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Carlos Rosa

A ocasião faz o furto, o ladrão nasce feito!

Acabamos de ver a Câmara e o Senado reduzirem o orçamento da educação e da saúde para não comprometer a economia e, no outro dia, aumentaram afrontosamente seus benefícios, mostrando à sociedade que estão acima do bem o do mal. Isto é furto coletivo, parece um arrastão contra a moralidade. A oportunidade prejudica a nação em prol de vantagens próprias. Não é muito diferente de um pivete que toma a carteira de um trabalhador. Este ciclo vicioso será muito difícil de acabar. Sempre haverá novos personagens dilapidando algumas empresas governamentais.
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A esperança não é a última que morre

O exemplo do menino resgatado após as autoridades do Nepal terem comunicado não ter mais chances de resgate do trágico terremoto, é uma prova de que o que morre por último é a ação, atitude. No caso da criança, como ainda não tem conhecimento nem expectativas do futuro, ficou parada esperando a mãe chegar. Sem levar seu cérebro para o conflito e ansiedade. Simplesmente ficou imóvel, e a respiração foi determinante para a sua sobrevivência. O que morre efetivamente por último é o esforço. A perda da esperança conduz para a inércia, mas a falta de ação é o derradeiro final. O coração para.
Carlos Rosa

Clientes inteligentes, atendentes desconectados

A tecnologia está mudando rapidamente nosso comportamento. O celular passou a ser uma ferramenta poderosa de informações e de divertimento. Curioso que podemos usá-lo até para conversar. O consumidor atual é multitarefa, autentico, independente, muito bem informado, apressado, mais individualista e infiel a marca. É comum verificar pessoas juntas fisicamente e separadas mentalmente ao dar mais atenção a telinha ou ao fone de ouvido. A tecnologia também facilitou a vida dos comerciantes ao possibilitar rapidamente identificar os perfis dos consumidores, novas tendências e ideias, informações de concorrentes, acesso aos clientes pela mídia social e disponibilizar uma comunicação mais personalizada, direcionada a suas experiências.
Carlos Rosa

Há diferença entre a vida pessoal e a profissional?

Um problema pessoal afeta o desempenho profissional e a recíproca é verdadeira. Corpo e mente também se completam e se relacionam o tempo todo. Um corpo não é saudável se tem problemas mentais e uma mente brilhante não se desenvolve plenamente em um corpo doente. Uma pessoa não está em sua plenitude se tem um problema fisiológico, uma frustração ou se está deprimida ou infeliz. Este comportamento é afetado durante seu dia independentemente do local. Por esta razão, os processos seletivos cada vez mais procuram sintomas ou virtudes no lazer, no esporte, longe da rotina profissional. Explorar um hobby do candidato é conhecê-lo um pouco melhor e ajuda na melhor escolha.
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Consistência, a voz do povo…

As lindas manifestações do domingo 15 de março tem um objetivo claro: consistência. O povo cansou de ser explorado por maus governantes, sejam do partido que for. Basta de ser o único a fazer sacrifícios, enquanto a máquina pública gasta todos os recursos sem critério. Parlamentares só pesam em ganhos pessoais, até seus conjugues chegaram a ter inacreditáveis benefícios aéreos. Não existe dinheiro público, o dinheiro vem do povo, através de uma carga tributária campeã mundial, para ser gasta em propina e corrupção. Queremos que nosso dinheiro seja gerido da forma que fazemos: economizando e dentro do orçamento.
Carlos Rosa

Rio, a cidade feliz!

A cidade mais linda chega aos 450 anos de simpatia, paz e amor. Rio de janeiro é o lugar da diversidade, do mar e montanha, da guerra e paz, do Flamengo, do samba e do rap, do preto e do branco, do esporte, do calor e do sol. Rio, a cidade da convergência divergente. Mulheres lindas, praias deslumbrantes, floresta da tijuca e mil encantos. Rio sempre jovem, através da mutação contínua. Do trabalhador sorridente, ao chefe intolerante. Do trânsito desordenado, motoristas mal educados e espertos. Da alegria do happy hour, com batuque e cerveja. Rio, a capital mundial do esporte e a única com 4 grandes times de futebol e que o Rei Pelé adotou, para jogar no maracanã e conquistar o mundo.
Carlos Rosa

Você já participou de uma equipe de alto desempenho?

Esta é uma dádiva de Deus: conseguir transformar uma equipe normal em uma equipe de alto desempenho. Maior desafio ainda é manter o desempenho por longos anos. É muito difícil, mas quem já teve o gostinho de trabalhar com pessoas que aglutinam, confraternizam e comemoram muitos resultados sabe como é fantástico. A sinergia, o astral, o respeito e a confiança são elementos vitais para este time campeão. Embora eu tenha trabalhado em muitas boas equipes, tive a rara oportunidade de trabalhar desta forma: apenas uma vez. Foi um ano maravilhoso, principalmente pela desconfiança de outros departamentos da empresa.
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Olho por olho e o mundo acabará cego!

