A vila e a mercantilização da natureza.
O MEDO DA (NA) METRÓPOLE, A ESTRATÉGIA DE CONDOMINIZAÇÃO E A MERCANTILIZAÇÃO DA NATUREZA: UMA BREVE DISCUSSÃO
Acima, uma vila de casas no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro.
INTRODUÇÃO
Hoje em dia somos consumidores numa sociedade de consumo, numa sociedade do mercado. Todos somos clientes e mercadorias, inseridos dentro e no mercado. Não é de se admirar que as relações humanas e, por conseguinte, nossas identidades, se assemelhem, com o padrão de uso/consumo de carros, adquiridos e descartados quando se tornam supérfluos (BAUMAN, 2001).
Diante da crise do sistema de trabalho, da crise social e da crise ecológica, faz-se urgente repensarmos nossas práticas e buscarmos uma nova base de mudança necessária. Essa base deve se pautar em algo que fosse comum e global, de fácil compreensão e realmente viável.
Partindo do pressuposto de que essa base deve ser ética, podemos buscar uma ética ambiental fundamentada numa crítica à racionalidade técnica/quantitativa, que manipula a natureza a serviço da lógica capitalista, ou seja, utilitarista. A prioridade aos valores econômicos e produtivos deve ser substituída por uma dimensão valorativa da natureza, resgatando a humanização axiológica e construindo uma relação com sustentabilidades. A crise vivida pela humanidade atualmente é fundamentalmente antropológica, pois o ser humano é que se encontra numa situação de incapacidade em manter um relacionamento equilibrado e harmônico, com a natureza que o cerca.
UMA REFLEXÃO INICIAL SOBRE A RELAÇÃO DA VIOLÊNCIA COM A MODERNIDADE URBANO-INDUSTRIAL
Há muitas propostas sendo discutidas, atualmente, acerca da necessidade de enfrentamento dos problemas diários de violência na Cidade do Rio de Janeiro, como as invasões de morros por grupos de narcotraficantes rivais e/ou policiais (milícias), os estupros e seqüestros que, destacados quase sempre de forma sensacionalista pela mídia, têm levado a sociedade carioca a refletir e buscar soluções para a “desordem” do espaço urbano da metrópole. Encontramos, em nossa sociedade, tanto defensores de posturas mais rígidas como solução exclusiva para a violência, até aqueles que procuram discutir as questões sociais na Cidade do Rio de Janeiro de forma mais ampla e reflexiva.
Diante dessa faceta da realidade carioca, parte expressiva da população da cidade se vê obrigada, muitas vezes, a se enclausurar. O isolamento é um ato de extrema violência, pois o cerceamento da liberdade é incompatível com a sociedade moderna que defende, mesmo que somente através discurso, a fluidez e a capacidade de ir e vir como inerentes na busca pela felicidade. Segundo Bauman (2008), (…) é característica da violência obrigar as pessoas para fazê-las atuar contra a vontade delas e assim privá-las de seu direito de escolha; E (…), para atingir tais efeitos, danos são impostos ao corpo humano, a dor é infligida, o horror é espalhado pelo espetáculo da carne queimada, das poças de sangue e dos rumores de que homens e mulheres audazes ou arrogantes o bastante para resistir tiveram seu sangue derramado. (p.259)
Para o referido autor, a violência pode ser considerada como uma forma de coerção que não possui legitimidade. É inerente à luta pelo poder, se constituindo em um meio de ascensão e, ao mesmo tempo, um risco. Mas o que seria legítimo? Qual o limite que separa a coerção, sujeita à punição, da imposição necessária, ou seja, legitimada pela sociedade a fim de garantir a ordem necessária para o bem estar da coletividade?
Segundo o sociólogo citado anteriormente, a civilização moderna colocou a “eliminação da violência como um dos principais itens da agenda de construção da ordem” (BAUMAN, 2008, p. 262), pois o sucesso do modelo civilizatório ocidental depende da eficácia de uma ordem capaz de pacificar os grupos sociais, já que o mundo moderno gera muitas incertezas, insegurança e perigos. Bauman destaca que, a fim de tornar a convivência menos vulnerável aos atos tribalísticos e selvagens dos grupos que não se enquadram no que se chama de sociedade civilizada, o poder público precisa criar regras e leis que normatizem a sociedade. O obsoleto, o arcaico e o tradicional precisam ser eliminados. A legislação possui a tarefa de criar coesão nas práticas sociais e espaciais, a fim de permitir o ordenamento necessário ao progresso e ao bem estar.
