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Jhonnatha Fernandes

A um mês dos jogos: orgulho ou desespero?

Estamos a 30 dias do início dos Jogos Olímpicos na cidade maravilhosa e é inevitável não se perguntar: o que ganhamos com isso? Desde a escolha do Rio de Janeiro para sediar os jogos olímpicos de 2016 os brasileiros ficaram felizes, mas não havia quem se perguntasse como afinal faríamos isso.
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A monarquia é o melhor para o Brasil

Para os monarquistas, o principal problema destes dois modelos é o mesmo. Tanto no parlamentarismo quanto no semi-presidencialismo, os chefes de estado e do governo deveriam sair da classe política que existe. A mesma que não consegue resolver os atuais problemas do país.
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O aborto volta ao debate com o surto de Zika

Não é novidade para ninguém que o país sofre um surto do vírus Zika. E assusta saber o efeito que este vírus causa nos fetos, podendo provocar a microcefalia, uma má formação que impede o desenvolvimento cerebral do bebê. Mas logo que surgiram as primeiras notícias da suposta ligação entre o vírus Zika e a explosão de casos de microcefalia, me veio uma terrível previsão à cabeça. Pensei, não irá demorar muito para usarem este surto para forçarem novamente a ideia do aborto.
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O petróleo é o grande vilão da crise? Nem tanto…

Desde o início da crise um assunto gira sempre como sendo uma das principais causas, o petróleo. A queda do preço do “ouro negro” foi eleita como a grande vilã, e quem não conhece ou não busca sobre o assunto até pode acreditar que esta historinha procede, mas não é bem assim.
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Governo declara guerra aos aplicativos!

O governo procura mais formas de arrecadar dinheiro e as empresas que estão perdendo seus monopólios tentam barrar os novos serviços. A internet apresentou aos brasileiros novas e maravilhosas possibilidades que facilitam a vida dos usuários e que por outro lado forçam empresas e prestadoras de serviço correrem atrás para se manter no mercado. Já o governo como não produz nada, tirar recursos dos impostos e taxas pagas por cidadãos e empresas e como sabemos os impostos no Brasil são pesados e dificultam muito a vida dos brasileiros e das empresas, e para piorar os serviços prestados pelo estado com este dinheiro é péssimo.
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Conservadorismo em alta no Reino Unido

David Cameron governou o Reino Unido nos últimos cinco anos com a ajuda de uma coalizão com os Liberais Democratas, mas agora com maioria absoluta no Parlamento poderá realizar um governo baseado nos princípios conservadores de seu partido. Cameron se tornou Primeiro Ministro com o objetivo de colocar as contas do governo britânico nos trilhos e fazer o Reino voltar a crescer, e tem conseguido isso de forma magistral e com a invejável taxa de inflação a 0,0%. Quando os trabalhistas se opuseram ao referendo escocês de 2014, Cameron comprou a briga em defesa do referendo. Cameron foi acusado de tudo, até de traidor, mas sua estratégia de defender o referendo foi uma jogada de mestre. De uma só vez conseguiu mostrar a face anti-democrática dos trabalhistas e ainda convenceu os escoceses a permanecerem no Reino Unido de forma democrática e inquestionável.
Jhonnatha Fernandes

O que me faz ser monarquista?

Não há mais dúvidas históricas que apesar dos problemas que a Monarquia enfrentava ao fim do século XIX, dificilmente as forças republicanas teriam força para por fim ao regime monárquico. A república no Brasil é um acidente, um acidente que custou e custa muito caro ao nosso país. Graças ao atabalhoado golpe liderado por um marechal do exército que só queria retirar Ouro Preto do Ministério o Brasil foi entregue às oligarquias regionais e desde então não sabe o que é ter um estadista no poder. Às vezes, me recordo de uma conversa que tive com um professor que admiro muito, lembro como ele ficou surpreso ao descobrir que mesmo sendo monarquista não defendo que esta seja aplicada em todos os países.
Jhonnatha Fernandes