Lembrar a célebre citação de Mahatma Gandhi, do século passado, é muito oportuno no início deste ano, após os assassinatos dos cartunistas franceses. O grande líder mostrou ao mundo a importância da não violência sem abrir mão da liberdade. Enquanto que o fanatismo leva o indivíduo a fomentar o ódio, individualismo, preconceitos entre outras atitudes, para impor sua causa. Por outro lado, a liberdade de imprensa é uma conquista inegociável, mas tem que ser tratada com respeito a cidadãos, religiões, partidos políticos ou qualquer defesa dos interesses próprios.
Carlos Rosa

O ótimo é o melhor amigo do bom

A célebre frase Voltaire “O bom é inimigo do ótimo” é um bom exercício para os sonhos a serem pedidos de fim de ano, Adoramos sonhar, mas, na hora de pôr em prática nossas ações, aparece uma desculpa para adiar nossos desejos. Sonhamos no réveillon e desistimos no carnaval. Talvez este círculo vicioso secular venha da fragilidade como encaramos o planejamento. Projetos estruturais para melhoria das pessoas são adiados por governantes por falta de foco ou interesse político. Projetos pessoais são interrompidos por falta de disciplina na primeira adversidade.
Carlos Rosa

A queda do muro

Este ano comemora-se 25 anos da derrubada do muro de Berlim. Sem dúvida um marco positivo na história moderna, marcada neste quarto de século por corrupções, espionagens, guerras e fanatismo religioso. As esperanças da melhoria das relações humanas estão longe da expectativa inicial quando ocorreu a queda do muro, mas sem dúvida nenhuma, foi um marco que o bem existe e pode ser alcançado através da boa vontade das pessoas.
Carlos Rosa

A coragem é amiga inseparável do líder

O líder é um visionário e busca levar seus liderados a um patamar melhor. Isto se torna improvável sem coragem. A coragem não significa ausência do medo e, sim, o seu enfrentamento. Um líder sem iniciativa e medroso não terá o respeito e admiração da sua equipe. Em pouco tempo, a desunião e o descompromisso se farão presentes. Líderes precisam da coragem para seguir seus ideais mesmos com os obstáculos que aparecem, com frequência, no caminho. Coragem está associada ao coração, à paixão e à crença em seus princípios. Para isto, é fundamental o líder conhecer, pensar e praticar.
Carlos Rosa

Conhecimento ou atitude?

Qual a característica mais importante para a competência? Os livros nos ensinam que, para sermos competentes, necessitamos de habilidade, além do conhecimento e atitude. Ou seja, para desempenharmos bem uma tarefa ou função temos que: saber, saber fazer e querer fazer. Mas, qual é mais importante? Se formos ao extremo, verificaremos a importância de ambas, pois quem conhece e não age, significa que não tem conhecimento, tem apenas informação. É a célebre frase “saber e não fazer é não saber ainda”. Por outro lado, quem age e não conhece, gera retrabalhos e repetições com grande energia perdida, gerador de ineficiência.
Carlos Rosa

Pega na mentira!

Impressionante como a facilidade de comunicação atual gera infindáveis boatos. A quantidade de mentiras lançadas nos programas eleitorais é assustadora. Como poderemos escolher líderes que mentem descaradamente? Líderes que só pensam em enganar para se beneficiar no curto prazo. Estamos realmente em um caos social, cujos os mandantes enganam, mentem, traem com a tranquilidade de quem escova os dentes.
Carlos Rosa

O impossível é temporário!

O Brasil está num período de escolha, através do voto, e é bem oportuno começarmos a eleger líderes que diminuam a corrupção e a burocracia. Estes são fatores culturais que dificultam nosso desenvolvimento. É possível nos tornamos uma sociedade educada, livre e justa. É difícil, mas não é impossível. Cabe a nós darmos o primeiro passo em rumo a este desafio. É a hora de fazermos história.
Carlos Rosa

Celular é inimigo do bom atendimento?

Não existe fórmula mágica, é necessário muito bom senso, mas a melhor decisão é privilegiar e respeitar quem está com você e não atender a mais ninguém, mesmo uma ligação de um novo cliente. Temos que valorizar e dar atenção para as pessoas que estão recebendo a prestação do serviço ou sua atenção. O bom profissional deve desligar o celular enquanto estiver atendendo, da mesma forma que deve fazê-lo ao dirigir. O código de trânsito entende que quem fala ao celular dirigindo tem sua atenção prejudicada e multa se verificar esta situação. No atendimento, o cliente não pode multá-lo, mas pode gastar seu dinheiro em outro lugar. Provavelmente, não haverá um vínculo de fidelização com este tipo de atitude.
Carlos Rosa

Dinheiro na mão é vendável

Apesar de tanta informação na internet sobre planejamento financeiro, o brasileiro continua devendo e atendendo mal. Embora muitos questionem esta relação, o fato é quem deve atende mal porque sua preocupação principal é a dívida e não o cliente. Quem não conhece vendedores que só se preocupam com a sua comissão, transformando o comprador em apenas um detalhe? A preocupação contínua e nem sempre viável de solucionar as dívidas não permite que, na maioria das vezes, seja prestado um atendimento superior. Atendimento não é tratamento, atendimento é RESOLVER o problema do cliente.
Carlos Rosa

IDH, mais uma goleada

As Nações Unidas divulgaram o novo ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o Brasil continua em posição muito aquém de suas capacidades econômicas. Somos a 6ª maior economia do mundo e estamos 79º lugar com IDH = 0,74, ou seja, 27% menor do que a campeã Noruega, cujo índice é de 0,94 e esperam viver 8 anos a mais do que nós. Nossos avanços são modestos na saúde, educação e renda, área que compõe o indicador, devido à burocracia, protecionismo e corrupção. Nossa renda é US$ 14.6 mil dólares distante dos quase 64 mil dos descendentes dos vikings, devido à baixa produtividade. Temos muitos feriados, valorizamos o emprego público e não nos comprometemos com o trabalho.
Carlos Rosa

