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Abrindo caminho para um salvador da pátria

Estamos abrindo caminho para um “salvador da pátria” ou vamos nos reinventar com ética e qualidade de vida?

Em artigo recente, Élio Gaspari defende a falácia de que “Paulo Hartung, governou o Espírito Santo por dez anos e trabalhou duro no seu saneamento financeiro”. Jura? Para o mestre, ele era a “flor do jardim da responsabilidade fiscal, e jogou luz sobre o valor de outras responsabilidades” e que “o motim da PM do estado mostra a necessidade da busca de algo impossível, uma lei da responsabilidade social. O prometido paraíso fiscal levou o Espírito Santo a viver dias de inferno social”. De onde ele tirou essa certeza?

Há controvérsias sobre o que é, de fato, administrar. Este é um país onde é asquerosamente notório que 5.565 prefeitos assumiram em 2017, babando doentiamente, pois, sabem que nada será feito nos seus municípios, em qualquer área de governo, sem que o pagamento de propina seja combinado e executado. É nojento saber que eles tomam posse com certeza da facilidade do enriquecimento ilícito, escudados pela tal de democracia de coalizão. Assim, alianças espúrias são firmadas no descaro, para obter-se maioria parlamentar e calar a oposição permitindo que, corruptamente, se possa desviar verbas públicas como se não houvesse amanhã. Se algo der errado, ainda há a imoral regalia do foro privilegiado, aberração constitucional que lhes confere total impunidade, já que do total investigado no STF, a maioria das ações prescreveu e só deu cadeia em 0,74% dos casos. Afinal, se depois de quase quebrarem a Petrobrás, sua gestão foi “profissionalizada” ou pelo menos “aparente” isso, porque a praxe não se estende à toda administração pública, se a situação é a mesma? Tabu??? Rsrs… Planejamento só existe para roubar?

A fraude é tão acintosa que produz serviços públicos e privados de péssima categoria, não existindo, deliberadamente, a menor possibilidade de qualquer tipo de retorno das centenas de bilhões de reais investidos anualmente nos mais diversos setores. É inadmissível que o investimento público não traga qualidade de vida, empregabilidade, renda e aumento da arrecadação, só perda total… Uma vergonha!!! Ao sumir, traz desserviços e prejuízos incalculáveis à economia, por passar para a economia subterrânea e travar, por exemplo, o efeito cascata na arrecadação de impostos. Essa absurda roubalheira continuada e impune arrasou nossa infra-estrutura, culminou com esta crise que quebrou a nação, falindo estados e municípios. Além de causar perversos efeitos colaterais, como o fato de que entre as cinquênta cidades mais violentas do mundo, absurdamente, trinta e duas são brasileiras! Que sociedade é essa que admite uma barbárie cotidiana que mata mais por ano do que zonas em guerra?

Diante desse quadro, como elogiar, falar a sério de responsabilidade fiscal ou do aspecto social? Já que a absurda falta de gestão não é sequer abordada, devemos acreditar que nossos inocentes políticos são cegos, surdos e… milionários? Jamais que sejam mal intencionados ou que locupletaram-se? Note que este temerário desgoverno de rabo preso, refere-se a comprovada corrupção institucionalizada denunciada pela Lava Jato, como meros “desperdícios”, que serão sanados por proposta de emenda constitucional que limita os gastos, num deboche acintoso a nossa inteligência!

