinações de números. Por exemplo: Abraão fez a Aliança com Deus quando tinha 99 anos (Gn 17,24), assim a Aliança completou o número 100. É o sábado que dá valor aos demais dias da semana, assim transforma os 6 dias (imperfeitos) em 7 dias (perfeito). O único dia da semana que tem um nome. Outro exemplo: seis povos habitavam a Terra Prometida (Ex 3,8). Mas são imperfeitos. Israel será o sétimo povo, aquele que tornará a terra perfeita (7). Ver também o jogo num rico feito na elaboração de alguns provérbios (Pr 6,16-19; 30,15-33).</p>
<p><strong>Números e estatísticas da Bíblia</strong></p>
<p>Elementos recolhidos no estudo da Bíblia e de autores dos livros relativos às Sagradas escrituras</p>
<p>318 são as referencias no Novo Testamento relativas à segunda vinda de Cristo </p>
<p>360 são os dias do ano hebraico. </p>
<p>70 anos durou a deportação de Israel na Babilônia. 30 são as profecias do Antigo Testamento relativa à vinda do Messias. </p>
<p>1 a 2,187 x 1099 é a probabilidade que 330 profecias possam cumprir-se </p>
<p>49 anos é o período de reconstrução de Jerusalém, 434 até a morte do Messias, equivalente a 483 anos ou 173.880 dias, ou seja, de março / abril 445 a.c a março /abril 32 d.c. </p>
<p>285 a.c. é o ano em que Ptolomeu Filadelfio ordenou a versão integral do Antigo Testamento em grego, tradução de 70. </p>
<p>500 ou mais foram os testemunhos oculares da ressurreição de Cristo (I Cor. 15:3-9). </p>
<p>5300 são os manuscritos gregos do Novo Testamento. </p>
<p>3 Evangelhos (Mateus &#8211; Marcos &#8211; Lucas) foram escritos antes de 70 d.c.   </p>
<p>70 d.c. é a data em que Tito destruiu o Templo de Jerusalém. </p>
<p>900.000 protestantes Valdenses foram mortos entre 1540 a 1570. </p>
<p>500 anos durou a Inquisição.  </p>
<p>72 são os livros na Bíblia, retirados dos escritos sagrados da tradição hebraico-cristã, os cristãos reconheceram uma continuidade entre os escritos posteriores ao nascimento de Cristo, baseados na sua vinda (Novo Testamento) e aqueles pertencentes a precedente tradição hebraica (Antigo Testamento), concebendo a Bíblia como um único livro dividido em duas partes. Juntando todos os livros inspirados por Deus e fixados num elenco chamado cânon. Os livros canônicos são diferentes do numero recebido dos hebreus, os católicos, e protestantes e a igreja do oriente. Os cânones católicos, estabelecidos no Conselho de Trento (1546), consta de 45 livros para o Antigo Testamento e de 27 livros para o Novo Testamento.</p>
<p>A língua original do Antigo Testamento è hebraico (exceto os livros de Sapiência e os Macabeus, que são em grego). A do Novo Testamento e o grego helenístico. </p>
<p><strong>Curiosidades numéricas (Gerais):</strong></p>
<p>10 Mandamentos &#8211; Para a igreja Cristã do rito Católico Apostólico Romano são os preceitos que, de acordo com a Bíblia (Êxodo, 20, 2-17 e Deuteronômio, 5, 6-18), Moises recebeu de Deus no monte Sinai. São os fundamentos da aliança entre Deus e o povo de Israel, escritos sobre duas (DUE &#8211; 02) tábuas de pedra conservadas na Arca da Aliança. Jesus não aboliu os Dez Mandamentos, mas proclamou um termo de amor a Deus Por São Irineu foi definido o decálogo. O hebraísmo, o cristianismo de confissão católica e ortodoxa não concorda na subdivisão e a ordem dos mandamentos.</p>
<p>Os Mandamentos da Igreja Católica são: </p>
<p>Não haverá outro Deus.<br />
Não falar o nome de Deus em vão.<br />
Lembrai-vos de santificar as festas.<br />
Honra pai e mãe.<br />
Não mataras.<br />
Não cometer atos impuros.<br />
Não roubar.<br />
Não fazer falso testemunho.<br />
Não desejar a mulher do próximo.<br />
Não desejar as coisas dos outros.</p>
<p>10 – São os decálogos da Cavalaria:</p>
<p>1 &#8211; Ter fé em Deus;<br />
2 &#8211; Ser valoroso;<br />
3 &#8211; Proteger a igreja;<br />
4 &#8211; Defender os fracos;<br />
5 &#8211; Ser fiel ao Rei;<br />
6 &#8211; Não faltar nunca com a palavra e não mentir;<br />
7 &#8211; Amar a Pátria;<br />
8 &#8211; Combater sem trégua os infiéis;<br />
9 &#8211; Ser generoso;<br />
10 &#8211; Ser campeão do bem contra o mal.</p>
<p>12 &#8211; Conde Paladino. na França do século VIII, o celebre Carlo Magno, que afirmava que sua origem era da mesma estirpe do Rei Artur (King Arthur, século VI, descendente do Imperador Constantino III, sobrinho-neto do grande Constantino e de Constantino), criou um batalhão de 12 Cavaleiros que chamou “Condes”, no sentido de “Companheiros”, e que foram chamados “Paladinos”, em quanto habitantes no “Palatium”, ou seja, no Palácio, ou seja, no Reino de seus soberanos.</p>
<p><strong>NÚMEROS DO ROSARIO </strong></p>
<p>No catolicismo a pratica da devoção a Santíssima consiste em recitar 15 vezes a Ave Maria, intercalada de um Pai Nosso e de um Gloria. Qualquer uma é centralizada na meditação de um dos mistérios (divididos em dolorosos e gloriosos).</p>
<p>De origem medieval, afirmou-se a partir do século XVI, quando foi consagrado por uma Bula Papal (1569).</p>
<p>Também a coroa de grãos (50 pequenas e cinco grandes) que se usa para acompanhar a recitação do Santo Rosário.</p>
<p>40 &#8211; O período de quarenta dias que precede a Páscoa e que no rito católico romano vai da quarta feira de cinzas á quinta feira santa. É dia dedicado à oração, ao jejum, as esmolas e da conversão na preparação da Páscoa. A liturgia prevê o emprego de paramentos violeta e omissão da Glória e da Aleluia. A duração atual da quaresma foi fixada no século VII, quando em Roma o jejum começou na quarta-feira de cinzas até o primeiro domingo de quaresma.</p>
<p>666 &#8211; No  livro do Apocalipse é o numero da marca da &#8220;segunda besta&#8221; obrigará todos a receber na mão direita ou sobre a testa, sem o qual não será possível comprar ou vender. Representa uma referencia ao nome da &#8220;besta&#8221;.</p>
<p>Os CDs foram concebidos para comportar 74 minutos de música porque essa é a duração da Nona Sinfonia de Beethoven.</p>
<p>Se as doenças do coração, o cancro e os diabetes fossem erradicados, a expectativa de vida do homem seria de 99,2 anos.</p>
<p>116 anos &#8211; Foi quanto durou a Guerra dos Cem Anos entre a França e a Inglaterra.</p>
<p>3 bilhões &#8211; O número de raios que caem na Terra anualmente. A cada segundo caem 8 raios em qualquer lugar da Terra, por dia, são mais de 8 milhões.</p>