A Copa da soberba

Nossa participação foi pífia, a começar por uma ajuda do juiz num pênalti no primeiro jogo. Não conseguimos vencer a seleção do México, uma das seleções que mais perdeu em Copa do Mundo. Tomamos um gol de pelada contra Camarões, que só veio passear. Sofremos para ganharmos nos pênaltis contra o Chile, contando com a sorte da bola contra nossa trave no último lance. Vencemos a Colômbia com um pouquinho de futebol, mas com um sufoco imenso no final e, agora, entramos em campo nos achando e levamos uma goleada inesquecível. A maior de todas as Copas.
Carlos Rosa

Abundância

A Copa do Mundo no Brasil reflete o quanto é saudável a abundância em nosso planeta. Falamos tanto em dificuldades, mas o Universo é abundante, basta ver que o sol tem muita energia para nos fornecer e aquecer 50 bilhões de pessoas. Não existe escassez para este recurso natural. Nesta Copa, além de fartura de gols, é contagiante ver a integração dos povos e respeito ao adversário. As zonas mistas mostram um público alegre, fantasiado e feliz. Isto é viver bem a vida. Outra grata surpresa é a invasão sul-americana ao nosso imenso e belo Brasil. Como podemos nos fortalecer se estivermos unidos.
Carlos Rosa

Viva Kairós e respeite Kronos

A mitologia grega é cheia de ensinamentos que podem ser vivenciadas nos dias atuais. Uma das mais interessantes é a de Kairós e Kronos, como Deuses do tempo. Foi muito inteligente atribuir dois representantes para explicar e entender como ter o tempo como seu aliado. O tirano Kronos é implacável e ditador através de regras rígidas que não podem ser quebradas, como um dia possuir exatamente 24 horas ou uma hora ter exatos 60 minutos, enquanto o oportunista Kronos é responsável por transformar um momento agradável de uma hora parecer ter durado um minuto e um momento de tormenta de um minuto parecer uma infindável hora.
Carlos Rosa

Por que a ética está em crise?

Quem sabe um dia poderemos sonhar em sermos uma nação evoluída e educada? No terremoto de 2012, no Japão, houve necessidade de racionamento de água. E foi determinado que cada família teria direito a um galão de água para cada pessoa. Então, o japonês informava na hora de receber a água em dois ou três vasilhames determinados. Imagina isto no Brasil. Primeiro lugar, as famílias teriam, no mínimo, dez a doze pessoas, aí o governo iria criar uma norma determinando um critério e o executor aproveitaria para receber um “dindin” a mais.
Carlos Rosa

Obrigado trabalho!

O trabalho é um importante valor da vida. Ele desenvolve as pessoas, gera atividades e renda. Também é causador de depressão ou queda da autoestima em algumas pessoas ao perdê-lo. O maior programa social de qualquer governo deve ser a geração de empregos, pois permite a evolução pessoal e ocupação do ócio. Os programas sociais devem existir, mas com prazos pré-estabelecidos para que o trabalhador queira retornar ao emprego. A evolução do país se acelera quando o trabalhador se qualifica e busca promoções por merecimento. Este é um ponto vital para que o estímulo de um desempregado seja ter oportunidades de trabalhar e melhorar seu padrão de vida por esforço e resultados. No Brasil a rotatividade da mão de obra não especializada é enorme e as pesquisas de emprego não avaliam este item. Muitos não ficam nem 6 meses no emprego porque tem válvulas de escapes do governo.
Carlos Rosa

Roubado não é mais gostoso

Esta semana, esta frase voltou à mídia por causa da declaração de um jogador de futebol. Não foi a primeira e nem será a última vez que conviveremos com isto. Infelizmente, pois isto mostra nosso jeitinho brasileiro que não nos ajuda a evoluir. Na Copa 2002, a revista "Placar" estampou na primeira página esta frase e adoramos, pois fomos beneficiados e a Turquia, roubada. Chega desta forma de pensar. Adoramos cobrar nossos direitos que são justos. Injusto é não cumprir com nossas obrigações. Os políticos são os guardiões da nossa evolução social e só pensam no próprio umbigo, seja para ganhos pessoais ou partidários. Chega de acobertar pessoas por causa do status. Ter foro privilegiado é uma hipocrisia da sociedade que valoriza quem rouba. Pagam-se altos salários para fazer política ruim com muitas cadeiras e partidos.
Carlos Rosa

Jorge, o executivo da mobilidade

Ao embarcar no taxi do português e simpático Jorge fiquei surpreendido positivamente pela sua abordagem e boas-vindas. Custei a acreditar no que estava ocorrendo ao informar o meu destino. Antes de responder percebi um semblante alegre, de um senhor de 68 anos muito bem vestido, o carro novo e o ar na temperatura agradável. Recebi informações atualizadas do trânsito para poder optar qual o trajeto de minha preferência. Claro que me senti muito bem e a conversa fluiu, pois mesmo depois de 45 anos na profissão, Jorge tem o sotaque da terrinha e possui uma visão otimista do futuro do Brasil.
Carlos Rosa

Orgulho das conquistas

Carlos Alberto, “o capita do tri”, além de agradecer aos céus pela dádiva, foi além e deu um beijo no metal, seguido dos demais jogadores. Aumentou a valorização da conquista ao agregar a paixão e o esforço nos fatores importantes para o sucesso. São dois momentos marcantes que as empresas e as pessoas devem valorizar sempre. As conquistas são feitas de esforço, dedicação, comprometimento, trabalho em equipe, preparação, às vezes em frustração, e devem, no momento da pequena ou grande vitória, ser valorizadas e compartilhadas por todos.
Carlos Rosa

Tanto riso, quanta alegria!