O desgoverno vai até a última gota

Não se fala em outra coisa nos últimos meses. A crise hídrica que se abateu sobre várias regiões do país, tomou conta das manchetes e dos jornais país afora, claro junto com os escândalos da Petrobrás, mas o papo aqui é a falta d’água. A questão é que quem agora todas as campanhas de conscientização e medidas jogam no colo dos cidadãos a responsabilidade pela manutenção dos níveis dos reservatórios, mas isso é justo? Até onde o cidadão comum é responsável por esta tal crise? Neste momento de dificuldades hídricas, que a falta de água ameaça comprometer o abastecimento e a produção de energia, não falta quem acuse o desperdício e o mau uso da água como os principais culpados por esta situação. Imploram consciência da população e prezam pelo uso responsável da água, dentre estes não faltam políticos querendo se fixar como amigo do planeta.
Jhonnatha Fernandes

A reforma política e o presente de grego!

Nunca se falou tanto em reforma política como agora. Nos últimos três anos, o assunto vem ganhando corpo e já aparece como promessa de campanha em grande parte dos candidatos para estas eleições nos mais variados cargos, de candidatos a deputados estaduais a candidatos a presidente há quem prometa se comprometer com a tal reforma política, que iria moralizar e limpar a sujeira política do país. Isto seria ótimo, não é? O problema é que muito se fala e pouco se explica, por um motivo muito simples, a reforma política não será feita como a população deseja, mas como os partidos desejam e para isso eles precisam fazer a população acreditar que a tal reforma é boa. Vejamos melhor as questões.
Jhonnatha Fernandes

Marina é sinal de mudança. Será mesmo?

O brasileiro é muito peculiar, reclama do jogo político, mas participa ativamente e não faz muito esforço para que ele mude e além de tudo, ignora as ideias dos partidos e vota na pessoa, no candidato, ignorando totalmente aquilo que o partido por trás do candidato representa ou defende, ou ainda pior, não gosta do partido, mas vota em seu candidato acreditando que este irá lutar e ir contra o partido. Quanta incoerência. Com Lula ocorreu algo parecido, as pessoas ignoraram totalmente o fato do PT ter lutado contra quase todas as melhorias ocorridas no país após a redemocratização, como a implantação do Plano Real e a privatização de áreas como a telefonia móvel e elegeram Lula, que com o discurso populista e prometendo manter o que já estava implantado (já que ele era contra) conseguiu a eleição.
Jhonnatha Fernandes

Trabalhar para pagar impostos

Que o povo brasileiro é um povo trabalhador ninguém dúvida, o que muita gente não compreende é como que um povo trabalhador como o nosso não consegue enriquecer, não consegue progredir e comprar aquilo que necessita. Bom, uma simples olhada na quantidade de impostos governamentais que corroem a renda do brasileiro podem explicar muita coisa que parecem nebulosas. Só para se ter uma ideia, neste ano de 2014 nós trabalhamos 151 dias ou 05 meses só para pagar impostos, isso significa que 41,4% de nosso salário vai direto para o governo. No Brasil não falta quem defenda uma política estatizante, onde o Estado cada vez mais se intromete na vida dos cidadãos, chegando inclusive a escolher para ele.
Jhonnatha Fernandes

Que educação queremos?

Ninguém duvida que para um país se desenvolver e se tornar uma potência é preciso que se invista e dê prioridades a áreas que são fundamentais em seu desenvolvimento. Educação, segurança, saúde, transporte e energia são áreas chave para que o país possa se destacar e se manter na vanguarda das potências mundiais. E destas áreas é fundamental que uma receba atenção especial para que o futuro do país seja garantido e para que o crescimento seja garantido, a educação. E infelizmente o Brasil não é um exemplo de como fazer isso e por isso patina em todas as outras áreas.
Jhonnatha Fernandes

E vai ter Copa? Vai sim senhor!!!