<p>Em meio minuto, o esvaziamento do Rio Amazonas mataria a sede de toda a população mundial.</p>
<p>1498 &#8211; Ano do aparecimento da primeira escova de dente na China. No entanto a escova era feita de pelos de porco, mas mais tarde foram substituídos por pelos de cavalo. Só em 1938 se inventaram as escovas de nylon que usamos hoje em dia.</p>
<p>56 Km &#8211; O comprimento da linha que um lápis inteiro consegue desenhar (ou aprox. 50 mil palavras).</p>
<p>7 &#8211; O número de grandes desastres ecológicos, possivelmente erupções vulcânicas, que modificaram o rumo da história da Terra ao longo dos últimos 300 milhões de anos.</p>
<p><strong>A Formosura dos Números</strong></p>
<p>Olhe isto com Atenção:</p>
<p>1 x 8 + 1 = 9<br />
12 x 8 + 2 = 98<br />
123 x 8 + 3 = 987<br />
1234 x 8 + 4 = 9876<br />
12345 x 8 + 5 = 98765<br />
123456 x 8 + 6 = 987654<br />
1234567 x 8 + 7 = 9876543<br />
12345678 x 8 + 8 = 98765432<br />
123456789 x 8 + 9 = 987654321 </p>
<p>E este:</p>
<p>1 x 9 + 2 = 11<br />
12 x 9 + 3 = 111<br />
123 x 9 + 4 = 1111<br />
1234 x 9 + 5 = 11111<br />
12345 x 9 + 6 = 111111<br />
123456 x 9 + 7 = 1111111<br />
1234567 x 9 + 8 = 11111111<br />
12345678 x 9 + 9 = 111111111<br />
123456789 x 9 +10= 1111111111</p>
<p>Este está melhor:</p>
<p>9 x 9 + 7 = 88<br />
98 x 9 + 6 = 888<br />
987 x 9 + 5 = 8888<br />
9876 x 9 + 4 = 88888<br />
98765 x 9 + 3 = 888888<br />
987654 x 9 + 2 = 8888888<br />
9876543 x 9 + 1 = 88888888<br />
98765432 x 9 + 0 = 888888888 </p>
<p>Isto não é brilhante? Olhe o que vem a seguir:</p>
<p>1 x 1 = 1<br />
11 x 11 = 121<br />
111 x 111 = 12321<br />
1111 x 1111 = 1234321<br />
11111 x 11111 = 123454321<br />
111111 x 111111 = 12345654321<br />
1111111 x 1111111 = 1234567654321<br />
11111111 x 11111111 = 123456787654321<br />
111111111 x 111111111=12345678987654321 </p>
<p>101% dentro do ponto de vista matemático, mas o que equivale a 100% ? O que significa dar mais de 100%? Alguma vez você se perguntou, como algumas pessoas podem dizer que dão mais de 100%?</p>
<p>Todos nós passamos por situações aonde alguém quer que demos mais de 100%.</p>
<p>Que tal alcançar 101%?</p>
<p>O que equivale a 100% na vida?</p>
<p>A seguir, uma pequena fórmula matemática que pode nos ajudar a responder estas perguntas:</p>
<p>Se:</p>
<p>A B C D E F G H I J K L M<br />
N O P Q R S T U V W X Y Z</p>
<p>É representado como:</p>
<p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13<br />
14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26</p>
<p>Então:</p>
<p>H-A-R-D-W-O-R-K (Trabalho Duro)</p>
<p>8+1+18+4+23+15+18+11 = 98%</p>
<p>e:</p>
<p>K-N-O-W-L-E-D-G-E (Conhecimento)</p>
<p>11+14+15+23+12+5+4+7+5 = 96%</p>
<p>Mas:</p>
<p>A-T-T-I—T-U-D-E (Atitude)</p>
<p>1+20+20+9+20+21+4+5 = 100%</p>
<p>Logo, os seus olhos verão que o amor de Deus pode te levar:</p>
<p>L-O-V-E-O-F-G-O-D (Amor de Deus)</p>
<p>12+15+22+5+15+6+7+15+4 = 101%</p>
<p>Assim, podemos concluir com segurança matemática que:</p>
<p>Mesmo que o trabalho duro e o conhecimento lhe acerquem, e a atitude te leva à perfeição, é o amor em Deus, que lhe conduz além dos limites.</p>
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		<title>Os algarismos na civilização Suméria</title>
		<link>http://www.debatesculturais.com.br/os-algarismos-na-civilizacao-sumeria/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 02:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David Caparelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[David Caparelli]]></category>

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		<description><![CDATA[De origem desconhecida (vinda provavelmente da Anatólia e chegada à (Mesopotâmia por volta de 3300 a.C), a civilização Suméria é a mais antiga civilização. No extremo sul da Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates (área onde posteriormente se desenvolveu a civilização Babilônica que hoje corresponde ao sul do Iraque, entre Bagdá e o Golfo Pérsico), aí floresceram cidades-estados (Ur, Eridu, Lagash, Uma, Adab, Kish, Sipar, Larak, Akshak, Nipur, Larsa e Bad-tibira).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Escrita-dos-sumérios.JPG" alt="Escrita dos sumérios" title="Escrita dos sumérios" width="213" height="220" class="aligncenter size-full wp-image-3243" /><em>Acima, exemplo da escrita suméria.</em></p>
<p>De origem desconhecida (vinda provavelmente da Anatólia e chegada à (Mesopotâmia por volta de 3300 a.C), a civilização Suméria é a mais antiga civilização. No extremo sul da Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates (área onde posteriormente se desenvolveu a civilização Babilônica que hoje corresponde ao sul do Iraque, entre Bagdá e o Golfo Pérsico), aí floresceram cidades-estados (Ur, Eridu, Lagash, Uma, Adab, Kish, Sipar, Larak, Akshak, Nipur, Larsa e Bad-tibira).</p>
<p>A crescente rivalidade entre as cidades enfraqueceu esta civilização, tornando-a extremamente vulnerável a invasores. Depois de 1900 a.C., após a conquista de todo o território mesopotâmico pelos amoritas, os sumérios perderam a sua identidade como povo, mas a sua cultura foi assimilada pelos sucessores semitas.</p>
<p>Dentre os feitos desta civilização destacam-se a invenção da escrita cuneiforme (a mais antiga forma registrada para representar sons da língua, em vez dos próprios objetos), os primeiros veículos sobre rodas e os primeiros de cerâmica. </p>
<p>A escrita cuneiforme surgiu na Mesopotâmia por volta de 3000 a.C., sendo utilizadas para seu registro tabulas de argila e estiletes de bambu. Graças a esta escrita, decifrada no século XIX por lingüistas e arqueólogos, foi possível conhecer inúmeros aspectos da vida, religião e instituições desta civilização.</p>
<p><strong>O sistema sexagesimal </strong></p>
<p>Na civilização suméria utilizava-se dois sistemas de contagem diferentes: um na base 5 e outro na base 12. </p>
<p>A base 5 resumia-se à utilização dos dedos das mãos como processo de contagem, servindo-se de uma mão para contar e da outra como auxílio a contagens de maior dimensão, para &#8220;armazenar&#8221; a quantidade dos &#8220;cincos&#8221; contados. </p>
<p>A base 12 assentava na utilização das três falanges que compõe cada um dos dedos, usando o polegar como auxiliar de contagem (apoiava-se o polegar em cada uma das falanges, sendo assim possível a contagem até 12). </p>
