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	<title>Debates Culturais - Liberdade de Idéias e Opiniões &#187; Jesse Rodrigues</title>
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		<title>Batalha de Titãs: Hackers (Urano) x Governo (Saturno)</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 03:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jesse Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jesse Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[Na mitologia, Urano era um dos deuses primordiais, juntamente com Gaia foram os pais dos Titãs, Saturno Na astrologia Urano, regente de Aquário, influência a oposição, os revolucionários, a ciência avançada, a tecnologia e sua aplicabilidade mais desconcertante, a internet. Saturno representa os Governos, o Estado, o conservadorismo, o poder executivo enquanto administrador e o judiciário enquanto gestor do sistema judiciário. Urano entrou em Áries, regido por Marte, o deus da Guerra, no dia 12 de março de 2011 e já em maio manifestou seu arquétipo através do grupo de Hackers LulzSec, já considera a ação a de maior invasão virtual já registrada, tendo como alvos a Sony, Senado Americano, CIA, FBI  e a polícia do Arizona. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Titãs.jpg" alt="Titãs" title="Titãs" width="251" height="201" class="aligncenter size-full wp-image-11896" />Na mitologia, Urano era um dos deuses primordiais, juntamente com Gaia foram os pais dos Titãs, Saturno filho de Urano foi influenciado pela mãe Gaia a destronar o pai que se tornara um tirano.</p>
<p>Na astrologia Urano, regente de Aquário, influência a oposição, os revolucionários, a ciência avançada, a tecnologia e sua aplicabilidade mais desconcertante, a internet. Saturno representa os Governos, o Estado, o conservadorismo, o poder executivo enquanto administrador e o judiciário enquanto gestor do sistema judiciário. </p>
<p>Urano entrou em Áries, regido por Marte, o deus da Guerra, no dia 12 de março de 2011 e já em maio manifestou seu arquétipo através do grupo de Hackers LulzSec, já considera a ação a de maior invasão virtual já registrada, tendo como alvos a Sony, Senado Americano, CIA, FBI  e a polícia do Arizona. No Brasil, vários sites do governo brasileiro foram atacados, presidência da República, IBGE, UnB, Petrobras e do Exército. </p>
<p>A configuração astrológica que explica isso é a oposição de Urano em Áries e Saturno em Libra, agravado e pela formação de uma cruz com a oposição entre o Sol em Câncer e Plutão em Capricórnio. </p>
<p>Partindo desses aspectos astrológicos que a passagem da Lua pelos planetas dessa cruz podem ser momentos de maior ataque e contra-ataque (esses não serão divulgados de imediato, por estratégia do governo). Essas datas são: dia 28 de junho (terça) quando a Lua passa em conjunção com Marte em Gêmeos, no dia 1º de julho (sexta) quando a Lua faz oposição a Plutão e formando a Lua Nova com o Sol (marcando uma nova conjuntura diante do problema) e dia 07 de julho (quinta) quando a Lua faz conjunção com Saturno (talvez aqui os governos apresentem [mesmo que não divulguem de imediato] algum contra-ataque efetivo).</p>
<p>O positivo nessa história toda é que os governos, principalmente os que estavam cochilando nesses aspectos de segurança da informação (que não é o caso da China, que tem um grupo de elite do Exército cuidando dessa área), vão cuidar com mais cuidado, da mesma forma o judiciário deverá se mobilizar para dialogar com o Legislativo e desengavetar ou criar legislações que fortaleçam a ação do governo nos contra-ataque.</p>
<p>O Brasil por ter o ascendente em Aquário será um destaque nessas batalhas entre titãs mito-astrológicos, em Brasília o Ministério da Defesa deu o início a unificação dos sistemas de segurança militares, formando um sistema de defesa cibernética, enquanto a ABIN – Agência Brasileira de Inteligência (a CIA brasileira) e a Polícia Federal começam a atuar para o contra-ataque do Governo. Muito a frente do governo, estão os hackers, que tem a seu favor a agilidade da descentralização das ações e a lentidão do governo.</p>
<p>Urano só sai, em definitivo, do signo do Deus da guerra (Áries) em 05 de março de 2019, com certeza absoluta, depois do período de 2011-2019, a guerra cibernética e a governança da tecnologia da informação terá se transformado em todo o mundo, graças a essas batalhas homéricas modernas.</p>
<p><em>*<strong>Jesse Rodrigues</strong>, é cearense, radicado em Brasília, astrólogo e escritor. É autor de <strong>DOM</strong> (2008), <strong>Kabbalah</strong> (2ª edição em 2009), <strong>O Astrólogo</strong> (2008), <strong>O Dom da Vontade</strong> (2009), e <strong>A Sombra da Fênix</strong> (2009). Site do autor <strong><a href="http://www.oastrologo.com">http://www.oastrologo.com</a></strong> </em></p>
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		<title>O universo: o HD de Deus</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 03:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jesse Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jesse Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[HD, sigla de Hard Disk, disco rígido, é a parte física onde armazenamos dados no computador, analogamente, em nós o HD representa nossa capacidade de suportar a armazenagem de informações que processamos: sonhos, desejos, raivas, fobias, alegrias, tristezas, etc. Cada informação é tratada e processada pela nossa mente de forma diferente, assim quando temos uma alegria nosso impulso, forma de tratamento e processamento, é, em geral, de compartilhar essa informação, isso faz com que essa armazenagem fique melhor compartimentada, guardada em nossa mente, pois é estruturante, é como se “zipazemos”, compactássemos a informação, economizando espaço no nosso HD, daí a sensação de sentirmos mais leves.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Universo.JPG" alt="Universo" title="Universo" width="205" height="223" class="aligncenter size-full wp-image-7615" />HD, sigla de Hard Disk, disco rígido, é a parte física onde armazenamos dados no computador, analogamente, em nós o HD representa nossa capacidade de suportar a armazenagem de informações que processamos: sonhos, desejos, raivas, fobias, alegrias, tristezas, etc.</p>
<p>	Cada informação é tratada e processada pela nossa mente de forma diferente, assim quando temos uma alegria nosso impulso, forma de tratamento e processamento, é, em geral, de compartilhar essa informação, isso faz com que essa armazenagem fique melhor compartimentada, guardada em nossa mente, pois é estruturante, é como se “zipazemos”, compactássemos a informação, economizando espaço no nosso HD, daí a sensação de sentirmos mais leves.   </p>
<p>	Já com os sentimentos e informações negativas, nosso primeiro impulso, em geral, é armazená-la sem compartilhar, formando mágoas, rancores,etc. O que torna o arquivo muito mais “pesado”, daí a sensação de peso “nas costas”, peso na “consciência”,etc.</p>