Em tempos de mudanças aceleradas, assistimos a crescente defesa da coerção como instrumento de contenção da violência. Esse instrumento passa a ser valorizado pela população que dá aos seus gestores subsídios para a institucionalização de atos de repressão que, apesar de muitas vezes conter muita violência implícita, não são visíveis aos olhos do cidadão por este ter referendado sua prática. Somente quando a coerção fere a integridade, ela se faz visível.
Se a violência no espaço urbano carioca se apresenta como um desafio à ordem e ao desenvolvimento gerando caos nos planejamentos, para muitos habitantes é imprescindível, frente ao discurso moderno, que se criem meios de vigilância, isolamento e proteção. Logo, é imprescindível entendermos a dinâmica espacial da Cidade do Rio de Janeiro.
Para entendermos o espaço urbano, em especial o carioca, é necessário observar, localizar e explicar as origens das questões que tanto afligem o cotidiano do citadino. Uma análise mais profunda da realidade revela a urgência de se pensar em políticas públicas que atendam, efetivamente, aos anseios da população residente na cidade. O universo da violência, no entanto, é muito complexo, pois não existe homogeneidade no pensar e no agir, já que a realidade urbana carioca é multifacetada, cujas práticas sociais, que se materializam em construções, revelam as diferenças e as desigualdades entre seus habitantes.
Ao estudar a metrópole como um fenômeno que ocorre em escala mundial, Carlos (1994), reconhece a relevância do estudo do espaço metropolitano como centro de gestão do território, promovendo a articulação e o domínio de áreas imensas em todo o planeta. A autora vê a metrópole como “um símbolo do mundo moderno, um centro onde a vida flui com incrível rapidez, o que impõe um ritmo alucinante e a banalização de tudo” (p.191-192).
Sobre essa banalização, a referida geógrafa destaca que “as relações sociais, através da ampliação do domínio do mundo da mercadoria” (1994, p.196), se tornam cada vez mais efêmeras e superficiais. O mundo urbano e moderno produz o imediatismo e a sôfrega busca pelas concretizações dos desejos materiais, criando uma verdadeira prisão, pois o morador da cidade fica algemado a essas necessidades. As imagens, nesse sentido, se tornam poderosas, determinando o consumismo como o caminho, a verdade e o sentido da vida. Segundo Henrique, consomem-se tantos signos quanto objetos: signos da felicidade, da satisfação, do poder, da riqueza, da ciência, da técnica etc… (2008, p.204).
Para Giddens (2002), no mundo moderno o indivíduo vive a eterna busca pela proteção contra o sofrimento do corpo, do mundo externo e das relações pessoais. Os avanços tecnológicos, a melhoria das técnicas (saneamento, transportes) e a evolução da qualidade dos produtos deveriam trazer mais segurança e estabilidade ao homem. No domínio da razão, a sensação de certeza geraria uma vida mais calculável, mais previsível, onde não há lugar para o inesperado. Mas, contraditoriamente, a busca pela certeza leva à dúvida e ao ceticismo. A maior liberdade de ir e vir proporcionada pelas mudanças do mundo moderno aumenta os riscos e a as incertezas em nosso dia-a-dia. A segurança torna-se cada vez mais dispendiosa, já que os custos dos serviços contra ela (a insegurança) crescem sem parar. Com isso, as desigualdades se tornam maiores e os riscos aumentam progressivamente, o que faz com que a busca por mais segurança aumente que, por ser dispendiosa, gera mais desigualdades e novos riscos. Tal situação aumenta as ansiedades e a necessidade de se fazer escolhas, já que o indivíduo tem que pensar para frente e antecipar possibilidades.
CONDOMINIZAÇÃO E MERCANTILIZAÇÃO DA NATUREZA
Acima, condomínios da Barra da Tijuca.