O riso é um grande facilitador emocional para a comunicação, pois provoca a aceitação e reações positivas de outros indivíduos. O riso é contagioso e abre o coração das pessoas e, com isto, facilita a interação. Uma criança sorrindo faz esquecer qualquer dor ou dificuldade. O brasileiro tem uma enorme vocação para o humor. Adoramos compartilhar uma piada, pois somos um dos maiores usuários de internet e curtimos ver um vídeo engraçado no YouTube, uma postagem no Facebook ou um novo tumblr comentando a piada-sensação do momento.
Carlos Rosa

Recordar é viver: ordem e progresso

Após 64 anos o Brasil volta a sediar uma Copa do Mundo de Futebol. Hoje, podemos verificar que o trauma do Maracanazo acabou nos fortalecendo oito anos depois ao conquistarmos o primeiro título mundial e hoje termos a hegemonia no futebol. Espero que esta Copa sirva para mais uma vitória, mas que, principalmente, nos leve a conquistas nos campos econômicos, políticos e sociais. É hora de aprendemos com as derrotas passadas nestes campos, para evoluirmos. No campo econômico a Petrobrás, a nossa maior empresa criada três anos após a Copa de 50, está perdendo competitividade e seu valor patrimonial está na metade do que realmente vale.
Carlos Rosa

A vontade de ter força de vontade

Entramos no segundo mês do ano e já consumimos 8% dos dias. Lembra-se da lista de desejos ou mudanças que você se prometeu antes do Réveillon? Fez alguma avaliação do seu progresso ou está ainda pensando? Esta é uma boa maneira de entender que a força de vontade pode e deve ser exercitada. Os estudos científicos provam que as pessoas sem força de vontade têm dificuldades em melhorar e os que têm o autocontrole se saem melhor na escola e no trabalho. Portanto, utilize sua lista para melhorar, focar em ações que realmente levarão a merecidas recompensas. Pode usá-la em abundância, que não tem contra indicação, pois a satisfação de atingir suas metas é gratificante. Comemore as pequenas vitorias para te levar aos grandes resultados. Melhoras pequenas constantemente trazem resultados grandes.
Carlos Rosa

Liderança é um ato de sensibilidade

Adorei esta frase, dita por um líder, pois reflete com simplicidade o quanto complexo é a arte de liderar. O quanto a sensibilidade é fundamental para o exercício pleno do líder. Talvez esta seja a resposta para o “rolezinho” que tem tomado o noticiário atual da imprensa, bem como as manifestações ocorridas em meados do ano passado. Falta aos gestores exatamente identificar corretamente qual a melhor medida a ser tomada, pois existe claramente 2 tipos distintos de grupos: um buscando lutar pelos seus direitos ou apenas curtir a socialização e outro querendo baderna ou levar vantagem de forma ilícita, com saques e roubos.
Carlos Rosa

Smart games

Os jogos eletrônicos viraram uma febre de consumo. Em qualquer lugar, tem alguém jogando para passar de fase. Novidades, acessórios, downloads, vídeos, campeonatos, recordes, sociabilização via rede social, imagens perfeitas transformaram-se em vícios eletrônicos, seja no Playstation, Xbox, iPad ou celular. Quando se fala em vício, fala-se em hábito e, aproveitando este início de ano, época de reflexão e novas promessas, que tal verificar a lógica dos games e aplicar no nosso cotidiano para atingir nossos sonhos? A estratégia de começar devagar, pelas fases mais fáceis, da criação do hábito e atingir vitórias geram auto confiança para passar para etapas mais difíceis. É o início do aprendizado e gosto pelo jogo. Sem muita pressão e de forma suave. Justamente ao contrário do que nos exigimos quando queremos mudar hábitos.
Carlos Rosa

“Fazejamento”

Este é a prática efetiva do planejamento da nossa cultura, como ocorrida nas impressionantes desculpas do Ministro do Esporte e do Ronaldinho sobre os atrasos das obras para a Copa. Parece que atrasar é normal, e com isto, deixou até a FIFA sem alternativas e coparticipará das "rezas” para não ter outros imprevistos até a Copa. A nossa autoconfiança é bem-vinda, pois devemos pensar positivo, mas isto não significa que, na hora, tudo sairá certo. Na realidade, na hora, sairá tudo mais caro e com qualidade inferior. A pressa necessária para recuperar o atraso é feito na base de maior custo com contratações adicionais sem critério e horas extras infindáveis. É um aprendizado único de como gastar e produzir menos. Os novos estádios são testemunhas desta triste constatação.
Carlos Rosa

A maior vitória

É vencer você mesmo. Quando você está indisposto e consegue vencer as mensagens vindas do seu cérebro, o resultado é prazeroso, pois geralmente é uma vitória de qualidade, seja na execução rotineira de uma tarefa ou na iniciação de um exercício ou corrida. Aquela “preguicinha” de começar a se exercitar vai aumentando e se formos deixando o cérebro comandar, o resultado final é frustração pela inércia e uma baita “preguiçona”. Agora, se mostrarmos determinação e iniciarmos pequena ações em direção ao começo do exercício ou da tarefa, em pouco minutos a mente preguiçosa passa a ser fonte de irradiação de energia positiva.
Carlos Rosa

“Custe o que custar”