<p>	Podemos inferir que trocar informações, compartilhar, nos ajuda a processar melhor todas as informações de nossa vida, ou seja, está em rede, faz bem pra alma. Está em rede quer dizer, também, ter alguém pra “conversar”, pra compartilhar com confiança, logo temos vários tipos de pessoas que compartilhamos determinados tipos de informações/sentimentos e com graus distintos de confiança.</p>
<p>	Assim com amigos de estudos compartilhamos as boas notas e as más notas, no trabalho, os sucessos e as dificuldades, com quem amamos nossos sonhos e desilusões, e assim conseguimos viver melhor.</p>
<p>	Porém o Ser Humano desenvolveu mais um nível de compartilhamento de informações/sentimentos, um grau máximo de confiança, é quando conseguimos compartilhar informações com Deus. A maneira mais arcaica desse compartilhamento é a oração, a prece, e os espaços consagrados para isso, as igrejas, porém a cada dia vamos descobrindo que a maneira mais eficaz e direta é compartilhando com “o outro”, ter alguém para compartilhar tudo, com máxima confiança é a forma de estarmos mais próximos de Deus.</p>
<p>	Quando compartilhamos com o outro, e quanto maior for a confiança mútua, a confiança de que ambos só pensam no melhor um para o outro, mais rápido é a compactação e mais felizes ficamos, porque as realizações ocorrem com maior dinâmica. Nesse processo, porém, ocorre algo mais, o meio por onde as informações/sentimentos chegam até Deus é o Universo.</p>
<p>	O Universo é, portanto, o HD de Deus, um HD de infinita capacidade de armazenagem, e onde estão todas as informações/sentimentos de todas as Humanidades em todo o Universo. As informações/sentimentos que são armazenadas no HD de Deus são os registros Akásicos.</p>
<p>	Quanto mais informações/sentimentos compartilhamos com alguém especial, de máxima confiança mútua, nossos sonhos e desejos se realizam com maior eficácia, acurácia e rapidez, porque você está utilizando um terceiro HD, que dá essa dinâmica, o HD de Deus, logo está em rede com Deus através do outro é o estado da arte de viver.</p>
<p>	<em>*<strong>Jesse Rodrigues</strong>, é cearense, radicado em Brasília, astrólogo e escritor. É autor de <strong>DOM</strong> (2008), <strong>Kabbalah</strong> (2ª edição em 2009), <strong>O Astrólogo</strong> (2008), <strong>O Dom da Vontade</strong> (2009), e <strong>A Sombra da Fênix </strong>(2009). Blog do autor <a href="http://oastrologo.blogspot.com">http://oastrologo.blogspot.com</a> </em></p>
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		<title>Democracia na América Latina</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 03:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jesse Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jesse Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[A América Latina passa por um processo interessante neste início de século, depois de passar por uma onda de ditaduras militares financiadas e estrategicamente apoiadas pelos Estados Unidos iniciados na década de 60 do século passado, a  democracia tem se fortalecido eleição após eleição. Independente das singularidades das regras do regime democrático formal de cada país, o processo eleitoral tem tido um efeito didático e pedagógico para o aumento da democracia participativa e do aumento do grau do exercício da cidadania. As eleições desse início de século, primeiramente no Brasil e Venezuela, e as mais recentes de 2006 provam a eficiência do sistema democrático em se fazer valer a vontade popular através do sufrágio universal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/América-Latina.JPG" alt="América Latina" title="América Latina" width="220" height="259" class="aligncenter size-full wp-image-5549" />A América Latina passa por um processo interessante neste início de século, depois de passar por uma onda de ditaduras militares financiadas e estrategicamente apoiadas pelos Estados Unidos iniciados na década de 60 do século passado, a democracia tem se fortalecido eleição após eleição. Independente das singularidades das regras do regime democrático formal de cada país, o processo eleitoral tem tido um efeito didático e pedagógico para o aumento da democracia participativa e do aumento do grau do exercício da cidadania. As eleições desse início de século, primeiramente no Brasil e Venezuela, e as mais recentes de 2006 provam a eficiência do sistema democrático em se fazer valer a vontade popular através do sufrágio universal.</p>
<p>No Brasil a eleição e reeleição do presidente Lula, principal liderança de oposição ao regime militar, depois de quatro derrotas consecutivas nas urnas. Na Venezuela o surgimento de uma liderança popular, porém com certo viés antidemocrático, na figura do presidente Chavez, que tem se esforçado em tornar-se uma liderança de esquerda, formando alianças estratégicas com as demais lideranças de esquerda que chegam ao Poder, como no Equador, com Rafael Correa; na Bolívia, com Morales, o primeiro índio a chegar a presidência, que ocasionou, com apoio de Chavez, a crise do gás com o Brasil; na Nicarágua com o retorno do líder sandinista deposto pela ditadura, Daniel Ortega. Talvez o Chile tenha sido a experiência mais frutífera elegendo a primeira mulher presidente, mas que junto com o processo democrático o país investiu maciçamente em educação.</p>
<p>Todas essas transformações foram possíveis porque pelo regime democrático favorece a ampla participação dos setores socais menos favorecidos, cuja inclusão plena na cidadania é fator chave para o desenvolvimento global e mesmo para a sobrevivência da humanidade, pois os especialistas já detectaram que nos países em que a desigualdade social e a distribuição de renda é equilibrada o crescimento populacional também diminui, com impactos decisivos na economia mundial, na preservação dos recursos, no combate a poluição, ao aquecimento global e num viver mais ecológico com o crescimento sustentável.</p>
<p>Nessa questão até agora só temos o Chile com exemplo de relação virtuosa entre democracia participativa e investimento estratégico na educação como foco central de desenvolvimento dentro do paradigma ecológico do século XXI. Os atuais governos populares eleitos nesse início de século têm, portanto, um importante papel a cumprir, resgatando a dívida social com o povo, e não se perdendo nas entranhas ideológicas da luta pelo poder, contra isso todo cidadão e cidadã precisa ficar atento e através da participação influenciando e decidindo política e eleitoralmente.</p>
<p>Aos educadores e demais formadores de opinião pública cabem gerar o debate saudável e construtivo para que o Brasil e a América Latina possam alcançar objetivos mínimos de integração regional, desenvolvimento sustentável, educação de qualidade para todos, uma economia saudável e ecologicamente correta, com significativos avanços contra a desigualdade social e a concentração de renda, contribuindo assim de forma determinante para a sobrevivência da Humanidade.**</p>
<p>**O presente artigo foi escrito originalmente como redação da prova discursiva, aplicada pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília – Cespe/UnB, do Concurso Público do Tribunal Superior Eleitoral, para o cargo de Analista Judiciário, especialidade Pedagogo, em 2007.</p>