<p>Na seqüência de uma combinação entre os dois sistemas manuais de contagem, surge a base 60. Esta nova técnica de contagem era praticada da seguinte maneira: na mão direita, contam-se as falanges, tal como na base 12, &#8220;guardando&#8221; o número de contagens na mão esquerda, assim como na base 5. </p>
<p>Esta é uma das muitas hipóteses que existem acerca da origem do sistema sexagesimal, sistema este que constituiu um dos maiores méritos da cultura<br />
suméria. </p>
<p><strong>Sistema de contagem sexagesimal.</strong> </p>
<p>É importante frisar que ainda é notória, na nossa cultura, a utilização deste sistema, quer, por exemplo, na expressão das medidas do tempo, em horas, minutos e segundos, ou a dos arcos e ângulos em graus, minutos e segundos.</p>
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		<title>Os estados latinos do oriente (Síria e Palestina)</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 02:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David Caparelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[David Caparelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Saladino reconquistou Jerusalém em 02 de outubro de 1187. Antioquia foi reconquistada em 1268. Trípoli foi retomada em abril de 1289. Ainda tivemos outros dois pequenos Estados cristãos, Armênia, fundada na costa sul da Ásia Menor, foi retomada em 1375 pelos turcos; e o Reino de Chipre, que foi conquistado por Ricardo Coração de Leão, Rei da 1nglaterra, em 1191 e foi reconquistado pelos turcos em 1571.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Saladino.JPG" alt="Saladino" title="Saladino" width="172" height="220" class="aligncenter size-full wp-image-2769" /><em>Acima, gravura representando o Sultão Saladino.</em></p>
<p>Os Estados Latinos do Oriente eram formados pelo reino de Jerusalém, Condado de Edessa, Principado de Antioquia e Condado de Trípoli. </p>
<p>O reino de Jerusalém teve como dirigente Godofredo de Bouillon, que, não querendo usar a coroa onde Cristo usou uma coroa de espinhos, não recebeu o título de rei, mas sim o de Defensor do Santo Sepulcro. </p>
<p>Após sua morte, em julho de 1100, Balduíno de Bolonha tornou-se Rei de Jerusalém. No Condado de Edessa, em 1097, Balduíno de Bolonha subiu ao trono e, em 1100, quando recebeu o reinado de Jerusalém, foi sucedido pelo seu primo Balduíno de Burgo. </p>
<p>No Principado de Antioquia, em fevereiro de 1099, subiu ao trono Boemondo de Tarento, que foi sucedido por seu sobrinho Tancredo, em 1111. </p>
<p>O Condado de Trípoli foi conquistado por Raimundo de Toulouse, que veio a falecer antes da tomada da cidade de Trípoli, em 1109. </p>
<p>Esses Estados nunca tiveram uma perfeita paz nem o completo controle de seus territórios, sendo constantemente atacados pelos muçulmanos. Apesar dos esforços de seus defensores, em dezembro de 1144, um grande exército muçulmano invadiu Edessa. Com a queda de Edessa, os turcos reuniram seus exércitos e atacaram os outros três Estados. </p>
<p>Saladino reconquistou Jerusalém em 02 de outubro de 1187. Antioquia foi reconquistada em 1268. </p>
<p>Trípoli foi retomada em abril de 1289. </p>
<p>Ainda tivemos outros dois pequenos Estados cristãos, Armênia, fundada na costa sul da Ásia Menor, foi retomada em 1375 pelos turcos; e o Reino de Chipre, que foi conquistado por Ricardo Coração de Leão, Rei da 1nglaterra, em 1191 e foi reconquistado pelos turcos em 1571.</p>
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		<title>Os Cavaleiros Templários, a milícia de Cristo.</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 02:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David Caparelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[David Caparelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Acima, cavaleiros das várias ordens templárias. &#8220;Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão&#8221;, assim denominaram- se originalmente os Templários, Ordem Militar fundada no ano de 1119, em Jerusalém, para proteger os peregrinos e os lugares sagrados da Terra Santa. Os bravos guerreiros tiveram sua base afincada bem no coração do inimigo islâmico, visto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Cavaleiros-Templários.JPG" alt="Cavaleiros Templários" title="Cavaleiros Templários" width="213" height="213" class="aligncenter size-full wp-image-2804" /><em>Acima, cavaleiros das várias ordens templárias.</em></p>
<p><em>&#8220;Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão&#8221;</em>, assim denominaram- se originalmente os Templários, Ordem Militar fundada no ano de 1119, em Jerusalém, para proteger os peregrinos e os lugares sagrados da Terra Santa. Os bravos guerreiros tiveram sua base afincada bem no coração do inimigo islâmico, visto que o seu quartel-general, uma concessão do rei Balduíno II, situava-se num prédio ao lado da Mesquita de Al-aqsa, ocupando uma parte superior do que restara do Templo de Salomão. </p>
<p>Compondo uma síntese entre a sincera fé dos monges e o destemor dos soldados de elite, consagraram- se como a mais poderosa e valente organização militar da época das Cruzadas: a tropa de choque de Deus. Prestigio que lhes rendeu, depois de se transferirem para a Europa, em 1291, serem os depositários fiéis dos bens dos cristãos ricos. Justamente por isso, pela cobiça que despertaram, é que pereceram nas mãos do rei da França em 1307. </p>
<p><strong>O desastre dos Templários</strong> </p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Cavaleiro-Templário.JPG" alt="Cavaleiro Templário" title="Cavaleiro Templário" width="136" height="219" class="aligncenter size-full wp-image-2803" /><em>Acima, o cavaleiro templário.</em> </p>
<p><em>&#8220;NEKAN, ADONAI !!! CHOL-BEGOAL! !! PAPA CLEMENTE&#8230; CAVALEIRO GUILHERME DE NOGARET&#8230; REI FILIPE: INTIMO-OS A COMPARECER PERANTE AO TRIBUNAL DE DEUS DENTRO DE UM ANO PARA RECEBEREM O JUSTO CASTIGO. MALDITOS! MALDITOS! TODOS MALDITOS ATÉ A DÉCIMA TERCEIRA GERAÇÃO DE VOSSAS RAÇAS!!!&#8221; </em></p>
