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A questão da cultura

A cultura como uma estrutura invisível, mas perceptível que está presente, “fundamenta” uma sociedade. Sociedades mais novas, como a brasileira, devem ter uma estrutura cultural mais “tênue” mais fraca ou menos estruturada, do que, por exemplo, uma cultura indiana ou chinesa.

Nestas, as pessoas convivem em uma “base cultural comum” há mais de dois mil anos. Mas, o que distinguiria uma “base cultural comum” de outras? Seria possível “medir” esta estrutura cultural e identificar-lhe as diferenças entre uma cultura e outra?

Outra questão: como entraria nesta equação a cultura de massa? Até que ponto a globalização tem feito um “mix” de diversas culturas?

Ainda com relação a isso, o que é comum na “cultura global”? O que cada cultura tomou para si da cultura global, incorporando-a à sua? E esta “cultura transplantada” ainda permanece global ou se tornou caracteristicamente local?

Em suma, o que é essa “teia”, esse meio que tudo permeia chamado de cultura, no qual nos movemos ou que se move em nós, se considerarmos a teoria dos memes?

*Ricardo Ernesto Rose é consultor em inteligência de mercado, desenvolve atividades de marketing, transferência tecnológica e consultoria comercial na área da sustentabilidade. Jornalista, autor, com especialização em gestão ambiental e sociologia. Graduado e pós-graduado em filosofia. Coordenou o lançamento de diversas publicações sobre os setores de meio ambiente e energia e escreve regularmente para sites, jornais e revistas. É editor do blog “Da natureza e da cultura” (www.danaturezaedacultura.blogspot.com.br) e autor dos livros “Como está a questão ambiental – 100 artigos sobre a relação do meio ambiente com a economia e o clima”, “Os recursos e a cidade” e “A religião e o riso e outros textos de filosofia e sociologia”. Contatos através do site www.ricardorose.com.br

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