<p>*<strong>Jesse Rodrigues</strong>, é cearense, radicado em Brasília, pedagogo (UECE), especialista em planejamento educacional (UFC), mestrando em Ciência Política (UNIEURO), é servidor federal no cargo de especialista em financiamento de programas e projetos educacionais do FNDE/MEC. Currículo lattes <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4220708A4">http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4220708A4</a><br />
Blog <a href="http://verdadeepoder.blogspot.com/">http://verdadeepoder.blogspot.com/</a></p>
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		<title>Regulação em tempos de crise</title>
		<link>http://www.debatesculturais.com.br/regulacao-em-tempos-de-crise/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 03:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jesse Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jesse Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[O dinamismo da sociedade do conhecimento e da informação tem transformado muitos conceitos. É interessante como algumas palavras ganham novos significados ou evoluem em seu sentido original. Regular parece ser uma delas. Ela passa um sentido de algo que continua sempre o mesmo, não muda. Mas o paradigma da globalização tem modificado esse entendimento, onde regular pode significar um ciclo de continuidade dentro de ciclos de mudanças, ou seja, uma regularidade que existe intrínseca e extrinsecamente na própria natureza da mudança.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Regulação.JPG" alt="Regulação" title="Regulação" width="218" height="220" class="aligncenter size-full wp-image-5222" />O dinamismo da sociedade do conhecimento e da informação tem transformado muitos conceitos. É interessante como algumas palavras ganham novos significados ou evoluem em seu sentido original.</p>
<p>Regular parece ser uma delas. Ela passa um sentido de algo que continua sempre o mesmo, não muda. Mas o paradigma da globalização tem modificado esse entendimento, onde regular pode significar um ciclo de continuidade dentro de ciclos de mudanças, ou seja, uma regularidade que existe intrínseca e extrinsecamente na própria natureza da mudança.</p>
<p>Dessa nova compreensão ficam mais claros quais estratégicas e táticas que a Regulação pode adotar para acompanhar o dinamismo dessa nova sociedade.</p>
<p>Um outro sentido original da palavra Regular pode ajudar a entender melhor como pode ser a atuação da Regulação. O regular no sentido de média, mediano, “nem oito nem oitenta”. Um caso concreto? A atual crise mundial. Ela nasceu do “oitenta”, do excesso de liberdade de atuação sem regulação. Experiências desastrosas do “oito” também o mundo conheceu, no comunismo soviético.</p>
<p>A agenda do G-8, G-20 e demais grupos e encontros de líderes mundiais tem como um dos pontos principais a busca do acordo de regras “medianas” que regulem a economia mundial e evite crises como essa que enfrentamos.</p>
<p>Parece que está nascendo uma espécie de média dinâmica, se não me engano, já existente na ciência da estatística, aplicável ao mundo da economia real com repercussões em toda cadeia produtiva da sociedade, na busca de equilibrar desenvolvimento econômico, tecnológico com excelência dos serviços públicos na busca da melhoria da qualidade de vida, integrando com ações concretas do equilíbrio ecológico do planeta.</p>
<p>Os agentes de regulação devem buscar compreender esse processo paradigmático que nasce no bojo da crise mundial e encontrar suas próprias estratégias que sejam ritmadas ao novo tom da nova realidade que se forma no horizonte.*</p>
<p><strong>**</strong>O presente artigo foi escrito originalmente como redação da  prova discursiva, aplicada pela Fundação Universa, do Concurso Público da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (ADASA), para o cargo de Regulador de Serviços Públicos, em 2009.</p>
<p><em>*<strong>Jesse Rodrigues</strong>, é cearense, radicado em Brasília, pedagogo (UECE), especialista em planejamento educacional (UFC), mestrando em Ciência Política (UNIEURO), é servidor federal no cargo de especialista em financiamento de programas e projetos educacionais do FNDE/MEC. Currículo lattes <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4220708A4">http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4220708A4</a><br />
Blog <a href="http://verdadeepoder.blogspot.com/">http://verdadeepoder.blogspot.com/</a><br />
</em></p>
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		<title>Egrégora</title>
		<link>http://www.debatesculturais.com.br/egregora/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 03:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jesse Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jesse Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[Um conceito desconhecido do meio acadêmico nasce de uma palavra também pouco usual “Egrégora”, definida, em outros círculos de conhecimento, como a única das projeções mentais direcionadas por um grupo de indivíduos. Partindo dessa definição temos como exemplos os grupos de orações, onde pesquisadores já concluíram que pacientes hospitalizados que recebem orações recuperam-se melhor que os que não recebem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Egrégora.JPG" alt="Egrégora" title="Egrégora" width="254" height="220" class="aligncenter size-full wp-image-5218" />Um conceito desconhecido do meio acadêmico nasce de uma palavra também pouco usual “Egrégora”, definida, em outros círculos de conhecimento, como a única das projeções mentais direcionadas por um grupo de indivíduos. Partindo dessa definição temos como exemplos os grupos de orações, onde pesquisadores já concluíram que pacientes hospitalizados que recebem orações recuperam-se melhor que os que não recebem.</p>
<p>	Aplicado a Gestão do Conhecimento, o conceito de Egrégora, como uma força coletiva que faz acontecer, tem tudo para ser a força motivadora do “salto quântico” que o mundo do trabalho necessita para acompanhar o ritmo tecnológico, porém cabe uma advertência, a cultura e a filosofia por trás dos conceitos de “capital” e “humano” são quase “matéria” e “anti-matéria”, é necessário muita habilidade para que esses dois centros de energia não entre em rota de colisão e de autodestruição.</p>
<p>	As teorias administrativas sempre trataram as pessoas como meios, mecanismos de uma máquina que precisa produzir e gerar lucro, logo a tentação de continuar nessa filosofia será enorme, mesmo que ocultem ou dissimulem esse objetivo com termos e definições que nada dizem às pessoas onde os processos são mais importantes que o “humano”.</p>
<p>	Por outro lado o “humano” precisa tomar consciência do seu papel e do seu potencial, não só na escala micro do seu local de trabalho, mas em todas os níveis em que o seu trabalho causa impactos diretos e indiretos na vida de todos.</p>