Faltam menos de 50 dias para a Copa do Mundo 2014 que será sediada em nossa terra, aqui no Brasil. Sei que há muita gente imaginando grandes protestos e até a hipótese de que a pressão popular consiga tirar a Copa daqui, forçando a FIFA a levar o mundial para outro país, envergonhando o Brasil frente ao mundo. Lamento acabar com as esperanças destes críticos de fim de semana, que comemoraram quando o país foi escolhido para o mundial e agora apontam a Copa 2014 como nosso maior mal. Para quem aposta que não haverá Copa, eu digo, haverá Copa sim! E será um vexame total. Desde o anúncio do país como sede da Copa 2014 o governo se comportou como o resto da população, muita festa e pouca ação. Especialistas em administração pública disseram na época que seria uma ótima oportunidade para o Brasil mostrar que aprendeu a fazer as coisas como devem ser feitas, e realmente era.
Jhonnatha Fernandes

Petrobras, Pasadena e o pesadelo da Dilma

Todo o país conhece a trágica negociação da refinaria de Pasadena, uma refinaria que custava cerca de 42 Milhões de dólares e que foi comprada por quase 2 bilhões de dólares graças a uma assinatura da presidente Dilma. Mas o que levou ela a assinar este trágico contrato? Esperamos saber em breve com as investigações, o fato, entretanto, é que levamos um prejuízo de 1,5 bilhão de dólares. Há apenas cinco anos atrás a Petrobrás estava em 12º no ranking das maiores empresas do mundo e hoje não aparece nem entre as 100 maiores, aparecendo apenas na posição 120º. A empresa saiu de um valor de mercado de 179 Bilhões de dólares em 2009 para apenas 76 Milhões de dólares agora.
Jhonnatha Fernandes

Com o Marco Civil podemos estar chocando o ovo da serpente

Comemorado pelo governo, o Marco Civil da Internet levanta a suspeita de intelectuais e estudiosos que conhecem o texto e previnem brechas para um total controle do fluxo de informações na internet pelo estado a partir de decretos, algo que só ocorre em ditaduras e governos autoritários. O Marco Civil, alerta o professor de Direito da Mackenzie Rodrigo Mezzomo, é o ovo da serpente e pode instaurar a censura na internet. O texto aprovado na Câmara e que vai a votação no Senado permitirá que a Presidência da República tenha o poder de gerir o conteúdo na internet em território brasileiro por força de decretos, para isso bastaria a aceitação do Comitê Gestor da Internet e da Agência nacional de Telecomunicações e ambos são órgãos que sofrem grande influência do governo.
Jhonnatha Fernandes

Transporte coletivo sem conto de fadas

Esta em alta discutir o transporte no Brasil, mas infelizmente poucas pessoas desejam discutir de forma aberta e clara o assunto. Há muitos querendo melhorar o transporte público, mas até agora não vi propostas que realmente visem melhorar nosso sistema. Todas as propostas se baseiam em interesses de grupos e ideologias que pretendem apenas controlar a máquina pública e garantir os votos das próximas eleições. Certamente há muitos entraves em nossa forma de pensar que nos impede de discutir este problema de forma legítima e uma delas é a mentalidade de que o transporte coletivo é público, ou seja, é de inteira responsabilidade do estado prover tal serviço. Isto nos coloca em um problema que é a subserviência ao estado e nos leva a ficar dependentes de acordos e tratos obscuros que a população não conhece seus meandros e pormenores.
Jhonnatha Fernandes

Nós paramos no carnaval, o mundo não!

De norte a sul do país a folia está em cada esquina, seja atrás de um trio elétrico, seja assistindo os desfiles das escolas de samba na Sapucaí ou pulando Frevo. O Brasil respira Carnaval, e a impressão é que o mundo também parou para a folia. Enquanto as agências de notícias pelo país estão em uma acirrada disputa para ver quem anuncia a melhor notícia do bloco, o noticiário político, econômico e internacional foi deixado de lado. Enquanto estamos na folia, o mundo esta tenso.
Jhonnatha Fernandes