É o tema da nossa reflexão desta vez, pois é uma mensagem de dupla interpretação. Se avaliarmos como foco, interesse e disposição para atingir um sonho, sem dúvida, é uma ótima direção: aumenta nossa persistência e motivação para vencer os desafios. Nesta trilha, é um bom lema a ser seguido. Para gerir um grupo de pessoas com responsabilidades de coesão, ética, respeito, equilíbrio, isenção e outras tantas atribuições necessárias para um líder, este não deve ficar obcecado por um fim sem avaliar corretamente os meios. É vital para uma boa gestão avaliar bem qual o melhor caminho a seguir, e na maioria das vezes, o maior benefício deve ser objetivado com o menor custo, seja financeiro, operacional, emocional ou espiritual.
Carlos Rosa

Olha que coisa mais linda

Vinícius é apontado por muitos o maior dos poetas brasileiro e tratou como ninguém a bipolaridade da vida. Reclamava que suas mulheres que não sabiam amar em liberdade porém era um ciumento tanto de suas mulheres quanto de seus parceiros. E nesta diversidade conseguia se inspirar, ter coragem e sabedoria para criar poemas ou músicas com uma facilidade inigualável como a memorável estrofe “A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida”. Sua própria carreira é diversificada entre diplomata, poetinha, compositor, cantor, roteirista e boêmio.
Carlos Rosa

Saúde e sucesso

Perguntam-me por que sempre desejo às pessoas saúde e sucesso. Se tem alguma razão especial? Na realidade, entendo que o sucesso está atrelado à felicidade, o maior desejo das pessoas. Ao falar de sucesso, envolvemos o corpo, a mente, o coração e o espírito. Todas estas áreas são interligadas e estando em harmonia nos levam ao equilíbrio e à satisfação pessoal. O lado espiritual também tem grande importância no sucesso através da fé, de servir ou ajudar ao próximo, agradecer a Deus por todas as dádivas e esperanças que alimentamos a cada dia.
Carlos Rosa

Atendimento é servir

Esta é uma das razões para que a prestação de serviço seja uma das mais difíceis atividades comerciais, em função das diversas percepções, estado de espírito, processos, confiança entre prestadores e clientes. É muito raro receber um atendimento superior e, quando isto ocorre, geralmente, é pelo carisma ou empatia do funcionário e não pela estratégia das empresas. Muitos problemas do atendimento são causados por processos burocráticos, que só olham para dentro da empresa ou por funcionários que só sabem criticar o seu patrão e não sabem servir, são egocêntricos e dificultam ainda mais a busca pelo encantamento. Reclamam de tudo, exigem seus direitos e esquecem de praticar seus deveres. Faço sempre um teste em minhas palestras perguntando a última vez que receberam um ótimo atendimento. É quase um silêncio absoluto. Não é novidade nenhuma, basta pedir informações fora do script em um call center, independente do segmento da empresa e você, certamente, se aborrecerá.
Carlos Rosa

Eu tenho um sonho

A célebre frase de Martin Luther King completa 50 anos e continua moderna. Tanto na busca da liberdade, quanto na importância de sonhar para um mundo melhor. Nada é mais livre do que ficar preso a um grande sonho. Eu tenho um sonho, também, de conhecer 100 países, ultrapassar 100 anos fazendo jogging e que o Brasil seja livre de corrupção e desenvolvido socialmente. Minha juventude cresceu com a mídia incentivando que o Brasil é o país do Futuro. Evoluímos sim, pois, hoje, já somos considerados, no cenário mundial, mais do que o país do carnaval e do futebol. Exportamos tecnologias, CEO’s para multinacionais e recebemos investimentos externos. Ainda somos vistos como dúvida, principalmente da corrupção e das condutas éticas questionáveis, como: A Lei de Gerson de levar vantagem em tudo, ou do famoso “você sabe com quem está falando?”, sem contar com o jeitinho brasileiro.
Carlos Rosa

Ter muitos amigos é não ter nenhum!

Será que Aristóteles está certo, ao fazer esta afirmação? Provavelmente sim, pois, na atual vida consumista, valorizamos mais a quantidade do que a qualidade, principalmente para ficar “bem na foto” nas estatísticas das mídias sociais. O fato é que as centenas de colegas do Facebook evaporam-se na hora da verdade, na hora que efetivamente você precisa de um braço amigo. Quando precisa de um apoio no linkedin, o silêncio impera. Milhares de conexões e poucos abraços ou carinhos e, mesmo assim, quando está na presença de alguém, continua-se conectado com um mundo virtual.
Carlos Rosa

O Papa é jovem

O Papa Francisco tem nos emocionado desde a sua nomeação. A sua bem vinda visita ao Brasil para nos abençoar e fazer reflexões do nosso comportamento social, principalmente dirigido aos jovens. Sua imagem tranquila, humilde, simpática e de real interesse em falar e acreditar nas pessoas poderá nos transformar num país melhor. Os jovens merecidamente estão em alta e representam o futuro da nação. Tiveram coragem e obtiveram vitórias na postura de alguns políticos em suas manifestações genuínas nas ruas por melhores condições de saúde, educação e mobilidade. Agora recebem as orientações do religioso mais influente da Igreja Católica para serem protagonistas de um mundo melhor.
Carlos Rosa

Vamos à rua por civilidade!