<p>	Será que o Ser consegue humanizar o Capital? Ou o não-ser  capitalizará o humano? São perguntas complexas que exigem respostas profundas, que implicam reflexões ontológicas. Afinal parece que estamos num momento crucial da história da humanidade, onde a sustentabilidade da vida no planeta passa por decisões micro e macro, principalmente nos sistemas de maior interferência humana. Ecologia tornar-se o conceito chave nesse século, qual o equilíbrio ecológico necessário dentro de um sistema corporativo, onde gestão do conhecimento desponta como estratégia preponderante do futuro?</p>
<p>	Uma nova economia está nascendo junto com um novo ser humano, que tem a consciência crescente de sua multiplicidade de papéis, seja como trabalhador, consumidor, empreendedor e cidadão.</p>
<p>**O presente artigo foi escrito originalmente como redação da  prova discursiva, aplicada pela Fundação Cesgranrio, do Concurso Público do Banco Central do Brasil, para o cargo de Analista da Carreira de Especialista do Banco Central, em 2010.</p>
<p><em>*<strong>Jesse Rodrigues</strong>, é cearense, radicado em Brasília, pedagogo (UECE), especialista em planejamento educacional (UFC), mestrando em Ciência Política (UNIEURO), é servidor federal no cargo de especialista em financiamento de programas e projetos educacionais do FNDE/MEC. Blog <a href="http://verdadeepoder.blogspot.com/">http://verdadeepoder.blogspot.com/</a></em></p>
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		<title>A grande surpresa</title>
		<link>http://www.debatesculturais.com.br/a-grande-surpresa/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 03:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jesse Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jesse Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[A configuração astrológica mais importante de 2010 é a conjunção de Júpiter com Urano em Peixes. Começará sua influência em 02 de abril de 2010 até 12 de março de 2011, com pontos maiores de força em 08 de junho de 2010, 19 de setembro de 2010 e 05 de janeiro de 2011. Júpiter está ligado à abundância e por essa razão foi considerado o Grande Benéfico, porém não é bem assim, ele tem sim o padrão arquetípico do Grande, da abundância, mas se será bom ou ruim, dependerá de como nós recebemos e reagimos a esse padrão. Assim, a passagem de Júpiter representará sem dúvida algo grande, desproporcional para os padrões que estivermos acostumados. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Astrologia-2010.JPG" alt="Astrologia 2010" title="Astrologia 2010" width="285" height="220" class="aligncenter size-full wp-image-5102" />A configuração astrológica mais importante de 2010 é a conjunção de Júpiter com Urano em Peixes. Começará sua influência em 02 de abril de 2010 até 12 de março de 2011, com pontos maiores de força em 08 de junho de 2010, 19 de setembro de 2010 e 05 de janeiro de 2011. </p>
<p>	Júpiter está ligado à abundância e por essa razão foi considerado o Grande Benéfico, porém não é bem assim, ele tem sim o padrão arquetípico do Grande, da abundância, mas se será bom ou ruim, dependerá de como nós recebemos e reagimos a esse padrão. Assim, a passagem de Júpiter representará sem dúvida algo grande, desproporcional para os padrões que estivermos acostumados. </p>
<p>	Já Urano está ligado ao padrão arquetípico do inesperado, da novidade, da surpresa. Assim se você ficar pensando no que pode acontecer não será mais surpresa e não se manifestará por nenhum dos modelos mentais que imaginou, mas sim por outro de resultado de aprendizagem final semelhante, embora por meios que você não imaginou.</p>
<p>	O encontro de Júpiter e Urano será uma Grande Surpresa. Terá dois tipos de impactos, uma Grande Surpresa coletiva e uma Grande Surpresa Individual. Poderão estar interligados diretamente nas vidas de pessoas que atuam com coletivos, já para a maioria das pessoas os dois eventos acontecerão de forma desarticulada, pelo menos aparentemente. </p>
<p>Vejamos um exemplo, poderá ser desencadeada uma guerra, que no atual estado de paz relativa e despolarizada que vivemos a maioria não espera que algum tipo de conflito de países tome proporções de guerra declarada. Ao mesmo tempo ocorrerá uma surpresa individual na sua vida, que poderá ser provocada até pela nova conjuntura, mas que no seu dia-a-dia você não percebe que foi por causa de uma guerra distante, poderá ser boa como um emprego ou promoção ou pode ser não ser bom, como ser despedido ou perder uma oportunidade de promoção.</p>
<p>As pessoas, eventos, empresas, assim como países, estados, regiões e municípios que mais serão afetados são aqueles que em seus mapas natais tenham pontos (ascendente, meio do céu, etc) e planetas entre 17 graus em peixes até 10 graus em Áries, nas circunstâncias dos ângulos (desafiantes ou facilitadores) que a conjunção fará com seus pontos e planetas do seu mapa, e nas áreas de vida de acordo com a casa astrológica que a conjunção cair, esse cálculo exato só é possível de ser analisado por um astrólogo profissional de posse de seus dados astrológicos mais precisos possíveis. </p>
<p>Acompanhe a continuidade desse artigo no Blog do autor.</p>
<p><em>*<strong>Jesse Rodrigues</strong>, é cearense, radicado em Brasília, astrólogo e escritor. É autor de <strong>DOM</strong> (2008), Kabbalah (2ª edição em 2009), <strong>O Astrólogo</strong> (2008), <strong>O Dom da Vontade</strong> (2009), e <strong>A Sombra da Fênix</strong> (2009). Blog do autor <a href="http://oastrologo.blogspot.com">http://oastrologo.blogspot.com</a> </em></p>
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		<title>O mínimo ético no trânsito</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 03:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jesse Rodrigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
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		<description><![CDATA[Para transformar essa máquina de matar, que é o ser humano dirigindo, em apenas um ser humano novamente é preciso conscientizá-lo que ele é o condutor de si mesmo, e que necessita de um mínimo ético para sobreviver no trânsito. O sistema de trânsito, necessita criar sua maiêutica, sua técnica didática para despertar o mínimo ético no trânsito, e as pessoas precisam interiorizar um mantra “condutor conhece a ti mesmo.”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Ética-no-trânsito.JPG" alt="Ética no trânsito" title="Ética no trânsito" width="286" height="219" class="aligncenter size-full wp-image-4652" />Na Grécia antiga, a palavra pedagogo surgiu para nomear mestres que conduziam seus discípulos ao caminho da sabedoria.</p>
<p>Um dos pilares mais importantes dessa condução era a ética. Sócrates, que teve seus ensinamentos escritos pelo seu discípulo Platão, desenvolveu a técnica da maiêutica para que sua ética fosse melhor compreendida. No templo de Delfos, um dos principais da Grécia, estava escrito a máxima “Homem conhece a ti mesmo.”</p>