Muitos moradores da cidade do Rio de Janeiro tentam fugir dos problemas buscando estratégias que possam isolá-los do mundo aterrador. O outro, o diferente, o desconhecido passa a ser visto como ameaça, representando tudo de nocivo que pode destruir a segurança dos cidadãos “de bem”. Morar, trabalhar, circular e se divertir tornou-se arriscado. Evitar riscos leva a escolhas. Diante de uma cidade considerada “ingovernável”, a escolha principal de grande parte dos habitantes tornou-se a busca por segurança, seja através da condominização (auto-exclusão dos condomínios), de segurança privada, ruas fechadas ou até mesmo a conivência com o sistema de proteção ilegal das milícias.
No que concerne ao processo de condominização, a busca por qualidade de vida passa pelo acesso à Natureza, que é “incorporada e produzida enquanto objetos e idéias transformadas em recurso pela valorização do espaço e um intenso uso do território” (HENRIQUE, 2008, p.203). Levando em conta a realidade da Cidade do Rio de Janeiro, a Natureza, por meio da difusão de um discurso ambiental midiático, é apropriada pela economia de mercado através de um processo de “mercantilização daquilo que seria não-mercantilizado”(PINI, 2009), tornando-a propriedade privada diante dos interesses do mercado imobiliário. Sendo assim, atribui-se à Natureza um valor econômico. Segundo Rua, a natureza vem sendo reconceituada, depois de quase totalmente dominada e transformada, passando, assim, a ser percebida como uma valiosa mercadoria na qual o valor de uso está subsumido ao valor de troca. Observa-se aí mais uma contradição dentre as muitas que marcam as sociedades contemporâneas: criou-se um discurso ecológico (de matizes variados) que se opõe àquela dominação e transformação efetuadas pelo industrialismo e pelo capital financeiro. Ao mesmo tempo utiliza-se esse discurso – elemento de revalorização da natureza e do verde – como mercadoria ecológica qualitativa (SANTANA, 1999, p. 178). Moreira (2004) retoma suas considerações sobre a renda da natureza, numa necessária revisão dos estudos da renda da terra, ao identificar a conformação da apropriação mercantil da natureza sob a lógica capitalista e financeira dos mercados e que as regulações ambientalistas dos usos dos recursos naturais – e do conhecimento tecnológico – não rompem com a existência da propriedade privada ou da lógica capitalista (2007, p.1).
Ao ser incorporada à esfera do capital imobiliário, a Natureza, enquanto fetiche, torna-se carregada de ideologia (HENRIQUE, 2008), revelando ao consumidor a possibilidade de, ao comprar um imóvel num condomínio, ter acesso à tranquilidade, beleza e segurança presentes num possível contato com a Natureza, forjando um retorno ao bucólico que poderia eliminar de vez todas as contradições do moderno, notadamente as violências implícita e explícita. A Natureza, portanto, permitiria um maior contato com o rural, visto por muitos citadinos como antítese do mundo moderno urbano-industrial, pois consumir um espaço de moradia com a presença de mangues, animais, rios, praias e matas, concedem ao proprietário do imóvel a ilusão de estar comprando um espaço seguro e tranqüilo, além de colaborar com a preservação da Natureza, “lavando as mãos” para as consequências das interferências humanas nos ecossistemas presentes no condomínio. Ao se apropriar do discurso ambiental, o capitalista o despolitiza, anulando seu potencial de resistência e transformação. Resta ao morador se comunicar com a Natureza em espaços delimitados como praças, jardins e áreas verdes nos condomínios exclusivos (HENRIQUE, 2008, p.209).