<p>Foram essas as derradeiras palavras que Jacques de Monay, o 22º e último Grão-Mestre da Ordem dos Templários, proferiu antes das chamas lhe levarem a vida. Acesa a fogueira no pelourinho nos fundos da catedral de Notre-Dame em Paris, ele ali expiou ao anoitecer do dia 18 de março de 1314, imprecando contra o Papa, o Guarda-selos do rei, e o próprio soberano da França. E tinha toda a razão em lançar o anátema contra os três. Sete anos antes, um sórdido conluio entre o rei Filipe IV, o belo, e o Papa Clemente V, tendo o fiel Nogaret como executor, selara-lhe o destino. </p>
<p>Até então a ordem dos monges guerreiros de manto branco e cruz vermelha fora um colosso militar e financeiro. Na noite do dia 12 para 13 de outubro de 1307, as suas instalações, por todas as partes do reino, viram-se invadidas pelos oficiais de Filipe IV. Inclusive seus edifícios em Paris, denominados Ville Neuve du Temple. </p>
<p>Para suprema infâmia dos cavaleiros aprisionados, seus últimos dirigentes, além de terem perdido tudo, foram arrastados aos tribunais reais denunciados por Nogaret, o jurista do rei, pelas práticas de heresia e de pederastia. </p>
<p>Num processo forjado, nos quais os procedimentos inquisitoriais foram aplicados com a máxima crueldade possível, acusaram-nos de serem adoradores pagãos do diabólico Baphomet, de cuspirem na cruz, de negarem os sacramentos e de se entregarem a licenças sexuais uns com os outros. Arrancaram-lhes as confissões por meio de terríveis torturas e outros tormentos, quando, em meio aos urros de dor, com as carnes dilaceradas e queimadas pelo largo uso que os inquisidores fizeram do strappado e do braseiro, concordaram em dizer aos seus supliciadores o que eles queriam ouvir. </p>
<p>Filipe, o belo, atiçado pelas intrigas de um traidor, um ex-cavaleiro chamado Esquiseu de Floyran, o Judas dos Templários, não se conformara em desmantelar- lhes as instalações e confiscar-lhes os valores, quis também desonrá-los para sempre. Por isso, acusou-os de sodomitas. Denúncia estendida a De Monay e a outros 140 cavaleiros postos a ferros (54 deles expiram pelo fogo). </p>
<p><strong>O declínio das Cruzadas </strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/O-Templo-de-Paris.JPG" alt="O Templo de Paris" title="O Templo de Paris" width="300" height="195" class="aligncenter size-full wp-image-2802" /><em>Acima, o Templo de Paris.</em> </p>
<p>Até poucos anos antes da catástrofe, a Ordem dos Templários era a mais prestigiada das três milícias de Cristo formadas ao tempo em que Jerusalém ainda se encontrava sob o controle direto dos príncipes cristãos. Depois da expulsão deles da Terra Santa, por ocasião da queda de São João d´Acre frente os muçulmanos, em 1291, os Cavaleiros Hospitalários confinaram-se na ilha de Chipre, e, mais tarde, na Ilha de Malta, enquanto que os Cavaleiros Teutônicos, de volta à Alemanha, mobilizaram- se na conquista das terras de poloneses pagãos.Os Templários, todavia, viram-se geograficamente mais favorecidos, pois se hospedaram em Paris, quase no coração da Europa de então. </p>
<p>As sedes deles, mais numerosas na França (um total de 704 conventos e prelazias), espalhavam-se pela Inglaterra, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. As suas propriedades totais somavam há mais de nove mil tipos diferentes. Devendo obediência apenas ao papa, sempre ausente ou distante, na prática usufruíam a mais completa autonomia em relação aos reinos, bispados e baronatos que os acolhiam. Um monge templário somente obedecia ao seu superior hierárquico: o grão-mestre ou o dom prior.</p>
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		<title>Zodíaco</title>
		<link>http://www.debatesculturais.com.br/zodiaco/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 02:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David Caparelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[David Caparelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Os primeiros registros sobre o Zodíaco apareceram a partir do século 7 a.C., quando várias civilizações antigas dedicavam-se à observação do céu. Suas populações acreditavam que os astros podiam influenciar a vida humana, especialmente o destino dos recém-nascidos. Entretanto, a versão do Zodíaco que conhecemos hoje, uma mistura de influências da astrologia milenar dos babilônios, do conhecimento matemático dos egípcios e da filosofia grega, surgiu provavelmente por volta do século 5 a.C, com a sua criação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Zodíaco.JPG" alt="Zodíaco" title="Zodíaco" width="220" height="221" class="aligncenter size-full wp-image-2726" />Conhecemos bem que são doze as constelações que o compõem: faixa no céu por onde o sol, a lua e os planetas têm sua órbita aparente durante o ano e, que é dividida em 12 casas de acordo com a posição aparente do sol, nessa faixa nos 12 meses do ano.</p>
<p>Classificação Zodiacal</p>
<p>01)	<strong>Áries</strong> = Carneiro – Marte – (21 de Dezembro a 19 de Abril);</p>
<p>02)	<strong>Touro</strong> – Vênus – (20 de Abril a 20 de Maio);</p>
<p>03)	<strong>Gêmeos</strong> – Mercúrio – (21 de Maio a 20 de Julho);</p>
<p>04)	<strong>Câncer</strong> = Caranguejo – Lua –(21 de Junho a 22 de Julho);</p>
<p>05)	<strong>Leão</strong> – Sol – (23 de Julho a 22 de Agosto);</p>
<p>06)	<strong>Virgem</strong> – Mercúrio – (23 de Agosto a 22 de Setembro);</p>
<p>07)	<strong>Libra</strong> = Balança – Vênus – (23 de Setembro a 22 de Outubro);</p>
<p>08)	<strong>Escorpião </strong>– Plutão – (23 de Outubro a 21 de Novembro);</p>
<p>09)	<strong>Sagitário</strong> – Júpiter – (22 de Novembro a 21 de Dezembro);</p>
<p>10)	 <strong>Capricórnio</strong> – Saturno – (22 de Dezembro a 19 de Janeiro);</p>
<p>11)	<strong> Aquário </strong>– Urano – (20 de Janeiro a 18 de Fevereiro);</p>
<p>12)	 <strong>Peixes</strong> – Netuno – (9 de Fevereiro a 20 de Março). </p>
<p>Os primeiros registros sobre o Zodíaco apareceram a partir do século 7 a.C., quando várias civilizações antigas dedicavam-se à observação do céu. Suas populações acreditavam que os astros podiam influenciar a vida humana, especialmente o destino dos recém-nascidos.</p>
<p>Entretanto, a versão do Zodíaco que conhecemos hoje, uma mistura de influências da astrologia milenar dos babilônios, do conhecimento matemático dos egípcios e da filosofia grega, surgiu provavelmente por volta do século 5 a.C, com a sua criação. Em sua origem grega, essa palavra significa &#8220;círculo de animais&#8221; e indicava o grande cinturão celeste que marcava a trajetória do Sol naquela época. Dentro dessa trajetória, cada constelação por onde o astro passava simbolizava um signo. O número de constelações e as figuras que as indicavam variavam para cada civilização. </p>