<p>Em nossa realidade atual mestres que conduzem discípulos pautados na ética é “avis rara”. Talvez a melhor estratégia seja despertar e reforçar o amor próprio, pela própria vida. Afinal não é fácil ao cidadão médio comum resistir ao poder do símbolo de força, mobilidade ou status que os veículos automotores despertam em sua mente. A relação quase autista que os proprietários e condutores têm com seus veículos é quase doentia. A impressão que se tem é que o veículo é uma extensão física e psíquica da pessoa.</p>
<p>Para transformar essa máquina de matar, que é o ser humano dirigindo, em apenas um ser humano novamente é preciso conscientizá-lo que ele é o condutor de si mesmo, e que necessita de um mínimo ético para sobreviver no trânsito.</p>
<p>O sistema de trânsito, necessita criar sua maiêutica, sua técnica didática para despertar o mínimo ético no trânsito, e as pessoas precisam interiorizar um mantra “condutor conhece a ti mesmo.”<strong>**</strong></p>
<p><strong>**</strong>O presente artigo foi escrito originalmente como redação da prova discursiva, aplicada pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília – Cespe/UnB, do Concurso Público DETRAN do Distrito Federal , para o cargo de Analista de Trânsito: Pedagogo, em 2009.</p>
<p><em>*<strong>Jesse Rodrigues</strong>, é cearense, radicado em Brasília, pedagogo (UECE), especialista em planejamento educacional (UFC), mestrando em Ciência Política (UNIEURO), é servidor federal no cargo de especialista em financiamento de programas e projetos educacionais do FNDE/MEC. Blog <a href="http://verdadeepoder.blogspot.com/">http://verdadeepoder.blogspot.com/</a></em></p>
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		<title>A origem cósmica do DNA</title>
		<link>http://www.debatesculturais.com.br/a-origem-cosmica-do-dna/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 03:03:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jesse Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jesse Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria dos intelectuais e pesquisadores realmente interessados na busca do conhecimento e dos mistérios da humanidade concorda que uma prova científica que comprove a vida extraterrestre é só uma questão de tempo, embora já haja uma ampla gama de indícios e até provas que deixam os cientistas sem respostas que não os façam ter que mudar radicalmente seu modo de ver e entender a realidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/DNA.JPG" alt="DNA" title="DNA" width="220" height="220" class="aligncenter size-full wp-image-4440" /><em>Acima, uma cadeia de DNA.</em></p>
<p>A maioria dos intelectuais e pesquisadores realmente interessados na busca do conhecimento e dos mistérios da humanidade concorda que uma prova científica que comprove a vida extraterrestre é só uma questão de tempo, embora já haja uma ampla gama de indícios e até provas que deixam os cientistas sem respostas que não os façam ter que mudar radicalmente seu modo de ver e entender a realidade.</p>
<p>Quanto mais à ciência progride em tecnologia e em conhecimento nas mais diversas áreas mais se aproximam das verdades e princípios preservados pela Tradição através das ordens esotéricas autênticas. </p>
<p>Um estudo recente que juntou fragmentos de tabuletas de argila da Suméria, Acádia, Babilônia, Assíria, Egito, além de Hititas e Cananeus pelo Prof. Zecharia Sitchin trouxe à luz provas concretas de que o nosso planeta teve um salto evolutivo que pulou dos primatas até a criação genética de Adão e Eva por extraterrestres  de um décimo segundo planeta do nosso sistema solar denominado pelos sumérios como Nibiru que possue um período de translação ao redor do sol de 3.600 anos terrestres. </p>
<p>Segundo esses textos os Niburianos criaram Adão e Eva através de manipulação genética juntando o DNA dos primatas terráqueos como seu próprio DNA, menos a parte que dava certa longevidade aos Niburianos. O propósito era da indispensável ajuda de mão-de-obra para exploração de ouro para salvar seu planeta de uma espécie semelhante ao fenômeno moderno do “buraco na camada de ozônio”.  	</p>
<p>Os Niburianos foram tratados como deuses devido sua avançada tecnologia, e geraram todas as lendas sobre deuses que conhecemos hoje, em determinado período o planeta foi divido entre vários chefes Niburianos, essa divisão aparentemente pode ter sido responsável pela evolução paralela de várias civilizações ao mesmo tempo. </p>
<p>É de Nibiru que herdamos o conhecimento do zodíaco, do calendário e dos sistemas sexagesimal e decimal, <em>“O sistema matemático sumério é chamado de sexagesimal, quer dizer, com &#8220;base 60&#8243;, ao invés de 100, como no sistema métrico (no qual um metro é igual a 100 centímetros). Entre as vantagens do sistema sexagesimal estava sua divisibilidade por 12. O sistema sexagesimal progredia multiplicando-se alternadamente seis e dez: começando com 6, multiplicando por 10 (6 x 10 = 60), depois por seis, para obter 360 &#8211; o número aplicado pelos sumérios ao círculo e ainda utilizado, tanto em geometria quanto em astronomia. Por sua vez, esse número era multiplicado por dez, para obter o sar (&#8220;chefe&#8221;, &#8220;senhor&#8221;), o número 3 600, que era escrito traçando-se um grande círculo, e assim por diante.</p>
<p>O sar, 3.600 anos terrestres, era o período orbital de Nibiru ao redor do Sol; para todos em Nibiru tratava-se simplesmente de mais um ano-Nibiru. Segundo os sumérios, havia outros seres inteligentes em Nibiru, bem mais desenvolvidos do que os hominídeos na Terra. Os sumérios os chamavam de anunaques, significando literalmente: &#8220;Aqueles que do Céu para a Terra vieram&#8221;. Os textos sumérios afirmam repetidamente que os anunaques vieram de Nibiru para a Terra na remota Antiguidade; quando vieram, não contaram o tempo usando termos terrestres, e sim a órbita de Nibiru. A unidade do Tempo Divino, um ano dos deuses, era o sar. </p>
<p>Textos conhecidos como a Lista dos Reis Sumérios, descrevendo os primeiros acampamentos dos anunaques na Terra, listam os governos dos dez primeiros líderes anunaques antes do Dilúvio em sars, os ciclos terrestres de 3.600 anos. Desde a primeira aterrissagem até o Dilúvio, segundo aquele texto, 120 sars se passaram: Nibiru orbitou o Sol 120 vezes, o que perfaz 432.000 anos terrestres. E na centésima vigésima primeira órbita o impulso gravitacional de Nibiru foi tanto que a calota polar acumulada sobre a Antártida deslizou para os mares do sul, criando uma onda enorme que varreu a Terra &#8211; a Grande Enchente ou Dilúvio, registrada na Bíblia a partir das fontes anteriores e mais detalhadas dos sumérios.</p>
<p>As lendas e o folclore antigo conferem a esse número, 432.000, um significado cíclico além da terra que era chamada Suméria. No Moinho de Hamlet, Giorgio de Santillana e Hertha Von Dechend, procurando &#8220;um ponto em que os mitos e a ciência se encontram&#8221;, concluíram que 432.000 era um número de significado para os antigos.”</em> (<strong>O Começo do Tempo</strong>,1993)</p>
<p>Note-se também que desses números nasce a cosmologia Hindu dos Yugas, das Eras de Ouro, Prata, Bronze e Ferro, sendo a Era de Ouro os períodos de maior contato ou presença dos Niburianos. </p>
