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	<title>Debates Culturais - Liberdade de Idéias e Opiniões &#187; Antônio Poeta</title>
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		<title>O respeito é tudo!</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 09:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Poeta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antônio Poeta]]></category>

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		<description><![CDATA[O respeito entre os pares, pais e filhos, irmãos, amigos, colegas de trabalho e de escola, e principalmente, entre os desassimilados, não é favor, e sim, implícita obrigação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Respeito é Justiça. O respeito entre os pares, pais e filhos, irmãos, amigos, colegas de trabalho e de escola, e principalmente, entre os desassimilados, não é favor, e sim, implícita obrigação.</p>
<p>Tudo o que é desarmônico tem como germe o desrespeito, seja pela pessoa em si (fisicamente), ou pelas convicções da pessoa (emocionalmente).</p>
<p>O mal sempre esteve e se mantém atrelado à ausência de respeito por alguém, ou por algo de importância para esse alguém. O preconceito pela origem social ou de raça, pela crença religiosa ou ideológica, nada mais são do que uma vandálico desrespeito pelo direito de se ser e de se manter diferente. Se não, vejamos:</p>
<p>- A violência física é total falta de respeito pela suposta fraqueza ou desvantagem corpórea do vitimado, em relação ao agressor.</p>
<p>- O crime e a contravenção, são desrespeitos pelas legislações estatuídas.</p>
<p>- A paixão obsessiva e inconformada pela perda de um amor é o desrespeito pelo livre direito de escolha do outro.</p>
<p>- O suicídio é a falta de respeito com o Criador e com os próximos que ficam.</p>
<p>- A caça e a pesca esportiva ou de simples hoby; os pássaros engaiolados; as rinhas de briga de animais; a poluição de nossa atmosfera e de nossos oceanos, o drástico desmatamento de nossas florestas, o açoitamento de nossos rios e mananciais, e toda e qualquer atividade de feição hostil contra a natureza e sua biodiversidade, são vis desrespeitos à vida latente atual e futura desse nosso Orbe Terrestre.</p>
<p>- A corrupção, a exclusão, o nepotismo e o protecionismo, são desrespeitos apoquentadores as expectativas de direitos de terceiros.</p>
<p>- A politicagem é um desrespeito ao voto pedido e conseguido.</p>
<p>- A hipocrisia é um desrespeito a confiança alheia.</p>
<p>- A dissimulação de alguns líderes religiosos é um desrespeito a fé contrita de seus partidários, e a essência de suas próprias missões como mentores transformadores e condutores.</p>
<p>- O ocultismo, a magia negra, os sacrifícios e oferendas, são desrespeitos à própria idéia de um Deus Justo e Misericordioso.</p>
<p>- O mercantilismo e os embargos econômicos praticados pelas nações do primeiro mundo contra as nações pobres e as emergentes, são desrespeitos a nossa dignidade como indivíduos esclarecidos e a nossa soberania como Nação.</p>
<p>- A infidelidade é um desrespeito a dádiva do amor.</p>
<p>- O dizimo é um desrespeito à consciência e coerência coletiva do cristão.</p>
<p>- O racismo praticado pelo Estados Unidos da América no mundo, e por Israel no Oriente Médio, são desrespeitos à paz e a harmonia no nosso globo.</p>
<p>- A servidão de nossos tecnocratas “petistas” de primeiro escalão, aos modelos ditados pelo primeiro mundo globalizado e intermediado pelo FMI, é um desrespeito a nossa potencialidade intelectiva, criativa e reativa.</p>
<p>- A fome e a exclusão, são desrespeitos ao sentir e agir socialista, pregado por Jesus Cristo.</p>
<p>Em síntese, onde faltar respeito abundará rancores e conflitos separatistas!</p>
<p>Leia-me:</p>
<p>http://antoniopoeta.blogspot.com/</p>