Agora é um ótimo momento, também, da sociedade realmente conviver como cidadãos. Precisamos ir às ruas, também, para praticar cidadania. É hora de mudarmos nossos comportamentos mesquinhos em prol de uma civilidade que agoniza desde sempre. Clamamos por educação e não a praticamos. Nossas crianças precisam realmente se alfabetizar e se profissionalizar e os pais precisam ser exemplo de cidadania, de respeito ao próximo. Não tem melhor momento. Chega de calçadas cheias de cocô de cachorro por que o dono finge que não viu e, na cara de pau, vai embora sem limpar a sujeira. É hora de respeitar os cruzamentos no trânsito e não bloquear a passagem por querer ser esperto para conseguir uma vaguinha no meio do engarrafamento, prejudicando centenas de outros motoristas. Respeitar as filas ao invés de inventar amizades e bate papo sem graça para levar vantagem. Que tal esperarmos o vizinho se aproximar para juntos subirmos o elevador, ao invés de acelerar o fechamento da porta.
Carlos Rosa

Consistência e comemoração

Nos dias atuais, de mudanças contínuas, de ruptura de estruturas e valores, manter-se fiel a seus valores é uma tarefa árdua. Geralmente, fraquejamos quando se tem algum obstáculo e reavaliamos objetivos. A disciplina física e mental e uma força aliada para a manutenção da rota. O Bernardinho, nosso técnico super vencedor, sabe e pratica muito bem isto. O futebol, maior diversão e negócio do país, ensina o contrário, em função da própria característica de gestão dos clubes. Os presidentes recém eleitos e com curtos mandatos têm uma visão míope de não querer ser o grande vilão do possível insucesso do time, agem mais com o coração do que com a razão. Esta cultura acende a chama de comportamentos imediatistas e o que era uma crença antes vira uma desculpa depois, com contínua mudança do plano.
Carlos Rosa

Amor à vida

As cidades estão sobrecarregadas de carros, caminhões, ônibus e motos. Os engarrafamentos já fazem parte do cotidiano. A população continua aumentando cada vez mais estressada, apressada e ansiosa. Como resultado, temos o mais imprudências, negligencias e imperícias no transito. Mais do que nunca, devemos mudar nossos hábitos ao dirigir, pois ao pegarmos no volante parece nos transformamos no Hulk. Ficamos verdes e furiosos, perdemos a educação e passamos a ver nosso semelhante como um competidor e não podemos perder de jeito nenhum. O instinto animal aflora. Queremos ultrapassar o carro da frente, buzinar antes do sinal abrir e jamais permitir ser ultrapassado, pois isto significaria a humilhação total.
Carlos Rosa

Na hora sai?

Estamos prestes a iniciar a Copa das Confederações, uma grande ideia de planejamento dos europeus para garantir uma boa Copa do Mundo. A FIFA quer minimizar as incertezas para o maior evento mundial e criou este laboratório para tomar as ações necessárias, com o objetivo de evitar surpresas no ano que antecede a Copa. Pensou desta forma porque, politicamente, tem que disponibilizar o evento em todos os continentes e conviver com a cultura de cada país sede selecionado. Fazer uma Copa do Mundo na África e depois no Brasil é realmente desafiador para bons administradores de tempo. O Brasil, com sua cultura NHS (na hora sai), está com a corda no pescoço. A maioria dos cronogramas dos estádios está atrasada, principalmente na infraestrutura, o grande legado de eventos deste porte.
Carlos Rosa

O óbvio não é tão óbvio assim!

O óbvio não é tão óbvio assim. Haja visto que sabemos o que é certo e errado e, mesmo assim, continuamos cometendo enganos e fragilizando nosso ser. É muito simples concordarmos com os sete pecados capitais ou os dez mandamentos da Igreja ou qualquer lista, uma vez que, sentado e relaxado, fica fácil de falar. O cotidiano não funciona assim. Não é tão simples e lógico. São produzidos centenas de homicídios, furtos, pré-julgamentos, cobiça, inveja, depressão, gula, avareza, preguiça por minuto. Na realidade, somos seres fracos de vontade, deixamos nos vencer com pouca resistência entre o que é o certo e o que estamos com vontade de comer ou fazer. Ficar parado é mais fácil do que se exercitar, comer comidas calóricas é mais saboroso do que comer alimentos nutritivos.
Carlos Rosa

Lei do retorno

A famosa frase “Gentileza gera gentileza” é um ótimo ponto de partida para fazermos continuamente o bem ao próximo, viver em harmonia com o universo e reduzir o stress por uma contínua e incessante busca por resultado. Estamos sempre alerta para buzinar logo que o sinal abre, a julgar as pessoas com pouca base de dados, a reagir a qualquer estímulo que foge ao nosso controle e, frequentemente, estamos ansiosos. A teoria dos jogos transacionais explica muito bem estas armadilhas no comportamento e pensamento e comprova o prejuízo na felicidade. A importância do seu bem estar passa pela evolução do controle emocional e no autoconhecimento para inibir as armadilhas da reclamação, das desculpas verdadeiras ou caça aos culpados. Estas atitudes em nada contribuem para a melhoria da situação. Nesta atmosfera o oxigênio, fator primordial de sobrevivência, torna-se um poderoso explosivo. Ao doutrinarmos nossos pensamentos a pensar no bem e produzir em larga escala o comportamento gentil, sem dúvida viveremos melhor e com maior autoestima.
Carlos Rosa

Por que é tão difícil atender com excelência?

