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	<title>Debates Culturais - Liberdade de Idéias e Opiniões &#187; Marcelo de Oliveira Souza</title>
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		<title>Caos em Salvador</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 03:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo de Oliveira Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcelo de Oliveira Souza]]></category>

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		<description><![CDATA[De repente o que nós sempre temíamos aconteceu, mesmo com todo aquele drama ocorrido na antiga greve dos policiais. Começando devagarzinho o trânsito foi parando, na paralela que vive engarrafada, incautos encapuzados tomam dois ônibus para atravessá-los na avenida; corre-corres em todos os lugares; lojas saqueadas em todos os cantos; ônibus e bancos alvos de atentados; a Estação Pirajá virou um verdadeiro limbo de sofrimento, diversos arrastões, assassinados, o povo esperando a condução durante horas e só o que aparecia mesmo eram pessoas horrorizadas e assustadas com tanta barbárie, em prantos usuários ou sofredores da estação imploram pelo transporte que não aparece, pânico geral.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Caos-em-Salvador.jpg"><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Caos-em-Salvador.jpg" alt="" title="Caos em Salvador" width="233" height="216" class="aligncenter size-full wp-image-16171" /></a>De repente o que nós sempre temíamos aconteceu, mesmo com todo aquele drama ocorrido na antiga greve dos policiais.</p>
<p>Começando devagarzinho o trânsito foi parando, na paralela que vive engarrafada, incautos encapuzados tomam dois ônibus para atravessá-los na avenida; corre-corres em todos os lugares; lojas saqueadas em todos os cantos; ônibus e bancos alvos de atentados; a Estação Pirajá virou um verdadeiro limbo de sofrimento, diversos arrastões, assassinados, o povo esperando a condução durante horas e só o que aparecia mesmo eram pessoas horrorizadas e assustadas com tanta barbárie, em prantos usuários ou sofredores da estação imploram pelo transporte que não aparece, pânico geral.</p>
<p>Em um conjunto do Cabula, abriu-se mais uma frente de terror, o arrastão inaugurou a modalidade de crimes em condomínios, ferindo um morador que por coincidência é policial.</p>
<p>As forças de segurança chegaram, mas não adianta que a insegurança é geral e para ter esse exclusivo policiamento vai ser difícil, pois somente os centros e pontos turísticos terão chances de serem agraciados com o patrulhamento, enquanto que muitos outros bairros co poderão contar com a previdência divina.</p>
<p><em>*<strong>Marcelo de Oliveira Souza</strong>: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa, formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; Organizador do Concurso Anual Poesias sem Fronteiras; participa de vários concursos de poesias, contos, sempre conseguindo colocações louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.<br />
</em></p>
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		<title>A cidade que encolheu</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 03:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo de Oliveira Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcelo de Oliveira Souza]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de Salvador gradativamente vai perdendo os seus espaços públicos de lazer, deitada no berço da fama ela vai encolhendo. As oportunidades de diversão soteropolitanas estão reduzidas, parques como o da Lagoa do Abaeté, a lagoa reduziu o tamanho; o parque de Pituaçu, muito bonito, mas  não podemos dar a volta com segurança nesse belíssimo local; o Parque da Cidade, também inseguro, somente podemos ficar na frente, se resolvermos adentrar no local, podemos não voltar.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/A-cidade-que-encolheu.jpg"><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/A-cidade-que-encolheu.jpg" alt="" title="A cidade que encolheu" width="216" height="233" class="aligncenter size-full wp-image-16015" /></a><em>Acima, parte do parque de Pituaçu.</em></p>
<p>A cidade de Salvador gradativamente vai perdendo os seus espaços públicos de lazer, deitada no berço da fama ela vai encolhendo.</p>