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		<title>Lição na TV</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 14:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Poeta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antônio Poeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma família inglesa que acabara de perder um ente querido, se propõe a doar seus órgãos, contudo, exige garantias de que os transplantes não beneficiem pessoas de pele negra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira semana de julho de 1999 o sentimento do mal se pronuncia espetacularmente nos noticiários do mundo inteiro, enojando e deixando um tanto quanto desanimados os seres humanos do bem deste nosso planeta: Uma família inglesa que acabara de perder um ente querido, se propõe a doar seus órgãos, contudo, exige garantias de que os transplantes não beneficiem pessoas de pele negra. Segundo aqueles “vermezinhos britânicos”, somente as pessoas de cor branca poderiam ser socorridas. O noticiário em tela não esclarece a causa mortis, mas mesmo se esta fosse por assassinato, e mesmo também, que o autor fosse um negro, tal imposição por parte da família não seria de justeza de coração ou sanidade mental. A resposta do bem ao mal não tarda e logo alguns dias após, nos contempla de regozijo e felicidade cristã: Um homem de cor branca, compra dois mil escravos negros na República Islâmica do Sudão, e em seguida os liberta a todos. É como nos ensina a Santa Doutrina da Reencarnação&#8230; É tudo uma questão do livre arbítrio e cor da pele é apenas uma indumentária, uma alternância para as experiências na matéria. Em síntese, a família inglesa não fez o bem, ela apenas propiciou um bem. Já o homem que comprou os escravos e os libertou, propiciou, exemplou e fez o bem.</p>
<p>Leia-me:</p>
<p>http://antoniopoeta.blogspot.com</p>
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		<title>Tempos de violência</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 12:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Poeta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antônio Poeta]]></category>

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		<description><![CDATA[A violência é multissecular. A cada ano que passa o ser humano parece estar mais tenso, intolerante e proporcionalmente mais violento. Antes, os homens criavam as suas diversas guerras e em nome do patriotismo ou dos brasões de seus reinos e religiões, se destruíam em constantes e sangrentos combates. Veraz, que hoje as guerras são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A violência é multissecular. A cada ano que passa o ser humano parece estar mais tenso, intolerante e proporcionalmente mais violento. Antes, os homens criavam as suas diversas guerras e em nome do patriotismo ou dos brasões de seus reinos e religiões, se destruíam em constantes e sangrentos combates. Veraz, que hoje as guerras são menos freqüentes e de menor duração em decorrência do avanço tecnológico da macabra e nefanda indústria bélica mundial. Mas, a contextura do instinto perverso e cruel do gênero humano, alastra-se em maquinações capciosas e persistentes em negação ao bem agir e sentir, só que agora, mais burilado e individualizado, no entanto, não menos bárbaro e doentio.</p>
<p>A pessoa sai de casa e nunca tem a certeza se irá retornar. Hoje, não tememos mais só os bandidos, pois também, o homem comum e integrado socialmente, assassina e agride por qualquer futilidade, e quando ele próprio não mata, garantido na impunidade quase generalizada, paga a um pistoleiro para matar e fazer “justiça” em seu lugar. A morte de um cara comum como eu, pode ser contratada por três salários mínimos. Pode uma coisa dessas?</p>
<p>É uma discussão no trânsito, um esbarrão, uma transação comercial mal sucedida, um bate boca entre vizinhos, a perda de uma mulher para o outro, preconceito e, etc. A tolerância das pessoas está em seu limiar, pois que, parecemos sempre aptos a mostrar aos outros, que somos muito mais “machos” que eles.</p>
<p>Os códigos penais vigentes, elaborados, direcionados e congregados a protegerem os privilegiados pelo poder, em suas mais diversas instâncias, mostram-se absolutamente ineficazes a coibirem os excessos. Os maus e mercenários advogados, a cada dia mais habilidosos e usando com mais eficácia as brechas e omissões existentes nas leis, a fim, de livrarem da justiça todos aqueles, que possam lhes pagar os melhores honorários, independente de sua culpabilidade, são os mais enfáticos corroboradores e incentivadores da irresponsabilidade e conseqüente avanço da violência. Assim como também, as instituições públicas, de maneira especial o aparelho policial e o poder judiciário, representados por suas chamadas “bandas podres”, cada vez mais corrompidas e corruptoras.</p>
