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Flávia Denise

Só para privilegiados

A safra de séries do primeiro semestre de 2017 tem sido excelente. E em meio à enxurrada, duas produções têm-se destacado. A primeira delas é “Deuses Americanos”, uma adaptação do romance do britânico Neil Gaiman, que levou os aclamados prêmios Hugo e Nebula
Flávia Denise

A singela arte dos prazeres secretos

Quando você está sozinho em casa, sem ninguém vigiando, o que você prefere fazer: ver um filme clássico ou assistir a uma série bem bobinha? Quando começa a chover forte e bate um vento frio, você se debruça sobre um clássico da literatura ou procura um romance água com açúcar ou uma aventura bem cheia de ação?
Flávia Denise

Na companhia de livros

Não importa se um leitor é voraz ou não, a verdade é que há apenas algumas dezenas de livros que realmente tocam cada pessoa ao longo de sua vida. O restante das leituras, sejam elas muitas ou poucas, vai se mesclando na mente de quem não tem a memória impecável
Flávia Denise

O renascimento da palavra escrita

A comunicação em texto não é um luxo, é uma necessidade. É uma solução para o diálogo entre seres humanos que demorou milhares de anos para ser desenvolvida. Vivemos em uma sociedade imagética? Sem dúvida. A palavra escrita está em baixa? Sim, ela está. Mas também é fato que não dá para opinar com uma imagem ou meia dúzia de palavras
Flávia Denise

O que é diversão para você?

Quando você fala em diversão, o que se imagina fazendo? Recentemente descobri mais uma atividade que é considerada diversão por muita gente: adrenalina. Pular de paraquedas, andar em montanhas-russas radicais e todo tipo de ações que fazem o corpo liberar doses cavalares do “hormônio do medo”
Flávia Denise

Retrato da leitura no Brasil

Por que o brasileiro não lê? Aparentemente, o motivo de 43% dos brasileiros é falta de tempo. Para 9%, o problema é falta de paciência para ler, e outros 9% preferem outras atividades. Honestamente, tendo a acreditar mais em quem diz preferir fazer outra coisa ou não ter paciência. Esse papo de “não tenho tempo” é comparável ao “vamos encontrar” proferido entre amigos.