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Carlos da Terra

O olhar de Dilma

Muito se fala sobre um provável e iminente impeachment da presidente Dilma Rousseff, quando o país se encontra à beira de um abismo. Quando se atinge esse grau de dificuldades, em geral a grande massa infere ao maior mandatário a responsabilidade pela crise e cega-se para os eventuais acertos de seu programa político. Basta que nos perguntemos sobre a Dilma: “O que foi que ela fez?” Não encontraremos nada que ela tenha feito em detrimento da nação.
Carlos da Terra

A crise hídrica

Todos já sabemos e a cada dia, novas notícias nos sobressaltam. E sempre que nós, pobres humanos, nos deparamos com problemas, procuramos imediatamente um “culpado”. Há quem culpe até os eucaliptos pela crise hídrica, mas a maioria concorda com os governos maquiavélicos e culpa inexoravelmente o povo, alegando que a causa do problema é o “desperdício de água” comum aos insensatos, tidos sempre como “os outros”. Nisso todos estamos incluídos e assim permitimos ações espúrias dos tais governos maquiavélicos.
Carlos da Terra

Por que escrever ‘imêil’ em vez de ‘e-mail’?

Os americanos desenvolveram o computador e, logicamente, batizaram os referidos componentes que ainda careciam disso e também os termos utilizados para a comunicação entre os seres humanos, referentes à descoberta ou invenção. Assim, uma das invenções ou criações oriundas foi o extraordinário correio eletrônico nomeado como “e-mail” , que em tradução rigorosa teríamos “E” para “eletronic” e “mail” para 'mala' referindo-se, evidentemente à 'mala postal', que nós aqui chamamos de 'correio'.
Carlos da Terra

OVNIs: existem ou não?

Nós não sabemos o que são e muitas conjecturas podem ser aventadas, todas de igual valor, mas é inequívoco; é certo; é evidente; os OVNIs existem! A única coisa contra a admissão da existência dos OVNIs é a tênue negação por parte do EUA e alguns outros países, no entanto, há alguns países, de tradição cultural e política fortíssima, como a França, por exemplo, que já admitiram oficialmente a existência. Se você diz que "sim" apenas porque a potência EUA diz que foi até lá, você não está procedendo cientificamente; pelo contrário, está procedendo de modo anticientífico porque a ciência reprova o "princípio da autoridade", ou seja, a ciência não acata palavras de pessoas por mais conhecidas que sejam e se baseia exclusivamente em provas materiais.
Carlos da Terra

Um erro frequente

Não nos damos conta do erro de linguagem cometido pelas pessoas ou pelos meios de comunicação na oração: "Fui aos Estados Unidos", por exemplo. O erro está na concordância do artigo definido. A primeira condição para se definir se uma palavra é plural ou singular, refere-se à quantidade do objeto. Se for apenas um objeto, então é singular e se for mais de um é plural. A partir daí, e somente a partir daí, é que verificaremos a concordância do artigo definido. Se viajamos para dois ou mais países, então usaremos "os", ou seja: artigo definido plural. No entanto se viajamos apenas para um país, então usaremos "o": artigo definido singular.
Carlos da Terra

OVNIs: quem te viu; quem te vê!

Não se pode negar, à luz de tantos fatos e acontecimentos, não se pode mais negar a existência dos OVNIs. Cada vez mais, homens ilustres de todos os países se envolvem no tema que é, no mínimo, empolgante; eletrizante! Houve um tempo em que se tentou impingir à quem ousasse abordar esse tema, a pecha de lunático, mas hoje em dia, homens lúcidos, de alta formação têm se dedicado ao tema que se impõe pelas evidências cada vez mais fortes. Uma dessas evidências são as impressionantes marcas deixadas no solo pelos OVNIs.
Carlos da Terra

O mito da liberdade – Parte II

Quando João Goulart foi deposto, o regime militar se arvorou e se consolidou. Muitos dizem que o regime se impôs pela força, mas não foi; uma parcela significativa da população o aceitou, assim como hoje muitos se dizem saudosos. Evidentemente não foi e não é o meu caso; eu não sinto saudade alguma, mas mentir ou teimar em uma posição, apenas por teimar, não me parece honesto. Honesto é questionar e submeter-se aos elogios e críticas decorrentes da posição que se tomou naquele tempo. Tivemos atitudes dignas de elogios, mas também cometemos erros e agora nossa juventude está absorvendo erros e acertos nossos. Seria o caso e a hora de pedir desculpas? Ou é hora de jactar-se?
Carlos da Terra