<p>Os 12 conjuntos de estrelas que representam os signos de hoje foram padronizados ainda na Antiguidade, a partir da influência de imagens da mitologia de babilônios, egípcios, gregos e romanos. Ao definir uma referência fixa para a observação dos astros, o zodíaco impulsionou o surgimento dos horóscopos individuais com mapa astral, uma análise do céu na hora do nascimento que, supostamente, traz revelações sobre a pessoa e seu destino. Ainda no início da era cristã, as  civilizações antigas definiram o perfil de cada signo, tendo em conta, por exemplo, as peculiaridades das estações do ano.</p>
<p><strong>EXPLICANDO O ZODIACO</strong></p>
<p><strong>ÁRIES</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Áries.JPG" alt="Áries" title="Áries" width="220" height="206" class="aligncenter size-full wp-image-2727" /></p>
<p>Na mitologia grega, Frixo, filho do rei Atamas, ia ser assassinado pela madrasta quando foi salvo por um carneiro com lã de ouro, enviado por sua mãe. O carneiro foi sacrificado e sua lã enterrada no pomar de Ares, deus da guerra, que deu nome ao signo.</p>
<p><strong>TOURO</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Touro.JPG" alt="Touro" title="Touro" width="220" height="213" class="aligncenter size-full wp-image-2728" /></p>
<p>Há quatro mil anos, era o primeiro signo do zodíaco. Coincidia com a primavera e marcava o início do ano. A imagem do touro vem de um mito grego em que Zeus, o chefe dos deuses, teria assumido a forma do animal para atrair uma princesa.</p>
<p><strong>GÊMEOS</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Gêmeos.JPG" alt="Gêmeos" title="Gêmeos" width="220" height="262" class="aligncenter size-full wp-image-2729" /></p>
<p>Os irmãos Castor e Polux, filhos de Zeus apaixonaram-se por duas moças comprometidas e desafiaram os rivais. Castor morreu no combate e Polux pediu a Zeus que o matasse também. Em memória da amizade dos filhos, o pai colocou a imagem dos gêmeos no céu.</p>
<p><strong>CÂNCER</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Câncer1.JPG" alt="Câncer" title="Câncer" width="220" height="216" class="aligncenter size-full wp-image-2731" /></p>
<p>Em latim, câncer quer dizer caranguejo, animal que aparece em um dos doze trabalhos de Hércules. Enviado por Hera, a esposa oficial de Zeus, o caranguejo foi morto pelo herói, mas a coragem do bicho lhe valeu uma imagem celeste por toda a eternidade.</p>
<p><strong>LEÃO</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Leão.JPG" alt="Leão" title="Leão" width="220" height="216" class="aligncenter size-full wp-image-2732" /></p>
<p>Mais uma criatura morta por Hércules. O herói não só estrangulou a besta com as próprias mãos como fez um manto com sua pele. Em homenagem ao grande feito, Zeus desenhou com estrelas a forma do animal no céu.</p>
<p><strong>VIRGEM</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Virgem.JPG" alt="Virgem" title="Virgem" width="220" height="250" class="aligncenter size-full wp-image-2733" /></p>
<p>Para os romanos, a constelação representava Virgo, a deusa da justiça. Doente por causa da mania de guerra dos homens, Virgo teria sido o último ser celestial a subir para a morada dos deuses. Minerva, deusa da sabedoria, teria colocado uma imagem no céu em sua homenagem.</p>
<p><strong>LIBRA</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Libra.JPG" alt="Libra" title="Libra" width="220" height="265" class="aligncenter size-full wp-image-2734" /></p>
<p>Identificada pelos romanos, simboliza a balança usada por Virgo para pesar a alma dos homens em seu caminho para o mundo subterrâneo ou para o céu, determinando prazer ou dor eterna.</p>
<p><strong>ESCORPIÃO</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Escorpião.JPG" alt="Escorpião" title="Escorpião" width="220" height="195" class="aligncenter size-full wp-image-2735" /></p>
<p>Essa constelação aparece no episódio da morte do gigante Urino. Apolo, deus grego das profecias, ficou enciumado pela amizade de sua irmã Ártemis com o gigante e enviou um escorpião para mordê-lo. Zeus pôs o animal e a estrela Órion no céu como lembrança da história.</p>
<p><strong>SAGITÁRIO</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Sagitário.JPG" alt="Sagitário" title="Sagitário" width="220" height="234" class="aligncenter size-full wp-image-2736" /></p>
<p>Pela mitologia grega, Chiron era o mais sábio dos centauros, uma criatura meio homem, meio cavalo. Foi morto ao ser atingido acidentalmente por uma flecha de Hércules e foi homenageado por Zeus com uma constelação.</p>
<p><strong>CAPRICÓRNIO</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Capricórnio.JPG" alt="Capricórnio" title="Capricórnio" width="220" height="227" class="aligncenter size-full wp-image-2737" /></p>
<p>Nas lendas gregas, a cabra que simboliza esse signo tem rabo de peixe. É uma representação de Pam, deus da natureza que, para fugir do titã Tufão, jogou-se na água. Pam morreu porque, enquanto se transformava em peixe, estava com metade do corpo para fora da água.</p>
<p><strong>AQUÁRIO</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Aquário.JPG" alt="Aquário" title="Aquário" width="220" height="229" class="aligncenter size-full wp-image-2738" /></p>
<p>É um dos signos aquáticos dos babilônicos, ao lado de Capricórnio e Peixes. No Oriente Médio, o mês de aquário seria correspondente ao período das chuvas.</p>
<p><strong>PEIXES</strong></p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Peixes.JPG" alt="Peixes" title="Peixes" width="220" height="262" class="aligncenter size-full wp-image-2739" /></p>
<p>Pela lenda grega, Afrodite, deusa do amor, e seu filho Eros teriam se transformado em peixes para escapar do titã Tifon, que não suportava a água. Atena, deusa grega da sabedoria, criou a constelação para lembrar a fuga.</p>
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		<title>O surgimento da arquitetura gótica</title>
		<link>http://www.debatesculturais.com.br/o-surgimento-da-arquitetura-gotica/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 03:02:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David Caparelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[David Caparelli]]></category>