<p>Um fato interessante nos textos decifrados pelo Prof. Zecharia é que os Niburianos têm além de tecnologia também uma ética baseada na espiritualidade, acreditando num Grande Arquiteto do Universo. Os Niburianos tem como sistema de descendência real baseada no conhecimento do DNA, assim criaram o costume de casamento de reis com meia-irmãs, pela razão de que o DNA-mitocondrial é repassado apenas pelas mulheres, é desse costume que nasce a forma tradicional de descendência real de várias civilizações, principalmente a do Egito.</p>
<p>Segundo esses textos Rá (Marduk) e Tot (Hermes) eram príncipes Niburianos, conhecedores dos segredos da manipulação genética e disputavam a primazia de comandar os Niburianos na Terra. Os Niburianos tomaram terráqueas como esposas e geraram uma raça de semideuses que forem entronados como os primeiros reis de várias civilizações e deviam obediências ao Niburianos. Os egípcios foram, portanto, governados inicialmente por Niburianos considerados pelos historiadores como reis míticos Ptah, Rá, Chu, Geb, Osíris, Set, Hórus,  Tot, Maat e Har, denominados como deuses pelos próprios egípcios   e depois por semideuses, os faraós que seriam filhos de terráqueas com Niburianos. Autores contemporâneos consideram que há fortes evidências que Akenaton seja o mesmo Moisés bíblico e que através dele a descendência dos Niburianos foi sendo conservada através dos israelitas chegando até Jesus.   </p>
<p>A questão da conservação da descendência  parece não ter sido a principal preocupação, mas também a conservação de um outro conhecimento, preservado até hoje pelas escolas de mistérios, a alquimia material e espiritual. </p>
<p>Esse conhecimento seria a habilidade de transmutação e levitação com conseqüências diversas no plano físico espaço-temporal e o da longevidade relativa através da manipulação natural do DNA com conseqüências positivas no plano espiritual. Segundo os textos sumérios o “ouro potável” dos alquimistas seria o mesmo pão branco, ou ouro branco do alimento dos deuses, os Niburianos, e também o mesmo “maná” bíblico.  </p>
<p>Os Niburianos necessitavam desse alimento porque a diferença do ano terrestre para o ano niburiano afetava sua longevidade relativa. Recentes pesquisas financiadas pelo Bristol-Myers Squibb Unrestricted Biomedical Research Grants Program demonstram que composto de metais monoatômicos de alto spin do ouro e de metais do grupo da platina (irídio, paládio, ródio, ósmio e rutênio) ao interagirem com o DNA aumentam a capacidade do tempo de  duplicação das células retardando o processo de envelhecimento.</p>
<p>Nesse particular é interessante saber que o irídio é de origem extraterrestre, proveniente de meteoritos, porém o mais interessante é que 5% do nosso tecido cerebral é composto de irídio em estado de alto spin.</p>
<p>A longevidade dos Niburianos explica as grandes idades e tempo de reinados da época dos “deuses” . Segundo os textos sumérios os Niburianos partiram em suas naves de volta para Nibiru, alguns textos iniciáticos do Egito parecem indicar que a câmara secreta das pirâmides também serviu para a partida dos deuses egípcios para Nibiru.</p>
<p>É interessante que possamos meditar sobre esses assuntos, principalmente porque envolvem a base dos sistemas religiosos que estão aí, influenciando milhões de pessoas no seu modo de pensar, mas que quase nenhum desses seguidores sabem as verdadeiras origens de seus mitos religiosos e se das suas deturpações naturais ao longo do tempo.</p>
<p><em>*<strong>Jesse Rodrigues</strong>, é cearense, radicado em Brasília, astrólogo e escritor. É autor de <strong>DOM</strong> (2008), <strong>Kabbalah</strong> (2ª edição em 2009), <strong>O Astrólogo</strong> (2008), <strong>O Dom da Vontade</strong> (2009), e <strong>A Sombra da Fênix </strong>(2009). Blog do autor <a href="http://oastrologo.blogspot.com">http://oastrologo.blogspot.com</a><br />
</em></p>
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		<title>Aquário: a era do espírito santo</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 02:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jesse Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Grande Ano Cósmico para ser compreendido deve ser comparado a nossa realidade de um ano comum, só que no sentido inverso, ou retrógrado, como é o sentido da eclíptica ou faixa zodiacal. O Grande Ano é composto, portanto, pelos 12 signos do zodíaco, dividindo por 3 conjuntos de quatro signos, temos: a Idade do Pai , que inicia a queda do Homem, que no atual Grande Ano compreende as Eras de Libra (15.079 a.c a 12.927 a.c) , Virgem (12.927 a.c a 10.775 a.c), Leão (10.775 a.c a 8.622 a.c) e Câncer (8.622 a.c a 6.471 a.c); a Idade do Filho que aprofunda a queda do Homem e faz renascer a busca da Reintegração, que compreende as Eras de Gêmeos (6.471 a.c a 4.319 a.c),  de Touro (4.319 a.c a 2.167 a.c), de Áries (2.167 a.c a 15 a.c) e Peixes (15 a.c a 2.137 d.c); a Idade do Espírito Santo que levará a Humanidade para a Reintegração, que compreende as Eras de Aquário (2137 d.c a 4.289 d.c); a Era de Capricórnio (4.289 d.c a 6.441 d.c),]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Aquário1.JPG" alt="Aquário" title="Aquário" width="223" height="220" class="aligncenter size-full wp-image-4272" />O Grande Ano Cósmico para ser compreendido deve ser comparado a nossa realidade de um ano comum, só que no sentido inverso, ou retrógrado, como é o sentido da eclíptica ou faixa zodiacal.</p>
<p>O Grande Ano é composto, portanto, pelos 12 signos do zodíaco, dividindo por 3 conjuntos de quatro signos, temos: a Idade do Pai , que inicia a queda do Homem, que no atual Grande Ano compreende as Eras de Libra (15.079 a.c a 12.927 a.c) , Virgem (12.927 a.c a 10.775 a.c), Leão (10.775 a.c a 8.622 a.c) e Câncer (8.622 a.c a 6.471 a.c); a Idade do Filho que aprofunda a queda do Homem e faz renascer a busca da Reintegração, que compreende as Eras de Gêmeos (6.471 a.c a 4.319 a.c),  de Touro (4.319 a.c a 2.167 a.c), de Áries (2.167 a.c a 15 a.c) e Peixes (15 a.c a 2.137 d.c); a Idade do Espírito Santo que levará a Humanidade para a Reintegração, que compreende as Eras de Aquário (2137 d.c a 4.289 d.c); a Era de Capricórnio (4.289 d.c a 6.441 d.c), a Era de Sagitário (6.441 d.c a 8.593 d.c) e a Era de Escorpião (8.593 d.c a 10.745 d.c).</p>
<p>Para compreender essas datas que não cabe neste artigo, sugiro uma busca nos pesquisadores que conseguiram resumir as várias teorias, em particular “Os últimos dias do apocalipse”, de Daniel Ruzo. O importante é a diferença entre anos eclípticos que uma Era seria de 2.160 e anos solares onde uma era tem 2.152 anos solares, e esses dois números foram usados por Nostradamus para esconder esse segredo.	</p>
<p>Para compreendermos melhor tenhamos em mente que enquanto o Grande Ano Cósmico são 12 Eras astrológicas, o Ano Cósmico que corresponde a um Grande Mês Cósmico é igual a 01 Era astrológica. E temos uma repetição em menor escala destas mesmas divisões. Dividindo o ano cósmico em 12 meses cósmicos, e cada ano é igual a 30 graus astrológicos, temos 2,5 graus para cada mês cósmico. Podemos visualizar melhor todo esse sistema de divisão na tabela seguinte.</p>