O serviço público, vergonhosamente, desconhece o que seja meritocracia! Muito pelo contrário, é “conhecido” por mostrar dificuldades, para vender facilidades, num ambiente de conchavo, ops, digo, de negócios considerado dos mais corruptos do mundo, com os piores IDH’s, sem falar da incoerência que é ter os maiores salários do país, curiosamente, na administração pública, que sabidamente não dá o menor retorno, sendo que nossos serviços públicos e privados (que deveriam ser fiscalizados pelos órgãos reguladores e não são), são considerados os piores do planeta! É inadmissível, que mesmo com a Lava Jato sendo referência mundial como o maior escândalo de corrupção internacional já descoberto na face da terra, com ramificações em dezenas de países, nossos “homens públicos”, na maior cara de pau, “ignorem” a ética e não tenham a menor preocupação em ao menos aparentarem serem honestos! É inaceitável termos há décadas um executivo que desgoverna, um legislativo que só atua em causa própria, além de um judiciário caríssimo, cuja lentidão pende a injustiça com raríssimas exceções, imoral combinação que produz os nossos tradicionais voos de galinha, onde a economia nunca decola!

Repare que mesmo na atual situação de calamidade da nação, não há um candidato sequer, com moral para propor o lógico: Gestão transparente profissional para acabar com a notória roubalheira e apresentar resultados já no curtíssimo prazo, além de umtão decantado e prometido, duro ajuste fiscal para acabar com privilégios e acomodar o gasto dentro da arrecadação! O que eles querem é aumentar os impostos e desgovernar! Urge extirpar o atual clima de realismo fantástico digno de Garcia Marques, em total desrespeito a lei de responsabilidade fiscal, onde os entes públicos e a maioria das empresas, envolvidas ou não com a Lava Jato estão arruinadas, bem como os bancos que as financiaram durante a loucura do luloroubopetismo, mas que agora para evitar a quebradeira geral, estão dando as empresas anos de carência para evitar que elas peçam falência, porque se isso acontecer explodiria seus balanços e surreais lucros, enquanto acintosamente praticam a usura e cobram spreads irracionais dos assalariados. Como numa conjuntura mundial de juros negativos, o tesouro nacional capta a 20% ao ano, explodindo a dívida pública enquanto paga para administrarem seu fundo de reserva de US$ 370 bi, ao invés de aplicá-lo como é usual, coisa que me lembra daquela máxima, de que se botarem “nossos” economistas para administrarem o deserto do Saara, em pouco tempo, irá faltar… areia?

O mercado investiu no impeachment, acreditando que teria lucros fantásticos como normalmente acontece após uma recessão, sem perceber que os motores da economia estão queimados, numa situação de terra arrasada! O empresariado que está trabalhando com cerca de 50% de sua capacidade instalada, que não está conseguindo fechar suas contas nessa crise, tem que perceber que com esses “políticos” de rabo preso e a Lava Jato atuante, jamais sairemos dessa lesma lerda de atoleiro da corrupção. Há um distanciamento gigantesco entre a cidadania e a classe política, tanto que um terço do eleitorado anulou seus votos em 2014, sendo que em 2016 este número passou de 40%, tamanha a insatisfação! Com os escândalos atuais e sem um candidato que atenda seus interesses, para quanto irá esse percentual, já que pelo menos 84% dizem que esses partidos políticos não nos representam? Há que se buscar um caminho novo, para não repetir o erro da Itália, com a operação mãos limpas! Não podemos desperdiçar a oportunidade única de nos reinventarmos com ética e qualidade de vida, que o Moro está nos dando!

“Divórcio entre cidadão e políticos é sem volta e país precisa de uma repactuação”, diz o pesquisador Renato Meirelles, do Instituto Locomotiva, que revela, em pesquisa, que 84% veem o país ‘no rumo errado’, que o povo pouco espera do Estado e que os políticos não perceberam como a internet revolucionou a vida social. Ele afirma que sua pesquisa perguntou aos eleitores o que eles querem, mas eles não sabem. Querem algo diferente, e pronto. Só que mais a frente ele deixa escapar que “sim, é uma alta parcela que não acredita em governo para melhorar de vida. A classe dirigente fica discutindo entre Estado grande e Estado pequeno. Isso pouco importa pro cidadão, ele quer um Estado eficiente. Que faça valer seus direitos, dê igualdade de oportunidades. Cada vez mais pessoas defendem a meritocracia, mas sabem que ela só faz sentido se houver igualdade de oportunidades. Quando todos partem de um mesmo patamar”. Ou seja, ele acredita que ganha força, em nossa sociedade urbana, um comportamento do tipo “eu acredito no meu trabalho e no meu esforço, no qual o Estado tem é que funcionar.” “Veja, se eu fico três horas numa fila de banco, ligo pro Procon. Mas se eu fico três horas na fila do SUS, ligo pra quem”? A mensagem é clara, só não enxerga quem quer a perpetuação desse “mais do mesmo”! O eleitorado quer é que a coisa pública funcione, como tem que ser, dentro de um plano autossustentável,com metas,como obviamente funciona nas economias onde a lei existe e é respeitada, daí elas serem civilizadas, coisa que por aqui ainda é sonho, mas que Moro& equipe estão despertando.