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		<description><![CDATA[No tempo do florescimento da Ordem do Templo, surgiu a arquitetura gótica. Curiosamente, esse "aparecer" foi repentino, e não resultado de um crescimento orgânico e lento. A arquitetura gótica não cresceu da arquitetura romana que a precedeu. Era algo completamente novo. Subitamente estava lá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Arquitetura-Gótica.JPG" alt="Arquitetura Gótica" title="Arquitetura Gótica" width="198" height="228" class="aligncenter size-full wp-image-2128" /><em>Acima, um exemplo da arquitetura gótica.</em><br />
Um núcleo, provavelmente ultra-secreto, dos Templários, formado à liderança da Ordem (seria esse o pequeno grupo dos cavaleiros do Graal), dispunha, por meio das tábuas completas da lei, de um conhecimento ainda hoje fora do alcance da humanidade. Por exemplo, podemos provar que os Templários não só racionalizaram como também revolucionaram a agricultura.</p>
<p>No tempo do florescimento da Ordem do Templo, surgiu a arquitetura gótica. Curiosamente, esse &#8220;aparecer&#8221; foi repentino, e não resultado de um crescimento orgânico e lento. A arquitetura gótica não cresceu da arquitetura romana que a precedeu. Era algo completamente novo. Subitamente estava lá.</p>
<p>A arquitetura romana baseia-se numa força que age de cima para baixo; a cúpula redonda pressiona com seu peso os muros e estabiliza dessa maneira a construção. Os arcos pontudos da catedral gótica baseiam-se exatamente no princípio contrário: a pressão age de baixo para cima. Enquanto uma cúpula romana pode eventualmente cair, se mal construída, um arco gótico pode explodir. Trata-se de um caso de tensão dinâmica.</p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Arquitetua-Gótica2.JPG" alt="Arquitetua Gótica2" title="Arquitetua Gótica2" width="230" height="219" class="aligncenter size-full wp-image-2129" /><em>Acima, outro exemplo da arquitetura gótica na França.</em></p>
<p>Resumindo. Podemos dizer que os arquitetos romanos, com toda sua inteligência, aplicaram nas suas construções uma técnica pouco diferente daquela usada pelos construtores megalíticos, quando amontoavam pedras pesadas umas sobre as outras. Já a catedral gótica exige um conhecimento muito maior, assim como dados científicos, tradicionalmente recebidos ou geometricamente calculados e recalculados constantemente. Isso superava amplamente os conhecimentos daquela época.</p>
<p>Além da arquitetura e agricultura, um outro fato é válido também para o campo financeiro.</p>
<p>Os monarcas estavam constantemente sem dinheiro. As cidades eram pequenas e o núcleo de habitantes também; a igreja protegia cuidadosamente seu tesouro. Os funcionários públicos eram, salvo raras exceções, bastante pobres. Logicamente podemos perguntar o que estaria atrás dessa mania de construir que consumia somas astronômicas.</p>
<p>É muito provável que essas construções, surgindo de uma hora para outra, dentro de um curto espaço de tempo, dezenas ao mesmo tempo, faziam parte de um gigantesco projeto ainda não esclarecido para a humanidade.</p>
<p>De onde vieram esses operários especializados, do arquiteto ao escultor ou o chaveiro, num mundo de relativamente poucos habitantes? Seja como for, nasceu uma classe de operários de construção, treinados numa técnica exemplar e fisicamente livres para, em caso de necessidade, se locomover de uma oficina para outra, sem problemas.</p>
<p>Entre as invenções dos Templários, podemos acrescentar a idéia original da criação dos bancos, com seus cheques e outros métodos de créditos, projetados para ajudar as finanças e suas atividades na Terra Santa</p>
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		<title>Ordem de São Lázaro de Jerusalém</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 03:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David Caparelli</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A verdadeira história da Ordem começou como dos Templários e a dos Hospitaleiros, com a chegada dos Cruzados em Jerusalém. De origem unicamente religiosa, a Ordem tornou-se também militar em 1200. Seu alvo original era receber os Cavaleiros leprosos de diversas Ordens. 

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Medalha_São_Lázaro.JPG" alt="Medalha_São_Lázaro" title="Medalha_São_Lázaro" width="200" height="210" class="aligncenter size-full wp-image-1830" /><em>Acima, brasão da Ordem de São Lázaro de Jerusalém.</em></p>
<p>A verdadeira história da Ordem começou como dos Templários e a dos Hospitaleiros, com a chegada dos Cruzados em Jerusalém. </p>
<p>O primeiro Grão-Mestre foi Gérard Tenque, sucedeu Roger Boyant, antigo reitor do Hospital de São João, que ficou leproso. </p>
<p>De origem unicamente religiosa, a Ordem tornou-se também militar em 1200. Seu alvo original era receber os Cavaleiros leprosos de diversas Ordens. </p>
<p>Contudo, seu caráter militar, sob o domínio franco na Palestina, é inegável, visto que em 1244 encontramos os Cavaleiros no combate de Gaza, onde foram massacrados. </p>
<p>O Papa Inocêncio IV autoriza eleger um mestre na Europa. </p>
<p>Em 1256, todavia, logo que se retiraram da Palestina para instalarem um mestrado na Europa, os Cavaleiros constituíram com os Templários, os Hospitaleiros e os Teutônicos uma das quatro grandes Ordens militares. </p>
<p>Em 1244, a Ordem se desenvolve na França devido à generosidade do Rei Luiz IX. A Ordem não foi bem-sucedida nessa época. </p>
<p>Em 1603, o Papado uniu a Ordem de São Lázaro à Ordem de São Maurício, onde os Duques de Savóia eram mestres hereditários, o que equivaleu a seu desaparecimento.</p>
<p>O Rei Henrique IV quis mantê-la na França e fundou a Ordem de Nossa Senhora de Monte Carmelo, na qual reuniu São Lázaro, mas Roma não reconheceu a fusão. </p>
<p>São Lázaro torna-se, daí em diante, uma Ordem dinástica na França que era dominada pelos reis da França e tomou oficialmente o título de &#8220;Ordem de Nossa Senhora do Monte Carmelo e de São Lázaro de Jerusalém&#8221;.</p>
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		<title>Primeira Grande Cruzada &#8211; Segunda Parte</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 03:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David Caparelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[David Caparelli]]></category>