<p>Um Ano Cósmico, 2.152 anos, tem uma influência semelhante a um ano comum nosso, assim dividindo por 2 temos dois semestres cósmicos de 1.076 anos, regidos pelos signos do último mês do semestre, esse é o segredo da regência no sentido retrógrado. Cada Trimestre dura 538 anos, de acordo com as estações no sentido inverso. Cada mês dura 179,33 anos.</p>
<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Tabela-Aquário.JPG" alt="Tabela Aquário" title="Tabela Aquário" width="360" height="225" class="aligncenter size-full wp-image-4270" /></p>
<p>Cada mês possui 5 semanas, cada semana com 35,86 anos, assim podemos dividir a Era de Peixes da seguinte forma:</p>
<p>Era de Peixes-Ano Cósmico de 15 a.c a 2.137 d.c (30graus)</p>
<p>1º Semestre Cósmico:Sub-Regente Virgem de 15 a.c a 1.060,99 d.c<br />
1º Trimestre: Sub-Regente Sagitário (Inverno) de 15 a.c a 522,99 d.c<br />
2º Trimestre: Sub-Regente Virgem (Outono) de 522,99 a 1.060,99 d.c<br />
2º Semestre Cósmico: Sub-Regente Peixes de 1.060,99 d.c a 2136,99 d.c<br />
3ºTrimestre:Sub-Regente Gêmeos (Verão) de 1.060,99  a 1.598,99<br />
4ºTrimestre: Sub-Regente Peixes (Primavera) de 1.598,99 a 2.136,99</p>
<p>Vamos detalhar o 4º Trimestre como exemplo:</p>
<p>10º Mês: Sub-Regente Touro de 1.598,99 a 1.778,33 (2,5 graus)<br />
11º Mês: Sub-Regente Áries de 1.778,33 a 1.957,66<br />
12ºMês: Sub-Regente Peixes de 1957,66 a 2.136,99</p>
<p>Detalhando o último Mês temos:</p>
<p>1ª Semana: Vênus em Câncer de 1957,66 a 1993,43  (0,5 graus)<br />
2ª Semana: Marte em Gêmeos de 1993,43 a 2029,39<br />
3ª Semana: Júpiter em Touro de 2029,39 a 2065,26<br />
4ª Semana: Saturno em Áries de 2065,26 a 2101,13</p>
<p>5ª Semana: Urano em Peixes de 2101,13 a 2136,99<img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Tabela-Aquário1.JPG" alt="Tabela Aquário1" title="Tabela Aquário1" width="360" height="126" class="aligncenter size-full wp-image-4269" /></p>
<p>Para termos uma idéia do poder de compreensão da evolução da Humanidade através da História vejamos algumas análises dessa divisão: o 11º Mês da Era de Peixes, de 1778 a 1957, foi regido por Áries (Marte), o deus da Guerra e um dos signos de Fogo, foi nesse período que a Humanidade conheceu suas duas Grandes Guerras e desenvolveu um imenso poder de fogo, inclusive com bombas atômicas, cujos anos de 1930-31 e 1944-45 foram regidos por Plutão, regente do poder atômico e nuclear.</p>
<p>O Grande Mês de Gêmeos, de 1419 a 1597, foi o período das Grandes Descobertas e das Grandes Invenções, é nesse período que os historiadores separam a Idade Média da Idade Moderna, mas o mais interessante é a data da invenção da imprensa, 1455, Grande Trimestre de Gêmeos (1060 a 1597), Grande Mês de Gêmeos, 2ª Semana de Virgem e no ano de Sol em Virgem, com uma influência quádrupla de Mercúrio, o deus da Comunicação, tivemos  a maior invenção da escrita da Humanidade.</p>
<p>Observando o detalhamento do último Mês dessa Era de Peixes podemos nos localizar com exatidão no esquema cósmico, estamos no Crepúsculo final (360 anos) da Idade de Ferro do Atual Manvantara, faltando pouco mais de 130 anos para o início da Idade de Ouro. Estamos também na Estação Cósmica da Primavera (1597-2137), ou seja, no 4º Trimestre do Grande Ano de Peixes, e em seu 12º Grande Mês (1957-2137) e na 2ª Grande Semana (1993-2029), que é a 57ª Grande Semana do Grande Ano, faltando 3 Grandes Semanas para o Grande Jubileu (60ª Grande Semana).</p>
<p>Podemos perceber também como é interessante os anos de 1957 a 1963, pois foi um período onde muitos consideraram o início da Era de Aquário, um equívoco aceitável para os neófitos e deliberado por alguns místicos avançados, isso porque é exatamente em 1957 o primeiro ano do último Grande Mês, e os mais experientes, sabendo que a regência do último é sempre mais forte (o último mês, a ultima semana,etc) quiseram impulsionar de forma positiva uma visão do renascimento da Idade de Ouro, realmente imprescindível esse impulso.</p>
<p>São interessantes também as afirmações de outros grandes místicos, que, creio, com os mesmos propósitos afirmaram que só sentiríamos mais fortemente as influências de Aquário nos anos de 2029-2030, 2065, são exatamente as datas da 3ª Grande Semana e 4ª Grande Semana e penúltima da Era de Peixes, ou seja, serão anos de impulso da visão da Era de Aquário que estará cada vez mais próxima, sendo preciso que cada geração passe para a seguinte esse alento.</p>
<p>Observe-se também que cada Grande Semana representa 0,5 graus da eclíptica, ou seja, como estamos na 2ª Grande Semana, estamos no grau 2 de Peixes e vamos regredindo, em 2029 estaremos a 1,5 graus, em 2065 no grau 1 de Peixes, em 2101 estaremos a 0,5 graus em Peixes, e em 2137 entraremos a 30 graus em Aquário.</p>
<p>Diante do conhecimento aqui exposto conclamo-o a meditar sobre o nosso papel como místico na construção e no legado que precisamos deixar para o início da Idade de Ouro.</p>
<p><em>*<strong>Jesse Rodrigues</strong>, é cearense, radicado em Brasília, astrólogo e escritor. É autor de <strong>DOM</strong> (2008), <strong>Kabbalah</strong> (2ª edição em 2009), <strong>O Astrólogo</strong> (2008), <strong>O Dom da Vontade </strong>(2009), e <strong>A Sombra da Fênix</strong> (2009). Blog do autor <a href="http://oastrologo.blogspot.com">http://oastrologo.blogspot.com</a></em></p>
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		<title>Astrocronologia e a Santíssima Trindade!</title>
		<link>http://www.debatesculturais.com.br/astrocronologia-e-a-santissima-trindade/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 02:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jesse Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jesse Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessa Nova Idade do Espírito Santo podemos enxergar os ecos de místicos dessa última era da Idade do Filho. Podemos refletir sobre a simbologia da Idade do Espírito com o Homem Espírito, a Idade do Pai com o Homem de Desejo e a Idade do Filho com o Homem da Torrente, refletindo a queda e a Reintegração do Ser Humano e da Humanidade através do Tempo e da Simbologia da Santíssima Trindade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.debatesculturais.com.br/wp-content/uploads/Santíssima-Trindade.JPG" alt="Santíssima Trindade" title="Santíssima Trindade" width="220" height="220" class="aligncenter size-full wp-image-4107" /><em>“&#8230; A cada 2.000 anos, sob roupagens diferentes e de acordo com as forças da Santíssima Trindade dominantes em cada época, a humanidade recebe uma versão autêntica dos mistérios dessa divina sabedoria(&#8230;) A força que o homem deve utilizar no mundo físico e nos períodos do pai é a imagem criadora; no mundo mágico e nos períodos do Filho, a palavra perdida; no mundo espiritual e nos períodos do Espírito Santo, o gesto de poder. Assim se produz o verdadeiro “milagre”: a mutação do homem, de anima vivente em espírito vivificante: a passagem do homem animal da Terra para o homem espiritual do reino Hominal do Universo. A expressão que corresponde ao pai é a imagem; a que corresponde ao Filho é a palavra; a que corresponde ao espírito Santo é o ritmo.