Dilma dá novo exemplo de socialismo

Está virando rotina, todo começo de ano a presidente Dilma nos da um novo exemplo de socialismo. Se ano passado a presidente conheceu as belezas de Roma com muito luxo pago com dinheiro público durante a visita para acompanhar a entronização do Papa Francisco, desta vez o motivo foi bem menos nobre, mas a ostentação não. Após uma viagem à Davos onde não convenceu ninguém sobre a garantia de investimentos de investidores internacionais no Brasil, ao retornar a presidente e sua comitiva precisou realizar uma escala. Até então, nada demais, é um procedimento comum em viagens aéreas. O problema foi o “modesto” local escolhido pela comitiva e a presidente para a estadia enquanto aguardavam o vôo para seguir viagem.
Jhonnatha Fernandes

São Paulo pretende diminuir violência proibindo a venda de pistolas d’água

Para diminuir a violência e a sensação de insegurança, o Estado de São Paulo acaba de aprovar uma lei que proíbe a fabricação e venda de armas de brinquedos. Você poderia se perguntar se já não ouviu isso antes, afinal já existe esta proibição desde o estatuto do desarmamento, a diferença desta lei é a multa que pode chegar a R$20 mil. A lei proíbe inclusive os “perigosos” lançadores de água. Os criminosos estão preocupados, afinal, agora também terão que contrabandear pistolinhas de água para realizar seus assaltos. O fracasso de resultados após os 10 anos da lei do desarmamento e a extrema dificuldade que os políticos tem em admitir que estão errados e que precisam rever suas decisões e posições os forçam a tomar atitudes sem nenhum sentido como esta nova lei aprovada e que se baseia única e exclusivamente em opiniões.
Jhonnatha Fernandes

Porta dos Fundos: a porta da latrina do humor brasileiro

"Porta dos Fundos" desde o início vem utilizando de deboches e piadas de péssimo gosto, para atacar os cristãos e suas práticas. Algo muito lamentável para quem se pretende fazer humor, já que um bom humorista fica reconhecido pela sua capacidade de fazer comédia e não a quantidade de polêmicas que levantou ou ofensas que proferiu. O grupo agravou sua agressão religiosa em 2013 onde lançou vídeos extremamente ofensivos contra os cristãos, mas foi recentemente que chegou ao seu ápice. Aproveitando-se de uma das principais festas religiosa para os cristãos, o grupo lançou o vídeo “Especial de Natal”, onde em cerca de 16 minutos, zomba e desmerece de forma vil e desrespeitosa a fé de milhões de brasileiros onde escarnece diretamente a figura central de fé de todo cristão, o próprio Jesus Cristo.
Jhonnatha Fernandes

Reveillón, policiais e birita

O fim de ano é uma festa que meche com todos, não há como negar. Mas há profissionais que trabalham em dias onde todos estão se divertindo, como médicos, bombeiros, enfermeiros, policiais e etc. Esta nossa primeira historinha de início de ano terá como personagens principais quatro policiais em um réveillon na praia. É mais um texto que mostra como alimentamos a corrupção no país com pequenos atos, e o réveillon não poderia ficar de fora. Fim de ano, festa e alegria, nem tanto. Nossos pequenos atos sujos nos acompanham até mesmo nos momentos de festa como a virada do ano. Este caso ocorreu em uma cidade do litoral brasileiro durante a festa de réveillon e especificamente a 5 minutos da queima de fogos que anunciava o ano que começava.
Jhonnatha Fernandes

Como alimentamos nossos corruptos com pequenos atos

Vemos diariamente péssimos exemplos de uso de dinheiro público, falta de respeito e de civilidade nos mais altos escalões das esferas públicas e privadas. Muitos ficam estarrecidos com deputados, senadores, ministros e tantos outros grandes cargos que cometem atos covardes contra a população e ainda buscam passar como amigo do povo. A sensação de impunidade só aumenta e diminui nossa esperança de ver nosso país realmente ir para frente. Mas o que poucas vezes percebemos é que tais atos grandes, grandes rombos na previdência, superfaturamentos em obras públicas, descaso com a população mais carente, podem não ser nada mais que reflexo de uma sociedade que se acostumou com o errado. Se acostumou a conseguir algumas coisas pelo jeitinho, uma autorização com um vereador, um amigo que o ajuda a ser encaixado no médico que é seu amigo, conseguir uma vaga na escola sem entrar na fila pois conhece alguém da direção, e assim por diante.
Jhonnatha Fernandes