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		<description><![CDATA[A cruz vermelha pintada nas armaduras dos cavaleiros e a cruz bordada ou pintada nas roupas dos outros membros e nos estandartes foi escolhida como símbolo desses defensores da fé e do cristia­nismo, sendo esta a razão de serem chamados Cruzados, pois, ao partir a Cruzada, ele "tomava a cruz". ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Segunda-Cruzada1.JPG" alt="Segunda Cruzada" title="Segunda Cruzada" width="256" height="193" class="aligncenter size-full wp-image-1630" /><br />
<em>Acima, Cavaleiros Templários no deserto. </em></p>
<p>A cruz vermelha pintada nas armaduras dos cavaleiros e a cruz bordada ou pintada nas roupas dos outros membros e nos estandartes foi escolhida como símbolo desses defensores da fé e do cristia­nismo, sendo esta a razão de serem chamados Cruzados, pois, ao partir a Cruzada, ele &#8220;tomava a cruz&#8221;. </p>
<p>A Primeira Grande Cruzada também foi chamada de Cruzada dos Grandes Senhores ou Cruzada Senhorial. </p>
<p>No ano de 1097, ao término da Cruzada do Povo, iniciou-se a Primeira Grande Cruzada que iria até 1099. Esta Cruzada teve êxito em seu principal objetivo: conquistar a Ásia Menor para o Império Bizantino, libertada do domínio muçulmano a Terra Santa. Esta Cruzada reuniu importantes senhores feudais do Ocidente. Participaram nobres da França e da Península Itálica, como Godofredo de Bouillon, Duque de Lorena, Conde Raimundo de Tolosa, os duques da Normandia e de Flandes, o parente do Rei de França, os filhos do Rei normando das Duas Sicílias e o Bispo Ademar de Monteuil, representante do Papa. </p>
<p>Vindos de vários caminhos, em 1097, os Cruzados chegaram em Constantinopla. Primeiro chegou o exército do parente do Rei da França, Hugo de Maisné, Conde de Vermandois. Depois chegou o exército de Godofredo de Bouillon, Duque de Lorena, e seus dois irmãos, Balduíno e Eustáquio de Bolonha. Em seguida, do sul da Itália, veio o exército de Boemondo de Tarento e seu sobrinho Tancredo, o exército de Roberto, Conde de Flandes, seguido por Raimundo, Conde de Toulouse, que veio acompanhado pelo bispo Ademar de Monteil, designado pelo próprio Papa como chefe espiritual dessa Cruzada. Por fim, chegaram os duques da Normandia, Roberto de Courteheuse e Eustáquio de Blois. De Constantinopla seguiram para a cidade de Nicéia, que, após ser sitiada por quase oito semanas, finalmente foi conquistada pelos Cruzados. Os exércitos partiram separados para Antioquia, onde reuniram­se os remanescentes dos seguidores de Pedro, o Eremita, inclusive o próprio, com todos os exércitos dos Barões. </p>
<p>O caminho através da Síria foi penoso e repleto de árduos combates com os exércitos turcos. Antioquia, na Síria, era o caminho obrigatório para a Terra Santa. Todos sabiam que em Antioquia São Pedro fundara o seu primeiro bispado. A sua conquista foi demorada e muito difícil, sendo que após o sítio de seis meses, foi finalmente conquistada em junho de 1098. Dois dias depois, foi sitiada pelas forças de um potente exército turco chefiado pelo general Kerboga. O exército turco estava bem armado, mais preparado e com estoque de provisões, além de ser mais numeroso. Após ficarem sitiados por um longo período, os Cruzados saíram a campo e travaram uma sangrenta batalha contra os turcos, emulados pelo bispo Ademar que portava a Santa Lança.</p>
<p>Os Cruzados venceram os soldados do general turco Kerboga, cujas tropas bateram em retirada. Conseguindo romper o cerco, e após cinco meses de restauração e reorganização de suas forças, os Cruzados iniciaram sua marcha rumo a Jerusalém.</p>
<p>Entre Antioquia e Jerusalém muitas batalhas foram travadas e muitas privações foram sentidas, principalmente a fome; porém, em pouco mais de um ano, exatamente em 07 de junho de 1099, finalmente chegaram à cidade de Jerusalém, iniciando o seu cerco. Das tropas iniciais, só um terço chegou, porém todos tornaram­se combatentes eficientes e preparados para a guerra, enfim, verdadeiros Cruzados. Tinham diante de si a Terra Santa, onde havia morrido Jesus Cristo, onde tudo falava do evangelho, onde nada poderia detê-los. Tinham de libertá-la. </p>
<p>Após cinco semanas de cerco, na sexta-feira, 15 de julho, as muralhas foram tomadas.Em uma sangrenta batalha, os Cruzados massacraram seus habitantes, mataram em torno de setenta mil muçulmanos. Os judeus também foram sacrificados.A cidade foi saqueada, nem a Cúpula do Rochedo escapou de ser pilhada.</p>
<p>Depois do embate sangrento, os Cruzados foram ao Santo Sepulcro, onde de joelhos oraram agradecidos a Deus, pela vitória, pois haviam libertado Jerusalém. Com a libertação de Jerusalém, a maioria dos nobres e dos membros componentes da Cruzada voltou ao seu país de origem. Os nobres que permaneceram formaram quatro Estados cristãos nas terras conquistadas. Foram eles: Edessa, Antioquia, Trípoli e Jerusalém. Esses Estados foram chamados de Latinos, em justaposição aos dos cristãos orientais, de Bizâncio.</p>
<p>Muitos dos Cruzados aprenderam a gostar da Terra Santa. Todavia, para poderem nela permanecer, necessitavam de muitos outros ocidentais, pois era imperioso defender a fé cristã, os cristãos e o solo de seu novo país. Contudo, para que outros ocidentais viessem, era fundamental que as estradas fossem seguras, que os peregrinos tivessem proteção. </p>
<p>Para atender os doentes desde 1048, existia em Jerusalém o Hospital, lugar onde os peregrinos doentes e sem recursos podiam encontrar ajuda. No entanto, nas estradas não havia nenhuma proteção ou auxílio aos peregrinos. </p>
<p>Em 1.118, Hugo de Payens e outros sete Cavaleiros fundaram uma Ordem que passou a ter a função de policiar esse novo império cristão. Os membros do Hospital, no início, eram monges, contudo, estes oito Cavaleiros decidiram que, apesar de se dedicarem a Deus, continuariam a ser combatentes ao fundarem essa nova Ordem. Conta-se que talvez nove fossem Cavaleiros, porém, o nono nome nunca pôde ser encontrado. </p>
