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Bruno de Abreu Rangel

Alguns tipos de namorados que você deve evitar

Não importa se a pessoa é puritana, se ela gosta de dinheiro, o que ela deixa de comer, se faz questão de ter mais um like para acalmar a autoestima, se ela dá um show por qualquer motivo... O que conta é a vontade de estarmos juntos
Bruno de Abreu Rangel

Os surtados do Hornet

Que pegação de rua já caiu em desuso, todo mundo já sabe: a moda agora é pagar de doido num desses aplicativos de “relacionamento”. Está duvidando? Tem maluco dando vexame nos aplicativos de pegação. O Hornet, dentre muitos outros, é um açougue a céu aberto onde todos querem degustar a carne e virar os olhinhos, até aí tudo bem. O que vai acontecer com os relacionamentos do futuro?
Bruno de Abreu Rangel

Meninos bombados: os bonitões de mentirinha

É o caso de Leandro, o loirinho do corpo turbinado. Não perde um dia de treino e é capaz de trocar o aniversário da mãe por uma série de bíceps, mas há uma única coisa a qual ele se rende: a obsessão pelo seu ex-namorado. Seu mundo desabou quando ele viu uma série de fotos do ex com um novo garoto. Detalhe: o corpo do menino era o mais natural do mundo.
Bruno de Abreu Rangel

Estamos sozinhos por escolha, ou estamos escolhendo demais?

Não está sendo fácil pra ninguém. Esse mercado dos solteirões está ficando cada vez mais inviável. Leva tempo até descobrir que a fixação pela liberdade é pura conversa fiada. A gente cresce querendo ser livre, ganhar o mundo, ser independente, acreditando que não precisa de ninguém. E com o tempo a gente percebe que o nosso poder, o nosso corpo sarado, as nossas riquezas são as nossas prisões.
Bruno de Abreu Rangel

Sexo sem compromisso

Desde que haja segurança, respeito e consciência, não há nada de errado em fazer sexo para preencher o vazio, porque todos nós convivemos com essa sensação de que algo está sempre faltando. Sexo sem compromisso é maravilhoso sim, mas não devemos confundir o seu real significado. Se entramos num jogo de sedução sem comprometimento, não há motivos para nos queixarmos da falta de amor, porque no fundo somos sempre aquela criança pedindo colo.
Bruno de Abreu Rangel

O tamanho importa?

Esteticamente importa sim. Se alguém disser o contrario, desconfie imediatamente, pode ser recalque. Faz parte do ser humano desejar algo maior, adquirir coisas incomensuráveis. Isso explica porque o livro dos recordes sempre liderou o topo dos mais vendidos e explica também porque queremos ser sempre os melhores em tudo o que fazemos, pela simples vontade de sermos maiores, mais aceitos, termos mais poder, força e masculinidade. E o pênis entrou nessa disputa de egos sem sentido, porque a verdade deve ser dita: o tamanho não faz a mínima diferença, o que vale mesmo é o desempenho.
Bruno de Abreu Rangel

Meninos que roubam namorados de outros meninos

O mais curioso sobre esse assunto e que eu não posso deixar de citar, é a dificuldade de encontrarmos a tampa da panela quando estamos livres e desimpedidos. Ficamos com aquela sensação mórbida de fazermos parte da vitrine dos encalhados e, na maioria das vezes, as pessoas nos enxergam como meros pedaços de carne, ou no máximo, uns belisquetes de boteco que vêm com cervejinha de acompanhamento. Quer ter todos os homens do mundo aos seus pés? Então vai aqui um conselho infalível: arrume um namorado!
Bruno de Abreu Rangel

Educados para roubar! Por que os brasileiros não se intimidam com a corrupção do governo?

Fomos educados para furar fila, dirigir em zigue-zague sempre ultrapassando, fomos adestrados para cobrar mais caro por um produto ou serviço que fornecemos sem que esse valha um terço do que propomos. Os eleitores sempre reelegerão os partidos que os beneficiam sem sequer pensar no futuro da nação. Usarão seus votos de forma pessoal e egoísta, se esquecendo de que qualquer deslize econômico oriundo de uma má administração poderá aumentar de maneira drástica a criminalidade em decorrência da pobreza. E os males sociais vão respingar cada vez mais na vida dos “intocáveis”, que vivem enclausurados em condomínios de luxo, porque fora dali o mundo é perigoso demais.
Bruno de Abreu Rangel
Bruno de Abreu Rangel

Escravizados pelo sexo!

Se você sofre de compulsão sexual, ou está indo nessa direção, está em tempo de enfrentar a dor de frente, levantar-se do tombo, desprender-se das algemas masoquistas que adestram nossa mente, recuperar a virgindade da alma, abrir mão da alta rotatividade de parceiros e conviver com a própria presença sem ser algo aflitivo, ter domínio dos próprios atos, assumir que algo precisa ser mudado sem a desculpa de usar a expressão “válvula de escape” para agir com inconsequência, se expondo às doenças físicas e mentais.
Bruno de Abreu Rangel

Por que os gays de Ipanema estão sempre solteiros?