<p>As oportunidades de diversão soteropolitanas estão reduzidas, parques como o da Lagoa do Abaeté, a lagoa reduziu o tamanho; o parque de Pituaçu, muito bonito, mas  não podemos dar a volta com segurança nesse belíssimo local; o Parque da Cidade, também inseguro, somente podemos ficar na frente, se resolvermos adentrar no local, podemos não voltar.</p>
<p>No último domingo, tamanha foi a surpresa de quem  gosta de levar a família ao parque da Pituba; um show estava para começar, muita confusão, engarrafamentos e quem deu o “show” mesmo foram os “flanelinhas”, que lotearam a área toda a tal ponto que o estacionamento local só ficou com uma entrada, pois quem queria sair do esparro, não conseguia, o local  estava todo tomado, resultando em uma grande confusão com carros amontoados até a cavalaria da PM ficou sem ter onde passar, teve de tudo, menos algum preposto da famosa Transalvador.</p>
<p>Que a cidade de Salvador está totalmente entregue, todos sabem, que não temos direito a ter um parque seguro, não é novidade, mas não precisa exagerar!</p>
<p><em>*<strong>Marcelo de Oliveira Souza</strong>: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa, formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; Organizador do Concurso Anual Poesias sem Fronteiras; participa de vários concursos de poesias, contos, sempre conseguindo colocações louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.</em></p>
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		<title>O Rio de Janeiro&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 03:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo de Oliveira Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcelo de Oliveira Souza]]></category>

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		<description><![CDATA[Logo quando chegamos, ficamos perdidos diante da imensidão do aeroporto, só para contrariar ainda o nosso translado para o hotel nos deixou na mão, não aparecendo na hora combinada, caímos na velha conversa do taxista carioca de não existir taxímetro, pagando assim  um preço absurdo pela viagem. Passando por esse trauma, começamos a  nos aclimatar, vislumbrando aquela paisagem que só o Rio de Janeiro tem, aquele ar bucólico de montanhas onde a jóia do desenvolvimento soube usar perfeitamente os seus espaços, tudo em seu devido lugar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Rio-de-Janeiro4.jpg"><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Rio-de-Janeiro4.jpg" alt="" title="Rio de Janeiro" width="209" height="201" class="aligncenter size-full wp-image-15733" /></a>Logo quando chegamos, ficamos perdidos diante da imensidão do aeroporto, só para contrariar ainda o nosso translado para o hotel nos deixou na mão, não aparecendo na hora combinada, caímos na velha conversa do taxista carioca de não existir taxímetro, pagando assim  um preço absurdo pela viagem.</p>
<p>Passando por esse trauma, começamos a nos aclimatar, vislumbrando aquela paisagem que só o Rio de Janeiro tem, aquele ar bucólico de montanhas onde a jóia do desenvolvimento soube usar perfeitamente os seus espaços, tudo em seu devido lugar.</p>
<p>As bicicletas têm o seu reinado, estão nos principais pontos, sob a égide da ciclovia, o poder público soube adaptar esses locais, criando vários equipamentos esportivos de forma surpreendente.</p>
<p>O Rio respira esporte, pessoas praticando as mais diversas modalidades fazem o turista se encantar e virar também um esportista, onde percebemos que os menores também não são esquecidos, treinamentos de salva-vida mirim fazem com que o pessoal saia do ostracismo e comece a agitar o seu corpo, seguindo a linha de pensar do carioca.</p>
<p>No Rio de Janeiro tudo é transformado em um bom negócio, desde as suas badaladas noites, com a restauração do seu centro e região da Lapa, até o Pão de açúcar e Cristo Redentor, que são outros espetáculos à parte.</p>
<p>Mas uma coisa nos deixou triste, foi a tamanha falta de senso dos administradores de Búzios, aquele lugar maravilhoso, uma verdadeira obra de arte da natureza, que infelizmente não recebe o devido valor, pois ao chegarmos, o cartão de boas vindas é um grande esgoto, despejado no mar, uma verdadeira agressão ao meio ambiente e ao turista que vai àquele lugar.</p>
<p>O Jardim Zoológico, na capital carioca é outra maravilha, muito bem cuidado e desenhado, tem praticamente três compartimentos, o zoo central, uma passarela enorme com animais soltos, e para finalizar um complexo de aquários dentro de uma gruta, estrategicamente localizada, cujo visitante extasiado, ainda entra outro  parque, onde os visitantes tem o prazer de desfrutar de um belíssimo parque arborizado, cujas pessoas se reúnem para fazer piquenique e até festas de aniversário.</p>