124 anos de uma república falida e mentirosa

124 anos atrás a população do Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, acordava sob um novo sistema de governo, a república. Na madrugada anterior uma quartelada derrubou o Império sem a participação popular. Aliás este é um ponto importante já que esta data ficou conhecido como “Proclamação da república” mesmo tendo sido proclamado dentro de um quartel, sem a população. O orgulho pessoal de um Marechal, o interesse comercial dos grandes produtores de café que haviam tido sua principal força de trabalho liberta no ano anterior pela Princesa Isabel. A população que dormiu sob um governo Imperial, agora descobria que seu soberano havia sofrido um golpe e agora estávamos sob o barrete frígido da república. Uma república que nascia sem participação popular alguma, esta é, aliás, uma característica que nossa república manteve durante todo este tempo, até os dias atuais.
Jhonnatha Fernandes

O brasileiro deseja a volta da monarquia

O brasileiro decidiria pela volta da monarquia se pudesse escolher novamente o regime de governo do país, pelo menos este foi o resultado de uma enquete realizada pelo "Portal Terra". Após 20 anos do plebiscito que decidiu pelo Republicanismo presidencialista o cidadão brasileiro parece começar a confirmar a ideia de que o plebiscito não demonstrou o verdadeiro desejo da nação. Feito às pressas e com uma campanha confusa e pouco informativa o brasileiro voto no presidencialismo, mas se mostra arrependido. A pesquisa mostrou que a imensa maioria dos participantes desejaria o retorno do sistema monárquico parlamentarista que vigorou no Brasil entre 1822 e 1889. A mudança de regime no Brasil não foi algo que teve o aval popular, e isso é claro, na realidade nossa república foi implantada com um golpe militar, o primeiro de nossa história.
Jhonnatha Fernandes

Afinal, o que é ser de direita ou de esquerda?

Muito se utiliza os termos direita e esquerda na política para mostrar o antagonismo de posições políticas. Mas afinal o que significa ser de direita ou de esquerda? Somente por estes termos é possível ter noção do cenário político e a partir daí sair por aí se definindo como pertencer a este ou aquele grupo? Historicamente os termos direita e esquerda foram utilizados sem nenhum objetivo ideológico, os termos foram usados apenas e simplesmente para designar a posição que os grupos ocupavam durante a Assembleia Nacional durante a Revolução Francesa de 1789. Nesta Assembleia, os simpatizantes do Rei formaram partidos e se sentaram à direita do presidente e os adeptos as ideias revolucionárias se sentaram à esquerda do presidente. Foi a partir de então que os termos começaram a receber uma conotação usada para separar os dois grupos, sendo os da “direita” defensores de posições conservadoras enquanto os da “esquerda” defendem posições revolucionárias.
Jhonnatha Fernandes

Marco civil da internet será votado nesta semana. Você sabe as consequências?

Nesta semana deve ser votado na Câmara dos deputados o Marco Civil da internet, um projeto de lei do deputado Alexandre Molon (PT-RJ) que segundo ele próprio trará mais segurança na web e será como uma constituição brasileira regulamentando como deve funcionar a internet por aqui. Sempre que se fala em regulamentar a internet a polêmica esta montada. Este é o meio mais fácil e barato para que as pessoas possam se expressar e demonstrar suas opiniões, pontos de vistas e percepções e falar em regulamentar isso não soa bem. A proposta se arrasta na Câmara há 2 anos e ganhou fôlego com as denúncias de espionagem sofridas pelo Brasil. Agora o governo tem o projeto como prioridade, que deve ser vota nesta semana na Câmara.