É ululante que para sairmos dessa enrascada, precisaremos sair dessa mentira de jovem democracia, ou de que “faz sentido afirmar que temos instituições políticas bastante robustas”, tese defendida por cientistas políticos, como o nobre Bolívar Lamounier, “esquecendo-se” de que “Botafogo” e “índio” vergonhosamente presidem as mais altas casas. Ele é meu “colega” no Instituto Millenium, fato que só é usado para me atacar, em falta de argumentos mais sólidos, já que esta “instituição”, suspeitamente, se recusa a publicar o que escrevo, o que é relevante, pois, tudo que previ, era tão óbvio, que aconteceu. Como podemos admitir que a nação, continue a ser uma imoral democracia de coalizão, graças a essa constituição cidadã “sem noção” de 1988, agora que a verdade veio à tona? Ao ponto dos contratos legais estabelecerem que desavenças futuras serão resolvidas em caríssimos tribunais internacionais de conciliação, porque aqui uma sentença pode demorar uma eternidade. É notório, que onde a justiça não funciona, nada se desenvolve, só se atrofia, como estamos sentindo na carne com essa crise total. Lei é lei! Temos que ter direitos, mas também deveres, sem essa de jeitinhos.

Modesto Carvalhosa, perguntou recentemente, “como é que fica a questão fundamental da moralidade pública nessa relação Executivo-Legislativo? Podemos contar com o Congresso para implementá-las, na medida em que todas elas vão contrariar os interesses e os graves vícios dos atuais parlamentares e seus partidos?” Só rindo, já que as dez medidas contra a corrupção foram completamente deturpadas, assim como a proposta de lei do ficha limpa. Isso é inadmissível, já que os projetos, por serem de iniciativa popular, subscritos por milhões de eleitores, não poderiam ter sofrido qualquer mudança.

Passou da hora de acabar com esta ridícula farsa de dicotomia entre direita X esquerda, Maquiavel puro, promovido para nos dividir e manter a polarização em torno das mesmas facções criminosas, auto-intituladas de partidos políticos cujas ideologias consistem em assaltar os cofres públicos impunemente, como a Lava Jato está cansada de provar. O que obviamente queremos é que a coisa pública passe a funcionar como deve, levando a nação brasileira a se tornar finalmente o prometido país do futuro! O desgoverno está nu, com a corrupção exposta e não tem ninguém, nem aquela criança da fábula para mostrar isso?

Repare que se outros lugares conseguiram se reinventar, provando que isso não é utopia, que só depende da nossa vontade e união num planejamento onde as coisas efetivamente aconteçam, cadê a mídia para informar isso? Como admitir que diante do quadro de que suas imorais maracutaias e a dos outros serão reveladas pela delação da Odebrecht, Aécio saia com essa: “Todo mundo vai ficar no mesmo bolo e abriremos espaço para um salvador da pátria? Não, é preciso salvar a política”. O mequetrefe quer dizer com isso que aquela farsesca disputa entre o ptzinho e o psdbzinho, foi desmoralizada e vai acabar, pois todos recebiam bilionárias “doações” das “estelionatoempreiteiras”, que não tinham outra intenção senão corromper, para nos assaltar! Não dá para acreditar, que esses pilantras recebiam essa montanha de dinheiro e não iriam retribuir esses favores! E agora, como não informar e discutir esse assunto? Esse negócio de morder e assoprar, não colabora em nada com a resolução do problema, muito pelo contrário. A nação precisa um quarto poder, digno desse status, mas por enquanto, rola a “suspeita comprovada” de que a pena é sustentada por verbas que não ousam dizer seus nomes! E assim estagnamos todos!