<p>O Rio de Janeiro tem algumas dificuldades, visto que no passado teve a sua ocupação desregulada por favelas, mas essa cidade está tirando a atraso com maestria, é um grande exemplo de adaptação urbana, uma aula de urbanismo, mas o que ela sabe fazer mesmo é festejar a vida pulsante no coração de todos nós.</p>
<p><em>*<strong>Marcelo de Oliveira Souza</strong>: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa, formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; Organizador do Concurso Anual Poesias sem Fronteiras; participa de vários concursos de poesias, contos, sempre conseguindo colocações louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.</em></p>
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		<title>A lição do presépio de Natal</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 03:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo de Oliveira Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcelo de Oliveira Souza]]></category>

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		<description><![CDATA[Em todo final do ano os mesmos comportamentos se repetem, as pessoas felizes com a jornada concluída, as ruas enfeitadas, os mais diversos presépios, mas sempre nos esquecemos de lembrar a importância que representam esses símbolos religiosos. O mais importante deles é o presépio, aquele que nos mostra a manjedoura, o local humilde onde Jesus Cristo nasceu, reunido por animais do estábulo e seus pais, um grande exemplo de humildade, o que realmente está faltando hoje em dia para as pessoas, muitas delas usam esse “clichê” mas, o que de fato demonstram é que o Espírito Natalino, aquele que se renova a cada final de ano, sequer percorreu esses dias festivos, o que é sempre renovado é o vestuário e a ceia Natalina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/A-lição-do-presépio-de-Natal.jpg"><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/A-lição-do-presépio-de-Natal.jpg" alt="" title="A lição do presépio de Natal" width="208" height="193" class="aligncenter size-full wp-image-15041" /></a>Em todo final do ano os mesmos comportamentos se repetem, as pessoas felizes com a jornada concluída, as ruas enfeitadas, os mais diversos presépios, mas sempre nos esquecemos de lembrar a importância que representam esses símbolos religiosos.</p>
<p>O mais importante deles é o presépio, aquele que nos mostra a manjedoura, o local humilde onde Jesus Cristo nasceu, reunido por animais do estábulo e seus pais, um grande exemplo de humildade, o que realmente está faltando hoje em dia para as pessoas, muitas delas usam esse “clichê” mas, o que de fato demonstram é que o Espírito Natalino, aquele que se renova a cada final de ano, sequer percorreu esses dias festivos, o que é sempre renovado é o vestuário e a ceia Natalina.</p>
<p>Outra lição que o nosso presépio nos passa é a união da família, que afundada em seus problemas diários, esquecem da maior lição de amor que Jesus Cristo nos deixou, união e solidariedade não somente para com os nossos consangüíneos, mas para com todos que nos cercam.</p>
<p>Nessa jornada de final de ano, vamos refletir sobre o que é união familiar, sobre o que é humildade e também sobre o que é ser humano e vamos aproveitar essa fronteira de mudança de ano e transformar um pouco a nossa família, sociedade, até o mundo, pois a partir de cada um de nós é que o mundo se transforma.</p>
<p><em>*<strong>Marcelo de Oliveira Souza</strong>: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa, formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; Organizador do Concurso Anual Poesias sem Fronteiras; participa de vários concursos de poesias, contos, sempre conseguindo colocações louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A estrela de Beiru</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 03:02:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo de Oliveira Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcelo de Oliveira Souza]]></category>