Presença constante em nosso cotidiano, o discurso ambiental também vem justificando o cercamento de favelas para, segundo a ideologia dominante, proteger a Natureza contra a expansão humana. Longe de se preocupar com a dinâmica do sistema socioecológico nas favelas, o poder público procura “dirimir os efeitos dessa dinâmica social precarizadora e excludente” (HAESBAERT, 2009, p.116). Para o autor, a grande questão hoje é conter a mobilidade da população em nome da segurança pública, já que o poder está nas mãos de que consegue controlar os fluxos. Ao provocar “desordem”, os fluxos geram a necessidade imediata de contenção da mobilidade, a fim de garantir a segurança tão almejada pelos habitantes da cidade (HAESBAERT, 2009, p.111-113). É interessante destacar que a violência (implícita ou explícita), presente em inúmeros projetos de contenção, muitas vezes é legitimada pelo morador, que se vê acuado pelo crescimento do sentimento de insegurança, fruto de uma propaganda que, associada ao capital imobiliário, apregoa o caos urbano. Essa situação acaba justificando a necessidade de se buscar condomínios fechados com o propósito de eliminar riscos e incertezas quanto à segurança, já que o Estado policial, segundo a própria mídia, não vem cumprindo o seu papel (HAESBAERT, 2009).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A mídia, diante do medo generalizado, tem sido implacável nos bombardeios diários de imagens e notícias que remetem à necessidade urgente do poder público em gerar estratégias de segurança para os habitantes da Cidade do Rio de Janeiro, fortalecendo, muitas vezes, discursos que defendem desde a militarização da questão urbana até o cercamento de comunidades carentes. O “progresso”, difundido na modernidade como “manifestação extrema de otimismo radical e promessa de uma felicidade duradoura e universalmente compartilhada” (BAUMAN, 2009, p.52), só poderá ser alcançado, na visão de muitos gestores públicos, se for realizado um “choque de ordem”, como apregoa o atual prefeito do Município do Rio de Janeiro.
Diante do ritmo alucinante e imprevisível dos últimos acontecimentos, no que tange a violência no espaço urbano carioca, resta à população reduzir ao máximo os riscos, empenhando-se em não cair nas armadilhas que o futuro incerto revela. Contudo, as ações tomadas pelo poder público nas últimas décadas e as estratégias de autossegregação da população não resolvem efetivamente a sensação de insegurança, pois, como afirma Bauman (2009, p. 54), “faz surgir um mundo mais desconfiado e medroso, induzindo ações defensivas posteriores que – helás – terão inevitavelmente o mesmo efeito”.
Ainda alertando sobre os perigos do isolacionismo, o autor afirma que com a insegurança, estão destinadas a desaparecer das ruas da cidade a espontaneidade, a flexibilidade, a capacidade de surpreender e a oferta de aventura, em suma, todos os atrativos da vida urbana. A alternativa à insegurança não é a beatitude da tranquilidade, mas a maldição do tédio (BAUMAN, 2009, p.68).
As estratégias de autossegregação, todavia, ao invés de garantirem a tão sonhada segurança, aprisionam o morador da Cidade do Rio de Janeiro em um casulo de uniformidade, dificultando a liberdade de ir e vir e o convívio com as diferenças, enfraquecendo, deste modo, os pactos e o diálogo (BAUMAN, 2009, p. 71), primordiais em projetos de políticas públicas que estejam pautados na idéia de desenvolvimento socioespacial (SOUZA, 1996). Segundo este autor, as políticas públicas devem, em longo prazo, colaborar “para acumular forças para novos avanços e para rupturas, sob a forma tanto de ganhos materiais quanto de uma ampliação da consciência crítica e de direitos e da experiência de (auto) organização popular (SOUZA, 2008, p. 242)”.
No cerne das preocupações dos gestores deve estar em busca pela justiça social e qualidade de vida. A arquitetura defensiva da cidade (BAUMAN, 2009), percebida através do crescente isolamento de seus habitantes, seja por iniciativa particular ou a partir do Estado, revela que o verdadeiro objetivo de uma política de desenvolvimento não vem sendo atingido: a realização das necessidades básicas (SOUZA, 1996). E isso não será obtido exclusivamente através de políticas de redistribuição das riquezas. Estas teriam que ser acompanhadas de liberdade de expressão, do reconhecimento das individualidades, da valorização cultural e religiosa, assim como de uma ressignificação e, pode-se até dizer, uma ressacralização da Natureza. No que concerne à esse reencantamento da Natureza, Henrique cita Harvey (2000) para criticar a chamada “disneyficação da Natureza”, donde a Natureza, dentro da lógica do mercado, passa a ser um meio de fuga do mundo real ao se apresentar como algo limpo, sanitarizado, mitologizado e nostálgico, um entretenimento que perpetua o fetiche pela cultura da mercadoria (2008, p.210-211). Henrique questiona, portanto, essa Natureza “glamourizada e reificada como um desenho infantil” (2008, p.211), que revela o predomínio de uma racionalidade economicista que atribui à aquisição de bens materiais o caminho para a felicidade, negando as idiossincrasias da população residente na Cidade do Rio de Janeiro.