Todo mundo sabe o que é preciso para atender com excelência. A teoria é simples e fácil; o difícil é acontecer. Qual foi a ultima vez que você foi atendido e ficou completamente satisfeito? O atendente foi rápido, atencioso e cuidadoso? Acontece, mas é uma raridade, e, muita dessas vezes, é porque o atendente realmente gosta do que faz ou estava em um bom momento. Nossa cultura vem do atendimento público, de gerar dificuldades para ganhar facilidades. Esta prática ainda está em voga neste novo século e criou raízes. Nossos governantes mudam a lei para favorecimento próprio, agem para se dar bem, independente se estão fazendo mal ao seu semelhante. Ou seja, atender passou a ser uma competição. Se o consumidor ganha, o atendente perde. Isto é danoso, pois o pensamento certo é: se o consumidor ganha, o atendente também ganha.
Carlos Rosa

Plano de carreira = consistência + relacionamento + autenticidade

Na recente e badalada comemoração dos 60 anos do Zico, fiquei impressionado como um atleta, depois de deixar os gramados por mais de 20 anos, ainda é pauta na mídia. Milhares de jogadores neste período passaram pelo esporte sem esta referência. Pelé, com 70 anos, é pauta a cada semana na mídia. O Rei Roberto Carlos também é outro exemplo de plano de carreira bem estruturado, pois seus shows continuam superlotados durante décadas. Com certeza, não é o talento o componente mais importante, embora seja um fator determinante para ter tido sucesso na carreira. Os fatores determinantes para a reputação são pautados no comportamento consistente, relacionamento e autenticidade.
Carlos Rosa

Dois erros não equivalem a um acerto

A banalização do erro está em crescimento, principalmente causada pela influência dos jogos eletrônicos na gerar inúmeras tentativas para a melhoria do seu desempenho. A simples facilidade de começar novamente o desafio eletrônico, sem qualquer penalidade, gera um descompromisso com o erro, influenciando na qualidade tanto pessoal como profissional. Adicione-se à síndrome da pressa do cotidiano e nota-se claramente uma redução tanto da prevenção quanto do tempo adequado para uma boa revisão. Nascemos para acertar e não para errar. A vida não é um game e recomeços. A vida é consistência e confiança. É continuidade, persistência e respeito aos valores pessoais. Hoje em dia, embora o casamento seja um desejo universal, é pouco usual a monogamia, a cumplicidade. Como dizia uma famosa atriz americana: “fácil é ter 20 homens em um ano. Difícil é ter um homem por 20 anos”. As pesquisas revelam que casais que envelhecem juntos vivem mais e são mais felizes. Acertam mais.
Carlos Rosa

Saber e não fazer é não saber ainda

As mídias sociais e a velocidade da interatividade aproximam o ator do espectador, pois a passividade do último está cada vez menor. As oportunidades de participação e de externar suas opiniões possibilitam uma linha tênue entre os personagens. E é justamente esta aproximação que pode nos levar a ficarmos mais passivos com as nossas atitudes do cotidiano, embora nossa percepção vá à outra direção, pensando estarmos mais atuantes. É conflitante mesmo, principalmente porque a vida não é só mídia social, televisão e internet. A vida é construída de ações em prol de desenvolvimento e contatos humanos. O fato de ficarmos à frente do computador emitindo opiniões e ideias não significa que estamos agindo.
Carlos Rosa

A dose certa

A dose certa é um desafio no mundo empresarial, pois é tênue a distância entre a arrogância e a ousadia ou a persistência e a inconveniência; entre outras ambiguidades. Saber dosar nossas competências neste ritmo alucinante de produção a qualquer custo é desafiador, principalmente para manter um ambiente harmônico. Assim como é, também desafiador, para o líder equilibrar a necessidade de resultados consistentes com o desenvolvimento das pessoas. É bem complexo dividir estas forças, mas, sem dúvida nenhuma, o mais prazeroso é o no campo pessoal.
Carlos Rosa

A vida não tem senha

As centenas de senhas, com as quais convivemos diariamente, foram criadas pelo homem para se proteger e aumentar seu egocentrismo. A natureza não tenha senha, porque não precisa de proteção e não tem medo da perda. Sua função é, rotineiramente, doar o seu melhor e manter o equilíbrio ambiental, muitas vezes descompensado pelo próprio homem. As senhas do mundo moderno mostram o quanto estamos voando para o mundo cada vez mais interior, cada vez mais egocêntrico. As pessoas estão protegidas por seu tablet e parece que o mundo vive ao seu redor. Enquanto crescem nossos contatos virtuais através das mídias eletrônicas, diminui nossa capacidade de se relacionar. Já está se tornando rotina as piadas de encontros de pessoas em bares e restaurantes cujo centro das atenções é o celular ou o ipad.
Carlos Rosa

Eu acredito em Papai Noel

A expectativa criada pelo bom velhinho para as crianças deve ser utilizada para a vida toda. Acreditar em Papai Noel significa renovar a esperança, importar-se com os mais próximos, ao dar presentes, e repensar o futuro. São desejos cujo êxito está no desenvolvimento de um bom planejamento. O brasileiro, de um modo geral, começa a aprender a se planejar depois de quase um par de séculos de ações voltadas para o imediatismo, devido às altas taxas de inflação que fomentam o consumismo e ao alto percentual de insucesso na criação de novas empresas, por pressa em abrir o negócio sem a maturidade analítica necessária.
Carlos Rosa

O jeitinho brasileiro

Luiz Adriano, atacante brasileiro, jogando no futebol ucraniano levou vantagem em um lance de fair play em partida pela Copa dos Campeões. Uma atitude questionada por toda a imprensa europeia, brasileira, de seu técnico e o dono do time. Além de ter levado vantagem durante o jogo, no dia seguinte ainda fez comentário jocoso na mídia social dizendo que o “Choro é livre”. Só se retratou dias depois, para tentar amenizar sua punição junto à UEFA, que, mesmo assim, o suspendeu por um jogo e um dia a serviço da comunidade futebolística.
Carlos Rosa

A perfeição existe!