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		<description><![CDATA[De repente brilha no céu uma grande estrela, um grande fenômeno para os astrônomos, para outros é o chamado de Deus para o nascimento do novo Messias, ainda há alguns que tentam profetizar o final de mundo. Nesse mesmo momento lá nos confins de Jerusalém, num monastério, um frade de nome Aahoron, passou mal sentindo uma forte dor no peito, chegando a ficar sete dias em coma, depois disso ele acordou com o temperamento totalmente modificado, dizendo chamar-se Thiago, que tinha a missão de receber o novo Messias, num país distante chamado Brasil, em uma comunidade desfavorecida cujo nome da cidade que leva o nome do nosso Salvador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/A-estrela-de-Beiru.jpg"><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/A-estrela-de-Beiru.jpg" alt="" title="A estrela de Beiru" width="218" height="201" class="aligncenter size-full wp-image-14968" /></a>De repente brilha no céu uma grande estrela, um grande fenômeno para os astrônomos, para outros é o chamado de Deus para o nascimento do novo Messias, ainda há alguns que tentam profetizar o final de mundo.</p>
<p>Nesse mesmo momento lá nos confins de Jerusalém, num monastério, um frade de nome Aahoron, passou mal sentindo uma forte dor no peito, chegando a ficar sete dias em coma, depois disso ele acordou com o temperamento totalmente modificado, dizendo chamar-se Thiago, que tinha a missão de receber o novo Messias, num país distante chamado Brasil, em uma comunidade desfavorecida cujo nome da cidade que leva o nome do nosso Salvador.</p>
<p>Essa missão ainda contava com mais duas pessoas que iam encontrá-lo no caminho da sua peregrinação, que seria justamente seguir aquela grande estrela que ameaça a vida de todos na Terra, como falam os Jornalistas.</p>
<p>Logo depois de uma comemoração especial o nosso Frei saiu com um guarda chuva bem grande na mão, seguindo o seu destino, que tinha ainda como tarefa revelar os outros companheiros de jornada.</p>
<p>Numa caminhada longa o nosso personagem conseguiu identificar uma mulher de nome Ming, estava sendo perseguida por transeuntes, ela é uma moradora de rua que de repente mudou de personalidade, sendo chamada por uns de Madalena por outros de profetisa, ela dizia que estava procurando o Frei Thiago, saia pelas ruas de Pequim desesperada com um lençol de lã anunciando que a salvação estava próxima, mas como na China salvação tem que passar pela autorização de Hu Jintao, juntaram tudo que ela possuía no seu carrinho de roupas e expulsaram-na das ruas que cercavam o palácio do governo, nessa hora o nosso frei conseguiu segurá-la e acalmá-la dizendo que o seu destino estava ali, sendo escrito pelo nosso criador, que mais um peregrino tinha que ser encontrado para a profecia se realizar, era logo ali depois na América do Norte, México, a dificuldade era tamanha para os nossos amigos iluminados, mas cada caminho tinha a sua etapa a ser cumprida inclusive aquela de entrar nesse país que é tradicionalmente católico, mas tinha pessoas que acreditavam em uma entidade chamada Santa Boa Morte, foi justamente no dia em que comemoravam o dia dessa “santa” que o nosso terceiro personagem de nome Juan tinha incorporado o espírito de um rapaz chamado Emerson dizendo as mesmas coisas dos nossos dois amigos, que o reconheceram de pronto, Juan tava com uma cadeira de praia dizendo que aquele objeto era o leito do novo Messias&#8230;</p>
<p>Essa longa jornada a caminho da estrela sagrada demorou alguns anos, mas quando eles chegaram na cidade de Salvador, ainda tiveram problemas com a imigração, que estranhava toda aquela situação, ainda mais durante toda aquela confusão causada por uma estrela que se mexia e crescia cada vez mais ao passo que os nossos peregrinos se aproximavam; eles ficaram um tempão presos no aeroporto Dois de Julho, quando conseguiram sair já era a noite do dia 25 de dezembro, todos concentrados em suas gordas ceias de Natal, outros preocupados com os presentes, não estavam ligando para outra coisa, nossos abençoados peregrinos seguiram para as cercanias de uma maternidade, numa pracinha freqüentada por drogados e prostitutas, chamado de Arvoredo, foi justamente onde um casal desesperado gritava por socorro, era um homem chamado Joaquim com a sua esposa Mariana, ela já estava em trabalho de parto, quando os nossos valorosos personagens chegaram.</p>
<p>Emerson abriu a cadeira de praia, a profetisa a cobriu com o lençol e Thiago ajudou a fazer o parto de Jesus Cristo iluminado, nesse momento a grande estrela se afastou, provocando uma confusão no tempo, fazendo nevar no verão de Salvador, nessa hora o nosso primeiro peregrino abriu o seu enorme guarda chuva protegendo a criança santificada que veio nascer justamente no Beiru, um lugar tão esquecido pelos homens poderosos mas sempre lembrado por Deus.</p>