<p>O novo Rei de Jerusalém, Balduíno II, primo de Balduíno I determinou que eles fossem acomodados em um edifício em local perto da Cúpula do Rochedo, onde pensavam ter sido o Templo de Salomão. Tinham feito o triplo voto de pobreza, castidade e obediência. Escolheram que usariam um nome: &#8220;Pobres Soldados de Jesus Cristo&#8221;, ou &#8220;Milícia de Jesus Cristo&#8221;. Com o tempo, tomaram- se os &#8220;Cavaleiros do Templo de Salomão&#8221; e depois simplesmente &#8220;Cavaleiros Templários&#8221;. Assim nasceu a &#8220;Ordem dos Templários&#8221;. Tinham como lema: Non nobis Domine non nobis sed Nomini Tuo ad Gloriam (Não para nós, Senhor, não para nós, mas para a glória de Teu Nome). </p>
<p>Eles viviam como monges e lutavam como cavaleiros. Dedicavam-se a proteger e auxiliar os peregrinos cristãos, os doentes e os pobres. Outras ordens religiosas militares da época foram a dos <strong>&#8220;Hospitalários&#8221;</strong> ou <strong>&#8220;Cavaleiros do Hospital de São João de Jerusalém&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Cavaleiros Teutônicos&#8221;</strong> ou <strong>&#8220;Cavaleiros do Hospital de Santa Maria dos Teutões&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Cavaleiros da Ordem do Santo Sepulcro&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Cavaleiros da Ordem de São Lázaro de Jerusalém&#8221;</strong>.</p>
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		<title>Primeira Cruzada &#8211; Primeira Parte</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 03:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David Caparelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[David Caparelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Inicialmente os peregrinos iam até a Terra Santa a pé ou a cavalo, porque nessa época as embarcações eram pequenas e de constru­ções elementares, portanto nada adequadas para o transporte dos suprimentos, das armas, dos animais e dos próprios peregrinos. Essa foi uma expedição confusa e desordenada, todavia, ao chegar ao Rio Danúbio, totalizavam cerca de trinta e cinco mil pessoas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Primeira-cruzada.jpg" alt="Primeira cruzada" title="Primeira cruzada" width="250" height="187" class="aligncenter size-full wp-image-1626" /><br />
<em>Acima, Cavaleiros Templários na Primeira Cruzada.</em></p>
<p>O imperador bizantino Aleixo Comneno solicitou ao Papa Ur­bano II apoio para a proteção dos cristãos do Oriente. Sua requisição foi atendida. Em 18 de novembro de 1095 inicia-se o Concílio de Clermont. </p>
<p>Ao término do Concílio, o próprio Papa Urbano II fez a conclamação dos cristãos para a Cruzada. Quando terminou sua prédica, vociferou: &#8220;Tome sua Cruz e vamos libertar o Santo Sepulcro!&#8221;. O povo gritou uníssono com delírio: &#8211; Deus o quer! Deus o quer! </p>
<p>O entusiasmo foi tal que o próprio Papa Urbano II, de imediato, falou ao público presente que só deveriam ir os homens que esti­vessem fisicamente aptos. Solicitou ainda que as crianças, os fracos e doentes, assim como os velhos, deveriam refrear-se. Às mulheres determinou que deveriam ir acompanhadas de seus maridos ou parentes, e, finalmente, os padres só poderiam ir com ordens de seus superiores. Foram tantos os que atenderam ao seu apelo que não foi possível contê-los.</p>
<p>Estava evidente que havia a necessidade de uma preparação cuidadosa e de uma organização bem planejada. Entretanto, para os pobres, para os ignorantes e para os sem­terras, aguardar era quase impossível. Só lhes faltava um chefe. Foi quando Pedro, o Eremita, cruzou a Europa montado em um burro, pregando a Cruzada e incitando em todos à ação imediata.</p>
<p>Pedro era de estatura baixa, de feições feias, de cabelos e barba prateados, trajando-se com o manto de monge e de pés descalços. Foi seguido por milhares de pessoas em uma aventura de penosa conseqüência rumo ao Oriente. </p>
<p>Homens, mulheres e crianças, enfim, pessoas de todas as idades não hesitaram em acompanhar a marcha daquele monge que os inflamava com suas palavras repletas de fé. </p>
<p>Inicialmente os peregrinos iam até a Terra Santa a pé ou a cavalo, porque nessa época as embarcações eram pequenas e de constru­ções elementares, portanto nada adequadas para o transporte dos suprimentos, das armas, dos animais e dos próprios peregrinos. Essa foi uma expedição confusa e desordenada, todavia, ao chegar ao Rio Danúbio, totalizavam cerca de trinta e cinco mil pessoas. </p>
<p>Nessa época, na Alemanha, desencadeou-se uma idéia nefasta contrariando a orientação papal e da Igreja: combater não só os infiéis muçulmanos na Terra Santa, mas também os judeus, que, segundo a visão cristã da época, não respeitavam Cristo. As calúnias foram tantas que os ignorantes e os fanáticos massacraram os judeus da cidade de Mogúncia com enorme crueldade. </p>
<p>Esses fatos se repetiram em outras cidades, como em Colónia, Spire, Worms, Neuss e outras. O massacre desses judeus foram os primeiros sacrifícios da Cruzada.</p>
<p>Eles não sabiam onde era Jerusalém, tampouco sabiam que era longe. A certeza que tinham era a de que deveriam chegar lá. Seguiam sem um plano ordenado, sem abastecimento e sem a mínima organização militar. Essa turba desorganizada e despreparada, durante sua caminhada, foi saqueando as cidades, os campos e até igrejas. Em Belgrado mataram cerca de 3.800 a 4.000 húngaros, no interior do império.</p>
<p>Conseqüentemente, em Nish, na antiga Iugoslávia, travou-se uma batalha em que um quarto dos seguidores de Pedro, o Eremita, foram mortos. </p>
<p>Em Sofia, eles foram recebidos pelos representantes do Imperador Bizantino e foram perdoados, alimentados, medicados e vestidos. Daí seguiram para Constantinopla.</p>
<p>Em 1096 chegaram em Constantinopla, em pequeno número e com a moral geral e religiosa muito reduzidas. O Imperador tentou demovê-los de seguir avante, porém, com os saques que os mesmos realizaram à cidade, resolveu fornecer trans­porte para a Ásia Menor, e aí foram destruídos pelos turcos seldjúcidas. </p>
<p>Esta Cruzada recebeu a denominação de A Cruzada Popular. Seu malogro foi total, porém, esta Cruzada do Povo veio representar em seu bojo a fé cristã que desencadeou a luta da Europa cristã contra a religião muçulmana. </p>
<p>A Cruzada Popular, desde seu início até seu trágico fim, teve duração de aproximadamente seis meses.</p>
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