O perfeito sambista “Delegado” morreu esta semana, porém nos deixou um legado: dar o melhor de si o tempo todo. Foi o mestre sala da Mangueira durante 36 anos e obteve em todos os concursos a nota máxima, a perfeição. Esta marca mostra que a repetição é o melhor caminho para atingir a perfeição, desde a infância até a maturidade. Independente do desempenho da sua escola do coração, a sua positiva contribuição foi realizada sem erros por mais de 1/3 de século. Foram centenas de julgadores convencidos e envolvido pelos passos harmônicos e a proteção completa a porta bandeira não deixavam duvidas da nota máxima, fruto da sua técnica superior, a concentração na tarefa e a execução sem falhas.
Carlos Rosa

Sorria mesmo que seja por economia!

É impressionante como este dito popular está esquecido pelas pessoas, principalmente por quem trabalha no atendimento ao público. As pessoas estão cada vez mais sisudas e ansiosas. Agora como sorrir se precisamos estar conectado, assistindo a novela, pensando no amanhã sem usufruir o hoje? Meu time venceu, oba! Estou feliz, mas já preocupado com o próximo jogo. E assim segue a vida e nos tornamos cada vez mais impacientes e sem usufruir os prazeres da vida com a intensidade que merecemos, pois as preocupações não deixam fluir a mente.
Carlos Rosa

A consagração das diferenças

Conheci recentemente a maravilhosa Mezquita – catedral de Córdoba, considerada uma das construções mais belas do mundo e pertencente ao Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Sua história apresenta uma infinidade de alternâncias religiosas e, até hoje, ocorrem polêmicas na convivência de católicos e muçulmanos pelo espaço sagrado. A sua beleza ímpar, inspirando o passado dos aquedutos romanos, o ar fresco das laranjeiras do presente e o infinito por uma busca contínua pelo futuro melhor, foi obtida pelas diversas ampliações, alterações e discussões entre romanos, judeus, católicos e islâmicos.
Carlos Rosa

FIB ou PIB? Eis a questão!

Felicidade é o sonho de consumo dos humanos. Procuramos sempre ser feliz. É comum termos momentos de felicidade, mas, geralmente, são momentos e não uma consistência ao longo da vida. O Butão, pequeno país oriental, desenvolveu o FIB - Felicidade Interna Bruta, um indicador para medir cientificamente a felicidade de seus distritos, avaliar e acompanhar os progressos de desenvolvimento em longo prazo. Este novo indicador começa a nortear os governantes do mundo inteiro, por ser um valioso conjunto de indicadores que auxiliam na tomada de decisões para o desenvolvimento mais global e harmonioso de suas metas . Na Rio+20, foi um dos temas que ganhou destaque.
Carlos Rosa

Pilares da educação

Nos últimos anos, temos visto uma melhora gradativa, embora modesta, nos pilares do indivíduo e algumas regressões no convívio social, como as brigas irracionais de torcidas organizadas de futebol, desrespeito no trânsito, às leis e ao próximo, corrupção em larga escala, cocô de cachorro à granel nas ruas e, por ai, temos centenas de exemplos da preocupação da individualidade em detrimento da sociedade. Este é o nosso grande desafio na educação: formar pessoas autônomas e que contribuam efetivamente com a melhoria da qualidade de vida da população. Está na hora de pensarmos mais no “nós” do que no “eu”. Dar um basta no jeitinho brasileiro de levar vantagem pessoal e ficarmos somente com o jeitinho brasileiro de solucionar os problemas. Um bom início é votar bem. Para isto é necessário analisar bem os candidatos e identificar suas ações e atitudes do passado para ver se tem boas probabilidades de contribuir com um futuro mais evoluído culturalmente e ético do Brasil. E que fundamentalmente priorize a educação completa dos cidadãos, tanto na formação do indivíduo, como na melhoria de suas relações interpessoais, visando que o povo possa participar de forma proativa e consistente para o desenvolvimento do nosso querido país.
Carlos Rosa

Alugam-se dois quartos e sala em Marte

No dia 06 de agosto deste ano, o homem começou a se aprofundar na pesquisa sobre o planeta Marte, através do robô Curiosity. Na minha modesta opinião, este será outro marco de nossa história, como o ocorrido no dia 20 de julho de 1969, quando Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na lua. Poucos anos depois, entramos numa desenfreada evolução tecnológica e de comunicação. O mesmo ocorrerá com as informações que receberemos do querido robô. Quem sabe não poderemos ter Marte como nossa filial? Com as perspectivas ambientais alarmantes, talvez possamos utilizar Marte para suprir nossos recursos alimentares, obter água potável, além de transformá-lo em oportunidades da nossa expansão. Quem sabe, poderemos ter cidades satélites e teletransportes.
Carlos Rosa

Olimpíadas: o mundo mais amigo

O clima olímpico poderia estar mais presente na humanidade por mais tempo. Quinze dias de quatro em quatro anos é pouco para nos aproximarmos mais das pessoas. A boa noticia é que cada vez mais atletas e países participam desta harmonização da Humanidade. A paz na atmosfera dos jogos é permanente num ambiente de disputa ao extremo. A rivalidade é rapidamente substituída ao terminar o tempo da disputa pelo respeito e confraternização entre vencedor e vencido. Talvez não exista lugar de tanta diversidade, alegria com tristeza, sorte com azar, acerto com erro, sorriso com choro, choro de alegria, com sorriso de decepção, fortes com fracos, brancos com negros, ocidentais com orientais, altos com baixos, não medalhistas comemoram, medalhistas frustrados e muitas outras ambiguidades.