<p><em>*<strong>Marcelo de Oliveira Souza</strong>: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa, formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; Organizador do Concurso Anual Poesias sem Fronteiras; participa de vários concursos de poesias, contos, sempre conseguindo colocações louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.</em></p>
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		<title>Proclamação da “democradura”</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 03:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo de Oliveira Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcelo de Oliveira Souza]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste nosso país, a ganância tem a sua origem, vem de muito tempo. Algumas pessoas pensam que a monarquia seria o melhor sistema de governo, outras pensam que a democracia é o sistema de sucesso, outras ainda pensam no parlamentarismo, mas não adianta ficar brigando por um sistema ou outro, pois no final das contas se não houver esclarecimento da população quanto e fiscalização do dinheiro público, os nosso sistema de governo vai ser sempre a “democradura” que é o sistema de governo dito democrático mas quando percebemos, o cidadão só tem o direito de reclamar, sofrer e ainda é obrigado a votar em quem não quer.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Dedoro-da-Fonseca.jpg"><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Dedoro-da-Fonseca.jpg" alt="" title="Dedoro da Fonseca" width="192" height="170" class="aligncenter size-full wp-image-14897" /></a>Na data de quinze de novembro é comemorado mais um ano da proclamação da República. O marechal Dedoro da Fonseca reuniu a sua turma de militares instituindo o primeiro golpe militar da nossa história, sendo nomeado o primeiro presidente do Brasil.</p>
<p>Neste nosso país, a ganância tem a sua origem, vem de muito tempo. Algumas pessoas pensam que a monarquia seria o melhor sistema de governo, outras pensam que a democracia é o sistema de sucesso, outras ainda pensam no parlamentarismo, mas não adianta ficar brigando por um sistema ou outro, pois no final das contas se não houver esclarecimento da população quanto e fiscalização do dinheiro público, os nosso sistema de governo vai ser sempre a “democradura” que é o sistema de governo dito democrático mas quando percebemos, o cidadão só tem o direito de reclamar, sofrer e ainda é obrigado a votar em quem não quer.</p>
<p><em>*<strong>Marcelo de Oliveira Souza</strong>: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa, formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; Organizador do Concurso Anual Poesias sem Fronteiras; participa de vários concursos de poesias, contos, sempre conseguindo colocações louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.</em></p>
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		<title>A cidade que cresceu</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 03:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo de Oliveira Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcelo de Oliveira Souza]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de Salvador cresceu, tornou-se a terceira maior cidade em termos populacionais, governantes gritam aos quatro cantos sobre essa “façanha” tentando maquiar a grave situação que ela se encontra. Quantidade não é qualidade, muito pelo contrário, por ter muita gente, os problemas multiplicam-se, Salvador é uma cidade que não pode divulgar nenhuma festividade se ela for gratuita ou mesmo se acontecer algum evento pagando preços populares a confusão começa, é gente para todos os lados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Salvador.jpg"><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Salvador.jpg" alt="" title="Salvador" width="227" height="194" class="aligncenter size-full wp-image-14776" /></a>A cidade de Salvador cresceu, tornou-se a terceira maior cidade em termos populacionais, governantes gritam aos quatro cantos sobre essa “façanha” tentando maquiar a grave situação que ela se encontra.</p>
<p>Quantidade não é qualidade, muito pelo contrário, por ter muita gente, os problemas multiplicam-se, Salvador é uma cidade que não pode divulgar nenhuma festividade se ela for gratuita ou mesmo se acontecer algum evento pagando preços populares a confusão começa, é gente para todos os lados.</p>