O mito da liberdade

Lá se vão tantos anos, meu Deus! Quarenta anos ou mais já decorreram desde a minha agitada juventude.Eu fazia parte de um grupo revolucionário e as coisas que eu vou lhes contar agora, vocês jamais poderiam imaginar. Todos nós, do grupo, pensávamos mais ou menos da mesma forma e todas as pessoas da época, revolucionários ou não, de certa forma eram vítimas da guerra fria. A guerra fria levada a cabo pelo EUA e pela URSS levou muitos jovens estudantes à morte e eu estou aqui escrevendo esta carta por pura sorte, se é que viver é sorte.
Carlos da Terra

O fascínio da paixão

Há aqueles que não compreendem porque alguns profissionais, na maioria os escritores, ocupam-se tanto com tragédias, que no fundo, assustam e envergonham a humanidade. Escritores de contos policiais, por exemplo, dão ênfase em suas histórias fictícias à violência e à estupidez que, infelizmente, também são traços humanos. E talvez esses traços sejam os responsáveis por grandes mudanças sociais, ou no mínimo, expliquem fenômenos aparentemente desconexos.
Carlos da Terra

Sou contra as cotas raciais

Como vocês acham que serão tratados, na faculdade, os alunos que adentrarem aos cursos usando desse estúpido privilégio? Acham que os colegas os chamarão para trabalhos em grupos que, posteriormente, serão atribuídos conceitos para a aprovação anual do aluno? Eu, por acaso, tenho uma filha de cor parda e que tira apenas conceitos entre 8 e 10 em escolas de reconhecida qualidade e ela entrou por vias regulares do vestibulinho alcançando o 6º lugar em uma delas e o 7º em outra.
Carlos da Terra

Um singular plural

Uma pessoa deve sim, usar a tecnologia, mas não deve ser suplantada por ela. O computador é a tecnologia formidável que nos permite trabalhos rápidos, bonitos e com considerável exatidão, mas ainda assim é preciso refletir. Seguir às cegas o programa de computador, de nome Word, que faz correções automáticas é lançar-se candidato a erros toscos. É o caso do “os Estados Unidos” sobre o que já falei, porém tem levantado polêmicas e a TV Globo, certamente perguntou a algum apressado ou simplesmente escreveu no Word “O Estados Unidos” tendo então recebido um grifo indicando erro.
Carlos da Terra

Falando sério…

Certos eventos, como este sobre o qual vou discorrer, não são essencialmente objeto de uma matéria jornalística, considerando-se a sua essência; no entanto, por constituírem uma práxis, ou um hábito generalizado, como tal poderão ser considerados. Jornalistas e escritores tornam-se involuntariamente arautos da língua portuguesa porque ela está para esses profissionais como o pincel está para o pintor. Deliberadamente não citei os comunicadores e propagandistas de um modo geral porque, vez ou outra, no afã de venderem seus produtos, infringem a lei que regula a escrita nacional.
Carlos da Terra

Quem disse que cigarro mata?

Recebi do meu amigo, o Jornalista Hélio Rubens, um imêil (E-mail- inglês) muito interessante (como de hábito) enfatizando os males do tabagismo sobre nós, pobres seres humanos! Na mensagem via-se uma senhora, bastante abatida, com a pele enrugada e uma expressão cansada, com um sorriso sarcástico e com uma frase assim: “Tenho 48 anos e “tô” me sentindo ótima”, porém, ao leitor, salta aos olhos que essa pobre mulher aparenta-se como uma pessoa na faixa de 80 anos; conclui-se daí, que o cigarro lhe causou todo esse mal. Olhava a imagem do imêil e lembrava-me das incríveis propagandas que jorravam a granel nos meios de comunicação e também dos ambientes esfumaçados que antigamente denotavam ambientes altamente sociais e ninguém, ninguém mesmo, ousava criticar a fumaceira e nem mesmo a amarelidão dos dedos dos então fumantes, bem como de seus dentes.