Analisando os fatos, o garoto de Ipanema está solteiro por pura opção sim, pela simples ilusão de que haverá sempre alguém “melhor” na esquina. Essa busca incessante cria um vazio emocional, constrói ilusões, destrói sentimentos de forma que só mesmo um terapeuta pra juntar os cacos. Estão escravizados pela vaidade e precisam ostentar o que não têm, alimentar o monstro que construíram obcecadamente.
Bruno de Abreu Rangel

Um corpo sarado não deve definir o nosso destino

Sobre jovens que estão perdendo a batalha para as drogas e o sexo compulsivo. (...) Temos dificuldade de aceitar que a felicidade pode ser trabalhosa. Mas assim como a homeopatia, com pequenas doses diárias a gente conserta alguns problemas que se inauguraram na infância, ajusta alguns parafusos soltos que tornam a nossa mente num caos, dá um fim a esse vazio que nos faz trocar os pés pelas mãos e - se necessário for – façamos uma cirurgia na alma, porque um corpo sarado não deve definir o nosso destino.
Bruno de Abreu Rangel

As verdades secretas dos garotos de Ipanema

Pode até parecer que eu esteja incentivando a ira, destilando um veneno bem amargo, pegando carona no bonde dos invejosos e recalcados. Mas não, estou apenas listando alguns dos desabafos que venho colecionando dos meus leitores ao longo desses últimos tempos. Antes de jogar a m*rda no ventilador conscientizei-me de que qualquer verdade, por mais secreta que seja, tem duas versões: a minha e a sua. Tudo está atrelado ao bendito ponto de vista.
Bruno de Abreu Rangel

A casa caiu para os mafiosos da fé

Mas o assunto é homofobia religiosa. E até onde sei esses pastores viciados em holofotes nunca repudiaram os gays, jamais hesitaram fechar as portas para os drogados, ex-traficantes; não julgaram os ex-detendos, os assassinos em série, as pessoas que cometeram o maior dos pecados. A grande jogada de marketing era alcançar um nicho do mercado que a igreja católica vinha perdendo ao longo dos anos (depois de queimar muita gente nas fogueiras da Inquisição, já estavam mais do que queimados na praça). Então a tática foi um tanto quanto óbvia: qualquer pecador que entrasse nos seus templos e se convertesse num servo de Deus receberia um carnê invisível para pagar em “suaves” prestações a sua morada no céu e, assim feito, zeraria o cronômetro. Tipo tirar o nome do SPC, ou SPCéu. “As pessoas pecam tanto que depois viram evangélicas”, o próprio Sílvio Santos teve esse momento de desabafo.
Bruno de Abreu Rangel

Como descobrir se seu amigo hétero é gay?

Quer saber como descobrir se aquele amigo pitboy é uma Lhasa? Se ao invés de brother ele é uma Gaga? Você que tem dificuldades de identificar se alguém é ou não gay, que tem o radar fraco, ou é inocente demais, aqui vão algumas dicas que, terminantemente, não falham. Chega de falsas suspeitas, ou ele é ou não é.
Bruno de Abreu Rangel

O mínimo que você precisa saber antes de desistir de um relacionamento

Só o amor não é o suficiente. É a etapa da intolerância, da tendência a auto-destruição, do silêncio incômodo em frente à TV, dos assuntos repetitivos, das críticas por bobagens, da desconfiança desnecessária, do ciúmes exagerado (que é o medo de perder dando sinal de vida), do sexo de vez em nunca, do perdão de mentirinha que ressurge com cobranças ainda mais caras, da falta de pequenos gestos, dos elogios que caíram no marasmo, da economia de afetos, do romance que ficou trancado numa gaveta cuja chave se perdeu entre tantas outras coisas.
Bruno de Abreu Rangel

Quer namorar comigo?

Transitando pelas calçadas do Leblon, me deparei com uma cena digna de Manoel Carlos. Um garoto que aparentava pouco mais de 18 anos estava com uma rosa nas mãos pedindo uma menina em namoro. Um verdadeiro ensaio para o casamento, praticamente um projeto piloto do “viver felizes para sempre”. Minha reação foi instintivamente emotiva, mas me contive porque não fica nada bem um rapaz de 30 anos com uma tatuagem Maori nos braços chorando por aí por qualquer besteira. Digo isso porque a rua estava lotada e as pessoas que passavam não davam a menor importância. Se bem que tinha uma velhinha ranzinza atormentando o garoto apaixonado que, supostamente, estava atrapalhando a sua passagem. Ninguém se dava conta de que bem ali tinha uma amostra grátis da felicidade. A menina disse "sim" e eles se beijaram timidamente.