<p>Os eventos maiores agora acontecem na Avenida Paralela, o projeto dessa Avenida era ser um corredor de tráfego bucólico, mas com o “crescimento” urbano em sua direção, a cidade inchou mais ainda, com o “miolo” já preenchido, por conjuntos populares, a opção foi destruir a Paralela, com o “plano de destruição urbana” o projeto é trocar uma casa por um prédio, assim onde morava uma família agora mora trinta, quarenta ou até mais ou um horto florestal por horto predial.</p>
<p>Estrutura viária para isso inexiste por isso a cidade para, qualquer coisinha o congestionamento aparece; batida, atropelo, protesto, tudo é motivo, imagine quando cai um aguaceiro, o engarrafamento toma conta de tudo, o alagamento é o grande culpado, mas se percebermos, a grande culpa novamente é dos nossos governantes, pois a especulação imobiliária, a falta de estrutura viária são os principais motivos para tanta confusão.</p>
<p>A cidade pode crescer de tamanho, de população, mas o que nós precisamos mesmo é que ela cresça em qualidade de vida, isso ninguém sai falando porque se for avaliar o índice de desenvolvimento humano da cidade é zero.</p>
<p><em>*<strong>Marcelo de Oliveira Souza</strong>: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa, formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; Organizador do Concurso Anual Poesias sem Fronteiras; participa de vários concursos de poesias, contos, sempre conseguindo colocações louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.</em></p>
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		<title>Pena de morte!</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 03:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo de Oliveira Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcelo de Oliveira Souza]]></category>

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		<description><![CDATA[A pena de morte existe e sempre existirá, mesmo com os “direitos humanos”, que não servem para nada, pois esses direitos são muito mais que o direito de viver, que já é muito difícil em grande cidades brasileiras, onde as pessoas perdem seus direitos rotineiramente. Mas, o pior de todos eles, é perder o direito de viver, sendo alvejado por qualquer marginal e não há nenhuma lei que possa punir esse indivíduo, na mesma moeda, mesmo ele assassinando dezenas de pessoas. Esse assunto é bastante polêmico em todo o mundo, um verdadeiro tabu, pois se pensarmos direitinho algo tão sublime nunca poderia ser ceifado pelo próprio homem. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Pena-de-morte1.jpg"><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Pena-de-morte1.jpg" alt="" title="Pena de morte" width="185" height="185" class="aligncenter size-full wp-image-14684" /></a>Esse assunto é bastante polêmico em todo o mundo, um verdadeiro tabu, pois se pensarmos direitinho algo tão sublime nunca poderia ser ceifado pelo próprio homem.</p>
<p>Na Idade Média a pena de morte era instaurada de acordo com os desígnios de qualquer um que empunhava uma espada, os duelos as pendências pessoais e tudo que tratava a preciosa vida como um “nada”.</p>
<p>Em nossos tempos, apesar de tanto desenvolvimento científico, tecnológico e até espiritual, a vida humana continua sendo desvalorizada, desprezada&#8230;</p>
<p>As pessoas costumam se impressionar pelos crimes hediondos, pais matando filhos e vice versa, irmão matando irmão por causa de motivo fútil, guerras no tráfico de drogas e de outros produtos ilícitos.</p>
<p>As guerras entre países é uma verdadeira carnificina, hoje com a criação da ONU, o “clube” se junta, decide interferir ou invadir algum país e sob desculpa de promover a paz, solta a “foice” em todos, ainda inventam pena para os “crimes de guerra”, contudo temos que perceber que toda guerra é criminosa, não existe guerra certa.</p>
<p>Assim como em toda disputa, sempre quem vence é o certo, mesmo proclamando atos espúrios, o perdedor sobre morre e paga pelo que fez e pelo que não fez.</p>
<p>A pena de morte existe e sempre existirá, mesmo com os “direitos humanos”, que não servem para nada, pois esses direitos são muito mais que o direito de viver, que já é muito difícil em grande cidades brasileiras, onde as pessoas perdem seus direitos rotineiramente. Mas, o pior de todos eles, é perder o direito de viver, sendo alvejado por qualquer marginal e não há nenhuma lei que possa punir esse indivíduo, na mesma moeda, mesmo ele assassinando dezenas de pessoas.</p>