<p>Felizmente e providencialmente, os engenhos de corregedorias das polícias e da justiça, estão cada dia mais zelosos, atentos e atuantes, contra essas minorias de maus serventuários de seus respectivos quadros.<br />Em resumo, não há ainda nesse nosso país, sempre tão saqueado e aviltado por seus colonizadores antigos e modernos, um sentimento de moralidade e de direitos individuais da pessoa, daí essa anarquia pluralizada e consubstanciada, muito bem retratada naquela frase do ex-jogador de futebol Gérson, em um comercial de TV bastante antigo: “Eu gosto de levar vantagem em tudo”.</p>
<p>Hoje em dia, já não existem “malandros”, pois o crime organizado (narcotráfico) tomou conta de todo o espaço da marginalidade, apelidada por raia pequena. A navalha e o calibre 38 usados pela malandragem antiga saíram de cena. Atualmente, são os fuzis, as metralhadoras, granadas e as pistolas automáticas, que imperam nesse atual império do medo. Eles matam qualquer um: Dos seus colaboradores e adversários aos comuns, não livram a cara nem mesmo das autoridades constituídas.<br />Seriam eles corajosos&#8230; Destemidos?</p>
<p>Qual nada. Simplesmente, quando partem para suas empreitadas delituosas, esses desalmados já vão totalmente “cheirados” (drogados), e com isso, insensibilizados a qualquer sentimento de bom senso ou censura. Corajosos e destemidos são os policiais, que encaram esses bandidos de cara limpa e geralmente no território deles. Bandido só dá uma de corajoso e troca tiro com a polícia quando está de cabeça feita, se tiverem careta, não resistem à investida policial e quase sempre são presos em baixo das camas (mijados e cagados).</p>
<p>Fundamentado no exposto em tela, o cidadão comum e pacífico se arma para se sentir mais seguro, e aí passa ele a engrossar as fileiras dos chamados machões, se tornando em verdade, apenas mais um agente de insegurança para o todo social.</p>
<p>Eu particularmente, já fui um desses covardes que para se sentir mais homem precisava estar armado. Por longos anos eu trabalhei como segurança particular, sendo, que com isso, introjetei que a arma de fogo para mim, era apenas uma ferramenta de trabalho, porém, mesmo fora do trabalho eu a mantinha sempre comigo em fúnebre parceria.<br />O negócio era tão latente, digo, essa execrável dependência e falsa segurança propiciada pela arma, que eu não conseguia ir a padaria a 100 metros de minha casa sem colocar uma pistola na cintura.<br />Há dezessete anos passados (1991), eu conheci um Ser muito legal e Ele começou a tocar o meu coração, através da Doutrina Espírita Cristã (também chamada por Kardecismo), e a partir daí, eu comecei a me desmascarar e a vislumbrar em mim, o estupendo bobalhão e covarde que eu sempre fora.</p>
<p>Com apenas algumas semanas em contato com o Evangelho de Amor do Cristo de Deus, e iniciando a tarefa de me amansar (reformar), decidi não mais me manter cativo ao medo e ao acobardamento. Fui até o terreno nos fundos de minha casa e lá cavei uma sepultura estreita e bem funda, depositando na mesma as duas pistolas 9 mm. que eu possuía, ficando com o prejuízo do dinheiro gasto para adquiri-las, mas com a paz de que elas nunca mais iriam ameaçar ou destruir um semelhante meu. Várias vezes nos dias posteriores a esse “funeral dos despojos de meu medo e inconseqüência”, voltava ao local daquela catacumba e com um regador pulverizava água em abundância sobre a mesma, para que o desgaste dos tais “engenhos do desatino” fosse o mais precipitado possível. Naquela época o estado não pagava (remunerava) para desarmar o cidadão.<br />O trabalho (profissão) que eu exercia, continuava a me obrigar ao contato com as armas, entretanto, a partir daí, somente com as armas de serviço e no desempenho deste. Resumindo, e baseado em mim, corroboro:<br />Quem anda armado, não tem munição de fé!</p>
<p>É muito difícil se manter ovelha, quando se vive num mundo, onde o homem insiste em ser lobo do próprio homem&#8230; Mas, com fé em Deus se consegue.</p>
<p>Em verdade, e definitivamente, o que nos falta e sempre faltou aos nossos antepassados, é o sentimento de Deus em nossos corações, e coragem, muita coragem, para não possuir uma arma, e com isso, se transformar em um forte aliado da fraqueza e do litígio. Por fim, o que nos falta também, e sobretudo, é a brandura e a candura das mulheres.</p>
<p>Entre ser um valentão armado e sair por aí dando tiro e porrada nos outros como no passado, ou ser apontado como uma mulherzinha, opto hoje, pelo segundo rótulo&#8230; aliás, alguém viu por aí a minha sainha?</p></div>