(&#8230;)Cristo e os essênios sabiam a ordem das pessoas  da Santíssima Trindade. Conheciam a ordem direta, em que o Filho vem depois do Espírito Santo, e a ordem  retrógrada, de acordo com a nossa viagem retrógrada, seguindo o Sol sobre a eclíptica, na qual o Espírito Santo vem depois do Filho(&#8230;) a Ação das três forças da Santíssima Trindade produz as influências cósmicas e telúricas que presidem o destino dos agrupamentos humanos. (&#8230;) Nas épocas em que predomina a influência do Pai, o Reino dos Céus se aproxima da humanidade através da “felicidade” na consciência; quando predomina a influência do Espírito Santo, pela “felicidade” no amor; quando predomina a influência do Filho, pela “felicidade” na ação ou nas obras, manifestação, no mundo, da unidade da consciência e o amor. ”</em> Daniel Ruzo   </p>
<p>Segundo a Cronologia Tradicional o Grande Ano Cósmico ou Grande Ano de Pitágoras, assim conhecido porque foi Pitágoras o primeiro a divulgar essa cronologia no ocidente, que aprendeu no Egito, é representado pelo tempo que o Sol caminha pela eclíptica ou faixa zodiacal no sentido retrógrado. </p>
<p>O Grande Ano sempre começa na Era de Libra, tendo o Grande Ano atual começado em 10.745 a.c quando da oposição da Estrela Polar Alfa Draconis à Estrela Eta Taurus (Alcione), iniciando a Idade do Pai, simbolizada pela saída do Paraíso e que vai segundo a cronologia hebréia de Adão a  Nóe, englobando as eras de Libra (15.079 a.c a 12.927 a.c) de Adão a Enos; Virgem (12.927 a.c a 10.775 a.c) de Enos a Maalaleel; Leão (10.775 a.c a 8.622 a.c) de Maalaleel a Matusalém; Câncer (8.622 a.c a 6.471 a.c) de Matusalém a Noé. Note-se que temos a seqüência dos quatro elementos que sempre simbolizaram as provas iniciáticas Libra-Ar, Virgem-Terra, Leão-Fogo e Câncer-Água, lembrando que é no fim da era de Câncer, signo de água e que separa a Idade do Pai da Idade do Filho que ocorre o dilúvio de Noé.</p>
<p>A Idade do Filho vai da era de Gêmeos até a era de Peixes, seguindo a seqüência dos elementos: Gêmeos-Ar, Touro-Terra, Áries-Fogo e Peixes-Água, e simbolicamente de Sem a Jesus. Na seqüência temos a Era de Gêmeos (6.471 a.c a 4.319 a.c) de Sem a Faleg; a Era de Touro (4.319 a.c a 2.167 a.c) de Faleg a Abraão; a Era de Áries (2.167 a.c a 15 a.c) é no início dessa Era que a Estrela Polar Eta Taurus(Alcione) faz oposição a Estrela Alfa Draconis, segundo a cronologia egípcia marca o nascimento do Faraó Oceanus, chamado de Misraim pelo Hebreus, marca também o início da Idade de Ferro segundo a cronologia Hindu; a Era de Peixes (15 a.c a 2.137 d.c) de Abraão a Jesus.</p>
<p>A Idade do Espírito Santo vai da era de Aquário até a era de Escorpião, seguindo a seqüência dos elementos: Aquário-Ar, Capricórnio-Terra, Sagitário-Fogo e Escorpião-Água. Na seqüência temos a Era de Aquário (2137 d.c a 4.289 d.c); a Era de Capricórnio (4.289 d.c a 6.441 d.c), a Era de Sagitário (6.441 d.c a 8.593 d.c) e a Era de Escorpião (8.593 d.c a 10.745 d.c).</p>
<p>Como podemos perceber a transição pela qual estamos próximos de atravessar não é uma simples mudança de Era, é na verdade uma sincronia de mudanças cronologicamente sagradas, a mudança de Era, que só acontece a cada 2.152 anos, a mudança da Idade do Filho para a idade do Espírito Santo, que só acontece a cada 8.608 anos ou 4 eras, e a mudança da Idade de Ferro para a Idade de Ouro que só acontece a cada 43.040 anos ou 20 eras.</p>
<p>Observando tão grandes medidas de tempo devemos refletir sobre a importância do conhecimento sobre a origem cósmica do Ser Humano e poder utilizá-lo como instrumento para a própria evolução. </p>
<p>Mas quais ensinamentos devemos tirar desse conhecimento das três Idades? Merece meditação esse momento de transição da Idade do Filho para a Idade do Espírito Santo. Vejamos o que distingue essas duas Idades e reflitamos sobre como será esse novo momento da evolução da nossa Humanidade e quanto e como estamos contribuindo para esse processo. </p>
<p>Na Idade do Filho foi preciso a presença de vários Avatares cada um representando sua Era Astrológica e sua filiação divina culminando com a presença de Jesus, o Cristo Cósmico encerrando a última era da Idade do Filho e repassando o bastão para a Idade do Espírito Santo, nessa Idade e suas quatro eras a Humanidade receberá suas revelações diretamente do Espírito através da simbologia da cada signo, a saber: na era de Aquário teremos o conhecimento espiritual através da simbologia de Urano, regente de Aquário ou da Sefirah Chokmah (na Cabala), representa a Fraternidade, o retorno a uma visão coletiva da evolução, alta tecnologia utilizada com grandes ideais humanitários; na era de Capricórnio, regido por Saturno ou Sefirah Binah, teremos o conhecimento espiritual refletido na organização social e política, algo muito próximo de um governo sinárquico; na era de Sagitário, regido por Júpiter ou Sefirah Hesed, teremos o conhecimento espiritual refletido na prática espiritual, na filosofia de vida e na abundância dos recursos naturais e econômicos; e na última era da Idade do Espírito Santo, na era de Escorpião, regido por Plutão ou Daat ou Shekinah, o não-lugar onde pode está o Espírito Santo, por isso é o último signo da Idade e concluirá o desenvolvimento da Humanidade nessa Idade, nessa Era a ausência de Templos e Religiões será levado ao extremo de tal forma que a Idade seguinte, a do Pai, retornará a necessidade da adoração em templos e assim a Humanidade começará um novo Grande Ciclo até uma nova queda.</p>
<p>Nessa Nova Idade do Espírito Santo podemos enxergar os ecos de místicos dessa última era da Idade do Filho. Podemos refletir sobre a simbologia da Idade do Espírito com o Homem Espírito, a Idade do Pai com o Homem de Desejo e a Idade do Filho com o Homem da Torrente, refletindo a queda e a Reintegração do Ser Humano e da Humanidade através do Tempo e da Simbologia da Santíssima Trindade.</p>
<p>Cabe finalmente uma última meditação sobre os termos ou “pistas” deixados nas escrituras sagradas que velam o sentido da relação da Astrologia com a Santíssima Trindade, como: “Espírito, a Água e o Sangue”, ou “o Verbo, a Vida e a Luz”, ou “a Graça, a Verdade e Jesus Cristo”, ou “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida” e  A LUZ, A VIDA E O AMOR. </p>
<p><em>*<strong>Jesse Rodrigues</strong>, é cearense, radicado em Brasília, astrólogo e escritor. É autor de DOM (2008), <strong>Kabbalah</strong> (2ª edição em 2009), <strong>O Astrólogo</strong> (2008), <strong>O Dom da Vontade</strong> (2009), e <strong>A Sombra da Fênix</strong> (2009). Blog do autor <a href="http://oastrologo.blogspot.com">http://oastrologo.blogspot.com</a></a></em></p>
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