<p><em>*<strong>Marcelo de Oliveira Souza</strong>: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa, formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; Organizador do Concurso Anual Poesias sem Fronteiras; participa de vários concursos de poesias, contos, sempre conseguindo colocações louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.<br />
</em></p>
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		<title>Tempos de protestos</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 03:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo de Oliveira Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcelo de Oliveira Souza]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos idos dos anos 60 a nossa sociedade sofreu muito com a ditadura, as pessoas eram proibidas de expressar o seu pensamento, as escolas e universidades eram fiscalizadas pois onde se fomenta a educação e cultura, naturalmente estimula-se a cidadania. As pessoas eram proibidas de tudo, instituições educacionais eram proibidas até de ter porta nas salas de aula, porque sempre tinha um espião para sair aqui e ali vigiando o que as pessoas estavam falando, no auge dela chegava ao cúmulo de proibir até as pessoas de andar em grupo, com medo de “subversão”, muitos que protestaram contra esse regime saíram corridos para não virarem comida de peixe grande, serem torturados ou outra coisa de igual valia, teve até um presidente, o tal do Figueiredo, que gostava mais de cavalo do que de gente, que soltou a famosa frase que se vivesse de salário mínimo, daria um tiro na cabeça. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Tempos-de-protesto.jpg"><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Tempos-de-protesto.jpg" alt="" title="Tempos de protesto" width="174" height="148" class="aligncenter size-full wp-image-14572" /></a>Nos idos dos anos 60 a nossa sociedade sofreu muito com a ditadura, as pessoas eram proibidas de expressar o seu pensamento, as escolas e universidades eram fiscalizadas pois onde se fomenta a educação e cultura, naturalmente estimula-se a cidadania.</p>
<p>As pessoas eram proibidas de tudo, instituições educacionais eram proibidas até de ter porta nas salas de aula, porque sempre tinha um espião para sair aqui e ali vigiando o que as pessoas estavam falando, no auge dela chegava ao cúmulo de proibir até as pessoas de andar em grupo, com medo de “subversão”, muitos que protestaram contra esse regime saíram corridos para não virarem comida de peixe grande, serem torturados ou outra coisa de igual valia, teve até um presidente, o tal do Figueiredo, que gostava mais de cavalo do que de gente, que soltou a famosa frase que se vivesse de salário mínimo, daria um tiro na cabeça.</p>
<p>Toda essa triste história parece que ficou incrustada no nosso DNA, pois o povo se acomodou, passou a aceitar tudo, somente se lamentando, mas teve a época do presidente Collor, onde apareceu o movimento dos “caras pintadas”, que aconteceu um fato inédito no Brasil, pressionar os senadores e deputados para votar o “impeachment” palavra tão esquisita quanto o seu poder, conseguir “demitir” um presidente da república.</p>
<p>Mas o nosso trauma ainda continua, tanto que existe uma lei que proibe policiais de entrarem em campos de universidades para patrulhar, a última vez que aconteceu aqui em Salvador deu uma confusão tremenda na UFBA, na gestão de um governador autoritário da época da ditadura.</p>
<p>Tempos se passaram a lei ficou hoje os estudantes daqui imploram para que a polícia apareça, pois o local virou reduto de crimes, bandidos se aproveitam disso para assaltar quem quer estudar, contudo em São Paulo o caso é diferente; diante da prisão de alguns estudantes portando drogas, a policia foi rechaçada do Campus da USP, ainda os um grupo de estudantes da faculdade de letras e filosofia resolveu fazer greve, encapuzados tomaram a reitoria e protestam, contra a presença da lei.</p>
<p>Hoje a “filosofia” mudou, muitos jovens perderam o medo de protestar, mas protestam a favor do errado, contra as más campanhas dos seus times de futebol, a favor do uso da maconha e agora querem a liberdade de usar drogas dentro de universidades e não aceitam policiamento, o mundo muda mesmo, só que no país do contrário as coisas mudam como sempre para pior.</p>