É imperioso, que a administração pública seja tirada das garras destes partidos que não nos representam e seja feita por administradores profissionais, que necessariamente trabalhem e ganhem por resultados. Em projetos que tenham metas transparentes que possam ser acompanhadas, cobradas e aperfeiçoadas, como, por exemplo, o sistema de saúde inglês ou de educação da Coréia que há décadas apresentam efeitos transformadores espetaculares, provando que o planejamento permanece, enquanto que políticos passam! Aonde se quer obter resultados exemplares, esses modelos são copiados porque dão certo!

Urge desenvolvermos um sentimento de pertencimento, de patriotismo, para que nos unamos num pacto socio-econômico, onde todos se sintam inseridos e que nos leve aos tão sonhados resultados! A coisa pública tem que funcionar para a maioria, democraticamente, com metas de curto, médio e longo prazos, como constitucionalmente tem que ser, pois, foi desta forma que os países ditos civilizados chegaram lá! É preciso discutir um planejamento nacional, que norteie o desenvolvimento autossustentável para os próximos vinte, cinquênta, cem anos. Para sair dessa crise, não podemos mais investir em demagógicas mágicas como UPP’s, UPA’s, farsas de curtíssima duração. Nem em obras superfaturadas que ligam o nada a lugar nenhum! Temos que fazer como a Lava Jato que usa como marketing o resultado de suas ações bem sucedidas, aplicando a lei! Faz o maior sucesso e tem o total apoio popular!!!

Ao invés de um herói ou de um “novo” engodo, temos que eleger alguém que discuta ideias dentro de um planejamento que una toda a sociedade, mostrando que todos irão ganhar e em todos os sentidos. Onde fique finalmente claro que a autossustentabilidade do investimento público, retornará em qualidade de vida, proporcionando os melhores índices de IDH e obviamente um substancial aumento da arrecadação, viabilizando que novos investimentos sejam permanentemente continuados, para entrarmos num ciclo virtuoso. Assim,em cerca duma década sairemos da barbárie do subdesenvolvimento para a civilização!

A oitava economia do mundo precisa acabar imediatamente com essa baixaria de financiamento público para siglas que não nos representam, para que eles caiam na real e sejam obrigados a procurar saber dos nossos anseios, querendo finalmente nos defender, se quiserem sobreviver. Aliás, é injustificável que existam tantos e queu sem o dinheirinho dos nossos impostos para ter mordomias, vivendo numa realidade surreal completamente diferente da nossa, onde pseudos “caciques” são donos dos partidos e mantém seu poder a ferro & fogo, se eternizando através de práticas nada democráticas. É preciso fazer reformas, que atendam os interesses da nação e não será esse legislativo eleito por imorais propinas e que está a um passo da cadeia, que fará isso! Como fazer uma reforma política, fiscal, da previdência com esses mequetrefes?