REFERÊNCIAS
BAUMAN, Z. A sociedade individualizada: vidas contadas e histórias vividas. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 2008.
BAUMAN. Z. Confiança e medo na cidade. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 2009.
CARLOS, A.F.A. A natureza do espaço fragmentado. In: SANTOS, M.; Souza, M. A A. e SILVEIRA, M. L. (orgs). Território: globalização e fragmentação. São Paulo: Editora Hucitec, 1994.
HAESBAERT, R. Dilema de conceitos: espaço-território e contenção territorial. In: SAQUET, M. e
SPOSITO, E. S. (orgs). Territórios e territorialidades: teorias, processos e conflitos. São Paulo: Editora Expressão Popular: UNESP, 2009.
HARVEY, D. Spaces of Hope. Berkley: University of California Press, 2000.
HENRIQUE, W. Representações da Natureza na Cidade. In: SERPA, A. (org). Espaços Culturais: vivências, imaginações e representações. Salvador: EDUFBA, 2008.
GIDDENS, A. Modernidade e identidade. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 2002.
MOREIRA, R. Cultura, Sustentabilidade e Saberes Assimétricos: uma narrativa sobre a renda da natureza na contemporaneidade. 28º Encontro Anual da ANPOCS, outubro de 2004. Caxambu. Minas Gerais. 2004.
PINI, D. Encontro de Graduação e Pós-Graduação em Geografia, PUC – Rio, 2009.
SANTANA, P. V. A Mercadoria Verde: a Natureza. In: DAMIANI, A.L., CARLOS, A.F.A., SEABRA, O. C. L. (orgs.). O Espaço no Fim do Século: a nova raridade. São Paulo: Contexto, 1999. 220p.
SOUZA, M.L. Urbanização e desenvolvimento no Brasil atual. Série Princípios. Rio de Janeiro: Editora Ática, 1996.
SOUZA, M.L. O desafio metropolitano: um estudo sobre a problemática sócio-espacial nas metrópoles brasileiras. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 2000.
SOUZA, M.L. ABC do desenvolvimento urbano. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 2003.
SOUZA, M.L. Fobópole: o medo generalizado e a militarização da questão urbana. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 2008.
*Marcelo Alonso Morais é professor de Geografia do Colégio Santo Inácio, no Rio de Janeiro, e tem mestrado em Geografia das Religiões.
Por Marcelo Alonso Morais, em 23/11/2009 - 00:03. Você pode acompanhar as respostas a este texto acessando o leitor RSS 2.0.


























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Adorei. Vc está de parabéns pela matéria.
Beijussssssssssssss Janete
Marcelo
Excelente!!!
Merece ser publicado no jornal, pois aborda com muita clareza e pertinência os “nossos” problemas urbanos.
Parabéns. bjs
Regina
Amigo
Gostei, especialmente, de sua conclusão. Parabéns. Beijos
Annete
Caro Marcelo,
o seu texto, além de bem escrito, traz importantes reflexões sobre o enfrentamento de nossas mazelas sociais. Gostei, também, das considerações sobre o conceito de “condominização”.
Um grande abraço
André Valente
Querido MARCELO,
Mais uma vez você concretiza as minhas expectativas quanto à sua enorme potencialidade.Parabéns pelo excelente texto.
bjs da amiga de sempre,
Lídia
Esse texto me mostrou facetas do cotidiano que eu ainda não havia atentado. Parabéns pelo texto sensacional.
Muito bom o texto, Marcelo, parabéns pela sagacidade e entendimento em relação aos problemas urbanos do Rio de Janeiro.