<p><em>*<strong>Marcelo de Oliveira Souza</strong>: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa, formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; Organizador do Concurso Anual Poesias sem Fronteiras; participa de vários concursos de poesias, contos, sempre conseguindo colocações louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.</em></p>
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		<title>Próxima extinção: Décimo Terceiro Salário</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 03:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo de Oliveira Souza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É simples, o “nosso” Brasil são dois como podemos perceber, o dos ricos que possuem todo tipo de aparato em educação, saúde, moradia e a grande maioria, os dos pobres, usuários do “vales-miséria”, “bolsa-pobreza” que já perderam tudo e continuam a sonhar com as migalhas escorridas dos bolsos dos “donos do poder”; o pior que ainda tem uma terceira categoria, aquela que vive em cima do muro, naquela faixa limítrofe; como quem vive encima do muro leva pedrada em ambos os lados, os habitantes dessa fronteira habitam entre esses dois países, criando uma verdadeira “crise de identidade” perdem direitos porque não está no Brasil dos pobres e não ganham as famosas “migalhas” destinadas aos habitantes dos países dos pobres, mas não estão entre os ricos que não precisam ficar contando moedas para realizar seus sonhos.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Décimo-Terceiro-Salário.jpg"><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Décimo-Terceiro-Salário.jpg" alt="" title="Décimo Terceiro Salário" width="211" height="175" class="aligncenter size-full wp-image-14519" /></a>Todos comemoram no Brasil e até no resto do mundo o seu desenvolvimento, a imprensa alardeia quase que diariamente o grande momento brasileiro.</p>
<p>O nosso país já está entre as cinco maiores economias do mundo, o investimento externo multiplica-se diante da solidez do mercado tupiniquim, contudo o Índice de Desenvolvimento Humano está lá embaixo, aparece em 84° lugar, criando sempre aquela perguntinha, como pode ser isso?</p>
<p>É simples, o “nosso” Brasil são dois como podemos perceber, o dos ricos que possuem todo tipo de aparato em educação, saúde, moradia e a grande maioria, os dos pobres, usuários do “vales-miséria”, “bolsa-pobreza” que já perderam tudo e continuam a sonhar com as migalhas escorridas dos bolsos dos “donos do poder”; o pior que ainda tem uma terceira categoria, aquela que vive em cima do muro, naquela faixa limítrofe; como quem vive encima do muro leva pedrada em ambos os lados, os habitantes dessa fronteira habitam entre esses dois países, criando uma verdadeira “crise de identidade” perdem direitos porque não está no Brasil dos pobres e não ganham as famosas “migalhas” destinadas aos habitantes dos países dos pobres, mas não estão entre os ricos que não precisam ficar contando moedas para realizar seus sonhos.</p>
<p>Assim, esses “estrangeiros” dos dois países perdem direitos a cada dia, agora o próximo direito a perder é o sagrado décimo terceiro, um projeto antigo, onde os políticos sempre sonhavam de aniquilar abençoado abono, aquele esperado o ano inteiro por todos.</p>
<p>Esse projeto bate-volta dessa vez bateu e ficou, foi aprovado na Câmara dos Deputados, agora vai para o Senado, tem uns do Brasil dos ricos, que dizem que o “décimo” somente irá ser dividido, mas todos sabem que com essa inflação embutida e a não reposição salarial quem vai sobrar mesmo é a classe do “sem-país” que paga uma gama de impostos, e vai pagar ainda mais um que irá voltar ano que vem a “contribuição para a saúde” aquela antiga CPMF, que saiu depois de muito custo, pois a corrupção fez virar “contribuição para o desvio público” CDP, agora dizem que vai ser sério, quer dizer que antes era de brincadeira ou melhor um projeto para ser desviado.</p>
<p>Portanto, nesse país de “todos” dito democrático, os políticos só trabalham para um Brasil, o dos ricos e empresários que por “coincidência” são eles mesmos.</p>
<p><em>*<strong>Marcelo de Oliveira Souza</strong>: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa, formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; Organizador do Concurso Anual Poesias sem Fronteiras; participa de vários concursos de poesias, contos, sempre conseguindo colocações louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.</em></p>
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