Como estamos vendo com esta crise interminável, o mais importante é revitalizar a economia e não há solução que não passe pela nossa união num planejamento transparente, onde tenhamos um cenário de curto, médio e longo prazos que promova um transparente desenvolvimento socioeconômico, cultural e ambiental de forma sustentável e principalmente autossustentável. Por isso, no mundo, o turismo é utilizado como instrumento de transformação em economias que tenham problemas iguais ou piores do que os nossos, com sucesso total já no curtíssimo prazo. Em Bilbao, por exemplo, mesmo com todas as caríssimas obras de infra-estrutura, o resultado da revitalização da economia em apenas dois anos, foi o retorno de dez vezes o capital investido. Como, nesse atraso em que vivemos, poderemos competir com o mercado internacional, se não for através da nossa indiscutível vocação natural, dentro de um cenário onde reinventaremos a indústria do turismo ao passar a atender a vontade individual de cada visitante, enriquecendo-o culturalmente falando, coisa que teve a aprovação de 100% dos turistas consultados?

Hoje em dia, as grandes cidades recebem cerca de 70% da população que cada vez mais abandona o campo em busca de oportunidades de emprego. Isto as obriga a promover melhoramentos contínuos em suas infra-estruturas, para se adequar ao aumento inexorável de demanda por serviços públicos e privados, que são providos pela indústria da construção civil, num esforço complementado pela indústria imobiliária, sendo que essas duas quando estão a pleno vapor, carregam todas as outras juntas, como a crise de 2008 mostrou e continua mostrando. E o que mantém tudo isso de pé é a trilionária indústria do turismo, que injeta anualmente centenas de bilhões de dólares nas que estão mais bem preparadas para o desenvolvimento da atividade, fato que exige uma qualidade de vida espetacular, para atingir o turista de categoria, que tem um gasto médio individual de US$ 300,00 por dia, sendo que o de negócios tem gasto superior, da ordem de US$ 500,00 em média! Esse mercado é disputadíssimo e só as melhores obtém sucesso, sendo que pequenos detalhes, fazem com que cidades como Paris e Londres que têm praticamente o mesmo número de visitantes, apresentem resultados díspares, com a capital francesa faturando praticamente o dobro da rival. Assim como a minúscula Barcelona atropela a poderosa Madrid!

Só para comparar, todo o bilionário faturamento do maior negócio brasileiro, o agropecuário, que deve o seu continental sucesso a tecnologia e vocação natural, é surpreendentemente menor do que o de apenas um município com o turismo, sendo que Nova York nem tem vocação natural para a atividade, usando só seu charme e competência! Repare que os lugares que se reinventaram, tinham como prioridade revitalizar a economia, para que todos ganhem e muito, pois só assim é que as pessoas se unem e as coisas acontecem! Atrair uma fábrica, como, por exemplo, uma de automóveis é muito bom, mas a indústria criativa é muito mais poderosa: “O setor de atividades esportivas e lazer, incluindo o carnaval e os clubes de futebol, recolhe 72% a mais do que toda indústria automobilística”.

Aqui no Rio de Janeiro temos uma oportunidade de negócio fabulosa que é a revitalização da área portuária, que hoje está completamente parada, dentro de um contexto onde estado e município estão quebrados e não tem a menor visão de como sair dessa situação, mesmo estando de frente para o que é considerado de forma unânime como o maior potencial de turismo do mundo. Porque continuamos reféns da corrupção se podemos passar a ser a vanguarda mundial, tendo tudo a ganhar com isso e em todos os sentidos? Acorda pessoal, só nós construiremos o nosso futuro!

*José Paulo Grasso é arquiteto e engenheiro e coordenador do movimento “Acorda Rio”.

Comentários

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Comentários

  1. Edinelson de Lima disse:

    Devemos ser realistas.
    Vivemos numa cleptocracia lutando por uma democracia utópica.

  2. cida viola disse:

    Gostei do que li. O pvo BRASILEIRO precisa aprender e a entender o que estamos passando, o que está nos acontecendo. Tenho a impressão que ninguém ainda sabe de nada.

  3. marcial prieto gonzález disse:

    Caro Sr Grasso, muito lúcida e precisa a sua análise do nosso Macondo, mas me perdoe o pessimismo, pois continuo achando que com o desvirtuamento na política e na ética em geral, no curto prazo e difícil acreditar, mesmo porque não há em quem acreditar.

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