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		<title>Auto-predadores</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 05:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Poeta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O porco nunca foi porco, era a porcaria da nossa ignorância que emporcalhava ele como porco. Os porcos só viviam nas valas sujas por terem uma necessidade maior, que a dos outros animais de hidratarem suas espessas peles. Descoberto isso, agora eles vivem em cativeiro ou mesmo soltos no pasto e são molhados com água [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O porco nunca foi porco, era a porcaria da nossa ignorância que emporcalhava ele como porco. Os porcos só viviam nas valas sujas por terem uma necessidade maior, que a dos outros animais de hidratarem suas espessas peles. Descoberto isso, agora eles vivem em cativeiro ou mesmo soltos no pasto e são molhados com água limpa, e a isso, reagem muito bem. Hoje os porcos são manejados em pocilgas (suinoculturas), que primam pela excelência do asseio.</p>
<p>Nós, os humanos é que estamos a cada nova geração mais porcos, pois emporcalhamos e deterioramos o nosso planeta indiscriminadamente. Esta porcaria não ficará impune, pois estamos destruindo algo que não construímos, movidos por sentimentos fúteis e em nome de um progresso desordenado e sem endereço claro, a não ser, a mesquinhez da ambição pelo lucro do capitalRespeitar e proteger a natureza não é favor nem concessão, e sim, tácito compromisso com a nossa evolução. Se poderes eu tivesse para determinar algo a essa nossa humanidade, duas palavras de ordem eu clamaria</p>
<p>1)Zelem e protejam a biodiversidade</p>
<p>2)Amansem os seus espíritos obcecados pelos lucros da matéria inerte e reverenciem as florestas e a água que Deus vos doou.</p>
<p>3)Do que vai nos adiantar descobrirmos a cura do câncer e da AIDS, se não tivermos uma atmosfera saudável, ou se criarmos condições de temperaturas insuportáveis e impróprias à vida dos reinos animal e vegetal, ou ainda, se secarmos os nossos mananciais do subsolo</p>
<p>Sapatos, bolsas e casacos de pele de animais, são tão somente peles que mudaram de animais. Os dotados de sabedoria apreciam as peles de animais, quando estas são usadas pelos próprios donos. Essa prática de escalpo é coisa de selvagens bárbaros que viveram em tempos remotos.</p>
<p>Poluir e desperdiçar água, também é animalice. Eu reputo, que só o espírito é tão importante quanto a nossa água. Vejam: 97% da água existente em nosso planeta, estão nos oceanos, portanto, impróprias ao uso humano, 2% são geleiras e apenas 1% de toda a nossa água é própria e disponível ao consumo humano, animal e agrícola. Depois desses dados, você ainda vai usar a sua mangueira para lavar carros e calçadas com a nossa rica aguinha?</p>
<p>Poluir o ar é conspurcar a área de lazer e trabalho dos anjos, e com certeza, eles não gostam disso.</p>
<p>Quando eu vejo algo na mídia a respeito da ingerência norte-americana em assuntos da nossa Amazônia e da nossa biodiversidade, a indignação se apossa de mim. Esses vândalos destruíram quase todas as formas de natureza que possuíam, para fazerem e acumularem capital, só não conseguiram acabar com os desertos do Texas e os icebergs do Alasca, e isso, por que não tinham como fazê-lo. Presentemente, vêm eles agora se mostrarem preocupadinhos com o eco sistema do planeta. Tomem tento seus hipócritas e apologistas da matéria volátil, pois o mundo já os identificou e reprovou, também nessa minudência. E o tratado de Khioto&#8230; Vocês vão mesmo continuar a afrontar o mundo mais uma vez e não vão assiná-lo?</p>
<p>A natureza é a maior amiga da vida humana e o humano o seu maior inimigo. O ser humano infelizmente, ainda é o maior, o mais inconseqüente e nocivo exterminador das preciosidades deste nosso Orbe. Somos feras que nos distinguimos das outras somente pelo atributo da inteligência, resumindo, somos canibais do nosso amanhã, ou seja, do planeta que deixaremos de herança para os nossos sucessores. Aliás, para nós os reencarnacionistas, seremos nós mesmos a sofrermos amanhã em novas encarnações, com os nossos desgovernos e predações de ontem e de hoje.</p></div>
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